Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2353458 Português
Entenda o que realmente é a Síndrome de Burnout

        Herbert J. Freudenberger nasceu em 1926, em Frankfurt, Alemanha. Quando os nazistas ascenderam ao poder, em 1933, sua família conseguiu enviá-lo aos Estados Unidos com um passaporte falso. Por um tempo, o garoto teve que se virar sozinho, nas ruas de Nova York, até encontrar abrigo na casa de um primo mais velho. Suas ótimas notas na escola lhe garantiram uma vaga na Faculdade do Brooklyn, onde cursou psicologia.
        Fascinado pelo conceito, e relembrando a época em que ele mesmo dormia na rua, o psicólogo abriu sua própria free clinic em Nova York, com foco em atender dependentes químicos. Freudenberger conciliava o trabalho voluntário com os atendimentos em seu consultório, que lhe tomavam 10 horas por dia. Mesmo assim, fazia a dupla jornada todas as noites, de segunda a sexta.
        Não demorou para ficar claro que essa rotina não era nada saudável. “Os outros voluntários da clínica apresentavam os mesmos problemas. Os próprios funcionários procuravam Freudenberger com quadros de “depressão, apatia e agitação”. Quem era cuidador acabava virando paciente.
        Nos anos seguintes, Freudenberger se dedicou a estudar o fenômeno. Mas, antes de tudo, precisava de um nome para esse padrão de sintomas. A solução foi emprestar uma gíria que era usada por seus próprios pacientes para descrever a sensação devastadora que o abuso de drogas deixa: “burnout”, do verbo to burn, “queimar”. Em português, significa “esgotamento”. Assim como um fósforo que queimou até o final, os dependentes químicos se sentiam exauridos, sem energia alguma, na ressaca dos narcóticos. Como era mais ou menos assim que os profissionais exaustos se descreviam, o psicólogo importou a gíria de rua para o meio acadêmico.
        Freudenberger então começou a procurar pelo que chamava de “burnout ocupacional”. E onde olhava, encontrava. Médicos, enfermeiros, policiais, professores, bibliotecários – o burnout parecia absolutamente generalizado. Há 40 anos, o termo ainda era acadêmico. E permaneceu assim por décadas. Falava-se o tempo todo em “estresse”, mas não em algo tão específico quanto o burnout, o esgotamento causado exclusivamente pelo trabalho.
        O termo cunhado por ele está na ponta da língua de todo mundo. Uma pesquisa da Deloitte descobriu que 77% dos trabalhadores americanos afirmam já ter passado por um quadro de burnout, considerando apenas o emprego atual. No começo do ano, a Organização Mundial da Saúde incluiu oficialmente a Síndrome de Burnout na Classificação Internacional de Doenças (CID- -11), chamando atenção global para o tema.
        Se em 1980 o incêndio parecia “estar se espalhando”, hoje, pelo jeito, já tomou a floresta inteira. Mesmo assim, a pergunta que Freudenberger fez sobre o porquê do fenômeno segue sem respostas claras.
        A ideia de que trabalhar demais causa esgotamento não tem nada de nova. Muito antes de Freudenberger teorizar o burnout, a medicina já tinha o termo “neurastenia” para descrever quadros de exaustão emocional, muitas vezes ligados a jornadas de trabalho excessivas. Acontece que a neurastenia era um termo guarda-chuva, usado para diagnosticar qualquer quadro de cansaço ou tristeza, independentemente da origem do problema.
        Mas o que sabemos hoje sobre o assunto é em grande parte fruto do trabalho de outra profissional, a psicóloga Christina Maslach, da Universidade da Califórnia. “Burnout é uma síndrome conceituada como resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”, define a CID-11. A descrição é curta e grossa, mas só dela já dá para tirar conclusões importantes.
        A primeira: burnout não é uma doença ou condição médica. É diferente, por exemplo, de um quadro de depressão, que pode ser tratado via medicação e terapia. Trata-se de uma “síndrome”, ou seja, de um conjunto de sintomas.
        A segunda: o burnout é um “fenômeno ocupacional”. Significa que o termo só se aplica a cenários ligados ao trabalho. Não existe burnout, ao menos com essa denominação, em outras áreas da vida. Ele está sempre ligado ao ambiente de trabalho. É uma condição ambiental. Para solucioná-la, não basta terapia e medicação.
        A terceira: o burnout nada mais é do que um quadro de estresse, que, sem resolução por um longo período de tempo, tornou-se crônico. Para entender o que é burnout, então, é preciso compreender primeiro o que é estresse.
        “O estresse é qualquer situação que requer uma adaptação, seja ela positiva ou negativa. Uma promoção no trabalho ou o nascimento de um filho são situações que causam estresse, mas, em geral, são positivas. Uma demissão requer adaptação, e é negativa”, explica Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR). Ou seja: o estresse requer esforço para nos adaptarmos a novas condições do ambiente, sejam elas boas ou ruins.
        Por isso o burnout não pode ser considerado uma doença. Trata-se de um quadro de estresse permanente. Se o ambiente sempre exige que tenhamos que abrir mão de algo ou gastar energia para resolver algum impasse, ficamos inevitavelmente esgotados. Repita isso diariamente por seis meses, mais ou menos, e você terá um quadro crônico – o burnout.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/carreira/. Fragmento.)
A ligação harmoniosa entre as partes do texto é fundamental para a compreensão do que está escrito. A coesão anafórica é um dos recursos que contribuem para essa ligação harmoniosa. Todos os segundos termos sublinhados a seguir são exemplos de coesão anafórica dos anteriormente sublinhados, EXCETO:
Alternativas
Q2353455 Português
Entenda o que realmente é a Síndrome de Burnout

        Herbert J. Freudenberger nasceu em 1926, em Frankfurt, Alemanha. Quando os nazistas ascenderam ao poder, em 1933, sua família conseguiu enviá-lo aos Estados Unidos com um passaporte falso. Por um tempo, o garoto teve que se virar sozinho, nas ruas de Nova York, até encontrar abrigo na casa de um primo mais velho. Suas ótimas notas na escola lhe garantiram uma vaga na Faculdade do Brooklyn, onde cursou psicologia.
        Fascinado pelo conceito, e relembrando a época em que ele mesmo dormia na rua, o psicólogo abriu sua própria free clinic em Nova York, com foco em atender dependentes químicos. Freudenberger conciliava o trabalho voluntário com os atendimentos em seu consultório, que lhe tomavam 10 horas por dia. Mesmo assim, fazia a dupla jornada todas as noites, de segunda a sexta.
        Não demorou para ficar claro que essa rotina não era nada saudável. “Os outros voluntários da clínica apresentavam os mesmos problemas. Os próprios funcionários procuravam Freudenberger com quadros de “depressão, apatia e agitação”. Quem era cuidador acabava virando paciente.
        Nos anos seguintes, Freudenberger se dedicou a estudar o fenômeno. Mas, antes de tudo, precisava de um nome para esse padrão de sintomas. A solução foi emprestar uma gíria que era usada por seus próprios pacientes para descrever a sensação devastadora que o abuso de drogas deixa: “burnout”, do verbo to burn, “queimar”. Em português, significa “esgotamento”. Assim como um fósforo que queimou até o final, os dependentes químicos se sentiam exauridos, sem energia alguma, na ressaca dos narcóticos. Como era mais ou menos assim que os profissionais exaustos se descreviam, o psicólogo importou a gíria de rua para o meio acadêmico.
        Freudenberger então começou a procurar pelo que chamava de “burnout ocupacional”. E onde olhava, encontrava. Médicos, enfermeiros, policiais, professores, bibliotecários – o burnout parecia absolutamente generalizado. Há 40 anos, o termo ainda era acadêmico. E permaneceu assim por décadas. Falava-se o tempo todo em “estresse”, mas não em algo tão específico quanto o burnout, o esgotamento causado exclusivamente pelo trabalho.
        O termo cunhado por ele está na ponta da língua de todo mundo. Uma pesquisa da Deloitte descobriu que 77% dos trabalhadores americanos afirmam já ter passado por um quadro de burnout, considerando apenas o emprego atual. No começo do ano, a Organização Mundial da Saúde incluiu oficialmente a Síndrome de Burnout na Classificação Internacional de Doenças (CID- -11), chamando atenção global para o tema.
        Se em 1980 o incêndio parecia “estar se espalhando”, hoje, pelo jeito, já tomou a floresta inteira. Mesmo assim, a pergunta que Freudenberger fez sobre o porquê do fenômeno segue sem respostas claras.
        A ideia de que trabalhar demais causa esgotamento não tem nada de nova. Muito antes de Freudenberger teorizar o burnout, a medicina já tinha o termo “neurastenia” para descrever quadros de exaustão emocional, muitas vezes ligados a jornadas de trabalho excessivas. Acontece que a neurastenia era um termo guarda-chuva, usado para diagnosticar qualquer quadro de cansaço ou tristeza, independentemente da origem do problema.
        Mas o que sabemos hoje sobre o assunto é em grande parte fruto do trabalho de outra profissional, a psicóloga Christina Maslach, da Universidade da Califórnia. “Burnout é uma síndrome conceituada como resultante do estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”, define a CID-11. A descrição é curta e grossa, mas só dela já dá para tirar conclusões importantes.
        A primeira: burnout não é uma doença ou condição médica. É diferente, por exemplo, de um quadro de depressão, que pode ser tratado via medicação e terapia. Trata-se de uma “síndrome”, ou seja, de um conjunto de sintomas.
        A segunda: o burnout é um “fenômeno ocupacional”. Significa que o termo só se aplica a cenários ligados ao trabalho. Não existe burnout, ao menos com essa denominação, em outras áreas da vida. Ele está sempre ligado ao ambiente de trabalho. É uma condição ambiental. Para solucioná-la, não basta terapia e medicação.
        A terceira: o burnout nada mais é do que um quadro de estresse, que, sem resolução por um longo período de tempo, tornou-se crônico. Para entender o que é burnout, então, é preciso compreender primeiro o que é estresse.
        “O estresse é qualquer situação que requer uma adaptação, seja ela positiva ou negativa. Uma promoção no trabalho ou o nascimento de um filho são situações que causam estresse, mas, em geral, são positivas. Uma demissão requer adaptação, e é negativa”, explica Ana Maria Rossi, presidente da International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR). Ou seja: o estresse requer esforço para nos adaptarmos a novas condições do ambiente, sejam elas boas ou ruins.
        Por isso o burnout não pode ser considerado uma doença. Trata-se de um quadro de estresse permanente. Se o ambiente sempre exige que tenhamos que abrir mão de algo ou gastar energia para resolver algum impasse, ficamos inevitavelmente esgotados. Repita isso diariamente por seis meses, mais ou menos, e você terá um quadro crônico – o burnout.

(Disponível em: https://vocesa.abril.com.br/carreira/. Fragmento.)
Considerando os dois parágrafos inicias, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q2353336 Português
Leia o texto a seguir:

Riscos do cartão por aproximação

Fui vítima de assalto e imediatamente comuniquei ao banco. Durante esse intervalo, os criminosos realizaram duas compras por aproximação. Já reclamei com o banco que não reconheço essas compras, mas não tive retorno. Elisangela Silva, Belford Roxo.

A tecnologia costuma facilitar nossa vida, mas quando algo dá errado, pode se tornar um grande problema. Os cartões por aproximação, que permitem fazer compras apenas encostando o cartão na máquina, sem precisar digitar senha, são um exemplo disso. Segundo a advogada Soraya Goodman, as instituições devem adotar medidas de segurança, como estabelecer um limite para transações feitas por aproximação. No entanto, um golpista pode passar várias compras pequenas no cartão sem que percebamos. “O ideal seria exigir senha para qualquer valor”, enfatiza.


Fonte: https://odia.ig.com.br/colunas/reclamar-adianta/2023/12/6757913-riscos-docartao-por-aproximacao.html. Acesso em: 14 dez. 2023.
No trecho “Os cartões por aproximação, que permitem fazer compras apenas encostando o cartão na máquina, sem precisar digitar senha, são um exemplo disso” (2º parágrafo), a palavra grifada faz referência aos:
Alternativas
Q2353335 Português
Leia o texto a seguir:

Riscos do cartão por aproximação

Fui vítima de assalto e imediatamente comuniquei ao banco. Durante esse intervalo, os criminosos realizaram duas compras por aproximação. Já reclamei com o banco que não reconheço essas compras, mas não tive retorno. Elisangela Silva, Belford Roxo.

A tecnologia costuma facilitar nossa vida, mas quando algo dá errado, pode se tornar um grande problema. Os cartões por aproximação, que permitem fazer compras apenas encostando o cartão na máquina, sem precisar digitar senha, são um exemplo disso. Segundo a advogada Soraya Goodman, as instituições devem adotar medidas de segurança, como estabelecer um limite para transações feitas por aproximação. No entanto, um golpista pode passar várias compras pequenas no cartão sem que percebamos. “O ideal seria exigir senha para qualquer valor”, enfatiza.


Fonte: https://odia.ig.com.br/colunas/reclamar-adianta/2023/12/6757913-riscos-docartao-por-aproximacao.html. Acesso em: 14 dez. 2023.
O texto anterior tem como objetivo central:
Alternativas
Q2353307 Português
Leia o texto a seguir:

Indústria projeta PIB de 1,7% para 2024 e alta de 3% neste ano, aponta CNI

Na área de transformação e de construção, a previsão de crescimento para 2024 é mais modesta, com 0,3% e 0,7%, respectivamente

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta uma expansão da economia brasileira de 1,7% em 2024. Para este ano, a entidade espera que o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) cresça 3%, o mesmo percentual de 2022. As previsões estão no Informe Conjuntural: Economia Brasileira 2023-2024 divulgado nesta quinta-feira, 14, em Brasília.

“O resultado é positivo, mas o crescimento de 2023 não dá início a um novo ciclo de desenvolvimento”, avalia a entidade em nota. Ainda de acordo com a CNI, isso se deve porque “o PIB atual foi construído sobre fatores conjunturais excepcionais, como o expressivo crescimento do PIB da agropecuária, e com queda dos investimentos produtivos”.

Na indústria de transformação e de construção, a previsão de crescimento para 2024 é mais modesta, com 0,3% e 0,7%, respectivamente. A alta, no entanto, recupera as quedas verificadas neste ano. A indústria de transformação deve encerrar 2023 com queda de 0,7%. A indústria da construção, por sua vez, deve ter um recuo de 0,6%.


Fonte: https://odia.ig.com.br/economia/2023/12/6758476-industria-projeta-pib-de17-para-2024-e-alta-de-3-neste-ano-aponta-cni.html. Acesso em: 14 dez. 2023. Texto adaptado.
No trecho “O resultado é positivo, mas o crescimento de 2023 não dá início a um novo ciclo de desenvolvimento, avalia a entidade em nota” (2º parágrafo), o termo destacado refere-se:
Alternativas
Q2353306 Português
Leia o texto a seguir:

Indústria projeta PIB de 1,7% para 2024 e alta de 3% neste ano, aponta CNI

Na área de transformação e de construção, a previsão de crescimento para 2024 é mais modesta, com 0,3% e 0,7%, respectivamente

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta uma expansão da economia brasileira de 1,7% em 2024. Para este ano, a entidade espera que o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) cresça 3%, o mesmo percentual de 2022. As previsões estão no Informe Conjuntural: Economia Brasileira 2023-2024 divulgado nesta quinta-feira, 14, em Brasília.

“O resultado é positivo, mas o crescimento de 2023 não dá início a um novo ciclo de desenvolvimento”, avalia a entidade em nota. Ainda de acordo com a CNI, isso se deve porque “o PIB atual foi construído sobre fatores conjunturais excepcionais, como o expressivo crescimento do PIB da agropecuária, e com queda dos investimentos produtivos”.

Na indústria de transformação e de construção, a previsão de crescimento para 2024 é mais modesta, com 0,3% e 0,7%, respectivamente. A alta, no entanto, recupera as quedas verificadas neste ano. A indústria de transformação deve encerrar 2023 com queda de 0,7%. A indústria da construção, por sua vez, deve ter um recuo de 0,6%.


Fonte: https://odia.ig.com.br/economia/2023/12/6758476-industria-projeta-pib-de17-para-2024-e-alta-de-3-neste-ano-aponta-cni.html. Acesso em: 14 dez. 2023. Texto adaptado.
Com base na leitura do texto, depreende-se que o “expressivo crescimento do PIB da agropecuária” e a “queda dos investimentos produtivos”:
Alternativas
Q2353305 Português
Leia o texto a seguir:

Indústria projeta PIB de 1,7% para 2024 e alta de 3% neste ano, aponta CNI

Na área de transformação e de construção, a previsão de crescimento para 2024 é mais modesta, com 0,3% e 0,7%, respectivamente

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) projeta uma expansão da economia brasileira de 1,7% em 2024. Para este ano, a entidade espera que o Produto Interno Bruto (PIB – a soma dos bens e serviços produzidos no país) cresça 3%, o mesmo percentual de 2022. As previsões estão no Informe Conjuntural: Economia Brasileira 2023-2024 divulgado nesta quinta-feira, 14, em Brasília.

“O resultado é positivo, mas o crescimento de 2023 não dá início a um novo ciclo de desenvolvimento”, avalia a entidade em nota. Ainda de acordo com a CNI, isso se deve porque “o PIB atual foi construído sobre fatores conjunturais excepcionais, como o expressivo crescimento do PIB da agropecuária, e com queda dos investimentos produtivos”.

Na indústria de transformação e de construção, a previsão de crescimento para 2024 é mais modesta, com 0,3% e 0,7%, respectivamente. A alta, no entanto, recupera as quedas verificadas neste ano. A indústria de transformação deve encerrar 2023 com queda de 0,7%. A indústria da construção, por sua vez, deve ter um recuo de 0,6%.


Fonte: https://odia.ig.com.br/economia/2023/12/6758476-industria-projeta-pib-de17-para-2024-e-alta-de-3-neste-ano-aponta-cni.html. Acesso em: 14 dez. 2023. Texto adaptado.
A leitura da notícia permite a conclusão de que o crescimento do PIB, na economia brasileira em 2023 (ano de publicação do texto), em termos percentuais, será:
Alternativas
Q2353254 Português
Leia o texto a seguir:

Crianças com deficiência visitam a Casa do Papai Noel em Volta Redonda

Cinquenta e três crianças com atraso no desenvolvimento, Transtorno do Espectro Autista e transtornos conectados visitaram atração

A Casa do Papai Noel, localizada na Vila Santa Cecília, em Volta Redonda, recebeu visitantes especiais na tarde desta quarta-feira (13). Cinquenta e três crianças com deficiência assistidas pelo espaço Evoluir – Habilitação e Reabilitação ganharam presente das mãos do Papai Noel, com prioridade no atendimento. Depois da foto com o Bom Velhinho, as crianças apresentaram uma coreografia da música “Vem que está chegando o Natal”, de Aline Barros.

O prefeito Antonio Francisco Neto, que se recupera de uma cirurgia durante as férias, afirmou que o “Natal da Cidadania” da Prefeitura de Volta Redonda está cada vez mais inclusivo. “A prefeitura está desenvolvendo diversos projetos voltados para a inclusão das Pessoas com Deficiência (PCD), e a Casa do Papai Noel não podia ficar de fora. Tenho certeza de que nossa equipe está bem treinada para receber esse público com o carinho de sempre”, afirmou.

De acordo com o gestor do Banco da Cidadania, Ricardo Ballarini, um dos organizadores do “Natal da Cidadania”, a visita foi agendada previamente, facilitando o trabalho da equipe na hora de garantir a prioridade na fila.

“Antes das 14h, horário de abertura da Casa do Papai Noel, as crianças já estavam na fila e entraram, uma a uma, com os responsáveis. Para a Pessoa com Deficiência (PCD), é fundamental o acolhimento e a agilidade no atendimento”, falou, lembrando que, caso alguma instituição queira agendar uma visita, deve entrar em contato pelo telefone (24) 3339-2449, do Banco da Cidadania, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Fabiana Campos Ferreira estava com os filhos Bernardo, de nove anos, e Pedro, de dois anos e meio, que é autista. “Os meninos adoraram o passeio. A organização da fila foi perfeita, quase não esperamos, o que é muito importante quando se trata de crianças com deficiência. Além disso, o Papai Noel foi muito atencioso com as crianças. Pensei que o Pedro fosse ficar receoso, mas logo se distraiu com a roupa e os acessórios natalinos”, contou.

Sabrina Frias é mãe do Nícolas, de três anos, e também aprovou a iniciativa. “Esse tipo de atividade, que promove interação social, é importante para as PCD. E o ambiente aqui é organizado e tranquilo. Ficamos muito felizes”, falou.


Fonte: https://odia.ig.com.br/volta-redonda/2023/12/6758219-criancascom-deficiencia-visitam-a-casa-do-papai-noel-em-volta-redonda.html. Excerto adaptado. Acesso em: 14 dez. 2023.
O texto apresentado é um gênero jornalístico que tem como objetivo informar um fato recente. Esse texto, portanto, classifica-se como um exemplo de:
Alternativas
Q2353253 Português
Leia o texto a seguir:

Crianças com deficiência visitam a Casa do Papai Noel em Volta Redonda

Cinquenta e três crianças com atraso no desenvolvimento, Transtorno do Espectro Autista e transtornos conectados visitaram atração

A Casa do Papai Noel, localizada na Vila Santa Cecília, em Volta Redonda, recebeu visitantes especiais na tarde desta quarta-feira (13). Cinquenta e três crianças com deficiência assistidas pelo espaço Evoluir – Habilitação e Reabilitação ganharam presente das mãos do Papai Noel, com prioridade no atendimento. Depois da foto com o Bom Velhinho, as crianças apresentaram uma coreografia da música “Vem que está chegando o Natal”, de Aline Barros.

O prefeito Antonio Francisco Neto, que se recupera de uma cirurgia durante as férias, afirmou que o “Natal da Cidadania” da Prefeitura de Volta Redonda está cada vez mais inclusivo. “A prefeitura está desenvolvendo diversos projetos voltados para a inclusão das Pessoas com Deficiência (PCD), e a Casa do Papai Noel não podia ficar de fora. Tenho certeza de que nossa equipe está bem treinada para receber esse público com o carinho de sempre”, afirmou.

De acordo com o gestor do Banco da Cidadania, Ricardo Ballarini, um dos organizadores do “Natal da Cidadania”, a visita foi agendada previamente, facilitando o trabalho da equipe na hora de garantir a prioridade na fila.

“Antes das 14h, horário de abertura da Casa do Papai Noel, as crianças já estavam na fila e entraram, uma a uma, com os responsáveis. Para a Pessoa com Deficiência (PCD), é fundamental o acolhimento e a agilidade no atendimento”, falou, lembrando que, caso alguma instituição queira agendar uma visita, deve entrar em contato pelo telefone (24) 3339-2449, do Banco da Cidadania, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Fabiana Campos Ferreira estava com os filhos Bernardo, de nove anos, e Pedro, de dois anos e meio, que é autista. “Os meninos adoraram o passeio. A organização da fila foi perfeita, quase não esperamos, o que é muito importante quando se trata de crianças com deficiência. Além disso, o Papai Noel foi muito atencioso com as crianças. Pensei que o Pedro fosse ficar receoso, mas logo se distraiu com a roupa e os acessórios natalinos”, contou.

Sabrina Frias é mãe do Nícolas, de três anos, e também aprovou a iniciativa. “Esse tipo de atividade, que promove interação social, é importante para as PCD. E o ambiente aqui é organizado e tranquilo. Ficamos muito felizes”, falou.


Fonte: https://odia.ig.com.br/volta-redonda/2023/12/6758219-criancascom-deficiencia-visitam-a-casa-do-papai-noel-em-volta-redonda.html. Excerto adaptado. Acesso em: 14 dez. 2023.
A leitura do texto permite a conclusão de que:
Alternativas
Q2353223 Português
Identifique a figura de linguagem presente na seguinte frase: "O silêncio da noite sussurrava segredos ao vento." 
Alternativas
Q2353222 Português
Leia o trecho do poema “Todas as cartas de amor são ridículas" de Fernando Pessoa:

Todas as cartas de amor são Ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem Ridículas. Também escrevi em meu tempo cartas de amor, Como as outras, Ridículas. As cartas de amor, se há amor, Têm de ser Ridículas. Mas, afinal, Só as criaturas que nunca escreveram Cartas de amor É que são Ridículas. Quem me dera no tempo em que escrevia Sem dar por isso Cartas de amor Ridículas.
A verdade é que hoje As minhas memórias Dessas cartas de amor É que são Ridículas.

Qual é a reflexão mais profunda sugerida pelo autor sobre as cartas de amor?
Alternativas
Q2353191 Português
Leia o texto a seguir:

Presidentes da Venezuela e Guiana se reúnem para discutir sobre Essequibo

Países disputam direito à posse do território

Os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e da Guiana, Irfaan Ali, se reunirão nesta quinta-feira (14), um encontro que, segundo analistas, ajudará a reduzir as tensões, mas que terá pouco impacto para a resolução da antiga controvérsia territorial entre os dois países.

O encontro em São Vicente e Granadinas é promovido pela Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e pela Comunidade do Caribe (CARICOM), que expressaram preocupação com as declarações cada vez mais duras entre os dois governantes sobre Essequibo, uma área de 160.000 quilômetros quadrados rica em petróleo e em recursos naturais que é administrada por Georgetown e reivindicada por Caracas.


Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-e-ciencia/2023/12/6758234-presidentes-davenezuela-e-guiana-se-reunem-para-discutir-sobre-essequibo.html. Acesso em: 14  dez. 2023.
Segundo o texto, há uma “antiga controvérsia territorial” entre Venezuela e Guiana. No contexto de uso, a palavra grifada significa:
Alternativas
Q2353190 Português
Leia o texto a seguir:

Presidentes da Venezuela e Guiana se reúnem para discutir sobre Essequibo

Países disputam direito à posse do território

Os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e da Guiana, Irfaan Ali, se reunirão nesta quinta-feira (14), um encontro que, segundo analistas, ajudará a reduzir as tensões, mas que terá pouco impacto para a resolução da antiga controvérsia territorial entre os dois países.

O encontro em São Vicente e Granadinas é promovido pela Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e pela Comunidade do Caribe (CARICOM), que expressaram preocupação com as declarações cada vez mais duras entre os dois governantes sobre Essequibo, uma área de 160.000 quilômetros quadrados rica em petróleo e em recursos naturais que é administrada por Georgetown e reivindicada por Caracas.


Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-e-ciencia/2023/12/6758234-presidentes-davenezuela-e-guiana-se-reunem-para-discutir-sobre-essequibo.html. Acesso em: 14  dez. 2023.
Com base na leitura do texto, conclui-se que Venezuela e Guiana:
Alternativas
Q2353189 Português
Leia o texto a seguir:

Presidentes da Venezuela e Guiana se reúnem para discutir sobre Essequibo

Países disputam direito à posse do território

Os presidentes da Venezuela, Nicolás Maduro, e da Guiana, Irfaan Ali, se reunirão nesta quinta-feira (14), um encontro que, segundo analistas, ajudará a reduzir as tensões, mas que terá pouco impacto para a resolução da antiga controvérsia territorial entre os dois países.

O encontro em São Vicente e Granadinas é promovido pela Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (CELAC) e pela Comunidade do Caribe (CARICOM), que expressaram preocupação com as declarações cada vez mais duras entre os dois governantes sobre Essequibo, uma área de 160.000 quilômetros quadrados rica em petróleo e em recursos naturais que é administrada por Georgetown e reivindicada por Caracas.


Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-e-ciencia/2023/12/6758234-presidentes-davenezuela-e-guiana-se-reunem-para-discutir-sobre-essequibo.html. Acesso em: 14  dez. 2023.
O objetivo principal do texto é:
Alternativas
Q2353172 Português
Em uma sala de aula de Língua Portuguesa, a professora está explicando conceitos relacionados à Fonologia. Durante a explicação, ela destaca alguns elementos importantes. Qual dos itens abaixo representa corretamente um conceito relacionado aos aspectos fonológicos da língua?
Alternativas
Q2353171 Português
Identifique a alternativa que apresenta uma frase livre de vícios de linguagem: 
Alternativas
Q2353170 Português
Leia o trecho a seguir:

"Na entrevista, o candidato afirmou que 'a cidade estava doente', referindo-se à falta de investimentos em saúde. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta a figura de linguagem presente na expressão 'a cidade estava doente'.
Alternativas
Q2353169 Português
O termo "intertextualidade" refere-se à relação entre textos, na qual um texto dialoga com outro, estabelecendo conexões e referências. Em que tipo de intertextualidade ocorre quando um texto faz citações explícitas de outro, incorporando trechos ou ideias?
Alternativas
Q2353168 Português
Considere o seguinte texto:

"No ápice da montanha, contemplando a vastidão do vale, o aventureiro sentiu-se pequeno diante da grandiosidade da natureza, refletindo sobre a efemeridade da vida e a insignificância dos problemas cotidianos."

Com base nos princípios da textualidade, coesão e coerência, assinale a alternativa correta que melhor explica a relação entre os elementos do texto.
Alternativas
Q2353167 Português
Analise o trecho a seguir e escolha a alternativa que melhor caracteriza as escolhas linguísticas e estilísticas utilizadas.

"Na penumbra da noite, os silêncios se entrelaçavam como fios de uma trama intricada, sussurrando segredos que se perdiam nos recantos sombrios da consciência. A lua, testemunha silente, lançava seus raios pálidos sobre os contornos obscuros da realidade."

Com base nesse contexto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
40941: C
40942: A
40943: C
40944: B
40945: A
40946: B
40947: C
40948: A
40949: C
40950: C
40951: B
40952: C
40953: D
40954: C
40955: E
40956: E
40957: D
40958: B
40959: A
40960: D