Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q2585243 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 5.


Microplásticos são descobertos pela 1ª vez em vestígios arqueológicos


Dezenas de partículas de plástico foram encontradas em coletas atuais e em amostras extraídas do solo na década de 1980 em dois sítios arqueológicos em York, Inglaterra


Nos últimos anos, uma série de estudos têm evidenciado a presença de microplásticos no oceano, no ar e até mesmo no organismo humano. Agora, pesquisadores descobriram que esses pequenos materiais estão contaminando também vestígios arqueológicos retirados do solo.

Uma pesquisa publicada em 1º de março na revista Science of The Total Environment identificou em coletas de solo 66 partículas de 16 tipos de polímeros de microplástico. “O que antes se acreditava serem depósitos arqueológicos puros, prontos para investigação, estão, na realidade, contaminados por plástico”, afirma em comunicado o arqueólogo John Schofield, da Universidade de York, no Reino Unido.

Os microplásticos são partículas de plástico com tamanho entre 1 micrômetro (milésimo de milímetro) e 5 milímetros. A sua origem é diversa: podem estar em itens de higiene pessoal, cosméticos, garrafas PET, celulares e roupas.

Os pesquisadores analisaram amostras de dois períodos: as mais antigas são datadas dos séculos 1 ou 2 e foram retiradas do solo na década de 1980, em dois sítios arqueológicos de York, a uma profundidade de mais de 7 metros. Já as demais foram coletadas na contemporaneidade em regiões próximas de onde ocorreram as escavações no passado.

“Nós pensamos nos microplásticos como um fenômeno moderno, já que só temos ouvido falar deles nos últimos 20 anos”, contextualiza David Jennings, pesquisador da Universidade de York.

Ele explica que há duas décadas, no ano de 2004, o professor Richard Thompson revelou que microplásticos estavam em águas marítimas desde 1960, em decorrência da grande produção de plástico após a Segunda Guerra Mundial.

“Esse novo estudo mostra que as partículas se infiltraram em depósitos arqueológicos. E, como no caso dos oceanos, isso provavelmente está acontecendo há um período similar, considerando que partículas foram encontradas em amostras de solo retiradas e arquivadas em 1988, de Wellington Row, em York”, sugere Jennings.

Os achados inéditos levantam questionamentos sobre o impacto dos microplásticos em materiais estudados por arqueólogos. Acredita-se que essas partículas podem afetar a química do solo e prejudicar a preservação de resquícios importantes.

Assim, surge uma dúvida: será que preservar amostras arqueológicas in situ continua sendo a abordagem mais adequada? “Daqui para frente, tentaremos descobrir até que ponto essa contaminação compromete o valor de evidência desses depósitos e qual a sua importância nacional”, comenta Schofield.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueo logia/noticia/2024/03/microplasticos-saodescobertos-pela-1a-vez-em-vestigiosarqueologicos.ghtml>

A palavra substantiva cuja designação é abstrata é:

Alternativas
Q2585194 Português

Considere a sentença: “A exposição estava repleta de obras ignóbeis, que sequer mereciam estar ali, naquela galeria.” Nesse contexto, a expressão “ignóbeis” é antônima de:

Alternativas
Q2585188 Português

Astrônomos detectam mais distante rajada de rádio já vista no Universo


Fenômeno é uma das explosões de rádio mais energéticas já observadas e sua origem longinqua foi decifrada por cientistas utilizando o Very Large Telescope (VLT)


O Very Large Telescope (VLT), do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile, detectou a mais distante rajada rápida de rádio (em inglês, fast radio burst, ou FRB) já registrada no Universo. O feito foi relatado nesta quinta-feira (19) na revista Science.

A explosão de ondas cósmicas foi tão veloz que durou menos de um milissegundo. Apesar da duração muito curta, a rajada liberou uma energia impressionante, equivalente à emissão total do nosso Sol ao longo de 30 anos. Isso faz dessa FRB uma das mais energéticas já observadas.

A explosão, chamada FRB 202206104, foi observada primeiramente em junho de 2022 pelo telescópio de rádio Australian Square Kilometre Array Pathfinder (ASKAP), na Austrália, e superou o recorde de distância em 50%.

“Usando a matriz de pratos do ASKAP, conseguimos determinar precisamente de onde veio a explosão”, diz Stuart Ryder, astrônomo da Universidade Macquarie na Austrália e coautor do estudo, em comunicado. “Em seguida, usamos o VLT no Chile para procurar a galáxia de origem, encontrando a mais antiga e mais distante do que qualquer outra fonte de FRB até agora, e provavelmente dentro de um pequeno grupo de galáxias em fusão.”

Essa galáxia de origem da rajada está tão distante que sua luz levou 8 bilhões de anos para nos alcançar. A descoberta confirma que as FRBs podem ser usadas para medir a “matéria perdida” entre as galáxias, fornecendo uma nova maneira de “pesar” o cosmos.

Segundo o colíder do estudo, Ryan Shannon, professor na Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, mais da metade da matéria do Universo falta nos cálculos que consideram somente os átomos dos quais nós somos feitos. “Acreditamos que a matéria ausente está escondida no espaço entre as galáxias, mas pode ser tão quente e difusa que é impossível de ver com técnicas normais”, ele explica.

Encontrar FRBs distantes, portanto, é fundamental para medir com precisão a matéria ausente do Universo, como demonstrado pelo falecido astrônomo australiano Jean-Pierre Macquart em 2020. O cientista é autor da relação de Macquart, que prevê que, quanto mais distante uma rajada rápida de rádio estiver, mais gás difuso ela exibe entre as galáxias.

“Algumas FRBs recentes pareciam quebrar essa relação”, conta o pesquisador. “Nossas medições confirmam que a relação de Macquart se mantém além da metade do Universo conhecido”, completa.

Até o momento, cerca de 50 FRBs foram identificadas, com quase metade delas sendo detectadas pelo ASKAP. “Embora ainda não saibamos o que causa essas explosões massivas de energia, o artigo confirma que as FRBs são eventos comuns no cosmos e que podemos usá-las para detectar a matéria entre as galáxias e entender melhor a estrutura do Universo”, diz Shannon.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2023/10/astronomos-detectam-mais-distante-rajada-de-radio-ja-vista-no-universo.ghtml>

Considere o seguinte excerto: “sua origem longínqua foi decifrada por cientistas utilizando o Very Large Telescope (VLT)”. Das palavras apresentadas nas alternativas a seguir, aquela que substitui a palavra “longinqua”, com menor prejuízo de sentido, é:

Alternativas
Q2585186 Português

Astrônomos detectam mais distante rajada de rádio já vista no Universo


Fenômeno é uma das explosões de rádio mais energéticas já observadas e sua origem longinqua foi decifrada por cientistas utilizando o Very Large Telescope (VLT)


O Very Large Telescope (VLT), do Observatório Europeu do Sul (ESO), no Chile, detectou a mais distante rajada rápida de rádio (em inglês, fast radio burst, ou FRB) já registrada no Universo. O feito foi relatado nesta quinta-feira (19) na revista Science.

A explosão de ondas cósmicas foi tão veloz que durou menos de um milissegundo. Apesar da duração muito curta, a rajada liberou uma energia impressionante, equivalente à emissão total do nosso Sol ao longo de 30 anos. Isso faz dessa FRB uma das mais energéticas já observadas.

A explosão, chamada FRB 202206104, foi observada primeiramente em junho de 2022 pelo telescópio de rádio Australian Square Kilometre Array Pathfinder (ASKAP), na Austrália, e superou o recorde de distância em 50%.

“Usando a matriz de pratos do ASKAP, conseguimos determinar precisamente de onde veio a explosão”, diz Stuart Ryder, astrônomo da Universidade Macquarie na Austrália e coautor do estudo, em comunicado. “Em seguida, usamos o VLT no Chile para procurar a galáxia de origem, encontrando a mais antiga e mais distante do que qualquer outra fonte de FRB até agora, e provavelmente dentro de um pequeno grupo de galáxias em fusão.”

Essa galáxia de origem da rajada está tão distante que sua luz levou 8 bilhões de anos para nos alcançar. A descoberta confirma que as FRBs podem ser usadas para medir a “matéria perdida” entre as galáxias, fornecendo uma nova maneira de “pesar” o cosmos.

Segundo o colíder do estudo, Ryan Shannon, professor na Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, mais da metade da matéria do Universo falta nos cálculos que consideram somente os átomos dos quais nós somos feitos. “Acreditamos que a matéria ausente está escondida no espaço entre as galáxias, mas pode ser tão quente e difusa que é impossível de ver com técnicas normais”, ele explica.

Encontrar FRBs distantes, portanto, é fundamental para medir com precisão a matéria ausente do Universo, como demonstrado pelo falecido astrônomo australiano Jean-Pierre Macquart em 2020. O cientista é autor da relação de Macquart, que prevê que, quanto mais distante uma rajada rápida de rádio estiver, mais gás difuso ela exibe entre as galáxias.

“Algumas FRBs recentes pareciam quebrar essa relação”, conta o pesquisador. “Nossas medições confirmam que a relação de Macquart se mantém além da metade do Universo conhecido”, completa.

Até o momento, cerca de 50 FRBs foram identificadas, com quase metade delas sendo detectadas pelo ASKAP. “Embora ainda não saibamos o que causa essas explosões massivas de energia, o artigo confirma que as FRBs são eventos comuns no cosmos e que podemos usá-las para detectar a matéria entre as galáxias e entender melhor a estrutura do Universo”, diz Shannon.


Revista Galileu. Disponível em <https://revistagalileu.globo.com/ciencia/espaco/noticia/2023/10/astronomos-detectam-mais-distante-rajada-de-radio-ja-vista-no-universo.ghtml>

No excerto “Essa galáxia de origem da rajada está tão distante que sua luz levou 8 bilhões de anos para nos alcançar.”, o emprego do pronome pessoal é uma estratégia do autor para:

Alternativas
Q2585152 Português

Analise os pares de palavras a seguir e assinale a alternativa em que a relação semântica estabelecida entre as palavras dadas é de antonímia.

Alternativas
Q2585137 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 9.

Microplásticos são descobertos pela 1ª vez em vestígios arqueológicos


Dezenas de partículas de plástico foram encontradas em coletas atuais e em amostras extraídas do solo na década de 1980 em dois sítios arqueológicos em York, Inglaterra

Nos últimos anos, uma série de estudos têm evidenciado a presença de microplásticos no oceano, no ar e até mesmo no organismo humano. Agora, pesquisadores descobriram que esses pequenos materiais estão contaminando também vestígios arqueológicos retirados do solo.

Uma pesquisa publicada em 1º de março na revista Science of The Total Environment identificou em coletas de solo 66 partículas de 16 tipos de polímeros de microplástico. “O que antes se acreditava serem depósitos arqueológicos puros, prontos para investigação, estão, na realidade, contaminados por plástico”, afirma em comunicado o arqueólogo John Schofield, da Universidade de York, no Reino Unido.

Os microplásticos são partículas de plástico com tamanho entre 1 micrômetro (milésimo de milímetro) e 5 milímetros. A sua origem é diversa: podem estar em itens de higiene pessoal, cosméticos, garrafas PET, celulares e roupas.

Os pesquisadores analisaram amostras de dois períodos: as mais antigas são datadas dos séculos 1 ou 2 e foram retiradas do solo na década de 1980, em dois sítios arqueológicos de York, a uma profundidade de mais de 7 metros. Já as demais foram coletadas na contemporaneidade em regiões próximas de onde ocorreram as escavações no passado.

“Nós pensamos nos microplásticos como um fenômeno moderno, já que só temos ouvido falar deles nos últimos 20 anos”, contextualiza David Jennings, pesquisador da Universidade de York.

Ele explica que há duas décadas, no ano de 2004, o professor Richard Thompson revelou que microplásticos estavam em águas marítimas desde 1960, em decorrência da grande produção de plástico após a Segunda Guerra Mundial.

“Esse novo estudo mostra que as partículas se infiltraram em depósitos arqueológicos. E, como no caso dos oceanos, isso provavelmente está acontecendo há um período similar, considerando que partículas foram encontradas em amostras de solo retiradas e arquivadas em 1988, de Wellington Row, em York”, sugere Jennings.

Os achados inéditos levantam questionamentos sobre o impacto dos microplásticos em materiais estudados por arqueólogos. Acredita-se que essas partículas podem afetar a química do solo e prejudicar a preservação de resquícios importantes.

Assim, surge uma dúvida: será que preservar amostras arqueológicas in situ continua sendo a abordagem mais adequada? “Daqui para frente, tentaremos descobrir até que ponto essa contaminação compromete o valor de evidência desses depósitos e qual a sua importância nacional”, comenta Schofield.


Revista Galileu. Disponível em<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2024/03/microplasticos-saodescobertos-pela-1a-vez-em-vestigiosarqueologicos.ghtml>

Considere o excerto: “Assim, surge uma dúvida: será que preservar amostras arqueológicas in situ continua sendo a abordagem mais adequada?” Nesse contexto, em relação à coesão textual, o papel da expressão “assim” é estabelecer:

Alternativas
Q2585134 Português

Leia o texto para responder às questões de 1 a 9.

Microplásticos são descobertos pela 1ª vez em vestígios arqueológicos


Dezenas de partículas de plástico foram encontradas em coletas atuais e em amostras extraídas do solo na década de 1980 em dois sítios arqueológicos em York, Inglaterra

Nos últimos anos, uma série de estudos têm evidenciado a presença de microplásticos no oceano, no ar e até mesmo no organismo humano. Agora, pesquisadores descobriram que esses pequenos materiais estão contaminando também vestígios arqueológicos retirados do solo.

Uma pesquisa publicada em 1º de março na revista Science of The Total Environment identificou em coletas de solo 66 partículas de 16 tipos de polímeros de microplástico. “O que antes se acreditava serem depósitos arqueológicos puros, prontos para investigação, estão, na realidade, contaminados por plástico”, afirma em comunicado o arqueólogo John Schofield, da Universidade de York, no Reino Unido.

Os microplásticos são partículas de plástico com tamanho entre 1 micrômetro (milésimo de milímetro) e 5 milímetros. A sua origem é diversa: podem estar em itens de higiene pessoal, cosméticos, garrafas PET, celulares e roupas.

Os pesquisadores analisaram amostras de dois períodos: as mais antigas são datadas dos séculos 1 ou 2 e foram retiradas do solo na década de 1980, em dois sítios arqueológicos de York, a uma profundidade de mais de 7 metros. Já as demais foram coletadas na contemporaneidade em regiões próximas de onde ocorreram as escavações no passado.

“Nós pensamos nos microplásticos como um fenômeno moderno, já que só temos ouvido falar deles nos últimos 20 anos”, contextualiza David Jennings, pesquisador da Universidade de York.

Ele explica que há duas décadas, no ano de 2004, o professor Richard Thompson revelou que microplásticos estavam em águas marítimas desde 1960, em decorrência da grande produção de plástico após a Segunda Guerra Mundial.

“Esse novo estudo mostra que as partículas se infiltraram em depósitos arqueológicos. E, como no caso dos oceanos, isso provavelmente está acontecendo há um período similar, considerando que partículas foram encontradas em amostras de solo retiradas e arquivadas em 1988, de Wellington Row, em York”, sugere Jennings.

Os achados inéditos levantam questionamentos sobre o impacto dos microplásticos em materiais estudados por arqueólogos. Acredita-se que essas partículas podem afetar a química do solo e prejudicar a preservação de resquícios importantes.

Assim, surge uma dúvida: será que preservar amostras arqueológicas in situ continua sendo a abordagem mais adequada? “Daqui para frente, tentaremos descobrir até que ponto essa contaminação compromete o valor de evidência desses depósitos e qual a sua importância nacional”, comenta Schofield.


Revista Galileu. Disponível em<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/arqueologia/noticia/2024/03/microplasticos-saodescobertos-pela-1a-vez-em-vestigiosarqueologicos.ghtml>

De acordo com a reportagem, é incorreto afirmar que:

Alternativas
Q2584913 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões 10 a 12.


O Que Eu Também Não Entendo

Jota Quest


Essa não é mais uma carta de amor

São pensamentos soltos

Traduzidos em palavras

Pra que você possa entender

O que eu também não entendo


Amar não é ter que ter

Sempre certeza

É aceitar que ninguém

É perfeito pra ninguém

É poder ser você mesmo

E não precisar fingir

É tentar esquecer

E não conseguir fugir, fugir


[...]


Agora o que vamos fazer

Eu também não sei

Afinal, será que amar

É mesmo tudo?


Se isso não é amor

O que mais pode ser?

Tô aprendendo também.


Disponível em: < https://www.letras.mus.br/jota-

quest/46693/>. Acesso em: 16 de abril de 20204. [Fragmento].

O título da canção “O que eu também não entendo” apresenta um questionamento do eu lírico sobre o significado do (a)

Alternativas
Q2584910 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões 07 a 09.

TROCO UM FUSCA BRANCO

por um cavalo cor de vento

um cavalo mais veloz que o pensamento.

Quero que ele me leve para bem longe

e que galope ao deus-dará

que já me cansei deste engarrafamento...

MURRAY, Roseana. Classificados poéticos. 4.ed. São Paulo: Moderna, 2010.

Apesar de ser um poema, o texto apresentado possui função similar, porém lúdica, de um (a)

Alternativas
Q2584907 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões 04 a 06.


SINOPSE


Po está prestes a se tornar o novo líder espiritual do Vale da Paz, mas antes que possa fazer isso, ele deve encontrar um sucessor para se tornar o novo Dragão Guerreiro. Ele parece encontrar uma em Zhen, uma raposa com muitas habilidades promissoras, mas que não gosta muito da ideia de Po treiná-la.


Disponível em: <https://www.cinesercla.com.br/Filme/

Detalhe/905?canonized=kung-fu-panda-4>. Acesso em:

16 de abril de 2024.

O termo “sinopse” poderia ser substituído, sem alterar o sentido do enunciado, pela palavra

Alternativas
Q2584905 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões 01 a 03.

Disponível em: <https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/

mais-saude/noticia/2023/10/02/pinos-se-soltam-de-coluna-e-ameacam-furar-corpo-de-jovem-no-litoral-de-sp.ghtml>.

Acesso em: 16 de abril de 2024.

O texto apresentado é parte constituinte de uma

Alternativas
Q2584864 Português

Leia o texto a seguir:


Cansado depois de uma reunião online?

Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la


Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências


Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.

Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.

Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.

De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.

No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.

Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-de-uma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la. ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.

Em “Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho” (4º parágrafo). Uma possível reescrita desse trecho, à luz da norma-padrão, seria:

Alternativas
Q2584819 Português

Leia o texto a seguir para responder às questões 01 a 03.

Disponível em: <https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/

mais-saude/noticia/2023/10/02/pinos-se-soltam-de-coluna-e-ameacam-furar-corpo-de-jovem-no-litoral-de-sp.ghtml>.

Acesso em: 16 de abril de 2024.

A função do texto exposto é

Alternativas
Q2584804 Português

Leia um trecho do poema abaixo para responder às questões de 9 e 10.


Ispinho e fulô

É nascê, vivê e morrê

Nossa herança natura

Todos tem que obedecê

Sem tê a quem se quexá

[...]


Até a propa criança

Tão nova e tão atraente

Conduzindo a mesma herança

Sai do seu berço inocente,

[...]


Fora da infança querida

No seu rosto de razão

Vê muntas fulô caída

Machucada pelo chão,

Pois vê neste mundo ingrato

Injustiça, assassinato

E uns aos outros perseguindo

E assim nós vamo penando

Vendo os ispinho omentando

E as fulô dimimnuindo.

[...]


(Patativa do Assaré. Ispinho e fulô. São Paulo: Hedra, 2005. p. 25 e 26)

Marque V para Verdadeiro ou F para Falso e assinale a alternativa que apresente a sequência CORRETA:


( ) A primeira estrofe apresenta o ciclo da vida como algo que deve ser aceito.

( ) O poema apresenta muitas irregularidades em relação à concordância nominal.

( ) Quase em sua totalidade, percebemos que, de acordo com a norma padrão da língua, há irregularidades quanto a concordância nominal de gênero e número.

( ) Sabendo que Patativa do Assaré se preocupava muito com a seca e seus males, ele se expressou de forma a repensarmos sobre o desmatamento e o que devemos fazer para combater esse mal contemporâneo.

Alternativas
Q2584802 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.


Grávidas no contrafluxo


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou a pesquisa: Indicadores Sociais 2007, e um dos dados que mais chamou a atenção foi o número de adolescentes que tiveram filhos nos últimos dez anos. Em 1996, 6,9% das garotas entre 15 e 17 anos já eram mães. Esse número subiu para 7,6% em 2006. Você pode até pensar que o aumento não foi tão grande assim, se não fosse por um detalhe: essa é a única faixa etária em que a taxa de fecundidade aumentou. Ou seja, as mulheres estão tendo menos filhos e as adultas estão esperando mais para se tornarem mães. Só as adolescentes vêm no contrafluxo. Para se ter uma ideia, na faixa dos 18 aos 24 anos, a fecundidade caiu de 38% para 34,9% durante os últimos dez anos. Quer mais um número impressionante? De todos os partos realizados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no ano passado, quase 16% deles envolveram garotas com menos de 19 anos, ou seja, elas engravidaram ainda na adolescência.

Esse aumento de mães adolescentes é bastante preocupante, embora não seja só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deva ser evitada. Vendo sob o aspecto da saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco, mesmo que a garota seja muito saudável. Como o corpo da adolescente ainda não está completamente desenvolvido, as condições para a realização do parto são mais complicadas. Além disso, os bebês gerados por adolescentes têm uma tendência maior a nascerem prematuros e abaixo do peso normal - o baixo peso, menos de 2,5 quilos ao nascer, é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. A chance de uma gestante adolescente ter hipertensão (pressão alta na gestação), por exemplo, é cinco vezes maior do que uma mulher adulta. O risco de desenvolver anemia durante a gravidez também é maior entre as adolescentes, graças a duas características: seus corpos ainda não estarem completamente desenvolvidos e os hormônios estarem em alta nessa faixa-etária. A coisa é bem séria: a gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.

Outro ponto a ser levado em consideração é a evasão escolar. Pense bem: se às vezes já é difícil levar os estudos direitinho sem ter que cuidar de um bebê, imagine uma garota que tem de amamentar, trocar fralda, preparar papinha e que não vai conseguir dormir bem porque seu bebê chora a noite inteira! Sem contar que muitas ficam com vergonha de voltar para a escola depois de terem seus bebês. Por isso, tantas meninas saem da escola quando engravidam. Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.

O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto. Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos. Complicado, hein?

(BOUER, Jairo. Disponível em: [http://blogeducacional.com.br/jairo_bouer/p74553/#c mnt]. Acesso em 25/11/2016)

Analise a expressão em destaque no trecho: “ O risco de desenvolver anemia durante a gravidez também é maior entre as adolescentes, graças a duas características...”, para responder à questões 7 e 8.


O termo destacado tem o mesmo valor semântico de:

Alternativas
Q2584791 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.


Grávidas no contrafluxo


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou a pesquisa: Indicadores Sociais 2007, e um dos dados que mais chamou a atenção foi o número de adolescentes que tiveram filhos nos últimos dez anos. Em 1996, 6,9% das garotas entre 15 e 17 anos já eram mães. Esse número subiu para 7,6% em 2006. Você pode até pensar que o aumento não foi tão grande assim, se não fosse por um detalhe: essa é a única faixa etária em que a taxa de fecundidade aumentou. Ou seja, as mulheres estão tendo menos filhos e as adultas estão esperando mais para se tornarem mães. Só as adolescentes vêm no contrafluxo. Para se ter uma ideia, na faixa dos 18 aos 24 anos, a fecundidade caiu de 38% para 34,9% durante os últimos dez anos. Quer mais um número impressionante? De todos os partos realizados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no ano passado, quase 16% deles envolveram garotas com menos de 19 anos, ou seja, elas engravidaram ainda na adolescência.

Esse aumento de mães adolescentes é bastante preocupante, embora não seja só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deva ser evitada. Vendo sob o aspecto da saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco, mesmo que a garota seja muito saudável. Como o corpo da adolescente ainda não está completamente desenvolvido, as condições para a realização do parto são mais complicadas. Além disso, os bebês gerados por adolescentes têm uma tendência maior a nascerem prematuros e abaixo do peso normal - o baixo peso, menos de 2,5 quilos ao nascer, é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. A chance de uma gestante adolescente ter hipertensão (pressão alta na gestação), por exemplo, é cinco vezes maior do que uma mulher adulta. O risco de desenvolver anemia durante a gravidez também é maior entre as adolescentes, graças a duas características: seus corpos ainda não estarem completamente desenvolvidos e os hormônios estarem em alta nessa faixa-etária. A coisa é bem séria: a gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.

Outro ponto a ser levado em consideração é a evasão escolar. Pense bem: se às vezes já é difícil levar os estudos direitinho sem ter que cuidar de um bebê, imagine uma garota que tem de amamentar, trocar fralda, preparar papinha e que não vai conseguir dormir bem porque seu bebê chora a noite inteira! Sem contar que muitas ficam com vergonha de voltar para a escola depois de terem seus bebês. Por isso, tantas meninas saem da escola quando engravidam. Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.

O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto. Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos. Complicado, hein?

(BOUER, Jairo. Disponível em: [http://blogeducacional.com.br/jairo_bouer/p74553/#c mnt]. Acesso em 25/11/2016)

O autor, ao longo do texto usa argumentos para sustentar sua tese. Associe a primeira coluna aos argumentos que sustentam a opinião correspondente e assinale a sequência CORRETA.


Opinião

Argumentos que sustentam a opinião

1. Não é só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deve ser evitada.

( ) Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.

2. A coisa é bem séria

( ) Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos.

3. Outro ponto a ser considerado é a evasão escolar.

( ) A gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.

4. O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto.

( ) Sob o aspecto de saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco. Há uma tendência maior de os bebês nascerem prematuros e abaixo do peso normal, e o baixo peso é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. Ainda, a chance de uma adolescente gestante ter hipertensão é cinco vezes maior do que a de uma mulher adulta, bem como de desenvolver anemia.


Alternativas
Q2584788 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.


Grávidas no contrafluxo


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou a pesquisa: Indicadores Sociais 2007, e um dos dados que mais chamou a atenção foi o número de adolescentes que tiveram filhos nos últimos dez anos. Em 1996, 6,9% das garotas entre 15 e 17 anos já eram mães. Esse número subiu para 7,6% em 2006. Você pode até pensar que o aumento não foi tão grande assim, se não fosse por um detalhe: essa é a única faixa etária em que a taxa de fecundidade aumentou. Ou seja, as mulheres estão tendo menos filhos e as adultas estão esperando mais para se tornarem mães. Só as adolescentes vêm no contrafluxo. Para se ter uma ideia, na faixa dos 18 aos 24 anos, a fecundidade caiu de 38% para 34,9% durante os últimos dez anos. Quer mais um número impressionante? De todos os partos realizados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no ano passado, quase 16% deles envolveram garotas com menos de 19 anos, ou seja, elas engravidaram ainda na adolescência.

Esse aumento de mães adolescentes é bastante preocupante, embora não seja só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deva ser evitada. Vendo sob o aspecto da saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco, mesmo que a garota seja muito saudável. Como o corpo da adolescente ainda não está completamente desenvolvido, as condições para a realização do parto são mais complicadas. Além disso, os bebês gerados por adolescentes têm uma tendência maior a nascerem prematuros e abaixo do peso normal - o baixo peso, menos de 2,5 quilos ao nascer, é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. A chance de uma gestante adolescente ter hipertensão (pressão alta na gestação), por exemplo, é cinco vezes maior do que uma mulher adulta. O risco de desenvolver anemia durante a gravidez também é maior entre as adolescentes, graças a duas características: seus corpos ainda não estarem completamente desenvolvidos e os hormônios estarem em alta nessa faixa-etária. A coisa é bem séria: a gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.

Outro ponto a ser levado em consideração é a evasão escolar. Pense bem: se às vezes já é difícil levar os estudos direitinho sem ter que cuidar de um bebê, imagine uma garota que tem de amamentar, trocar fralda, preparar papinha e que não vai conseguir dormir bem porque seu bebê chora a noite inteira! Sem contar que muitas ficam com vergonha de voltar para a escola depois de terem seus bebês. Por isso, tantas meninas saem da escola quando engravidam. Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.

O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto. Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos. Complicado, hein?

(BOUER, Jairo. Disponível em: [http://blogeducacional.com.br/jairo_bouer/p74553/#c mnt]. Acesso em 25/11/2016)

Analise as proposições abaixo e assinale a alternativa CORRETA:


I – O autor do artigo não opina sobre o assunto em questão.

II – De acordo com o texto, a taxa de fecundidade nacional vem crescendo a cada ano, por isso, o autor teve a intenção de alertar às adolescentes para que não entrem nesse índice.

III – Jairo Bouer teve a intenção de mostrar as consequências de uma gravidez na adolescência através de argumentos e dados científicos.

Alternativas
Q2584786 Português

Leia o texto abaixo para responder às questões de 1 a 6.


Grávidas no contrafluxo


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançou a pesquisa: Indicadores Sociais 2007, e um dos dados que mais chamou a atenção foi o número de adolescentes que tiveram filhos nos últimos dez anos. Em 1996, 6,9% das garotas entre 15 e 17 anos já eram mães. Esse número subiu para 7,6% em 2006. Você pode até pensar que o aumento não foi tão grande assim, se não fosse por um detalhe: essa é a única faixa etária em que a taxa de fecundidade aumentou. Ou seja, as mulheres estão tendo menos filhos e as adultas estão esperando mais para se tornarem mães. Só as adolescentes vêm no contrafluxo. Para se ter uma ideia, na faixa dos 18 aos 24 anos, a fecundidade caiu de 38% para 34,9% durante os últimos dez anos. Quer mais um número impressionante? De todos os partos realizados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) no ano passado, quase 16% deles envolveram garotas com menos de 19 anos, ou seja, elas engravidaram ainda na adolescência.

Esse aumento de mães adolescentes é bastante preocupante, embora não seja só por causa da questão emocional que a gravidez na adolescência deva ser evitada. Vendo sob o aspecto da saúde, a gestação precoce é considerada de alto risco, mesmo que a garota seja muito saudável. Como o corpo da adolescente ainda não está completamente desenvolvido, as condições para a realização do parto são mais complicadas. Além disso, os bebês gerados por adolescentes têm uma tendência maior a nascerem prematuros e abaixo do peso normal - o baixo peso, menos de 2,5 quilos ao nascer, é um dos fatores de risco para a mortalidade infantil. A chance de uma gestante adolescente ter hipertensão (pressão alta na gestação), por exemplo, é cinco vezes maior do que uma mulher adulta. O risco de desenvolver anemia durante a gravidez também é maior entre as adolescentes, graças a duas características: seus corpos ainda não estarem completamente desenvolvidos e os hormônios estarem em alta nessa faixa-etária. A coisa é bem séria: a gestação precoce é a terceira causa de morte de garotas entre 15 e 18 anos no Brasil.

Outro ponto a ser levado em consideração é a evasão escolar. Pense bem: se às vezes já é difícil levar os estudos direitinho sem ter que cuidar de um bebê, imagine uma garota que tem de amamentar, trocar fralda, preparar papinha e que não vai conseguir dormir bem porque seu bebê chora a noite inteira! Sem contar que muitas ficam com vergonha de voltar para a escola depois de terem seus bebês. Por isso, tantas meninas saem da escola quando engravidam. Um estudo feito pela ONU, com mais de 10 mil brasileiros na faixa etária de 15 a 17 anos, mostra que 56% dos jovens que abandonam a escola são garotas. Um quarto delas parou de estudar porque engravidou na adolescência. Isso torna a gravidez precoce a maior causa de evasão escolar entre as meninas que deveriam estar no Ensino Médio.

O problema não é só durante a gestação ou logo após o parto. Mesmo depois de terem seus filhos, a taxa de retorno à escola é bem baixa entre as jovens mães. Para agravar ainda mais a situação, cerca de 40% das garotas que têm filho antes dos 18 anos voltam a engravidar dentro de 3 anos. Complicado, hein?

(BOUER, Jairo. Disponível em: [http://blogeducacional.com.br/jairo_bouer/p74553/#c mnt]. Acesso em 25/11/2016)

Assinale a alternativa que mais se assemelha ao sentido da expressão contida no texto: “vir no contrafluxo”

Alternativas
Q2584735 Português

Texto 1 para as questões 1 a 8.


O que é água?


A água é uma substância química. Um elemento da natureza, transparente, sem sabor e odor, composto por dois gases: duas partes de hidrogênio (símbolo H) e uma parte de oxigênio (símbolo O). Sua fórmula química é H2O.

A água pode ser doce ou salgada. A água do mar é salgada porque os rios carregam para o mar cloro e sódio que se desprendem na erosão das rochas dos seus leitos. Como os rios recebem mais água doce das chuvas que evaporam, sua água continua doce.

Com o mar é diferente: ele perde mais água por meio da evaporação do que ganha com a chuva. Assim, como o sal não evapora com a água, essa substância vai se acumulando e se concentrando no mar. A repetição desse fenômeno durante centenas de milhões de anos aumentou a concentração de cloreto de sódio nos oceanos, tornando-os salgados como são hoje.

A água pode se apresentar em diversos estados: líquido, sólido (gelo) e gasoso (vapor d’água).


(GARCEZ, Lucília; GARCEZ, Cristina. Água. São Paulo: Callis, 2010. p. 5. Coleção Planeta sustentável. Disponível em: https://acessaber. com.br/atividades/atividade-de-ciencias.)

O texto pode ser classificado em:

Alternativas
Q2584734 Português

Texto 1 para as questões 1 a 8.


O que é água?


A água é uma substância química. Um elemento da natureza, transparente, sem sabor e odor, composto por dois gases: duas partes de hidrogênio (símbolo H) e uma parte de oxigênio (símbolo O). Sua fórmula química é H2O.

A água pode ser doce ou salgada. A água do mar é salgada porque os rios carregam para o mar cloro e sódio que se desprendem na erosão das rochas dos seus leitos. Como os rios recebem mais água doce das chuvas que evaporam, sua água continua doce.

Com o mar é diferente: ele perde mais água por meio da evaporação do que ganha com a chuva. Assim, como o sal não evapora com a água, essa substância vai se acumulando e se concentrando no mar. A repetição desse fenômeno durante centenas de milhões de anos aumentou a concentração de cloreto de sódio nos oceanos, tornando-os salgados como são hoje.

A água pode se apresentar em diversos estados: líquido, sólido (gelo) e gasoso (vapor d’água).


(GARCEZ, Lucília; GARCEZ, Cristina. Água. São Paulo: Callis, 2010. p. 5. Coleção Planeta sustentável. Disponível em: https://acessaber. com.br/atividades/atividade-de-ciencias.)

Em que lugar podemos nos deparar com o estado SÓLIDO, confirmando as ideias do texto?

Alternativas
Respostas
34641: A
34642: C
34643: B
34644: B
34645: D
34646: E
34647: B
34648: C
34649: B
34650: A
34651: B
34652: C
34653: B
34654: D
34655: B
34656: B
34657: D
34658: D
34659: C
34660: C