Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3372874 Português
Um país de contrastes


O Brasil é uma aquarela de vários tons,
Com diferentes paisagens,
Umas lindas, muito belas,
Outras que podem vir a ser belas,
Só precisam de atenção e do olhar da nação


Olhe para o lado e veja
Há flores: begônias, bromélias, orquídeas,
Há frutos: jabuticaba, goiaba, caju, cacau
Há árvores: ipê, jatobá, juazeiro, pau-brasil,
E o lindo céu azul para colorir a paisagem


Olhe para o outro lado e observe
Um rio que se perde em sua seca e uma mãe que chora
A violência que mostra sua face negra
O homem que guerreia e desmata
E descolore uma paisagem antes bela


No Brasil “o cravo não precisa brigar com a rosa”
Há lugar para todas as flores nesta terra que frutifica
Mas as pessoas precisam lutar pela igualdade
Pois, a ambição de poucos costuma inebriar os valores de muitos
Que acreditam em uma pátria mais justa


“O Rio de Janeiro continua Lindo”,
Mas o sertão brasileiro ainda está na seca
A igualdade é o objetivo da nação
Mas a desigualdade ainda persiste e assola nosso chão


O Brasil é um país de contrastes,
Mas o brasileiro um guerreiro nato
Com seu jeito acolhedor, sua esperança sempre acesa,
E a perseverança de ir à luta e colorir uma outra paisagem,
A de um Brasil que sonha, luta e muda...



Patrícia Regina de Souza
Depreende-se do poema que o essencial para alcançar a igualdade no Brasil é 
Alternativas
Q3372873 Português
Um país de contrastes


O Brasil é uma aquarela de vários tons,
Com diferentes paisagens,
Umas lindas, muito belas,
Outras que podem vir a ser belas,
Só precisam de atenção e do olhar da nação


Olhe para o lado e veja
Há flores: begônias, bromélias, orquídeas,
Há frutos: jabuticaba, goiaba, caju, cacau
Há árvores: ipê, jatobá, juazeiro, pau-brasil,
E o lindo céu azul para colorir a paisagem


Olhe para o outro lado e observe
Um rio que se perde em sua seca e uma mãe que chora
A violência que mostra sua face negra
O homem que guerreia e desmata
E descolore uma paisagem antes bela


No Brasil “o cravo não precisa brigar com a rosa”
Há lugar para todas as flores nesta terra que frutifica
Mas as pessoas precisam lutar pela igualdade
Pois, a ambição de poucos costuma inebriar os valores de muitos
Que acreditam em uma pátria mais justa


“O Rio de Janeiro continua Lindo”,
Mas o sertão brasileiro ainda está na seca
A igualdade é o objetivo da nação
Mas a desigualdade ainda persiste e assola nosso chão


O Brasil é um país de contrastes,
Mas o brasileiro um guerreiro nato
Com seu jeito acolhedor, sua esperança sempre acesa,
E a perseverança de ir à luta e colorir uma outra paisagem,
A de um Brasil que sonha, luta e muda...



Patrícia Regina de Souza
De acordo com o poema, para transformar as paisagens que ‘‘podem vir a ser belas’’ é necessário
Alternativas
Q3372872 Português
Um país de contrastes


O Brasil é uma aquarela de vários tons,
Com diferentes paisagens,
Umas lindas, muito belas,
Outras que podem vir a ser belas,
Só precisam de atenção e do olhar da nação


Olhe para o lado e veja
Há flores: begônias, bromélias, orquídeas,
Há frutos: jabuticaba, goiaba, caju, cacau
Há árvores: ipê, jatobá, juazeiro, pau-brasil,
E o lindo céu azul para colorir a paisagem


Olhe para o outro lado e observe
Um rio que se perde em sua seca e uma mãe que chora
A violência que mostra sua face negra
O homem que guerreia e desmata
E descolore uma paisagem antes bela


No Brasil “o cravo não precisa brigar com a rosa”
Há lugar para todas as flores nesta terra que frutifica
Mas as pessoas precisam lutar pela igualdade
Pois, a ambição de poucos costuma inebriar os valores de muitos
Que acreditam em uma pátria mais justa


“O Rio de Janeiro continua Lindo”,
Mas o sertão brasileiro ainda está na seca
A igualdade é o objetivo da nação
Mas a desigualdade ainda persiste e assola nosso chão


O Brasil é um país de contrastes,
Mas o brasileiro um guerreiro nato
Com seu jeito acolhedor, sua esperança sempre acesa,
E a perseverança de ir à luta e colorir uma outra paisagem,
A de um Brasil que sonha, luta e muda...



Patrícia Regina de Souza
A ‘‘aquarela de vários tons’’ , mencionada no poema, refere-se
Alternativas
Q3372822 Português

Brasil se prepara para produzir combustível sustentável de aviação



No fim de 2023, um Boeing 787 da companhia aérea britânica Virgin Atlantic voou de Londres a Nova York movido 100% a combustível sustentável. O primeiro voo transatlântico de uma grande aeronave comercial a não usar uma gota sequer do querosene de aviação de base fóssil ganhou manchetes e foi chamado de histórico. Segundo a empresa, o combustível alternativo feito à base de óleo de cozinha usado e gordura animal, misturado a 12% de querosene aromático sintético − de origem não fóssil −, proporcionou uma redução de até 70% nas emissões de gases de efeito estufa (GEE), em comparação com um voo no mesmo trecho usando querosene de aviação tradicional.



Para fazer o voo de demonstração, a Virgin Atlantic obteve uma autorização especial. Hoje, as companhias aéreas podem misturar em seus tanques um máximo de 50% de combustível sustentável de aviação, mais conhecido pela sigla SAF (sustainable aviation fuel), seguindo normas estabelecidas pela Sociedade Americana de Testes e Materiais (ASTM) e pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).



O SAF pode ser obtido a partir de diferentes rotas tecnológicas e com matérias-primas que vão de oleaginosas a etanol e resíduos sólidos urbanos. Em comum, todos os insumos têm carbono, que é o principal percursor dos hidrocarbonetos constituintes do SAF. A ideia é que os aviões sejam abastecidos com querosene de aviação ou SAF − ou uma mistura dos dois. Isso porque a molécula de SAF é praticamente idêntica à do querosene de base fóssil, o que dispensa modificações nos motores dos aviões e na infraestrutura de abastecimento.



A restrição a uma mistura de SAF superior a 50% se dá por questões de segurança. "Nem todas as rotas de SAF produzem na sua composição uma quantidade suficiente de hidrocarbonetos do tipo aromático, importantes para impedir uma mudança na viscosidade do combustível ou o congelamento do líquido em grandes altitudes", explica o engenheiro mecânico Fernando Catalano, diretor da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (Eesc-USP).



O querosene fóssil é uma mistura de hidrocarbonetos de vários tipos e leva em geral entre 10% e 25% de aromáticos, considerados poluentes, mas necessários. "É um problema ainda não resolvido, mas que deverá ser superado com o tempo", diz Catalano, destacando outros dois entraves para o emprego de SAF em ampla escala no momento: a produção global, ainda muito pequena ante a demanda, e o custo, estimado entre três e cinco vezes o do querosene de aviação.



A brasileira Embraer também tem realizado ensaios com SAF em seus aviões. Em junho de 2022, um jato comercial E195-E2 da companhia voou com 100% do biocombustível em um de seus dois motores. Mais recentemente, em outubro de 2023, dois jatos executivos da fabricante de São José dos Campos decolaram em um voo de teste apenas com o combustível sustentável de aviação em seus tanques.



O SAF é a grande aposta do setor aéreo para reduzir de forma mais rápida a sua pegada de carbono. Os estados-membros da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci) aprovaram em 2022 uma meta global de zerar as emissões de carbono do setor até 2050. No final de 2023, em uma reunião nos Emirados Árabes Unidos, os estados-membros se comprometeram a reduzir as emissões de CO2 da aviação internacional em 5% até 2030.



Em 2023, foram produzidos mais de 600 milhões de litros de SAF, o dobro do ano anterior, de acordo com a Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata). A produção deve triplicar este ano. Apesar do aumento, esse volume representará apenas 0,53% da demanda global por combustível de aviação. Estados Unidos, China, Japão, Singapura, Alemanha, Noruega e México já fabricam o insumo.



Em uma indústria global que ainda engatinha, o Brasil tem uma oportunidade de se colocar como ator central, vislumbram especialistas − seja pela experiência do país com a produção de biocombustíveis, seja pela quantidade de biomassa disponível para a fabricação de SAF. "Se há um lugar no mundo em que a produção em larga escala de SAF vai dar certo, é no Brasil", pressupõe a bioquímica Glaucia Mendes Souza, do Instituto de Química da USP e membro da coordenação do Programa FAPESP de Pesquisa em Bionergia (Bioen).



Retirado e adaptado de: JONES, Frances. Brasil se prepara para produzir combustível sustentável de aviação. Revista Pesquisa FAPESP.

Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/brasil-se-prepara-para produzir-combustivel-sustentavel-de-aviacao/ Acesso em: 26 fev., 2024

A partir da leitura atenta do texto, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiro, e F, para falso:



( )  Embora esteja em pleno crescimento, a produção de SAF ainda é insuficiente para abastecer a demanda mundial.


( )  A preocupação com a produção do SAF neste momento da história é que esse combustível ainda não é considerado seguro.


( )  O Brasil pode se apresentar como uma potência na produção do combustível sustentável, exclusivamente porque é um país no qual há muita matéria-prima.


( )  Já foram realizados voos nacionais brasileiros abastecidos exclusivamente com o combustível sustentável.


( )  A necessidade de emprego de combustíveis fósseis é um problema ainda sem solução no cenário internacional de aviação.



Assinale a alternativa que apresenta a ordem correta:

Alternativas
Q3372264 Português
Analise as afirmativas sobre sinônimos e antônimos:

I. Sinônimos são palavras com significados opostos.
II. Antônimos podem ser utilizados para criar contrastes em um texto.
III. Sinônimos enriquecem o texto ao evitar repetições desnecessárias.

Pode-se afirmar que 
Alternativas
Q3372263 Português
Assinale a alternativa correta que exemplifica o uso de conotação. 
Alternativas
Q3372262 Português
A Lebre e a Tartaruga


Era uma vez… uma lebre e uma tartaruga. A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga. Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida. A lebre muito segura de si, aceitou prontamente. Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes. Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar um pouco. Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr. Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente.


(https://projetoabelha.com.br/?page_id=4503.
Acesso 10/02/2024)

As fábulas são histórias curtas, geralmente com animais como personagens, que transmitem uma lição de moral ou um ensinamento ético. A moral de uma fábula é a lição que se pode aprender com a história, destinada a orientar o comportamento humano para o bem. Nesse sentido, baseando-se no texto, assinale a alternativa que apresenta a moral da fábula.
Alternativas
Q3372261 Português
A Lebre e a Tartaruga


Era uma vez… uma lebre e uma tartaruga. A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga. Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida. A lebre muito segura de si, aceitou prontamente. Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes. Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar um pouco. Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr. Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente.


(https://projetoabelha.com.br/?page_id=4503.
Acesso 10/02/2024)

Segundo o texto, é CORRETO afirmar quanto ao desafio proposto pela tartaruga que a lebre 
Alternativas
Q3372260 Português
A Lebre e a Tartaruga


Era uma vez… uma lebre e uma tartaruga. A lebre vivia caçoando da lerdeza da tartaruga. Certa vez, a tartaruga já muito cansada por ser alvo de gozações, desafiou a lebre para uma corrida. A lebre muito segura de si, aceitou prontamente. Não perdendo tempo, a tartaruga pois-se a caminhar, com seus passinhos lentos, porém, firmes. Logo a lebre ultrapassou a adversária, e vendo que ganharia fácil, parou e resolveu cochilar um pouco. Quando acordou, não viu a tartaruga e começou a correr. Já na reta final, viu finalmente a sua adversária cruzando a linha de chegada, toda sorridente.


(https://projetoabelha.com.br/?page_id=4503.
Acesso 10/02/2024)

De acordo com o texto, o que motivou a tartaruga a desafiar a lebre para uma corrida foi 
Alternativas
Q3371490 Português
 Obesidade abdominal associada à fraqueza muscular eleva risco de síndrome metabólica


        Estudo conduzido por pesquisadores das universidades Federal de São Carlos (UFSCar) e College London (Reino Unido) mostrou que a combinação de acúmulo de gordura na região abdominal com fraqueza muscular (dinapenia) é a condição que mais aumenta o risco de desenvolver síndrome metabólica em pessoas com mais de 50 anos de idade.

       “Indivíduos com obesidade abdominal dinapênica tinham 234% mais risco de desenvolver síndrome metabólica em comparação com aqueles que não tinham nenhuma das duas condições. Isso é quase o dobro do que encontramos para os que tinham apenas obesidade [126%]. Dessa forma, demonstramos que ter as duas condições simultaneamente representa maiores alterações metabólicas”, explica Tiago da Silva Alexandre, professor do Departamento de Gerontologia da UFSCar e orientador do estudo apoiado pela Fapesp.

     Com base nos resultados do trabalho, divulgados no Journal of Nutrition, Health and Aging, os pesquisadores alertam para a importância da prática de exercício físico – tanto aeróbico quanto resistido – para o ganho e a manutenção da força muscular durante o envelhecimento. A prática de exercício físico é também uma maneira de prevenção da síndrome metabólica.

    Principal fator de risco para doenças cardiovasculares, a síndrome metabólica compreende cinco condições: obesidade, elevação dos níveis de triglicérides circulantes, hiperglicemia, redução do bom colesterol (HDL) e aumento da pressão arterial. O diagnóstico clínico é feito pela presença de três ou mais dessas alterações.

      De acordo com os pesquisadores, são as disfunções no metabolismo do músculo, associadas à perda de força, que explicam o grande impacto da fraqueza muscular no risco aumentado de síndrome metabólica. “Nos casos de fraqueza muscular há uma infiltração de gordura no músculo. Esse fenômeno, além de ser responsável pela perda de força, provoca uma série de alterações metabólicas no tecido que reduzem a sinalização de insulina, levando a uma maior resistência a esse hormônio, além de alterações no metabolismo da glicose e aumento da gordura no sangue [dislipidemia]”, explica Alexandre.

       Paula Camila Ramírez, primeira autora do trabalho, ressalta que não é só a fraqueza que provoca essas alterações. “A fraqueza também é produto da alteração do músculo – que perdeu massa, sofreu infiltração de gordura e, consequentemente, está inflamado. Isso significa que o músculo está tendo dificuldade de realizar o seu próprio metabolismo e, por isso, prejudica o metabolismo dos carboidratos, dos lipídios e o controle da pressão arterial, ou seja, fatores relacionados à síndrome metabólica”, diz.

       A inflamação provocada pela gordura infiltrada no músculo é só mais uma peça de todo um quebra cabeça. Faz parte do processo natural de envelhecimento o aumento do tecido adiposo, o que pode desencadear uma inflamação crônica de baixo grau. Além disso, a obesidade por si só pode causar inflamação permanente de baixo grau e alterar o metabolismo.

     Os pesquisadores ressaltam que as alterações que caracterizam a síndrome metabólica em grande parte vêm sendo atribuídas a obesidade. “No entanto, há evidências, e o nosso estudo contribui para isso, de que o problema é mais complexo. A obesidade e a fraqueza muscular contribuem para o ganho de gordura e para a infiltração de gordura no músculo. Esses dois fatores desencadeiam alterações no metabolismo do sistema musculoesquelético e podem influenciar outras alterações metabólicas”, relata Alexandre.

       Estudo anterior do mesmo grupo mostrou que a obesidade abdominal e a fraqueza muscular, quando associadas, aumentam em 85% o risco de morte por doenças cardiovasculares em pessoas com mais de 50 anos. Nesse trabalho, a fraqueza muscular em si só aumentou em 62% o risco de morte por doença cardiovascular. Curiosamente, as pessoas analisadas que tinham apenas gordura abdominal não apresentaram um aumento significativo no risco de morte cardiovascular.

    “Na ocasião identificamos o impacto da combinação de fraqueza muscular e obesidade na incidência de doenças cardiovasculares. Agora, buscamos entender o mecanismo por trás disso. E entendemos que é o metabolismo do próprio músculo que, quando alterado, pode contribuir para uma série de alterações metabólicas que culminam ____ síndrome metabólica”, completa.


Disponível em https://www.cnnbrasil.com.br/saude/obesidade-abdominalassociada-a-fraqueza-muscular-eleva-risco-de-sindrome-metabolica/ (com alterações). Acesso 07/08/2024.

Analise as asserções abaixo.

I. O acúmulo de gordura na região abdominal associado à fraqueza muscular aumenta o risco de desenvolvimento de síndrome metabólica.
II. Indivíduos com obesidade abdominal não associada à fraqueza muscular não apresentam riscos de síndrome metabólica.
III. Ocorre aumento de doenças cardiovasculares e síndrome metabólica somente quando as condições de fraqueza muscular e de gordura abdominal estão combinadas.

Com base no texto, está correto o que se apresenta em: 
Alternativas
Q3370750 Português

Mudanças no clima atingem a saúde neurológica, diz estudo 


Em um artigo publicado na revista The Lancet Neurology, os cientistas enfatizam a necessidade urgente de se compreender o impacto das alterações nos padrões de temperatura e umidade em pacientes com enfermidades como Alzheimer, enxaqueca e epilepsia


      As mudanças climáticas podem afetar negativamente a saúde das pessoas com diagnósticos de doenças neurológicas, argumenta uma equipe de pesquisadores liderada pela Universidade College London (UCL), no Reino Unido. Em um artigo publicado na revista The Lancet Neurology, os cientistas enfatizam a necessidade urgente de se compreender o impacto das alterações nos padrões de temperatura e umidade em pacientes com enfermidades como Alzheimer, enxaqueca e epilepsia, entre outras que afetam o sistema nervoso central.

        Após uma revisão de 332 artigos publicados em todo o mundo entre 1968 e 2023, a equipe, liderada por Sanjay Sisodiya, da UCL, disse esperar que a escala dos efeitos potenciais das mudanças climáticas nas doenças neurológicas seja substancial. Recentemente, enfermidades do sistema nervoso central ultrapassaram as cardiovasculares como mais frequente no globo.

       Distúrbios diversos

     Os pesquisadores consideram 19 condições diferentes, com base no estudo Global Burden of Disease 2016. Eles também avaliaram o impacto das alterações climáticas em distúrbios psiquiátricos crônicos e agudos, incluindo ansiedade, depressão e esquizofrenia.

    “Há evidências claras do impacto do clima em algumas doenças cerebrais, especialmente acidentes vasculares cerebrais e infecções do sistema nervoso”, argumenta Sisodiya, que também é diretor de Genômica na Sociedade de Epilepsia. “A variação climática que demonstrou ter efeito nas doenças cerebrais incluía extremos de temperatura (baixa e alta) e maior variação de temperatura ao longo do dia — especialmente quando essas medidas eram sazonalmente incomuns”, diz.

    Segundo o pesquisador, as temperaturas noturnas podem ser particularmente importantes. “Temperaturas mais elevadas durante a noite podem perturbar o sono. Sabe-se que o sono insatisfatório agrava uma série de problemas cerebrais”.

    Entre as constatações dos pesquisadores foi o aumento nas internações, incapacidades ou mortalidade como resultado de um acidente vascular cerebral em temperaturas ambientes mais altas ou ondas de calor. Além disso, pessoas com demência mostraram-se mais suscetíveis aos danos de extremos climáticos e eventos associados, como inundações.

      “Essa suscetibilidade é agravada pela fragilidade, multimorbidade e medicamentos psicotrópicos”, escreveram os autores do estudo. “Consequentemente, maior variação de temperatura, dias mais quentes e ondas de calor levam ao aumento de internações hospitalares e mortalidade associadas à demência”.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6857965-mudancas-no-clima-atingem-a-saude-neurologicadiz-estudo.html 


De acordo com o texto, assinale a alternativa que apresenta a importância atribuída pelos pesquisadores ao sono em relação aos distúrbios neurológicos.  
Alternativas
Q3370749 Português

Mudanças no clima atingem a saúde neurológica, diz estudo 


Em um artigo publicado na revista The Lancet Neurology, os cientistas enfatizam a necessidade urgente de se compreender o impacto das alterações nos padrões de temperatura e umidade em pacientes com enfermidades como Alzheimer, enxaqueca e epilepsia


      As mudanças climáticas podem afetar negativamente a saúde das pessoas com diagnósticos de doenças neurológicas, argumenta uma equipe de pesquisadores liderada pela Universidade College London (UCL), no Reino Unido. Em um artigo publicado na revista The Lancet Neurology, os cientistas enfatizam a necessidade urgente de se compreender o impacto das alterações nos padrões de temperatura e umidade em pacientes com enfermidades como Alzheimer, enxaqueca e epilepsia, entre outras que afetam o sistema nervoso central.

        Após uma revisão de 332 artigos publicados em todo o mundo entre 1968 e 2023, a equipe, liderada por Sanjay Sisodiya, da UCL, disse esperar que a escala dos efeitos potenciais das mudanças climáticas nas doenças neurológicas seja substancial. Recentemente, enfermidades do sistema nervoso central ultrapassaram as cardiovasculares como mais frequente no globo.

       Distúrbios diversos

     Os pesquisadores consideram 19 condições diferentes, com base no estudo Global Burden of Disease 2016. Eles também avaliaram o impacto das alterações climáticas em distúrbios psiquiátricos crônicos e agudos, incluindo ansiedade, depressão e esquizofrenia.

    “Há evidências claras do impacto do clima em algumas doenças cerebrais, especialmente acidentes vasculares cerebrais e infecções do sistema nervoso”, argumenta Sisodiya, que também é diretor de Genômica na Sociedade de Epilepsia. “A variação climática que demonstrou ter efeito nas doenças cerebrais incluía extremos de temperatura (baixa e alta) e maior variação de temperatura ao longo do dia — especialmente quando essas medidas eram sazonalmente incomuns”, diz.

    Segundo o pesquisador, as temperaturas noturnas podem ser particularmente importantes. “Temperaturas mais elevadas durante a noite podem perturbar o sono. Sabe-se que o sono insatisfatório agrava uma série de problemas cerebrais”.

    Entre as constatações dos pesquisadores foi o aumento nas internações, incapacidades ou mortalidade como resultado de um acidente vascular cerebral em temperaturas ambientes mais altas ou ondas de calor. Além disso, pessoas com demência mostraram-se mais suscetíveis aos danos de extremos climáticos e eventos associados, como inundações.

      “Essa suscetibilidade é agravada pela fragilidade, multimorbidade e medicamentos psicotrópicos”, escreveram os autores do estudo. “Consequentemente, maior variação de temperatura, dias mais quentes e ondas de calor levam ao aumento de internações hospitalares e mortalidade associadas à demência”.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6857965-mudancas-no-clima-atingem-a-saude-neurologicadiz-estudo.html 


De acordo com o texto, assinale a alternativa que apresenta a principal preocupação dos pesquisadores em relação aos efeitos das mudanças climáticas nas doenças neurológicas.  

Alternativas
Q3368473 Português
Humanos viverão por mais tempo até 2050, mas qualidade
de vida vai diminuir



Até 2050, as pessoas viverão mais tempo. Porém, a perspectiva de anos de boa vida não acompanhará esse crescimento, pois há tendência de elevação dos casos de doenças metabólicas, como sobrepeso


         As conclusões do Estudo sobre a Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD) revelam uma previsão de aumento na expectativa de vida global. Entre 2022 e 2050, é esperado que homens vivam 4,9 anos a mais e mulheres 4,2, com uma redução nas disparidades regionais. Esse crescimento é impulsionado por melhorias nas taxas de sobrevivência de doenças cardiovasculares, covid-19 e várias patologias transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais (CMNNs). Na contramão, problemas metabólicos, como pressão e colesterol alto, aumentaram quase 50% nas duas últimas décadas.

        No entanto, há uma mudança nas taxas de CMNNs, que estão se tornando menos comuns, e de condições não transmissíveis (DNTs), que fazem mais vítimas a cada dia, como câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica e diabetes. Esse deslocamento reflete um aumento na incidência de fatores de risco comportamentais e metabólicos, como obesidade, hipertensão, dieta inadequada e tabagismo. Essas condições mudarão os índices de anos de vida perdidos para anos vividos com incapacidade, ou seja, mais pessoas viverão mais tempo, mas com problemas de saúde.

        Segundo o estudo, detalhado na revista The Lancet, a expectativa de vida global deve aumentar de 73,6 anos em 2022 para 78,1 anos em 2050. Paralelamente, a perspectiva de vida saudável deve subir de 64,8 anos para 67,4 anos. Isso indica que,
embora a população mundial viva mais tempo, os anos com boa saúde não aumentarão na mesma proporção.

       As regiões com menor expectativa de vida atual, como a África Subsariana, viverão elevações, graças a intervenções de saúde pública pontuais.

      “Há imensas oportunidades pela frente para influenciarmos o futuro da saúde global, superando esses fatores de risco metabólicos e dietéticos crescentes, particularmente aqueles relacionados com fatores comportamentais e de estilo de vida, como açúcar elevado no sangue, índice de massa corporal elevado e pressão arterial elevada”, reforçou Amanda E. Smith, diretora assistente de Previsão do Instituto Izzy Colindres de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME), que participou do trabalho.

       Carol Sarmento, médica intensivista e paliativista e idealizadora do Cuida — projeto que estimula o autocuidado — detalha que com mais pessoas envelhecendo é fundamental melhorar a qualidade de serviços e de atenção na sociedade. “De maneira que as pessoas vivam isso com qualidade, mantendo a autonomia e sendo funcionais. Tudo isso faz bem às famílias e à sociedade também. Envelhecer com saúde e evitando doenças crônicas degenerativas da terceira idade”.

         Fernanda Carvalho Oliveira, médica especialista em longevidade e bem-estar, da clínica Viva Mais, em Brasília, destaca que doenças crônicas e inflamatórias passarão a ser não apenas as principais causas de morte, mas também responsáveis por sequelas e incapacidade. “Trazendo um paradoxo para o momento atual, onde se vive cada vez mais, mas não necessariamente melhor. Essa realidade tende a se agravar e tem grande impacto em como as pessoas viverão seus últimos anos, inclusive há repercussões sociais e econômicas, impactando a Previdência e os custos com saúde”.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6858735-humanos-viverao-por-mais-tempo-ate-2050-masqualidade-de-vida-vai-diminuir.html. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta a afirmativa que melhor reflete a previsão dos especialistas sobre as mudanças nos padrões de saúde global até 2050.
Alternativas
Q3368472 Português
Humanos viverão por mais tempo até 2050, mas qualidade
de vida vai diminuir



Até 2050, as pessoas viverão mais tempo. Porém, a perspectiva de anos de boa vida não acompanhará esse crescimento, pois há tendência de elevação dos casos de doenças metabólicas, como sobrepeso


         As conclusões do Estudo sobre a Carga Global de Doenças, Lesões e Fatores de Risco (GBD) revelam uma previsão de aumento na expectativa de vida global. Entre 2022 e 2050, é esperado que homens vivam 4,9 anos a mais e mulheres 4,2, com uma redução nas disparidades regionais. Esse crescimento é impulsionado por melhorias nas taxas de sobrevivência de doenças cardiovasculares, covid-19 e várias patologias transmissíveis, maternas, neonatais e nutricionais (CMNNs). Na contramão, problemas metabólicos, como pressão e colesterol alto, aumentaram quase 50% nas duas últimas décadas.

        No entanto, há uma mudança nas taxas de CMNNs, que estão se tornando menos comuns, e de condições não transmissíveis (DNTs), que fazem mais vítimas a cada dia, como câncer, doença pulmonar obstrutiva crônica e diabetes. Esse deslocamento reflete um aumento na incidência de fatores de risco comportamentais e metabólicos, como obesidade, hipertensão, dieta inadequada e tabagismo. Essas condições mudarão os índices de anos de vida perdidos para anos vividos com incapacidade, ou seja, mais pessoas viverão mais tempo, mas com problemas de saúde.

        Segundo o estudo, detalhado na revista The Lancet, a expectativa de vida global deve aumentar de 73,6 anos em 2022 para 78,1 anos em 2050. Paralelamente, a perspectiva de vida saudável deve subir de 64,8 anos para 67,4 anos. Isso indica que,
embora a população mundial viva mais tempo, os anos com boa saúde não aumentarão na mesma proporção.

       As regiões com menor expectativa de vida atual, como a África Subsariana, viverão elevações, graças a intervenções de saúde pública pontuais.

      “Há imensas oportunidades pela frente para influenciarmos o futuro da saúde global, superando esses fatores de risco metabólicos e dietéticos crescentes, particularmente aqueles relacionados com fatores comportamentais e de estilo de vida, como açúcar elevado no sangue, índice de massa corporal elevado e pressão arterial elevada”, reforçou Amanda E. Smith, diretora assistente de Previsão do Instituto Izzy Colindres de Métricas e Avaliação em Saúde (IHME), que participou do trabalho.

       Carol Sarmento, médica intensivista e paliativista e idealizadora do Cuida — projeto que estimula o autocuidado — detalha que com mais pessoas envelhecendo é fundamental melhorar a qualidade de serviços e de atenção na sociedade. “De maneira que as pessoas vivam isso com qualidade, mantendo a autonomia e sendo funcionais. Tudo isso faz bem às famílias e à sociedade também. Envelhecer com saúde e evitando doenças crônicas degenerativas da terceira idade”.

         Fernanda Carvalho Oliveira, médica especialista em longevidade e bem-estar, da clínica Viva Mais, em Brasília, destaca que doenças crônicas e inflamatórias passarão a ser não apenas as principais causas de morte, mas também responsáveis por sequelas e incapacidade. “Trazendo um paradoxo para o momento atual, onde se vive cada vez mais, mas não necessariamente melhor. Essa realidade tende a se agravar e tem grande impacto em como as pessoas viverão seus últimos anos, inclusive há repercussões sociais e econômicas, impactando a Previdência e os custos com saúde”.


Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-esaude/2024/05/6858735-humanos-viverao-por-mais-tempo-ate-2050-masqualidade-de-vida-vai-diminuir.html. Adaptado.

Assinale a alternativa que apresenta o principal paradoxo apresentado no texto sobre a expectativa de vida global até 2050.
Alternativas
Q3368016 Português
O poder dos pets para a nossa saúde mental


Dados apontam que o Brasil já alcançou a incrível marca de 168 milhões de pets (a maioria cães e gatos) para uma população de 215 milhões de pessoas. Isso ajuda a nos ter uma ideia do quanto eles passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das pessoas, mesmo quando essas pessoas não têm um lugar para morar.

Por que será que amamos tanto os nossos animais de estimação? Muitos estudos vêm se debruçando nisso e no poder dos pets sobre a nossa saúde mental.

Descobriu-se, por exemplo, que só de olharmos os nossos animais, o nosso corpo responde com a liberação do chamado hormônio do amor (a ocitocina), aquele que nos ajuda a nos sentirmos bem. Ou seja, olhar para os nossos pets nos traz grande bem-estar emocional.

Verificou-se também que, na presença de seus pets, os tutores ficam mais relaxados frente a uma situação de estresse ao ponto de até a pressão arterial cair. O benefício também vale para o animal: perto de seu tutor, os animais sentem-se mais seguros e brincam mais.

Há muito tempo, presenciamos o fenômeno do crescimento da população das cidades e do aumento acelerado do espaço urbano. A solidão nos grandes centros é uma realidade e tem grande impacto na saúde mental.

E é aí que entra o animal de estimação. Não só ele costuma ser um motivador para uma pessoa sair de casa e ainda se exercitar como, de alguma forma, ele é capaz de reativar em nós a capacidade de nos relacionarmos com um outro. Muitas pessoas que são sozinhas dizem que seus bichinhos as fizeram redescobrir o que é amar e ser amado. E isso é sinal de boa saúde mental.

Os animais de estimação também são um apoio importante em momentos de luto, quando perdemos alguém ou algo que é importante para nós.

Por fim, algo que acho muito bonito: nossos pets nos fazem voltar a ser crianças e a descobrir novamente a capacidade de brincar, uma das habilidades mais importantes para o cuidado da saúde mental de adultos e de crianças.



https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-o-poder-dos-p ets-para-a-nossa-saude-mental/
Qual é um benefício mencionado para os tutores na presença de animais, de acordo com o texto?
Alternativas
Q3368015 Português
O poder dos pets para a nossa saúde mental


Dados apontam que o Brasil já alcançou a incrível marca de 168 milhões de pets (a maioria cães e gatos) para uma população de 215 milhões de pessoas. Isso ajuda a nos ter uma ideia do quanto eles passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das pessoas, mesmo quando essas pessoas não têm um lugar para morar.

Por que será que amamos tanto os nossos animais de estimação? Muitos estudos vêm se debruçando nisso e no poder dos pets sobre a nossa saúde mental.

Descobriu-se, por exemplo, que só de olharmos os nossos animais, o nosso corpo responde com a liberação do chamado hormônio do amor (a ocitocina), aquele que nos ajuda a nos sentirmos bem. Ou seja, olhar para os nossos pets nos traz grande bem-estar emocional.

Verificou-se também que, na presença de seus pets, os tutores ficam mais relaxados frente a uma situação de estresse ao ponto de até a pressão arterial cair. O benefício também vale para o animal: perto de seu tutor, os animais sentem-se mais seguros e brincam mais.

Há muito tempo, presenciamos o fenômeno do crescimento da população das cidades e do aumento acelerado do espaço urbano. A solidão nos grandes centros é uma realidade e tem grande impacto na saúde mental.

E é aí que entra o animal de estimação. Não só ele costuma ser um motivador para uma pessoa sair de casa e ainda se exercitar como, de alguma forma, ele é capaz de reativar em nós a capacidade de nos relacionarmos com um outro. Muitas pessoas que são sozinhas dizem que seus bichinhos as fizeram redescobrir o que é amar e ser amado. E isso é sinal de boa saúde mental.

Os animais de estimação também são um apoio importante em momentos de luto, quando perdemos alguém ou algo que é importante para nós.

Por fim, algo que acho muito bonito: nossos pets nos fazem voltar a ser crianças e a descobrir novamente a capacidade de brincar, uma das habilidades mais importantes para o cuidado da saúde mental de adultos e de crianças.



https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-o-poder-dos-p ets-para-a-nossa-saude-mental/
Qual é o papel dos animais de estimação mencionado no texto em relação ao luto?
Alternativas
Q3368012 Português
O poder dos pets para a nossa saúde mental


Dados apontam que o Brasil já alcançou a incrível marca de 168 milhões de pets (a maioria cães e gatos) para uma população de 215 milhões de pessoas. Isso ajuda a nos ter uma ideia do quanto eles passaram a fazer parte do dia a dia da maioria das pessoas, mesmo quando essas pessoas não têm um lugar para morar.

Por que será que amamos tanto os nossos animais de estimação? Muitos estudos vêm se debruçando nisso e no poder dos pets sobre a nossa saúde mental.

Descobriu-se, por exemplo, que só de olharmos os nossos animais, o nosso corpo responde com a liberação do chamado hormônio do amor (a ocitocina), aquele que nos ajuda a nos sentirmos bem. Ou seja, olhar para os nossos pets nos traz grande bem-estar emocional.

Verificou-se também que, na presença de seus pets, os tutores ficam mais relaxados frente a uma situação de estresse ao ponto de até a pressão arterial cair. O benefício também vale para o animal: perto de seu tutor, os animais sentem-se mais seguros e brincam mais.

Há muito tempo, presenciamos o fenômeno do crescimento da população das cidades e do aumento acelerado do espaço urbano. A solidão nos grandes centros é uma realidade e tem grande impacto na saúde mental.

E é aí que entra o animal de estimação. Não só ele costuma ser um motivador para uma pessoa sair de casa e ainda se exercitar como, de alguma forma, ele é capaz de reativar em nós a capacidade de nos relacionarmos com um outro. Muitas pessoas que são sozinhas dizem que seus bichinhos as fizeram redescobrir o que é amar e ser amado. E isso é sinal de boa saúde mental.

Os animais de estimação também são um apoio importante em momentos de luto, quando perdemos alguém ou algo que é importante para nós.

Por fim, algo que acho muito bonito: nossos pets nos fazem voltar a ser crianças e a descobrir novamente a capacidade de brincar, uma das habilidades mais importantes para o cuidado da saúde mental de adultos e de crianças.



https://forbes.com.br/forbessaude/2024/05/arthur-guerra-o-poder-dos-p ets-para-a-nossa-saude-mental/
Qual é a relação entre a população de pets e a população humana no Brasil, conforme descrito no texto?
Alternativas
Q3365242 Português
O português, como outras línguas, apresenta normas textuais para nos referirmos no enunciado às palavras ou aos pensamentos de responsabilidade do nosso interlocutor, mediante os chamados discurso direto, discurso indireto e discurso indireto livre.

Em relação a essa temática, analise as afirmações que seguem:
I.No discurso direto reproduzimos ou supomos reproduzir fiel e textualmente as nossas palavras e as do nosso interlocutor, em diálogo, com a ajuda explícita ou não de verbos como disse, respondeu, perguntou, retrucou ou sinônimos.
II.No discurso indireto os verbos se inserem na oração principal de uma oração complexa tendo por subordinada as porções do enunciado que reproduzem as palavras próprias ou do nosso interlocutor. Introduzem-se pelo transpositor que, pela dubitativa se e pelos pronomes e advérbios de natureza pronominal quem, qual, onde, como, por que, quando, etc.
III.O discurso indireto livre consiste em, conservando os enunciados próprios do nosso interlocutor, não fazer-lhe referência direta. Uma particularidade do estilo indireto livre é a permanência das interrogações e exclamações da forma oracional originária, ao contrário do caráter declarativo do estilo indireto.
Moderna gramática portuguesa / Evanildo Bechara. − 37. ed. rev., ampl. e atual. conforme o novo Acordo Ortográfico. − Rio de Janeiro : Nova Fronteira, 2009.
Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3364599 Português

Imagem associada para resolução da questão


As linguagens verbal e não-verbal se complementam, tornando mais rica, compreensível e acessível a comunicação humana. Considerando a imagem da tirinha, infere-se que:

Alternativas
Q3360640 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



As armas psicológicas que os golpistas usam em vítimas despercebidas


Não passa um dia sem que haja uma notícia sobre uma vítima sendo enganada e perdendo dinheiro. Somos constantemente alertados sobre novos golpes e sobre como nos mantermos seguros contra os criminosos cibernéticos.
Então, por que as pessoas ainda são enganadas e, às vezes, de forma dramática?
Os golpistas usam técnicas psicológicas sofisticadas. Eles exploram nossas vulnerabilidades humanas mais profundas e ignoram o pensamento racional para explorar nossas respostas emocionais.
Essa guerra psicológica coage as vítimas a tomar decisões impulsivas. Às vezes, os golpistas espalham seus métodos entre muitas vítimas em potencial para ver quem é vulnerável. Outras vezes, os criminosos se concentram em uma pessoa específica.
Em ligações aleatórias, eles começam com pequenas solicitações para estabelecer um sentimento de compromisso. Depois de concordar com esses pequenos pedidos, é mais provável que atendamos a demandas maiores, motivados por um desejo de agir de forma consistente.
A chamada não virá de um número da sua agenda ou de um número que você reconheça, mas o golpista finge ser alguém que você contratou para trabalhar em sua casa, ou talvez um de seus filhos usando o telefone de um amigo para ligar para você.
Se for um golpista, talvez mantê-lo ao telefone por muito tempo dê a ele a oportunidade de descobrir coisas sobre você ou sobre as pessoas que você conhece.
Os criminosos fabricam cenários que exigem ação imediata, como alegar que uma conta bancária está em risco ou que uma oferta está prestes a expirar.
Essa tática visa impedir que as vítimas avaliem a situação de forma lógica ou busquem aconselhamento, pressionando-as a tomar decisões precipitadas.
Ele cria uma situação artificial na qual você se sente amedrontado e levado a fazer algo que normalmente não faria.
Chamadas de golpes alegando ser da Receita Federal são um exemplo. Aparentemente, você tem uma dívida a pagar e as coisas ficarão ruins se você não pagar agora mesmo.
Eles se aproveitam das emoções para provocar reações que ofuscam o julgamento, podendo ameaçar com problemas na Justiça para colocar medo, prometer altos retornos de investimento para explorar a ganância ou compartilhar histórias angustiantes, mas falsas, para obter simpatia e bens financeiros.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn4nv22p6rlo.adaptado.

Em ligações 'aleatórias', eles começam com pequenas solicitações para estabelecer um sentimento de compromisso.
O sinônimo do vocábulo destacado é:
Alternativas
Respostas
27561: C
27562: B
27563: C
27564: A
27565: B
27566: C
27567: A
27568: B
27569: C
27570: A
27571: C
27572: C
27573: E
27574: A
27575: A
27576: C
27577: B
27578: C
27579: D
27580: A