Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2584152 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.


A verdade


Uma donzela estava um dia sentada à beira de um riacho, deixando a água do riacho passar por entre os seus dedos muito brancos, quando sentiu o seu anel de diamante ser levado pelas águas. Temendo o castigo do pai, a donzela contou em casa que fora assaltada por um homem no bosque e que ele arrancara o anel de diamante do seu dedo e a deixara desfalecida sobre um canteiro de margarida. O pai e os irmãos da donzela foram atrás do assaltante e encontraram um homem dormindo no bosque, e o mataram, mas não encontraram o anel de diamante. E a donzela disse:

— Agora me lembro, não era um homem, eram dois.

E o pai e os irmãos da donzela saíram atrás do segundo homem, e o encontraram, e o mataram, mas ele também não tinha o anel. E a donzela disse:

— Então está com o terceiro!

Pois se lembrara que havia um terceiro assaltante. E o pai e os irmãos da donzela saíram no encalço do terceiro assaltante, e o encontraram no bosque. Mas não o mataram, pois estavam fartos de sangue. E trouxeram o homem para a aldeia, e o revistaram, e encontraram no seu bolso o anel de diamante da donzela, para espanto dela.

— Foi ele que assaltou a donzela, e arrancou o anel de seu dedo, e a deixou desfalecida — gritaram os aldeões.

— Matem-no!

— Esperem! — gritou o homem, no momento em que passavam a corda da forca pelo seu pescoço. — Eu não roubei o anel. Foi ela que me deu!

E apontou para a donzela, diante do escândalo de todos. O homem contou que estava sentado à beira do riacho, pescando, quando a donzela se aproximou dele e pediu um beijo. Ele deu o beijo. Depois a donzela tirara a roupa e pedira que ele a possuísse, pois queria saber o que era o amor. Mas como era um homem honrado, ele resistira, e dissera que a donzela devia ter paciência, pois conheceria o amor do marido no seu leito de núpcias. Então a donzela lhe oferecera o anel, dizendo: “Já que meus encantos não o seduzem, este anel comprará o seu amor”. E ele sucumbira, pois era pobre, e a necessidade é o algoz da honra.

Todos se viraram contra a donzela e gritaram: “Rameira! Impura! Diaba!” e exigiram seu sacrifício. E o próprio pai da donzela passou a forca para o seu pescoço. Antes de morrer, a donzela disse para o pescador:

— A sua mentira era maior que a minha. Eles mataram pela minha mentira e vão matar pela sua. Onde está, afinal, a verdade?

O pescador deu de ombros e disse:

— A verdade é que eu achei o anel na barriga de um peixe. Mas quem acreditaria nisso? O pessoal quer violência e sexo, não histórias de pescador.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

De acordo com o texto, o que motivou a mentira da personagem donzela foi:

Alternativas
Q2584139 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões de 1 a 10.


A verdade


Uma donzela estava um dia sentada à beira de um riacho, deixando a água do riacho passar por entre os seus dedos muito brancos, quando sentiu o seu anel de diamante ser levado pelas águas. Temendo o castigo do pai, a donzela contou em casa que fora assaltada por um homem no bosque e que ele arrancara o anel de diamante do seu dedo e a deixara desfalecida sobre um canteiro de margarida. O pai e os irmãos da donzela foram atrás do assaltante e encontraram um homem dormindo no bosque, e o mataram, mas não encontraram o anel de diamante. E a donzela disse:

— Agora me lembro, não era um homem, eram dois.

E o pai e os irmãos da donzela saíram atrás do segundo homem, e o encontraram, e o mataram, mas ele também não tinha o anel. E a donzela disse:

— Então está com o terceiro!

Pois se lembrara que havia um terceiro assaltante. E o pai e os irmãos da donzela saíram no encalço do terceiro assaltante, e o encontraram no bosque. Mas não o mataram, pois estavam fartos de sangue. E trouxeram o homem para a aldeia, e o revistaram, e encontraram no seu bolso o anel de diamante da donzela, para espanto dela.

— Foi ele que assaltou a donzela, e arrancou o anel de seu dedo, e a deixou desfalecida — gritaram os aldeões.

— Matem-no!

— Esperem! — gritou o homem, no momento em que passavam a corda da forca pelo seu pescoço. — Eu não roubei o anel. Foi ela que me deu!

E apontou para a donzela, diante do escândalo de todos. O homem contou que estava sentado à beira do riacho, pescando, quando a donzela se aproximou dele e pediu um beijo. Ele deu o beijo. Depois a donzela tirara a roupa e pedira que ele a possuísse, pois queria saber o que era o amor. Mas como era um homem honrado, ele resistira, e dissera que a donzela devia ter paciência, pois conheceria o amor do marido no seu leito de núpcias. Então a donzela lhe oferecera o anel, dizendo: “Já que meus encantos não o seduzem, este anel comprará o seu amor”. E ele sucumbira, pois era pobre, e a necessidade é o algoz da honra.

Todos se viraram contra a donzela e gritaram: “Rameira! Impura! Diaba!” e exigiram seu sacrifício. E o próprio pai da donzela passou a forca para o seu pescoço. Antes de morrer, a donzela disse para o pescador:

— A sua mentira era maior que a minha. Eles mataram pela minha mentira e vão matar pela sua. Onde está, afinal, a verdade?

O pescador deu de ombros e disse:

— A verdade é que eu achei o anel na barriga de um peixe. Mas quem acreditaria nisso? O pessoal quer violência e sexo, não histórias de pescador.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020.

De acordo com o texto, para o personagem do pescador:

Alternativas
Q2584084 Português

Leia o texto para responder às proximas quatro questões.


Muito Estranho. (Cuida Bem de Mim).


(Cláudio Ferreira Rabello/Dalto Roberto Medeiros).


Hum!

Mas se um dia eu chegar

Muito estranho,

Deixa essa água no corpo

Lembrar nosso banho.

Hum!

Mas se um dia eu chegar

Muito louco,

Deixa essa noite saber

Que um dia foi pouco.


Cuida bem de mim

Então misture tudo

Dentro de nós,

Porque ninguém vai dormir

Nosso sonho.


Hum!

Minha cara pra que

Tantos planos,

Se quero te amar e te amar

E te amar muitos anos.


Hum!

Tantas vezes eu quis

Ficar solto,

Como se fosse uma lua

A brincar no teu rosto.


Cuida bem de mim

Então misture tudo

Dentro de nós,

Porque ninguém vai dormir


Nosso sonho.

Cuida bem de mim

Então misture tudo

Dentro de nós,

Porque ninguém vai dormir

Nosso sonho.

Com base na leitura do texto, marque a alternativa incorreta.

Alternativas
Q2583965 Português

O texto Ill serve de base para responder às questões 6 e 7.


TEXTO IlI


O papel da escola na educação antirracista


O que sua escola tem feito para desconstruir o racismo estrutural no Brasil? A Lei nº 10.639, que este ano completa 20 anos, determina que as escolas públicas e particulares ensinem história e cultura afrobrasileiras.

A educação antirracista é fruto de uma luta secular dos movimentos negros, com níveis de complexidade que não se esgotam na oferta de uma disciplina ou uma discussão em sala de aula. Uma educação antirracista começa pela transformação do projeto político-pedagógico, em cada escola, de forma sistêmica, em suas múltiplas dimensões: revisão de todo o currículo, em busca das marcas de apagamento do multiculturalismo crítico, questionando a perspectiva eurocêntrica hegemônica, tida como universal; análise do acervo bibliográfico e do material didático adotado, mirando esse enfoque; olhar atento para as relações inter-raciais no cotidiano escolar, sem invisibilizar e silenciar as situações de racismo, e qualificando as ações de enfrentamento; investimento na formação contínua da equipe docente e de gestão sob a perspectiva antirracista; incentivo ao letramento racial e sensibilização da comunidade escolar; e, por fim, articulação com escolas e outros grupos sociais compromissados com o mesmo desafio.

Assumir a educação antirracista é, também, ler pensadoras/es e autoras/es negras/os ainda ignoradas/ os na academia (cientistas negras/os e indígenas de excelência existem, e são muitas/05!); é refletir permanentemente, reconhecendo o lugar de privilégio branco e as consequências da herança escravocrata em nosso país; e perceber-se ingênua/o ao acreditar no mito da democracia racial brasileira, alterando condutas assistencialistas ultrapassadas, mesmo que imbuídas de boas intenções.

Educar-se para as relações étnico-raciais é saber-se racializada/o e parte integrante de uma estrutura social racista, e ter coragem para enfrentá-la. Toda instituição escolar tem responsabilidade na desconstrução do racismo, como detentora de ferramentas para a formação de cidadãs/ãos comprometidas/os com uma sociedade justa, igualitária, agentes de conhecimentos, culturas e estéticas.



Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2023/11/17/papel-escola-educacao-antirracista/. Acesso em: 17 dez. 2023.

Em relação à leitura e ao que é possível inferir acerca do texto Ill, analise as assertivas a seguir:


|- Apesar da Lei 10.639 já estar em vigência há 20 anos, o racismo estrutural ainda persiste no Brasil.

|| - A educação antirracista requer várias ações por parte da escola.

Ill - O branco é privilegiado e, além disso, nunca age com boas intenções em relação aos ingênuos descendentes de escravos.

IV - Houve, no Brasil, um apagamento do multiculturalismo crítico em detrimento da perspectiva eurocêntrica hegemônica.


Está correto o que se afirma em:

Alternativas
Q2583961 Português

O texto Il serve de base para responder às questões 3 e 4.


TEXTO Il




Disponível em: https://descomplica.com.br/blog/4-tirinhas-que-irao-acabar-com-suas-duvidas-entre-ambiguidade-e-polissemia/. Acesso em: 24 jan. 2024.

A polissemia — possibilidade de uma palavra ter mais de um sentido —, que está presente na tirinha, também pode ser observada nas frases abaixo, exceto em:

Alternativas
Q2583960 Português

O texto | serve de base para responder às questões 1 e 2.


TEXTO |


6 tendências para a educação em 2024


A valorização da saúde mental é um aspecto fundamental que deve ser trabalhado tanto em professores quanto em estudantes. Ambos desempenham papéis essenciais no ambiente educacional e, portanto, precisam estar com a mente saudável para garantir um aprendizado efetivo. Professores lidam diariamente com desafios como a pressão por resultados, a sobrecarga de trabalho e a responsabilidade de educar e orientar os estudantes. Essas demandas podem levar ao estresse, ansiedade e até mesmo ao esgotamento emocional. Portanto, é crucial que tenham um cuidado especial com sua saúde mental, buscando estratégias de autocuidado, como a prática de exercícios físicos, meditação e o estabelecimento de limites saudáveis entre trabalho e vida pessoal. Além disso, é importante que as instituições de ensino ofereçam suporte psicológico e programas de capacitação para lidar com o estresse e a pressão do ambiente escolar.

Já no caso dos estudantes, a saúde mental também desempenha um papel fundamental no seu desempenho acadêmico e bem-estar geral. A pressão por resultados, a competição entre os colegas e as expectativas familiares podem gerar ansiedade, depressão e outros problemas emocionais. Portanto, é necessário que as escolas promovam um ambiente acolhedor e seguro, no qual os estudantes se sintam à vontade para expressar suas emoções e buscar ajuda quando necessário. Além disso, é importante que sejam ofertados programas de educação emocional que ensinem habilidades de gerenciamento do estresse, resiliência e autoconhecimento.



Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2023/12/18/tendencias-para-a-educacao-em-2024/(Adaptado). Acesso em: 22 dez. 2023.

A coesão e a coerência são mecanismos fundamentais na construção textual. A coesão é resultado da disposição e da correta utilização das palavras que propiciam a ligação entre frases, períodos e parágrafos de um texto. A coerência, por sua vez, é a relação lógica das ideias de um texto, de forma que não ocorra contradição, principalmente.

Posto isso, assinale a alternativa em que a substituição do termo sublinhado prejudica a coesão e/ou a coerência do texto na reescrita:

Alternativas
Q2583919 Português

O texto | serve de base para responder às questões 1 e 2.


TEXTO |


6 tendências para a educação em 2024


A valorização da saúde mental é um aspecto fundamental que deve ser trabalhado tanto em professores quanto em estudantes. Ambos desempenham papéis essenciais no ambiente educacional e, portanto, precisam estar com a mente saudável para garantir um aprendizado efetivo. Professores lidam diariamente com desafios como a pressão por resultados, a sobrecarga de trabalho e a responsabilidade de educar e orientar os estudantes. Essas demandas podem levar ao estresse, ansiedade e até mesmo ao esgotamento emocional. Portanto, é crucial que tenham um cuidado especial com sua saúde mental, buscando estratégias de autocuidado, como a prática de exercícios físicos, meditação e o estabelecimento de limites saudáveis entre trabalho e vida pessoal. Além disso, é importante que as instituições de ensino ofereçam suporte psicológico e programas de capacitação para lidar com o estresse e a pressão do ambiente escolar.

Já no caso dos estudantes, a saúde mental também desempenha um papel fundamental no seu desempenho acadêmico e bem-estar geral. A pressão por resultados, a competição entre os colegas e as expectativas familiares podem gerar ansiedade, depressão e outros problemas emocionais. Portanto, é necessário que as escolas promovam um ambiente acolhedor e seguro, no qual os estudantes se sintam à vontade para expressar suas emoções e buscar ajuda quando necessário. Além disso, é importante que sejam ofertados programas de educação emocional que ensinem habilidades de gerenciamento do estresse, resiliência e autoconhecimento.



Disponível em: https://revistaeducacao.com.br/2023/12/18/tendencias-para-a-educacao-em-2024/(Adaptado). Acesso em: 22 dez. 2023.

Segundo o texto, assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q2583915 Português

O texto Ill serve de base para as questões de 8 a 10.


TEXTO III


Se determinado efeito, lógico ou artístico, mais fortemente se obtém do emprego de um substantivo masculino apenso a substantivo feminino, não deve o autor hesitar em fazê-lo. Quis eu uma vez dar, em uma só frase, a ideia — pouco importa se vera ou falsa — de que Deus é simultaneamente o Criador e a Alma do mundo. Não encontrei melhor maneira de o fazer do que tornando transitivo o verbo “ser”; e assim dei à voz de Deus a frase:

— Ó universo, eu sou-te, em que o transitivo de criação se consubstancia com o intransitivo de identificação.

Outra vez, porém em conversa, querendo dar incisiva, e portanto concentradamente, a noção verbal de que certa senhora tinha um tipo de rapaz, empreguei a frase “aquela rapaz”, violando deliberadamente e justissimamente a lei fundamental da concordância.

A prosódia, já alguém o disse, não é mais que função do estilo.

A linguagem fez-se para que nos sirvamos dela, não para que a sirvamos a ela.


PESSOA, Fernando. A língua portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. p. 72-73. (Adaptado).

A partir da leitura do texto, só não se pode afirmar que a intenção do autor é a de:

Alternativas
Q2583911 Português

O texto | serve de base para as questões de 1 a 5.


TEXTO |


Um homem de consciência


Chamava-se Jodo Teodoro, só. O mais pacato e modesto dos homens. Honestíssimo e lealíssimo, com um defeito apenas: não dar o mínimo valor a si próprio. Para João Teodoro, a coisa de menos importância no mundo era João Teodoro.

Nunca fora nada na vida, nem admitia a hipótese de vir a ser alguma coisa. E por muito tempo não quis nem sequer o que todos queriam: mudar-se para terra melhor. Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o desaparecimento visível de sua Itaoca.

— Isto já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons — agora só um, e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá serviço para um rábula ordinário como o Tenório. Nem circo de cavalinhos bate mais por aqui. A gente que presta se muda. Fica o restolho. Decididamente, a minha Itaoca está se acabando...

João Teodoro entrou a incubar a ideia de também mudar-se, mas para isso necessitava dum fato qualquer que o convencesse de maneira absoluta de que Itaoca não tinha mesmo conserto ou arranjo possível.

— E isso! — Deliberou lá por dentro. — Quando eu verificar que tudo está perdido, que Itaoca não vale mais nada de nada de nada, então eu arrumo a trouxa e boto-me fora daqui.

Um dia aconteceu a grande novidade: a nomeação de João Teodoro para delegado. Nosso homem recebeu a notícia como se fosse uma porretada no crânio. Delegado, ele! Ele que não era nada, nunca fora nada, não queria ser nada, não se julgava capaz de nada... .

Ser delegado numa cidadezinha daquelas é coisa seríssima. Não há cargo mais importante. E o homem que prende os outros, que solta, que manda dar sovas, que vai à capital falar com o governo. Uma coisa colossal ser delegado - e estava ele, João Teodoro, de-le-ga-do de Itaoca!

João Teodoro caiu em meditação profunda. Passou a noite em claro, pensando e arrumando as malas.

Pela madrugada, botou-as num burro, montou no seu cavalinho magro e partiu.

Antes de deixar a cidade, foi visto por um amigo madrugador.

— Que é isso, João? Para onde se atira tão cedo, assim de armas e bagagens?

— E Vou-me embora, respondeu o retirante. Verifiquei que Itaoca chegou mesmo ao fim.

— Mas como? Agora que você está delegado?

— Justamente por isso. Terra em que João Teodoro chega a delegado, eu não moro. Adeus. sumiu.



LOBATO, Monteiro. Cidades Mortas.12. ed. São Paulo: Editora Brasiliense,1965.

Sabemos que as funções da linguagem são formas de utilização da linguagem segundo a intenção do falante e que, embora possam se manifestar de diversas formas em um mesmo texto, há uma que predomina.

Acerca desse aspecto, considerando os excertos abaixo, verifica-se a preponderância da função:

Alternativas
Q2583910 Português

O texto | serve de base para as questões de 1 a 5.


TEXTO |


Um homem de consciência


Chamava-se Jodo Teodoro, só. O mais pacato e modesto dos homens. Honestíssimo e lealíssimo, com um defeito apenas: não dar o mínimo valor a si próprio. Para João Teodoro, a coisa de menos importância no mundo era João Teodoro.

Nunca fora nada na vida, nem admitia a hipótese de vir a ser alguma coisa. E por muito tempo não quis nem sequer o que todos queriam: mudar-se para terra melhor. Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o desaparecimento visível de sua Itaoca.

— Isto já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons — agora só um, e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá serviço para um rábula ordinário como o Tenório. Nem circo de cavalinhos bate mais por aqui. A gente que presta se muda. Fica o restolho. Decididamente, a minha Itaoca está se acabando...

João Teodoro entrou a incubar a ideia de também mudar-se, mas para isso necessitava dum fato qualquer que o convencesse de maneira absoluta de que Itaoca não tinha mesmo conserto ou arranjo possível.

— E isso! — Deliberou lá por dentro. — Quando eu verificar que tudo está perdido, que Itaoca não vale mais nada de nada de nada, então eu arrumo a trouxa e boto-me fora daqui.

Um dia aconteceu a grande novidade: a nomeação de João Teodoro para delegado. Nosso homem recebeu a notícia como se fosse uma porretada no crânio. Delegado, ele! Ele que não era nada, nunca fora nada, não queria ser nada, não se julgava capaz de nada... .

Ser delegado numa cidadezinha daquelas é coisa seríssima. Não há cargo mais importante. E o homem que prende os outros, que solta, que manda dar sovas, que vai à capital falar com o governo. Uma coisa colossal ser delegado - e estava ele, João Teodoro, de-le-ga-do de Itaoca!

João Teodoro caiu em meditação profunda. Passou a noite em claro, pensando e arrumando as malas.

Pela madrugada, botou-as num burro, montou no seu cavalinho magro e partiu.

Antes de deixar a cidade, foi visto por um amigo madrugador.

— Que é isso, João? Para onde se atira tão cedo, assim de armas e bagagens?

— E Vou-me embora, respondeu o retirante. Verifiquei que Itaoca chegou mesmo ao fim.

— Mas como? Agora que você está delegado?

— Justamente por isso. Terra em que João Teodoro chega a delegado, eu não moro. Adeus. sumiu.



LOBATO, Monteiro. Cidades Mortas.12. ed. São Paulo: Editora Brasiliense,1965.

Sabemos que as variações linguísticas são o movimento comum e natural de uma língua que varia, principalmente, por fatores históricos e culturais, modo pelo qual ela se vale, sistemática e coerentemente, do contexto histórico, geográfico e sociocultural no qual os falantes dessa língua se manifestam verbalmente. Acerca desse aspecto, considerando os trechos destacados, é correto classificá-los como:

Alternativas
Q2583909 Português

O texto | serve de base para as questões de 1 a 5.


TEXTO |


Um homem de consciência


Chamava-se Jodo Teodoro, só. O mais pacato e modesto dos homens. Honestíssimo e lealíssimo, com um defeito apenas: não dar o mínimo valor a si próprio. Para João Teodoro, a coisa de menos importância no mundo era João Teodoro.

Nunca fora nada na vida, nem admitia a hipótese de vir a ser alguma coisa. E por muito tempo não quis nem sequer o que todos queriam: mudar-se para terra melhor. Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o desaparecimento visível de sua Itaoca.

— Isto já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons — agora só um, e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá serviço para um rábula ordinário como o Tenório. Nem circo de cavalinhos bate mais por aqui. A gente que presta se muda. Fica o restolho. Decididamente, a minha Itaoca está se acabando...

João Teodoro entrou a incubar a ideia de também mudar-se, mas para isso necessitava dum fato qualquer que o convencesse de maneira absoluta de que Itaoca não tinha mesmo conserto ou arranjo possível.

— E isso! — Deliberou lá por dentro. — Quando eu verificar que tudo está perdido, que Itaoca não vale mais nada de nada de nada, então eu arrumo a trouxa e boto-me fora daqui.

Um dia aconteceu a grande novidade: a nomeação de João Teodoro para delegado. Nosso homem recebeu a notícia como se fosse uma porretada no crânio. Delegado, ele! Ele que não era nada, nunca fora nada, não queria ser nada, não se julgava capaz de nada... .

Ser delegado numa cidadezinha daquelas é coisa seríssima. Não há cargo mais importante. E o homem que prende os outros, que solta, que manda dar sovas, que vai à capital falar com o governo. Uma coisa colossal ser delegado - e estava ele, João Teodoro, de-le-ga-do de Itaoca!

João Teodoro caiu em meditação profunda. Passou a noite em claro, pensando e arrumando as malas.

Pela madrugada, botou-as num burro, montou no seu cavalinho magro e partiu.

Antes de deixar a cidade, foi visto por um amigo madrugador.

— Que é isso, João? Para onde se atira tão cedo, assim de armas e bagagens?

— E Vou-me embora, respondeu o retirante. Verifiquei que Itaoca chegou mesmo ao fim.

— Mas como? Agora que você está delegado?

— Justamente por isso. Terra em que João Teodoro chega a delegado, eu não moro. Adeus. sumiu.



LOBATO, Monteiro. Cidades Mortas.12. ed. São Paulo: Editora Brasiliense,1965.

A partir da leitura do texto, acerca das características de seu protagonista, é correto afirmar que João Teodoro:

Alternativas
Q2583908 Português

O texto | serve de base para as questões de 1 a 5.


TEXTO |


Um homem de consciência


Chamava-se Jodo Teodoro, só. O mais pacato e modesto dos homens. Honestíssimo e lealíssimo, com um defeito apenas: não dar o mínimo valor a si próprio. Para João Teodoro, a coisa de menos importância no mundo era João Teodoro.

Nunca fora nada na vida, nem admitia a hipótese de vir a ser alguma coisa. E por muito tempo não quis nem sequer o que todos queriam: mudar-se para terra melhor. Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o desaparecimento visível de sua Itaoca.

— Isto já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons — agora só um, e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá serviço para um rábula ordinário como o Tenório. Nem circo de cavalinhos bate mais por aqui. A gente que presta se muda. Fica o restolho. Decididamente, a minha Itaoca está se acabando...

João Teodoro entrou a incubar a ideia de também mudar-se, mas para isso necessitava dum fato qualquer que o convencesse de maneira absoluta de que Itaoca não tinha mesmo conserto ou arranjo possível.

— E isso! — Deliberou lá por dentro. — Quando eu verificar que tudo está perdido, que Itaoca não vale mais nada de nada de nada, então eu arrumo a trouxa e boto-me fora daqui.

Um dia aconteceu a grande novidade: a nomeação de João Teodoro para delegado. Nosso homem recebeu a notícia como se fosse uma porretada no crânio. Delegado, ele! Ele que não era nada, nunca fora nada, não queria ser nada, não se julgava capaz de nada... .

Ser delegado numa cidadezinha daquelas é coisa seríssima. Não há cargo mais importante. E o homem que prende os outros, que solta, que manda dar sovas, que vai à capital falar com o governo. Uma coisa colossal ser delegado - e estava ele, João Teodoro, de-le-ga-do de Itaoca!

João Teodoro caiu em meditação profunda. Passou a noite em claro, pensando e arrumando as malas.

Pela madrugada, botou-as num burro, montou no seu cavalinho magro e partiu.

Antes de deixar a cidade, foi visto por um amigo madrugador.

— Que é isso, João? Para onde se atira tão cedo, assim de armas e bagagens?

— E Vou-me embora, respondeu o retirante. Verifiquei que Itaoca chegou mesmo ao fim.

— Mas como? Agora que você está delegado?

— Justamente por isso. Terra em que João Teodoro chega a delegado, eu não moro. Adeus. sumiu.



LOBATO, Monteiro. Cidades Mortas.12. ed. São Paulo: Editora Brasiliense,1965.

No texto acima, temos o retrato de uma cidade do Vale do Paraíba (SP) que viveu os seus momentos de glória, e que, no tempo da narrativa, debilita-se paulatinamente. A partir dessa informação, e entre os trechos selecionados abaixo, qual deles explica a certeza de João Teodoro de que a cidade tinha acabado de vez?

Alternativas
Q2583906 Português

Aponte a função da linguagem predominante nas mensagens publicitárias:

Alternativas
Q2583170 Português

Analise o excerto a seguir:


____ algum tempo, a grávida, que estava prestes ___ dar ___ luz, sofria tremores e quedas de pressão. Receava perder o bebê.


Assinale a alternativa que preenche, na respectiva ordem, cada uma das lacunas corretamente.

Alternativas
Q2583133 Português

A elaboração, redação e organização dos documentos oficiais devem contar com regras específicas. No caso da redação de um documento oficial, alguns atributos devem ser observados, como por exemplo assegurar que o texto tenha coesão e coerência. Vale destacar que há mecanismos que estabelecem a coesão e a coerência, como o destacado na opção:

Alternativas
Q2582094 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 03


Modernidade líquida


(...)

O que é modernidade líquida?

Bauman definiu como modernidade líquida um período que se iniciou após a Segunda Guerra Mundial e ficou mais perceptível a partir da década de 1960. Esse sociólogo chamou de modernidade sólida o período anterior. A modernidade sólida era caracterizada pela rigidez e solidificação das relações humanas, das relações sociais, da ciência e do pensamento. A busca pela verdade era um compromisso sério para os pensadores da modernidade sólida. As relações sociais e familiares eram rígidas e duradouras, e o que se queria era um cuidado com a tradição. Apesar dos aspectos negativos reconhecidos por Bauman da modernidade sólida, o aspecto positivo era a confiança na rigidez das instituições e na solidificação das relações humanas. A modernidade líquida é totalmente oposta à modernidade sólida e ficou evidente na década de 1960, mas a sua semente estava no início do capitalismo industrial, durante a Revolução Industrial. As relações econômicas ficaram sobrepostas às relações sociais e humanas, e isso abriu espaço para que cada vez mais houvesse uma fragilidade de laço entre pessoas e de pessoas com instituições.

(...)

Modernidade líquida e relações humanas As relações humanas ficaram extremamente abaladas com o surgimento da modernidade líquida. Bauman usa o termo “conexão” para nomear as relações na modernidade líquida no lugar de relacionamento, pois o que se passa a desejar a partir de então é algo que possa ser acumulado em maior número, mas com superficialidade suficiente para se desligar a qualquer momento. A amizade e os relacionamentos amorosos são substituídos por conexões, que, a qualquer momento, podem ser desfeitas.

As redes sociais e a internet serviram de instrumento para a intensificação do que Bauman chamou de amor líquido: a relação pseudoamorosa da modernidade líquida. Não se procura, como na modernidade sólida, uma companhia afetiva e amorosa como era na modernidade sólida, mas se procura uma conexão (que pode ser sexual ou não, sendo que a não sexual substitui o que era a amizade) que resulte em prazer para o indivíduo. O imperativo da modernidade líquida é a busca por prazer a qualquer custo, mesmo que utilizando pessoas como objetos. Aliás, na modernidade líquida, o sujeito torna-se objeto.

(...)

Modernidade líquida e consumismo

O consumo tornou-se um imperativo na modernidade líquida. Criou-se todo um aparato para que o capitalismo consiga progredir desenfreadamente por meio do consumo irracional. Para além do que o filósofo e sociólogo alemão Karl Marx observou em sua época, um fetiche pelo consumo, criou-se um fetiche pelas marcas, deixando de importar o produto em si, mas a sua fabricante e o seu preço. Consumo sempre foi sinônimo de status, mas, na modernidade líquida, o consumo e o status são expressivamente dotados de uma carga simbólica muito mais intensa do que era na modernidade sólida. O sujeito é objetificado pelo capitalismo, tornando-se apenas o que ele consome, e não mais o que ele é. Na lógica da modernidade líquida, o sujeito é aquilo que ele consome.

(...)


DISPONÍVEL EM: https://mundoeducacao.uol.com.br/sociologia/modernidade-liquida.htm

“As redes sociais e a internet serviram de instrumento para a intensificação do que Bauman chamou de amor líquido: a relação pseudoamorosa da modernidade líquida. Não se procura, como na modernidade sólida, uma companhia afetiva e amorosa como era na modernidade sólida, mas se procura uma conexão (que pode ser sexual ou não, sendo que a não sexual substitui o que era a amizade) que resulte em prazer para o indivíduo. O imperativo da modernidade líquida é a busca por prazer a qualquer custo, mesmo que utilizando pessoas como objetos. Aliás, na modernidade líquida, o sujeito torna-se objeto.”


De acordo com o trecho destacado, podemos afirmar:


I. Na modernidade líquida o sujeito não pode ser objeto.

II. Na modernidade líquida as relações são fluídas e as pessoas muitas vezes são objeto.

III. A modernidade líquida só apresenta problemas, uma vez que, não existe amor entre as pessoas.


Marque a afirmativa correta:

Alternativas
Q2582034 Português

Em: Alice não tem a inteligência emocional bem desenvolvida e vive colocando o “pé na jaca”.


A expressão em destaque por aspas é:

Alternativas
Q2581940 Português

TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 a 04


A rede longevidade em texto publicado em 13 de maio de 2021 apresenta algumas reflexões acerca do trabalho na vida da pessoa humana na atualidade:

(...)

Descubra o sentido do trabalho em nossas vidas:

Ao pensar sobre o termo Trabalho, uma das primeiras ideias que surgem refere-se ao sentido econômico da palavra, ou seja, trabalho é qualquer atividade exercida por nós cujo resultado seja uma recompensa que, em geral, costuma ser uma forma material de remuneração.

No entanto, o conceito de trabalho mudou muito e mudou rápido nos últimos 20, 30 anos.

Antigamente, a pessoa tinha uma única profissão ou uma única formação. Havia poucas oportunidades de mudança de carreira. Atualmente, você pode ter se aposentado de uma atividade, mas pode aprender algo novo, ou até mudar várias vezes de profissão ao longo da sua vida.

Então, é preciso entender esses novos conceitos. O foco não é mais apenas vender horas de trabalho em troca de benefícios financeiros, mas fazer algo de que gostamos e que faça sentido. Pense nas coisas que você gostaria de experimentar, realizar e construir.

Como será o trabalho para a próxima geração?

Assim como a tecnologia, o trabalho está sempre mudando, seja com o surgimento de novas ocupações ou com o desaparecimento de algumas ocupações convencionais. Hoje em dia, é cada vez mais difícil encontrar pessoas que trabalhem como sapateiros, afiadores de tesouras, alfaiates e outras profissões antigas.

(...)

Você acha que chegou ao fim porque está velho(a) demais para fazer algo diferente?

O mundo mudou! Há muito mais a fazer!

É hora de realizar seus sonhos. O que você sempre quis fazer, mas nunca teve coragem ou não lhe foi permitido em sua vida?

Se você quiser, agora é a hora de começar uma nova carreira! Muitas empresas procuram talentos experientes.

Você pode abrir sua própria empresa ou até mesmo ajudar empresas existentes.

Escolha coisas que te façam feliz e respeite seus limites. Você não precisa trabalhar em tempo integral como antes.

Ficar ativo ajuda a cabeça a se manter ativa! O trabalho não precisa ser pago, também pode ser voluntário. Você pensará que está ajudando o outro, mas verá que também está ajudando a si mesmo(a).

O trabalho desempenha um papel importante em nossas vidas e pode ser agradável. Pago ou não, o importante é se manter ativo. Esta é uma grande oportunidade para descobrir novos talentos, novas paixões, fazer novos amigos e aprender coisas novas. Uma nova etapa, mais emocionante que a anterior! O mercado de trabalho já está procurando pessoas com mais experiência e estudando como elas podem se reunir. Surfe nas ondas e aproveite para continuar sua jornada.


disponível em: https://redelongevidade.org.br/60/qual-a-importancia-do-trabalho-em-sua-vida/

De acordo com o texto, o trabalho na contemporaneidade configura-se como:

Alternativas
Q2581891 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 7.


Como tamanho e formato do crânio influenciam na longevidade de um cão


Cachorros são uma das espécies animais mais diversas do ponto de vista do fenótipo (ou seja, das características morfológicas, físicas e até comportamentais). Um dos aspectos que pode variar conforme a raça é a longevidade.

Pensando nisso, pesquisadores analisaram dados de milhares de cachorros do Reino Unido, com o objetivo de identificar as raças que geralmente estão associadas a um menor tempo de vida. Os resultados foram publicados na revista Scientific Reports, na última quinta-feira (1º).

Para realizar esse estudo, os pesquisadores utilizaram dados de mais de 580 mil cães do Reino Unido, de 150 raças. As informações dizem respeito a raça, sexo, data de nascimento e data da morte (em cerca de 280 mil casos, os cachorros já haviam morrido).

Os animais foram classificados em raças puras ou mistas, seguindo as diretrizes da organização inglesa Kennel Club. Eles foram divididos de acordo com o tamanho (pequeno, médio ou grande) e o formato do crânio: braquicefálicos (com focinho achatado), mesocefálicos (com focinho médio) ou dolicocefálicos (com focinho longo).

Os cálculos feitos pelos pesquisadores indicam que cachorros dolicocefálicos pequenos têm expectativa de vida mais alta no Reino Unido: 13,3 anos, em média, para machos e fêmeas. É o caso, por exemplo, de Dachshund miniatura, Pastor-de-shetland e Whippet. Já os braquicefálicos de tamanho médio (como o buldogue inglês) têm menor expectativa de vida: 9,1 anos para machos e 9,6 anos para fêmeas. O artigo ainda destaca a média para outras raças comuns: Labrador (13,1 anos), Jack Russell Terrier (13,3 anos) e Cavalier King Charles Spaniel (11,8 anos). Além disso, no estudo, raças puras apresentaram expectativa de vida maior que as mistas: 12,7 anos para as puras e 12 anos para as mistas. Também foi observada uma diferença entre fêmeas (12,7 anos) e machos (12,4 anos).

Conduzir trabalhos científicos focados em cachorros é uma forma importante de aprimorar as discussões sobre a saúde e o bem-estar desses animais. No entanto, vale ressaltar que esses resultados são válidos no contexto do Reino Unido, como constatam os autores da pesquisa, em nota. Considerando que as raças de cachorros apresentam uma série de diferenças – quanto a morfologia, comportamento e longevidade, por exemplo –, é necessário que também sejam feitas outras pesquisas com amostras mais variadas.


Revista Galileu. Disponível em:

https://revistagalileu.globo.com/ciencia/biologia/noticia/2024/02/como-tamanho-e-formato-do-cranio-influenciam-na-longevidade-de-umcao.ghtml

Considere o excerto a seguir para responder às questões 2 e 3:


“Conduzir trabalhos científicos focados em cachorros é uma forma importante de aprimorar as discussões sobre a saúde e o bem-estar desses animais. No entanto, vale ressaltar que esses resultados são válidos no contexto do Reino Unido, como constatam os autores da pesquisa, em nota.”


Enquanto recurso de coesão textual, o papel da locução “no entanto”, no excerto apresentado, é de:

Alternativas
Q2581735 Português

Qual das alternativas abaixo apresenta uma construção sintaticamente correta?

Alternativas
Respostas
34701: D
34702: B
34703: E
34704: C
34705: D
34706: A
34707: D
34708: C
34709: B
34710: B
34711: A
34712: E
34713: B
34714: D
34715: D
34716: A
34717: B
34718: C
34719: B
34720: A