Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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Analise a charge a seguir e responda às próximas questões:

Qual é a principal crítica social expressa pela charge?
Romance em doze linhas
Quanto tempo falta pra gente se ver hoje
Quanto tempo falta pra gente se ver logo
Quanto tempo falta pra gente se ver todo dia
Quanto tempo falta pra gente se ver pra sempre
Quanto tempo falta pra gente se ver dia sim dia não
Quanto tempo falta pra gente se ver às vezes
Quanto tempo falta pra gente se ver cada vez menos
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver
Quanto tempo falta pra gente não querer se ver nunca mais
Quanto tempo falta pra gente se ver e fingir que não se viu
Quanto tempo falta pra gente se ver e não se reconhecer
Quanto tempo falta pra gente se ver e nem lembrar que um dia se conheceu (Bruna Beber, 2013)
Considerando o contexto do texto fornecido, qual das afirmações abaixo melhor reflete a progressão temporal e emocional do relacionamento mencionado?

O humor da charge reside principalmente em:
Veja a charge a seguir e assinale a alternativa correta quanto à sua interpretação textual:

Observando a charge, que retrata um menino
escrevendo e fazendo a chamada dos professores, que
estão ausentes, qual das seguintes interpretações é
mais apropriada?
A sinonímia ocorre quando duas palavras possuem significados idênticos em todos os contextos, permitindo que sejam usadas de maneira completamente intercambiável, sem alterar o significado das frases em que são empregadas. Por exemplo, "rápido" e "veloz" podem ser usados de forma intercambiável em qualquer frase sem alterar seu significado.
Na frase "Na reunião, o diretor falou e o gerente, também", o uso de elipse efetivamente esclarece que o gerente falou sobre o mesmo tópico discutido pelo diretor, garantindo coesão e clareza textual.
No texto "Ele adorava frutas. Laranjas são suas favoritas. Comia todos os dias", observamos que a sequência das sentenças demonstra boa coesão e coerência textual, pois a repetição do tema 'frutas' naturalmente assegura a clareza e a conexão lógica entre as ideias.
A capacidade de formar leitores críticos e reflexivos é predominantemente alcançada através da decodificação precisa de textos, tornando desnecessária a integração de uma ampla gama de gêneros textuais e contextos socioculturais nas práticas de leitura.
A aliteração é uma figura de som que envolve a repetição intencional de sons consonantais no início ou ao longo de palavras próximas, utilizada para conferir ritmo e harmonia ao texto, além de enfatizar o significado ou criar uma atmosfera específica. Por exemplo, no verso "Vozes veladas, veludosas vozes," de Cruz e Sousa, a repetição do som /v/ contribui para criar uma sensação de suavidade e mistério.
A linguagem conotativa é exclusiva para gêneros discursivos literários e publicitários, onde se busca atribuir maior expressividade e diferentes efeitos de sentido às palavras, não sendo encontrada em diálogos informais do cotidiano.
Podemos observar como exemplo claro de polissemia a palavra "letra", que possui apenas dois significados claros e distintos: um caractere gráfico usado na escrita e a caligrafia específica de uma pessoa.
Um texto descritivo é mais eficaz quando foca somente na descrição de ambientes e cenários, evitando detalhar personagens ou objetos para não comprometer a objetividade.
O regionalismo é uma característica exclusiva da linguagem informal, não sendo encontrado em discursos formais ou textos literários, onde predomina uma linguagem padronizada e livre de influências regionais.
Em um texto dissertativo-argumentativo, apresentar uma fundamentação rica em citações de autoridade e referências históricas é suficiente que para que a argumentação seja considerada válida.
A expressão "o autor de Hamlet" é um exemplo de perífrase, que identifica William Shakespeare por uma de suas obras mais renomadas, em vez de usar seu nome diretamente.
A expressão "Você está me ouvindo?" em uma conversa telefônica é um exemplo da função fática da linguagem, que prioriza verificar e manter o canal de comunicação aberto entre os interlocutores.
No texto "Maria adora livros. Ela sempre compra flores aos sábados", o pronome "Ela" é uma anáfora eficaz que claramente conecta as duas frases, mantendo a coesão ao referir-se a "Maria".