Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3483927 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho destacado do enunciado expressa ideia de causa.
Alternativas
Q3483926 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Considere as passagens:

•  ... e da escassez deles para além dos centros urbanos. (1º parágrafo)
•  Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias [...] daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. (4º parágrafo)

Os termos destacados têm como antônimos, correta e respectivamente, os termos:
Alternativas
Q3483925 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Analisando a argumentação do articulista, conclui-se que ele se mostra contrário
Alternativas
Q3483924 Português
Leia o texto para responder à questão.


Um grave problema na assistência médica


        O Brasil vive o paradoxo do aumento substancial do número de médicos e da escassez deles para além dos centros urbanos. Com 392 escolas médicas, em pouco tempo ultrapassaremos a Índia, que tem 396 instituições de ensino médico e 1,4 bilhão de habitantes, e alcançaremos a estupenda marca de mais de 1 milhão de médicos. Mantidas a situação do mercado de trabalho e as características sociais dos médicos, haverá uma pletora desses profissionais que, por razão socioeconômica e da estrutura de saúde, não solucionarão, mas agravarão as distorções existentes. Ou seja, cerca de 2/3 desses profissionais continuarão se estabelecendo nas cidades litorâneas ou próximas das Regiões Sul e Sudeste.

       Mas há outro problema, que independe de estímulo financeiro ou pressão social e que contribui para a inadequação do tratamento da saúde da população.

      Paralelamente ao aumento do número de escolas médicas e à consequente entrada no mercado de trabalho desses novos médicos, passamos de 1,6 médico por mil habitantes, em 2010, para 2,6 médicos, já em 2023. Indiscutível que esse fato gerou um incremento exponencial das denúncias nos Conselhos Regionais de Medicinas e nos Tribunais de Justiça daquilo que é genericamente chamado de “erro médico”. Destacam-se, entre os vários motivos desse fenômeno, o descompasso entre a abertura destrambelhada de escolas médicas no País e a falta de estruturas educacionais e de treinamento dessas instituições.


(Braulio Luna Filho, “Um grave problema na assistência médica”. https://www.estadao.com.br/opiniao. Adaptado)
Com a leitura do texto, conclui-se corretamente que o grave problema na assistência médica referido no título diz respeito
Alternativas
Q3483918 Português
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Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
Considere as passagens do texto:

•  Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. (1o parágrafo)
•  Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. (2o parágrafo)
•  “Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!” (2o parágrafo)
•  Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. (5o parágrafo)

No contexto em que estão empregados, os termos destacados significam, correta e respectivamente: 
Alternativas
Q3483917 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
Identifica-se enunciado elaborado exclusivamente com termos em sentido próprio na passagem: 
Alternativas
Q3483916 Português
Leia o texto para responder à questão.


Ninguém solta a bucha de ninguém


      Antes de mais nada, é preciso lembrar que estamos no país mais ensaboado do planeta, com média de duas duchas diárias por cidadão. Crise hídrica alguma detém o frenesi de nossa toalete. De dinheiro público a calcinhas que são penduradas na torneira do box, lavamos de tudo um pouco.

     Quando fui à Alemanha é que tive consciência do impasse diplomático deflagrado no lavabo de meu primo Klaus. “Aqui são loucos por sabonete líquido. Se compro em barra, me acusam de ser 50% brasileiro. Isso me cheira a xenofobia!”, sussurrou, desentocaiando um Palmolive© como quem tem ficha suja na Interpol.

      De lá para cá, só balde de água fria. Segundo institutos de pesquisa, o Brasil é barra, mas o resto do mundo é cremosinho. 91% dos espanhóis preferem shower gel, assim como 85% dos italianos. Nos EUA e na Grã-Bretanha, bem mais da metade. Ou seja: vivemos numa bolha.

     Para não dizer que somos 100% intolerantes à liquidez alheia, até fazemos uso de outros estados saponáceos da matéria. O pastoso, em dupla com a esponja de aço, no skincare das panelas.

    Semana passada, voltando de viagem, tive enfim contato com a fina flor da resistência francesa em Marselha: seus perfumados paralelepípedos de lavanda, rosa, violeta, verbena. Vagando por becos, farejando feirinhas, me senti de alma lavada ao perceber que ainda existem outros como nós. Ninguém solta a bucha de ninguém.


(Bia Braune, “Ninguém solta a bucha de ninguém”. Folha de S.Paulo, 25.06.2023. Adaptado)

Vocabulário:

•  Shower gel: gel de banho

•  Skincare: cuidados com a pele
De acordo com as informações apresentadas, conclui-se que o objetivo do texto é
Alternativas
Q3483914 Português

Leia a tira para responder à questão.



O efeito de humor da tira se reforça com 
Alternativas
Q3483182 Português

 Leia o texto abaixo:



Emissoras apresentam propostas para combater desinformação na internet



Por Pedro Lacerda



A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert) anunciou, nessa quarta-feira (15), uma série de propostas e ações para regulação das plataformas digitais no Brasil. O documento, denominado "Carta de Brasília", foi preparado durante o 1º Seminário sobre os Desafios e Ações na Era Digital, promovido pela Abert e pela Associação Internacional de Radiodifusão (AIR), em Brasília. As propostas visam combater a proliferação de desinformação na internet e práticas anticompetitivas das redes sociais.


De acordo com o presidente da Abert, Flávio Lara Resende, as empresas de tecnologia e as plataformas digitais precisam ter regras mais simétricas. Ele também assinalou que as grandes companhias digitais devem ser responsabilizadas em relação à desinformação que circula em suas respectivas plataformas, bem como sobre os conteúdos publicitários e impulsionamentos.


 "É necessária a responsabilização destas empresas e plataformas pela divulgação de conteúdo disponibilizado na rede mundial de computadores, em especial quando se verificar a veiculação de notícias falsas ou informações direcionadas e impulsionadas eletronicamente, com fins lucrativos", disse.


A presença de mentiras, ofensas e ódio nas plataformas, afirma Resende, são uma consequência da falta de responsabilização e supervisão das atividades das companhias digitais. Outro ponto defendido pelos grupos nacionais de TV e rádio, representados pela Abert, são a garantia de "remuneração justa" dos veículos de comunicação pelo conteúdo autoral distribuído indiscriminadamente pelas plataformas.


Nesse sentido, a carta defende a igualdade de tratamento das plataformas digitais com atuação no mercado global em relação às mídias locais, além de um tratamento equânime no cumprimento de regras no mercado publicitário. O presidente da Abert lembrou que países como Austrália, França e Canadá estão avançados no debate sobre como criar um ambiente simétrico no setor de mídia.



Fonte: https://www.jb.com.br



Assinale a alternativa que melhor representa o tipo de texto lido.

Alternativas
Q3483176 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Cibersegurança segue sendo desafio planetário em 2023


Por Hamilton Nogueira


Os prejuízos causados por crimes cibernéticos devem chegar a US$ 8 trilhões ainda em 2023. Esse valor torna o cibercrime a terceira maior economia do mundo, depois dos Estados Unidos e da China. Os dados são da Cybersecurity Ventures, que mostram que tais delitos devem ter um crescimento de cerca de 15% até 2025.


O armazenamento e o processamento de dados baseados na nuvem são excelentes práticas, mas podem trazer ameaças à segurança das organizações. "Caso esse serviço não seja feito de forma apropriada e por profissionais com expertise e qualificação, existem grandes chances da sua empresa estar em perigo iminente. Violações de dados e acesso não autorizado a informações confidenciais são exemplos dos incidentes que podem ser causados pelo manuseio incorreto da tecnologia. Infelizmente esse risco é maior em regiões onde a adoção da nuvem ainda não é total, como é o caso do Brasil", afirma Sandro Zendron, CEO da Microservice, empresa de tecnologia especializada em soluções de segurança da informação.


O especialista afirma também que o trabalho remoto e híbrido, além do "anywhere office", devem continuar sendo causa de novos desafios de segurança. Os gestores das empresas devem continuar se preocupando com a proteção do acesso remoto a redes corporativas, proteção contra ataques cibernéticos baseados em trabalho remoto e a garantia da segurança de dispositivos. "Nós, humanos, ainda somos a principal causa dos incidentes de segurança. O Relatório de Incidentes de Violação de Dados da Verizon mostra que 85% das violações de dados incluem alguma forma de erro humano, seja do usuário, que pode cair em um ataque de phishing, ou uma ação interna maliciosa", diz Sandro. Outro desafio enfrentado pelas empresas é a carência de profissionais especializados em segurança cibernética, ou seja, isso significa que há menos especialistas disponíveis para identificar e resolver ameaças cibernéticas, o que acaba facilitando o trabalho dos criminosos. A lacuna na falta de mão de obra especializada aumentou mais de 26% em 2022, de acordo com a Cybersecurity Workforce Study da (ISC)².


"Essa informação reforça que os gestores das organizações devem contar com o serviço de profissionais ou empresas com expertise no gerenciamento de ameaças. Com o apoio correto, a empresa conta com as melhores e mais atualizadas ferramentas para que seus dados e de seus clientes estejam protegidos. E, caso haja algum incidente, o gestor pode ter a certeza de uma rápida recuperação", afirma o executivo da Microservice.


Um relatório recente da empresa Tenable mostra que mais de 40% do total de dados expostos no mundo vêm do Brasil. O estudo levou em consideração uma análise de 1.335 incidentes de violação de dados divulgados publicamente entre novembro de 2021 e outubro de 2022. Dos 257 terabytes de dados expostos, 112 terabytes eram do Brasil, representando 43% do total.


Disponível em: https://www.opovo.com.br Adaptado para fins didáticos.

Leia o texto e assinale a afirmativa verdadeira:
Alternativas
Q3481414 Português
“Na escola de hoje precisamos lembrar que nossos alunos são diferentes dos alunos dos séculos XIX e XX, que o conteúdo a ser aprendido está muito enriquecido e que o mundo está diferente” (Barbosa, 2006). De acordo com a citação de Barbosa, pode-se concluir que: 
Alternativas
Q3481005 Português

Somos nossas escolhas

Por Bruna Lombardi

texto1.png (851×592)

texto2.png (855×241)

Assinale a alternativa que apresenta um trecho no qual a linguagem figurada NÃO é utilizada. 
Alternativas
Q3481003 Português

Somos nossas escolhas

Por Bruna Lombardi

texto1.png (851×592)

texto2.png (855×241)

Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “intimidados” (l. 06) sem causar alteração no sentido original do texto. 
Alternativas
Q3481002 Português

Somos nossas escolhas

Por Bruna Lombardi

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Considerando o texto-base e a tirinha a seguir, analise as seguintes asserções e a relação proposta entre elas:
2.png (745×227)
I. A tirinha e o texto-base apresentam uma ideia semelhante.
POIS
II. Ambos apresentam como conselho não se preocupar com o julgamento alheio.

Assinale a alternativa que apresenta a correta relação entre as duas assertivas. 
Alternativas
Q3481001 Português

Somos nossas escolhas

Por Bruna Lombardi

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texto2.png (855×241)

Considerando o exposto no texto, analise as assertivas a seguir:

I. Na composição do texto, a autora emprega a estratégia de “conversar” com o leitor.
II. Pode-se inferir da leitura do texto que talvez tenhamos medo do que nós mesmos pensamos de nós.
III. Viver sob a proteção das convenções e formalidades é uma estratégia protetiva com resultados benéficos.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q3480968 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A LEBRE E A TARTARUGA

(1º§) Certo dia, uma tartaruga começou a contar vantagem dizendo que corria muito depressa, que a lebre era muito mole e, enquanto falava, a tartaruga ria e ria da lebre. Mas a lebre ficou mesmo impressionada foi quando a tartaruga resolveu apostar uma corrida com ela.

(2º§) "Deve ser só de brincadeira!" - Pensou a lebre!

(3º§) A raposa era a juíza (fazia o papel de juiz para julgar a competição) e recebia as apostas. A corrida começou, e na mesma hora, claro, a lebre passou na frente da tartaruga.

(4º§) O dia estava quente, por isso lá pelo meio do caminho a lebre teve a ideia de brincar um pouco. Depois de brincar, resolveu tirar uma soneca à sombra fresquinha de uma árvore.

(5º§) "Se por acaso a tartaruga me passar, é só correr um pouco e fico na frente de novo", pensou.

(6º§) A lebre achava que não ia perder aquela corrida de jeito nenhum. Enquanto isso, lá vinha a tartaruga com seu jeitão, arrastando os pés, sempre na mesma velocidade, sem descansar nem uma vez, só pensando na chegada.

(7º§) Ora, a lebre dormiu tanto que esqueceu de prestar atenção na tartaruga. Quando acordou, ficou horrorizada com o sumiço da tartaruga, perguntou: cadê a tartaruga? Bem que a lebre se levantou e saiu zunindo, mas nem adiantava! De longe ela viu a tartaruga esperando por ela na linha de chegada.

Moral: Devagar e sempre se chega na frente.


(Texto de Monteiro Lobato) − (Adaptado.) 
Marque a informação que não se comprova no texto. 
Alternativas
Q3479480 Português

Leia o trecho da música abaixo e responda.



Epitáfio - Titãs


Devia ter complicado menos


Trabalhado menos


Ter visto o Sol se pôr


Devia ter me importado menos


Com problemas pequenos


Ter morrido de amor


Queria ter aceitado


A vida como ela é


A cada um cabe alegrias


E a tristeza que vier



Fonte: https://www.letras.mus.br/titas/48968/



O verso destacado na música é um exemplo típico de uma figura de linguagem. Indique qual:

Alternativas
Q3479076 Português

Leia e interprete o texto a seguir para responder à questão.


Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas


27 novembro 2015


A todos os líderes mundiais:


Em duas semanas, você terá a oportunidade de fazer história. Ao chegar a um acordo forte, justo e universalmente vinculativo na Conferência das Partes sobre mudança climática em Paris, você pode garantir que o mundo tenha uma chance de lutar para evitar os piores impactos das mudanças climáticas.


Louvamos os esforços que muitos de vocês têm feito para mostrar que, de diferentes maneiras, suas nações estão prontas para assumir os desafios e as responsabilidades compartilhadas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. No entanto, há ainda muito trabalho a ser feito, e uma série de questões permanecem na balança.


Uma área crucial não resolvida é o papel do setor da terra, em particular das florestas. Na sequência de negociações do mês passado em Bonn, foram incluídas no texto que servirá de base para as discussões em Paris várias referências a florestas e uso da terra. No entanto, atualmente estes temas não são apoiados por todas as partes.


Simplificando, um acordo sobre clima que não conseguir resolver as questões de desmatamento e uso da terra irá falhar. O setor da terra (agricultura, silvicultura e outros usos da terra) é responsável por cerca de um quarto de todas as emissões globais de gases de efeito estufa. Em muitos países em desenvolvimento, essa é a principal fonte de emissões.


O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas estima que o setor da terra poderia fornecer de 20% a 60% de mitigação cumulativa das alterações climáticas até 2030. Os esforços para conservar as florestas e restaurar terras degradadas também têm um papel importante a desempenhar na adaptação às alterações climáticas. Mas isso não vai acontecer na escala e no ritmo necessário sem o seu apoio, em Paris.


Junto com muitos países em desenvolvimento, o WWF acredita que o acordo de Paris deve reconhecer a importância do uso sustentável da terra como um componente-chave para um desenvolvimento inteligente na área de clima. Ele também deve incluir incentivos para os países em desenvolvimento reduzirem as emissões do desmatamento e degradação florestal, gerirem as florestas de forma sustentável e aumentarem os sumidouros de carbono (REDD +). Mais de 50 países em desenvolvimento em todo o mundo fizeram progressos significativos na concepção dos seus programas de REDD +, mas precisam da garantia de apoio financeiro a longo prazo dos países doadores para implementá-las efetivamente.


Visto que assegurar as florestas é parte integrante do regime climático pós-2020, convidamos você a apoiar medidas imediatas para proteger e restaurar florestas. O WWF quer ver o fim da degradação florestal e do desmatamento ilegal até 2020 - uma meta ecoou no Objetivo 15.2 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e é apoiada por muitas empresas líderes e instituições financeiras. O WWF está trabalhando com países em desenvolvimento e doadores, setor privado e parceiros da sociedade civil para ajudar a alcançar este objetivo.


Um fim precoce para o desmatamento e a degradação florestal poderia resultar em cortes anuais de emissões de CO2 equivalente entre 1.3Gt e 4.2Gt até 2020 – o que seria um grande passo para fechar a lacuna de gigatoneladas entre as ações de mitigação confirmadas ou atualmente em curso, e o que a ciência diz ser necessário. Além do custo ser significativamente menor do que o de atividades equivalentes em outros setores, essas ações também trariam enormes benefícios para a biodiversidade e para as centenas de milhões de pessoas, incluindo em muitos dos países mais pobres do mundo, que dependem das florestas.


Muitos interesses e ideias concorrentes estarão presentes em Paris e muitas decisões difíceis terão de ser tomadas. Mas acreditamos que o fim do desmatamento e o uso de nossos recursos finitos da terra de forma sustentável é algo que todas as nações podem e devem apoiar.


(Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas | WWF Brasil, 27 nov. 2015. Disponível em: https://www.wwf.org.br/?49422/Uma-carta-aberta-aos-lderes-mundiais-sobre-florestas-e-mudanas-climticas)

Com base nas afirmações do texto, podemos concluir que o objetivo principal da carta do WWF-Brasil, cuja razão social é Fundo Mundial Para a Natureza, é o seguinte:
Alternativas
Q3479075 Português

Leia e interprete o texto a seguir para responder à questão.


Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas


27 novembro 2015


A todos os líderes mundiais:


Em duas semanas, você terá a oportunidade de fazer história. Ao chegar a um acordo forte, justo e universalmente vinculativo na Conferência das Partes sobre mudança climática em Paris, você pode garantir que o mundo tenha uma chance de lutar para evitar os piores impactos das mudanças climáticas.


Louvamos os esforços que muitos de vocês têm feito para mostrar que, de diferentes maneiras, suas nações estão prontas para assumir os desafios e as responsabilidades compartilhadas de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. No entanto, há ainda muito trabalho a ser feito, e uma série de questões permanecem na balança.


Uma área crucial não resolvida é o papel do setor da terra, em particular das florestas. Na sequência de negociações do mês passado em Bonn, foram incluídas no texto que servirá de base para as discussões em Paris várias referências a florestas e uso da terra. No entanto, atualmente estes temas não são apoiados por todas as partes.


Simplificando, um acordo sobre clima que não conseguir resolver as questões de desmatamento e uso da terra irá falhar. O setor da terra (agricultura, silvicultura e outros usos da terra) é responsável por cerca de um quarto de todas as emissões globais de gases de efeito estufa. Em muitos países em desenvolvimento, essa é a principal fonte de emissões.


O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas estima que o setor da terra poderia fornecer de 20% a 60% de mitigação cumulativa das alterações climáticas até 2030. Os esforços para conservar as florestas e restaurar terras degradadas também têm um papel importante a desempenhar na adaptação às alterações climáticas. Mas isso não vai acontecer na escala e no ritmo necessário sem o seu apoio, em Paris.


Junto com muitos países em desenvolvimento, o WWF acredita que o acordo de Paris deve reconhecer a importância do uso sustentável da terra como um componente-chave para um desenvolvimento inteligente na área de clima. Ele também deve incluir incentivos para os países em desenvolvimento reduzirem as emissões do desmatamento e degradação florestal, gerirem as florestas de forma sustentável e aumentarem os sumidouros de carbono (REDD +). Mais de 50 países em desenvolvimento em todo o mundo fizeram progressos significativos na concepção dos seus programas de REDD +, mas precisam da garantia de apoio financeiro a longo prazo dos países doadores para implementá-las efetivamente.


Visto que assegurar as florestas é parte integrante do regime climático pós-2020, convidamos você a apoiar medidas imediatas para proteger e restaurar florestas. O WWF quer ver o fim da degradação florestal e do desmatamento ilegal até 2020 - uma meta ecoou no Objetivo 15.2 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e é apoiada por muitas empresas líderes e instituições financeiras. O WWF está trabalhando com países em desenvolvimento e doadores, setor privado e parceiros da sociedade civil para ajudar a alcançar este objetivo.


Um fim precoce para o desmatamento e a degradação florestal poderia resultar em cortes anuais de emissões de CO2 equivalente entre 1.3Gt e 4.2Gt até 2020 – o que seria um grande passo para fechar a lacuna de gigatoneladas entre as ações de mitigação confirmadas ou atualmente em curso, e o que a ciência diz ser necessário. Além do custo ser significativamente menor do que o de atividades equivalentes em outros setores, essas ações também trariam enormes benefícios para a biodiversidade e para as centenas de milhões de pessoas, incluindo em muitos dos países mais pobres do mundo, que dependem das florestas.


Muitos interesses e ideias concorrentes estarão presentes em Paris e muitas decisões difíceis terão de ser tomadas. Mas acreditamos que o fim do desmatamento e o uso de nossos recursos finitos da terra de forma sustentável é algo que todas as nações podem e devem apoiar.


(Uma carta aberta aos líderes mundiais sobre florestas e mudanças climáticas | WWF Brasil, 27 nov. 2015. Disponível em: https://www.wwf.org.br/?49422/Uma-carta-aberta-aos-lderes-mundiais-sobre-florestas-e-mudanas-climticas)

Pela análise do texto acima e considerando as assertivas abaixo, assinale a alternativa que contemple a sequência correta de quais são as principais reivindicações dessa carta, considerando V para as afirmações verdadeiras e F para as falsas:
( ) Em linhas gerais, a carta reivindica que os líderes mundiais atuem na Conferência de Paris em prol do uso sustentável da terra.
( ) A carta apresenta dados referentes ao potencial do setor da Terra para acentuar as alterações climáticas e as emissões de gases de efeito estufa.
( ) Na carta, ressalta-se a importância de combater o desmatamento e a degradação de florestas, assim como digerir as florestas como sumidouros de carbono.
( ) A carta faz referências a pesquisas do painel intergovernamental sobre mudanças climáticas, mas não há outras negociações ambientais ou ao setor privado e a sociedade civil.
Alternativas
Q3478521 Português

Leia o trecho da música Trocando em Miúdos, de Chico Buarque:



Trocando Em Miúdos



Eu vou lhe deixar a medida do Bonfim


Não me valeu


Mas fico com o disco do Pixinguinha, sim!


O resto é seu


Trocando em miúdos, pode guardar


As sobras de tudo que chamam lar


As sombras de tudo que fomos nós


As marcas de amor nos nossos lençóis


As nossas melhores lembranças


Aquela esperança de tudo se ajeitar


Pode esquecer


Aquela aliança, você pode empenhar


Ou derreter


Mas devo dizer que não vou lhe dar


O enorme prazer de me ver chorar


Nem vou lhe cobrar pelo seu estrago


Meu peito tão dilacerado


Aliás


Aceite uma ajuda do seu futuro amor


Pro aluguel


Devolva o Neruda que você me tomou


E nunca leu


Eu bato o portão sem fazer alarde


Eu levo a carteira de identidade


Uma saideira, muita saudade


E a leve impressão de que já vou tarde.



(Acesso em: https://www.letras.mus.br/chico-buarque/45182/).

Sabendo que Chico Buarque se refere a obra de Pablo Neruda, importante poeta chileno do século XX, aponte qual a figura de linguagem é utilizada no trecho sublinhado:
Alternativas
Respostas
44081: C
44082: A
44083: A
44084: D
44085: A
44086: D
44087: C
44088: C
44089: A
44090: A
44091: C
44092: A
44093: B
44094: A
44095: C
44096: C
44097: E
44098: C
44099: A
44100: A