Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 128.231 questões
STF reconhece omissão do Congresso para regulamentar licença-paternidade
Por Lucas Mendes

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/stf-reconhece-omissao-do-congresso-pararegulamentar-licenca-paternidade – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Dado o contexto em que se apresenta, a palavra “exime” (l. 23) pode ser substituída, sem prejuízo de sentido do texto, por “obriga”. II. A alusão ao Art. 7º, inciso 19, da CF de 1988, pode ser entendida como intertextualidade. III. No fragmento “Os períodos podem aumentar se a empresa que empregar os pais aderir ao Programa Empresa Cidadã...” (l. 10-11), o nexo sublinhado inicia uma oração de sentido contrário ao que foi abordado anteriormente.
Quais estão corretas?
STF reconhece omissão do Congresso para regulamentar licença-paternidade
Por Lucas Mendes

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/stf-reconhece-omissao-do-congresso-pararegulamentar-licenca-paternidade – texto adaptado especialmente para esta prova).
I. Em “Para o ministro, o período garantido aos pais para ficar fora do trabalho depois do nascimento do filho é insuficiente, além de contribuir para a sobrecarga de trabalho das mães e trazer prejuízos para as crianças: ...” (l. 15 a 17), existe um argumento formado pelo ministro Barroso quando este menciona a desigualdade de gênero na regulamentação da licença-paternidade em comparação à licença-maternidade. II. A palavra “corresponsável” (l. 24) é usada para esclarecer que os homens, tanto quanto as mulheres, são responsáveis pela criação dos filhos. III. Pode-se dizer que o propósito comunicativo do texto é informativo e persuasivo, pois informa sobre a intencionalidade do STF em relação à regulamentação da licença-paternidade e busca convencer o leitor de que a revisão desta lei é necessária para homens, mulheres e seus respectivos filhos.
Quais estão corretas?
STF reconhece omissão do Congresso para regulamentar licença-paternidade
Por Lucas Mendes

(Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/politica/stf-reconhece-omissao-do-congresso-pararegulamentar-licenca-paternidade – texto adaptado especialmente para esta prova).
( ) A fim de combater o preconceito linguístico, é preciso que as aulas de língua portuguesa viabilizem a compreensão de que a defesa de uma única variedade linguística como “correta” não conta com respaldo científico. Dessa forma, as variantes “nós fez” e “nós fizemos” representam, em relação ao seu potencial comunicativo, formas linguísticas igualmente legítimas e, dependendo do contexto de uso, adequadas.
( ) Os fenômenos de variação linguística podem ser analisados paralelamente à abordagem da norma-padrão. A partir da diversidade de gêneros textuais – falados e escritos, formais e informais, literários e não literários –, deve-se mostrar ao estudante que cada (con)texto requer uma variedade específica.
( ) Uma vez que a maioria dos gêneros textuais falados e escritos exige o emprego da norma-padrão, a gramática normativa deve ser concebida como o componente mais essencial da aula de língua portuguesa. Nesse sentido, o ensino dessa gramática revela-se indispensável para assegurar que os alunos se expressem com clareza e correção, bem como para promover a manutenção do português padrão, língua oficial e patrimônio linguístico do Brasil.
( ) Dada a complexidade dos fenômenos de variação linguística, recomenda-se que, na Educação Básica, apenas uma unidade letiva seja dedicada ao assunto, momento em que se deve explorar, prioritariamente, a variação fonético-fonológica, identificada, por exemplo, pela diversidade de sotaques brasileiros, e a variação lexical, revelada pelo uso de palavras distintas para nomear uma mesma entidade.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é:
(Bagno, Marcos. Gramática pedagógica do português brasileiro. 1.ed. São Paulo: Parábola Editorial, 2011, grifos do autor).
A partir da reflexão acima, bem como das noções de norma-padrão, norma culta e norma popular, é correto afirmar que
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que(,)
(Antunes, I. Análise de textos: fundamentos e práticas. São Paulo: Parábola Editorial, 2010, p. 37)
Segundo alerta Antunes (2010), o trabalho com o texto, em sala de aula, não deve restringir-se a operações meramente metalinguísticas.
A esse respeito, é correto afirmar que o desenvolvimento da competência dos estudantes para a recepção, análise e produção de textos requer que eles sejam concebidos como
Em relação às propriedades e à operacionalização pedagógica da fala e da escrita, como modalidades de uso da língua, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I – Tanto a modalidade falada quanto a modalidade escrita devem figurar, no ensino de língua portuguesa, como objetos de conhecimento, sem que haja entre elas hierarquizações, de modo que gêneros textuais orais e escritos sejam simetricamente considerados relevantes para as interações sociais
PORQUE
II – os gêneros textuais escritos – instrumentos basilares da comunicação estabelecida nas esferas sociais
mais formais – asseguram o acesso à norma-padrão,
enquanto os gêneros da modalidade oral, por servirem a interações linguisticamente pouco monitoradas, viabilizam usos mais distensos e, portanto, criativos da língua.
A respeito das asserções, é correto afirmar que
O contraste entre o passado e o presente adorna os integrantes da Guarda Real com um ar quase caricato. Mas não se engane: eles são militares graduados e condecorados. Sua função é proteger a Rainha e os Palácios Reais.
A história dos Guardas da Rainha
Quando falamos em Guardas da Rainha (que serão Guardas do Rei quando o Príncipe Charles ascender ao trono), estamos nos referindo principalmente aos Queen’s Guards, contingentes de infantaria (soldados que combatem a pé) do exército britânico que protegem os palácios reais desde o reinado de Charles II, em 1660.
Há ainda os Queen’s Life Guards, contingentes da cavalaria que se posicionam na Horse Guards, porta de entrada para os palácios de Buckingham e St James desde os tempos de Whitehall.
Atualmente, a Guarda da Rainha se concentra no Palácio de Buckingham, no Castelo de Windsor, no Palácio de St. James e na Torre de Londres. Eventualmente, também é montada no Palácio de Holyroodhouse, na Escócia.
No Palácio de Buckingham, como manda a tradição, os sentinelas exercem a vigilância em períodos de duas horas. Ficam absolutamente imóveis por 10 minutos e então cumprem protocolo que inclui uma marcha de 15 passos na área de seu posto. Nessa função, não podem comer, beber, fumar, sentar ou relaxar. Mas cuidado: podem apontar a arma e gritar se você tentar alguma gracinha.
3 curiosidades sobre os Guardas da Rainha
Se você é apaixonado por Londres e adora ficar por dentro dos fatos que permeiam a monarquia, vale a pena conferir estas três curiosidades sobre os Guardas da Rainha:
1. Chapéu
Na troca da Guarda, os soldados que compõem a Queen’s Guard estão sempre vestidos ____ caráter: túnica vermelha, luvas brancas, calça escura e o bearskin, aquele chapéu preto gigante. Ele foi adotado após a Batalha de Waterloo, contra as forças de Napoleão, como reconhecimento pela importante vitória britânica.

2. Mulheres na Guarda
Quando observamos a Guarda da Rainha, é fácil perceber que se trata de um grupo exclusivamente masculino. Isso porque, nas forças armadas britânicas, as mulheres não são liberadas para servir em unidades de combate, isto é, a cavalaria e a infantaria.
Mas ____ algumas exceções. Em abril de 2007, pela primeira vez, mulheres do exército britânico assumiram função de Queen’s Guards quando um contingente de artilharia recebeu a incumbência de proteger o Castelo de Windsor.
3. Nada de encostar no Guarda, hein?
Você sabia que os guardas que protegem o Palácio de Buckingham costumavam se posicionar do lado de fora dos portões? Foi assim até 1959, quando um sentinela, durante a marcha, chutou uma turista que o incomodava. O militar foi suspenso de suas atividades por 10 dias e, logo depois, para evitar confrontos como esse, os Queen’s Guards passaram a se, hmm, proteger dentro dos limites da residência real.
A turista que levou o chute não é a única a ter seu ímpeto interativo coagido por um guarda. Mesmo que você os ache engraçados, por parecerem estátuas vivas, é melhor não abusar da sorte: nada de provocar verbalmente ou, pior, encostar em algum deles.
Lembre-se de que os Guardas da Rainha são membros da força militar e estão ali para cumprir seu dever com a realeza britânica. Os fuzis que eles carregam não são de brincadeira, viu?
Troca da Guarda em Londres
Atração marcante de Londres, a troca da Guarda no Palácio de Buckingham é o momento em que um novo batalhão troca de turno com outro. O momento, na verdade, é uma tradição militar britânica, que gradualmente ganhou contornos de entretenimento devido ao interesse do público. Sua marca registrada são os trajes usados pela tropa: a túnica vermelha e o gorro alto preto.
Acompanhar a cerimônia é uma forma de mergulhar na tradição britânica real. A troca da Guarda dura, em média, 45 minutos. E o melhor: pode ser vista gratuitamente.
No verão, você pode conferir o momento diariamente no Palácio de Buckingham a partir das 11h30 da manhã. Se possível, chegue com um pouco de antecedência: há sempre muitos turistas por lá. No restante do ano, a cerimônia acontece em dias alternados.
Também é possível observar uma troca da guarda no castelo de Windsor (na cidade de Windsor, condado de Berkshire). Na alta temporada, o momento ocorre diariamente — menos em domingos —, sempre ____ 11h. Nos demais períodos do ano, a cerimônia é feita em dias alternados.
E aí, o que achou dessas curiosidades sobre os Guardas da Rainha? Vai querer acompanhar a Troca da Guarda quando visitar Londres?
Apenas uma das palavras a seguir NÃO poderia substituir o vocábulo grifado, posto que causaria completa alteração de sentido. Marque a opção em que essa palavra se encontra.
O contraste entre o passado e o presente adorna os integrantes da Guarda Real com um ar quase caricato. Mas não se engane: eles são militares graduados e condecorados. Sua função é proteger a Rainha e os Palácios Reais.
A história dos Guardas da Rainha
Quando falamos em Guardas da Rainha (que serão Guardas do Rei quando o Príncipe Charles ascender ao trono), estamos nos referindo principalmente aos Queen’s Guards, contingentes de infantaria (soldados que combatem a pé) do exército britânico que protegem os palácios reais desde o reinado de Charles II, em 1660.
Há ainda os Queen’s Life Guards, contingentes da cavalaria que se posicionam na Horse Guards, porta de entrada para os palácios de Buckingham e St James desde os tempos de Whitehall.
Atualmente, a Guarda da Rainha se concentra no Palácio de Buckingham, no Castelo de Windsor, no Palácio de St. James e na Torre de Londres. Eventualmente, também é montada no Palácio de Holyroodhouse, na Escócia.
No Palácio de Buckingham, como manda a tradição, os sentinelas exercem a vigilância em períodos de duas horas. Ficam absolutamente imóveis por 10 minutos e então cumprem protocolo que inclui uma marcha de 15 passos na área de seu posto. Nessa função, não podem comer, beber, fumar, sentar ou relaxar. Mas cuidado: podem apontar a arma e gritar se você tentar alguma gracinha.
3 curiosidades sobre os Guardas da Rainha
Se você é apaixonado por Londres e adora ficar por dentro dos fatos que permeiam a monarquia, vale a pena conferir estas três curiosidades sobre os Guardas da Rainha:
1. Chapéu
Na troca da Guarda, os soldados que compõem a Queen’s Guard estão sempre vestidos ____ caráter: túnica vermelha, luvas brancas, calça escura e o bearskin, aquele chapéu preto gigante. Ele foi adotado após a Batalha de Waterloo, contra as forças de Napoleão, como reconhecimento pela importante vitória britânica.

2. Mulheres na Guarda
Quando observamos a Guarda da Rainha, é fácil perceber que se trata de um grupo exclusivamente masculino. Isso porque, nas forças armadas britânicas, as mulheres não são liberadas para servir em unidades de combate, isto é, a cavalaria e a infantaria.
Mas ____ algumas exceções. Em abril de 2007, pela primeira vez, mulheres do exército britânico assumiram função de Queen’s Guards quando um contingente de artilharia recebeu a incumbência de proteger o Castelo de Windsor.
3. Nada de encostar no Guarda, hein?
Você sabia que os guardas que protegem o Palácio de Buckingham costumavam se posicionar do lado de fora dos portões? Foi assim até 1959, quando um sentinela, durante a marcha, chutou uma turista que o incomodava. O militar foi suspenso de suas atividades por 10 dias e, logo depois, para evitar confrontos como esse, os Queen’s Guards passaram a se, hmm, proteger dentro dos limites da residência real.
A turista que levou o chute não é a única a ter seu ímpeto interativo coagido por um guarda. Mesmo que você os ache engraçados, por parecerem estátuas vivas, é melhor não abusar da sorte: nada de provocar verbalmente ou, pior, encostar em algum deles.
Lembre-se de que os Guardas da Rainha são membros da força militar e estão ali para cumprir seu dever com a realeza britânica. Os fuzis que eles carregam não são de brincadeira, viu?
Troca da Guarda em Londres
Atração marcante de Londres, a troca da Guarda no Palácio de Buckingham é o momento em que um novo batalhão troca de turno com outro. O momento, na verdade, é uma tradição militar britânica, que gradualmente ganhou contornos de entretenimento devido ao interesse do público. Sua marca registrada são os trajes usados pela tropa: a túnica vermelha e o gorro alto preto.
Acompanhar a cerimônia é uma forma de mergulhar na tradição britânica real. A troca da Guarda dura, em média, 45 minutos. E o melhor: pode ser vista gratuitamente.
No verão, você pode conferir o momento diariamente no Palácio de Buckingham a partir das 11h30 da manhã. Se possível, chegue com um pouco de antecedência: há sempre muitos turistas por lá. No restante do ano, a cerimônia acontece em dias alternados.
Também é possível observar uma troca da guarda no castelo de Windsor (na cidade de Windsor, condado de Berkshire). Na alta temporada, o momento ocorre diariamente — menos em domingos —, sempre ____ 11h. Nos demais períodos do ano, a cerimônia é feita em dias alternados.
E aí, o que achou dessas curiosidades sobre os Guardas da Rainha? Vai querer acompanhar a Troca da Guarda quando visitar Londres?
Indique qual das conjunções sublinhadas NÃO contém a mesma significação da destacada no trecho acima.