Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2665710 Português

O ser humano não consegue relaxar e precisa estar ocupado o tempo todo


1 O ser humano não consegue relaxar e simplesmente refletir, então precisa estar com a mente ocupada o tempo inteiro. A afirmação vem de um estudo conduzido por uma equipe da Universidade de Tübingen (Alemanha). Os cientistas conduziram uma série de experimentos com cerca de 250 pessoas.

2 Os autores do estudo notaram que ficar submerso nos próprios pensamentos pode ajudar na resolução de problemas, aumentar a criatividade, aprimorar a imaginação e contribuir para um senso de autoestima. No entanto, o ser humano tende a rejeitar essa atividade (ou melhor, essa inatividade).

3 Acontece que a maioria das pessoas é mais propensa a buscar distrações. Os smartphones inevitavelmente tornaram isso ainda mais comum e contribuíram para a perda do hábito de refletir. Algumas pessoas simplesmente acham difícil passar tempo com seus próprios pensamentos, especialmente se existe uma tendência ao pessimismo.

4 Nos experimentos, os cientistas pediram aos participantes que estimassem até que ponto eles gostariam de sentar sozinhos e pensar por 20 minutos, proibidos de usar um smartphone, ler ou passear. De acordo com os resultados, cada um deles achou que o prazer em deixar suas mentes vagar era muito maior do que esperavam.

5 Os participantes também foram solicitados a comentar sobre como estavam se sentindo no meio das sessões ou após a conclusão. Foi unânime: os indivíduos disseram que sua satisfação foi maior do que eles esperavam. Isso indica que o ato de relaxar e refletir é subestimado, mas ainda há pesquisas a serem feitas para entender melhor como se dá essa relação.


Fonte: The Guardian

Disponível em: https://canaltech.com.br/saude/o-ser-humano-nao-consegue-relaxar-e-precisa-estar-ocupado-o-tempo-todo-entenda-222477/

Os resultados deste trabalho científico foram obtidos por meio:

Alternativas
Q2665709 Português

O ser humano não consegue relaxar e precisa estar ocupado o tempo todo


1 O ser humano não consegue relaxar e simplesmente refletir, então precisa estar com a mente ocupada o tempo inteiro. A afirmação vem de um estudo conduzido por uma equipe da Universidade de Tübingen (Alemanha). Os cientistas conduziram uma série de experimentos com cerca de 250 pessoas.

2 Os autores do estudo notaram que ficar submerso nos próprios pensamentos pode ajudar na resolução de problemas, aumentar a criatividade, aprimorar a imaginação e contribuir para um senso de autoestima. No entanto, o ser humano tende a rejeitar essa atividade (ou melhor, essa inatividade).

3 Acontece que a maioria das pessoas é mais propensa a buscar distrações. Os smartphones inevitavelmente tornaram isso ainda mais comum e contribuíram para a perda do hábito de refletir. Algumas pessoas simplesmente acham difícil passar tempo com seus próprios pensamentos, especialmente se existe uma tendência ao pessimismo.

4 Nos experimentos, os cientistas pediram aos participantes que estimassem até que ponto eles gostariam de sentar sozinhos e pensar por 20 minutos, proibidos de usar um smartphone, ler ou passear. De acordo com os resultados, cada um deles achou que o prazer em deixar suas mentes vagar era muito maior do que esperavam.

5 Os participantes também foram solicitados a comentar sobre como estavam se sentindo no meio das sessões ou após a conclusão. Foi unânime: os indivíduos disseram que sua satisfação foi maior do que eles esperavam. Isso indica que o ato de relaxar e refletir é subestimado, mas ainda há pesquisas a serem feitas para entender melhor como se dá essa relação.


Fonte: The Guardian

Disponível em: https://canaltech.com.br/saude/o-ser-humano-nao-consegue-relaxar-e-precisa-estar-ocupado-o-tempo-todo-entenda-222477/

Um dos fatores que contribuem ainda mais para as pessoas não ficarem submersas em seus próprios pensamentos é:

Alternativas
Q2665708 Português

O ser humano não consegue relaxar e precisa estar ocupado o tempo todo


1 O ser humano não consegue relaxar e simplesmente refletir, então precisa estar com a mente ocupada o tempo inteiro. A afirmação vem de um estudo conduzido por uma equipe da Universidade de Tübingen (Alemanha). Os cientistas conduziram uma série de experimentos com cerca de 250 pessoas.

2 Os autores do estudo notaram que ficar submerso nos próprios pensamentos pode ajudar na resolução de problemas, aumentar a criatividade, aprimorar a imaginação e contribuir para um senso de autoestima. No entanto, o ser humano tende a rejeitar essa atividade (ou melhor, essa inatividade).

3 Acontece que a maioria das pessoas é mais propensa a buscar distrações. Os smartphones inevitavelmente tornaram isso ainda mais comum e contribuíram para a perda do hábito de refletir. Algumas pessoas simplesmente acham difícil passar tempo com seus próprios pensamentos, especialmente se existe uma tendência ao pessimismo.

4 Nos experimentos, os cientistas pediram aos participantes que estimassem até que ponto eles gostariam de sentar sozinhos e pensar por 20 minutos, proibidos de usar um smartphone, ler ou passear. De acordo com os resultados, cada um deles achou que o prazer em deixar suas mentes vagar era muito maior do que esperavam.

5 Os participantes também foram solicitados a comentar sobre como estavam se sentindo no meio das sessões ou após a conclusão. Foi unânime: os indivíduos disseram que sua satisfação foi maior do que eles esperavam. Isso indica que o ato de relaxar e refletir é subestimado, mas ainda há pesquisas a serem feitas para entender melhor como se dá essa relação.


Fonte: The Guardian

Disponível em: https://canaltech.com.br/saude/o-ser-humano-nao-consegue-relaxar-e-precisa-estar-ocupado-o-tempo-todo-entenda-222477/

É correto dizer, de acordo com o texto, que a afirmação de que o ser humano não consegue relaxar tem como origem:

Alternativas
Q2665707 Português

O ser humano não consegue relaxar e precisa estar ocupado o tempo todo


1 O ser humano não consegue relaxar e simplesmente refletir, então precisa estar com a mente ocupada o tempo inteiro. A afirmação vem de um estudo conduzido por uma equipe da Universidade de Tübingen (Alemanha). Os cientistas conduziram uma série de experimentos com cerca de 250 pessoas.

2 Os autores do estudo notaram que ficar submerso nos próprios pensamentos pode ajudar na resolução de problemas, aumentar a criatividade, aprimorar a imaginação e contribuir para um senso de autoestima. No entanto, o ser humano tende a rejeitar essa atividade (ou melhor, essa inatividade).

3 Acontece que a maioria das pessoas é mais propensa a buscar distrações. Os smartphones inevitavelmente tornaram isso ainda mais comum e contribuíram para a perda do hábito de refletir. Algumas pessoas simplesmente acham difícil passar tempo com seus próprios pensamentos, especialmente se existe uma tendência ao pessimismo.

4 Nos experimentos, os cientistas pediram aos participantes que estimassem até que ponto eles gostariam de sentar sozinhos e pensar por 20 minutos, proibidos de usar um smartphone, ler ou passear. De acordo com os resultados, cada um deles achou que o prazer em deixar suas mentes vagar era muito maior do que esperavam.

5 Os participantes também foram solicitados a comentar sobre como estavam se sentindo no meio das sessões ou após a conclusão. Foi unânime: os indivíduos disseram que sua satisfação foi maior do que eles esperavam. Isso indica que o ato de relaxar e refletir é subestimado, mas ainda há pesquisas a serem feitas para entender melhor como se dá essa relação.


Fonte: The Guardian

Disponível em: https://canaltech.com.br/saude/o-ser-humano-nao-consegue-relaxar-e-precisa-estar-ocupado-o-tempo-todo-entenda-222477/

De acordo com o texto, ficar submerso nos próprios pensamentos só não pode ajudar:

Alternativas
Q2665598 Português

Por que gandula chama gandula?


Em viagem de férias pelo Ceará, eu e meu filho caçula fomos acompanhar uma partida do Campeonato Brasileiro na Arena Castelão. No intervalo, ficamos falando sobre o trabalho dos gandulas (ou das gandulas), que veem os jogos de um local privilegiadíssimo.

Contei então a ele a história da origem do nome do "pegador de bolas".


Sim, no mundo inteiro, nas diferentes línguas, a função é tratada como um pegador de bolas: apanha-bolas (português de Portugal), recogepelotas (espanhol), ball boy ou ball girl (inglês), ramasseur de balles (francês) e raccattapalle (italiano), só para citar alguns exemplos.


Aqui, há uma versão envolvendo o argentino Bernardo Gandulla, ponta do time do Vasco da Gama no ano de 1939.


O jogador veio do Ferro Carril Oeste, de Buenos Aires, para disputar o Campeonato Carioca. Mas ficou um mês impossibilitado de jogar por causa de problemas com sua transferência.


Mesmo sem atuar, ele ficava na beirada do campo, repondo a bola rapidamente para os companheiros e adversários. Daí, quando a Liga Carioca de Futebol resolveu oficializar a função, em 1940, o nome de Gandulla foi lembrado. E assim ela foi batizada.


Gandulla era um bom jogador? Era, sim, embora sua passagem pelo Vasco não tenha sido tão incrível. Ele disputou 29 partidas (dez vitórias, oito empates e onze derrotas).


Gandulla foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors, clube que também treinou no final da década de 1950. Falecido em 1999, aos 83 anos, ele foi sepultado no Mausoléu do Boca Juniors, que fica dentro do Cemitério de Chacarita.


O cantor mais famoso da Argentina, Carlos Gardel, está enterrado lá também.


Por que você diz que essa é uma versão?


Em 2011, eu entrevistei um dos netos de Bernardo Gandulla em Buenos Aires. Ele confirmou a história, que disse ter ouvido do próprio avô. O dicionário Houaiss também traz essa versão.


Respeitados pesquisadores brasileiros, no entanto, garantem que o termo já era utilizado desde o início da década de 30 — antes de Gandulla defender o Vasco.


A palavra teria vindo de "gandulo", que significa garoto vadio, sem ocupação. Ela se referia aos meninos que ficavam vendo jogos de futebol em volta dos campos.


Ah, sim, o jogo que fomos ver no Castelão foi Fortaleza 0 x Santos 0. Foram muitos chutes errados o tempo todo. Os gandulas tiveram trabalho naquela noite!


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/o-curioso/2022/08/por-que-gandula-chama-gandula.shtml

A intenção de Gandulla em repor a bola rapidamente objetivava:

Alternativas
Q2665597 Português

Por que gandula chama gandula?


Em viagem de férias pelo Ceará, eu e meu filho caçula fomos acompanhar uma partida do Campeonato Brasileiro na Arena Castelão. No intervalo, ficamos falando sobre o trabalho dos gandulas (ou das gandulas), que veem os jogos de um local privilegiadíssimo.

Contei então a ele a história da origem do nome do "pegador de bolas".


Sim, no mundo inteiro, nas diferentes línguas, a função é tratada como um pegador de bolas: apanha-bolas (português de Portugal), recogepelotas (espanhol), ball boy ou ball girl (inglês), ramasseur de balles (francês) e raccattapalle (italiano), só para citar alguns exemplos.


Aqui, há uma versão envolvendo o argentino Bernardo Gandulla, ponta do time do Vasco da Gama no ano de 1939.


O jogador veio do Ferro Carril Oeste, de Buenos Aires, para disputar o Campeonato Carioca. Mas ficou um mês impossibilitado de jogar por causa de problemas com sua transferência.


Mesmo sem atuar, ele ficava na beirada do campo, repondo a bola rapidamente para os companheiros e adversários. Daí, quando a Liga Carioca de Futebol resolveu oficializar a função, em 1940, o nome de Gandulla foi lembrado. E assim ela foi batizada.


Gandulla era um bom jogador? Era, sim, embora sua passagem pelo Vasco não tenha sido tão incrível. Ele disputou 29 partidas (dez vitórias, oito empates e onze derrotas).


Gandulla foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors, clube que também treinou no final da década de 1950. Falecido em 1999, aos 83 anos, ele foi sepultado no Mausoléu do Boca Juniors, que fica dentro do Cemitério de Chacarita.


O cantor mais famoso da Argentina, Carlos Gardel, está enterrado lá também.


Por que você diz que essa é uma versão?


Em 2011, eu entrevistei um dos netos de Bernardo Gandulla em Buenos Aires. Ele confirmou a história, que disse ter ouvido do próprio avô. O dicionário Houaiss também traz essa versão.


Respeitados pesquisadores brasileiros, no entanto, garantem que o termo já era utilizado desde o início da década de 30 — antes de Gandulla defender o Vasco.


A palavra teria vindo de "gandulo", que significa garoto vadio, sem ocupação. Ela se referia aos meninos que ficavam vendo jogos de futebol em volta dos campos.


Ah, sim, o jogo que fomos ver no Castelão foi Fortaleza 0 x Santos 0. Foram muitos chutes errados o tempo todo. Os gandulas tiveram trabalho naquela noite!


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/o-curioso/2022/08/por-que-gandula-chama-gandula.shtml

A ideia de ficar na beirada do campo, repondo a bola rapidamente para os companheiros e adversários, no Brasil teve como origem:

Alternativas
Q2665596 Português

Por que gandula chama gandula?


Em viagem de férias pelo Ceará, eu e meu filho caçula fomos acompanhar uma partida do Campeonato Brasileiro na Arena Castelão. No intervalo, ficamos falando sobre o trabalho dos gandulas (ou das gandulas), que veem os jogos de um local privilegiadíssimo.

Contei então a ele a história da origem do nome do "pegador de bolas".


Sim, no mundo inteiro, nas diferentes línguas, a função é tratada como um pegador de bolas: apanha-bolas (português de Portugal), recogepelotas (espanhol), ball boy ou ball girl (inglês), ramasseur de balles (francês) e raccattapalle (italiano), só para citar alguns exemplos.


Aqui, há uma versão envolvendo o argentino Bernardo Gandulla, ponta do time do Vasco da Gama no ano de 1939.


O jogador veio do Ferro Carril Oeste, de Buenos Aires, para disputar o Campeonato Carioca. Mas ficou um mês impossibilitado de jogar por causa de problemas com sua transferência.


Mesmo sem atuar, ele ficava na beirada do campo, repondo a bola rapidamente para os companheiros e adversários. Daí, quando a Liga Carioca de Futebol resolveu oficializar a função, em 1940, o nome de Gandulla foi lembrado. E assim ela foi batizada.


Gandulla era um bom jogador? Era, sim, embora sua passagem pelo Vasco não tenha sido tão incrível. Ele disputou 29 partidas (dez vitórias, oito empates e onze derrotas).


Gandulla foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors, clube que também treinou no final da década de 1950. Falecido em 1999, aos 83 anos, ele foi sepultado no Mausoléu do Boca Juniors, que fica dentro do Cemitério de Chacarita.


O cantor mais famoso da Argentina, Carlos Gardel, está enterrado lá também.


Por que você diz que essa é uma versão?


Em 2011, eu entrevistei um dos netos de Bernardo Gandulla em Buenos Aires. Ele confirmou a história, que disse ter ouvido do próprio avô. O dicionário Houaiss também traz essa versão.


Respeitados pesquisadores brasileiros, no entanto, garantem que o termo já era utilizado desde o início da década de 30 — antes de Gandulla defender o Vasco.


A palavra teria vindo de "gandulo", que significa garoto vadio, sem ocupação. Ela se referia aos meninos que ficavam vendo jogos de futebol em volta dos campos.


Ah, sim, o jogo que fomos ver no Castelão foi Fortaleza 0 x Santos 0. Foram muitos chutes errados o tempo todo. Os gandulas tiveram trabalho naquela noite!


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/o-curioso/2022/08/por-que-gandula-chama-gandula.shtml

A função de “gandula” foi oficializada:

Alternativas
Q2665595 Português

Por que gandula chama gandula?


Em viagem de férias pelo Ceará, eu e meu filho caçula fomos acompanhar uma partida do Campeonato Brasileiro na Arena Castelão. No intervalo, ficamos falando sobre o trabalho dos gandulas (ou das gandulas), que veem os jogos de um local privilegiadíssimo.

Contei então a ele a história da origem do nome do "pegador de bolas".


Sim, no mundo inteiro, nas diferentes línguas, a função é tratada como um pegador de bolas: apanha-bolas (português de Portugal), recogepelotas (espanhol), ball boy ou ball girl (inglês), ramasseur de balles (francês) e raccattapalle (italiano), só para citar alguns exemplos.


Aqui, há uma versão envolvendo o argentino Bernardo Gandulla, ponta do time do Vasco da Gama no ano de 1939.


O jogador veio do Ferro Carril Oeste, de Buenos Aires, para disputar o Campeonato Carioca. Mas ficou um mês impossibilitado de jogar por causa de problemas com sua transferência.


Mesmo sem atuar, ele ficava na beirada do campo, repondo a bola rapidamente para os companheiros e adversários. Daí, quando a Liga Carioca de Futebol resolveu oficializar a função, em 1940, o nome de Gandulla foi lembrado. E assim ela foi batizada.


Gandulla era um bom jogador? Era, sim, embora sua passagem pelo Vasco não tenha sido tão incrível. Ele disputou 29 partidas (dez vitórias, oito empates e onze derrotas).


Gandulla foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors, clube que também treinou no final da década de 1950. Falecido em 1999, aos 83 anos, ele foi sepultado no Mausoléu do Boca Juniors, que fica dentro do Cemitério de Chacarita.


O cantor mais famoso da Argentina, Carlos Gardel, está enterrado lá também.


Por que você diz que essa é uma versão?


Em 2011, eu entrevistei um dos netos de Bernardo Gandulla em Buenos Aires. Ele confirmou a história, que disse ter ouvido do próprio avô. O dicionário Houaiss também traz essa versão.


Respeitados pesquisadores brasileiros, no entanto, garantem que o termo já era utilizado desde o início da década de 30 — antes de Gandulla defender o Vasco.


A palavra teria vindo de "gandulo", que significa garoto vadio, sem ocupação. Ela se referia aos meninos que ficavam vendo jogos de futebol em volta dos campos.


Ah, sim, o jogo que fomos ver no Castelão foi Fortaleza 0 x Santos 0. Foram muitos chutes errados o tempo todo. Os gandulas tiveram trabalho naquela noite!


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A razão pela qual o argentino Bernardo Gandulla, foi impedido de jogar por um mês deveu-se:

Alternativas
Q2665594 Português

Por que gandula chama gandula?


Em viagem de férias pelo Ceará, eu e meu filho caçula fomos acompanhar uma partida do Campeonato Brasileiro na Arena Castelão. No intervalo, ficamos falando sobre o trabalho dos gandulas (ou das gandulas), que veem os jogos de um local privilegiadíssimo.

Contei então a ele a história da origem do nome do "pegador de bolas".


Sim, no mundo inteiro, nas diferentes línguas, a função é tratada como um pegador de bolas: apanha-bolas (português de Portugal), recogepelotas (espanhol), ball boy ou ball girl (inglês), ramasseur de balles (francês) e raccattapalle (italiano), só para citar alguns exemplos.


Aqui, há uma versão envolvendo o argentino Bernardo Gandulla, ponta do time do Vasco da Gama no ano de 1939.


O jogador veio do Ferro Carril Oeste, de Buenos Aires, para disputar o Campeonato Carioca. Mas ficou um mês impossibilitado de jogar por causa de problemas com sua transferência.


Mesmo sem atuar, ele ficava na beirada do campo, repondo a bola rapidamente para os companheiros e adversários. Daí, quando a Liga Carioca de Futebol resolveu oficializar a função, em 1940, o nome de Gandulla foi lembrado. E assim ela foi batizada.


Gandulla era um bom jogador? Era, sim, embora sua passagem pelo Vasco não tenha sido tão incrível. Ele disputou 29 partidas (dez vitórias, oito empates e onze derrotas).


Gandulla foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors, clube que também treinou no final da década de 1950. Falecido em 1999, aos 83 anos, ele foi sepultado no Mausoléu do Boca Juniors, que fica dentro do Cemitério de Chacarita.


O cantor mais famoso da Argentina, Carlos Gardel, está enterrado lá também.


Por que você diz que essa é uma versão?


Em 2011, eu entrevistei um dos netos de Bernardo Gandulla em Buenos Aires. Ele confirmou a história, que disse ter ouvido do próprio avô. O dicionário Houaiss também traz essa versão.


Respeitados pesquisadores brasileiros, no entanto, garantem que o termo já era utilizado desde o início da década de 30 — antes de Gandulla defender o Vasco.


A palavra teria vindo de "gandulo", que significa garoto vadio, sem ocupação. Ela se referia aos meninos que ficavam vendo jogos de futebol em volta dos campos.


Ah, sim, o jogo que fomos ver no Castelão foi Fortaleza 0 x Santos 0. Foram muitos chutes errados o tempo todo. Os gandulas tiveram trabalho naquela noite!


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Sobre as versões brasileiras para a origem do termo “gandula” só é verdadeiro o que se afirma em:

Alternativas
Q2665593 Português

Por que gandula chama gandula?


Em viagem de férias pelo Ceará, eu e meu filho caçula fomos acompanhar uma partida do Campeonato Brasileiro na Arena Castelão. No intervalo, ficamos falando sobre o trabalho dos gandulas (ou das gandulas), que veem os jogos de um local privilegiadíssimo.

Contei então a ele a história da origem do nome do "pegador de bolas".


Sim, no mundo inteiro, nas diferentes línguas, a função é tratada como um pegador de bolas: apanha-bolas (português de Portugal), recogepelotas (espanhol), ball boy ou ball girl (inglês), ramasseur de balles (francês) e raccattapalle (italiano), só para citar alguns exemplos.


Aqui, há uma versão envolvendo o argentino Bernardo Gandulla, ponta do time do Vasco da Gama no ano de 1939.


O jogador veio do Ferro Carril Oeste, de Buenos Aires, para disputar o Campeonato Carioca. Mas ficou um mês impossibilitado de jogar por causa de problemas com sua transferência.


Mesmo sem atuar, ele ficava na beirada do campo, repondo a bola rapidamente para os companheiros e adversários. Daí, quando a Liga Carioca de Futebol resolveu oficializar a função, em 1940, o nome de Gandulla foi lembrado. E assim ela foi batizada.


Gandulla era um bom jogador? Era, sim, embora sua passagem pelo Vasco não tenha sido tão incrível. Ele disputou 29 partidas (dez vitórias, oito empates e onze derrotas).


Gandulla foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors, clube que também treinou no final da década de 1950. Falecido em 1999, aos 83 anos, ele foi sepultado no Mausoléu do Boca Juniors, que fica dentro do Cemitério de Chacarita.


O cantor mais famoso da Argentina, Carlos Gardel, está enterrado lá também.


Por que você diz que essa é uma versão?


Em 2011, eu entrevistei um dos netos de Bernardo Gandulla em Buenos Aires. Ele confirmou a história, que disse ter ouvido do próprio avô. O dicionário Houaiss também traz essa versão.


Respeitados pesquisadores brasileiros, no entanto, garantem que o termo já era utilizado desde o início da década de 30 — antes de Gandulla defender o Vasco.


A palavra teria vindo de "gandulo", que significa garoto vadio, sem ocupação. Ela se referia aos meninos que ficavam vendo jogos de futebol em volta dos campos.


Ah, sim, o jogo que fomos ver no Castelão foi Fortaleza 0 x Santos 0. Foram muitos chutes errados o tempo todo. Os gandulas tiveram trabalho naquela noite!


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O título do texto é composto por:

Alternativas
Q2665592 Português

Por que gandula chama gandula?


Em viagem de férias pelo Ceará, eu e meu filho caçula fomos acompanhar uma partida do Campeonato Brasileiro na Arena Castelão. No intervalo, ficamos falando sobre o trabalho dos gandulas (ou das gandulas), que veem os jogos de um local privilegiadíssimo.

Contei então a ele a história da origem do nome do "pegador de bolas".


Sim, no mundo inteiro, nas diferentes línguas, a função é tratada como um pegador de bolas: apanha-bolas (português de Portugal), recogepelotas (espanhol), ball boy ou ball girl (inglês), ramasseur de balles (francês) e raccattapalle (italiano), só para citar alguns exemplos.


Aqui, há uma versão envolvendo o argentino Bernardo Gandulla, ponta do time do Vasco da Gama no ano de 1939.


O jogador veio do Ferro Carril Oeste, de Buenos Aires, para disputar o Campeonato Carioca. Mas ficou um mês impossibilitado de jogar por causa de problemas com sua transferência.


Mesmo sem atuar, ele ficava na beirada do campo, repondo a bola rapidamente para os companheiros e adversários. Daí, quando a Liga Carioca de Futebol resolveu oficializar a função, em 1940, o nome de Gandulla foi lembrado. E assim ela foi batizada.


Gandulla era um bom jogador? Era, sim, embora sua passagem pelo Vasco não tenha sido tão incrível. Ele disputou 29 partidas (dez vitórias, oito empates e onze derrotas).


Gandulla foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors, clube que também treinou no final da década de 1950. Falecido em 1999, aos 83 anos, ele foi sepultado no Mausoléu do Boca Juniors, que fica dentro do Cemitério de Chacarita.


O cantor mais famoso da Argentina, Carlos Gardel, está enterrado lá também.


Por que você diz que essa é uma versão?


Em 2011, eu entrevistei um dos netos de Bernardo Gandulla em Buenos Aires. Ele confirmou a história, que disse ter ouvido do próprio avô. O dicionário Houaiss também traz essa versão.


Respeitados pesquisadores brasileiros, no entanto, garantem que o termo já era utilizado desde o início da década de 30 — antes de Gandulla defender o Vasco.


A palavra teria vindo de "gandulo", que significa garoto vadio, sem ocupação. Ela se referia aos meninos que ficavam vendo jogos de futebol em volta dos campos.


Ah, sim, o jogo que fomos ver no Castelão foi Fortaleza 0 x Santos 0. Foram muitos chutes errados o tempo todo. Os gandulas tiveram trabalho naquela noite!


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A origem da palavra “gandula” no mundo inteiro está diretamente ligada à atividade de “pegar bolas” exceto:

Alternativas
Q2665591 Português

Por que gandula chama gandula?


Em viagem de férias pelo Ceará, eu e meu filho caçula fomos acompanhar uma partida do Campeonato Brasileiro na Arena Castelão. No intervalo, ficamos falando sobre o trabalho dos gandulas (ou das gandulas), que veem os jogos de um local privilegiadíssimo.

Contei então a ele a história da origem do nome do "pegador de bolas".


Sim, no mundo inteiro, nas diferentes línguas, a função é tratada como um pegador de bolas: apanha-bolas (português de Portugal), recogepelotas (espanhol), ball boy ou ball girl (inglês), ramasseur de balles (francês) e raccattapalle (italiano), só para citar alguns exemplos.


Aqui, há uma versão envolvendo o argentino Bernardo Gandulla, ponta do time do Vasco da Gama no ano de 1939.


O jogador veio do Ferro Carril Oeste, de Buenos Aires, para disputar o Campeonato Carioca. Mas ficou um mês impossibilitado de jogar por causa de problemas com sua transferência.


Mesmo sem atuar, ele ficava na beirada do campo, repondo a bola rapidamente para os companheiros e adversários. Daí, quando a Liga Carioca de Futebol resolveu oficializar a função, em 1940, o nome de Gandulla foi lembrado. E assim ela foi batizada.


Gandulla era um bom jogador? Era, sim, embora sua passagem pelo Vasco não tenha sido tão incrível. Ele disputou 29 partidas (dez vitórias, oito empates e onze derrotas).


Gandulla foi campeão argentino duas vezes pelo Boca Juniors, clube que também treinou no final da década de 1950. Falecido em 1999, aos 83 anos, ele foi sepultado no Mausoléu do Boca Juniors, que fica dentro do Cemitério de Chacarita.


O cantor mais famoso da Argentina, Carlos Gardel, está enterrado lá também.


Por que você diz que essa é uma versão?


Em 2011, eu entrevistei um dos netos de Bernardo Gandulla em Buenos Aires. Ele confirmou a história, que disse ter ouvido do próprio avô. O dicionário Houaiss também traz essa versão.


Respeitados pesquisadores brasileiros, no entanto, garantem que o termo já era utilizado desde o início da década de 30 — antes de Gandulla defender o Vasco.


A palavra teria vindo de "gandulo", que significa garoto vadio, sem ocupação. Ela se referia aos meninos que ficavam vendo jogos de futebol em volta dos campos.


Ah, sim, o jogo que fomos ver no Castelão foi Fortaleza 0 x Santos 0. Foram muitos chutes errados o tempo todo. Os gandulas tiveram trabalho naquela noite!


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/o-curioso/2022/08/por-que-gandula-chama-gandula.shtml

De acordo com o texto a origem do termo gandula no Brasil:

Alternativas
Q2665558 Português

Sobre figuras de linguagem, relacione a Coluna I com a Coluna II e marque a alternativa correta.


COLUNA I.

A- Metáfora.

B- Comparação.

C- Eufemismo.

D- Sinestesia.

E- Antítese.


COLUNA II.

1- Seu coração é como um cofre.

2- O orador tinha uma voz gélida.

3- Ao lado do casebre, erguia-se uma mansão.

4- O cachorrinho foi para o céu.

5- O médico buscava a raiz do problema.

Alternativas
Q2665552 Português

O texto a seguir, se refere às próximas três questões.


Saber viver: (Cora Coralina).


Não sei…

se a vida é curta

ou longa demais para nós.

Mas sei que nada do que vivemos

tem sentido,

se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:

colo que acolhe,

braço que envolve,

palavra que conforta,

silêncio que respeita,

alegria que contagia,

lágrima que corre,

olhar que sacia,

amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo:

é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela

não seja nem curta,

nem longa demais,

mas que seja intensa,

verdadeira e pura…

No texto, a oração (...mas que seja intensa, verdadeira e pura…) exprime:

Alternativas
Q2665550 Português

O texto a seguir, se refere às próximas três questões.


Saber viver: (Cora Coralina).


Não sei…

se a vida é curta

ou longa demais para nós.

Mas sei que nada do que vivemos

tem sentido,

se não tocarmos o coração das pessoas.

Muitas vezes basta ser:

colo que acolhe,

braço que envolve,

palavra que conforta,

silêncio que respeita,

alegria que contagia,

lágrima que corre,

olhar que sacia,

amor que promove.

E isso não é coisa de outro mundo:

é o que dá sentido à vida.

É o que faz com que ela

não seja nem curta,

nem longa demais,

mas que seja intensa,

verdadeira e pura…

De acordo com o texto, assinale a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2665499 Português

Analise a tirinha abaixo para responder às questões de 8 a 10.

Assinale a alternativa cuja reescrita do texto emprega a regência de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.

Alternativas
Q2665498 Português

Analise a tirinha abaixo para responder às questões de 8 a 10.

Com relação à colocação pronominal e de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2665497 Português

Analise a tirinha abaixo para responder às questões de 8 a 10.

O texto acima coloca o leitor diante da discussão acerca da exposição das crianças a determinados assuntos. Sendo assim, é correto afirmar que

Alternativas
Q2665496 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7.


A inciativa privada tem muito a ganhar ao fazer investimentos e estabelecer metas para melhorar seu desempenho ambiental. Para tanto, é preciso que haja certas mudanças nas práticas atuais. A primeira mudança necessária rumo às boas práticas ambientais deve começar com as lideranças das corporações e na forma como elas pensam, segundo a professora Priscila Borin Claro. Em sua opinião, hoje existem companhias que estão mais avançadas nesse debate, com transparência e metas traçadas para os próximos anos. Ao mesmo tempo, há aquelas que “falam mais do que fazem” e as que estão perdidas nesse assunto – caso das pequenas e médias.

“Se trabalharmos sustentabilidade como estratégia, conseguiremos reduzir custos, diversificar negócios, melhorar a reputação e ter acesso a um capital mais barato”, afirma a professora. Mesmo com inciativas que ainda não se adequaram muito bem ao novo cenário, o mundo corporativo está mais avançado que o governo, afirma a professora. Ela diz que, sem o apoio do Estado, o acesso a tecnologias que possam ajudar a tornar a indústria mais verde será reduzido.

A especialista ainda ressalta que segmentos da indústria como o agronegócio, alvo frequente de reclamações e denúncias sobre desmatamento e poluição, são imprescindíveis para a garantia de um futuro mais sustentável para o país. Exemplos como a agricultura regenerativa, técnica para conservação e reabilitação de sistemas agrícolas, e o pagamento de serviços ambientais têm sido adotados fortemente pelo setor.

O investimento em sustentabilidade também traz impacto social. “Os mais pobres são os que mais sofrem com os efeitos das mudanças climáticas”, afirma Priscila Borin Claro. Por isso, segundo ela, essas populações serão beneficiadas com a mudança de postura dos empresários.


(Folha de São Paulo. 28.11.2021. Adaptado).

Com relação à concordância e de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2665495 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 7.


A inciativa privada tem muito a ganhar ao fazer investimentos e estabelecer metas para melhorar seu desempenho ambiental. Para tanto, é preciso que haja certas mudanças nas práticas atuais. A primeira mudança necessária rumo às boas práticas ambientais deve começar com as lideranças das corporações e na forma como elas pensam, segundo a professora Priscila Borin Claro. Em sua opinião, hoje existem companhias que estão mais avançadas nesse debate, com transparência e metas traçadas para os próximos anos. Ao mesmo tempo, há aquelas que “falam mais do que fazem” e as que estão perdidas nesse assunto – caso das pequenas e médias.

“Se trabalharmos sustentabilidade como estratégia, conseguiremos reduzir custos, diversificar negócios, melhorar a reputação e ter acesso a um capital mais barato”, afirma a professora. Mesmo com inciativas que ainda não se adequaram muito bem ao novo cenário, o mundo corporativo está mais avançado que o governo, afirma a professora. Ela diz que, sem o apoio do Estado, o acesso a tecnologias que possam ajudar a tornar a indústria mais verde será reduzido.

A especialista ainda ressalta que segmentos da indústria como o agronegócio, alvo frequente de reclamações e denúncias sobre desmatamento e poluição, são imprescindíveis para a garantia de um futuro mais sustentável para o país. Exemplos como a agricultura regenerativa, técnica para conservação e reabilitação de sistemas agrícolas, e o pagamento de serviços ambientais têm sido adotados fortemente pelo setor.

O investimento em sustentabilidade também traz impacto social. “Os mais pobres são os que mais sofrem com os efeitos das mudanças climáticas”, afirma Priscila Borin Claro. Por isso, segundo ela, essas populações serão beneficiadas com a mudança de postura dos empresários.


(Folha de São Paulo. 28.11.2021. Adaptado).

Com relação ao emprego da crase e de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Respostas
49201: A
49202: C
49203: D
49204: E
49205: A
49206: E
49207: B
49208: E
49209: C
49210: D
49211: A
49212: E
49213: B
49214: A
49215: D
49216: D
49217: C
49218: B
49219: C
49220: A