Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2369037 Português

Texto II








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No texto II, a fala final do personagem Calvin, sobre o aspecto do ensino-aprendizado, corrobora com a seguinte passagem do texto I: 
Alternativas
Q2369033 Português
Texto I


Em janeiro do ano passado, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) criou um grupo de 15 pessoas para elaborar proposta sobre o futuro da educação no mundo. A diferença dessa nova proposta para outras duas, décadas atrás, é o espírito do tempo atual. Os relatórios anteriores foram elaborados em momentos de evolução, sem as rupturas que temos em marcha no século 21. Nos debates do grupo, do qual participo, estamos percebendo a necessidade de captar as mudanças adiante, de acordo com o espírito do tempo, as curvas que a história está fazendo.


Uma mudança diz respeito aos novos recursos tecnológicos, graças à computação, telecomunicação, grandes acervos de imagem e som, inteligência artificial, redes sociais digitais e tudo que permite levar a realidade para dentro da sala de aula, e fazer o ensinoaprendizagem a distância, de forma remota entre professores e alunos. O espírito desse tempo permite e induz à passagem da "aula teatral" — professor e quadro negro na presença dos alunos — para a "aula cinematográfica" — professor usando todos os modernos recursos audiovisuais e computacionais para uma aula dinâmica, presencial ou não. A escola do futuro não será apenas um aperfeiçoamento da atual, será uma “nova escola”. Da mesma forma que, um século atrás, a arte dramática descobriu o potencial do cinema, levando o teatro ao mundo inteiro e com uma linguagem que rompia os limites do palco.


A segunda mudança se refere aos novos conhecimentos a serem desenvolvidos. Os destinos, dificuldades e potenciais de cada ser humano ficaram interligados planetariamente a toda a humanidade. Até pouco tempo atrás, as ideias de planeta e humanidade eram temas limitados a astrônomos e filósofos. No espírito do tempo atual, esses conceitos dizem respeito ao dia a dia de cada pessoa: os alunos do futuro viverão na Terra, não apenas em um país, e a preocupação deles deve ser com toda a raça humana, além de família e compatriotas.


O ensino deverá tratar dos problemas que ameaçam a humanidade: mudanças climáticas; abismo da desigualdade que está quebrando a semelhança da espécie humana; pobreza e desemprego estrutural; riscos e vantagens da inteligência artificial; o entendimento do papel da ciência na construção de um mundo melhor e mais belo; a prática da solidariedade com todos os seres humanos, especialmente os pobres nacionais, os refugiados apátridas, os migrantes e todos os que sofrem exclusão e discriminação; o valor da diversidade social e natural, com respeito às especificidades.


O terceiro desafio é fazer o ensino-aprendizagem em sintonia com o rápido avanço do conhecimento, que evolui e se transforma a cada instante. Essa velocidade faz obsoletos os conhecimentos, as profissões, a concepção de escola e os métodos pedagógicos, inclusive a posição relativa entre professor e aluno. A educação do futuro exige que o aprendizado seja contínuo, não termine ao longo da vida de uma pessoa; diplomas devem ser provisórios. O verbo aprender deve ser usado no gerúndio, sempre aprendendo e aprendendo sempre.


É um desafio também, sobretudo no ensino superior, sair das algemas do conhecimento por disciplina e adotar o conhecimento multidisciplinar, única forma de avançar para novas ciências que estão nascendo nas fronteiras das atuais e de trazer os problemas da realidade para dentro do processo de ensino-aprendizagem. Especialmente os problemas éticos que desafiam a humanidade e as possibilidades da educação de base para construir o futuro, ao formar as novas gerações.


O quinto desafio é a coerência entre o conteúdo humanista e planetário com o compromisso político de assegurar o direito de cada criança desenvolver seu potencial, desde a primeira infância, independentemente da nacionalidade e do status social, da renda e do endereço; cada criança do mundo tratada como filha da humanidade, com o mesmo direito à educação para seu próprio benefício e para que seu talento beneficie sua família, sua vila, seu país e toda a humanidade. A educação de qualidade — respirar conhecimento — deve ser um direito tão humano quanto aspirar oxigênio para estar vivo, aprendendo ao longo de toda a vida. Ninguém deixado para trás na alfabetização para a contemporaneidade: falar, escrever e ler bem seu idioma, falar pelo menos um outro idioma, adquirir um ofício, conhecer história e geografia, filosofia e as bases da matemática e das ciências, ser capaz de usar as ferramentas do mundo moderno. Certamente que o espírito do tempo exige um plano mundial para dar apoio à educação das crianças do mundo inteiro e com uma linguagem que rompia os limites do palco.


https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/07/4939914- cristovam-buarque-o-espirito-do-tempo-e-a-educacao.htm

“Até pouco tempo atrás, as ideias de planeta e humanidade eram temas limitados a astrônomos e filósofos.”
A opção em que a passagem em destaque foi reescrita, de forma a manter o sentido original e sem ferir a gramática normativa da Língua Portuguesa, é: 
Alternativas
Q2369032 Português
Texto I


Em janeiro do ano passado, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) criou um grupo de 15 pessoas para elaborar proposta sobre o futuro da educação no mundo. A diferença dessa nova proposta para outras duas, décadas atrás, é o espírito do tempo atual. Os relatórios anteriores foram elaborados em momentos de evolução, sem as rupturas que temos em marcha no século 21. Nos debates do grupo, do qual participo, estamos percebendo a necessidade de captar as mudanças adiante, de acordo com o espírito do tempo, as curvas que a história está fazendo.


Uma mudança diz respeito aos novos recursos tecnológicos, graças à computação, telecomunicação, grandes acervos de imagem e som, inteligência artificial, redes sociais digitais e tudo que permite levar a realidade para dentro da sala de aula, e fazer o ensinoaprendizagem a distância, de forma remota entre professores e alunos. O espírito desse tempo permite e induz à passagem da "aula teatral" — professor e quadro negro na presença dos alunos — para a "aula cinematográfica" — professor usando todos os modernos recursos audiovisuais e computacionais para uma aula dinâmica, presencial ou não. A escola do futuro não será apenas um aperfeiçoamento da atual, será uma “nova escola”. Da mesma forma que, um século atrás, a arte dramática descobriu o potencial do cinema, levando o teatro ao mundo inteiro e com uma linguagem que rompia os limites do palco.


A segunda mudança se refere aos novos conhecimentos a serem desenvolvidos. Os destinos, dificuldades e potenciais de cada ser humano ficaram interligados planetariamente a toda a humanidade. Até pouco tempo atrás, as ideias de planeta e humanidade eram temas limitados a astrônomos e filósofos. No espírito do tempo atual, esses conceitos dizem respeito ao dia a dia de cada pessoa: os alunos do futuro viverão na Terra, não apenas em um país, e a preocupação deles deve ser com toda a raça humana, além de família e compatriotas.


O ensino deverá tratar dos problemas que ameaçam a humanidade: mudanças climáticas; abismo da desigualdade que está quebrando a semelhança da espécie humana; pobreza e desemprego estrutural; riscos e vantagens da inteligência artificial; o entendimento do papel da ciência na construção de um mundo melhor e mais belo; a prática da solidariedade com todos os seres humanos, especialmente os pobres nacionais, os refugiados apátridas, os migrantes e todos os que sofrem exclusão e discriminação; o valor da diversidade social e natural, com respeito às especificidades.


O terceiro desafio é fazer o ensino-aprendizagem em sintonia com o rápido avanço do conhecimento, que evolui e se transforma a cada instante. Essa velocidade faz obsoletos os conhecimentos, as profissões, a concepção de escola e os métodos pedagógicos, inclusive a posição relativa entre professor e aluno. A educação do futuro exige que o aprendizado seja contínuo, não termine ao longo da vida de uma pessoa; diplomas devem ser provisórios. O verbo aprender deve ser usado no gerúndio, sempre aprendendo e aprendendo sempre.


É um desafio também, sobretudo no ensino superior, sair das algemas do conhecimento por disciplina e adotar o conhecimento multidisciplinar, única forma de avançar para novas ciências que estão nascendo nas fronteiras das atuais e de trazer os problemas da realidade para dentro do processo de ensino-aprendizagem. Especialmente os problemas éticos que desafiam a humanidade e as possibilidades da educação de base para construir o futuro, ao formar as novas gerações.


O quinto desafio é a coerência entre o conteúdo humanista e planetário com o compromisso político de assegurar o direito de cada criança desenvolver seu potencial, desde a primeira infância, independentemente da nacionalidade e do status social, da renda e do endereço; cada criança do mundo tratada como filha da humanidade, com o mesmo direito à educação para seu próprio benefício e para que seu talento beneficie sua família, sua vila, seu país e toda a humanidade. A educação de qualidade — respirar conhecimento — deve ser um direito tão humano quanto aspirar oxigênio para estar vivo, aprendendo ao longo de toda a vida. Ninguém deixado para trás na alfabetização para a contemporaneidade: falar, escrever e ler bem seu idioma, falar pelo menos um outro idioma, adquirir um ofício, conhecer história e geografia, filosofia e as bases da matemática e das ciências, ser capaz de usar as ferramentas do mundo moderno. Certamente que o espírito do tempo exige um plano mundial para dar apoio à educação das crianças do mundo inteiro e com uma linguagem que rompia os limites do palco.


https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/07/4939914- cristovam-buarque-o-espirito-do-tempo-e-a-educacao.htm

O texto I aborda, como terceiro desafio, a velocidade do conhecimento que, nesse novo cenário, será adquirido com base em:
Alternativas
Q2369031 Português
Texto I


Em janeiro do ano passado, a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) criou um grupo de 15 pessoas para elaborar proposta sobre o futuro da educação no mundo. A diferença dessa nova proposta para outras duas, décadas atrás, é o espírito do tempo atual. Os relatórios anteriores foram elaborados em momentos de evolução, sem as rupturas que temos em marcha no século 21. Nos debates do grupo, do qual participo, estamos percebendo a necessidade de captar as mudanças adiante, de acordo com o espírito do tempo, as curvas que a história está fazendo.


Uma mudança diz respeito aos novos recursos tecnológicos, graças à computação, telecomunicação, grandes acervos de imagem e som, inteligência artificial, redes sociais digitais e tudo que permite levar a realidade para dentro da sala de aula, e fazer o ensinoaprendizagem a distância, de forma remota entre professores e alunos. O espírito desse tempo permite e induz à passagem da "aula teatral" — professor e quadro negro na presença dos alunos — para a "aula cinematográfica" — professor usando todos os modernos recursos audiovisuais e computacionais para uma aula dinâmica, presencial ou não. A escola do futuro não será apenas um aperfeiçoamento da atual, será uma “nova escola”. Da mesma forma que, um século atrás, a arte dramática descobriu o potencial do cinema, levando o teatro ao mundo inteiro e com uma linguagem que rompia os limites do palco.


A segunda mudança se refere aos novos conhecimentos a serem desenvolvidos. Os destinos, dificuldades e potenciais de cada ser humano ficaram interligados planetariamente a toda a humanidade. Até pouco tempo atrás, as ideias de planeta e humanidade eram temas limitados a astrônomos e filósofos. No espírito do tempo atual, esses conceitos dizem respeito ao dia a dia de cada pessoa: os alunos do futuro viverão na Terra, não apenas em um país, e a preocupação deles deve ser com toda a raça humana, além de família e compatriotas.


O ensino deverá tratar dos problemas que ameaçam a humanidade: mudanças climáticas; abismo da desigualdade que está quebrando a semelhança da espécie humana; pobreza e desemprego estrutural; riscos e vantagens da inteligência artificial; o entendimento do papel da ciência na construção de um mundo melhor e mais belo; a prática da solidariedade com todos os seres humanos, especialmente os pobres nacionais, os refugiados apátridas, os migrantes e todos os que sofrem exclusão e discriminação; o valor da diversidade social e natural, com respeito às especificidades.


O terceiro desafio é fazer o ensino-aprendizagem em sintonia com o rápido avanço do conhecimento, que evolui e se transforma a cada instante. Essa velocidade faz obsoletos os conhecimentos, as profissões, a concepção de escola e os métodos pedagógicos, inclusive a posição relativa entre professor e aluno. A educação do futuro exige que o aprendizado seja contínuo, não termine ao longo da vida de uma pessoa; diplomas devem ser provisórios. O verbo aprender deve ser usado no gerúndio, sempre aprendendo e aprendendo sempre.


É um desafio também, sobretudo no ensino superior, sair das algemas do conhecimento por disciplina e adotar o conhecimento multidisciplinar, única forma de avançar para novas ciências que estão nascendo nas fronteiras das atuais e de trazer os problemas da realidade para dentro do processo de ensino-aprendizagem. Especialmente os problemas éticos que desafiam a humanidade e as possibilidades da educação de base para construir o futuro, ao formar as novas gerações.


O quinto desafio é a coerência entre o conteúdo humanista e planetário com o compromisso político de assegurar o direito de cada criança desenvolver seu potencial, desde a primeira infância, independentemente da nacionalidade e do status social, da renda e do endereço; cada criança do mundo tratada como filha da humanidade, com o mesmo direito à educação para seu próprio benefício e para que seu talento beneficie sua família, sua vila, seu país e toda a humanidade. A educação de qualidade — respirar conhecimento — deve ser um direito tão humano quanto aspirar oxigênio para estar vivo, aprendendo ao longo de toda a vida. Ninguém deixado para trás na alfabetização para a contemporaneidade: falar, escrever e ler bem seu idioma, falar pelo menos um outro idioma, adquirir um ofício, conhecer história e geografia, filosofia e as bases da matemática e das ciências, ser capaz de usar as ferramentas do mundo moderno. Certamente que o espírito do tempo exige um plano mundial para dar apoio à educação das crianças do mundo inteiro e com uma linguagem que rompia os limites do palco.


https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2021/07/4939914- cristovam-buarque-o-espirito-do-tempo-e-a-educacao.htm

De acordo com o texto I, a proposta sobre futuro da educação no mundo é distinta das anteriores porque: 
Alternativas
Q2369014 Português
Texto 4


Ser idoso no trânsito

Valdevino de Souza


Estou acordado na cama desde as três horas da madrugada. Agora escuto o assobio dos automóveis passando na Anhanguera, já é hora de levantar. Ligo o rádio que comprei na Santa Efigênia. Modifiquei a frequência para ouvir a previsão do tempo direto do Aeroporto, eles erram menos. Vejo na TV como está o trânsito na zona Oeste. O dia será promissor. Sol aberto e trânsito tranquilo nesta quarta-feira.

[...]

Hoje seria tão bom se pudesse fazer minha caminhada num lugar diferente. Quem sabe o Parque da Água Branca... Rever amigos e quem sabe antigos conhecidos do bairro em que morei logo que me casei.

De moletom, camisa manga curta, documentos no bolso, tênis e boné, ligo o velho Fusca - ainda em boa forma - e tiro a neblina com uma canequinha que meu netinho costumava usar quando pequeno aqui em casa. Abro os portões. Cumprimento o Sr. Wilson que põe o lixo na calçada.

— Já vai, Sr. Souza? - ele cumprimenta. Pego os óculos no porta-luvas. Olho pelo retrovisor para a frase que colei no vidro traseiro do Fusca: 'IDOSO Á BORDO'. Fecho os olhos por um instante. Ainda tem sereno!

[...]

Em mais dez minutos... Já estou na Francisco Matarazzo! Vejo o Shopping com suas pracinhas... Quem sabe à tardinha. Recordo-me que toda essa área pertenceu a uma única família, muito rica, numa época anterior a minha. Ainda estão de pé alguns dos tijolos dessa história. Penso: ‘O que deixei pra recordarem da minha história? Não sou rico, nem construí. Criei meus filhos de modo honesto. Trabalhei em muito escritório. Vi a cidade crescer...’

O Parque está logo adiante. Nem parece que sou um idoso no trânsito de São Paulo.

Opá! O sinal fechou.

O Sol já está à mostra. Fecho os olhos por um instante. Acordo com o bater de uma caneta no vidro do meu carro. Epa! Acho que cochilei. Que pena! Parece que eu estava apenas sonhando na garagem de novo... Ou não.

Vejo um rapaz bem-disposto sorrindo pra mim. É o meu neto que trabalha no CET me dizendo que o farol vai abrir.

Puxa! Por um instante quase acreditei que minha mente ainda corria mais rápido do que meu velho Fusca.

— Não esquece que hoje tem consulta, Vô! Ele me dá um novo adesivo, para colar no vidro da frente: 'Este vovô é rastreado pelo CET'. Com um neto assim, quem não consegue ser um idoso no trânsito de São Paulo! 



http://www.cetsp.com.br/consultas/educacao/a-historiado-premio-cet-de-educacao-de-transito/2a-edicao2010/terceira-idade-%E2%80%93-cronica.aspx
O texto “Ser idoso no trânsito” fala sobre:
Alternativas
Q2369011 Português

Texto 3


Prefeitura monta força-tarefa para limpeza e desobstrução de vias em Petrópolis


Terça, 21 Novembro 2023 13:12



A Prefeitura montou uma força-tarefa em resposta à chuva registrada em Petrópolis na noite deste sábado (18/11). Além das equipes das secretarias de Proteção e Defesa Civil, CPTrans e Guarda Civil Municipal, que estão trabalhando desde a noite de ontem em atendimento as ocorrências, mais de 100 trabalhadores da Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep) foram mobilizados neste domingo (19/11) para realizarem a limpeza e desobstrução das vias afetadas por quedas de árvores e galhos.


“A cidade vai retornar à normalidade o mais breve possível. Para isso, aumentamos o número de funcionários que estão trabalhando nas ruas. O mais importante neste momento é que não houve vítimas", disse o prefeito Rubens Bomtempo.


Pela manhã, as equipes da Comdep estão atuando no corte e poda de árvores na Posse, Roseiral, Mosela, Duchas, Centro e Avenida Barão do Rio Branco. Esse trabalho também vai chegar nas demais áreas afetadas pela chuva, como na região Itaipava, por exemplo. Além disso, os trabalhadores estão mobilizados para realizar a remoção de galhos e troncos que estão obstruindo vias públicas.


O presidente da Comdep frisa que todas as ocorrências serão atendidas pela frente de trabalho da Companhia. “Estamos empenhados em liberar os acessos à todas as localidades afetadas pela chuva. Em alguns casos, precisamos que a Enel faça o desligamento da energia para que a Comdep possa concluir o corte das árvores e a limpeza das ruas”, disse Léo França.



https://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/noticias/it

em/20988-prefeitura-monta-forca-tarefa-paralimpeza-e-desobstrucao-de-vias-em-petropolis


O assunto principal da notícia é falar sobre: 
Alternativas
Q2369010 Português
No trecho “Aí, seu guarda. Alivia essa multa.” A palavra em destaque poderia ser substituída por: 
Alternativas
Q2369009 Português
A charge faz uma crítica:
Alternativas
Q2369008 Português
A frase “Acessibilidade: um direito de todos!” não contém verbos. Acrescentando um verbo, o sentido continua o mesmo em:
Alternativas
Q2369006 Português
A finalidade da charge é: 
Alternativas
Q2368990 Português
Texto 5


Crônica de uma Jundiaí profunda: esmagando ideias!

Texto de Rodrigo Félix sociólogo, ciclista e cicloativista em Jundiaí



Será que uma ideia pode ser esmagada? Nossa história começa em uma cidade chamada Carrolândia! Cidade onde as pessoas se cortejam pelo ronco dos motores; onde não se olham nos olhos, mas sim pelo reflexo do vidro fumê; onde as buzinadas são a língua oficial. Cidade da saúde via carro (“Drive-thru” da vacina – que esqueceu, num primeiro momento, dos nãomotorizados); da cultura via carro (“Drive-in” do cinema cult); do sexo via carro (“Drive-in” do motel). A Carrolândia foi recentemente considerada a segunda melhor cidade do país para se viver, segundo pesquisa. Além disso, ganhou o título de cidade inteligente, opssss…., inteligente não, “Smart”! O título adequado seria “Smart Car City” (grifos meus). Mas será que ela é “Smart” e boa de se viver para todos os seus habitantes?


Alguns habitantes da Carrolândia devem ter passado despercebidos nesta última pesquisa sobre qualidade de vida. Trata-se de gente invisível que habita a cidade! É que nem todo mundo é cidadão aqui na Carrolândia. Adivinhem vocês, “carros leitores”, quem é que não é considerado gente nesse reino do motor? Quem adivinhar, aperte a buzina!
[...] 


Um desses seres invisíveis e que nunca alcançaram a cidadania na Carrolândia é o Seu Buiú. Jardineiro, 60 anos, morador da “Vila Carros Gomes”. Por necessidade, como muitos, fez da bicicleta seu meio de transporte, justo aqui no reino do motor! Seu Buiú é gente, mas é também um sem-carro, e por isso não perguntaram pra ele...


Seu Buiú, numa dessas andanças, desautorizadamente sem-motor, cruzou num sábado de manhã com um motorista de caminhão...
[...]


Pois bem, parados no farol, Buiú e o motorista, a luta está posta, ainda que nenhum dos lados quisesse de fato brigar! ... Era o último farol para que ambos pudessem “descansar”, cada um a seu modo. Buiú, por um acidente, relatos indicam que por um susto com o barulho do escapamento do caminhão (ou por qualquer outro motivo), perdeu o equilíbrio e caiu. Foi a nocaute antes mesmo que a luta pudesse começar. Numa fração de segundos, a luz verde… o farol autorizou a partida do motor e a partida espiritual!


Pergunto de novo, “carro leitor”, será que uma ideia pode ser esmagada?


Parece que na Carrolândia, cidade da carrocracia e do carrocentrismo, qualquer coisa pode ser esmagada! Para isso basta entrar sem um carro nesse campo de guerra que são as “vias exclusivas para compradores de veículos automotores”. Buiú tinha ideias, sonhos e planos. Queria voltar a ver seu filho, queria voltar para sua terra natal, sair da Carrolândia (supostamente a segunda melhor cidade para se dirig… opsss para se viver!). Buiú tinha muitas ideias na cabeça, mas essa parte do seu corpo não resistiu à pressão da Carrolândia, que estava toda contida naquela roda de caminhão!
[...]


https://passapalavra.info/2021/11/140889/

Carrolândia..., carrocracia..., carrocentrismo..., carro leitor...
A intenção do autor do texto ao “criar” essas palavras é a de: 
Alternativas
Q2368988 Português
Texto 5


Crônica de uma Jundiaí profunda: esmagando ideias!

Texto de Rodrigo Félix sociólogo, ciclista e cicloativista em Jundiaí



Será que uma ideia pode ser esmagada? Nossa história começa em uma cidade chamada Carrolândia! Cidade onde as pessoas se cortejam pelo ronco dos motores; onde não se olham nos olhos, mas sim pelo reflexo do vidro fumê; onde as buzinadas são a língua oficial. Cidade da saúde via carro (“Drive-thru” da vacina – que esqueceu, num primeiro momento, dos nãomotorizados); da cultura via carro (“Drive-in” do cinema cult); do sexo via carro (“Drive-in” do motel). A Carrolândia foi recentemente considerada a segunda melhor cidade do país para se viver, segundo pesquisa. Além disso, ganhou o título de cidade inteligente, opssss…., inteligente não, “Smart”! O título adequado seria “Smart Car City” (grifos meus). Mas será que ela é “Smart” e boa de se viver para todos os seus habitantes?


Alguns habitantes da Carrolândia devem ter passado despercebidos nesta última pesquisa sobre qualidade de vida. Trata-se de gente invisível que habita a cidade! É que nem todo mundo é cidadão aqui na Carrolândia. Adivinhem vocês, “carros leitores”, quem é que não é considerado gente nesse reino do motor? Quem adivinhar, aperte a buzina!
[...] 


Um desses seres invisíveis e que nunca alcançaram a cidadania na Carrolândia é o Seu Buiú. Jardineiro, 60 anos, morador da “Vila Carros Gomes”. Por necessidade, como muitos, fez da bicicleta seu meio de transporte, justo aqui no reino do motor! Seu Buiú é gente, mas é também um sem-carro, e por isso não perguntaram pra ele...


Seu Buiú, numa dessas andanças, desautorizadamente sem-motor, cruzou num sábado de manhã com um motorista de caminhão...
[...]


Pois bem, parados no farol, Buiú e o motorista, a luta está posta, ainda que nenhum dos lados quisesse de fato brigar! ... Era o último farol para que ambos pudessem “descansar”, cada um a seu modo. Buiú, por um acidente, relatos indicam que por um susto com o barulho do escapamento do caminhão (ou por qualquer outro motivo), perdeu o equilíbrio e caiu. Foi a nocaute antes mesmo que a luta pudesse começar. Numa fração de segundos, a luz verde… o farol autorizou a partida do motor e a partida espiritual!


Pergunto de novo, “carro leitor”, será que uma ideia pode ser esmagada?


Parece que na Carrolândia, cidade da carrocracia e do carrocentrismo, qualquer coisa pode ser esmagada! Para isso basta entrar sem um carro nesse campo de guerra que são as “vias exclusivas para compradores de veículos automotores”. Buiú tinha ideias, sonhos e planos. Queria voltar a ver seu filho, queria voltar para sua terra natal, sair da Carrolândia (supostamente a segunda melhor cidade para se dirig… opsss para se viver!). Buiú tinha muitas ideias na cabeça, mas essa parte do seu corpo não resistiu à pressão da Carrolândia, que estava toda contida naquela roda de caminhão!
[...]


https://passapalavra.info/2021/11/140889/

O assunto principal do texto é: 
Alternativas
Q2368987 Português
Muitas das vezes, as charges são críticas carregadas de humor. Na charge apresentada, o humor acontece porque a fala do motorista: 
Alternativas
Q2368986 Português
O uso dos três tempos verbais indica:
Alternativas
Q2368984 Português
A tirinha mostra que:
Alternativas
Q2368983 Português
No trecho “... acho que consigo alguma coisa com meus 100 cavalos.” a personagem está se referindo a:
Alternativas
Q2368981 Português
Texto 1


Terça, 24 Outubro 2023 17:25

CPTrans e Polícia Militar realizam ações contra o transporte irregular



Equipes da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) e da Polícia Militar (PM) realizaram duas ações nesta segunda-feira (23) contra o transporte irregular. As blitzes aconteceram no Retiro e no Centro (Praça do Skate).


“Essas duas ações são desdobramentos da reunião realizada na semana passada com o comandante do 26ºBPM, tenente coronel Celso Lyra, para tratar dessas operações, que devem ser em conjunto. A CPTrans e a PM recebem muitas denúncias sobre o transporte irregular, como lotadas e motos barulhentas. Outras ações vão acontecer”, disse o prefeito Rubens Bomtempo. No Retiro, a ação aconteceu próximo a 105ª Delegacia de Polícia (DP). Foram 36 notificações entre falta do uso de cinto de segurança, uso do celular enquanto dirige e estacionamento irregular.


No Centro, foram 36 autuações, entre elas motoristas sem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). “As ações serão reforçadas e vamos atuar juntos para coibir o transporte irregular”, ressaltou o comandante do 26ºBPM, tenente coronel Celso Lyra.


https://www.petropolis.rj.gov.br/pmp/index.php/noticias/item/20860-
cptrans-e-policia-militar-realizam-acoes-contra-o-transporte-irregular

O assunto principal da notícia é falar sobre:
Alternativas
Q2368965 Português
Texto 3


OS BONDES


Pode ser fantasia, papel leva tudo, diz o povo, mas das gentis novidades que os jornais prometem por obra do novo prefeito do Rio, a que mais me entusiasma será a volta dos bondes, imagina, os bondes. Nem acredito, a tanto não chegam as minhas veleidades. Bonde circulando pela rua, a gente esperando no poste de listra branca, escalando o alto estribo, instalando-se no velho banco de madeira, abrindo o jornal e deixando o motorneiro correr, o vento nos banhando o rosto… E o dito motorneiro badalando na sua campa delém-delém! e o condutor tilintando os níqueis no nosso nariz distraído, faz favor! – e marcando as passagens na caixa sonora do teto, e a gente puxando a sineta para descer e os pingentes circunavegando os carros – não, não ouso acreditar. Bonde, o mais civilizado veículo concebido pela técnica, bonde não esquenta, não queima óleo, não vomita fumaça, não buzina, não sai do caminho, não ultrapassa os outros, não abalroa, não agride, não vira em canal, não despenca de viaduto, não caça pedestre, não fura pneu, não quebra barra de direção, não dá tranco para acomodar a carga humana, não depende de um motorista sofrendo de psicotécnica, mas de um motorneiro pachorrento, bonde, ah, bonde, não sei o que diga em teu louvor, já que, plagiando Manuel Bandeira, por mais que te louvemos nunca te louvaremos bem!
Sim, sei que são sonhos. Mas como para Deus nada é impossível, por que não um milagre? Um anjo inspirar o prefeito e ele começar, tentativamente, pondo bondinhos a correr pela periferia da cidade, subúrbios, ilhas, esses lugares cariocas mais pacíficos. Na ilha do Governador, por exemplo, de onde tiraram os bondes foi crime, com aquelas ruas estreitíssimas à beira-mar, onde só o bonde, preso ao trilho, circulava por elas sem risco. Depois dos ônibus, é só verem as estatísticas, morre lá mais gente atropelada do que de assalto.
E a experiência dando certo em Campo Grande, Santa Cruz – os felizardos! porque não ousar uma tentativa pelo Leblon, talvez um circular pela Lagoa, seria muito turístico. Ou, ainda melhor, uma linha Leblon-Arpoador, ao longo da praia, de onde seriam expulsos os automóveis; nos bondes os banhistas poderiam circular até de calção molhado – devolvendo-se ao uso a venerável instituição do taioba.
Falei em taioba. Alguém já pensou que, depois extintos os bondes de segunda classe, não existe mais maneira alguma de pobre carregar seus fardos – lavadeira a sua trouxa, mascate a sua mala, vassoureiro as suas vassouras, verdureiro a sua cesta? Que foi que botaram em substituição ao bonde taioba? Nada, claro. Quem pôde, comprou a sua bicicleta ou triciclo para atravancar ainda mais o tráfego. Pobre cada dia tem menos vez. Nos tempos de eu mocinha, em Fortaleza, era de bonde que se namorava. O primeiro sinal de interesse que o rapaz dava à moça era pagar a passagem dela. Se ela aceitava, estava começado o namoro e o galã tinha direito de vir sentar-se ao seu lado, ou pendurar-se no balaústre, junto, se ela ia na ponta do banco. Menina namoradeira escolhia sempre a ponta do banco, para facilitar.
Em Belo Horizonte, no bonde que, do Bar do Ponto, subia a Rua da Bahia, quando o condutor ficava quieto lá atrás, já se sabia: era o Senador Melo Viana que vinha naquele bonde e pagava a lotação inteira. Todos se viravam em procura do perfil severo do senador que lia o seu jornal; de um lado e de outro pipocavam discretos agradecimentos mineiros e o senador se mantinha impassível, embora, naturalmente, gratificadíssimo
As moças da Tijuca aqui no Rio, que vinham trabalhar na cidade, bordavam no trajeto de bonde grande parte do seu enxoval; muita velha senhora tijucana, hoje em dia, há de lembrar-se disso. As de Ipanema não sei, nunca me contaram. Mas todas essas galanterias se acabaram. Hoje, em transporte coletivo, só se escuta palavrão, resmungos e ranger de dentes.
Então, ante a dura realidade, ante os dinossauros assassinos disparados pelo asfalto, deixem-me sonhar com os bondes. Nesta cidade feroz, seria cada bonde uma ilha de segurança, de amável fraternidade, sempre cabia mais um! ai, saudades. Nosso reino por um bonde!


(Rio, 07/04/1975)
Coletânea de crônicas reunidas no livro Melhores Crônicas, de
Rachel de Queiroz, com seleção e prefácio de Heloisa Buarque de
Hollanda.

Observe o trecho a seguir:
“... Bonde, o mais civilizado veículo concebido pela técnica, bonde não esquenta, não queima óleo, não vomita fumaça, não buzina, não sai do caminho, não ultrapassa os outros, não abalroa, não agride, não vira em canal, não despenca de viaduto, não caça pedestre, não fura pneu, não quebra barra de direção, não dá tranco para acomodar a carga humana, não depende de um motorista sofrendo de psicotécnica, mas de um motorneiro pachorrento, bonde, ah, bonde, ...”

Ao fazer uso de uma sequência de orações negativas a autora quis:
Alternativas
Q2368963 Português
Texto 3


OS BONDES


Pode ser fantasia, papel leva tudo, diz o povo, mas das gentis novidades que os jornais prometem por obra do novo prefeito do Rio, a que mais me entusiasma será a volta dos bondes, imagina, os bondes. Nem acredito, a tanto não chegam as minhas veleidades. Bonde circulando pela rua, a gente esperando no poste de listra branca, escalando o alto estribo, instalando-se no velho banco de madeira, abrindo o jornal e deixando o motorneiro correr, o vento nos banhando o rosto… E o dito motorneiro badalando na sua campa delém-delém! e o condutor tilintando os níqueis no nosso nariz distraído, faz favor! – e marcando as passagens na caixa sonora do teto, e a gente puxando a sineta para descer e os pingentes circunavegando os carros – não, não ouso acreditar. Bonde, o mais civilizado veículo concebido pela técnica, bonde não esquenta, não queima óleo, não vomita fumaça, não buzina, não sai do caminho, não ultrapassa os outros, não abalroa, não agride, não vira em canal, não despenca de viaduto, não caça pedestre, não fura pneu, não quebra barra de direção, não dá tranco para acomodar a carga humana, não depende de um motorista sofrendo de psicotécnica, mas de um motorneiro pachorrento, bonde, ah, bonde, não sei o que diga em teu louvor, já que, plagiando Manuel Bandeira, por mais que te louvemos nunca te louvaremos bem!
Sim, sei que são sonhos. Mas como para Deus nada é impossível, por que não um milagre? Um anjo inspirar o prefeito e ele começar, tentativamente, pondo bondinhos a correr pela periferia da cidade, subúrbios, ilhas, esses lugares cariocas mais pacíficos. Na ilha do Governador, por exemplo, de onde tiraram os bondes foi crime, com aquelas ruas estreitíssimas à beira-mar, onde só o bonde, preso ao trilho, circulava por elas sem risco. Depois dos ônibus, é só verem as estatísticas, morre lá mais gente atropelada do que de assalto.
E a experiência dando certo em Campo Grande, Santa Cruz – os felizardos! porque não ousar uma tentativa pelo Leblon, talvez um circular pela Lagoa, seria muito turístico. Ou, ainda melhor, uma linha Leblon-Arpoador, ao longo da praia, de onde seriam expulsos os automóveis; nos bondes os banhistas poderiam circular até de calção molhado – devolvendo-se ao uso a venerável instituição do taioba.
Falei em taioba. Alguém já pensou que, depois extintos os bondes de segunda classe, não existe mais maneira alguma de pobre carregar seus fardos – lavadeira a sua trouxa, mascate a sua mala, vassoureiro as suas vassouras, verdureiro a sua cesta? Que foi que botaram em substituição ao bonde taioba? Nada, claro. Quem pôde, comprou a sua bicicleta ou triciclo para atravancar ainda mais o tráfego. Pobre cada dia tem menos vez. Nos tempos de eu mocinha, em Fortaleza, era de bonde que se namorava. O primeiro sinal de interesse que o rapaz dava à moça era pagar a passagem dela. Se ela aceitava, estava começado o namoro e o galã tinha direito de vir sentar-se ao seu lado, ou pendurar-se no balaústre, junto, se ela ia na ponta do banco. Menina namoradeira escolhia sempre a ponta do banco, para facilitar.
Em Belo Horizonte, no bonde que, do Bar do Ponto, subia a Rua da Bahia, quando o condutor ficava quieto lá atrás, já se sabia: era o Senador Melo Viana que vinha naquele bonde e pagava a lotação inteira. Todos se viravam em procura do perfil severo do senador que lia o seu jornal; de um lado e de outro pipocavam discretos agradecimentos mineiros e o senador se mantinha impassível, embora, naturalmente, gratificadíssimo
As moças da Tijuca aqui no Rio, que vinham trabalhar na cidade, bordavam no trajeto de bonde grande parte do seu enxoval; muita velha senhora tijucana, hoje em dia, há de lembrar-se disso. As de Ipanema não sei, nunca me contaram. Mas todas essas galanterias se acabaram. Hoje, em transporte coletivo, só se escuta palavrão, resmungos e ranger de dentes.
Então, ante a dura realidade, ante os dinossauros assassinos disparados pelo asfalto, deixem-me sonhar com os bondes. Nesta cidade feroz, seria cada bonde uma ilha de segurança, de amável fraternidade, sempre cabia mais um! ai, saudades. Nosso reino por um bonde!


(Rio, 07/04/1975)
Coletânea de crônicas reunidas no livro Melhores Crônicas, de
Rachel de Queiroz, com seleção e prefácio de Heloisa Buarque de
Hollanda.

Segundo a crônica de Rachel de Queiroz, o retorno dos bondes significaria:
Alternativas
Q2368961 Português
A charge presente no texto 2 apresenta uma crítica:
Alternativas
Respostas
34881: C
34882: D
34883: B
34884: D
34885: D
34886: D
34887: A
34888: B
34889: A
34890: A
34891: A
34892: A
34893: A
34894: D
34895: A
34896: B
34897: D
34898: D
34899: B
34900: B