Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.263 questões

Q2578736 Português

Leia a tirinha a seguir para responder às questões de 11 a 16.



Watterson, B. Calvin e Haroldo, 1988.

Ao substituir a expressão “a gente” pelo pronome “nós” na sentença “contanto que a gente não fique com fome”, que ocorre no quarto quadrinho, a sentença deve ser reescrita da seguinte forma:

Alternativas
Q2578732 Português

Leia a tirinha a seguir para responder às questões de 11 a 16.



Watterson, B. Calvin e Haroldo, 1988.

No último quadrinho, conclui-se que Haroldo:

Alternativas
Q2578731 Português

Leia a tirinha a seguir para responder às questões de 11 a 16.



Watterson, B. Calvin e Haroldo, 1988.

Na tirinha apresentada, verifica-se que a postura de Calvin é de:

Alternativas
Q2578682 Português

Considere o excerto a seguir, retirado de uma reportagem publicada na Revista Galileu, acerca de uma descoberta arqueológica:

““A parte mais incrível [da descoberta] é o quanto tudo está bem preservado e que agora sabemos onde havia árvores em ambientes que não as têm mais”, diz Basil Stow, guarda florestal do National Trust, em entrevista ao jornal The Guardian.”


O excerto dado se apresenta em discurso direto. Assinale a alternativa que o reescreve corretamente em discurso indireto.

Alternativas
Q2578678 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.


Possível caso de altruísmo é observado entre elefantes-marinhos


Em registro raro feito nos Estados Unidos, pesquisadores acompanharam um macho da espécie Mirounga angustirostris salvando um filhote com poucas semanas de vida


Em artigo publicado em janeiro na revista Marine Mammal Science, pesquisadores relatam um possível episódio de altruísmo entre elefantes-marinhos da espécie Mirounga angustirostris. O caso ocorreu na Califórnia, em 27 de janeiro de 2022, e é considerado raro, especialmente por envolver um mamífero marinho macho.

Os autores do estudo caracterizam o altruísmo como um comportamento de assistência voltado para um indivíduo necessitado. O altruísta seria responsável por uma ação que reduz sua própria chance de sobrevivência e reprodução, mas que beneficia a sobrevivência do outro.

O episódio observado pelos cientistas durou cerca de 20 minutos e envolveu um filhote com menos de duas semanas de vida, uma fêmea que cuidava dele e um macho que fazia parte do grupo de elefantes-marinhos da região. O filhote e a fêmea estavam juntos, mas foram separados pela maré e pelas ondas. Distante cerca de 15 metros, a fêmea atingiu águas mais rasas e começou a vocalizar, chamando o filhote. Ele, por sua vez, não conseguia nadar e era puxado para mais longe pelas ondas. Então, um macho, identificado como o alfa do grupo, se aproximou da fêmea e, logo depois, seguiu em direção ao filhote — que já estava a aproximadamente 40 metros da fêmea. Ao alcançar o filhote, o empurrou gentilmente com a cabeça para retornar à costa. O mais velho ajudou o mais novo até que eles estivessem a quatro metros da fêmea e finalmente o filhote estivesse junto da mãe.

O caso chama atenção porque elefantes-marinhos machos geralmente não participam do cuidado com os filhotes. “O comportamento de perseguir o filhote e empurrá-lo em direção à costa poderia ser interpretado como comportamento sexual mal direcionado, em que machos dominantes frequentemente conduzem e escoltam fêmeas para a costa para evitar assédio por outros machos. No entanto, propomos que as ações foram intencionais”, escrevem os pesquisadores no artigo.

Eles ressaltam que a condução do filhote foi feita de forma gentil e que, depois, o macho não se aproximou da fêmea, apenas emitiu um som na direção dela. Além disso, os cientistas defendem ter sido um episódio de altruísmo, já que o macho gastou uma energia que poderia ter sido usada para acasalar, defender sua posição contra outros machos ou se manter vivo durante o período de jejum típico dessa espécie.


Revista Galileu. Disponível em

<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2024/02/possivel-caso-de-altruismo-e-observado-entreelefantes-marinhos.ghtml>

Analise o excerto a seguir quanto aos mecanismos de coesão textual: “Ele, por sua vez, não conseguia nadar e era puxado para mais longe pelas ondas.” Assinale a alternativa que classifica corretamente o tipo de coesão textual verificada no excerto apresentado, com base no emprego do pronome pessoal, bem como indica o elemento a que o pronome se refere no texto.

Alternativas
Q2578677 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.


Possível caso de altruísmo é observado entre elefantes-marinhos


Em registro raro feito nos Estados Unidos, pesquisadores acompanharam um macho da espécie Mirounga angustirostris salvando um filhote com poucas semanas de vida


Em artigo publicado em janeiro na revista Marine Mammal Science, pesquisadores relatam um possível episódio de altruísmo entre elefantes-marinhos da espécie Mirounga angustirostris. O caso ocorreu na Califórnia, em 27 de janeiro de 2022, e é considerado raro, especialmente por envolver um mamífero marinho macho.

Os autores do estudo caracterizam o altruísmo como um comportamento de assistência voltado para um indivíduo necessitado. O altruísta seria responsável por uma ação que reduz sua própria chance de sobrevivência e reprodução, mas que beneficia a sobrevivência do outro.

O episódio observado pelos cientistas durou cerca de 20 minutos e envolveu um filhote com menos de duas semanas de vida, uma fêmea que cuidava dele e um macho que fazia parte do grupo de elefantes-marinhos da região. O filhote e a fêmea estavam juntos, mas foram separados pela maré e pelas ondas. Distante cerca de 15 metros, a fêmea atingiu águas mais rasas e começou a vocalizar, chamando o filhote. Ele, por sua vez, não conseguia nadar e era puxado para mais longe pelas ondas. Então, um macho, identificado como o alfa do grupo, se aproximou da fêmea e, logo depois, seguiu em direção ao filhote — que já estava a aproximadamente 40 metros da fêmea. Ao alcançar o filhote, o empurrou gentilmente com a cabeça para retornar à costa. O mais velho ajudou o mais novo até que eles estivessem a quatro metros da fêmea e finalmente o filhote estivesse junto da mãe.

O caso chama atenção porque elefantes-marinhos machos geralmente não participam do cuidado com os filhotes. “O comportamento de perseguir o filhote e empurrá-lo em direção à costa poderia ser interpretado como comportamento sexual mal direcionado, em que machos dominantes frequentemente conduzem e escoltam fêmeas para a costa para evitar assédio por outros machos. No entanto, propomos que as ações foram intencionais”, escrevem os pesquisadores no artigo.

Eles ressaltam que a condução do filhote foi feita de forma gentil e que, depois, o macho não se aproximou da fêmea, apenas emitiu um som na direção dela. Além disso, os cientistas defendem ter sido um episódio de altruísmo, já que o macho gastou uma energia que poderia ter sido usada para acasalar, defender sua posição contra outros machos ou se manter vivo durante o período de jejum típico dessa espécie.


Revista Galileu. Disponível em

<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2024/02/possivel-caso-de-altruismo-e-observado-entreelefantes-marinhos.ghtml>

Os pesquisadores consideraram o resgate do filhote como um episódio de altruísmo pois:

Alternativas
Q2578676 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 05.


Possível caso de altruísmo é observado entre elefantes-marinhos


Em registro raro feito nos Estados Unidos, pesquisadores acompanharam um macho da espécie Mirounga angustirostris salvando um filhote com poucas semanas de vida


Em artigo publicado em janeiro na revista Marine Mammal Science, pesquisadores relatam um possível episódio de altruísmo entre elefantes-marinhos da espécie Mirounga angustirostris. O caso ocorreu na Califórnia, em 27 de janeiro de 2022, e é considerado raro, especialmente por envolver um mamífero marinho macho.

Os autores do estudo caracterizam o altruísmo como um comportamento de assistência voltado para um indivíduo necessitado. O altruísta seria responsável por uma ação que reduz sua própria chance de sobrevivência e reprodução, mas que beneficia a sobrevivência do outro.

O episódio observado pelos cientistas durou cerca de 20 minutos e envolveu um filhote com menos de duas semanas de vida, uma fêmea que cuidava dele e um macho que fazia parte do grupo de elefantes-marinhos da região. O filhote e a fêmea estavam juntos, mas foram separados pela maré e pelas ondas. Distante cerca de 15 metros, a fêmea atingiu águas mais rasas e começou a vocalizar, chamando o filhote. Ele, por sua vez, não conseguia nadar e era puxado para mais longe pelas ondas. Então, um macho, identificado como o alfa do grupo, se aproximou da fêmea e, logo depois, seguiu em direção ao filhote — que já estava a aproximadamente 40 metros da fêmea. Ao alcançar o filhote, o empurrou gentilmente com a cabeça para retornar à costa. O mais velho ajudou o mais novo até que eles estivessem a quatro metros da fêmea e finalmente o filhote estivesse junto da mãe.

O caso chama atenção porque elefantes-marinhos machos geralmente não participam do cuidado com os filhotes. “O comportamento de perseguir o filhote e empurrá-lo em direção à costa poderia ser interpretado como comportamento sexual mal direcionado, em que machos dominantes frequentemente conduzem e escoltam fêmeas para a costa para evitar assédio por outros machos. No entanto, propomos que as ações foram intencionais”, escrevem os pesquisadores no artigo.

Eles ressaltam que a condução do filhote foi feita de forma gentil e que, depois, o macho não se aproximou da fêmea, apenas emitiu um som na direção dela. Além disso, os cientistas defendem ter sido um episódio de altruísmo, já que o macho gastou uma energia que poderia ter sido usada para acasalar, defender sua posição contra outros machos ou se manter vivo durante o período de jejum típico dessa espécie.


Revista Galileu. Disponível em

<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2024/02/possivel-caso-de-altruismo-e-observado-entreelefantes-marinhos.ghtml>

Segundo a reportagem apresentada, conclui-se que:

Alternativas
Q2578637 Português

Leia a tirinha para responder às questões de 1 a 06.



Watterson, B. Calvin e Haroldo, 1988.

A fala de Calvin no último quadrinho permite inferir que:

Alternativas
Q2578636 Português

Leia a tirinha para responder às questões de 1 a 06.



Watterson, B. Calvin e Haroldo, 1988.

A partir dos quadrinhos, depreende-se que:

Alternativas
Q2578588 Português


Workaholic: saiba o que é e quais os sinais


01 No mundo corporativo atual o trabalho excessivo tornou-se um fenômeno de interesse

02 crescente. As pessoas que trabalham em excesso são chamadas “workaholics”. Este artigo

03 explora os aspectos do comportamento workaholic, destacando sinais, causas e impactos tanto

04 na vida pessoal quanto profissional.

05 Ao analisar esse tema, busca-se oferecer insights para promover um equilíbrio saudável

06 entre trabalho e vida pessoal, visando a um bem-estar mais completo. Ser workaholic refere-se

07 .... um padrão de comportamento obsessivo em relação ao trabalho. Uma pessoa workaholic

08 _____ uma compulsão extrema para trabalhar, muitas vezes sacrificando outros aspectos da

09 vida, como relacionamentos pessoais, saúde e lazer, em prol da carreira ou do trabalho.

10 Eles tendem a dedicar longas horas ao trabalho, mesmo quando não é necessário, e muitas

11 vezes _____ dificuldade em desconectar-se ou relaxar. A condição de ser workaholic pode ser

12 impulsionada por uma variedade de fatores, incluindo pressão externa, necessidade de sucesso

13 ou reconhecimento, ou até mesmo um desejo interno de perfeição ou controle.

14 No entanto, essa dedicação excessiva ao trabalho pode levar a consequências negativas,

15 como estresse crônico, esgotamento, problemas de saúde física e mental e dificuldades nos

16 relacionamentos. Muitos fazem isso buscando alcançar posições de liderança.

17 Entender o significado de workaholic é fundamental para compreender quando o equilíbrio

18 entre trabalho e vida pessoal está comprometido. Aqui estão indicadores detalhados desse

19 comportamento:

20 1) Dificuldade em desligar-se – Workaholics enfrentam dificuldade em desconectar-se do

21 trabalho mesmo fora do horário de expediente. Eles frequentemente encontram-se verificando

22 e respondendo a e-mails ou pensando em projetos profissionais durante momentos de lazer,

23 tornando difícil relaxar e aproveitar o tempo livre plenamente.

24 2) Longas horas de trabalho – Trabalhar consistentemente longas horas, incluindo fins de

25 semana e feriados, é um padrão comum para os workaholics. Eles podem ser os últimos .... sair

26 do escritório ou levar trabalho para casa regularmente, comprometendo o tempo destinado ao

27 descanso e .... relações pessoais.

28 3) Priorização do trabalho – Workaholics tendem a colocar o trabalho acima de todos os

29 outros aspectos da vida. Eles sacrificam momentos com a família, amigos ou atividades de lazer

30 para dedicarem-se exclusivamente ao trabalho. Novas gerações, como a geração Z, estão

31 buscando um equilíbrio maior entre vida pessoal e profissional.

32 4) Perfeccionismo excessivo – A busca implacável pela perfeição é uma característica

33 marcante dos workaholics. Eles podem gastar tempo desproporcional em detalhes ou refazer

34 tarefas repetidamente, sempre buscando atingir um nível de excelência que muitas vezes _____

35 inatingível.

36 5) Negligência da saúde e do bem-estar – Em nome do trabalho, os workaholics

37 frequentemente ignoram sua saúde física e emocional. Eles podem minimizar sinais de estresse,

38 exaustão ou doenças físicas e mentais, persistindo no trabalho apesar dos danos à saúde que

39 possam surgir.


(Disponível em: www://exame.com/carreira/workaholic-saiba-o-que-e-e-quais-os-sinais/ – texto adaptado

especialmente para esta prova).

Considerando a coesão textual, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q2578252 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 06 a 10:

Ao despontar a aurora, faça estas considerações prévias: encontrarei com um indiscreto, com um ingrato, com um insolente, com um mentiroso, com um invejoso, com um não-sociável. Tudo isso lhes ocorre por ignorância do bem e do mal. Mas eu, que observei que a natureza do bem é o belo, e que a do mal é o vergonhoso, e que a natureza do próprio pecador, que é meu parente, porque participa, não do mesmo sangue ou da mesma semente, mas da inteligência e de uma porção da divindade, não posso receber dano de nenhum deles, pois nenhum me cobrirá de vergonha; nem posso me aborrecer com meu parente nem odiá-lo. Pois, nascemos para colaborar, como os pés, as mãos, as pálpebras, os dentes, superiores e inferiores. Agir, pois, como adversários uns para com os outros é contrário à natureza. E é agir como adversário o fato de manifestar indignação e repulsa.

(AURÉLIO, Marco. Meditações. Tradução de Thainara Castro. – Brasília: Editora Kiron, 2011. Com adaptações)

A palavra destacada no trecho: “Ao despontar a aurora, faça estas considerações prévias (…).”

Só NÃO pode ter significado, concreto ou figurado, equivalente a:

Alternativas
Q2578248 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 06 a 10:

Ao despontar a aurora, faça estas considerações prévias: encontrarei com um indiscreto, com um ingrato, com um insolente, com um mentiroso, com um invejoso, com um não-sociável. Tudo isso lhes ocorre por ignorância do bem e do mal. Mas eu, que observei que a natureza do bem é o belo, e que a do mal é o vergonhoso, e que a natureza do próprio pecador, que é meu parente, porque participa, não do mesmo sangue ou da mesma semente, mas da inteligência e de uma porção da divindade, não posso receber dano de nenhum deles, pois nenhum me cobrirá de vergonha; nem posso me aborrecer com meu parente nem odiá-lo. Pois, nascemos para colaborar, como os pés, as mãos, as pálpebras, os dentes, superiores e inferiores. Agir, pois, como adversários uns para com os outros é contrário à natureza. E é agir como adversário o fato de manifestar indignação e repulsa.

(AURÉLIO, Marco. Meditações. Tradução de Thainara Castro. – Brasília: Editora Kiron, 2011. Com adaptações)

A leitura do texto, sua estrutura e conteúdo permitem concluir que ele possui traços de:

Alternativas
Q2578247 Português

Frutas da estação


As frutas da estação costumam ser mais baratas, saborosas e nutritivas. Por quê? Porque respeitam o ciclo natural de amadurecimento, e a maior oferta na época natural da colheita reduz o preço final.

Sabemos que a importação e a tecnologia agrícola permitem que frutas sejam oferecidas em épocas diferentes das tradicionais. É por isso que algumas espécies estão disponíveis no mercado quase o ano inteiro! Mas pode reparar: a variação de preço ao longo dos meses é nítida!

Alguns produtores utilizam técnicas e adubos orgânicos que permitem ampliar o período de produção sem alterar a qualidade final do alimento. Porém, o mais comum é que a produção seja ampliada com o uso de fertilizantes químicos.

O problema é que esse processo artificial aumenta o teor de água dos alimentos, reduz o valor nutritivo e parte do sabor. Além disso, no longo prazo, provoca o empobrecimento do solo.

Quando respeitada a sazonalidade da produção, o agricultor pode alternar a produção conforme o clima, o que oferece uma variedade de nutrientes ao solo. Com isso, as frutas da estação podem ser produzidas na própria região, com clima apropriado.

Não é difícil identificar as frutas da estação: normalmente são aquelas que estão em grandes quantidades nas feiras e hortifrútis, com preços mais em conta que o usual.


Ypê – “Frutas da estação: descubra quais são e como conservar”. Adaptado.

Com base nas informações do texto, analisar os itens abaixo:


I. É fácil identificar as frutas da estação.

II. As frutas da estação são mais caras por possuírem maior oferta.

III. Todas as frutas que são oferecidas em épocas diferentes das tradicionais possuem fertilizantes químicos.


Está(ão) CORRETO(S):

Alternativas
Q2578243 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda as questões de 01 a 05:

Fonte <https://web.facebook.com/DepositodeTirinhas1/photos/a.485431841586215/1939919866137398/type=3&_rdc=1&_rdr>. Acesso em 24/02/2024.

Assinale a única alternativa INCORRETA sobre o texto:

Alternativas
Q2578188 Português

Exercício físico como deleite?


Por Carlos Alberto Gianotti


  1. Dia desses, falei com um velho colega e amigo ultramaratonista para saber como ele havia
  2. se saído na recente Travessia Torres-Tramandaí. A resposta veio taxativa: "Simplesmente
  3. desisti, abandonei a prova na altura da Praia do Barco e fui tomar uma cerveja, porque cheguei
  4. ___ conclusão de que corria por obrigação, e não por prazer."
  5. Sei que meu amigo chegaria a Tramandaí entre os melhores, não só em sua categoria. Mas
  6. parou ao sentir ou a falta de prazer no que estava a fazer, ou o tormento da obrigação. Sim,
  7. concluir uma prova, como meta, é a obrigação. Disputá-la, o sacrifício. Ao término, e só então,
  8. há o prazer de haver cumprido o percurso. No caso, parece, houve, além de algo estranhável,
  9. ou um erro de avaliação ou de autoengano momentâneo (o mais provável), por alguém
  10. acostumado a treinos de longas distâncias, horas ___ fio. Corridas de fundo não se constituem
  11. em prazer, mas em disciplina, esforço, sacrifício. Logo, não há deleite.
  12. Há, entre os vídeos que se acumulam na internet, um essencialmente pedagógico relativo
  13. ___ prática do fundismo, com o doutor Dráuzio Varella, conhecido médico, escritor e
  14. maratonista, com cujo conteúdo concordo plenamente, depois de eu, hoje aos 71 anos, já ter
  15. corrido por mais de 36 anos cerca de 48 mil quilômetros. Diz Dráuzio que o exercício físico não
  16. é algo "natural" para o ser humano, sendo ele o único animal que o pratica. A tendência das
  17. pessoas é de permanecer quietinhas, gastando energia apenas para reprodução da espécie, para
  18. conseguir alimentos (no caso dos humanos, o tal trabalho) e para escapar de predadores da
  19. espécie (no Brasil, fugir da bandidagem). Diz o médico que nunca ninguém viu, em um zoológico,
  20. girafa fazendo alongamento ou leão correndo maratona.
  21. Ora, essa conversa bacana de que correr pelos parques ou pelas ruas é um momento
  22. edificante espiritual e físico pode ser faltar .... verdade para os ouvintes ou para si mesmo.
  23. Prática esportiva continuada requer disciplina, logo é sacrifício. Creio que não houve uma vez
  24. nesses meus anos de fundista em que me preparasse para sair a treinar e que não tenha, antes
  25. da partida, conjecturado comigo mesmo: "Por que estou fazendo isso?". Claro que há benefícios
  26. físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico, mas daí a dizer que se trata
  27. de um prazer é um grande autoengano.


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2018/02/carlos-alberto-gianotti-exercicio-fisico-como-deleite-cjddnqo9a07sj01kevloi0rqm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas abaixo a respeito da palavra sublinhada no trecho “há benefícios físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico”:


I. A palavra “notórios” é um adjetivo e tem a função sintática de adjunto adnominal.

II. Um sinônimo possível para a palavra é “consideráveis”.

III. A palavra “notórios” pode ser flexionada em gênero e número.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2578187 Português

Exercício físico como deleite?


Por Carlos Alberto Gianotti


  1. Dia desses, falei com um velho colega e amigo ultramaratonista para saber como ele havia
  2. se saído na recente Travessia Torres-Tramandaí. A resposta veio taxativa: "Simplesmente
  3. desisti, abandonei a prova na altura da Praia do Barco e fui tomar uma cerveja, porque cheguei
  4. ___ conclusão de que corria por obrigação, e não por prazer."
  5. Sei que meu amigo chegaria a Tramandaí entre os melhores, não só em sua categoria. Mas
  6. parou ao sentir ou a falta de prazer no que estava a fazer, ou o tormento da obrigação. Sim,
  7. concluir uma prova, como meta, é a obrigação. Disputá-la, o sacrifício. Ao término, e só então,
  8. há o prazer de haver cumprido o percurso. No caso, parece, houve, além de algo estranhável,
  9. ou um erro de avaliação ou de autoengano momentâneo (o mais provável), por alguém
  10. acostumado a treinos de longas distâncias, horas ___ fio. Corridas de fundo não se constituem
  11. em prazer, mas em disciplina, esforço, sacrifício. Logo, não há deleite.
  12. Há, entre os vídeos que se acumulam na internet, um essencialmente pedagógico relativo
  13. ___ prática do fundismo, com o doutor Dráuzio Varella, conhecido médico, escritor e
  14. maratonista, com cujo conteúdo concordo plenamente, depois de eu, hoje aos 71 anos, já ter
  15. corrido por mais de 36 anos cerca de 48 mil quilômetros. Diz Dráuzio que o exercício físico não
  16. é algo "natural" para o ser humano, sendo ele o único animal que o pratica. A tendência das
  17. pessoas é de permanecer quietinhas, gastando energia apenas para reprodução da espécie, para
  18. conseguir alimentos (no caso dos humanos, o tal trabalho) e para escapar de predadores da
  19. espécie (no Brasil, fugir da bandidagem). Diz o médico que nunca ninguém viu, em um zoológico,
  20. girafa fazendo alongamento ou leão correndo maratona.
  21. Ora, essa conversa bacana de que correr pelos parques ou pelas ruas é um momento
  22. edificante espiritual e físico pode ser faltar .... verdade para os ouvintes ou para si mesmo.
  23. Prática esportiva continuada requer disciplina, logo é sacrifício. Creio que não houve uma vez
  24. nesses meus anos de fundista em que me preparasse para sair a treinar e que não tenha, antes
  25. da partida, conjecturado comigo mesmo: "Por que estou fazendo isso?". Claro que há benefícios
  26. físicos e psíquicos notórios na prática periódica do exercício físico, mas daí a dizer que se trata
  27. de um prazer é um grande autoengano.


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/esportes/noticia/2018/02/carlos-alberto-gianotti-exercicio-fisico-como-deleite-cjddnqo9a07sj01kevloi0rqm.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Assinale a alternativa que indica palavra que poderia substituir corretamente o vocábulo “conjecturado” (l. 25) sem causa alteração de sentido significativa ao trecho do texto em que ocorre.

Alternativas
Q2578159 Português

A importância da arte e da arte de resistir no ano da pandemia


Por Milena Schäfer


  1. O encontro pelas telas marcou 2020 e com o fazer artístico não foi diferente. O olhar foi
  2. intermediado pela câmera, o aplauso deu lugar aos emojis, e todas as camadas da subjetividade
  3. dos encontros acomodaram-se, em tom de ur....ência, no enquadramento audiovisual.
  4. Para quem encontra na arte o sentido da vida e vive com o sustento de cada apresentação,
  5. parar realmente não foi uma opção. No desenrolar dessa cena trá....ica, os artistas também
  6. foram duramente impactados, mas não nos abandonaram. Alguns ligaram as câmeras pela
  7. primeira vez e confirmaram que a presença virtual, embora não seja ideal, é melhor do que a
  8. ausência. Sob espetáculos cancelados, teatros interditados e luzes apagadas, a arte não
  9. silenciou. Pelo contrário, cantou feito cigarra, espalhando-se a ponto de atingir o tão merecido
  10. status de "e....encial".
  11. A importância da arte para a sobrevivência da espécie humana não é novidade, mas virou
  12. certeza absoluta nos meses de isolamento. Sozinha, em um apartamento cheio de vazio, vi cada
  13. canto ser suavemente preenchido pelas obras que pude acessar. Não foi uma, nem 20; foram
  14. incontáveis as vezes que encontrei no botão de play a salvação para suportar dias tão difíceis.
  15. Que atire a primeira pedra quem foi capaz de ficar sem ler um livro, escutar uma música ou
  16. assistir ___ uma livezinha sequer. Pois é, 2020 foi o ano das lives.
  17. Quem foi que disse que as cigarras não trabalham? Mesmo paralisadas, muitas conseguiram
  18. sair da casca, alçando voos. Disseminaram-se pela rede online as oficinas, os ensaios remotos,
  19. os espetáculos e os shows filmados. O caos também foi inspiração para criar, gerou uma
  20. necessidade ainda maior de expressar. Financiamentos coletivos deram visibilidade ___ arte
  21. periférica.
  22. No acesso facilitado pelo controle remoto, algumas plateias tornaram-se, até mesmo, mais
  23. numerosas do que antes. No acesso facilitado ___ plataformas digitais, a cena cultural, que já
  24. era potente, ganhou mais diversidade. E as comunidades começaram a se ver, a
  25. reconhecerem-se de verdade.
  26. No "Ano das Trevas", renascemos a cada dia inspirados por músicas, coreografias, imagens,
  27. histórias e representações. Tudo feito por estas cigarras que, na concepção de cada obra,
  28. também nos ensinam a arte de resistir.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2020/12/a-importancia-da-arte-e-da-arte-de-resistir-no-ano-da-pandemia-ckj2tgvgg000p017whdowgm1m.html – texto adaptado especialmente para esta prova).


Assinale a alternativa que apresenta um trecho no qual NÃO tenha havido o emprego de linguagem figurada.

Alternativas
Q2578158 Português

A importância da arte e da arte de resistir no ano da pandemia


Por Milena Schäfer


  1. O encontro pelas telas marcou 2020 e com o fazer artístico não foi diferente. O olhar foi
  2. intermediado pela câmera, o aplauso deu lugar aos emojis, e todas as camadas da subjetividade
  3. dos encontros acomodaram-se, em tom de ur....ência, no enquadramento audiovisual.
  4. Para quem encontra na arte o sentido da vida e vive com o sustento de cada apresentação,
  5. parar realmente não foi uma opção. No desenrolar dessa cena trá....ica, os artistas também
  6. foram duramente impactados, mas não nos abandonaram. Alguns ligaram as câmeras pela
  7. primeira vez e confirmaram que a presença virtual, embora não seja ideal, é melhor do que a
  8. ausência. Sob espetáculos cancelados, teatros interditados e luzes apagadas, a arte não
  9. silenciou. Pelo contrário, cantou feito cigarra, espalhando-se a ponto de atingir o tão merecido
  10. status de "e....encial".
  11. A importância da arte para a sobrevivência da espécie humana não é novidade, mas virou
  12. certeza absoluta nos meses de isolamento. Sozinha, em um apartamento cheio de vazio, vi cada
  13. canto ser suavemente preenchido pelas obras que pude acessar. Não foi uma, nem 20; foram
  14. incontáveis as vezes que encontrei no botão de play a salvação para suportar dias tão difíceis.
  15. Que atire a primeira pedra quem foi capaz de ficar sem ler um livro, escutar uma música ou
  16. assistir ___ uma livezinha sequer. Pois é, 2020 foi o ano das lives.
  17. Quem foi que disse que as cigarras não trabalham? Mesmo paralisadas, muitas conseguiram
  18. sair da casca, alçando voos. Disseminaram-se pela rede online as oficinas, os ensaios remotos,
  19. os espetáculos e os shows filmados. O caos também foi inspiração para criar, gerou uma
  20. necessidade ainda maior de expressar. Financiamentos coletivos deram visibilidade ___ arte
  21. periférica.
  22. No acesso facilitado pelo controle remoto, algumas plateias tornaram-se, até mesmo, mais
  23. numerosas do que antes. No acesso facilitado ___ plataformas digitais, a cena cultural, que já
  24. era potente, ganhou mais diversidade. E as comunidades começaram a se ver, a
  25. reconhecerem-se de verdade.
  26. No "Ano das Trevas", renascemos a cada dia inspirados por músicas, coreografias, imagens,
  27. histórias e representações. Tudo feito por estas cigarras que, na concepção de cada obra,
  28. também nos ensinam a arte de resistir.

(Disponível em: www.gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2020/12/a-importancia-da-arte-e-da-arte-de-resistir-no-ano-da-pandemia-ckj2tgvgg000p017whdowgm1m.html – texto adaptado especialmente para esta prova).


Assinale a alternativa que apresenta palavra ou expressão que possa substituir corretamente a conjunção “embora” (l. 07) sem causar alteração ao sentido ou à estrutura do trecho do texto em que ocorre.

Alternativas
Q2578133 Português

Em “Existem inúmeros cursos de vestibular”, a palavra sublinhada tem como sinônimo:

Alternativas
Q2578130 Português

Na frase “O aluno alcançou a nota 10 na prova de Português. Tirou onda!”, qual o significado da expressão sublinhada?

Alternativas
Respostas
34801: A
34802: C
34803: B
34804: D
34805: A
34806: C
34807: C
34808: D
34809: B
34810: B
34811: C
34812: A
34813: A
34814: A
34815: D
34816: A
34817: A
34818: C
34819: C
34820: B