Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 140.316 questões
Qual das seguintes afirmações é verdadeira de acordo com o texto?
Qual das seguintes afirmações é verdadeira de acordo com o texto base?
(Disponível em: https://www.efdeportes.com/efd197/ saude-na-educacao-fisica-escolar.htm.adaptado.)
De acordo com o texto, qual é a função proposta aos professores de educação física?
Hoje vivemos na era da informação, em que somos bombardeados de notícias o tempo todo. Em fração de segundos, algo que aconteceu a milhares de quilômetros de distância já se encontra estampado na primeira página dos jornais, e podemos ler essa notícia com um simples toque no celular. Com toda essa informação instantânea e constantes mudanças tecnológicas com o intuito de facilitar a nossa vida, a população, em tese, deveria ter mais tempo para cuidar da sua saúde.
(Disponível em: https://www.efdeportes.com/efd197/ saude-na-educacao-fisica-escolar.htm.adaptado.)
Qual das seguintes afirmações é verdadeira, com base no texto fornecido?
Qual das seguintes afirmações é verdadeira de acordo com o texto?
"A inteligência artificial deverá afetar quase 40% de todos os empregos no mundo, de acordo com uma nova análise do Fundo Monetário Internacional (FMI). A diretora-gerente do FMI [...] diz que os políticos precisam abordar essa 'tendência preocupante' para 'evitar que a tecnologia alimente ainda mais as tensões sociais'. [...] O FMI disse que a inteligência artificial provavelmente afetará uma proporção maior de empregos − estimada em cerca de 60% − nas economias avançadas. Em metade destes casos, os trabalhadores podem esperar se beneficiar da integração da inteligência artificial, o que aumentará a sua produtividade".
(Fonte: BBC News Brasil. Disponível em: Acesso em: 15 de janeiro de 2024.)
Com base no texto, é correto afirmar que:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Meu querido amigo, como dizem os grandes poetas, a vida é como uma estrada.
Qualquer indivíduo que realmente acredite em que seres supra-humanos concederam à nossa raça informações sobre os objetivos de sua existência e do mundo ainda está em sua infância. Não há outra revelação senão os pensamentos dos sábios — e mesmo esses pensamentos estão sujeitos a erros, como é a sina de tudo o que é humano.
Entenda isso e seja feliz!!
Arthur Schopenhauer (Texto Adaptado)
Na frase "Meu querido amigo, como dizem os grandes poetas, a vida é como uma estrada", foi utilizada uma estratégia que o orador utilizou para aplicar ao texto um determinado efeito na interpretação do ouvinte, ou seja, a palavra "estrada" foi usada no sentido fportanto, uma figura de linguagem.
Assinale a alternativa que representa essa figura de linguagem:
Considere o texto abaixo:
"A inteligência artificial deverá afetar quase 40% de todos os empregos no mundo, de acordo com uma nova análise do Fundo Monetário Internacional (FMI). A diretora-gerente do FMI [...] diz que os políticos precisam abordar essa 'tendência preocupante' para 'evitar que a tecnologia alimente ainda mais as tensões sociais'. [...] O FMI disse que a inteligência artificial provavelmente afetará uma proporção maior de empregos − estimada em cerca de 60% − nas economias avançadas. Em metade destes casos, os trabalhadores podem esperar se beneficiar da integração da inteligência artificiaumentará a sua produtividade".
(Fonte: BBC News Brasil. Disponível em:https://www.bbc/com/portuguese/articles/cgekv170k0eo > Acesso em: 15 de janeiro de 2024.)
Com base no texto, é correto afirmar que:
Em seu livro Professora sim, tia não: cartas a quem ousa ensinar, Freire (1997) opõe-se, desde o título, à prática de identificar professoras como tias, tal como ocorre em algumas escolas em que as crianças são incentivadas a assim se referirem às docentes.
O autor justifica seu posicionamento, entre outros motivos, pelo fato de que
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Floresta em risco e inovação
Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal
A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?
Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.
Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.
A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.
O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.
No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.
O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.
A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.
A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Floresta em risco e inovação
Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal
A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?
Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.
Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.
A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.
O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.
No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.
O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.
A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.
A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Floresta em risco e inovação
Plataforma desenvolvida pelo Ipam e pelo Banco Mundial prevê risco de desmatamento e estima futuras áreas desmatadas na Amazônia Legal
A Amazônia, uma terra de riqueza natural incomparável, é um dos ecossistemas mais difíceis de proteger no mundo. E se pudéssemos prever as áreas com maior risco de desmatamento, poderíamos proteger melhor a floresta?
Uma plataforma desenvolvida pelo Ipam (Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia) e pelo Banco Mundial faz exatamente isso. Ela prevê o risco de desmatamento e estima as futuras áreas desmatadas nos estados da Amazônia Legal.
Chamada de Painel Floresta em Risco, lançada na semana passada, apresenta o desmatamento na Amazônia brasileira como fruto da relação entre a vulnerabilidade das áreas de vegetação nativa, a governança ambiental e os fatores macroeconômicos. Variáveis econômicas, especialmente os preços dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio real, afetam diretamente o retorno das atividades extrativas e, portanto, a demanda por terras marginais e, assim, o desmatamento —incluindo através de atividades ilegais como a grilagem ou o garimpo.
A oscilação nessas variáveis é usada para estimar a quantidade de desmatamento esperada, os locais com maior risco de ser desmatado, assim como a possibilidade de vazamentos quando o desmatamento não é eliminado, mas apenas "transferido" para outra região.
O Painel permite que os usuários explorem e comparem três diferentes cenários de risco de desmatamento. O primeiro cenário "business as usual" (BAU) fornece uma projeção das tendências de desmatamento com base nas condições macroeconômicas esperadas nos próximos anos. No entanto, não inclui qualquer mudança esperada nas políticas de proteção.
No segundo cenário, a ferramenta exibe taxas de desmatamento com base apenas na tendência histórica, "historical reference level" (HRL), sem efeitos econômicos.
O terceiro é o cenário de governança ambiental "Governance" (GOV), que simula o impacto de possíveis mudanças de política nas taxas de desmatamento por meio do aumento da proteção de áreas florestais via designação do uso das terras.
A ferramenta fornece uma representação visual desses cenários e permite que os usuários observem como o risco de desmatamento interage com territórios indígenas e áreas de conservação. O objetivo é tornar acessíveis ao público dados complexos sobre futuras pressões de desmatamento e embasar o planejamento e a implementação de estratégias de conservação. A plataforma será atualizada anualmente com novos dados sobre as condições macroeconômicas previstas e o desmatamento observado.
A complexidade do ecossistema amazônico e a interação multifacetada de fatores econômicos e sociais exigem abordagens adaptáveis e multidisciplinares. A plataforma desenvolvida pelo IPAM e pelo Banco Mundial é um passo à frente nessa direção para preservar um dos tesouros naturais mais preciosos do mundo.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/. Acesso em: 7 mai. 2024.