Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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O hino nacional brasileiro é dotado de diversas figuras de linguagem. No trecho destacado acima, pode-se observar o uso de uma importante figura de linguagem marcada pela extrema transposição de termos, de forma a produzir, intencionalmente, confusão na interpretação de sentido.
Assinale a alternativa que corresponde a figura de linguagem mencionada.
Leia a matéria da Folha de São Paulo pelo portal Uol, "Produtor aproveita gás gerado por dejetos de porcos para abastecer trator a biometano", publicada no dia 26 de abril de 2023, por Marcelo Toledo. Assinale a alternativa que melhor indica sua tipologia textual:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Design dos cardápios influencia mais o seu pedido do que você pensa, segundo pesquisa
Por Eduardo Vanini
Escolher um prato no cardápio pode exigir um olhar bem mais criterioso do que se imagina. Uma pesquisa publicada pela "International Journal of Hospitality Management" analisou as escolhas de 300 clientes a partir de 217 menus e descobriu que, muitas vezes, os pedidos tinham mais a ver com o design do próprio menu - ou com a imagem e a descrição da comida - do que com a preferência de cada um. E o pior: a maior parte das tentativas de influência dos restaurantes levava a escolhas menos saudáveis.
Analisando o quadro mais a fundo, os autores Brian Wansink e Katie Love descobriram que as descrições mais tentadoras correspondiam aos pratos mais cheios de gordura, sal e outros componentes potencialmente perigosos. Para comprovar esses efeitos, eles alteraram a descrição de alguns itens. O "filé de pescado" virou "suculento filé de pescado do mar italiano", e o "arroz e feijão vermelho" foi transformado em "feijão vermelho à moda cajun e arroz". O resultado? As vendas desses itens mais balanceados subiram 28%. Além disso, os clientes estavam dispostos a pagar, em média, 12% a mais por alimentos com nomes atraentes.
Diante das constatações da pesquisa, Wansink afirmou à revista "Time" que o segredo para garantir uma boa refeição é conversar com o garçom.
- Pergunte quais são as duas ou três entradas mais leves que recebem o maior número de elogios ou qual é a melhor coisa no menu para uma pessoa que deseja uma refeição light - recomendou.
Segundo a coordenadora de Design da ESPM Rio, Eliana Formiga, o uso de adjetivos e nomes personalizados têm aparecido crescentemente nos menus. Segundo ela, esse não é o problema:
- A princípio, isso não deve ser motivo de desconfiança. Mas é um direito do cliente saber exatamente o que está comendo.
O chef Pedro de Artagão afirma que os restaurantes têm de tratar seus pratos de maneira padrão. E sustenta não haver mais espaço para quem tenta supervalorizar determinados itens para vender mais.
- Quem age assim está fadado ao insucesso. Os clientes estão mais atentos a esses detalhes - pontua, citando exemplos de frequentadores de restaurantes que utilizam as redes sociais para fazer reclamações.
(Acesso na data 26 de abril de 2023 em: ueenciaa-maasseuupedddoddo-que-voce-pensaaseegundo-ppessqusaa 1145522571 pedido-do-que-voce-pensa-segundo-pesquisa-13452571 - Texto editado em partes para fins didáticos.)
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Leia a matéria do Jornal O Globo, "Design dos cardápios influencia mais o seu pedido do que você pensa, segundo pesquisa "publicada no dia 26 de abril de 2023, por Eduardo Vanini. Assinale a afirmativa correta:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Produtor aproveita gás gerado por dejetos de porcos para abastecer trator a biometano
Por Marcelo Toledo
Em 2018, o produtor rural Fábio Pimentel de Barros caminhava pelas ruas da Agrishow (Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação), em Ribeirão Preto, em busca de uma forma de utilizar o biogás produzido na sua empresa, a SF Agropecuária, em Brasilândia (MS).
A proposta era dar uma destinação econômica e sustentável aos dejetos de cerca de 80 mil suínos da propriedade. Depois de discutir o tema com duas empresas, sem sucesso, ele encontrou uma montadora que desenvolvia a tecnologia necessária. Assim se tornou o primeiro comprador no país de um trator movido a biometano.
Fabricado na Inglaterra pela New Holland, que já tem outras dez propostas em andamento no país, o modelo T6 Methane Power, de 180 cv, utiliza o gás gerado a partir da decomposição de resíduos orgânicos como combustível.
O custo elevado do combustível de origem fóssil e a evolução de equipamentos como o trator a biogás têm incentivado ações para reduzir as emissões de dióxido de carbono no campo. A máquina custa 40% mais que a movida a diesel, mas se paga com a economia diária, conforme o produtor.
"A ideia do início do projeto foi ter um processo de maior sustentabilidade, e o segundo ponto foi totalmente econômico", disse Barros. "O terceiro ponto foi a estratégia de mercado, já que estamos passando por uma guerra e houve importação de diesel no Brasil."
"Tenho de levar em conta que o gás é meu, eu já produzo. Tenho de colocar ainda o preço de produção da minha bomba, que é muito baixo. Há uma economia muito grande de diesel e abre outras possibilidades, inclusive com projeto de caminhões a biometano, não podemos ficar só em tratores", afirmou Barros.
Além do preço, outras vantagens são as reduções na emissão de dióxido de carbono e outros gases e o menor custo operacional, segundo Flávio Mazetto, diretor de marketing de produto da New Holland para a América Latina.
Ter um trator desses, porém, não é para todos os tipos de produtores. Além de custar mais -o preço varia conforme o estado, mas em média R$ 1 milhão, ante R$ 700 mil do modelo convencional-, é preciso que a propriedade receba uma série de investimentos para permitir a geração do biometano.
(Acesso na data 26 de abril de 2023 em: approvveeagas s-gerado--pordejeeos-depoocos-para-abasseecer-raoora-bommetano.shtml jetos-de-porcos-para-abastecer-trator-a-biometano.shtml - Texto editado em partes para fins didáticos - Texto editado para fins didáticos).
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- Texto editado em partes para fins didáticos
Leia a matéria da Folha de São Paulo pelo portal Uol, "Produtor aproveita gás gerado por dejetos de porcos para abastecer trator a biometano", publicada no dia 26 de abril de 2023, por Marcelo Toledo. Assinale a afirmativa correta:
Avaliações de produtos online são falsas?

As vantagens de comprar um produto ou serviço online são inegáveis. Você compra quando quiser, de pijama, sem sair de casa. E, neste mundo das compras online, as avaliações de outros compradores desempenham um papel fundamental. Quem compraria uma torradeira com uma estrela ou marcaria um horário em um salão de cabeleireiro com críticas terríveis?
No entanto, avaliações falsas em plataformas como o Google são um problema de verdade. Elas podem ser facilmente compradas online e, segundo uma investigação da BBC, até mesmo clínicas médicas pagam por esse tipo de comentários para melhorar sua visibilidade e avaliações na web. Avaliações positivas não são o único problema, críticas negativas também são vendidas para prejudicar um concorrente. Evitá-las é quase impossível. Então, o que podemos fazer para distinguir um comentário falso de um genuíno?
De modo geral, a maioria das avaliações positivas falsas dá ao produto ou serviço cinco estrelas, e as negativas falsas dão uma estrela. Se você perceber que o comentário é extremamente positivo, mas não fornece nenhum detalhe real, fique atento, diz a jornalista de negócios da BBC Emma Vardy. Referimo-nos às avaliações como: "Este produto é ótimo, adoro esta empresa", que não especificam a que exatamente se refere ou o que considera particularmente valioso sobre o produto ou a empresa em questão. Provavelmente, neste caso, não foi escrito por um cliente verdadeiro.
As avaliações reais incluem não apenas elogios, mas além disso, são mais equilibradas em termos de prós e contras. No caso de uma peça de vestuário, podem, por exemplo, elogiar o material com que é confeccionada ou reconhecer que ela é exatamente como mostra o anúncio, mas criticar o prazo de entrega.
Verifique se há erros gramaticais ou ortográficos no comentário. Isso indica que copiaram e colaram informações de algum lugar e usaram um tradutor online, diz Vardy. Observe a linguagem e o tom em que se encontra a escrita. Uma crítica genuína tem uma linguagem natural. Se o usuário menciona demais a marca, mais do que o realmente necessário, como se fosse uma campanha de marketing, existe a possibilidade de ser uma crítica falsa.
Veja se o usuário que fez a avaliação tem outros comentários sobre empresas locais ou se já comentou sobre produtos e serviços ao redor do mundo. Se for o último caso, é provável que seja uma crítica falsa, observa Vardy. Observe o perfil da pessoa também e quantas resenhas escreveu, além de quais outros produtos que ela comprou. O Google diz que remove comentários falsos e suspende contas que não são genuínas. Mesmo assim, evidências mostram que alguns ainda passam por esses filtros e são publicados na web.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv21445xempo. Adaptado
É costume recorrer a avaliações antes de tomar decisão de comprar online. Segundo pesquisas, estimativas positivas com tom genérico como 'adoro essa empresa' levantam alerta.
Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Design dos cardápios influencia mais o seu pedido do que você pensa, segundo pesquisa
Por Eduardo Vanini
Escolher um prato no cardápio pode exigir um olhar bem mais criterioso do que se imagina. Uma pesquisa publicada pela "International Journal of Hospitality Management" analisou as escolhas de 300 clientes a partir de 217 menus e descobriu que, muitas vezes, os pedidos tinham mais a ver com o design do próprio menu - ou com a imagem e a descrição da comida - do que com a preferência de cada um. E o pior: a maior parte das tentativas de influência dos restaurantes levava a escolhas menos saudáveis.
Analisando o quadro mais a fundo, os autores Brian Wansink e Katie Love descobriram que as descrições mais tentadoras correspondiam aos pratos mais cheios de gordura, sal e outros componentes potencialmente perigosos. Para comprovar esses efeitos, eles alteraram a descrição de alguns itens. O "filé de pescado" virou "suculento filé de pescado do mar italiano", e o "arroz e feijão vermelho" foi transformado em "feijão vermelho à moda cajun e arroz". O resultado? As vendas desses itens mais balanceados subiram 28%. Além disso, os clientes estavam dispostos a pagar, em média, 12% a mais por alimentos com nomes atraentes.
Diante das constatações da pesquisa, Wansink afirmou à revista "Time" que o segredo para garantir uma boa refeição é conversar com o garçom.
- Pergunte quais são as duas ou três entradas mais leves que recebem o maior número de elogios ou qual é a melhor coisa no menu para uma pessoa que deseja uma refeição light - recomendou.
Segundo a coordenadora de Design da ESPM Rio, Eliana Formiga, o uso de adjetivos e nomes personalizados têm aparecido crescentemente nos menus. Segundo ela, esse não é o problema:
- A princípio, isso não deve ser motivo de desconfiança. Mas é um direito do cliente saber exatamente o que está comendo.
O chef Pedro de Artagão afirma que os restaurantes têm de tratar seus pratos de maneira padrão. E sustenta não haver mais espaço para quem tenta supervalorizar determinados itens para vender mais.
- Quem age assim está fadado ao insucesso. Os clientes estão mais atentos a esses detalhes - pontua, citando exemplos de frequentadores de restaurantes que utilizam as redes sociais para fazer reclamações.
(Acesso na data 26 de abril de 2023 em: ueenciaa-maasseuupedddoddo-que-voce-pensaaseegundo-ppessqusaa 1145522571 pedido-do-que-voce-pensa-segundo-pesquisa-13452571 - Texto editado em partes para fins didáticos.)
eu--peddido-doqque-voce-pensa-segunndo-pesquisa-1345525571 ncia-mais-seu-pedido-do-que-voce-pensa-segundo-pesquisa-13452571
Leia a matéria do Jornal O Globo "Design dos cardápios influencia mais o seu pedido do que você pensa, segundo pesquisa" publicada no dia 26 de abril de 2023, por Eduardo Vanini.
A matéria lida, faz menção a um gênero textual comum a restaurantes e bares que visa informar o leitor sobre o conteúdo que pode ser consumido no estabelecido, bem como valor e ingredientes. Sabendo disso, assinale a tipologia textual do gênero cardápio:
Avaliações de produtos online são falsas?

As vantagens de comprar um produto ou serviço online são inegáveis. Você compra quando quiser, de pijama, sem sair de casa. E, neste mundo das compras online, as avaliações de outros compradores desempenham um papel fundamental. Quem compraria uma torradeira com uma estrela ou marcaria um horário em um salão de cabeleireiro com críticas terríveis?
No entanto, avaliações falsas em plataformas como o Google são um problema de verdade. Elas podem ser facilmente compradas online e, segundo uma investigação da BBC, até mesmo clínicas médicas pagam por esse tipo de comentários para melhorar sua visibilidade e avaliações na web. Avaliações positivas não são o único problema, críticas negativas também são vendidas para prejudicar um concorrente. Evitá-las é quase impossível. Então, o que podemos fazer para distinguir um comentário falso de um genuíno?
De modo geral, a maioria das avaliações positivas falsas dá ao produto ou serviço cinco estrelas, e as negativas falsas dão uma estrela. Se você perceber que o comentário é extremamente positivo, mas não fornece nenhum detalhe real, fique atento, diz a jornalista de negócios da BBC Emma Vardy. Referimo-nos às avaliações como: "Este produto é ótimo, adoro esta empresa", que não especificam a que exatamente se refere ou o que considera particularmente valioso sobre o produto ou a empresa em questão. Provavelmente, neste caso, não foi escrito por um cliente verdadeiro.
As avaliações reais incluem não apenas elogios, mas além disso, são mais equilibradas em termos de prós e contras. No caso de uma peça de vestuário, podem, por exemplo, elogiar o material com que é confeccionada ou reconhecer que ela é exatamente como mostra o anúncio, mas criticar o prazo de entrega.
Verifique se há erros gramaticais ou ortográficos no comentário. Isso indica que copiaram e colaram informações de algum lugar e usaram um tradutor online, diz Vardy. Observe a linguagem e o tom em que se encontra a escrita. Uma crítica genuína tem uma linguagem natural. Se o usuário menciona demais a marca, mais do que o realmente necessário, como se fosse uma campanha de marketing, existe a possibilidade de ser uma crítica falsa.
Veja se o usuário que fez a avaliação tem outros comentários sobre empresas locais ou se já comentou sobre produtos e serviços ao redor do mundo. Se for o último caso, é provável que seja uma crítica falsa, observa Vardy. Observe o perfil da pessoa também e quantas resenhas escreveu, além de quais outros produtos que ela comprou. O Google diz que remove comentários falsos e suspende contas que não são genuínas. Mesmo assim, evidências mostram que alguns ainda passam por esses filtros e são publicados na web.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv21445xempo. Adaptado
A linguagem representa o mecanismo por meio do qual as pessoas expressam suas concepções e emoções, seja por intermédio da oralidade, da escrita ou de outros símbolos padronizados (BECHARA, 2019).
Em relação ao texto 'Avaliações de produtos online são falsas?', pode-se afirmar que o tipo de linguagem presente é:
Avaliações de produtos online são falsas?

As vantagens de comprar um produto ou serviço online são inegáveis. Você compra quando quiser, de pijama, sem sair de casa. E, neste mundo das compras online, as avaliações de outros compradores desempenham um papel fundamental. Quem compraria uma torradeira com uma estrela ou marcaria um horário em um salão de cabeleireiro com críticas terríveis?
No entanto, avaliações falsas em plataformas como o Google são um problema de verdade. Elas podem ser facilmente compradas online e, segundo uma investigação da BBC, até mesmo clínicas médicas pagam por esse tipo de comentários para melhorar sua visibilidade e avaliações na web. Avaliações positivas não são o único problema, críticas negativas também são vendidas para prejudicar um concorrente. Evitá-las é quase impossível. Então, o que podemos fazer para distinguir um comentário falso de um genuíno?
De modo geral, a maioria das avaliações positivas falsas dá ao produto ou serviço cinco estrelas, e as negativas falsas dão uma estrela. Se você perceber que o comentário é extremamente positivo, mas não fornece nenhum detalhe real, fique atento, diz a jornalista de negócios da BBC Emma Vardy. Referimo-nos às avaliações como: "Este produto é ótimo, adoro esta empresa", que não especificam a que exatamente se refere ou o que considera particularmente valioso sobre o produto ou a empresa em questão. Provavelmente, neste caso, não foi escrito por um cliente verdadeiro.
As avaliações reais incluem não apenas elogios, mas além disso, são mais equilibradas em termos de prós e contras. No caso de uma peça de vestuário, podem, por exemplo, elogiar o material com que é confeccionada ou reconhecer que ela é exatamente como mostra o anúncio, mas criticar o prazo de entrega.
Verifique se há erros gramaticais ou ortográficos no comentário. Isso indica que copiaram e colaram informações de algum lugar e usaram um tradutor online, diz Vardy. Observe a linguagem e o tom em que se encontra a escrita. Uma crítica genuína tem uma linguagem natural. Se o usuário menciona demais a marca, mais do que o realmente necessário, como se fosse uma campanha de marketing, existe a possibilidade de ser uma crítica falsa.
Veja se o usuário que fez a avaliação tem outros comentários sobre empresas locais ou se já comentou sobre produtos e serviços ao redor do mundo. Se for o último caso, é provável que seja uma crítica falsa, observa Vardy. Observe o perfil da pessoa também e quantas resenhas escreveu, além de quais outros produtos que ela comprou. O Google diz que remove comentários falsos e suspende contas que não são genuínas. Mesmo assim, evidências mostram que alguns ainda passam por esses filtros e são publicados na web.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cv21445xempo. Adaptado
'O Google diz' que remove comentários falsos e suspende contas que não são genuínas.
No trecho destacado, existe a presença de uma figura de linguagem denominada:
Navio cargueiro movido a vento estreia em viagem ao Brasil
Um navio de carga equipado com velas especiais gigantes movidas a vento partiu em sua viagem inaugural. A empresa de transporte marítimo Cargill, que fretou a embarcação, diz que a tecnologia ajuda a indústria a caminhar em direção a um futuro mais verde. O uso das grandes velas − ou asas − windwings, de design britânico, visa a reduzir o consumo de combustível e, portanto, à redução de carbono do transporte marítimo. A indústria é responsável por 2,1% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2).
A primeira jornada do navio Pyxis Ocean será da China para o Brasil e servirá como o primeiro teste da tecnologia no mundo real. Dobradas quando o navio está no porto, as velas são abertas depois da embarcação zarpar. Elas têm 37,5 metros de altura e são construídas com o mesmo material das turbinas eólicas, o que as torna mais duráveis. Permitir que uma embarcação seja levada pelo vento, em vez de depender apenas de seu motor, reduz as emissões de um navio de carga em até 30%.
Jan Dieleman, presidente da Cargill Ocean Transportation, disse que a indústria está em uma jornada para descarbonizar. Ele admite não haver uma solução definitiva, mas disse que essa demonstra a rapidez com que as coisas têm mudado. "Cinco, seis anos atrás, se você perguntasse às pessoas sobre descarbonização, elas diriam 'bem, vai ser muito difícil, não vejo isso acontecendo tão cedo'", disse à BBC.
"Cinco anos depois, a narrativa mudou completamente e todos estão realmente convencidos de que precisam fazer sua parte. O desafio para todos é entender um pouco como fazer isso acontecer. Por isso, assumimos o risco de ser uma das maiores empresas a experimentar coisas novas e levar o setor adiante".
O Pyxis Ocean demorará cerca de seis semanas a chegar ao Brasil, seu destino final. A tecnologia usada na embarcação foi desenvolvida pela empresa britânica BAR Technologies, que surgiu da equipe do velejador britânico Ben Ainslie na Copa América de 2017, uma competição chamada por muitos de "Fórmula 1 dos mares".
"Este é um dos projetos mais lentos que já fizemos, mas, sem dúvida, com o maior impacto para o planeta", disse à BBC o chefe da equipe, John Cooper, que trabalhava para a McLaren, da Fórmula 1. Ele afirma que esta viagem será um marco para a indústria marítima. "Prevejo que, até 2025, metade dos novos navios serão encomendados com propulsão eólica", diz.
"A razão pela qual afirmo isso é a economia − uma tonelada e meia de combustível por dia. Com quatro asas em uma embarcação, são seis toneladas de combustível economizadas, ou seja, vinte toneladas de CO2 não emitidas para a atmosfera por dia. Os números são enormes".
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxrl736gvlro. Adaptado.
Cargueiros movidos a energia eólica podem ajudar indústria a caminhar em direção a um futuro mais verde.
Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto base.
Navio cargueiro movido a vento estreia em viagem ao Brasil
Um navio de carga equipado com velas especiais gigantes movidas a vento partiu em sua viagem inaugural. A empresa de transporte marítimo Cargill, que fretou a embarcação, diz que a tecnologia ajuda a indústria a caminhar em direção a um futuro mais verde. O uso das grandes velas − ou asas − windwings, de design britânico, visa a reduzir o consumo de combustível e, portanto, à redução de carbono do transporte marítimo. A indústria é responsável por 2,1% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2).
A primeira jornada do navio Pyxis Ocean será da China para o Brasil e servirá como o primeiro teste da tecnologia no mundo real. Dobradas quando o navio está no porto, as velas são abertas depois da embarcação zarpar. Elas têm 37,5 metros de altura e são construídas com o mesmo material das turbinas eólicas, o que as torna mais duráveis. Permitir que uma embarcação seja levada pelo vento, em vez de depender apenas de seu motor, reduz as emissões de um navio de carga em até 30%.
Jan Dieleman, presidente da Cargill Ocean Transportation, disse que a indústria está em uma jornada para descarbonizar. Ele admite não haver uma solução definitiva, mas disse que essa demonstra a rapidez com que as coisas têm mudado. "Cinco, seis anos atrás, se você perguntasse às pessoas sobre descarbonização, elas diriam 'bem, vai ser muito difícil, não vejo isso acontecendo tão cedo'", disse à BBC.
"Cinco anos depois, a narrativa mudou completamente e todos estão realmente convencidos de que precisam fazer sua parte. O desafio para todos é entender um pouco como fazer isso acontecer. Por isso, assumimos o risco de ser uma das maiores empresas a experimentar coisas novas e levar o setor adiante".
O Pyxis Ocean demorará cerca de seis semanas a chegar ao Brasil, seu destino final. A tecnologia usada na embarcação foi desenvolvida pela empresa britânica BAR Technologies, que surgiu da equipe do velejador britânico Ben Ainslie na Copa América de 2017, uma competição chamada por muitos de "Fórmula 1 dos mares".
"Este é um dos projetos mais lentos que já fizemos, mas, sem dúvida, com o maior impacto para o planeta", disse à BBC o chefe da equipe, John Cooper, que trabalhava para a McLaren, da Fórmula 1. Ele afirma que esta viagem será um marco para a indústria marítima. "Prevejo que, até 2025, metade dos novos navios serão encomendados com propulsão eólica", diz.
"A razão pela qual afirmo isso é a economia − uma tonelada e meia de combustível por dia. Com quatro asas em uma embarcação, são seis toneladas de combustível economizadas, ou seja, vinte toneladas de CO2 não emitidas para a atmosfera por dia. Os números são enormes".
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxrl736gvlro. Adaptado.
As funções da linguagem correspondem a diferentes maneiras de usar a linguagem de acordo com a intenção do falante. Elas podem ser agrupadas em várias categorias. Cada uma dessas funções desempenha um papel específico em relação aos elementos envolvidos na comunicação (BECHARA, 2019).
No texto base 'Navio cargueiro movido a vento estreia em viagem ao Brasil', predomina a função:
Navio cargueiro movido a vento estreia em viagem ao Brasil
Um navio de carga equipado com velas especiais gigantes movidas a vento partiu em sua viagem inaugural. A empresa de transporte marítimo Cargill, que fretou a embarcação, diz que a tecnologia ajuda a indústria a caminhar em direção a um futuro mais verde. O uso das grandes velas − ou asas − windwings, de design britânico, visa a reduzir o consumo de combustível e, portanto, à redução de carbono do transporte marítimo. A indústria é responsável por 2,1% das emissões globais de dióxido de carbono (CO2).
A primeira jornada do navio Pyxis Ocean será da China para o Brasil e servirá como o primeiro teste da tecnologia no mundo real. Dobradas quando o navio está no porto, as velas são abertas depois da embarcação zarpar. Elas têm 37,5 metros de altura e são construídas com o mesmo material das turbinas eólicas, o que as torna mais duráveis. Permitir que uma embarcação seja levada pelo vento, em vez de depender apenas de seu motor, reduz as emissões de um navio de carga em até 30%.
Jan Dieleman, presidente da Cargill Ocean Transportation, disse que a indústria está em uma jornada para descarbonizar. Ele admite não haver uma solução definitiva, mas disse que essa demonstra a rapidez com que as coisas têm mudado. "Cinco, seis anos atrás, se você perguntasse às pessoas sobre descarbonização, elas diriam 'bem, vai ser muito difícil, não vejo isso acontecendo tão cedo'", disse à BBC.
"Cinco anos depois, a narrativa mudou completamente e todos estão realmente convencidos de que precisam fazer sua parte. O desafio para todos é entender um pouco como fazer isso acontecer. Por isso, assumimos o risco de ser uma das maiores empresas a experimentar coisas novas e levar o setor adiante".
O Pyxis Ocean demorará cerca de seis semanas a chegar ao Brasil, seu destino final. A tecnologia usada na embarcação foi desenvolvida pela empresa britânica BAR Technologies, que surgiu da equipe do velejador britânico Ben Ainslie na Copa América de 2017, uma competição chamada por muitos de "Fórmula 1 dos mares".
"Este é um dos projetos mais lentos que já fizemos, mas, sem dúvida, com o maior impacto para o planeta", disse à BBC o chefe da equipe, John Cooper, que trabalhava para a McLaren, da Fórmula 1. Ele afirma que esta viagem será um marco para a indústria marítima. "Prevejo que, até 2025, metade dos novos navios serão encomendados com propulsão eólica", diz.
"A razão pela qual afirmo isso é a economia − uma tonelada e meia de combustível por dia. Com quatro asas em uma embarcação, são seis toneladas de combustível economizadas, ou seja, vinte toneladas de CO2 não emitidas para a atmosfera por dia. Os números são enormes".
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cxrl736gvlro. Adaptado.
Textos apresentam características próprias de sua natureza, como formas, símbolos, significados, significantes, e outros elementos que os caracterizam ao longo de sua construção.
A linguagem empregada no texto 'Navio cargueiro movido a vento estreia em viagem ao Brasil' é considerada linguagem:
A aviação pode se tornar sustentável um dia?
Cerca de 2,4% das emissões globais de CO2 vêm da aviação. Juntamente com outros gases e os rastros de vapor d'água produzidos pelas aeronaves, a indústria é responsável por cerca de 5% do aquecimento global. E as emissões dos aviões aumentam rapidamente, pois elas cresceram 32% entre 2013 e 2018. Um voo de ida e volta de São Paulo a Barcelona emite cerca de 5,5 toneladas de CO2 equivalente por pessoa, mais do que o dobro das emissões produzidas por um carro familiar em um ano e cerca de metade da produção de carbono média de alguém que mora no Brasil.
Especialistas dizem que a humanidade deixou a situação das emissões do setor se agravar por muito tempo. Agora, existe um espaço de tempo muito curto, já que é preciso reduzir as emissões deste setor para quase zero. "Há duas grandes razões pelas quais a aviação apresenta um desafio único em termos de mudança climática", diz Cait Hewitt, diretora de políticas da Aviation Environment Federation, uma organização não governamental que trabalha para mitigar o impacto da aviação no meio ambiente. "A primeira é que cada vez mais pessoas viajam de avião. E a segunda é que voar continua quase totalmente dependente de combustíveis fósseis. Ainda não temos tecnologias verdes disponíveis para o setor."
Em 2019, a aviação produziu um gigatonelada de emissões de CO2. "Isso é, aproximadamente, o total de emissões do Reino Unido e da Alemanha juntas", diz Hewitt. O número de passageiros não para de crescer. Em 2019, as companhias aéreas transportaram cerca de 4,5 bilhões de passageiros. Em 2050, projeções mostram que o número chegará a 10 bilhões por ano. Mas nem todos no planeta voam. "Globalmente, apenas 1% da população, muitos dos quais são passageiros frequentes, geram metade de todas as emissões do setor de aviação", diz Hewitt.
A disparidade é grande. Nos países de alta renda, 40% da população faz, pelo menos, um voo por ano, enquanto em países de baixa renda esse percentual é de apenas 1% da população. "Não existe uma bala de prata para tornar a aviação mais ambiental, mas sim, um conjunto de opções diferentes, cada uma delas com seus prós e contras", diz Beth Barker, gerente de Projeto Aviation Impact Accelerator da Universidade de Cambridge.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgn8ny2e8xo. Adaptado.
'Não existe uma bala de prata' para tornar a aviação mais ambiental.
Na expressão destacada, a figura de linguagem presente denomina-se:
A aviação pode se tornar sustentável um dia?
Cerca de 2,4% das emissões globais de CO2 vêm da aviação. Juntamente com outros gases e os rastros de vapor d'água produzidos pelas aeronaves, a indústria é responsável por cerca de 5% do aquecimento global. E as emissões dos aviões aumentam rapidamente, pois elas cresceram 32% entre 2013 e 2018. Um voo de ida e volta de São Paulo a Barcelona emite cerca de 5,5 toneladas de CO2 equivalente por pessoa, mais do que o dobro das emissões produzidas por um carro familiar em um ano e cerca de metade da produção de carbono média de alguém que mora no Brasil.
Especialistas dizem que a humanidade deixou a situação das emissões do setor se agravar por muito tempo. Agora, existe um espaço de tempo muito curto, já que é preciso reduzir as emissões deste setor para quase zero. "Há duas grandes razões pelas quais a aviação apresenta um desafio único em termos de mudança climática", diz Cait Hewitt, diretora de políticas da Aviation Environment Federation, uma organização não governamental que trabalha para mitigar o impacto da aviação no meio ambiente. "A primeira é que cada vez mais pessoas viajam de avião. E a segunda é que voar continua quase totalmente dependente de combustíveis fósseis. Ainda não temos tecnologias verdes disponíveis para o setor."
Em 2019, a aviação produziu um gigatonelada de emissões de CO2. "Isso é, aproximadamente, o total de emissões do Reino Unido e da Alemanha juntas", diz Hewitt. O número de passageiros não para de crescer. Em 2019, as companhias aéreas transportaram cerca de 4,5 bilhões de passageiros. Em 2050, projeções mostram que o número chegará a 10 bilhões por ano. Mas nem todos no planeta voam. "Globalmente, apenas 1% da população, muitos dos quais são passageiros frequentes, geram metade de todas as emissões do setor de aviação", diz Hewitt.
A disparidade é grande. Nos países de alta renda, 40% da população faz, pelo menos, um voo por ano, enquanto em países de baixa renda esse percentual é de apenas 1% da população. "Não existe uma bala de prata para tornar a aviação mais ambiental, mas sim, um conjunto de opções diferentes, cada uma delas com seus prós e contras", diz Beth Barker, gerente de Projeto Aviation Impact Accelerator da Universidade de Cambridge.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgn8ny2e8xo. Adaptado.
Segundo Bechara (2019), tipos textuais, também conhecidos como gêneros textuais, são categorias que classificam os diferentes tipos de textos com base em suas características estruturais, funcionais e comunicativas. Eles são definidos de acordo com os objetivos de comunicação e as características linguísticas predominantes em cada tipo de texto.
De acordo com esta definição, no texto intitulado 'A aviação pode se tornar sustentável um dia?' predomina o sentido:
A aviação pode se tornar sustentável um dia?
Cerca de 2,4% das emissões globais de CO2 vêm da aviação. Juntamente com outros gases e os rastros de vapor d'água produzidos pelas aeronaves, a indústria é responsável por cerca de 5% do aquecimento global. E as emissões dos aviões aumentam rapidamente, pois elas cresceram 32% entre 2013 e 2018. Um voo de ida e volta de São Paulo a Barcelona emite cerca de 5,5 toneladas de CO2 equivalente por pessoa, mais do que o dobro das emissões produzidas por um carro familiar em um ano e cerca de metade da produção de carbono média de alguém que mora no Brasil.
Especialistas dizem que a humanidade deixou a situação das emissões do setor se agravar por muito tempo. Agora, existe um espaço de tempo muito curto, já que é preciso reduzir as emissões deste setor para quase zero. "Há duas grandes razões pelas quais a aviação apresenta um desafio único em termos de mudança climática", diz Cait Hewitt, diretora de políticas da Aviation Environment Federation, uma organização não governamental que trabalha para mitigar o impacto da aviação no meio ambiente. "A primeira é que cada vez mais pessoas viajam de avião. E a segunda é que voar continua quase totalmente dependente de combustíveis fósseis. Ainda não temos tecnologias verdes disponíveis para o setor."
Em 2019, a aviação produziu um gigatonelada de emissões de CO2. "Isso é, aproximadamente, o total de emissões do Reino Unido e da Alemanha juntas", diz Hewitt. O número de passageiros não para de crescer. Em 2019, as companhias aéreas transportaram cerca de 4,5 bilhões de passageiros. Em 2050, projeções mostram que o número chegará a 10 bilhões por ano. Mas nem todos no planeta voam. "Globalmente, apenas 1% da população, muitos dos quais são passageiros frequentes, geram metade de todas as emissões do setor de aviação", diz Hewitt.
A disparidade é grande. Nos países de alta renda, 40% da população faz, pelo menos, um voo por ano, enquanto em países de baixa renda esse percentual é de apenas 1% da população. "Não existe uma bala de prata para tornar a aviação mais ambiental, mas sim, um conjunto de opções diferentes, cada uma delas com seus prós e contras", diz Beth Barker, gerente de Projeto Aviation Impact Accelerator da Universidade de Cambridge.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/crgn8ny2e8xo. Adaptado.
Voar de avião é uma parte importante das vidas de muitas pessoas, mas especialistas alertam que é preciso equilibrar isso com o fato de que o setor contribui enormemente para o aquecimento global.
Assinale a opção correta de acordo com o texto base.
Fonte: https://moodle.ifsul.edu.br/reitoria/mod/forum/discuss.php?d=920
I. A charge e o texto apresentam a mesma perspectiva de inclusão.
POIS
II. Ambos mostram formas adaptadas de garantir o sucesso do indivíduo em suas tarefas.
A respeito dessas asserções, assinale a alternativa correta
