Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Antecedentes da Guerra do Contestado
No final do século XIX, as ferrovias começaram a se espalhar pelo território nacional, possibilitando a melhor comunicação entre os estados brasileiros e o escoamento da produção agrária para a exportação. A construção dessas estradas de ferro atraía um grande contingente de pessoas, que saíam dos lugares empobrecidos onde moravam em busca de melhores condições de vida para si e suas famílias.
As disputas por terras eram comuns no Brasil do começo do século XX. Além da economia, outros fatores colaboraram para os conflitos, como as questões sociais, religiosas e políticas.
Nesse contexto, a Guerra do Contestado foi um conflito ocorrido na fronteira dos estados do Paraná e Santa Catarina, entre os anos de 1912 e 1916, envolvendo a disputa de terras nessa região rica em erva- -mate e por onde seria construída a estrada de ferro ligando São Paulo ao Rio Grande do Sul.
Logo após a inauguração da estrada de ferro, os trabalhadores foram dispensados das obras e perderam suas terras, que foram doadas para a empresa Brazil Railway Company. Isso revoltou os trabalhadores, que, orientados por José Maria, iniciaram um levante armado para contestar (por isso o nome da guerra) a decisão tomada. José Maria declarou a comunidade em que ele e seus seguidores moravam como “governo independente” e se declarou antirrepublicano.
O governo federal enviou tropas para dispersar as comunidades, dando origem à Guerra do Contestado. Após várias derrotas, as tropas federais conseguiram vencer os sertanejos, em 1916.
Disponível em: < https://brasilescola.uol.com.br/historiab/guerra- -contestado.htm>. Acesso em: 05 de dez. 2022. Adaptado.
I. Esta afirmação compara robôs e trabalhadores, sugerindo que ambos executam suas tarefas sem questionar ou se revoltar.
II. Essa comparação levanta questões sobre a obediência no trabalho e a falta de voz ou poder dos trabalhadores para expressar suas preocupações ou reivindicações.
Pode-se afirmar que:
I. Nesta declaração, o autor expressa um sentimento de desumanização causado pelo trabalho.
II. A comparação entre a pessoa e um robô sugere que a rotina de trabalho intensa ou alienante pode fazer alguém sentir-se automatizado, perdendo sua individualidade e criatividade.
Pode-se afirmar que:
Leia o excerto abaixo:

Fonte: https://www.klcconcursos.com.br/apoio/Brinquedos%20e%20Brincadeiras%20-%20MEC.pdf
No relato acima, “a outra pessoa” é a professora da creche. A criança, fez várias tentativas para explicar, com sua narrativa gestual e algumas vocalizações, o que pretendia para ela. Porém, sem sucesso. Isso mostra:
Fonte: 054420044 ww.revistas.udesc.br/index.php/linhas/article/download/1242/1054/2046
O aprendizado da leitura, segundo o mesmo autor, é um ato complexo porque envolve muitas variantes, não só de ordem instrumental, mas os semânticos, ideológicos, culturais, filosóficos e fonéticos entendendo, dessa forma, que no seu sentido mais restrito, a leitura é a realização do objetivo da escrita, porque:
Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto.
O texto abaixo do quadrinista Armandinho serve de base para a próxima questão. Portanto, leia-o com atenção.

23https://br.pinterest.com/pin/250090585550402047/ capturada em 05/06/2023
Podemos inferir que o autor:
Leia o texto abaixo e após faça a questão.
A árvore dos problemas
Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu do seu carro furou, a serra elétrica quebrou, cortou o dedo, e ao final do dia o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa.
Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando chegaram à sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam caminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.
Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:
– Por que você tocou nela antes de entrar em casa?
O carpinteiro respondeu:
– Ah! Esta é a minha Árvore dos Problemas, meu amigo.
Eu sei que não posso evitar os problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte; e você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.
https://www.refletirpararefletir.com.br/6-textos-de-reflexão autor desconhecido(texto adaptado)
Leia o texto abaixo e após faça a questão.
A árvore dos problemas
Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu do seu carro furou, a serra elétrica quebrou, cortou o dedo, e ao final do dia o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa.
Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando chegaram à sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam caminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.
Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:
– Por que você tocou nela antes de entrar em casa?
O carpinteiro respondeu:
– Ah! Esta é a minha Árvore dos Problemas, meu amigo.
Eu sei que não posso evitar os problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte; e você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.
https://www.refletirpararefletir.com.br/6-textos-de-reflexão autor desconhecido(texto adaptado)
Leia o texto abaixo e após faça a questão.
A árvore dos problemas
Esta é uma história de um homem que contratou um carpinteiro para ajudar a arrumar algumas coisas na sua fazenda.
O primeiro dia do carpinteiro foi bem difícil.
O pneu do seu carro furou, a serra elétrica quebrou, cortou o dedo, e ao final do dia o seu carro não funcionou.
O homem que contratou o carpinteiro ofereceu uma carona para casa.
Durante o caminho, o carpinteiro não falou nada.
Quando chegaram à sua casa, o carpinteiro convidou o homem para entrar e conhecer a sua família.
Quando os dois homens estavam caminhando para a porta da frente, o carpinteiro parou junto a uma pequena árvore e gentilmente tocou as pontas dos galhos com as duas mãos.
Depois de abrir a porta da sua casa, o carpinteiro transformou-se.
Os traços tensos do seu rosto transformaram-se em um grande sorriso, e ele abraçou os seus filhos e beijou a sua esposa.
Um pouco mais tarde, o carpinteiro acompanhou a sua visita até o carro.
Assim que eles passaram pela árvore, o homem perguntou:
– Por que você tocou nela antes de entrar em casa?
O carpinteiro respondeu:
– Ah! Esta é a minha Árvore dos Problemas, meu amigo.
Eu sei que não posso evitar os problemas no meu trabalho, mas estes problemas não devem chegar até os meus filhos e minha esposa. Então, toda noite, eu deixo os meus problemas nesta árvore quando chego em casa, e os pego no dia seguinte; e você quer saber de uma coisa? Toda manhã, quando eu volto para buscar os meus problemas, eles não são nem metade do que eu me lembro de ter deixado na noite anterior.
https://www.refletirpararefletir.com.br/6-textos-de-reflexão autor desconhecido(texto adaptado)
Assinale a opção correta de acordo com o texto.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Como as pessoas sobreviviam ao inverno rigoroso na Idade Média?
Sobreviver ao inverno hoje parece fácil com tanta tecnologia a nosso favor: jaquetas puffer, roupas íntimas térmicas, aquecimento central, aquecedores de ambiente e isolamento doméstico são apenas algumas das coisas que nos mantêm a salvos durante todo o período de frio extremo. Sem contar que podemos tomar chocolate quente na frente da TV quando as coisas pioram, o que até tem seu lado bom. Mas imagine como era viver o inverno nos tempos medievais. Casas de pedra ou madeira sem isolamento, tecidos limitados para fazer roupas quentes e dias de trabalho duro expostos aos elementos naturais. Isso não só era muito desagradável, como também, genuinamente perigoso.
A Idade Média, também conhecida como Era Medieval, durou mais ou menos entre 500 d.C. e 1500 d.C. Esta parte da história também ficou conhecida como Idade das Trevas e por uma boa razão.
No século XIII, um monge franciscano inglês chamado Bartolomeu escreveu uma espécie de enciclopédia chamada 'Sobre as Propriedades das Coisas', descrita hoje como a "Wikipédia da Idade Média". Ele descreve, longamente, seu desgosto pelo inverno, afirmando que "é tudo contrário ao verão. Portanto, todas as coisas que viveram e surgiram pelo benefício do Verão, desaparecem e morrem pela dura crueldade do Inverno."
Algum tempo depois, o inverno tornou-se símbolo do envelhecimento, da pobreza e da morte. Era uma metáfora um tanto óbvia, já que todos esses eram fatos bastante literais da vida durante o inverno na Europa Ocidental.
A agricultura era a principal fonte de subsistência e sustento para uma pessoa comum nos tempos medievais, mas a atividade parava durante os meses mais frios. Isso significava que eles tinham que estar extremamente preparados para permanecer alimentados durante o inverno.
Como as pessoas sobreviviam ao inverno rigoroso na Idade Média? (msn.com). Adaptado.
O frio é considerado, em muitos países, como um período difícil, devido à dura realidade de um inverno rigoroso e, na Idade Média, a situação era uma realidade muito mais preocupante e dolorosa.
Assinale a opção CORRETA de acordo com o texto.
I. A relação que se estabelece entre vingança e consequência destaca a importância da linguagem na forma como percebemos e nos relacionamos com o ambiente ao nosso redor.
II. A dinâmica entre mãe e filho revela diferentes perspectivas geracionais e pode simbolizar os desafios de transmitir uma consciência ambiental para as próximas gerações.
III. A sugestão de que a natureza não é maldosa, mas sim reativa às ações humanas, adiciona uma dimensão ética à discussão ambiental.
Pode-se afirmar que:

