Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Pedro Henrique Rodrigues Camargo Dias. Novo serviço público no Brasil:
um estudo do orçamento participativo em Porto Alegre. Curitiba:
FAE, p. 36 e 37 (com adaptações).
Acerca do texto e de seus aspectos semânticos e linguísticos, julgue o item.
Em relação à composição do gênero do texto, três elementos são obrigatórios: a tese, isto é, o ponto de vista a ser defendido; os argumentos, que sustentam a defesa temática; e a conclusão, que sintetiza e reforça o que foi exposto; tudo isso imerso em uma postura argumentativa-persuasiva.

Pedro Henrique Rodrigues Camargo Dias. Novo serviço público no Brasil:
um estudo do orçamento participativo em Porto Alegre. Curitiba:
FAE, p. 36 e 37 (com adaptações).
Acerca do texto e de seus aspectos semânticos e linguísticos, julgue o item.
O texto consiste em uma apresentação sobre um projeto de interesse social amplo, utilizando informações e enumerando exemplos, a fim de funcionar como um informativo.
Exemplo de cuidado e amor ao próximo
Internet: <www.uniprimedobrasil.com.br> (com adaptações).
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Depreende-se da leitura interpretativa do texto que a “agência Campinas” (linha 2) é uma organização não governamental (ONG) que se dedica a serviços humanitários e assistenciais.
Exemplo de cuidado e amor ao próximo
Internet: <www.uniprimedobrasil.com.br> (com adaptações).
Com relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
O texto, quanto ao gênero e à finalidade, é classificado como expositivo.
A importância do servidor público
Por Augusto Dourado (especialista em RH)
Internet: <www.servidores.rhbahia.ba.gov.br> (com adaptações).
Considerando o texto e suas estruturas gramaticais, julgue o item.
O texto apresenta linguagem formal e estrutura de organização em parágrafos, nos quais se verificam intuito informativo, bem c omo opinião, por isso ele pode ser classificado como artigo.
O perigo das vacinas caseiras contra o coronavírus
Vários pesquisadores vinculados à Universidade Harvard promovem uma imunização sem aval para que os cidadãos a fabriquem e administrem em casa
Um grupo de cientistas, profissionais da biotecnologia e cidadãos que nem sequer querem ser identificados está testando na própria carne uma suposta vacina contra o coronavírus que eles mesmos desenvolveram. Trata-se de um coquetel de proteínas sem eficácia comprovada, cuja primeira versão foi preparada por Preston Estep, um cientista que já esteve ligado à Universidade Harvard e cuja principal motivação é conseguir uma imunização antes que sejam lançadas as vacinas oficiais promovidas por governos e empresas farmacêuticas. Este projeto, chamado Radvac – sigla em inglês de “vacina colaborativa de implantação rápida” – se define como “um necessário ato de compaixão”.
Esta é uma das várias vacinas caseiras que estão circulando pelo mundo. Algumas não têm fins lucrativos, como a Radvac, e outras chegam a custar o equivalente a R$ 1.900. Nos EUA são conhecidas como vacinas DIY (sigla em inglês de “faça você mesmo”).
Muitos especialistas mostram preocupação com um fenômeno que pode causar danos e dinamitar a confiança nas vacinas convencionais. O mais inquietante talvez seja que, com a lei na mão, é impossível proibir alguém de obter e inocular esses preparados. Na prática pode ser muito complicado inclusive impedir que sejam distribuídas ou que seus adeptos causem infecções por Covid-19, de forma deliberada ou acidental, por se julgarem imunizados.
Muitos de seus promotores iniciais estavam vinculados à prestigiosa Universidade Harvard (EUA). Um dos principais é o conhecido geneticista George Church, um dos pesquisadores mais respeitados em seu campo. Church admitiu ter usado em si mesmo a suposta vacina, e inclusive tirou uma foto enquanto a administrava, conforme revelou o veículo especializado Technology Review.
A suposta vacina defendida por Church é uma mistura de peptídeos, proteínas sintéticas que imitam as proteínas que compõem o SARS-CoV-2, como a característica espícula pontiaguda que usa para se unir às células humanas, penetrá-las e sequestrar seu maquinário biológico para se multiplicar. Em um documento de 59 páginas, Estep, Church e seus colegas explicam como misturar esses peptídeos com os outros quatro ingredientes básicos do preparado. Todos eles podem ser adquiridos de “distribuidores comerciais”, afirmam.
O produto final é um vapor inalável, administrado pelo nariz. O documento também detalha como usá-lo corretamente e recomenda fazer exames de anticorpos e linfócitos para comprovar seu efeito, como se os participantes fossem cobaias humanas. “Somos os animais”, disse Estep, ex-orientando de Church, ao The New York Times. Há 30 pessoas dos EUA, Alemanha, Reino Unido, China e Suécia que já se autoinocularam, afirma. O próprio Estep afirma ter dado a vacina caseira a seu filho de 23 anos, e outros promotores também as administraram a familiares, segundo o jornal nova-iorquino.
O documento científico da Radvac adverte que a vacina não tem nenhuma eficácia demonstrada, não foi aprovada pelas autoridades e pode causar efeitos secundários, embora não descreva uma forma de controlar as reações adversas. Os promotores a definem como “ciência cidadã” e fornecem toda a informação sobre seu preparado com uma licença aberta. O EL PAÍS tentou contato com Estep e Church sem sucesso. “Este projeto não tem nenhuma filiação à Universidade Harvard”, declarou a instituição por sua vez. “A urgência em conseguir uma vacina efetiva para a Covid-19 é enorme, mas isso não pode acarretar um relaxamento dos padrões dos ensaios clínicos, que devem fornecer provas concludentes da eficácia dessa vacina para proteger a saúde pública”, acrescenta.
[...] Se as autoridades não frearem este tipo de experimentação caseira, “estas vacinas de efetividade e segurança duvidosa porão a saúde pública em risco”, alertam. Além disso, “pode derrubar a confiança da sociedade nas verdadeiras vacinas” contra a Covid-19, escrevem. Em sua carta, especialistas pedem que as autoridades federais dos EUA tomem as rédeas do assunto, como já fizeram para impedir a difusão de exames caseiros do novo coronavírus que não tinham aval científico. “Parte do interesse nestas vacinas caseiras surge aparentemente da crença de que a experimentação consigo mesmo não precisa respeitar as normas e os critérios éticos. É uma crença totalmente falsa”, disparam.
[...]
“Promover este tipo de produto como uma possível solução sem ter provas viola o método científico, é reprovável”, ressalta Federico de Montalvo Jääskeläinen, presidente do Comitê de Bioética da Espanha. “Mesmo se funcionasse, só significaria que dispararam no ar e acertaram no prato por acaso”, acrescenta.
O especialista concorda com seus colegas norte-americanos sobre o perigo que estes cientistas representam na luta contra a pior pandemia deste século. “Que a vacina demore não é o nosso maior problema. Onde arriscamos a saída desta pandemia é na confiança da população em relação às vacinas. Esta gente está minando essa confiança com uma narrativa antissistema. Se uma parte da população comprar estas mensagens, pode haver um enorme dano à saúde pública”, conclui.
Disponível em: https://bityli.com/dt36e. Acesso em: 18 set. 2020 (adaptado).
De acordo com o texto, são possíveis efeitos da utilização
das vacinas DIY, exceto:

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos semânticos, julgue o item.
Sem alteração dos sentidos do texto e de sua correção gramatical, o parágrafo “Uma siesta era seguida de uma xícara de chá. Então passava o resto da tarde em casa, recebendo visitas, respondendo a correspondências ou trabalhando em pesquisas teóricas” (linhas 12 e 13) poderia ser substituído por Após um cochilo, uma xícara de chá para, então, passar o resto da tarde em casa, recebendo visitas, respondendo correspondências e trabalhando em pesquisas teóricas.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos semânticos, julgue o item.
É correto classificar o texto como motivacional, uma vez que afirma que o sucesso depende exclusivamente das escolhas de cada pessoa.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos semânticos, julgue o item.
De acordo com o texto, King tem uma rotina muito mais proveitosa do que Einstein.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos semânticos, julgue o item.
Sem alteração dos sentidos do texto e de sua correção
gramatical, o trecho “O fluxo criativo começa entre 8 h e
8h30, após uma caminhada matinal. Em alguns dias, ele
atinge a meta antes do meio-dia, mas geralmente fica
até as 13h30 trabalhando” (linhas 23 e 24) poderia ser
reescrito da seguinte forma: Somente após uma
caminhada matinal é que se inicia o fluxo criativo, entre
8 h e 8h30. É muito comum atingir a meta antes do
meio-dia, mas em geral, permanece até as 13:30.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos semânticos, julgue o item.
A relação de comparação estabelecida pelo vocábulo “Como” (linha 26) poderia ser igualmente estabelecida pela expressão Tal qual, sem prejuízo semântico.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos semânticos, julgue o item.
O texto é uma narrativa sobre o dia a dia de cientistas famosos, com o objetivo principal de mostrar algumas curiosidades sobre eles.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos semânticos, julgue o item.
No último parágrafo, a autora do texto expõe sua própria hipótese a respeito do que é ser genial, definindo o termo como algo que não está obrigatoriamente ligado a normas pré-estabelecidas.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos semânticos, julgue o item.
Para King, a inspiração vem com a persistência e, para que ela surja, não se deve esperar.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos semânticos, julgue o item.
Einstein acreditava que, para se ter uma rotina criativa, o ócio também deveria fazer parte do dia a dia.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
No que se refere ao texto e a seus aspectos semânticos, julgue o item.
O texto traz elementos essenciais para uma receita do sucesso.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
O termo “então” (linha 8) transmite ideia de conclusão no encerramento do segundo período.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A palavra “Mais” (linha 20) poderia ser substituída por Além disso, sem prejuízo dos sentidos originais e da correção gramatical do texto.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
Na oração “se permitia uma rotina mais tranquila” (linha 8), o deslocamento do pronome “se” para depois da forma verbal “permitia” preservaria a correção gramatical do texto.

Como era a rotina criativa de Einstein, Darwin e outros 6 gênios?
Internet: <super.abril.com.br> (com adaptações).
Em relação ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item.
A palavra “geralmente” (linha 24) está empregada no texto com o mesmo sentido de comumente.