Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2084597 Português

Texto 2 


Relações de poder e decisão: conflitos entre médicos e administradores hospitalares 

      


RAM, Rev. Adm. Mackenzie 11 (6) • Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678- 69712010000600004

De acordo com o Texto 2, a dificuldade para aceitar normas disciplinares e para ouvir recomendações fica acentuada quando a orientação
Alternativas
Q2084596 Português

Texto 2 


Relações de poder e decisão: conflitos entre médicos e administradores hospitalares 

      


RAM, Rev. Adm. Mackenzie 11 (6) • Disponível em: https://doi.org/10.1590/S1678- 69712010000600004

O tipo de linguagem predominante no Texto 2 é 
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Q2084502 Português

Texto 19 de maio. Belém. Durante a noite o Pedro I portou em Salinas pra emprestar um tapejara que nos guiasse através da foz traiçoeira do Amazonas e quando nos levantamos no dia de hoje bem cedinho já estávamos nela. Que posso falar dessa foz tão literária e que comove tanto quando assuntada no mapa?... A imensidão das águas é tão vasta, as ilhas imensas por demais ficam tão no longe fraco que a gente não encontra nada que encante. A foz do Amazonas é uma dessas grandezas tão grandiosas que ultrapassam as percepções fisiológicas do homem. Nós só podemos monumentalizá-las na inteligência. O que a retina bota na consciência é apenas um mundo de águas sujas e um matinho sempre igual no longe mal percebido das ilhas. O Amazonas prova decisivamente que a monotonia é um dos elementos mais grandiosos do sublime. É incontestável que Dante e o Amazonas são igualmente monótonos. Pra gente gozar um bocado e perceber a variedade que tem nessas monotonias do sublime carece limitar em molduras mirins a sensação. Então acha uma lindeza os barcos veleiros coloridos e acha cotuba a morte dos pretendentes, se prende ao horizonte plantado de árvores que a refração apara do firme das ilhas e ao livro de Jó. A foz do Amazonas é tão ingente que blefa a grandeza. Wordsworth, o quarteirão dos cinemas no Rio, “I Juca-Pirama ” são muito mais grandiosos.

Mas quando Belém principia diminuindo a vista larga a boniteza surge outra vez. Chegamos lá antes da chuva e o calor era tanto que vinha dos mercados um cheiro de carne-seca. Os barcos veleiros sentados no cais do Ver-o-peso sacudiam as velas roseadas azuis negras se abanando com lerdeza. Nos esperavam oficialmente no cais dois automóveis da Presidência prontinhos pra batalha de flores. Pra cada uma das companheiras do poeta um buquê famoso, fomos. Então passamos revista a todos os desperdícios da chegada. Só de noite nos reunimos pra janta excelente. Belém andara indagando dos nossos gostos e mantinha na esquina de boreste do hotel, um cinema. Fomos ver William Fairbanks em Não percas tempo, filme horrível. A noite dormiu feliz.


ANDRADE, Mário de. O turista aprendiz / Mário de Andrade ; edição de texto apurado, anotada e acrescida de documentos por Telê Ancona Lopez, Tatiana Longo Figueiredo ; Leandro Raniero Fernandes, colaborador. – Brasília, DF: Iphan, 2015. P. 68 – 70

Há palavra que estabelece coesão entre os elementos do texto classificada como conjunção integrante em: 
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Q2084499 Português

Texto 19 de maio. Belém. Durante a noite o Pedro I portou em Salinas pra emprestar um tapejara que nos guiasse através da foz traiçoeira do Amazonas e quando nos levantamos no dia de hoje bem cedinho já estávamos nela. Que posso falar dessa foz tão literária e que comove tanto quando assuntada no mapa?... A imensidão das águas é tão vasta, as ilhas imensas por demais ficam tão no longe fraco que a gente não encontra nada que encante. A foz do Amazonas é uma dessas grandezas tão grandiosas que ultrapassam as percepções fisiológicas do homem. Nós só podemos monumentalizá-las na inteligência. O que a retina bota na consciência é apenas um mundo de águas sujas e um matinho sempre igual no longe mal percebido das ilhas. O Amazonas prova decisivamente que a monotonia é um dos elementos mais grandiosos do sublime. É incontestável que Dante e o Amazonas são igualmente monótonos. Pra gente gozar um bocado e perceber a variedade que tem nessas monotonias do sublime carece limitar em molduras mirins a sensação. Então acha uma lindeza os barcos veleiros coloridos e acha cotuba a morte dos pretendentes, se prende ao horizonte plantado de árvores que a refração apara do firme das ilhas e ao livro de Jó. A foz do Amazonas é tão ingente que blefa a grandeza. Wordsworth, o quarteirão dos cinemas no Rio, “I Juca-Pirama ” são muito mais grandiosos.

Mas quando Belém principia diminuindo a vista larga a boniteza surge outra vez. Chegamos lá antes da chuva e o calor era tanto que vinha dos mercados um cheiro de carne-seca. Os barcos veleiros sentados no cais do Ver-o-peso sacudiam as velas roseadas azuis negras se abanando com lerdeza. Nos esperavam oficialmente no cais dois automóveis da Presidência prontinhos pra batalha de flores. Pra cada uma das companheiras do poeta um buquê famoso, fomos. Então passamos revista a todos os desperdícios da chegada. Só de noite nos reunimos pra janta excelente. Belém andara indagando dos nossos gostos e mantinha na esquina de boreste do hotel, um cinema. Fomos ver William Fairbanks em Não percas tempo, filme horrível. A noite dormiu feliz.


ANDRADE, Mário de. O turista aprendiz / Mário de Andrade ; edição de texto apurado, anotada e acrescida de documentos por Telê Ancona Lopez, Tatiana Longo Figueiredo ; Leandro Raniero Fernandes, colaborador. – Brasília, DF: Iphan, 2015. P. 68 – 70

No trecho:

“... pra emprestar um tapejara que nos guiasse através da foz traiçoeira do Amazonas...”


Pelo contexto, infere-se que ‘tapejara’ significa o que:

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Q2084498 Português

Texto 19 de maio. Belém. Durante a noite o Pedro I portou em Salinas pra emprestar um tapejara que nos guiasse através da foz traiçoeira do Amazonas e quando nos levantamos no dia de hoje bem cedinho já estávamos nela. Que posso falar dessa foz tão literária e que comove tanto quando assuntada no mapa?... A imensidão das águas é tão vasta, as ilhas imensas por demais ficam tão no longe fraco que a gente não encontra nada que encante. A foz do Amazonas é uma dessas grandezas tão grandiosas que ultrapassam as percepções fisiológicas do homem. Nós só podemos monumentalizá-las na inteligência. O que a retina bota na consciência é apenas um mundo de águas sujas e um matinho sempre igual no longe mal percebido das ilhas. O Amazonas prova decisivamente que a monotonia é um dos elementos mais grandiosos do sublime. É incontestável que Dante e o Amazonas são igualmente monótonos. Pra gente gozar um bocado e perceber a variedade que tem nessas monotonias do sublime carece limitar em molduras mirins a sensação. Então acha uma lindeza os barcos veleiros coloridos e acha cotuba a morte dos pretendentes, se prende ao horizonte plantado de árvores que a refração apara do firme das ilhas e ao livro de Jó. A foz do Amazonas é tão ingente que blefa a grandeza. Wordsworth, o quarteirão dos cinemas no Rio, “I Juca-Pirama ” são muito mais grandiosos.

Mas quando Belém principia diminuindo a vista larga a boniteza surge outra vez. Chegamos lá antes da chuva e o calor era tanto que vinha dos mercados um cheiro de carne-seca. Os barcos veleiros sentados no cais do Ver-o-peso sacudiam as velas roseadas azuis negras se abanando com lerdeza. Nos esperavam oficialmente no cais dois automóveis da Presidência prontinhos pra batalha de flores. Pra cada uma das companheiras do poeta um buquê famoso, fomos. Então passamos revista a todos os desperdícios da chegada. Só de noite nos reunimos pra janta excelente. Belém andara indagando dos nossos gostos e mantinha na esquina de boreste do hotel, um cinema. Fomos ver William Fairbanks em Não percas tempo, filme horrível. A noite dormiu feliz.


ANDRADE, Mário de. O turista aprendiz / Mário de Andrade ; edição de texto apurado, anotada e acrescida de documentos por Telê Ancona Lopez, Tatiana Longo Figueiredo ; Leandro Raniero Fernandes, colaborador. – Brasília, DF: Iphan, 2015. P. 68 – 70

Observe o seguinte texto:


‘Durante a noite o Pedro I portou em Salinas pra emprestar um tapejara que nos guiasse através da foz traiçoeira do Amazonas e quando nos levantamos no dia de hoje bem cedinho já estávamos nela.’


Após a leitura e análise do trecho, pode-se afirmar que:

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Q2084497 Português

Texto 19 de maio. Belém. Durante a noite o Pedro I portou em Salinas pra emprestar um tapejara que nos guiasse através da foz traiçoeira do Amazonas e quando nos levantamos no dia de hoje bem cedinho já estávamos nela. Que posso falar dessa foz tão literária e que comove tanto quando assuntada no mapa?... A imensidão das águas é tão vasta, as ilhas imensas por demais ficam tão no longe fraco que a gente não encontra nada que encante. A foz do Amazonas é uma dessas grandezas tão grandiosas que ultrapassam as percepções fisiológicas do homem. Nós só podemos monumentalizá-las na inteligência. O que a retina bota na consciência é apenas um mundo de águas sujas e um matinho sempre igual no longe mal percebido das ilhas. O Amazonas prova decisivamente que a monotonia é um dos elementos mais grandiosos do sublime. É incontestável que Dante e o Amazonas são igualmente monótonos. Pra gente gozar um bocado e perceber a variedade que tem nessas monotonias do sublime carece limitar em molduras mirins a sensação. Então acha uma lindeza os barcos veleiros coloridos e acha cotuba a morte dos pretendentes, se prende ao horizonte plantado de árvores que a refração apara do firme das ilhas e ao livro de Jó. A foz do Amazonas é tão ingente que blefa a grandeza. Wordsworth, o quarteirão dos cinemas no Rio, “I Juca-Pirama ” são muito mais grandiosos.

Mas quando Belém principia diminuindo a vista larga a boniteza surge outra vez. Chegamos lá antes da chuva e o calor era tanto que vinha dos mercados um cheiro de carne-seca. Os barcos veleiros sentados no cais do Ver-o-peso sacudiam as velas roseadas azuis negras se abanando com lerdeza. Nos esperavam oficialmente no cais dois automóveis da Presidência prontinhos pra batalha de flores. Pra cada uma das companheiras do poeta um buquê famoso, fomos. Então passamos revista a todos os desperdícios da chegada. Só de noite nos reunimos pra janta excelente. Belém andara indagando dos nossos gostos e mantinha na esquina de boreste do hotel, um cinema. Fomos ver William Fairbanks em Não percas tempo, filme horrível. A noite dormiu feliz.


ANDRADE, Mário de. O turista aprendiz / Mário de Andrade ; edição de texto apurado, anotada e acrescida de documentos por Telê Ancona Lopez, Tatiana Longo Figueiredo ; Leandro Raniero Fernandes, colaborador. – Brasília, DF: Iphan, 2015. P. 68 – 70

Há características, no texto de Mário de Andrade, que compõe o gênero textual:
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Q2084150 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Por que você não deve acalmar seu filho com o celular?

     Quando uma criança está inquieta ou fazendo muita bagunça, colocá-la na frente de um celular com joguinhos ou vídeos pode parecer a solução ideal. Mas, se usada constantemente, essa técnica pode ter seus reveses.
     Pesquisadores analisaram o uso de dispositivos digitais como ferramentas para acalmar crianças com idade entre 3 e 5 anos. O estudo envolveu 422 pais e 422 crianças. Ele foi realizado entre agosto de 2018 e janeiro de 2020, antes da pandemia de Covid-19.
     Os cientistas descobriram que o aumento do uso de aparelhos eletrônicos como método para acalmar crianças estava ligado a uma maior reatividade emocional ao longo dos meses.
     As crianças do estudo mudavam de humor rapidamente e ficaram mais impulsivas – relação particularmente forte em meninos e em crianças que já tinham sinais de hiperatividade, impulsividade e temperamento forte, o que os torna mais propensos a reagir intensamente a sentimentos como raiva, frustração e tristeza.
     “Usar dispositivos móveis para acalmar uma criança pequena pode parecer uma ferramenta inofensiva e temporária para reduzir o estresse em casa, mas pode haver consequências a longo prazo se for uma estratégia regular”, afirma Jenny Radesky, principal autora do estudo e mãe de dois filhos. “Esses dispositivos podem comprometer as oportunidades de desenvolvimento de métodos independentes e alternativos de autorregulação – particularmente durante os seis primeiros anos de vida”.
     Crianças nessa faixa etária costumam apresentar comportamentos difíceis com maior frequência. Acessos de raiva, ataques de birra ou emoções muito intensas podem ser facilmente controlados com um tablet ou um smartphone. A solução funciona, mas o alívio de curto prazo pode comprometer o desenvolvimento emocional da criança.
     O estudo chama a atenção para o uso exagerado e constante desse método simples. Se aplicado com moderação, pode ser útil – mas não deve ser a principal forma de lidar com situações difíceis.
     Para não desamparar pais que abusavam desse método, os pesquisadores também apresentaram algumas outras opções para acalmar as crianças.
     Fornecer experiências sensoriais ou estimular exercícios, por exemplo, pode ajudar. Isso pode incluir balançar, abraçar, pular em um trampolim, ouvir música ou olhar para figuras de um livro.
     Ao tentar nomear o que seu filho está sentindo, os pais ajudam a conectar a linguagem aos estados emocionais; além de mostrar à criança que ela é compreendida pelos adultos. 
     Os pesquisadores também promovem alternativas para os comportamentos particularmente negativos de quando estão chateadas. Ao tentar comunicar suas emoções, as crianças podem recorrer a impulsos violentos ou exagerados. Os pais podem ensiná-las comportamentos substitutos mais seguros – como descontar a raiva em um travesseiro ao invés de um colega, ou comunicar-se claramente quando gostaria de atenção ao invés de abrir um berreiro.
     “Todas essas soluções ajudam as crianças a se entenderem melhor e a se sentirem mais competentes para administrar seus sentimentos”, afirma Radesky. “O cuidador também precisa tentar manter a calma e não reagir exageradamente às emoções da criança. Esses cuidados ajudam a desenvolver habilidades de regulação emocional que duram a vida toda.”
     “Por outro lado, usar um dispositivo móvel não ensina uma habilidade – apenas distrai a criança de como ela está se sentindo. Crianças que não desenvolvem essas habilidades na primeira infância são mais propensas a ter dificuldades quando estressadas na escola ou com colegas à medida que envelhecem.”
(CAPARROZ, Leo. Por que você não deve acalmar seu filho com o celular? Revista Superinteressante, 2022. Disponível em: https://super. abril.com.br/ciencia/por-que-voce-nao-deve-acalmar-seu-filho-com-ocelular-segundo-este-estudo/ Acesso em: 22/12/22. Adaptado.)
Sobre o emprego dos elementos coesivos destacados nas passagens a seguir, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Em “Se aplicado com moderação, pode ser útil” (7º§), se estabelece relação semântica de concessão e pode ser substituído por desde que.
( ) Em “uso de aparelhos eletrônicos como método para acalmar crianças” (3º§), para introduz ideia de finalidade e pode ser substituído por a fim de.
( ) Em “o que os torna mais propensos a reagir intensamente a sentimentos” (4º§), o os é um pronome anafórico e retoma os termos meninos e crianças.
( ) Em “Esses cuidados ajudam a desenvolver habilidades de regulação emocional que duram a vida toda.” (12º§), que é um pronome relativo anafórico e retoma esses cuidados.
( ) Em “ter dificuldades quando estressadas na escola ou com colegas à medida que envelhecem.” (13º§), à medida que é uma locução conjuntiva proporcional e pode ser substituída por de modo que.
A sequência está correta em
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Q2083268 Português
Texto 3

Futebol, por Carlos Drummond de Andrade

Futebol se joga no estádio?
Futebol se joga na praia,
futebol se joga na rua,
futebol se joga na alma.
A bola é a mesma: forma sacra
para craques e pernas de pau.
Mesma a volúpia de chutar
na delirante copa-mundo
ou no árido espaço do morro.
São voos de estátuas súbitas,
desenhos feéricos, bailados
de pés e troncos entrançados.
Instantes lúdicos: flutua
o jogador, gravado no ar
— afinal, o corpo triunfante
da triste lei da gravidade 

In Poesia errante
Observe a frase: “— afinal, o corpo triunfante da triste lei da gravidade.”
Para que a frase fique com o sentido contrário, a palavra TRIUNFANTE deveria ser substituída por:
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Q2083267 Português
Texto 3

Futebol, por Carlos Drummond de Andrade

Futebol se joga no estádio?
Futebol se joga na praia,
futebol se joga na rua,
futebol se joga na alma.
A bola é a mesma: forma sacra
para craques e pernas de pau.
Mesma a volúpia de chutar
na delirante copa-mundo
ou no árido espaço do morro.
São voos de estátuas súbitas,
desenhos feéricos, bailados
de pés e troncos entrançados.
Instantes lúdicos: flutua
o jogador, gravado no ar
— afinal, o corpo triunfante
da triste lei da gravidade 

In Poesia errante
O poema de Carlos Drummond de Andrade traz a relação existente entre: 
Alternativas
Q2083266 Português

Texto 2


7_- 8.png (415×148) 

Disponível em https://web.facebook.com/tirasarmandinho/extraidoem04/12/2022


O verbo TER empregado no primeiro quadrinho tem sentido de: 
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Q2083265 Português

Texto 2


7_- 8.png (415×148) 

Disponível em https://web.facebook.com/tirasarmandinho/extraidoem04/12/2022


No último quadrinho, a fala de Armandinho pode ser interpretada como: 
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Q2083263 Português

Texto 1


O boleirês que domina o português


Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe, porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente.

A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez: em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão. Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam significados futebolísticos para tantas outras palavras.

“Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé, se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo acontece com vários termos que, literalmente, representam o que acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”, “dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade.

Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502 possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número significativo da força do jogo sobre o português, especialmente pelas variações que ganham conforme a região do país. “O brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical. “Alinguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol facilita a compreensão pela maioria.

https://observatorioracialfutebol.com.br/textos/como-o-futebol-moldou-a-identidade-cultural-do-brasileiro/

Em “Da crônica esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente.”, o verbo GANHAR pode ser substituído, fazendo as devidas adequações e sem alterar o sentido da frase, por:
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Q2083260 Português

Texto 1


O boleirês que domina o português


Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe, porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente.

A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez: em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão. Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam significados futebolísticos para tantas outras palavras.

“Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé, se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo acontece com vários termos que, literalmente, representam o que acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”, “dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade.

Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502 possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número significativo da força do jogo sobre o português, especialmente pelas variações que ganham conforme a região do país. “O brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical. “Alinguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol facilita a compreensão pela maioria.

https://observatorioracialfutebol.com.br/textos/como-o-futebol-moldou-a-identidade-cultural-do-brasileiro/

Segundo o texto, a linguagem do futebol já é estudada há muito tempo. O autor relaciona, temporalmente, a criação do primeiro dicionário do futebol ao:
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Q2083259 Português

Texto 1


O boleirês que domina o português


Talvez a maneira em que o futebol se expressa mais intensamente no cotidiano do brasileiro, além de si mesmo, é no vocabulário. E de uma maneira como quase ninguém percebe, porque já se tornou corriqueiro. As expressões que nasceram nos estádios foram incorporadas no linguajar comum. Da crônica esportiva ou da própria conversa de arquibancada, ganharam as ruas e os livros, em um conceito cultural muito mais abrangente.

A linguagem específica do futebol é fenômeno estudado faz tempo. Por exemplo, o primeiro “Dicionário do Futebol”, para explicar os verbetes tradicionais do boleirês, surgiu quando o Uruguai sequer havia levantado a Jules Rimet pela primeira vez: em 1929, escrito e organizado pelo jornalista Haroldo Maranhão. Ao mesmo tempo, os dicionários comuns adicionavam significados futebolísticos para tantas outras palavras.

“Chutar”, por exemplo. Mais do que o ato em si de bater com o pé, se tornou sinônimo de arriscar ou dar um palpite. O mesmo acontece com vários termos que, literalmente, representam o que acontece dentro de campo, mas servem de metáfora para vários assuntos da vida. É o caso de “show de bola”, “suar a camisa”, “dar um chapéu”, “tirar de letra” e tantas outras expressões que se tornaram corriqueiras além do futebol. Demonstram a importância do esporte para a cultura. E também tornam a língua mais rica e viva, adaptando-se com as mudanças da sociedade.

Dos 228,5 mil verbetes listados pelo Dicionário Houaiss, 502 possuem a palavra “futebol” em suas explicações. Número significativo da força do jogo sobre o português, especialmente pelas variações que ganham conforme a região do país. “O brasileiro é um povo que expressa sua emoção de uma maneira muito espontânea, fato que se reflete na linguagem”, escreve a pesquisadora Simone Nejaim Ribeiro, autora da dissertação A Linguagem do Futebol: estilo e produtividade lexical. “Alinguagem especial do futebol é bastante expressiva e, muitas vezes, ultrapassa a esfera das narrações e dos textos referentes ao esporte. Isto se deve, entre outras coisas, à grande paixão do brasileiro por ele”. Por mais que as gírias exijam um conhecimento prévio sobre o assunto, a popularidade do futebol facilita a compreensão pela maioria.

https://observatorioracialfutebol.com.br/textos/como-o-futebol-moldou-a-identidade-cultural-do-brasileiro/

O texto “O boleirês que domina o português” fala sobre: 
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Q2082364 Português

A moça tinha a pele branca como a neve e o cabelo escuro como breu. Abandonou os sete irmãos, fugiu da madrasta, fez uma torta com a maçã e foi vender na feira. Ficou tão famosa com a sua receita de torta que nunca mais quis saber do príncipe.

Disponível em: http://www.minicontos.com. br/?apid=8675&tipo=2&dt=0&wd=&titulo=Branca%20de%20 Neve%20Moderna. Acesso em: 30 abr. 2022.


Nessa paródia, é possível interpretar um(a)

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Q2082068 Português
Soneto de separação
Vinicius de Moraes
De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma E das bocas unidas fez-se a espuma E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento Que dos olhos desfez a última chama E da paixão fez-se o pressentimento E do momento imóvel fez-se o drama De repente, não mais que de repente Fez-se de triste o que se fez amante E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante Fez-se da vida uma aventura errante De repente, não mais que de repente.
Disponível em: <https://www.viniciusdemoraes.com.br/pt-br/poesia/poesias-avulsas/soneto-de-separacao>. Acesso em: 10. dez. 2022.
Do ponto de vista semântico, o autor utiliza, no decorrer do texto um importante jogo de linguagem que encerra um paradoxo no poema. Esse efeito é marcado pela predominância do recurso de linguagem chamado de
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Q2082063 Português
     Queda de pelos em cães e gatos
     Os pelos de cachorros e gatos têm funções que vão além da estética. Isso porque eles são muito importantes para a saúde desses animais, pois servem como uma barreira de proteção para a pele e ainda ajudam na conservação da temperatura corporal.  
    Nesse cenário, encontrar pelos em diversas partes da casa e, até mesmo, nas roupas faz parte da rotina dos tutores. Afinal, a renovação da pelagem de ambos os bichos é algo totalmente natural, isto é, acontecerá independentemente de eles terem ou não alguma doença, por exemplo.
      Queda de pelos natural
     De acordo com a médica veterinária Cinthya Ugliara, da rede clínica Dra. Mei, em intensidade leve a moderada e dependendo da raça, isso não é motivo para preocupação. Também segundo ela, os pelos possuem três fases de crescimento, sendo que, na última delas, ocorre a queda.
    Além disso, durante o ano, há dois períodos em que as quedas são mais intensas, mas, ainda assim, são saudáveis e não produzem falhas na pelagem. “Geralmente [acontecem] na primavera e no outono e duram em torno de 30 dias. Isso ocorre porque a pelagem do animal está sendo preparada para o inverno e verão”, explica.
    Quando é sinal de alerta
   Segundo Cinthya Ugliara, a queda de pelos fora da normalidade pode indicar que o cão ou o gato está com dermatite alérgica à picada de pulgas, outros tipos de alergias (ocasionadas por sarna, dermatite alérgica e fungos) ou, até mesmo, doenças hormonais (hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo).
    A médica veterinária acrescenta que tal situação, em gatos, também pode ser agravada por deficiências nutricionais, estresse, alergias ou mesmo problemas endócrinos. Quando isso acontece, é de extrema importância que o tutor procure um médico veterinário para investigar e tratar o problema.

Disponível em: <https://recreio.uol.com.br/noticias/pets/queda-de-pelos-em-caes-e-gatos-veja-as-causas-e-como-tratar-25.phtml?utm_source=Feed%20UOL&amp;utm_medium=site&amp;xid=1200>.
Acesso em: 10. dez.2022 (adaptado)

Dados os seguintes elementos destacados nos excertos,  


I. “...pois servem como uma barreira de proteção para a pele e ainda ajudam na conservação da temperatura corporal

II. “...a renovação da pelagem de ambos os bichos é algo totalmente natural...”.


assinale a alternativa correta quanto à análise linguística dos elementos destacados. 

Alternativas
Q2082062 Português
     Queda de pelos em cães e gatos
     Os pelos de cachorros e gatos têm funções que vão além da estética. Isso porque eles são muito importantes para a saúde desses animais, pois servem como uma barreira de proteção para a pele e ainda ajudam na conservação da temperatura corporal.  
    Nesse cenário, encontrar pelos em diversas partes da casa e, até mesmo, nas roupas faz parte da rotina dos tutores. Afinal, a renovação da pelagem de ambos os bichos é algo totalmente natural, isto é, acontecerá independentemente de eles terem ou não alguma doença, por exemplo.
      Queda de pelos natural
     De acordo com a médica veterinária Cinthya Ugliara, da rede clínica Dra. Mei, em intensidade leve a moderada e dependendo da raça, isso não é motivo para preocupação. Também segundo ela, os pelos possuem três fases de crescimento, sendo que, na última delas, ocorre a queda.
    Além disso, durante o ano, há dois períodos em que as quedas são mais intensas, mas, ainda assim, são saudáveis e não produzem falhas na pelagem. “Geralmente [acontecem] na primavera e no outono e duram em torno de 30 dias. Isso ocorre porque a pelagem do animal está sendo preparada para o inverno e verão”, explica.
    Quando é sinal de alerta
   Segundo Cinthya Ugliara, a queda de pelos fora da normalidade pode indicar que o cão ou o gato está com dermatite alérgica à picada de pulgas, outros tipos de alergias (ocasionadas por sarna, dermatite alérgica e fungos) ou, até mesmo, doenças hormonais (hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo).
    A médica veterinária acrescenta que tal situação, em gatos, também pode ser agravada por deficiências nutricionais, estresse, alergias ou mesmo problemas endócrinos. Quando isso acontece, é de extrema importância que o tutor procure um médico veterinário para investigar e tratar o problema.

Disponível em: <https://recreio.uol.com.br/noticias/pets/queda-de-pelos-em-caes-e-gatos-veja-as-causas-e-como-tratar-25.phtml?utm_source=Feed%20UOL&amp;utm_medium=site&amp;xid=1200>.
Acesso em: 10. dez.2022 (adaptado)
A linguagem humana é utilizada sempre em prol de um propósito de comunicação. Tendo em vista isso, o texto “Queda de pelos em cães e gatos” apresenta predominantemente a função da linguagem
Alternativas
Q2082061 Português
     Queda de pelos em cães e gatos
     Os pelos de cachorros e gatos têm funções que vão além da estética. Isso porque eles são muito importantes para a saúde desses animais, pois servem como uma barreira de proteção para a pele e ainda ajudam na conservação da temperatura corporal.  
    Nesse cenário, encontrar pelos em diversas partes da casa e, até mesmo, nas roupas faz parte da rotina dos tutores. Afinal, a renovação da pelagem de ambos os bichos é algo totalmente natural, isto é, acontecerá independentemente de eles terem ou não alguma doença, por exemplo.
      Queda de pelos natural
     De acordo com a médica veterinária Cinthya Ugliara, da rede clínica Dra. Mei, em intensidade leve a moderada e dependendo da raça, isso não é motivo para preocupação. Também segundo ela, os pelos possuem três fases de crescimento, sendo que, na última delas, ocorre a queda.
    Além disso, durante o ano, há dois períodos em que as quedas são mais intensas, mas, ainda assim, são saudáveis e não produzem falhas na pelagem. “Geralmente [acontecem] na primavera e no outono e duram em torno de 30 dias. Isso ocorre porque a pelagem do animal está sendo preparada para o inverno e verão”, explica.
    Quando é sinal de alerta
   Segundo Cinthya Ugliara, a queda de pelos fora da normalidade pode indicar que o cão ou o gato está com dermatite alérgica à picada de pulgas, outros tipos de alergias (ocasionadas por sarna, dermatite alérgica e fungos) ou, até mesmo, doenças hormonais (hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo).
    A médica veterinária acrescenta que tal situação, em gatos, também pode ser agravada por deficiências nutricionais, estresse, alergias ou mesmo problemas endócrinos. Quando isso acontece, é de extrema importância que o tutor procure um médico veterinário para investigar e tratar o problema.

Disponível em: <https://recreio.uol.com.br/noticias/pets/queda-de-pelos-em-caes-e-gatos-veja-as-causas-e-como-tratar-25.phtml?utm_source=Feed%20UOL&amp;utm_medium=site&amp;xid=1200>.
Acesso em: 10. dez.2022 (adaptado)
Quanto à tipologia e ao gênero textual, respectivamente, é correto afirmar que o texto é uma 
Alternativas
Q2082060 Português
     Queda de pelos em cães e gatos
     Os pelos de cachorros e gatos têm funções que vão além da estética. Isso porque eles são muito importantes para a saúde desses animais, pois servem como uma barreira de proteção para a pele e ainda ajudam na conservação da temperatura corporal.  
    Nesse cenário, encontrar pelos em diversas partes da casa e, até mesmo, nas roupas faz parte da rotina dos tutores. Afinal, a renovação da pelagem de ambos os bichos é algo totalmente natural, isto é, acontecerá independentemente de eles terem ou não alguma doença, por exemplo.
      Queda de pelos natural
     De acordo com a médica veterinária Cinthya Ugliara, da rede clínica Dra. Mei, em intensidade leve a moderada e dependendo da raça, isso não é motivo para preocupação. Também segundo ela, os pelos possuem três fases de crescimento, sendo que, na última delas, ocorre a queda.
    Além disso, durante o ano, há dois períodos em que as quedas são mais intensas, mas, ainda assim, são saudáveis e não produzem falhas na pelagem. “Geralmente [acontecem] na primavera e no outono e duram em torno de 30 dias. Isso ocorre porque a pelagem do animal está sendo preparada para o inverno e verão”, explica.
    Quando é sinal de alerta
   Segundo Cinthya Ugliara, a queda de pelos fora da normalidade pode indicar que o cão ou o gato está com dermatite alérgica à picada de pulgas, outros tipos de alergias (ocasionadas por sarna, dermatite alérgica e fungos) ou, até mesmo, doenças hormonais (hipotireoidismo e hiperadrenocorticismo).
    A médica veterinária acrescenta que tal situação, em gatos, também pode ser agravada por deficiências nutricionais, estresse, alergias ou mesmo problemas endócrinos. Quando isso acontece, é de extrema importância que o tutor procure um médico veterinário para investigar e tratar o problema.

Disponível em: <https://recreio.uol.com.br/noticias/pets/queda-de-pelos-em-caes-e-gatos-veja-as-causas-e-como-tratar-25.phtml?utm_source=Feed%20UOL&amp;utm_medium=site&amp;xid=1200>.
Acesso em: 10. dez.2022 (adaptado)
Segundo o texto, é correto afirmar que
Alternativas
Respostas
46621: B
46622: A
46623: A
46624: B
46625: C
46626: D
46627: C
46628: A
46629: C
46630: B
46631: D
46632: C
46633: C
46634: D
46635: C
46636: D
46637: A
46638: D
46639: A
46640: E