Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.599 questões
• ... e da escassez deles para além dos centros urbanos. (1º parágrafo)
• Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias [...] daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. (4º parágrafo)
Os termos destacados têm como antônimos, correta e respectivamente, os termos:
• Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. (1o parágrafo)
• Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. (2o parágrafo)
• “Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!” (2o parágrafo)
• Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. (5o parágrafo)
No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Leia a tira para responder à questão.

Leia o texto abaixo:
Emissoras apresentam propostas para combater desinformação na internet
Por Pedro Lacerda
A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) anunciou, nessa quarta-feira (15), uma série de propostas e ações para regulação das plataformas digitais no Brasil. O documento, denominado "Carta de Brasília", foi preparado durante o 1º Seminário sobre os Desafios e Ações na Era Digital, promovido pela Abert e pela Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), em Brasília. As propostas visam combater a proliferação de desinformação na internet e práticas anticompetitivas das redes sociais.
De acordo com o presidente da Abert, Flávio Lara Resende, as empresas de tecnologia e as plataformas digitais precisam ter regras mais simétricas. Ele também assinalou que as grandes companhias digitais devem ser responsabilizadas em relação à desinformação que circula em suas respectivas plataformas, bem como sobre os conteúdos publicitários e impulsionamentos.
"É necessária a responsabilização destas empresas e plataformas pela divulgação de conteúdo disponibilizado na rede mundial de computadores, em especial quando se verificar a veiculação de notícias falsas ou informações direcionadas e impulsionadas eletronicamente, com fins lucrativos", disse.
A presença de mentiras, ofensas e ódio nas plataformas, afirma Resende, são uma consequência da falta de responsabilização e supervisão das atividades das companhias digitais. Outro ponto defendido pelos grupos nacionais de TV e rádio, representados pela Abert, são a garantia de "remuneração justa" dos veículos de comunicação pelo conteúdo autoral distribuído indiscriminadamente pelas plataformas.
Nesse sentido, a carta defende a igualdade de tratamento das plataformas digitais com atuação no mercado global em relação às mídias locais, além de um tratamento equânime no cumprimento de regras no mercado publicitário. O presidente da Abert lembrou que países como Austrália, França e Canadá estão avançados no debate sobre como criar um ambiente simétrico no setor de mídia.
Fonte: https://www.jb.com.br
Assinale a alternativa que melhor representa o tipo de texto lido.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Cibersegurança segue sendo desafio planetário em 2023
Por Hamilton Nogueira
Os prejuízos causados por crimes cibernéticos devem chegar a US$ 8 trilhões ainda em 2023. Esse valor torna o cibercrime a terceira maior economia do mundo, depois dos Estados Unidos e da China. Os dados são da Cybersecurity Ventures, que mostram que tais delitos devem ter um crescimento de cerca de 15% até 2025.
O armazenamento e o processamento de dados baseados na nuvem são excelentes práticas, mas podem trazer ameaças à segurança das organizações. "Caso esse serviço não seja feito de forma apropriada e por profissionais com expertise e qualificação, existem grandes chances da sua empresa estar em perigo iminente. Violações de dados e acesso não autorizado a informações confidenciais são exemplos dos incidentes que podem ser causados pelo manuseio incorreto da tecnologia. Infelizmente esse risco é maior em regiões onde a adoção da nuvem ainda não é total, como é o caso do Brasil", afirma Sandro Zendron, CEO da Microservice, empresa de tecnologia especializada em soluções de segurança da informação.
O especialista afirma também que o trabalho remoto e híbrido, além do "anywhere office", devem continuar sendo causa de novos desafios de segurança. Os gestores das empresas devem continuar se preocupando com a proteção do acesso remoto a redes corporativas, proteção contra ataques cibernéticos baseados em trabalho remoto e a garantia da segurança de dispositivos. "Nós, humanos, ainda somos a principal causa dos incidentes de segurança. O Relatório de Incidentes de Violação de Dados da Verizon mostra que 85% das violações de dados incluem alguma forma de erro humano, seja do usuário, que pode cair em um ataque de phishing, ou uma ação interna maliciosa", diz Sandro. Outro desafio enfrentado pelas empresas é a carência de profissionais especializados em segurança cibernética, ou seja, isso significa que há menos especialistas disponíveis para identificar e resolver ameaças cibernéticas, o que acaba facilitando o trabalho dos criminosos. A lacuna na falta de mão de obra especializada aumentou mais de 26% em 2022, de acordo com a Cybersecurity Workforce Study da (ISC)².
"Essa informação reforça que os gestores das organizações devem contar com o serviço de profissionais ou empresas com expertise no gerenciamento de ameaças. Com o apoio correto, a empresa conta com as melhores e mais atualizadas ferramentas para que seus dados e de seus clientes estejam protegidos. E, caso haja algum incidente, o gestor pode ter a certeza de uma rápida recuperação", afirma o executivo da Microservice.
Um relatório recente da empresa Tenable mostra que mais de 40% do total de dados expostos no mundo vêm do Brasil. O estudo levou em consideração uma análise de 1.335 incidentes de violação de dados divulgados publicamente entre novembro de 2021 e outubro de 2022. Dos 257 terabytes de dados expostos, 112 terabytes eram do Brasil, representando 43% do total.
Disponível em: https://www.opovo.com.br Adaptado para fins didáticos.
Somos nossas escolhas
Por Bruna Lombardi


Somos nossas escolhas
Por Bruna Lombardi


Somos nossas escolhas
Por Bruna Lombardi


I. A tirinha e o texto-base apresentam uma ideia semelhante.
POIS
II. Ambos apresentam como conselho não se preocupar com o julgamento alheio.
Assinale a alternativa que apresenta a correta relação entre as duas assertivas.
Somos nossas escolhas
Por Bruna Lombardi


I. Na composição do texto, a autora emprega a estratégia de “conversar” com o leitor.
II. Pode-se inferir da leitura do texto que talvez tenhamos medo do que nós mesmos pensamos de nós.
III. Viver sob a proteção das convenções e formalidades é uma estratégia protetiva com resultados benéficos.
Quais estão corretas?
Leia o trecho da música abaixo e responda.
Epitáfio - Titãs
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o Sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier
Fonte: https://www.letras.mus.br/titas/48968/
O verso destacado na música é um exemplo típico de uma figura de linguagem. Indique qual:
Leia e interprete o texto a seguir para responder à questão.
Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas
27 novembro 2015
A todos os líderes mundiais:
Em duas semanas, você terá a oportunidade de fazer história. Ao chegar a um acordo forte, justo e universalmente vinculativo na Conferência das Partes sobre mudança climática em Paris, você pode garantir que o mundo tenha uma chance de lutar para evitar os piores impactos das mudanças climáticas.
Louvamos os esforços que muitos de vocês têm feito para mostrar que, de diferentes maneiras, suas nações estão prontas para assumir os desafios e as responsabilidades compartilhadas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. No entanto, há ainda muito trabalho a ser feito, e uma série de questões permanecem na balança.
Uma área crucial não resolvida é o papel do setor da terra, em particular das florestas. Na sequência de negociações do mês passado em Bonn, foram incluídas no texto que servirá de base para as discussões em Paris várias referências a florestas e uso da terra. No entanto, atualmente estes temas não são apoiados por todas as partes.
Simplificando, um acordo sobre clima que não conseguir resolver as questões de desmatamento e uso da terra irá falhar. O setor da terra (agricultura, silvicultura e outros usos da terra) é responsável por cerca de um quarto de todas as emissões globais de gases de efeito estufa. Em muitos países em desenvolvimento, essa é a principal fonte de emissões.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas estima que o setor da terra poderia fornecer de 20% a 60% de mitigação cumulativa das alterações climáticas até 2030. Os esforços para conservar as florestas e restaurar terras degradadas também têm um papel importante a desempenhar na adaptação às alterações climáticas. Mas isso não vai acontecer na escala e no ritmo necessário sem o seu apoio, em Paris.
Junto com muitos países em desenvolvimento, o WWF acredita que o acordo de Paris deve reconhecer a importância do uso sustentável da terra como um componente-chave para um desenvolvimento inteligente na área de clima. Ele também deve incluir incentivos para os países em desenvolvimento reduzirem as emissões do desmatamento e degradação florestal, gerirem as florestas de forma sustentável e aumentarem os sumidouros de carbono (REDD +). Mais de 50 países em desenvolvimento em todo o mundo fizeram progressos significativos na concepção dos seus programas de REDD +, mas precisam da garantia de apoio financeiro a longo prazo dos países doadores para implementá-las efetivamente.
Visto que assegurar as florestas é parte integrante do regime climático pós-2020, convidamos você a apoiar medidas imediatas para proteger e restaurar florestas. O WWF quer ver o fim da degradação florestal e do desmatamento ilegal até 2020 - uma meta ecoou no Objetivo 15.2 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e é apoiada por muitas empresas líderes e instituições financeiras. O WWF está trabalhando com países em desenvolvimento e doadores, setor privado e parceiros da sociedade civil para ajudar a alcançar este objetivo.
Um fim precoce para o desmatamento e a degradação florestal poderia resultar em cortes anuais de emissões de CO2 equivalente entre 1.3Gt e 4.2Gt até 2020 – o que seria um grande passo para fechar a lacuna de gigatoneladas entre as ações de mitigação confirmadas ou atualmente em curso, e o que a ciência diz ser necessário. Além do custo ser significativamente menor do que o de atividades equivalentes em outros setores, essas ações também trariam enormes benefícios para a biodiversidade e para as centenas de milhões de pessoas, incluindo em muitos dos países mais pobres do mundo, que dependem das florestas.
Muitos interesses e ideias concorrentes estarão presentes em Paris e muitas decisões difíceis terão de ser tomadas. Mas acreditamos que o fim do desmatamento e o uso de nossos recursos finitos da terra de forma sustentável é algo que todas as nações podem e devem apoiar.
(Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas | WWF Brasil, 27 nov. 2015. Disponível em: https://www.wwf.org.br/?49422/Uma-carta-aberta-aos-lderes-mundiais-sobre-florestas-e-mudanas-climticas)
Leia e interprete o texto a seguir para responder à questão.
Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas
27 novembro 2015
A todos os líderes mundiais:
Em duas semanas, você terá a oportunidade de fazer história. Ao chegar a um acordo forte, justo e universalmente vinculativo na Conferência das Partes sobre mudança climática em Paris, você pode garantir que o mundo tenha uma chance de lutar para evitar os piores impactos das mudanças climáticas.
Louvamos os esforços que muitos de vocês têm feito para mostrar que, de diferentes maneiras, suas nações estão prontas para assumir os desafios e as responsabilidades compartilhadas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. No entanto, há ainda muito trabalho a ser feito, e uma série de questões permanecem na balança.
Uma área crucial não resolvida é o papel do setor da terra, em particular das florestas. Na sequência de negociações do mês passado em Bonn, foram incluídas no texto que servirá de base para as discussões em Paris várias referências a florestas e uso da terra. No entanto, atualmente estes temas não são apoiados por todas as partes.
Simplificando, um acordo sobre clima que não conseguir resolver as questões de desmatamento e uso da terra irá falhar. O setor da terra (agricultura, silvicultura e outros usos da terra) é responsável por cerca de um quarto de todas as emissões globais de gases de efeito estufa. Em muitos países em desenvolvimento, essa é a principal fonte de emissões.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas estima que o setor da terra poderia fornecer de 20% a 60% de mitigação cumulativa das alterações climáticas até 2030. Os esforços para conservar as florestas e restaurar terras degradadas também têm um papel importante a desempenhar na adaptação às alterações climáticas. Mas isso não vai acontecer na escala e no ritmo necessário sem o seu apoio, em Paris.
Junto com muitos países em desenvolvimento, o WWF acredita que o acordo de Paris deve reconhecer a importância do uso sustentável da terra como um componente-chave para um desenvolvimento inteligente na área de clima. Ele também deve incluir incentivos para os países em desenvolvimento reduzirem as emissões do desmatamento e degradação florestal, gerirem as florestas de forma sustentável e aumentarem os sumidouros de carbono (REDD +). Mais de 50 países em desenvolvimento em todo o mundo fizeram progressos significativos na concepção dos seus programas de REDD +, mas precisam da garantia de apoio financeiro a longo prazo dos países doadores para implementá-las efetivamente.
Visto que assegurar as florestas é parte integrante do regime climático pós-2020, convidamos você a apoiar medidas imediatas para proteger e restaurar florestas. O WWF quer ver o fim da degradação florestal e do desmatamento ilegal até 2020 - uma meta ecoou no Objetivo 15.2 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e é apoiada por muitas empresas líderes e instituições financeiras. O WWF está trabalhando com países em desenvolvimento e doadores, setor privado e parceiros da sociedade civil para ajudar a alcançar este objetivo.
Um fim precoce para o desmatamento e a degradação florestal poderia resultar em cortes anuais de emissões de CO2 equivalente entre 1.3Gt e 4.2Gt até 2020 – o que seria um grande passo para fechar a lacuna de gigatoneladas entre as ações de mitigação confirmadas ou atualmente em curso, e o que a ciência diz ser necessário. Além do custo ser significativamente menor do que o de atividades equivalentes em outros setores, essas ações também trariam enormes benefícios para a biodiversidade e para as centenas de milhões de pessoas, incluindo em muitos dos países mais pobres do mundo, que dependem das florestas.
Muitos interesses e ideias concorrentes estarão presentes em Paris e muitas decisões difíceis terão de ser tomadas. Mas acreditamos que o fim do desmatamento e o uso de nossos recursos finitos da terra de forma sustentável é algo que todas as nações podem e devem apoiar.
(Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas | WWF Brasil, 27 nov. 2015. Disponível em: https://www.wwf.org.br/?49422/Uma-carta-aberta-aos-lderes-mundiais-sobre-florestas-e-mudanas-climticas)
( ) Em linhas gerais, a carta reivindica que os líderes mundiais atuem na Conferência de Paris em prol do uso sustentável da terra.
( ) A carta apresenta dados referentes ao potencial do setor da Terra para acentuar as alterações climáticas e as emissões de gases de efeito estufa.
( ) Na carta, ressalta-se a importância de combater o desmatamento e a degradação de florestas, assim como digerir as florestas como sumidouros de carbono.
( ) A carta faz referências a pesquisas do painel intergovernamental sobre mudanças climáticas, mas não há outras negociações ambientais ou ao setor privado e a sociedade civil.
Leia o trecho da música Trocando em Miúdos, de Chico Buarque:
Trocando Em Miúdos
Eu vou lhe deixar a medida do Bonfim
Não me valeu
Mas fico com o disco do Pixinguinha, sim!
O resto é seu
Trocando em miúdos, pode guardar
As sobras de tudo que chamam lar
As sombras de tudo que fomos nós
As marcas de amor nos nossos lençóis
As nossas melhores lembranças
Aquela esperança de tudo se ajeitar
Pode esquecer
Aquela aliança, você pode empenhar
Ou derreter
Mas devo dizer que não vou lhe dar
O enorme prazer de me ver chorar
Nem vou lhe cobrar pelo seu estrago
Meu peito tão dilacerado
Aliás
Aceite uma ajuda do seu futuro amor
Pro aluguel
Devolva o Neruda que você me tomou
E nunca leu
Eu bato o portão sem fazer alarde
Eu levo a carteira de identidade
Uma saideira, muita saudade
E a leve impressão de que já vou tarde.
(Acesso em: https://www.letras.mus.br/chico-buarque/45182/).