Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3668825 Português

Anúncio em Biblioteca. Disponível em: https://pbs.twimg.com/media/FS57R3EWYAEGv45.jpg Acesso em: 13 jul., 2023. 

Sobre o texto, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3668822 Português

Anúncio em Biblioteca. Disponível em: https://pbs.twimg.com/media/FS57R3EWYAEGv45.jpg Acesso em: 13 jul., 2023. 

O texto se organiza a partir de uma figura de linguagem. Qual é?
Alternativas
Q3668819 Português
Mafalda. Autor: Quino. Disponível em: Dw/4OOYYYyrW11sukUU94LLf xGt5XluWZy7XX-DvQCLcBGAss11600 AAAAAVDw/4OYyrW1sukU94LtfxGt5XluWZy7Xi-DvQCLcBGAs/s1600/ Acesso em: 13 jul., 2023.
A partir da leitura do texto, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3668818 Português
Mafalda. Autor: Quino. Disponível em: Dw/4OOYYYyrW11sukUU94LLf xGt5XluWZy7XX-DvQCLcBGAss11600 AAAAAVDw/4OYyrW1sukU94LtfxGt5XluWZy7Xi-DvQCLcBGAs/s1600/ Acesso em: 13 jul., 2023.
Assinale a alternativa que corretamente apresenta o gênero do texto:
Alternativas
Q3668783 Português
Paraense de 18 anos cria tijolo de caroço de açaí

Aproximadamente 90% de todo o açaí consumido no mundo é produzido no Pará. No entanto, apenas 4% do fruto é aproveitado; o resto − principalmente o caroço − permanece sem uma utilidade definida. Isso acaba provocando a contaminação do meio ambiente regional, visto que não há uma estratégia eficiente de descarte.

Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto para amenizar o problema ambiental e ainda ajudar os moradores de sua cidade, Moju, a cerca de 120 km de Belém. "O caroço possui uma substância chamada lignina, que impede o ataque de fungos, demorando a decomposição", ela explica. "Isso causa mau cheiro, chorume e a liberação de gás metano."

Aluna da Escola Estadual Ernestina Pereira Maia, Barbosa começou o projeto no primeiro ano do Ensino Médio. A inspiração para a pesquisa veio de uma professora, que comentou com ela sobre os problemas de odor ruim e rachaduras nas casas de um bairro de Moju.

 A jovem descobriu que muitas residências foram construídas em terrenos frequentemente usados como local de descarte de lixo. Como as construções foram levantadas sem regularização, a decomposição acabou afetando as estruturas − e a vida da população. "Comecei a pensar qual material de baixo custo e que não agride o meio ambiente eu poderia aproveitar para fazer a fundação de forma segura", conta Barbosa. "Não tinha como desenvolver algo que custasse muito dinheiro."

Para criar o tijolo de açaí, ela convidou jovens de Moju para ajudá-la. Eles colocaram os caroços para secar, depois carbonizaram e os trituraram em um pilão. A massa resultante foi misturada com argila e carvão para chegar ao produto final. "Foi um trabalho muito divertido", conta. "Brincar também é ciência. Foi legal para mostrar que a ciência inclui todo mundo, basta querer."

Enquanto cursa já o último ano do Ensino Médio, Barbosa continua sua pesquisa em paralelo. A jovem conseguiu parceria com um laboratório da Universidade de São Paulo (USP), onde estão sendo testadas diferentes fórmulas da mistura com o caroço. A ideia é descobrir em quais porcentagens é possível criar outras aplicações para alvenaria, como telhas, cimento e argamassa. "É para testar a resistência do material. Agora temos um ano para fazer os testes e abranger um pedido de patente", ela informa.

Barbosa começou a se interessar por ciência aos oito anos de idade, quando participou pela primeira vez de uma feira científica em sua escola e do Clube de Ciências de Moju. "Vi tantas coisas interessantes que me apaixonei e decidi que queria fazer aquilo", comenta.

Ela pretende cursar engenharia, mas ainda não sabe em qual das áreas irá se especializar. "Mas com certeza será em uma área de STEM [ciência, tecnologia, engenharia e matemática]", conta. Barbosa ainda afirma que a participação dela em palestras, congressos e viagens ampliaram seu campo de visão para o ensino superior. "Penso que posso entrar na USP ou estudar no exterior. É tão maravilhoso. Se é possível para mim, é possível para qualquer jovem."

Para ela, ser cientista significa poder ajudar as pessoas − mas também considera essencial que os jovens cientistas tenham suporte de familiares, amigos e professores. "Peço que as pessoas orientem os alunos a não deixar os sonhos deles morrerem", ela diz. "Eu tive sorte, pois a minha família sempre me apoiou. Se não fosse isso, eu nunca teria ido para fora do país e conhecido vários cantos do Brasil."


Retirado e adaptado de: FABRO, Nathalia. Paraense de 18 anos tem mais de 15 prêmios por criar tijolo de caroço de açaí. Galileu. Disponível em: -annos-teem--mmas-dde-115-pemmio-poo-ciarrtoooood decarocoodeeacaihhmm 18-anos-tem-mais-de-15-premios-por-criar-tijolo-de-caroco-de-acai.html Acesso em: 16 jul., 2023. 
No texto de "Paraense de 18 anos cria tijolo de caroço de açaí", podemos identificar algumas partes principais, são elas:
1.Apresentação da pesquisadora. 2.Processo de produção. 3.Apresentação do tema. 4.Indicação da motivação. 5.Apoio a jovens cientistas. 6.Planos para o futuro.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta em que as partes são apresentadas no texto:
Alternativas
Q3668744 Português
Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios

Estudos realizados nos últimos anos com um número ainda modesto de participantes sugerem que os psicodélicos, compostos conhecidos por alterarem a percepção da realidade e causarem alucinações, têm um efeito antidepressivo rápido e potente. Um trabalho internacional publicado em 5 de junho na revista Nature Neuroscience está ajudando a desvendar como eles atuam para amenizar a depressão. O estudo, do qual participaram três pesquisadores brasileiros, indica ainda que o efeito contra a depressão seria independente daquele que causa a distorção da realidade, o que pode, em princípio, levar ao desenvolvimento de medicamentos mais eficazes e livres dos efeitos alucinógenos para tratar um problema que aflige cerca de 300 milhões de pessoas no mundo.

Em experimentos com células e animais de laboratório, o grupo coordenado pelo neurocientista Eero Castrén, da Universidade de Helsinque, na Finlândia, verificou que os psicodélicos preparam os neurônios para responder melhor a uma proteína que estimula a formação de novas conexões com outras células e do reforço das já existentes, o fator neurotrófico derivado de encéfalo (BNDF). Compostos como o ácido lisérgico (LSD) e a psilocina, extraída de cogumelos do gênero Psylocibe, aderem a uma proteína da membrana dos neurônios chamada receptor de quinase B relacionado à tropomiosina (TrkB), que é ativado pelo BDNF. Produzido no próprio cérebro, o BDNF, ao se ligar ao TrkB e ativá-lo, desencadeia uma cascata de comandos químicos que levam as células neuronais a se multiplicar ou a emitir prolongamentos e pontos de contatos com outros neurônios. Esse fenômeno, conhecido como neuroplasticidade, está associado à capacidade do cérebro de aprender e armazenar informações e à melhora dos sintomas depressivos.

Bioquímicos, farmacologistas e médicos já suspeitavam de que a neuroplasticidade talvez fosse o fator responsável pela ação antidepressiva de muitos medicamentos, inclusive daqueles que aumentam os níveis do neurotransmissor serotonina, como a fluoxetina e similares. Uma das razões para a desconfiança de que o efeito desses compostos não fosse decorrente apenas do aumento da disponibilidade de serotonina ou de outros neurotransmissores é que os níveis deles sobem muito rapidamente após o início do tratamento, mas os sintomas da depressão só começam a diminuir semanas mais tarde. "Já se imaginava que, além do aumento dos níveis de serotonina, existiam outros fatores envolvidos", conta o farmacologista brasileiro Cassiano Ricardo Diniz, coautor do estudo. Ele participou dos experimentos que mostraram a ação antidepressiva dos psicodélicos via TrkB durante a temporada que passou no laboratório de Castrén, na Finlândia. "Evidências obtidas por outros grupos sugeriam que o efeito antidepressivo de vários medicamentos se dava via BDNF, mas achávamos que a ação ocorria de forma indireta, pelo aumento dos níveis desse fator neurotrófico, e não porque os antidepressivos se conectavam à molécula que facilita a ação dele."

O que se viu para o LSD e a psilocina, a forma da psilocibina que chega ao cérebro, já havia sido observado pelo grupo de Castrén em outros tipos de antidepressivo. Experimentos conduzidos pelo farmacologista brasileiro Plínio Casarotto, que integra a equipe finlandesa, e publicados em 2021 na revista Cell mostraram que também a fluoxetina, da categoria dos inibidores de recaptação de serotonina, a imipramina, um antidepressivo tricíclico, e a cetamina, um anestésico com ação antidepressiva, promoviam a neuroplasticidade por aderir ao TrkB e facilitar a ação do BNDF. "Os antidepressivos, sozinhos, não acionam esse receptor, mas o colocam em um estado suscetível à ativação pelo BDNF", conta Casarotto, outro coautor do estudo.

As descobertas desse estudo, dizem os autores, abrem caminho para o desenho de compostos com estrutura análoga à dos psicodélicos, que apresentem alta afinidade com o TrkB e ação antidepressiva de início rápido e duração prolongada, mas sem os efeitos alucinógenos. "Os dados sugerem fortemente essa possibilidade, mas é necessário que outros estudos reproduzam os resultados", afirmou o psiquiatra Jaime Hallak, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP-USP), que não participou da pesquisa.

Para o psiquiatra Acioly Lacerda, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o desenvolvimento de um antidepressivo apenas com as características desejáveis dos psicodélicos reduziria o risco de haver dependência química e potencialmente diminuiria parte dos custos do tratamento. Hoje os psicodélicos são usados em alguns países para tratar depressão apenas em condições experimentais, em ensaios clínicos que necessitam de aprovação prévia de comitês de ética e de agências regulatórias. "O caminho para se chegar a um novo medicamento com essas características é longo e com elevadas taxas de insucesso", lembra Lacerda. "Mais de 90% das moléculas testadas para tratar doenças psiquiátricas não são aprovadas na fase final de ensaio clínico", conclui.


Retirado e adaptado de: FLORESTI, Felipe. Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: oaao-esstimuuaa-conexxoessente-neeuroono s/icos-agem-contra-a-depressao-ao-estimular-conexoes-entre-neuronios/ Acesso em: 14 jul., 2023.
A partir da leitura de "Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios", analise as afirmações a seguir:
I.Nesta fase da pesquisa, o tratamento está disponível para ser empregado em larga escala em seres humanos.
II.O estudo sugere que os princípios ativos dos psicodélicos sejam estudados para a criação de remédios que partam desse mesmo princípio.
III.O texto sinaliza a necessidade de que se ofereça psicodélicos a pessoas depressivas, visto que o número de pessoas que sofrem de depressão chega a 300 milhões no mundo inteiro.
IV.Os estudos apresentados indicam que não apenas é um neurotransmissor em específico que reflete mudanças em quadros de depressão, mas sim as conexões neuronais que se estabelecem no cérebro.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3668743 Português
Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios

Estudos realizados nos últimos anos com um número ainda modesto de participantes sugerem que os psicodélicos, compostos conhecidos por alterarem a percepção da realidade e causarem alucinações, têm um efeito antidepressivo rápido e potente. Um trabalho internacional publicado em 5 de junho na revista Nature Neuroscience está ajudando a desvendar como eles atuam para amenizar a depressão. O estudo, do qual participaram três pesquisadores brasileiros, indica ainda que o efeito contra a depressão seria independente daquele que causa a distorção da realidade, o que pode, em princípio, levar ao desenvolvimento de medicamentos mais eficazes e livres dos efeitos alucinógenos para tratar um problema que aflige cerca de 300 milhões de pessoas no mundo.

Em experimentos com células e animais de laboratório, o grupo coordenado pelo neurocientista Eero Castrén, da Universidade de Helsinque, na Finlândia, verificou que os psicodélicos preparam os neurônios para responder melhor a uma proteína que estimula a formação de novas conexões com outras células e do reforço das já existentes, o fator neurotrófico derivado de encéfalo (BNDF). Compostos como o ácido lisérgico (LSD) e a psilocina, extraída de cogumelos do gênero Psylocibe, aderem a uma proteína da membrana dos neurônios chamada receptor de quinase B relacionado à tropomiosina (TrkB), que é ativado pelo BDNF. Produzido no próprio cérebro, o BDNF, ao se ligar ao TrkB e ativá-lo, desencadeia uma cascata de comandos químicos que levam as células neuronais a se multiplicar ou a emitir prolongamentos e pontos de contatos com outros neurônios. Esse fenômeno, conhecido como neuroplasticidade, está associado à capacidade do cérebro de aprender e armazenar informações e à melhora dos sintomas depressivos.

Bioquímicos, farmacologistas e médicos já suspeitavam de que a neuroplasticidade talvez fosse o fator responsável pela ação antidepressiva de muitos medicamentos, inclusive daqueles que aumentam os níveis do neurotransmissor serotonina, como a fluoxetina e similares. Uma das razões para a desconfiança de que o efeito desses compostos não fosse decorrente apenas do aumento da disponibilidade de serotonina ou de outros neurotransmissores é que os níveis deles sobem muito rapidamente após o início do tratamento, mas os sintomas da depressão só começam a diminuir semanas mais tarde. "Já se imaginava que, além do aumento dos níveis de serotonina, existiam outros fatores envolvidos", conta o farmacologista brasileiro Cassiano Ricardo Diniz, coautor do estudo. Ele participou dos experimentos que mostraram a ação antidepressiva dos psicodélicos via TrkB durante a temporada que passou no laboratório de Castrén, na Finlândia. "Evidências obtidas por outros grupos sugeriam que o efeito antidepressivo de vários medicamentos se dava via BDNF, mas achávamos que a ação ocorria de forma indireta, pelo aumento dos níveis desse fator neurotrófico, e não porque os antidepressivos se conectavam à molécula que facilita a ação dele."

O que se viu para o LSD e a psilocina, a forma da psilocibina que chega ao cérebro, já havia sido observado pelo grupo de Castrén em outros tipos de antidepressivo. Experimentos conduzidos pelo farmacologista brasileiro Plínio Casarotto, que integra a equipe finlandesa, e publicados em 2021 na revista Cell mostraram que também a fluoxetina, da categoria dos inibidores de recaptação de serotonina, a imipramina, um antidepressivo tricíclico, e a cetamina, um anestésico com ação antidepressiva, promoviam a neuroplasticidade por aderir ao TrkB e facilitar a ação do BNDF. "Os antidepressivos, sozinhos, não acionam esse receptor, mas o colocam em um estado suscetível à ativação pelo BDNF", conta Casarotto, outro coautor do estudo.

As descobertas desse estudo, dizem os autores, abrem caminho para o desenho de compostos com estrutura análoga à dos psicodélicos, que apresentem alta afinidade com o TrkB e ação antidepressiva de início rápido e duração prolongada, mas sem os efeitos alucinógenos. "Os dados sugerem fortemente essa possibilidade, mas é necessário que outros estudos reproduzam os resultados", afirmou o psiquiatra Jaime Hallak, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP-USP), que não participou da pesquisa.

Para o psiquiatra Acioly Lacerda, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o desenvolvimento de um antidepressivo apenas com as características desejáveis dos psicodélicos reduziria o risco de haver dependência química e potencialmente diminuiria parte dos custos do tratamento. Hoje os psicodélicos são usados em alguns países para tratar depressão apenas em condições experimentais, em ensaios clínicos que necessitam de aprovação prévia de comitês de ética e de agências regulatórias. "O caminho para se chegar a um novo medicamento com essas características é longo e com elevadas taxas de insucesso", lembra Lacerda. "Mais de 90% das moléculas testadas para tratar doenças psiquiátricas não são aprovadas na fase final de ensaio clínico", conclui.


Retirado e adaptado de: FLORESTI, Felipe. Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: oaao-esstimuuaa-conexxoessente-neeuroono s/icos-agem-contra-a-depressao-ao-estimular-conexoes-entre-neuronios/ Acesso em: 14 jul., 2023.
Ao refletir sobre os sentidos construídos no texto "Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios", analise as afirmações a seguir:
I.No excerto "As descobertas desse estudo, dizem os autores, abrem caminho para o desenho de compostos com estrutura análoga à dos psicodélicos", a expressão "abrem caminhos" foi empregada no sentido denotativo.
II.No trecho "Produzido no próprio cérebro, o BDNF, ao se ligar ao TrkB e ativá-lo, desencadeia uma cascata de comandos químicos", a palavra "cascata" foi empregada no sentido conotativo.
III.Em "Estudos realizados nos últimos anos com um número ainda modesto de participantes sugerem que os psicodélicos...", a palavra "ainda" poderia ser suprimida sem prejuízo de sentido.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3668741 Português
Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios

Estudos realizados nos últimos anos com um número ainda modesto de participantes sugerem que os psicodélicos, compostos conhecidos por alterarem a percepção da realidade e causarem alucinações, têm um efeito antidepressivo rápido e potente. Um trabalho internacional publicado em 5 de junho na revista Nature Neuroscience está ajudando a desvendar como eles atuam para amenizar a depressão. O estudo, do qual participaram três pesquisadores brasileiros, indica ainda que o efeito contra a depressão seria independente daquele que causa a distorção da realidade, o que pode, em princípio, levar ao desenvolvimento de medicamentos mais eficazes e livres dos efeitos alucinógenos para tratar um problema que aflige cerca de 300 milhões de pessoas no mundo.

Em experimentos com células e animais de laboratório, o grupo coordenado pelo neurocientista Eero Castrén, da Universidade de Helsinque, na Finlândia, verificou que os psicodélicos preparam os neurônios para responder melhor a uma proteína que estimula a formação de novas conexões com outras células e do reforço das já existentes, o fator neurotrófico derivado de encéfalo (BNDF). Compostos como o ácido lisérgico (LSD) e a psilocina, extraída de cogumelos do gênero Psylocibe, aderem a uma proteína da membrana dos neurônios chamada receptor de quinase B relacionado à tropomiosina (TrkB), que é ativado pelo BDNF. Produzido no próprio cérebro, o BDNF, ao se ligar ao TrkB e ativá-lo, desencadeia uma cascata de comandos químicos que levam as células neuronais a se multiplicar ou a emitir prolongamentos e pontos de contatos com outros neurônios. Esse fenômeno, conhecido como neuroplasticidade, está associado à capacidade do cérebro de aprender e armazenar informações e à melhora dos sintomas depressivos.

Bioquímicos, farmacologistas e médicos já suspeitavam de que a neuroplasticidade talvez fosse o fator responsável pela ação antidepressiva de muitos medicamentos, inclusive daqueles que aumentam os níveis do neurotransmissor serotonina, como a fluoxetina e similares. Uma das razões para a desconfiança de que o efeito desses compostos não fosse decorrente apenas do aumento da disponibilidade de serotonina ou de outros neurotransmissores é que os níveis deles sobem muito rapidamente após o início do tratamento, mas os sintomas da depressão só começam a diminuir semanas mais tarde. "Já se imaginava que, além do aumento dos níveis de serotonina, existiam outros fatores envolvidos", conta o farmacologista brasileiro Cassiano Ricardo Diniz, coautor do estudo. Ele participou dos experimentos que mostraram a ação antidepressiva dos psicodélicos via TrkB durante a temporada que passou no laboratório de Castrén, na Finlândia. "Evidências obtidas por outros grupos sugeriam que o efeito antidepressivo de vários medicamentos se dava via BDNF, mas achávamos que a ação ocorria de forma indireta, pelo aumento dos níveis desse fator neurotrófico, e não porque os antidepressivos se conectavam à molécula que facilita a ação dele."

O que se viu para o LSD e a psilocina, a forma da psilocibina que chega ao cérebro, já havia sido observado pelo grupo de Castrén em outros tipos de antidepressivo. Experimentos conduzidos pelo farmacologista brasileiro Plínio Casarotto, que integra a equipe finlandesa, e publicados em 2021 na revista Cell mostraram que também a fluoxetina, da categoria dos inibidores de recaptação de serotonina, a imipramina, um antidepressivo tricíclico, e a cetamina, um anestésico com ação antidepressiva, promoviam a neuroplasticidade por aderir ao TrkB e facilitar a ação do BNDF. "Os antidepressivos, sozinhos, não acionam esse receptor, mas o colocam em um estado suscetível à ativação pelo BDNF", conta Casarotto, outro coautor do estudo.

As descobertas desse estudo, dizem os autores, abrem caminho para o desenho de compostos com estrutura análoga à dos psicodélicos, que apresentem alta afinidade com o TrkB e ação antidepressiva de início rápido e duração prolongada, mas sem os efeitos alucinógenos. "Os dados sugerem fortemente essa possibilidade, mas é necessário que outros estudos reproduzam os resultados", afirmou o psiquiatra Jaime Hallak, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP-USP), que não participou da pesquisa.

Para o psiquiatra Acioly Lacerda, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o desenvolvimento de um antidepressivo apenas com as características desejáveis dos psicodélicos reduziria o risco de haver dependência química e potencialmente diminuiria parte dos custos do tratamento. Hoje os psicodélicos são usados em alguns países para tratar depressão apenas em condições experimentais, em ensaios clínicos que necessitam de aprovação prévia de comitês de ética e de agências regulatórias. "O caminho para se chegar a um novo medicamento com essas características é longo e com elevadas taxas de insucesso", lembra Lacerda. "Mais de 90% das moléculas testadas para tratar doenças psiquiátricas não são aprovadas na fase final de ensaio clínico", conclui.


Retirado e adaptado de: FLORESTI, Felipe. Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: oaao-esstimuuaa-conexxoessente-neeuroono s/icos-agem-contra-a-depressao-ao-estimular-conexoes-entre-neuronios/ Acesso em: 14 jul., 2023.
Assinale a alternativa que apresenta corretamente, entre parênteses, a figura de linguagem presente em cada sentença:
Alternativas
Q3668740 Português
Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios

Estudos realizados nos últimos anos com um número ainda modesto de participantes sugerem que os psicodélicos, compostos conhecidos por alterarem a percepção da realidade e causarem alucinações, têm um efeito antidepressivo rápido e potente. Um trabalho internacional publicado em 5 de junho na revista Nature Neuroscience está ajudando a desvendar como eles atuam para amenizar a depressão. O estudo, do qual participaram três pesquisadores brasileiros, indica ainda que o efeito contra a depressão seria independente daquele que causa a distorção da realidade, o que pode, em princípio, levar ao desenvolvimento de medicamentos mais eficazes e livres dos efeitos alucinógenos para tratar um problema que aflige cerca de 300 milhões de pessoas no mundo.

Em experimentos com células e animais de laboratório, o grupo coordenado pelo neurocientista Eero Castrén, da Universidade de Helsinque, na Finlândia, verificou que os psicodélicos preparam os neurônios para responder melhor a uma proteína que estimula a formação de novas conexões com outras células e do reforço das já existentes, o fator neurotrófico derivado de encéfalo (BNDF). Compostos como o ácido lisérgico (LSD) e a psilocina, extraída de cogumelos do gênero Psylocibe, aderem a uma proteína da membrana dos neurônios chamada receptor de quinase B relacionado à tropomiosina (TrkB), que é ativado pelo BDNF. Produzido no próprio cérebro, o BDNF, ao se ligar ao TrkB e ativá-lo, desencadeia uma cascata de comandos químicos que levam as células neuronais a se multiplicar ou a emitir prolongamentos e pontos de contatos com outros neurônios. Esse fenômeno, conhecido como neuroplasticidade, está associado à capacidade do cérebro de aprender e armazenar informações e à melhora dos sintomas depressivos.

Bioquímicos, farmacologistas e médicos já suspeitavam de que a neuroplasticidade talvez fosse o fator responsável pela ação antidepressiva de muitos medicamentos, inclusive daqueles que aumentam os níveis do neurotransmissor serotonina, como a fluoxetina e similares. Uma das razões para a desconfiança de que o efeito desses compostos não fosse decorrente apenas do aumento da disponibilidade de serotonina ou de outros neurotransmissores é que os níveis deles sobem muito rapidamente após o início do tratamento, mas os sintomas da depressão só começam a diminuir semanas mais tarde. "Já se imaginava que, além do aumento dos níveis de serotonina, existiam outros fatores envolvidos", conta o farmacologista brasileiro Cassiano Ricardo Diniz, coautor do estudo. Ele participou dos experimentos que mostraram a ação antidepressiva dos psicodélicos via TrkB durante a temporada que passou no laboratório de Castrén, na Finlândia. "Evidências obtidas por outros grupos sugeriam que o efeito antidepressivo de vários medicamentos se dava via BDNF, mas achávamos que a ação ocorria de forma indireta, pelo aumento dos níveis desse fator neurotrófico, e não porque os antidepressivos se conectavam à molécula que facilita a ação dele."

O que se viu para o LSD e a psilocina, a forma da psilocibina que chega ao cérebro, já havia sido observado pelo grupo de Castrén em outros tipos de antidepressivo. Experimentos conduzidos pelo farmacologista brasileiro Plínio Casarotto, que integra a equipe finlandesa, e publicados em 2021 na revista Cell mostraram que também a fluoxetina, da categoria dos inibidores de recaptação de serotonina, a imipramina, um antidepressivo tricíclico, e a cetamina, um anestésico com ação antidepressiva, promoviam a neuroplasticidade por aderir ao TrkB e facilitar a ação do BNDF. "Os antidepressivos, sozinhos, não acionam esse receptor, mas o colocam em um estado suscetível à ativação pelo BDNF", conta Casarotto, outro coautor do estudo.

As descobertas desse estudo, dizem os autores, abrem caminho para o desenho de compostos com estrutura análoga à dos psicodélicos, que apresentem alta afinidade com o TrkB e ação antidepressiva de início rápido e duração prolongada, mas sem os efeitos alucinógenos. "Os dados sugerem fortemente essa possibilidade, mas é necessário que outros estudos reproduzam os resultados", afirmou o psiquiatra Jaime Hallak, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP-USP), que não participou da pesquisa.

Para o psiquiatra Acioly Lacerda, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o desenvolvimento de um antidepressivo apenas com as características desejáveis dos psicodélicos reduziria o risco de haver dependência química e potencialmente diminuiria parte dos custos do tratamento. Hoje os psicodélicos são usados em alguns países para tratar depressão apenas em condições experimentais, em ensaios clínicos que necessitam de aprovação prévia de comitês de ética e de agências regulatórias. "O caminho para se chegar a um novo medicamento com essas características é longo e com elevadas taxas de insucesso", lembra Lacerda. "Mais de 90% das moléculas testadas para tratar doenças psiquiátricas não são aprovadas na fase final de ensaio clínico", conclui.


Retirado e adaptado de: FLORESTI, Felipe. Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: oaao-esstimuuaa-conexxoessente-neeuroono s/icos-agem-contra-a-depressao-ao-estimular-conexoes-entre-neuronios/ Acesso em: 14 jul., 2023.
Sobre a significação das palavras em "Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios", analise o trecho a seguir:
Estudos realizados nos últimos anos com um número ainda modesto de participantes sugerem que os psicodélicos, compostos conhecidos por alterarem a percepção da realidade e causarem alucinações, têm um efeito antidepressivo rápido e potente.
Podemos afirmar que a palavra "ainda" foi empregada no excerto com o mesmo sentido que em:
Alternativas
Q3668739 Português
Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios

Estudos realizados nos últimos anos com um número ainda modesto de participantes sugerem que os psicodélicos, compostos conhecidos por alterarem a percepção da realidade e causarem alucinações, têm um efeito antidepressivo rápido e potente. Um trabalho internacional publicado em 5 de junho na revista Nature Neuroscience está ajudando a desvendar como eles atuam para amenizar a depressão. O estudo, do qual participaram três pesquisadores brasileiros, indica ainda que o efeito contra a depressão seria independente daquele que causa a distorção da realidade, o que pode, em princípio, levar ao desenvolvimento de medicamentos mais eficazes e livres dos efeitos alucinógenos para tratar um problema que aflige cerca de 300 milhões de pessoas no mundo.

Em experimentos com células e animais de laboratório, o grupo coordenado pelo neurocientista Eero Castrén, da Universidade de Helsinque, na Finlândia, verificou que os psicodélicos preparam os neurônios para responder melhor a uma proteína que estimula a formação de novas conexões com outras células e do reforço das já existentes, o fator neurotrófico derivado de encéfalo (BNDF). Compostos como o ácido lisérgico (LSD) e a psilocina, extraída de cogumelos do gênero Psylocibe, aderem a uma proteína da membrana dos neurônios chamada receptor de quinase B relacionado à tropomiosina (TrkB), que é ativado pelo BDNF. Produzido no próprio cérebro, o BDNF, ao se ligar ao TrkB e ativá-lo, desencadeia uma cascata de comandos químicos que levam as células neuronais a se multiplicar ou a emitir prolongamentos e pontos de contatos com outros neurônios. Esse fenômeno, conhecido como neuroplasticidade, está associado à capacidade do cérebro de aprender e armazenar informações e à melhora dos sintomas depressivos.

Bioquímicos, farmacologistas e médicos já suspeitavam de que a neuroplasticidade talvez fosse o fator responsável pela ação antidepressiva de muitos medicamentos, inclusive daqueles que aumentam os níveis do neurotransmissor serotonina, como a fluoxetina e similares. Uma das razões para a desconfiança de que o efeito desses compostos não fosse decorrente apenas do aumento da disponibilidade de serotonina ou de outros neurotransmissores é que os níveis deles sobem muito rapidamente após o início do tratamento, mas os sintomas da depressão só começam a diminuir semanas mais tarde. "Já se imaginava que, além do aumento dos níveis de serotonina, existiam outros fatores envolvidos", conta o farmacologista brasileiro Cassiano Ricardo Diniz, coautor do estudo. Ele participou dos experimentos que mostraram a ação antidepressiva dos psicodélicos via TrkB durante a temporada que passou no laboratório de Castrén, na Finlândia. "Evidências obtidas por outros grupos sugeriam que o efeito antidepressivo de vários medicamentos se dava via BDNF, mas achávamos que a ação ocorria de forma indireta, pelo aumento dos níveis desse fator neurotrófico, e não porque os antidepressivos se conectavam à molécula que facilita a ação dele."

O que se viu para o LSD e a psilocina, a forma da psilocibina que chega ao cérebro, já havia sido observado pelo grupo de Castrén em outros tipos de antidepressivo. Experimentos conduzidos pelo farmacologista brasileiro Plínio Casarotto, que integra a equipe finlandesa, e publicados em 2021 na revista Cell mostraram que também a fluoxetina, da categoria dos inibidores de recaptação de serotonina, a imipramina, um antidepressivo tricíclico, e a cetamina, um anestésico com ação antidepressiva, promoviam a neuroplasticidade por aderir ao TrkB e facilitar a ação do BNDF. "Os antidepressivos, sozinhos, não acionam esse receptor, mas o colocam em um estado suscetível à ativação pelo BDNF", conta Casarotto, outro coautor do estudo.

As descobertas desse estudo, dizem os autores, abrem caminho para o desenho de compostos com estrutura análoga à dos psicodélicos, que apresentem alta afinidade com o TrkB e ação antidepressiva de início rápido e duração prolongada, mas sem os efeitos alucinógenos. "Os dados sugerem fortemente essa possibilidade, mas é necessário que outros estudos reproduzam os resultados", afirmou o psiquiatra Jaime Hallak, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em Ribeirão Preto (FMRP-USP), que não participou da pesquisa.

Para o psiquiatra Acioly Lacerda, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o desenvolvimento de um antidepressivo apenas com as características desejáveis dos psicodélicos reduziria o risco de haver dependência química e potencialmente diminuiria parte dos custos do tratamento. Hoje os psicodélicos são usados em alguns países para tratar depressão apenas em condições experimentais, em ensaios clínicos que necessitam de aprovação prévia de comitês de ética e de agências regulatórias. "O caminho para se chegar a um novo medicamento com essas características é longo e com elevadas taxas de insucesso", lembra Lacerda. "Mais de 90% das moléculas testadas para tratar doenças psiquiátricas não são aprovadas na fase final de ensaio clínico", conclui.


Retirado e adaptado de: FLORESTI, Felipe. Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios. Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em: oaao-esstimuuaa-conexxoessente-neeuroono s/icos-agem-contra-a-depressao-ao-estimular-conexoes-entre-neuronios/ Acesso em: 14 jul., 2023.
Sobre o texto "Psicodélicos agem contra a depressão ao estimular conexões entre neurônios", analise as afirmações a seguir e a relação proposta entre elas:
I. Os pesquisadores já haviam desconfiado de que não era exclusivamente o aumento do nível de serotonina que influenciava positivamente no tratamento da depressão.
PORQUE
II. Os estudos indicam que a neuroplasticidade possivelmente seja o fator responsável pela ação antidepressiva de muitos medicamentos.

A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3668706 Português
Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar

Pesquisadores do Laboratório Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina estão propondo uma solução inovadora para lidar com os altos custos dos combustíveis: veículos movidos a energia solar.

O eBus, o primeiro protótipo apresentado, é um ônibus que funciona exclusivamente com eletricidade gerada pelo sol. Desenvolvido e montado inteiramente no Brasil, com o apoio das empresas WEG, Marco Polo e Eletra, é o primeiro veículo elétrico a bateria que é totalmente carregado com energia solar fotovoltaica.

A recarga do eBus é feita na própria sede do Laboratório Fotovoltaica e ocorre após cada rota. Além de proporcionar mobilidade sustentável, o ônibus  serve como um laboratório móvel, contribuindo para a coleta de dados e análise da viabilidade da tecnologia implementada.

O objetivo dos pesquisadores é aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento do ônibus solar para, em um futuro próximo, poder implementar essa tecnologia no transporte público em todo o Brasil.

O eBus também possui um Sistema de Frenagem Regenerativa, que aproveita o movimento das rodas e o freio do veículo para gerar energia cinética, convertendo-a em eletricidade que é devolvida às baterias do ônibus.

Essa iniciativa demonstra o potencial das energias renováveis e a busca por alternativas mais sustentáveis para o transporte público. Ao adotar veículos movidos a energia solar, podemos reduzir os custos de combustível e as emissões de poluentes, contribuindo para um futuro mais limpo e sustentável.


Retirado e adaptado de: VIERA, Marta. Brasileiros propõe veículos movidos a energia solar. Notícias em Português. Disponível em: o--mm ovvdoss-aaenerga-sola/ .co.uk/2023/07/09/brasileiros-propoe-veiculos-movidos-a-energia-solar/ Acesso em: 13 jul., 2023.
A partir da leitura do texto "Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiro, e F, para falso:
(__)A ideia do eBus já está sendo implementada em larga escala.
(__)O eBus é uma possibilidade de pesquisa, para além da questão da mobilidade urbana.
(__)O eBus é considerado o primeiro veículo totalmente carregado com energia solar fotovoltaica.
(__)O eBus é uma parceria entre universidade pública e empresas privadas.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
Alternativas
Q3668705 Português
Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar

Pesquisadores do Laboratório Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina estão propondo uma solução inovadora para lidar com os altos custos dos combustíveis: veículos movidos a energia solar.

O eBus, o primeiro protótipo apresentado, é um ônibus que funciona exclusivamente com eletricidade gerada pelo sol. Desenvolvido e montado inteiramente no Brasil, com o apoio das empresas WEG, Marco Polo e Eletra, é o primeiro veículo elétrico a bateria que é totalmente carregado com energia solar fotovoltaica.

A recarga do eBus é feita na própria sede do Laboratório Fotovoltaica e ocorre após cada rota. Além de proporcionar mobilidade sustentável, o ônibus  serve como um laboratório móvel, contribuindo para a coleta de dados e análise da viabilidade da tecnologia implementada.

O objetivo dos pesquisadores é aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento do ônibus solar para, em um futuro próximo, poder implementar essa tecnologia no transporte público em todo o Brasil.

O eBus também possui um Sistema de Frenagem Regenerativa, que aproveita o movimento das rodas e o freio do veículo para gerar energia cinética, convertendo-a em eletricidade que é devolvida às baterias do ônibus.

Essa iniciativa demonstra o potencial das energias renováveis e a busca por alternativas mais sustentáveis para o transporte público. Ao adotar veículos movidos a energia solar, podemos reduzir os custos de combustível e as emissões de poluentes, contribuindo para um futuro mais limpo e sustentável.


Retirado e adaptado de: VIERA, Marta. Brasileiros propõe veículos movidos a energia solar. Notícias em Português. Disponível em: o--mm ovvdoss-aaenerga-sola/ .co.uk/2023/07/09/brasileiros-propoe-veiculos-movidos-a-energia-solar/ Acesso em: 13 jul., 2023.
A respeito da função da linguagem predominante no texto "Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar", analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas:
I. A função da linguagem predominante no texto é a chamada referencial ou denotativa.
PORQUE
II. A função da linguagem está centrada no canal ou veículo de comunicação, é aquela em que a intencionalidade está na manutenção do ato comunicativo, ou seja, quando o emissor busca estratégias para manter a interação com o receptor.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Alternativas
Q3668704 Português
Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar

Pesquisadores do Laboratório Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina estão propondo uma solução inovadora para lidar com os altos custos dos combustíveis: veículos movidos a energia solar.

O eBus, o primeiro protótipo apresentado, é um ônibus que funciona exclusivamente com eletricidade gerada pelo sol. Desenvolvido e montado inteiramente no Brasil, com o apoio das empresas WEG, Marco Polo e Eletra, é o primeiro veículo elétrico a bateria que é totalmente carregado com energia solar fotovoltaica.

A recarga do eBus é feita na própria sede do Laboratório Fotovoltaica e ocorre após cada rota. Além de proporcionar mobilidade sustentável, o ônibus  serve como um laboratório móvel, contribuindo para a coleta de dados e análise da viabilidade da tecnologia implementada.

O objetivo dos pesquisadores é aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento do ônibus solar para, em um futuro próximo, poder implementar essa tecnologia no transporte público em todo o Brasil.

O eBus também possui um Sistema de Frenagem Regenerativa, que aproveita o movimento das rodas e o freio do veículo para gerar energia cinética, convertendo-a em eletricidade que é devolvida às baterias do ônibus.

Essa iniciativa demonstra o potencial das energias renováveis e a busca por alternativas mais sustentáveis para o transporte público. Ao adotar veículos movidos a energia solar, podemos reduzir os custos de combustível e as emissões de poluentes, contribuindo para um futuro mais limpo e sustentável.


Retirado e adaptado de: VIERA, Marta. Brasileiros propõe veículos movidos a energia solar. Notícias em Português. Disponível em: o--mm ovvdoss-aaenerga-sola/ .co.uk/2023/07/09/brasileiros-propoe-veiculos-movidos-a-energia-solar/ Acesso em: 13 jul., 2023.
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona figuras de linguagem a seus exemplos:
Primeira coluna: figura de linguagem (1) Polissíndeto (2) Lilote (3) Hipérbole (4) Silepse
Segunda coluna: exemplo (__)Essa tecnologia não é nada barata, mas gosto do seu resultado. (__)A gente ficou empolgadas ao saber do projeto do eBus. (__)Eu já te expliquei mil vezes porque é importante investir em tecnologia sustentável. (__)O tempo passa e a tecnologia avança e o humano cria coisas e não percebe o dano à natureza.

Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Alternativas
Q3668703 Português
Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar

Pesquisadores do Laboratório Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina estão propondo uma solução inovadora para lidar com os altos custos dos combustíveis: veículos movidos a energia solar.

O eBus, o primeiro protótipo apresentado, é um ônibus que funciona exclusivamente com eletricidade gerada pelo sol. Desenvolvido e montado inteiramente no Brasil, com o apoio das empresas WEG, Marco Polo e Eletra, é o primeiro veículo elétrico a bateria que é totalmente carregado com energia solar fotovoltaica.

A recarga do eBus é feita na própria sede do Laboratório Fotovoltaica e ocorre após cada rota. Além de proporcionar mobilidade sustentável, o ônibus  serve como um laboratório móvel, contribuindo para a coleta de dados e análise da viabilidade da tecnologia implementada.

O objetivo dos pesquisadores é aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento do ônibus solar para, em um futuro próximo, poder implementar essa tecnologia no transporte público em todo o Brasil.

O eBus também possui um Sistema de Frenagem Regenerativa, que aproveita o movimento das rodas e o freio do veículo para gerar energia cinética, convertendo-a em eletricidade que é devolvida às baterias do ônibus.

Essa iniciativa demonstra o potencial das energias renováveis e a busca por alternativas mais sustentáveis para o transporte público. Ao adotar veículos movidos a energia solar, podemos reduzir os custos de combustível e as emissões de poluentes, contribuindo para um futuro mais limpo e sustentável.


Retirado e adaptado de: VIERA, Marta. Brasileiros propõe veículos movidos a energia solar. Notícias em Português. Disponível em: o--mm ovvdoss-aaenerga-sola/ .co.uk/2023/07/09/brasileiros-propoe-veiculos-movidos-a-energia-solar/ Acesso em: 13 jul., 2023.
O texto "Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar" está organizado em algumas partes. São elas:
1.Indicação do funcionamento. 2.Adição de característica do eBus. 3.Contextualização do projeto. 4.Apresentação do objetivo. 5.Argumentação sobre sustentabilidade. 6.Apresentação do eBus.

Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta em que essas partes aparecem no texto:
Alternativas
Q3668702 Português
Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar

Pesquisadores do Laboratório Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina estão propondo uma solução inovadora para lidar com os altos custos dos combustíveis: veículos movidos a energia solar.

O eBus, o primeiro protótipo apresentado, é um ônibus que funciona exclusivamente com eletricidade gerada pelo sol. Desenvolvido e montado inteiramente no Brasil, com o apoio das empresas WEG, Marco Polo e Eletra, é o primeiro veículo elétrico a bateria que é totalmente carregado com energia solar fotovoltaica.

A recarga do eBus é feita na própria sede do Laboratório Fotovoltaica e ocorre após cada rota. Além de proporcionar mobilidade sustentável, o ônibus  serve como um laboratório móvel, contribuindo para a coleta de dados e análise da viabilidade da tecnologia implementada.

O objetivo dos pesquisadores é aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento do ônibus solar para, em um futuro próximo, poder implementar essa tecnologia no transporte público em todo o Brasil.

O eBus também possui um Sistema de Frenagem Regenerativa, que aproveita o movimento das rodas e o freio do veículo para gerar energia cinética, convertendo-a em eletricidade que é devolvida às baterias do ônibus.

Essa iniciativa demonstra o potencial das energias renováveis e a busca por alternativas mais sustentáveis para o transporte público. Ao adotar veículos movidos a energia solar, podemos reduzir os custos de combustível e as emissões de poluentes, contribuindo para um futuro mais limpo e sustentável.


Retirado e adaptado de: VIERA, Marta. Brasileiros propõe veículos movidos a energia solar. Notícias em Português. Disponível em: o--mm ovvdoss-aaenerga-sola/ .co.uk/2023/07/09/brasileiros-propoe-veiculos-movidos-a-energia-solar/ Acesso em: 13 jul., 2023.
São características do gênero textual ao qual pertence o texto "Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar":
I.Trata-se de um gênero literário.
II.Consiste em um texto de cunho informativo.
III.Apresenta fatos ficcionais.
IV.Aborda fatos atuais.

É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3668701 Português
Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar

Pesquisadores do Laboratório Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina estão propondo uma solução inovadora para lidar com os altos custos dos combustíveis: veículos movidos a energia solar.

O eBus, o primeiro protótipo apresentado, é um ônibus que funciona exclusivamente com eletricidade gerada pelo sol. Desenvolvido e montado inteiramente no Brasil, com o apoio das empresas WEG, Marco Polo e Eletra, é o primeiro veículo elétrico a bateria que é totalmente carregado com energia solar fotovoltaica.

A recarga do eBus é feita na própria sede do Laboratório Fotovoltaica e ocorre após cada rota. Além de proporcionar mobilidade sustentável, o ônibus  serve como um laboratório móvel, contribuindo para a coleta de dados e análise da viabilidade da tecnologia implementada.

O objetivo dos pesquisadores é aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento do ônibus solar para, em um futuro próximo, poder implementar essa tecnologia no transporte público em todo o Brasil.

O eBus também possui um Sistema de Frenagem Regenerativa, que aproveita o movimento das rodas e o freio do veículo para gerar energia cinética, convertendo-a em eletricidade que é devolvida às baterias do ônibus.

Essa iniciativa demonstra o potencial das energias renováveis e a busca por alternativas mais sustentáveis para o transporte público. Ao adotar veículos movidos a energia solar, podemos reduzir os custos de combustível e as emissões de poluentes, contribuindo para um futuro mais limpo e sustentável.


Retirado e adaptado de: VIERA, Marta. Brasileiros propõe veículos movidos a energia solar. Notícias em Português. Disponível em: o--mm ovvdoss-aaenerga-sola/ .co.uk/2023/07/09/brasileiros-propoe-veiculos-movidos-a-energia-solar/ Acesso em: 13 jul., 2023.
Analise o seguinte trecho retirado de "Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar":
O eBus, o primeiro protótipo apresentado, é um ônibus que funciona exclusivamente com eletricidade gerada pelo sol.
Assinale a alternativa que poderia substituir a palavra em destaque sem prejuízo de valor no trecho: 
Alternativas
Q3668700 Português
Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar

Pesquisadores do Laboratório Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina estão propondo uma solução inovadora para lidar com os altos custos dos combustíveis: veículos movidos a energia solar.

O eBus, o primeiro protótipo apresentado, é um ônibus que funciona exclusivamente com eletricidade gerada pelo sol. Desenvolvido e montado inteiramente no Brasil, com o apoio das empresas WEG, Marco Polo e Eletra, é o primeiro veículo elétrico a bateria que é totalmente carregado com energia solar fotovoltaica.

A recarga do eBus é feita na própria sede do Laboratório Fotovoltaica e ocorre após cada rota. Além de proporcionar mobilidade sustentável, o ônibus  serve como um laboratório móvel, contribuindo para a coleta de dados e análise da viabilidade da tecnologia implementada.

O objetivo dos pesquisadores é aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento do ônibus solar para, em um futuro próximo, poder implementar essa tecnologia no transporte público em todo o Brasil.

O eBus também possui um Sistema de Frenagem Regenerativa, que aproveita o movimento das rodas e o freio do veículo para gerar energia cinética, convertendo-a em eletricidade que é devolvida às baterias do ônibus.

Essa iniciativa demonstra o potencial das energias renováveis e a busca por alternativas mais sustentáveis para o transporte público. Ao adotar veículos movidos a energia solar, podemos reduzir os custos de combustível e as emissões de poluentes, contribuindo para um futuro mais limpo e sustentável.


Retirado e adaptado de: VIERA, Marta. Brasileiros propõe veículos movidos a energia solar. Notícias em Português. Disponível em: o--mm ovvdoss-aaenerga-sola/ .co.uk/2023/07/09/brasileiros-propoe-veiculos-movidos-a-energia-solar/ Acesso em: 13 jul., 2023.
Sobre as relações coesivas e sentidos construídos em "Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar", analise as afirmações a seguir:
I.No segundo parágrafo, "é o primeiro veículo elétrico a bateria" se refere ao "eBus".
II.No terceiro parágrafo, "o ônibus" é um elemento anafórico de "laboratório móvel".
II.No quarto parágrafo, "dos pesquisadores" se refere ao grupo do Laboratório Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina.
V.No último parágrafo, "Essa iniciativa" está se referindo ao Sistema de Frenagem Regenerativa do eBus.

É correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3668698 Português
Brasileiros propõem veículos movidos a energia solar

Pesquisadores do Laboratório Fotovoltaica da Universidade Federal de Santa Catarina estão propondo uma solução inovadora para lidar com os altos custos dos combustíveis: veículos movidos a energia solar.

O eBus, o primeiro protótipo apresentado, é um ônibus que funciona exclusivamente com eletricidade gerada pelo sol. Desenvolvido e montado inteiramente no Brasil, com o apoio das empresas WEG, Marco Polo e Eletra, é o primeiro veículo elétrico a bateria que é totalmente carregado com energia solar fotovoltaica.

A recarga do eBus é feita na própria sede do Laboratório Fotovoltaica e ocorre após cada rota. Além de proporcionar mobilidade sustentável, o ônibus  serve como um laboratório móvel, contribuindo para a coleta de dados e análise da viabilidade da tecnologia implementada.

O objetivo dos pesquisadores é aprofundar o conhecimento sobre o funcionamento do ônibus solar para, em um futuro próximo, poder implementar essa tecnologia no transporte público em todo o Brasil.

O eBus também possui um Sistema de Frenagem Regenerativa, que aproveita o movimento das rodas e o freio do veículo para gerar energia cinética, convertendo-a em eletricidade que é devolvida às baterias do ônibus.

Essa iniciativa demonstra o potencial das energias renováveis e a busca por alternativas mais sustentáveis para o transporte público. Ao adotar veículos movidos a energia solar, podemos reduzir os custos de combustível e as emissões de poluentes, contribuindo para um futuro mais limpo e sustentável.


Retirado e adaptado de: VIERA, Marta. Brasileiros propõe veículos movidos a energia solar. Notícias em Português. Disponível em: o--mm ovvdoss-aaenerga-sola/ .co.uk/2023/07/09/brasileiros-propoe-veiculos-movidos-a-energia-solar/ Acesso em: 13 jul., 2023.
A respeito dos sentidos das palavras no texto, analise o trecho a seguir: Ao adotar veículos movidos a energia solar, podemos reduzir os custos de combustível e as emissões de poluentes, contribuindo para um futuro mais limpo e sustentável. Agora, analise as afirmações. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)A palavra "adotar" foi empregada com sentido denotativo no trecho.
(__)A palavra "limpo" foi utilizada com sentido conotativo no trecho.
(__)A palavra "emissões" poderia ser substituída por "remessa" sem prejuízo de sentido.

Assinale a alternativa com a sequência correta:
Alternativas
Q3668417 Português
A Lebre e a Tartaruga
Uma tartaruga e uma lebre discutiam sobre qual era a mais rápida. Então, marcaram um dia e um lugar para apostar uma corrida. Ora, a lebre, confiando em sua rapidez natural, não se apressou em correr, deitou no caminho e dormiu. Mas a tartaruga, consciente de sua lentidão, não parou de correr e, assim, ultrapassou a lebre que dormia, chegando ao fim e obtendo a vitória.
Analisando o texto acima, é correto afirmar que se trata de:
Alternativas
Q3668390 Português
Normose


    Lendo uma entrevista do professor Hermógenes, 86 anos, considerado o fundador da ioga no Brasil, ouvi uma palavra inventada por ele que me pareceu muito procedente: ele disse que o ser humano está sofrendo de normose, a doença de ser normal. Todo mundo quer se encaixar num padrão. Só que o padrão propagado não é exatamente fácil de alcançar. O sujeito "normal" é magro, alegre, belo, sociável, e bem-sucedido. Quem não se "normaliza" acaba adoecendo. A angústia de não ser o que os outros esperam de nós gera bulimias, depressões, síndromes do pânico e outras manifestações de não enquadramento. A pergunta a ser feita é: quem espera o que de nós? Quem são esses ditadores de comportamento a quem estamos outorgando tanto poder sobre nossas vidas?

    Eles não existem. Nenhum João, Zé ou Ana bate à sua porta exigindo que você seja assim ou assado. Quem nos exige é uma coletividade abstrata que ganha "presença" através de modelos de comportamento amplamente divulgados. Só que não existe lei que obrigue você a ser do mesmo jeito que todos, seja lá quem for todos. Melhor se preocupar em ser você mesmo.

    A normose não é brincadeira. Ela estimula a inveja, a auto-depreciação e a ânsia de querer o que não se precisa. Você precisa de quantos pares de sapato? Comparecer em quantas festas por mês? Pesar quantos quilos até o verão chegar?

    Não é necessário fazer curso de nada para aprender a se desapegar de exigências fictícias. Um pouco de auto-estima basta. Pense nas pessoas que você mais admira: não são as que seguem todas as regras bovinamente, e sim aquelas que desenvolveram personalidade própria e arcaram com os riscos de viver uma vida a seu modo. Criaram o seu "normal" e jogaram fora a fórmula, não patentearam, não passaram adiante. O normal de cada um tem que ser original. Não adianta querer tomar para si as ilusões e desejos dos outros. É fraude. E uma vida fraudulenta faz sofrer demais.

    Eu não sou filiada, seguidora, fiel, ou discípula de nenhuma religião ou crença, mas simpatizo cada vez mais com quem nos ajuda a remover obstáculos mentais e emocionais, e a viver de forma mais íntegra, simples e sincera. Por isso divulgo o alerta: a normose está doutrinando erradamente muitos homens e mulheres que poderiam, se quisessem, ser bem mais autênticos e felizes. 


(Martha Medeiros – O pensador: https://www.pensador.com/sobre_professores_martha_ medeiros/. Acesso: 13.09.23) 
Assinale a alternativa que apresenta o sentido de aconselhamento realizado pela autora aos leitores. 
Alternativas
Respostas
42461: B
42462: E
42463: A
42464: C
42465: B
42466: A
42467: A
42468: B
42469: E
42470: B
42471: E
42472: A
42473: D
42474: C
42475: D
42476: A
42477: X
42478: A
42479: B
42480: B