Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4171072 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Revisão da Lei de Cotas em meio à campanha eleitoral é risco de retrocesso, avaliam parlamentares







Disponível em https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/01/29/revisao-da-lei-de-cotas-em-meio-a-campanha-eleitoral-e-risco-de-retrocessoreceiam-parlamentares.ghtml Publicado e Acessado em 29/01/2022 Texto Adaptado 1 De acordo com o texto em 2022, a Lei de Cotas será  
 
No trecho “ao ser sancionada em 2012” (linha 9), a palavra em destaque é sinônimo de  
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Q4171070 Português
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Revisão da Lei de Cotas em meio à campanha eleitoral é risco de retrocesso, avaliam parlamentares







Disponível em https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/01/29/revisao-da-lei-de-cotas-em-meio-a-campanha-eleitoral-e-risco-de-retrocessoreceiam-parlamentares.ghtml Publicado e Acessado em 29/01/2022 Texto Adaptado 1 De acordo com o texto em 2022, a Lei de Cotas será  
 
No texto, a expressão “provoque” (linha 5) está relacionada à palavra 
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Q4171067 Português
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Revisão da Lei de Cotas em meio à campanha eleitoral é risco de retrocesso, avaliam parlamentares







Disponível em https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/01/29/revisao-da-lei-de-cotas-em-meio-a-campanha-eleitoral-e-risco-de-retrocessoreceiam-parlamentares.ghtml Publicado e Acessado em 29/01/2022 Texto Adaptado 1 De acordo com o texto em 2022, a Lei de Cotas será  
 
Segundo o texto, a Lei de Cotas será revisada 
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Q4171066 Português
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Revisão da Lei de Cotas em meio à campanha eleitoral é risco de retrocesso, avaliam parlamentares







Disponível em https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/01/29/revisao-da-lei-de-cotas-em-meio-a-campanha-eleitoral-e-risco-de-retrocessoreceiam-parlamentares.ghtml Publicado e Acessado em 29/01/2022 Texto Adaptado 1 De acordo com o texto em 2022, a Lei de Cotas será  
 
A partir do texto, é possível inferir que o debate sobre a Lei de Cotas 
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Q4171065 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Revisão da Lei de Cotas em meio à campanha eleitoral é risco de retrocesso, avaliam parlamentares







Disponível em https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/01/29/revisao-da-lei-de-cotas-em-meio-a-campanha-eleitoral-e-risco-de-retrocessoreceiam-parlamentares.ghtml Publicado e Acessado em 29/01/2022 Texto Adaptado 1 De acordo com o texto em 2022, a Lei de Cotas será  
 
De acordo com o texto em 2022, a Lei de Cotas será  
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Q4170883 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Q1_10.png (713×624)

Disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/ciencia-e-politica-em-tempos-de-negacionismo/ Acesso em 22/01/22. Texto Adaptado. 
No texto, a expressão “suas verdades” (linha 28) refere-se à(às) 
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Q4170882 Português
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Q1_10.png (713×624)

Disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/ciencia-e-politica-em-tempos-de-negacionismo/ Acesso em 22/01/22. Texto Adaptado. 
A palavra “cisão” (linha 24) significa 
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Q4170881 Português
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Q1_10.png (713×624)

Disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/ciencia-e-politica-em-tempos-de-negacionismo/ Acesso em 22/01/22. Texto Adaptado. 
“Essa defasagem” (linha 23) diz respeito, principalmente, 
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Q4170880 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Q1_10.png (713×624)

Disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/ciencia-e-politica-em-tempos-de-negacionismo/ Acesso em 22/01/22. Texto Adaptado. 
A expressão “retorno à normalidade” (linha 10) está entre aspas para sinalizar que se trata de um(uma)
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Q4170876 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Q1_10.png (713×624)

Disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/ciencia-e-politica-em-tempos-de-negacionismo/ Acesso em 22/01/22. Texto Adaptado. 
O texto sugere que “a decisão dos governantes de voltar às ruas antes do tempo recomendado” foi 
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Q4170875 Português
Leia atentamente o texto a seguir para responder à questão.


Q1_10.png (713×624)

Disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/ciencia-e-politica-em-tempos-de-negacionismo/ Acesso em 22/01/22. Texto Adaptado. 
De acordo com o texto, a população em geral 
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Q4170201 Português


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/julia-cameron-arte-da-escuta – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Assinale a alternativa na qual NÃO haja o emprego de linguagem figurada.
Alternativas
Q4170200 Português


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/julia-cameron-arte-da-escuta – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Assinale a alternativa que indica palavra que NÃO poderia substituir o vocábulo “abstrair” (l. 02) por causar alteração de sentido ao texto. Desconsidere eventuais alterações que sejam necessárias à estrutura do trecho decorrentes da substituição. 
Alternativas
Q4170197 Português


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/julia-cameron-arte-da-escuta – texto adaptado especialmente para esta prova). 

Analise a imagem a seguir e as proposições que se fazem a respeito de sua relação com o texto anterior:


  Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://www.bancarios-es.org.br/caixa-novo-modelo-de-trabalho-coloca-em-risco-osdireitos-dos-empregados/



I. As abordagens tanto da imagem quanto do texto em relação à tecnologia seguem a mesma direção de sentido.


PORQUE


II. Ambas apontam que a tecnologia nos leva a estarmos sempre ocupados.



Assinale a alternativa que apresenta a correlação verdadeira entre as duas proposições.

Alternativas
Q4170196 Português


(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/autoconhecimento/julia-cameron-arte-da-escuta – texto adaptado especialmente para esta prova). 
Considerando o exposto pelo texto, analise as assertivas a seguir:

I. O texto de Helena Galante é uma resenha, por apresentar uma descrição, comentários e análise crítica de um livro.
II. A autora do texto, já no seu primeiro parágrafo, aborda diretamente o livro sobre o qual vai escrever.
III. Uma das estratégias de construção do texto de Helena Galante é inserir, ao longo do texto, palavras da autora do livro que está sendo apresentado ao leitor.

Quais estão corretas? 
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Q4169816 Português
A sofisticação das línguas indígenas

        Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

        É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

        Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

        Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

        No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

        É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.  

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
A palavra sublinhada em “Dizia que seus poemas eram efêmeros.” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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Q4168823 Português
A sofisticação das línguas indígenas

    Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
    É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.
    Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.
    Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.
     No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”. É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
No período “Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para ‘barriga’, e formar tok-tít, ‘cipó-de-barriga’, ou seja, ‘intestino’.”, a expressão sublinhada é utilizada em sentido metafórico. Considerando-se essa afirmação, assinalar a alternativa que também contém metáfora na expressão sublinhada: 
Alternativas
Q4168821 Português
A sofisticação das línguas indígenas

    Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.
    É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.
    Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.
    Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.
     No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”. É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
Com base no texto, analisar os itens abaixo:
I. Os falantes da língua kotiria passaram a usar o sufixo - ma apenas para traduzir a expressão frustrativa “só que não”, muito usada nas redes sociais por falantes de português.
II. Na língua hup, combinaram-se as palavras tít (cipó) e tok (barriga) para formar o conceito de “intestino”.
III. O lado metafórico da língua hup não costuma ficar evidente nos substantivos.
Está(ão) CORRETO(S):
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Q4168783 Português
Uma caneta esferográfica funcionaria em Marte?

    Ninguém nunca foi lá para testar, é óbvio, mas é bem provável que não. Você já deve ter ouvido que as canetas esferográficas comuns não funcionam no espaço por conta da baixa gravidade. E é verdade. A gravidade é responsável por empurrar a tinta para baixo, fazendo a caneta funcionar. Porém, o próprio movimento de bolinha da caneta consegue “puxar” a tinta e fazer a caneta funcionar por um tempo – mesmo contra a gravidade.
    É difícil saber qual é a gravidade mínima para fazê-la funcionar. Marte tem pouco mais de um terço da gravidade terrestre, então é provável que você consiga usar a caneta no início. Logo, porém, ela começaria a falhar.
    No entanto, esse nem é o principal problema. Sabe aquele furinho presente na lateral da caneta? Pois é. Ele permite que o ar entre no tubo e evita que se forme um vácuo à medida que a tinta sai. Sem ele, a caneta começaria a vazar.
    Isso só acontece porque a pressão ______________ da Terra é grande o suficiente para fazer o ar preencher o tubo. Em Marte, a pressão do ar é quase 170 vezes menor do que na Terra. Mesmo que fosse possível escrever com a caneta normal, ela causaria uma bela lambança.

(Fonte: Abril - adaptado.)
Na frase “(...) ela causaria uma bela lambança.”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q4168782 Português
Uma caneta esferográfica funcionaria em Marte?

    Ninguém nunca foi lá para testar, é óbvio, mas é bem provável que não. Você já deve ter ouvido que as canetas esferográficas comuns não funcionam no espaço por conta da baixa gravidade. E é verdade. A gravidade é responsável por empurrar a tinta para baixo, fazendo a caneta funcionar. Porém, o próprio movimento de bolinha da caneta consegue “puxar” a tinta e fazer a caneta funcionar por um tempo – mesmo contra a gravidade.
    É difícil saber qual é a gravidade mínima para fazê-la funcionar. Marte tem pouco mais de um terço da gravidade terrestre, então é provável que você consiga usar a caneta no início. Logo, porém, ela começaria a falhar.
    No entanto, esse nem é o principal problema. Sabe aquele furinho presente na lateral da caneta? Pois é. Ele permite que o ar entre no tubo e evita que se forme um vácuo à medida que a tinta sai. Sem ele, a caneta começaria a vazar.
    Isso só acontece porque a pressão ______________ da Terra é grande o suficiente para fazer o ar preencher o tubo. Em Marte, a pressão do ar é quase 170 vezes menor do que na Terra. Mesmo que fosse possível escrever com a caneta normal, ela causaria uma bela lambança.

(Fonte: Abril - adaptado.)
Em conformidade com o texto, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) Por conta da baixa gravidade, as canetas esferográficas comuns tendem a não funcionar por muito tempo no espaço.
(_) A pressão do ar na Terra é 170 vezes menor que em Marte.
Alternativas
Respostas
47521: A
47522: C
47523: C
47524: D
47525: B
47526: E
47527: D
47528: A
47529: C
47530: B
47531: E
47532: D
47533: E
47534: A
47535: D
47536: B
47537: D
47538: B
47539: D
47540: C