Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
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(__)A frase apresenta um problema de situacionalidade, uma vez que não possui adequação do texto ao seu contexto.
(__)A frase tem um problema de informatividade, uma vez que, não oferece novas informações ou insights significativos para a maioria dos leitores modernos, pois descreve funções básicas e amplamente conhecidas dos smartphones.
(__)A frase é um exemplo de intencionalidade, uma vez que está construída com um objetivo claro.
Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento esteja correta:
Na expressão destacada, encontra-se uma figura de linguagem denominada:
Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/902268106583325020/
Na charge acima, o humor se faz presente, a partir da:
Ilê Pérola Negra
(Daniela Mercury)
O canto do negro veio lá do alto
É belo como a íris dos olhos de Deus, de Deus E no repique, no batuque, no choque do aço Eu quero penetrar no laço afro que é meu, e seu Vem cantar meu povo, vem cantar você Bate os pés no chão moçada E diz que é do Ilê Aiyê
Lá vem a negrada que faz o astral da avenida Mas que coisa tão linda, quando ela passa me faz chorar Lá vem a negrada que faz o astral da avenida Mas que coisa tão linda, quando ela passa me faz chorar
Tu és o mais belo dos belos, traz paz, riqueza Tens o brilho tão forte por isso te chamo de pérola negra Tu és o mais belo dos belos, traz paz, riqueza Tens o brilho tão forte por isso te chamo de pérola negra
Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra
Lá vem a negrada que faz o astral da avenida Mas que coisa tão linda, quando ela passa me faz chorar Lá vem a negrada que faz o astral da avenida Mas que coisa tão linda, quando ela passa me faz chorar
Tu és o mais belo dos belos, traz paz, riqueza Tens o brilho tão forte por isso te chamo de pérola negra
Com sutileza cantando e encantando a nação Batendo bem forte cada coração Fazendo subir a minha adrenalina
Como dizia Buziga É de mim Em me pé nagô de Ilê É de mim Em me pé nagô de Ilê Aiyê
Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra
Tu és o mais belo dos belos, traz paz, riqueza Tens o brilho tão forte por isso te chamo de pérola negra Tu és o mais belo dos belos, traz paz, riqueza Tens o brilho tão forte por isso te chamo de pérola negra
Como dizia Buziga É de mim Em me pé nagô de ilê É de mim Em me pé nagô de Ilê Aiyê
Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra
Disponível em:https://www.letras.mus.br/daniela-mercury/423964/
Ilê Pérola Negra
(Daniela Mercury)
O canto do negro veio lá do alto
É belo como a íris dos olhos de Deus, de Deus E no repique, no batuque, no choque do aço Eu quero penetrar no laço afro que é meu, e seu Vem cantar meu povo, vem cantar você Bate os pés no chão moçada E diz que é do Ilê Aiyê
Lá vem a negrada que faz o astral da avenida Mas que coisa tão linda, quando ela passa me faz chorar Lá vem a negrada que faz o astral da avenida Mas que coisa tão linda, quando ela passa me faz chorar
Tu és o mais belo dos belos, traz paz, riqueza Tens o brilho tão forte por isso te chamo de pérola negra Tu és o mais belo dos belos, traz paz, riqueza Tens o brilho tão forte por isso te chamo de pérola negra
Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra
Lá vem a negrada que faz o astral da avenida Mas que coisa tão linda, quando ela passa me faz chorar Lá vem a negrada que faz o astral da avenida Mas que coisa tão linda, quando ela passa me faz chorar
Tu és o mais belo dos belos, traz paz, riqueza Tens o brilho tão forte por isso te chamo de pérola negra
Com sutileza cantando e encantando a nação Batendo bem forte cada coração Fazendo subir a minha adrenalina
Como dizia Buziga É de mim Em me pé nagô de Ilê É de mim Em me pé nagô de Ilê Aiyê
Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra
Tu és o mais belo dos belos, traz paz, riqueza Tens o brilho tão forte por isso te chamo de pérola negra Tu és o mais belo dos belos, traz paz, riqueza Tens o brilho tão forte por isso te chamo de pérola negra
Como dizia Buziga É de mim Em me pé nagô de ilê É de mim Em me pé nagô de Ilê Aiyê
Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra Êêê, pérola negra Pérola negra Ilê Aiyê Minha pérola negra
Disponível em:https://www.letras.mus.br/daniela-mercury/423964/

Este pigmento amado por artistas plásticos
era feito com… múmias
Um pigmento amarronzado, translúcido e com textura única. Ótimo para fazer sombras e detalhes em pinturas a óleo ou aquarelas. Por alguns séculos, os pintores europeus consideravam que os únicos defeitos do marrom múmia eram desbotar facilmente e rachar depois de seco – dando um visual craquelado para as obras.
Foi só em meados do século 19 que um detalhezinho começou a prejudicar o pigmento de tom terroso diante da opinião pública: o nome não estava no sentido figurado. Sua matéria prima eram, literalmente, múmias egípcias moídas.
A história dessa tinta começou na Europa renascentista, quando múmias trazidas do Egito eram comercializadas sem nenhum apreço por seu valor histórico, principalmente para supostos fins medicinais.
Os europeus acreditavam, erroneamente, que a substância escura que envolvia os corpos das múmias era betume, uma mistura mineral usada na medicina persa tradicional. Quando eles descobriram tumbas com milhares de cadáveres, acharam que tinham encontrado uma solução para a escassez desse material, e passaram a usar a meleca como remédio para tudo: de dor de dente a infarto. Turistas, exploradores e a população pobre local faziam a festa nos sarcófagos, e os restos mortais eram vendidos por pechinchas: em 1625, era possível comprar três cabeças por meio dirrã, a moeda de prata que circulava no mundo árabe.
Sabendo que os europeus comiam, bebiam e esfregavam múmias em si mesmos, não é tão chocante descobrir que eles também pintavam com elas. O pigmento só parou de circular de vez no meio do século passado. O marrom-múmia caiu em desuso por causa de sua má reputação, da instabilidade na qualidade do pigmento e, óbvio, da dificuldade em se obter matéria-prima.
No seu auge, a demanda excedeu a oferta de múmias egípcias. E, apesar de ser “só” marrom, não era fácil replicar as propriedades do betume fake. Alguns fabricantes faziam versões falsificadas, usando cadáveres recentes de pessoas escravizadas ou criminosos.
É difícil saber quais quadros levaram o pigmento, porque o processo de análise é destrutivo. Mas sabemos que restos mortais de egípcios estão presentes em várias obras consagradas, como a famosa pintura iluminista A liberdade guiando o povo, do francês Eugène Delacroix.
Você já deve ter visto: a pintura mostra uma mulher vigorosa, de peito nu, empunhando a bandeira da França e um rifle em meio à fumaça de canhões e corpos caídos no chão. Um clássico iluminista europeu, um símbolo da luta pela liberdade, igualdade e fraternidade. Colorido pelos corpos traficados de egípcios de 5 mil anos.
LOBATO, B. Este pigmento amado por artistas plásticos
era feito com… múmias. Revista Superinteressante.
(Adaptado).
Disponível
em
Este pigmento amado por artistas plásticos
era feito com… múmias
Um pigmento amarronzado, translúcido e com textura única. Ótimo para fazer sombras e detalhes em pinturas a óleo ou aquarelas. Por alguns séculos, os pintores europeus consideravam que os únicos defeitos do marrom múmia eram desbotar facilmente e rachar depois de seco – dando um visual craquelado para as obras.
Foi só em meados do século 19 que um detalhezinho começou a prejudicar o pigmento de tom terroso diante da opinião pública: o nome não estava no sentido figurado. Sua matéria prima eram, literalmente, múmias egípcias moídas.
A história dessa tinta começou na Europa renascentista, quando múmias trazidas do Egito eram comercializadas sem nenhum apreço por seu valor histórico, principalmente para supostos fins medicinais.
Os europeus acreditavam, erroneamente, que a substância escura que envolvia os corpos das múmias era betume, uma mistura mineral usada na medicina persa tradicional. Quando eles descobriram tumbas com milhares de cadáveres, acharam que tinham encontrado uma solução para a escassez desse material, e passaram a usar a meleca como remédio para tudo: de dor de dente a infarto. Turistas, exploradores e a população pobre local faziam a festa nos sarcófagos, e os restos mortais eram vendidos por pechinchas: em 1625, era possível comprar três cabeças por meio dirrã, a moeda de prata que circulava no mundo árabe.
Sabendo que os europeus comiam, bebiam e esfregavam múmias em si mesmos, não é tão chocante descobrir que eles também pintavam com elas. O pigmento só parou de circular de vez no meio do século passado. O marrom-múmia caiu em desuso por causa de sua má reputação, da instabilidade na qualidade do pigmento e, óbvio, da dificuldade em se obter matéria-prima.
No seu auge, a demanda excedeu a oferta de múmias egípcias. E, apesar de ser “só” marrom, não era fácil replicar as propriedades do betume fake. Alguns fabricantes faziam versões falsificadas, usando cadáveres recentes de pessoas escravizadas ou criminosos.
É difícil saber quais quadros levaram o pigmento, porque o processo de análise é destrutivo. Mas sabemos que restos mortais de egípcios estão presentes em várias obras consagradas, como a famosa pintura iluminista A liberdade guiando o povo, do francês Eugène Delacroix.
Você já deve ter visto: a pintura mostra uma mulher vigorosa, de peito nu, empunhando a bandeira da França e um rifle em meio à fumaça de canhões e corpos caídos no chão. Um clássico iluminista europeu, um símbolo da luta pela liberdade, igualdade e fraternidade. Colorido pelos corpos traficados de egípcios de 5 mil anos.
LOBATO, B. Este pigmento amado por artistas plásticos
era feito com… múmias. Revista Superinteressante.
(Adaptado).
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Os gêneros textuais são fluidos e mutáveis, sempre se adequando às novas necessidades sociais, entretanto, todos eles obedecem às regras de natureza linguística e textual que se apresentam em todos os gêneros, ou seja, os tipos textuais são aplicados na construção e modificação dos gêneros textuais. Por meio dessa relação, é possível estabelecer-se combinações entre tipos e gêneros textuais.
Sobre os principais tipos textuais e as possíveis relações entre os tipos e gêneros textuais, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
No texto base intitulado '13º salário surgiu de greve geral após vitória do Brasil na Copa de 1962' predomina qual função da linguagem?
Leia o texto a seguir:
Cientistas encontram fóssil de rinoceronte de 32 mil anos intacto
Baixas temperaturas teriam conservado a pele e os pelos do
animal; espécie foi encontrada em região da Sibéria
Um grupo de pesquisadores desenterrou um fóssil de uma espécie pré-histórica de rinoceronte na região russa da Sibéria. O corpo do rinoceronte-lanoso (Coelodonta antiquitatis), segundo as análises, data de aproximadamente 32 mil anos atrás, no entanto, as baixas temperaturas podem ter ajudado a preservar o animal praticamente intacto por todos esses anos.
O animal, apelidado de “rinoceronte de Abyisky”, teria vivido de quatro a cinco anos, um jovem-adulto para a espécie. Ele foi encontrado em uma região de permafrost, onde o solo permanece congelado durante todo o ano, em 2020, mas as novas descobertas só foram divulgadas recentemente em artigo publicado na revista científica Doklady Earth Sciences.
Outros exemplares de rinocerontes-lanosos já haviam sido identificados na Sibéria, mas nunca tão bem preservados. O fóssil permaneceu tão intacto que até parte da pele e dos pelos do animal podem ser observados. "Esta é uma descoberta verdadeiramente única que nos permitirá estudar mais profundamente a história da região, sua fauna antiga, clima e condições geológicas”, destacou Anatoly Nikolaev, reitora da Universidade Federal do Nordeste (NEFU), universidade russa para onde o exemplar foi doado.
O rinoceronte-lanoso foi um animal herbívoro que surgiu por volta de 3,6 milhões de anos atrás habitou a região até por volta de 11.700 anos atrás. A extinção do animal teria acontecido por conta do aumento da temperatura terrestre.
Fonte: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude/2024/10/6956310-cientistas-encontram-fossil-de-rinoceronte-de-32-mil-anos-intacto.html. Acesso em 15 out. 2024.
Leia o texto a seguir:
Orquestra da UTFPR é atração na inauguração da Escola de
Música
Nesta quarta-feira, dia 15 de maio, acontece um evento histórico para a música e a cultura de Francisco Beltrão, a inauguração da Escola de Música Professor Espedito José de Souza. A iniciativa é da prefeitura, por meio do Departamento de Cultura. A programação começa às 19h30 e dentre os atrativos, destaca-se a apresentação da Orquestra e Coral da UTFPR.
A programação será iniciada com o ato inaugural e homenagens ao professor Espedito. Na sequência acontece o show especial com a Orquestra e Coral da UTFPR, com a regência do maestro Mauro Cislaghi. Com mais de dez anos de atuação, os músicos, coralistas e solistas encantam o público em suas apresentações.
A Escola Pública de Música fica no Parque Alvorada, em um espaço revitalizado pela prefeitura. “A partir de agora teremos um local adequado para as nossas oficinas de música. A prefeitura está proporcionando um espaço físico adequado e aconchegante para essas atividades”, relata o diretor de Cultura, Vilmar Mazzetto.
A criação deste espaço também vai oportunizar uma importante homenagem para perpetuar o trabalho do maestro e professor Espedito José de Souza, que chegou em Beltrão na década de 1960. Ele faleceu em 2020, aos 78 anos.
“Vamos homenagear uma pessoa de grande relevância para a nossa música, cultura e educação, em especial no comando na nossa Banda Municipal. O professor Espedito deixou um exemplo de vida e um importante legado, por isso merece o nosso respeito e reconhecimento”, enfatiza o prefeito Cleber Fontana.
Fonte: https://franciscobeltrao.pr.gov.br/noticias/cultura/orquestra-da-utfpr-e-atracao-na-inauguracao-da-escola-de-musica/. Acesso em 14 out. 2024. Texto adaptado
Em “A criação deste espaço também vai oportunizar uma importante homenagem para perpetuar o trabalho do maestro e professor Espedito José de Souza, que chegou em Beltrão na década de 1960. Ele faleceu em 2020, aos 78 anos” (4º parágrafo), a palavra destacada tem significado de:
Leia o texto a seguir:
Orquestra da UTFPR é atração na inauguração da Escola de
Música
Nesta quarta-feira, dia 15 de maio, acontece um evento histórico para a música e a cultura de Francisco Beltrão, a inauguração da Escola de Música Professor Espedito José de Souza. A iniciativa é da prefeitura, por meio do Departamento de Cultura. A programação começa às 19h30 e dentre os atrativos, destaca-se a apresentação da Orquestra e Coral da UTFPR.
A programação será iniciada com o ato inaugural e homenagens ao professor Espedito. Na sequência acontece o show especial com a Orquestra e Coral da UTFPR, com a regência do maestro Mauro Cislaghi. Com mais de dez anos de atuação, os músicos, coralistas e solistas encantam o público em suas apresentações.
A Escola Pública de Música fica no Parque Alvorada, em um espaço revitalizado pela prefeitura. “A partir de agora teremos um local adequado para as nossas oficinas de música. A prefeitura está proporcionando um espaço físico adequado e aconchegante para essas atividades”, relata o diretor de Cultura, Vilmar Mazzetto.
A criação deste espaço também vai oportunizar uma importante homenagem para perpetuar o trabalho do maestro e professor Espedito José de Souza, que chegou em Beltrão na década de 1960. Ele faleceu em 2020, aos 78 anos.
“Vamos homenagear uma pessoa de grande relevância para a nossa música, cultura e educação, em especial no comando na nossa Banda Municipal. O professor Espedito deixou um exemplo de vida e um importante legado, por isso merece o nosso respeito e reconhecimento”, enfatiza o prefeito Cleber Fontana.
Fonte: https://franciscobeltrao.pr.gov.br/noticias/cultura/orquestra-da-utfpr-e-atracao-na-inauguracao-da-escola-de-musica/. Acesso em 14 out. 2024. Texto adaptado
No segundo parágrafo do texto, encontra-se a palavra “SOLISTAS”. No contexto de uso, o significado dessa palavra é:
Leia o texto a seguir:
Orquestra da UTFPR é atração na inauguração da Escola de
Música
Nesta quarta-feira, dia 15 de maio, acontece um evento histórico para a música e a cultura de Francisco Beltrão, a inauguração da Escola de Música Professor Espedito José de Souza. A iniciativa é da prefeitura, por meio do Departamento de Cultura. A programação começa às 19h30 e dentre os atrativos, destaca-se a apresentação da Orquestra e Coral da UTFPR.
A programação será iniciada com o ato inaugural e homenagens ao professor Espedito. Na sequência acontece o show especial com a Orquestra e Coral da UTFPR, com a regência do maestro Mauro Cislaghi. Com mais de dez anos de atuação, os músicos, coralistas e solistas encantam o público em suas apresentações.
A Escola Pública de Música fica no Parque Alvorada, em um espaço revitalizado pela prefeitura. “A partir de agora teremos um local adequado para as nossas oficinas de música. A prefeitura está proporcionando um espaço físico adequado e aconchegante para essas atividades”, relata o diretor de Cultura, Vilmar Mazzetto.
A criação deste espaço também vai oportunizar uma importante homenagem para perpetuar o trabalho do maestro e professor Espedito José de Souza, que chegou em Beltrão na década de 1960. Ele faleceu em 2020, aos 78 anos.
“Vamos homenagear uma pessoa de grande relevância para a nossa música, cultura e educação, em especial no comando na nossa Banda Municipal. O professor Espedito deixou um exemplo de vida e um importante legado, por isso merece o nosso respeito e reconhecimento”, enfatiza o prefeito Cleber Fontana.
Fonte: https://franciscobeltrao.pr.gov.br/noticias/cultura/orquestra-da-utfpr-e-atracao-na-inauguracao-da-escola-de-musica/. Acesso em 14 out. 2024. Texto adaptado
Leia o texto a seguir:
Orquestra da UTFPR é atração na inauguração da Escola de
Música
Nesta quarta-feira, dia 15 de maio, acontece um evento histórico para a música e a cultura de Francisco Beltrão, a inauguração da Escola de Música Professor Espedito José de Souza. A iniciativa é da prefeitura, por meio do Departamento de Cultura. A programação começa às 19h30 e dentre os atrativos, destaca-se a apresentação da Orquestra e Coral da UTFPR.
A programação será iniciada com o ato inaugural e homenagens ao professor Espedito. Na sequência acontece o show especial com a Orquestra e Coral da UTFPR, com a regência do maestro Mauro Cislaghi. Com mais de dez anos de atuação, os músicos, coralistas e solistas encantam o público em suas apresentações.
A Escola Pública de Música fica no Parque Alvorada, em um espaço revitalizado pela prefeitura. “A partir de agora teremos um local adequado para as nossas oficinas de música. A prefeitura está proporcionando um espaço físico adequado e aconchegante para essas atividades”, relata o diretor de Cultura, Vilmar Mazzetto.
A criação deste espaço também vai oportunizar uma importante homenagem para perpetuar o trabalho do maestro e professor Espedito José de Souza, que chegou em Beltrão na década de 1960. Ele faleceu em 2020, aos 78 anos.
“Vamos homenagear uma pessoa de grande relevância para a nossa música, cultura e educação, em especial no comando na nossa Banda Municipal. O professor Espedito deixou um exemplo de vida e um importante legado, por isso merece o nosso respeito e reconhecimento”, enfatiza o prefeito Cleber Fontana.
Fonte: https://franciscobeltrao.pr.gov.br/noticias/cultura/orquestra-da-utfpr-e-atracao-na-inauguracao-da-escola-de-musica/. Acesso em 14 out. 2024. Texto adaptado
Leia o texto a seguir:
Orquestra da UTFPR é atração na inauguração da Escola de
Música
Nesta quarta-feira, dia 15 de maio, acontece um evento histórico para a música e a cultura de Francisco Beltrão, a inauguração da Escola de Música Professor Espedito José de Souza. A iniciativa é da prefeitura, por meio do Departamento de Cultura. A programação começa às 19h30 e dentre os atrativos, destaca-se a apresentação da Orquestra e Coral da UTFPR.
A programação será iniciada com o ato inaugural e homenagens ao professor Espedito. Na sequência acontece o show especial com a Orquestra e Coral da UTFPR, com a regência do maestro Mauro Cislaghi. Com mais de dez anos de atuação, os músicos, coralistas e solistas encantam o público em suas apresentações.
A Escola Pública de Música fica no Parque Alvorada, em um espaço revitalizado pela prefeitura. “A partir de agora teremos um local adequado para as nossas oficinas de música. A prefeitura está proporcionando um espaço físico adequado e aconchegante para essas atividades”, relata o diretor de Cultura, Vilmar Mazzetto.
A criação deste espaço também vai oportunizar uma importante homenagem para perpetuar o trabalho do maestro e professor Espedito José de Souza, que chegou em Beltrão na década de 1960. Ele faleceu em 2020, aos 78 anos.
“Vamos homenagear uma pessoa de grande relevância para a nossa música, cultura e educação, em especial no comando na nossa Banda Municipal. O professor Espedito deixou um exemplo de vida e um importante legado, por isso merece o nosso respeito e reconhecimento”, enfatiza o prefeito Cleber Fontana.
Fonte: https://franciscobeltrao.pr.gov.br/noticias/cultura/orquestra-da-utfpr-e-atracao-na-inauguracao-da-escola-de-musica/. Acesso em 14 out. 2024. Texto adaptado

Disponível em https://amorizade.wordpress.com/2006/12/27/receita-medica/
O texto acima é um exemplo de receita médica que, de acordo com a tipologia, classifica-se como sendo:
MONTE CASTELO (RENATO RUSSO)
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
O amor é bom, não quer o mal
Não sente inveja ou se envaidece
O amor é o fogo que arde sem se ver
É ferida que dói e não se sente
É um contentamento descontente
É dor que desatina sem doer
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos
Sem amor eu nada seria
É um não querer mais que bem querer
É solitário andar por entre a gente
É um não contentar-se de contente
É cuidar que se ganha em se perder
É um estar-se preso por vontade
É servir a quem vence, o vencedor
É um ter com quem nos mata a lealdade
Tão contrário a si é o mesmo amor
Estou acordado e todos dormem
Todos dormem, todos dormem
Agora vejo em parte
Mas então veremos face a face
É só o amor, é só o amor
Que conhece o que é verdade
Ainda que eu falasse a língua dos homens
E falasse a língua dos anjos Sem amor eu nada seria
Disponível em: https://www.culturagenial.com/poema