Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q4261174 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Família feliz


Família é feliz quando sua casa vive cheia. Isso não me sai da cabeça. Sei o valor da paz, de um final de semana de silêncio e preguiça, mas, talvez por efeitos da criação, costumo medir o contentamento pela bagunça.


A residência na infância se mantinha concorrida, a tal ponto que até as visitas abriam a porta para quem tocava a campainha. Não dávamos conta de cumprir as formalidades de anfitriões. Não havia certeza e garantia de quantos pratos seriam necessários. O feijão recebia sempre mais um copo d'água para não se morrer de fome. Pessoas chegavam e partiam sem avisar.


Família feliz terá um estoque de colchonetes. Como as camas pertencem aos seus donos, o negócio é tomar o chão. Lembro que, de férias no litoral, era difícil levantar e não pisar nos parentes que dormiam na sala. Você pulava obstáculos, minas humanas. Cada um se acomodava como podia para aproveitar o veraneio.


Família feliz terá um arsenal de cadeiras de praia. Aquelas dobráveis, amarelas, penduradas em ganchos na parede ou encostadas na área de serviço. Pois é má-educação permitir que alguém fique de pé. Parece que somos proprietários de bar. Trata-se de uma prevenção para nunca faltar assento. A decoração se perde em uma roda de chimarrão em torno da televisão. Qualquer ambiente fechado se eleva à condição de varanda improvisada.


Família feliz terá pilha de cervejas na geladeira. Ainda que seja abstêmia, não proíbe o prazer da saideira.


Família feliz terá a louça acumulada na pia no sábado e domingo. Não consegue parar para lavar. Usará sua última porcelana antes de pegar na esponja. Maníacos por limpeza enlouquecem.


A mesa jamais é desfeita. O almoço vira sobremesa, que vira café da tarde, que vira jantar, que vira sobremesa de novo. A toalha ganha nódoas de molho e contornos vermelhos dos cálices de vinho e das xícaras: um sudário da gula. Impossível se conservar imaculada. Lotará o varal na segunda-feira.


Família feliz terá manta no sofá. Desistiu de tentar salvá-lo das manchas, dos rasgões, da descostura, e cobriu seus ombros. É o móvel mais frequentado, sobretudo se existe como recliná-lo. Um pit stop para a digestão e para as sestas involuntárias.


Família feliz terá baralho de cartas, dominó ou varetas, todos gastos pelo uso. O entardecer combina com pife, e buraco, e brigas, e implicâncias entre quem joga sério e quem rouba. 


Família feliz terá uma caixinha de som. Começa com MPB dos velhos, os jovens assumem o controle pouco a pouco e a playlist desanda em funk e coreografias incompreensíveis.


Família feliz é a desordem doméstica e a busca desesperada por atender tanta gente de surpresa com ventiladores barulhentos e isopores.


Todos falam ao mesmo tempo e ninguém deixa de ser ouvido. Os apelidos sufocam os nomes próprios. Os objetos circulam anonimamente: um carregador de celular, um abajur, uma travessa. Aceitam-se as piadas e as lembranças remotas mais constrangedoras.


O lar oferece horas de saudável confusão, de vozerio, de brincadeiras. Apenas a faxina na manhã seguinte é terrivelmente solitária. 


Autor: Fabrício Carpinejar
A recorrência da estrutura "Família feliz terá", no início de diferentes parágrafos, desempenha papel relevante na organização da crônica. Esse recurso:
Alternativas
Q4261173 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Família feliz


Família é feliz quando sua casa vive cheia. Isso não me sai da cabeça. Sei o valor da paz, de um final de semana de silêncio e preguiça, mas, talvez por efeitos da criação, costumo medir o contentamento pela bagunça.


A residência na infância se mantinha concorrida, a tal ponto que até as visitas abriam a porta para quem tocava a campainha. Não dávamos conta de cumprir as formalidades de anfitriões. Não havia certeza e garantia de quantos pratos seriam necessários. O feijão recebia sempre mais um copo d'água para não se morrer de fome. Pessoas chegavam e partiam sem avisar.


Família feliz terá um estoque de colchonetes. Como as camas pertencem aos seus donos, o negócio é tomar o chão. Lembro que, de férias no litoral, era difícil levantar e não pisar nos parentes que dormiam na sala. Você pulava obstáculos, minas humanas. Cada um se acomodava como podia para aproveitar o veraneio.


Família feliz terá um arsenal de cadeiras de praia. Aquelas dobráveis, amarelas, penduradas em ganchos na parede ou encostadas na área de serviço. Pois é má-educação permitir que alguém fique de pé. Parece que somos proprietários de bar. Trata-se de uma prevenção para nunca faltar assento. A decoração se perde em uma roda de chimarrão em torno da televisão. Qualquer ambiente fechado se eleva à condição de varanda improvisada.


Família feliz terá pilha de cervejas na geladeira. Ainda que seja abstêmia, não proíbe o prazer da saideira.


Família feliz terá a louça acumulada na pia no sábado e domingo. Não consegue parar para lavar. Usará sua última porcelana antes de pegar na esponja. Maníacos por limpeza enlouquecem.


A mesa jamais é desfeita. O almoço vira sobremesa, que vira café da tarde, que vira jantar, que vira sobremesa de novo. A toalha ganha nódoas de molho e contornos vermelhos dos cálices de vinho e das xícaras: um sudário da gula. Impossível se conservar imaculada. Lotará o varal na segunda-feira.


Família feliz terá manta no sofá. Desistiu de tentar salvá-lo das manchas, dos rasgões, da descostura, e cobriu seus ombros. É o móvel mais frequentado, sobretudo se existe como recliná-lo. Um pit stop para a digestão e para as sestas involuntárias.


Família feliz terá baralho de cartas, dominó ou varetas, todos gastos pelo uso. O entardecer combina com pife, e buraco, e brigas, e implicâncias entre quem joga sério e quem rouba. 


Família feliz terá uma caixinha de som. Começa com MPB dos velhos, os jovens assumem o controle pouco a pouco e a playlist desanda em funk e coreografias incompreensíveis.


Família feliz é a desordem doméstica e a busca desesperada por atender tanta gente de surpresa com ventiladores barulhentos e isopores.


Todos falam ao mesmo tempo e ninguém deixa de ser ouvido. Os apelidos sufocam os nomes próprios. Os objetos circulam anonimamente: um carregador de celular, um abajur, uma travessa. Aceitam-se as piadas e as lembranças remotas mais constrangedoras.


O lar oferece horas de saudável confusão, de vozerio, de brincadeiras. Apenas a faxina na manhã seguinte é terrivelmente solitária. 


Autor: Fabrício Carpinejar
A concepção de felicidade familiar construída ao longo do texto contrapõe-se a determinados valores tradicionalmente relacionados à organização doméstica. Considerando a articulação entre o primeiro e o último parágrafos, assinale a alternativa que adequadamente expressa o ponto de vista do autor. 
Alternativas
Q4260364 Português
TEXTO II


SONETO DE SEPARAÇÃO

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.


MORAES, Vinicius de. Nova antologia poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
Considere o seguinte verso do Texto II:
“De repente do riso fez-se o pranto Silencioso e branco como a bruma”.
Marque a alternativa que analisa corretamente o sentido próprio e/ou figurado empregado no verso.
Alternativas
Q4260362 Português
TEXTO II


SONETO DE SEPARAÇÃO

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.


MORAES, Vinicius de. Nova antologia poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
No Texto II, o autor utiliza a antítese para dar um efeito de contraste e, para isso, emprega alguns antônimos ao longo do poema. Marque a alternativa que corresponde a um exemplo de antônimos do Texto II.  
Alternativas
Q4260360 Português
TEXTO II


SONETO DE SEPARAÇÃO

De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.

De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.

De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.

Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.


MORAES, Vinicius de. Nova antologia poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2005.
A partir da leitura e interpretação do Texto II, assinale a alternativa correta sobre a temática.
Alternativas
Q4260353 Português
TEXTO I


A SOMBRA DO ICE NOS JOGOS DA COPA


    A poucos dias da Copa do Mundo de 2026, a atuação de agentes do Serviço de Imigração e Fronteiras, o ICE, nas 11 cidades que sediam os jogos nos Estados Unidos da América (EUA) preocupa torcedores estrangeiros e entidades de direitos humanos. Mais de 120 grupos emitiram um alerta de viagem dirigido a 10 milhões de visitantes sobre violação de direitos de imigrantes, embora autoridades, incluindo o secretário de Estado, Marco Rubio, assegurem que os temidos agentes do ICE não vão atuar dentro de estádios.
    O tema carrega um peso traumático, dada a violência das operações anti-imigração. De acordo com uma pesquisa do jornal The Washington Post em parceria com a University of Maryland, 65% dos americanos se opõem à presença de agentes do ICE nos estados durante o torneio, que terá 78 das 104 partidas nos EUA. Em Los Angeles, que sediará oito jogos, um sindicato que representa dois mil funcionários no SoFi Stadium ameaçou entrar em greve caso os agentes do ICE fossem enviados para lá. O temor se deve à grande maioria de seus trabalhadores, que é de estrangeiros. O secretário do Departamento de Segurança Interna, Markwayne Mullin, confirmou a presença atuante dos agentes do ICE em todos os jogos, mas observou que seu objetivo é combater “ingressos falsificados, tráfico de pessoas, contrabando de drogas e produtos falsificados”. Mas o ceticismo de quem se habituou com a truculência de agentes mascarados para intimidar e prender imigrantes põe em dúvida suas declarações.


Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/blog/sandra-cohen/post/2026/06/06/a-sombra-do-ice-preocupa-e-afasta-torcedores-dos-jogos-da-copa.ghtml Acesso em : 6 jun. 2026 (adaptado).
O tema central do Texto I é:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260296 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
Considere os trechos a seguir.
• “Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições…” (2° parágrafo) • “… os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços.” (5° parágrafo)
As expressões destacadas indicam, respectivamente, circunstâncias de
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260295 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
As aspas e o travessão presentes no 1° parágrafo foram empregados, respectivamente, para
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260294 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
Considere as passagens a seguir:
– “As cidades que decidiram banir o Airbnb” (título) – “… ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias.” (5° parágrafo)
Preservando o sentido do contexto em que estão inseridos, os termos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:
Alternativas
Ano: 2026 Banca: VUNESP Órgão: CAU-SP Prova: VUNESP - 2026 - CAU-SP - Advogado |
Q4260293 Português
As cidades que decidiram banir o Airbnb

        Em 2024, o prefeito de Barcelona, na Espanha, Jaume Collboni, anunciou seus planos de proibir aluguéis de imóveis de curto prazo na cidade, a partir de novembro de 2028. A decisão pretende solucionar o que Collboni descreve como “o maior problema de Barcelona” — a crise de moradia que retirou moradores e trabalhadores do mercado habitacional, devido aos altos preços dos imóveis. A medida irá devolver ao mercado de moradia os 10 mil apartamentos destinados atualmente a aluguel de curto prazo.

        Barcelona não é a única cidade a criar regulamentações rigorosas — ou até proibições — para os aluguéis de curto prazo. Desde setembro de 2023, é ilegal alugar apartamentos por curto prazo em Nova York, nos Estados Unidos, a menos que o proprietário tenha domicílio na cidade e esteja presente no imóvel quando ele for alugado. Essa medida também foi tomada para reduzir a crise habitacional da cidade.

        A capital alemã, Berlim, proibiu os aluguéis de curto prazo já em 2014. Eles retornaram em 2018, com sérias restrições. Também muitas cidades litorâneas da Califórnia, nos Estados Unidos, incluindo Santa Mônica, proíbem ou impõem fortes restrições aos aluguéis de curto prazo.

        Todo esse movimento faz parte de uma questão mais ampla: quem se beneficia com o turismo e onde fica o equilíbrio entre os benefícios para os turistas e para os moradores locais. O mercado de aluguel de curto prazo desregulou enormemente o setor do turismo. São oferecidas acomodações flexíveis em cidades de todo o mundo, com a promessa de “morar como um habitante local”, que os hotéis não conseguem atender.

        Mas por que os responsáveis pelo turismo e os conselhos municipais recorrem a proibições? O real motivo talvez não seja apenas questão de números, mas a forma como os moradores locais se sentem em relação ao turismo. Em cidades lotadas de turistas, os moradores locais são rotineiramente excluídos do mercado habitacional, devido aos altos preços. Eles são forçados a morar em carros ou enfrentar horas de transporte para trabalhar todos os dias. Nessa situação, parece imensamente injusto encontrar cidades tomadas por imóveis para aluguel de temporada, que permanecem fechados na maior parte do ano e poderiam beneficiar os moradores locais.

(BBC, “As cidades que decidiram banir o Airbnb”. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cw8y78j41z4o. Adaptado)
De acordo com as informações do texto, a crise habitacional mencionada explica-se
Alternativas
Q4259986 Português

Imagem associada para resolução da questão


CAZO. Cresce população de rua. Disponível em <https://blogdoaftm.com.br/charge-cresce-populacaode-rua/>.


Na charge acima, é correto afirmar, em relação ao verbo "crescer", que:

Alternativas
Q4259982 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vida na roça


    Muitos, como eu, nasceram e viveram a infância na roça. Eu sinto orgulho de ser um filho da roça, porque a vida no "interior" me ensinou valores finos e refinados.


    Na companhia de árvores frutíferas, animais, nascentes, riachos e lavouras, as pessoas que lá residem formam verdadeira comunidade. Comunidade quer dizer comunhão, integração, relação. Esta comunhão se perdeu na vida urbana atribulada e estressante.


    O tempo na cidade tem de ser um tempo ocupado. O tempo na roça segue o ritmo da própria natureza. Só agora entendi razões pelas quais meu avô paterno, um agricultor das antigas, dizia que, quando fora mais jovem, os anos não tinham pressa para passar e que, de repente, o tempo foi "aligeirado" também na roça. Um tempo ocupado com mais coisas para fazer tem mais pressa. Acontece que nas cidades não temos mais tempo para curtir o próprio ritmo (do tempo) porque temos muitas coisas a fazer, o tempo todo.


    Roça é um lugar de fartura, mas também de muito trabalho. Iludem-se aqueles que pensam que uma "chácara" é um lugar maravilhoso sem dar muito trabalho. Para quem não pode oferecer seu trabalho, terá de ofertar dinheiro para que alguém cuide, zele e organize o ambiente, para poder desfrutá-lo lindo, aconchegante e organizado.


    Quantos, como eu, matam saudades de sua terra visitando propriedades que ainda resistem em levar adiante um estilo de vida interiorano! Colhem, no inverno abundante das frutas, o sabor de suas saudades e recordações. Visitam, no verão, matas, riachos, casas, salões comunitários, em busca de algo que um dia deixaram para trás: a simplicidade e a compaixão pela terra. (...)


    A natureza nos permite a compreensão da própria existência. A vida na roça nos fornece importantes aprendizagens sobre os próprios desafios do ser humano. Valorizando a terra, estaremos sempre valorizando a nossa dimensão de humanidade e dignidade.


PIES, Nei Alberto. Vida na roça. Neipies. Disponível em <https://www.neipies.com/vida-na-roca-2/>.

"Esta comunhão se perdeu na vida urbana atribulada e estressante."


A palavra destacada no trecho acima é sinônima de:

Alternativas
Q4259981 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vida na roça


    Muitos, como eu, nasceram e viveram a infância na roça. Eu sinto orgulho de ser um filho da roça, porque a vida no "interior" me ensinou valores finos e refinados.


    Na companhia de árvores frutíferas, animais, nascentes, riachos e lavouras, as pessoas que lá residem formam verdadeira comunidade. Comunidade quer dizer comunhão, integração, relação. Esta comunhão se perdeu na vida urbana atribulada e estressante.


    O tempo na cidade tem de ser um tempo ocupado. O tempo na roça segue o ritmo da própria natureza. Só agora entendi razões pelas quais meu avô paterno, um agricultor das antigas, dizia que, quando fora mais jovem, os anos não tinham pressa para passar e que, de repente, o tempo foi "aligeirado" também na roça. Um tempo ocupado com mais coisas para fazer tem mais pressa. Acontece que nas cidades não temos mais tempo para curtir o próprio ritmo (do tempo) porque temos muitas coisas a fazer, o tempo todo.


    Roça é um lugar de fartura, mas também de muito trabalho. Iludem-se aqueles que pensam que uma "chácara" é um lugar maravilhoso sem dar muito trabalho. Para quem não pode oferecer seu trabalho, terá de ofertar dinheiro para que alguém cuide, zele e organize o ambiente, para poder desfrutá-lo lindo, aconchegante e organizado.


    Quantos, como eu, matam saudades de sua terra visitando propriedades que ainda resistem em levar adiante um estilo de vida interiorano! Colhem, no inverno abundante das frutas, o sabor de suas saudades e recordações. Visitam, no verão, matas, riachos, casas, salões comunitários, em busca de algo que um dia deixaram para trás: a simplicidade e a compaixão pela terra. (...)


    A natureza nos permite a compreensão da própria existência. A vida na roça nos fornece importantes aprendizagens sobre os próprios desafios do ser humano. Valorizando a terra, estaremos sempre valorizando a nossa dimensão de humanidade e dignidade.


PIES, Nei Alberto. Vida na roça. Neipies. Disponível em <https://www.neipies.com/vida-na-roca-2/>.

"Só agora entendi razões pelas quais meu avô paterno, um agricultor das antigas, dizia que (...) o tempo foi ‘aligeirado` também na roça."


A expressão destacada no trecho acima pode ser substituída corretamente por:

Alternativas
Q4259980 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.


Vida na roça


    Muitos, como eu, nasceram e viveram a infância na roça. Eu sinto orgulho de ser um filho da roça, porque a vida no "interior" me ensinou valores finos e refinados.


    Na companhia de árvores frutíferas, animais, nascentes, riachos e lavouras, as pessoas que lá residem formam verdadeira comunidade. Comunidade quer dizer comunhão, integração, relação. Esta comunhão se perdeu na vida urbana atribulada e estressante.


    O tempo na cidade tem de ser um tempo ocupado. O tempo na roça segue o ritmo da própria natureza. Só agora entendi razões pelas quais meu avô paterno, um agricultor das antigas, dizia que, quando fora mais jovem, os anos não tinham pressa para passar e que, de repente, o tempo foi "aligeirado" também na roça. Um tempo ocupado com mais coisas para fazer tem mais pressa. Acontece que nas cidades não temos mais tempo para curtir o próprio ritmo (do tempo) porque temos muitas coisas a fazer, o tempo todo.


    Roça é um lugar de fartura, mas também de muito trabalho. Iludem-se aqueles que pensam que uma "chácara" é um lugar maravilhoso sem dar muito trabalho. Para quem não pode oferecer seu trabalho, terá de ofertar dinheiro para que alguém cuide, zele e organize o ambiente, para poder desfrutá-lo lindo, aconchegante e organizado.


    Quantos, como eu, matam saudades de sua terra visitando propriedades que ainda resistem em levar adiante um estilo de vida interiorano! Colhem, no inverno abundante das frutas, o sabor de suas saudades e recordações. Visitam, no verão, matas, riachos, casas, salões comunitários, em busca de algo que um dia deixaram para trás: a simplicidade e a compaixão pela terra. (...)


    A natureza nos permite a compreensão da própria existência. A vida na roça nos fornece importantes aprendizagens sobre os próprios desafios do ser humano. Valorizando a terra, estaremos sempre valorizando a nossa dimensão de humanidade e dignidade.


PIES, Nei Alberto. Vida na roça. Neipies. Disponível em <https://www.neipies.com/vida-na-roca-2/>.

Em relação ao texto "Vida na roça", é correto afirmar que o narrador se apresenta: 
Alternativas
Q4259925 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão


Doenças renais crônicas, obesidade, depressão… Décadas atrás, era impensável a ideia de que tais enfermidades pudessem atingir cães, gatos e outros animais. Hoje, porém, a medicina veterinária enfrenta casos antes considerados tipicamente humanos. Mais que uma evolução dos métodos de diagnóstico, a mudança pode ser reflexo da influência dos donos sobre a saúde de seus animais domésticos.


Em humanos, a possibilidade de expressar sentimentos e angústias pela fala facilita o diagnóstico da depressão. Em cães, entretanto, é preciso ficar atento ao comportamento do animal. Apatia, perda de apetite e busca de isolamento são sinais de que o animal pode estar deprimido, assim como acontece com seres humanos.


Se os sintomas de depressão são os mesmos em cães e humanos, há semelhança também no tratamento da doen ça, com uso de psicotrópicos e psicoterapia. Além disso, os tutores são instruídos a mudar algumas atitudes em relação a eles, como passar mais tempo em sua companhia, levá-los para passear, melhorar sua alimentação e permitir a convivência com outros cães.


(Guilherme de Souza. Tal cão, tal dono. https://cienciahoje.org.br. Adaptado)

No trecho “… a possibilidade de expressar sentimentos e angústias pela fala facilita o diagnóstico da depressão” (2o parágrafo), a palavra destacada expressa relação de sentido de
Alternativas
Q4259923 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão


Doenças renais crônicas, obesidade, depressão… Décadas atrás, era impensável a ideia de que tais enfermidades pudessem atingir cães, gatos e outros animais. Hoje, porém, a medicina veterinária enfrenta casos antes considerados tipicamente humanos. Mais que uma evolução dos métodos de diagnóstico, a mudança pode ser reflexo da influência dos donos sobre a saúde de seus animais domésticos.


Em humanos, a possibilidade de expressar sentimentos e angústias pela fala facilita o diagnóstico da depressão. Em cães, entretanto, é preciso ficar atento ao comportamento do animal. Apatia, perda de apetite e busca de isolamento são sinais de que o animal pode estar deprimido, assim como acontece com seres humanos.


Se os sintomas de depressão são os mesmos em cães e humanos, há semelhança também no tratamento da doen ça, com uso de psicotrópicos e psicoterapia. Além disso, os tutores são instruídos a mudar algumas atitudes em relação a eles, como passar mais tempo em sua companhia, levá-los para passear, melhorar sua alimentação e permitir a convivência com outros cães.


(Guilherme de Souza. Tal cão, tal dono. https://cienciahoje.org.br. Adaptado)

De acordo com informações presentes no texto, o autor defende que
Alternativas
Q4259919 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão


    O que influencia suas decisões sobre carreira, família, saúde e vida social? Para um número crescente de pessoas, a resposta é: o animal de estimação. E pesquisas mostram que seu impacto vai além do companheirismo.


    Como psicoterapeuta e pesquisadora que explora a influência dos animais de estimação na vida das pessoas há mais de uma década, parte do meu trabalho é entender as necessidades dos tutores e como apoiá-los segundo suas necessidades. Estudos com esses objetivos têm ganhado mais atenção nas últimas décadas.


    Uma pesquisa que envolveu 5.000 tutores demonstrou que, especialmente entre casais sem filhos, os animais de estimação influenciam decisões pessoais e até profissionais. Muitos preferem cancelar eventos sociais ou faltar ao trabalho para cuidar de seus “filhos”. Uma outra pesquisa com 1.800 tutores de animais de estimação revelou quão profunda é essa conexão: 30% daqueles que trabalham on-line disseram que estariam mais inclinados a voltar ao escritório se pudessem levar seus bichinhos para o trabalho. Quase um terço valoriza o tempo de folga especificamente para cuidar de seus animais, e um quarto gostaria de ver vantagens relacionadas a animais de estimação incluídas nos seus benefícios como funcionários.


    Embora, antes, a trajetória de vida envolvesse primeiramente casamento, filhos e uma carreira estável, muitos, hoje, idealizam futuros em que seus animais de estimação são figuras centrais. Algumas pessoas estão dispostas a ganhar menos, mudar de emprego ou alterar as opções de moradia para priorizar as necessidades dos animais. Essas não são apenas preferências isoladas. Elas revelam não só mudanças sociais mais amplas, mas também uma transformação em como as pessoas se definem.


(Renata Roma. Pets influenciam cada vez mais as decisões de vida de seus tutores. https://super.abril.com.br, 01.08.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que se observa relação de sentido de adição no trecho.
Alternativas
Q4259918 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão


    O que influencia suas decisões sobre carreira, família, saúde e vida social? Para um número crescente de pessoas, a resposta é: o animal de estimação. E pesquisas mostram que seu impacto vai além do companheirismo.


    Como psicoterapeuta e pesquisadora que explora a influência dos animais de estimação na vida das pessoas há mais de uma década, parte do meu trabalho é entender as necessidades dos tutores e como apoiá-los segundo suas necessidades. Estudos com esses objetivos têm ganhado mais atenção nas últimas décadas.


    Uma pesquisa que envolveu 5.000 tutores demonstrou que, especialmente entre casais sem filhos, os animais de estimação influenciam decisões pessoais e até profissionais. Muitos preferem cancelar eventos sociais ou faltar ao trabalho para cuidar de seus “filhos”. Uma outra pesquisa com 1.800 tutores de animais de estimação revelou quão profunda é essa conexão: 30% daqueles que trabalham on-line disseram que estariam mais inclinados a voltar ao escritório se pudessem levar seus bichinhos para o trabalho. Quase um terço valoriza o tempo de folga especificamente para cuidar de seus animais, e um quarto gostaria de ver vantagens relacionadas a animais de estimação incluídas nos seus benefícios como funcionários.


    Embora, antes, a trajetória de vida envolvesse primeiramente casamento, filhos e uma carreira estável, muitos, hoje, idealizam futuros em que seus animais de estimação são figuras centrais. Algumas pessoas estão dispostas a ganhar menos, mudar de emprego ou alterar as opções de moradia para priorizar as necessidades dos animais. Essas não são apenas preferências isoladas. Elas revelam não só mudanças sociais mais amplas, mas também uma transformação em como as pessoas se definem.


(Renata Roma. Pets influenciam cada vez mais as decisões de vida de seus tutores. https://super.abril.com.br, 01.08.2025. Adaptado)

De acordo com os dados de pesquisas apresentados no texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q4259917 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão


    O que influencia suas decisões sobre carreira, família, saúde e vida social? Para um número crescente de pessoas, a resposta é: o animal de estimação. E pesquisas mostram que seu impacto vai além do companheirismo.


    Como psicoterapeuta e pesquisadora que explora a influência dos animais de estimação na vida das pessoas há mais de uma década, parte do meu trabalho é entender as necessidades dos tutores e como apoiá-los segundo suas necessidades. Estudos com esses objetivos têm ganhado mais atenção nas últimas décadas.


    Uma pesquisa que envolveu 5.000 tutores demonstrou que, especialmente entre casais sem filhos, os animais de estimação influenciam decisões pessoais e até profissionais. Muitos preferem cancelar eventos sociais ou faltar ao trabalho para cuidar de seus “filhos”. Uma outra pesquisa com 1.800 tutores de animais de estimação revelou quão profunda é essa conexão: 30% daqueles que trabalham on-line disseram que estariam mais inclinados a voltar ao escritório se pudessem levar seus bichinhos para o trabalho. Quase um terço valoriza o tempo de folga especificamente para cuidar de seus animais, e um quarto gostaria de ver vantagens relacionadas a animais de estimação incluídas nos seus benefícios como funcionários.


    Embora, antes, a trajetória de vida envolvesse primeiramente casamento, filhos e uma carreira estável, muitos, hoje, idealizam futuros em que seus animais de estimação são figuras centrais. Algumas pessoas estão dispostas a ganhar menos, mudar de emprego ou alterar as opções de moradia para priorizar as necessidades dos animais. Essas não são apenas preferências isoladas. Elas revelam não só mudanças sociais mais amplas, mas também uma transformação em como as pessoas se definem.


(Renata Roma. Pets influenciam cada vez mais as decisões de vida de seus tutores. https://super.abril.com.br, 01.08.2025. Adaptado)

A partir de informações presentes no texto, é correto afirmar que a centralidade dos animais de estimação na vida de seus tutores reflete
Alternativas
Q4259916 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão


No trecho “Hoje, metaforicamente, arregacei as mangas.” (1o quadro), a mesma circunstância expressa por “Hoje” está destacada em:
Alternativas
Respostas
2761: C
2762: E
2763: D
2764: D
2765: C
2766: A
2767: B
2768: C
2769: D
2770: C
2771: B
2772: C
2773: A
2774: B
2775: A
2776: E
2777: C
2778: D
2779: B
2780: C