Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3043301 Português

Obesidade no Brasil e o alerta para mais casos de câncer


A última edição do Congresso Internacional sobre Obesidade, realizado no mês de junho, em São Paulo, trouxe números alarmantes sobre o Brasil. Infelizmente, no entanto, os dados não surpreendem e comprovam a tendência que outras pesquisas já vinham mostrando. Quase metade dos adultos brasileiros estará obesa e outros 27% estarão com sobrepeso em 20 anos. Serão aproximadamente 130 milhões de brasileiros acima do peso, até 2044.


Atualmente, 56% dos adultos brasileiros já enfrentam problemas de peso, com 34% classificados como obesos e 22% como com sobrepeso. A prevalência de obesidade no Brasil quase dobrou entre 2006 e 2019, evidenciando uma tendência preocupante e acelerada. Especialistas referem-se a essa situação como uma 'epidemia' de obesidade e alertam para a necessidade urgente de intervenções governamentais focadas em políticas de prevenção.


Um dado ainda mais espantoso é o crescimento da obesidade infantil. Atualmente, existem mais crianças obesas ou com sobrepeso do que desnutridas no mundo. O excesso de peso em qualquer fase da vida é preocupante, mas durante a infância, quando hábitos e preferências alimentares são formados, o impacto é ainda mais significativo. Nesse contexto, o papel dos adultos é fundamental, pois são eles que devem estabelecer exemplos de alimentação e hábitos saudáveis, como o consumo de legumes, verduras e frutas, evitar bebidas açucaradas e promover a atividade física. 


A obesidade está diretamente ligada a uma série de doenças graves, incluindo doenças cardiovasculares, metabólicas, neurológicas, psiquiátricas e diversos tipos de câncer. Estudos mostram que a obesidade aumenta o risco de pelo menos 13 tipos diferentes de câncer, incluindo câncer de mama pós-menopausa, câncer colorretal, câncer de endométrio, câncer de rim e câncer de pâncreas. 


Indivíduos obesos têm uma maior probabilidade de desenvolver câncer devido a fatores como inflamação crônica, níveis elevados de insulina e alterações hormonais. Essa relação sublinha a necessidade de medidas urgentes e eficazes para combater a obesidade.


Alguns países já implementaram políticas para reduzir o consumo de açúcar e combater a obesidade. O Reino Unido, por exemplo, introduziu em abril de 2018 uma taxa de 24 centavos por litro sobre bebidas açucaradas com mais de 8 gramas de açúcar por 100 ml. Essa medida visa reduzir o consumo de açúcar entre os jovens e combater a obesidade infantil, que continua a crescer no país. Resultados preliminares mostram uma diminuição de 8% na obesidade entre meninas de 10 a 11 anos, especialmente naquelas que vivem em áreas mais carentes.


Outros países como Bélgica, França, Hungria e México também adotaram alguma forma de taxação sobre bebidas açucaradas, seguindo uma tendência que começou nos países escandinavos há muitos anos. Essas medidas mostram-se eficazes e são exemplos que o Brasil poderia considerar para enfrentar sua própria crise de obesidade.


O Brasil está diante de uma crise de saúde pública de grandes proporções. É essencial que os governos implementem políticas preventivas e educativas para reverter essa tendência. O futuro da saúde de milhões de brasileiros depende de ações imediatas e efetivas. Se não agirmos agora, as consequências para a saúde pública e para o sistema de saúde podem ser devastadoras. 


Acesso em: https://tinyurl.com/3vsvj3ez



Infere-se do texto que o Brasil já implementou uma política de taxação sobre bebidas açucaradas semelhante à do Reino Unido para combater a obesidade.
Alternativas
Q3043297 Português

Infecções silenciosas ameaçam triatletas em Paris


Há mais do que Escherichia coli — bactéria responsável por diversas infecções — para os competidores da natação olímpica se preocuparem. Outras doenças provenientes de águas poluídas demoram mais para se manifestar e ainda podem aparecer. 


A equipe belga de triatlo desistiu da competição olímpica depois que sua principal nadadora, Claire Michel, adoeceu. Embora o jornal "De Standaard" tenha relatado que ela foi infectada pela bactéria "E. coli", outros não confirmaram isso. Ontem, a delegação corrigiu outros rumores online sobre uma hospitalização contínua de sua atleta: "Claire Michel não está no hospital há quatro dias."


Muitos atribuíram a doença de Michel à poluição do Rio Sena. Antes de sua contaminação, autoridades cancelaram duas corridas-teste devido aos altos níveis de bactérias na água. 


Apenas outros três triatletas estão doentes, e não há uma ligação clara com a natação no Sena. Adrien Briffod supostamente "adoeceu com uma infecção estomacal". Simon Westermann também, mas ele não havia nadado no Sena. O norueguês Vetle Bergsvik Thorn desenvolveu vômito um dia após competir no triatlo, mas achou que poderia ser uma intoxicação alimentar. Thorn pode estar certo. Norovírus, rotavírus, Salmonella e outras gastroenterites foram consideradas bastante prováveis em Paris.


Acesso em: https://tinyurl.com/mtc4w5fe

Infere-se do texto que a nadadora Claire Michel foi hospitalizada por quatro dias, devido a uma infecção bacteriana após nadar no Rio Sena. 
Alternativas
Q3043294 Português

Infecções silenciosas ameaçam triatletas em Paris


Há mais do que Escherichia coli — bactéria responsável por diversas infecções — para os competidores da natação olímpica se preocuparem. Outras doenças provenientes de águas poluídas demoram mais para se manifestar e ainda podem aparecer. 


A equipe belga de triatlo desistiu da competição olímpica depois que sua principal nadadora, Claire Michel, adoeceu. Embora o jornal "De Standaard" tenha relatado que ela foi infectada pela bactéria "E. coli", outros não confirmaram isso. Ontem, a delegação corrigiu outros rumores online sobre uma hospitalização contínua de sua atleta: "Claire Michel não está no hospital há quatro dias."


Muitos atribuíram a doença de Michel à poluição do Rio Sena. Antes de sua contaminação, autoridades cancelaram duas corridas-teste devido aos altos níveis de bactérias na água. 


Apenas outros três triatletas estão doentes, e não há uma ligação clara com a natação no Sena. Adrien Briffod supostamente "adoeceu com uma infecção estomacal". Simon Westermann também, mas ele não havia nadado no Sena. O norueguês Vetle Bergsvik Thorn desenvolveu vômito um dia após competir no triatlo, mas achou que poderia ser uma intoxicação alimentar. Thorn pode estar certo. Norovírus, rotavírus, Salmonella e outras gastroenterites foram consideradas bastante prováveis em Paris.


Acesso em: https://tinyurl.com/mtc4w5fe

De acordo com o texto, a contaminação do Rio Sena é uma preocupação relevante para os competidores de natação, visto que duas corridas-teste foram canceladas devido a altos níveis de bactérias na água. 
Alternativas
Q3043215 Português
Julgue o item que se segue. 

O tipo de texto conhecido como argumentação é aquele que visa defender uma opinião. Essa é a principal característica do gênero argumentativo. Nesta forma, manifestam-se relações de causa, condição, concessão, contraste ou conclusão e sua finalidade é defender uma ideia, seja ela qual for.
Alternativas
Q3043202 Português
Julgue o item que se segue. 

O gênero textual descritivo é utilizado para representar detalhadamente pessoas, lugares, objetos ou eventos, transmitindo informações sensoriais e visuais para criar uma imagem vívida na mente dos leitores.
Alternativas
Q3042975 Português
Julgue o item a seguir. 

O tipo de texto conhecido como argumentação é aquele que visa defender uma opinião. Essa é a principal característica do gênero argumentativo. Nesta forma, manifestam-se relações de causa, condição, concessão, contraste ou conclusão e sua finalidade é defender uma ideia, seja ela qual for.
Alternativas
Q3042962 Português
Julgue o item a seguir. 

O gênero textual descritivo é utilizado para representar detalhadamente pessoas, lugares, objetos ou eventos, transmitindo informações sensoriais e visuais para criar uma imagem vívida na mente dos leitores. 
Alternativas
Q3042746 Português

Julgue o item que se segue.



Os elementos de comunicação na língua portuguesa englobam diferentes componentes que facilitam a transmissão eficaz de mensagens, incluindo linguagem verbal e não verbal, código compartilhado, contexto, canal de comunicação e feedback. 

Alternativas
Q3042632 Português
Julgue o item que se segue.

As elipses são recursos gramaticais empregados com o intuito de acrescentar informações adicionais e tornar o texto mais elaborado, especialmente em contextos formais da língua portuguesa. 
Alternativas
Q3042372 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
“Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas” (4º parágrafo). Se os termos destacados fossem substituídos, respectivamente, por um antônimo e por um sinônimo, a frase poderia ser reescrita da seguinte forma:
Alternativas
Q3042367 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
Em “Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais” (1º parágrafo), no texto, o elemento destacado faz referência ao termo:
Alternativas
Q3042366 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
“[...] vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais” (3º parágrafo). À luz da norma-padrão, todo trecho destacado poderia ser reescrito da seguinte forma: 
Alternativas
Q3042365 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
Leia o trecho a seguir, extraído do segundo parágrafo do texto:

"[...] os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema."

Nesse trecho, a palavra “donos” foi empregada entre aspas porque:
Alternativas
Q3042359 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
Ao evocar o exemplo dos parques nacionais norte-americanos, o autor do texto demonstra que: 
Alternativas
Q3042358 Português
Leia o texto a seguir:


Conceder também é preservar

Por Helio Secco

De uns tempos para cá, temos visto alguns formadores de opinião criticando o que chamam de “perversa privatização de áreas verdes”. Os motivos para que isso esteja acontecendo podem ser analisados sob diferentes perspectivas. Uma delas é a sedutora romantização a respeito de um Estado provedor e controlador de quase tudo no cotidiano do cidadão. Outra diz respeito à contrariedade causada, em determinados setores da sociedade, quando Poder Público e empresas se articulam, de forma exitosa, para a operação sustentável de atrativos ambientais. A concessão de parques públicos para a iniciativa privada se insere nesse contexto.

O que esses formadores de opinião omitem é que esse tipo de concessão significa agregar valor socioeconômico ao meio ambiente preservado, sem comprometer recursos do Tesouro Público e sem sujeitar a pauta ambiental à interferência danosa de grupos políticos. Aí é que reside a maior motivação para tamanha repulsa à participação privada em projetos relacionados à preservação ambiental: os eternos “donos” desse debate público no país não se conformam com o fato de não monopolizarem mais as narrativas sobre o tema.

E não monopolizam mais porque é crescente a realidade de concessões privadas bem-sucedidas em unidades de conservação brasileiras federais, estaduais e municipais. Nesse sentido, vale citar os exemplos de concessões de ativos ambientais presentes no Parque Nacional do Iguaçu; ou mesmo as parcerias feitas do Parque Estadual da Cantareira, em São Paulo, e do Parque da Rota das Grutas Peter Lund, em Minas Gerais.

Todas essas concessões conseguiram aumentar os níveis de visitação, com a oferta de serviços como hospedagem, alimentação, além de atividades de lazer e entretenimento na natureza. Paralelo a isso, a fiscalização territorial foi aprimorada, o que beneficia a segurança pública dessas áreas. E mais: nenhuma dessas parcerias deixou de ter a participação do órgão público ambiental responsável na gestão da unidade.

A título de ilustração, podemos traçar um paralelo com os EUA, um país com um número de parques nacionais semelhante ao do Brasil e bastante íntimo desse modelo de concessões. Os norte-americanos faturam mais de 17 bilhões de dólares por ano, com mais de 307 milhões de visitantes por ano, enquanto nós nos restringimos a 15 milhões de visitantes anuais, e, consequentemente, a um faturamento de apenas 3 bilhões de reais.

Cabe ainda lembrar, até mesmo àqueles que fingem não distinguir os conceitos, que concessão é completamente diferente de privatização. Um contrato de concessão possui mecanismos de acompanhamento e fiscalização por parte do Poder Público concedente, a fim de salvaguardar interesses públicos diversos, a depender de cada contexto. [...]

Helio Secco. Biólogo, graduado em gestão pública, doutor em ciências ambientais e diretor técnico da Falco Ambiental Consultoria


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2024/07/1050803-concedertambem-e-preservar.html. Excerto. Acesso em 02/08/2024
O autor do texto apresenta uma visão bem definida acerca das concessões de parques públicos à iniciativa privada. Na perspectiva de Helio Secco, esse tipo de concessão:
Alternativas
Q3041702 Português
O futuro como ele deveria ser

O escritor Ray Bradbury (1920-2012) disse em um de seus principais livros, "Fahrenheit 451", que "todos devem deixar algo para trás" como legado. "A diferença entre o homem que apenas apara gramados e um verdadeiro jardineiro está no toque. O aparador de grama podia muito bem não ter estado ali; o jardineiro estará lá uma vida inteira."

Uma transformação que deixamos no mundo são filhos (exemplo citado inclusive pelo próprio Bradbury). Mas ainda assim, esse pensamento, irrefutável como pareça, soa um tanto incompleto. Afinal, muito do que há de errado no mundo é promovido por nós, seres humanos − que, obviamente, somos filhos de alguém. Há uma dimensão a mais a ser levada em conta − e esta, a meu ver, seria: cumpre transformar, sim, alguma coisa − mas para melhor.

A noção (ou a definição) de "melhor", claro, é e será tema para debate. Nem se pretende aqui defini-lo. Filosofias e religiões debatem isso desde que o homem passou a pensar, e não se vê como se chegaria a uma definição única e universal, válida para todo, em todos os contextos e épocas. Mas, observando a realidade tal como se dá aos nossos olhos, é óbvio que há melhoras a que se pode chegar, em diversos contextos. Um desses contextos, desde sempre presente nas discussões em diversos âmbitos, é o do acesso à saúde.

No Brasil, um país de desigualdades presentes, tem no acesso a serviços de saúde de qualidade uma imensa barreira ao avanço rumo a uma sociedade mais justa. Convivemos com carências seculares, como falta de infraestrutura (hospitais, laboratórios, postos de saúde) — mesmo infraestrutura sanitária (esgoto, água encanada).

Não significa que não tenha havido avanços e conquistas. O SUS (Sistema Único de Saúde) é um avanço civilizacional, reconhecido por sua abrangência. O desenvolvimento da tecnologia digital, cuja presença ganhou força ao longo da pandemia e ainda hoje, é uma via para que se leve serviços de saúde a todo o território brasileiro. O Hospital Albert Einstein, por exemplo, tem estabelecido, desde 2001, parcerias com o setor público na cidade de São Paulo, no acompanhamento do trabalho de equipes médicas, em c?apacitação, aprimoramento e gestão.

Aos jovens se atribui o narcisismo, por vezes desmedido, provocado pela disseminação incontida das redes sociais. Mas como em tudo que diz respeito ao ser humano, este não é, óbvio, o único quadro que se pode formar da juventude. A "rebeldia", a irreverência, mesmo um certo desrespeito, podem gerar legados positivos, deixar boas obras pelo caminho, construir a ponte entre divisões sociais que, se não podem ser eliminadas, de modo algum deveriam ser tão grandes. Tudo é questão de saber que vêm aí novas gerações, que necessidades terão de ser atendidas ainda por um bom tempo, que melhorias são possíveis, seja qual for a noção de "melhor" que se considere.

Deixamos a eles um legado, que eles − como os jardineiros de Ray Bradbury − vão adaptar e transformar em novos legados, sempre com um mundo cada vez melhor em vista, para estarem aí pela vida inteira.

Acesso em: https://tinyurl.com/ypas2n3u
Infere-se do texto que o conceito de "melhor" é subjetivo e pode variar conforme o contexto. 
Alternativas
Q3041701 Português
O futuro como ele deveria ser

O escritor Ray Bradbury (1920-2012) disse em um de seus principais livros, "Fahrenheit 451", que "todos devem deixar algo para trás" como legado. "A diferença entre o homem que apenas apara gramados e um verdadeiro jardineiro está no toque. O aparador de grama podia muito bem não ter estado ali; o jardineiro estará lá uma vida inteira."

Uma transformação que deixamos no mundo são filhos (exemplo citado inclusive pelo próprio Bradbury). Mas ainda assim, esse pensamento, irrefutável como pareça, soa um tanto incompleto. Afinal, muito do que há de errado no mundo é promovido por nós, seres humanos − que, obviamente, somos filhos de alguém. Há uma dimensão a mais a ser levada em conta − e esta, a meu ver, seria: cumpre transformar, sim, alguma coisa − mas para melhor.

A noção (ou a definição) de "melhor", claro, é e será tema para debate. Nem se pretende aqui defini-lo. Filosofias e religiões debatem isso desde que o homem passou a pensar, e não se vê como se chegaria a uma definição única e universal, válida para todo, em todos os contextos e épocas. Mas, observando a realidade tal como se dá aos nossos olhos, é óbvio que há melhoras a que se pode chegar, em diversos contextos. Um desses contextos, desde sempre presente nas discussões em diversos âmbitos, é o do acesso à saúde.

No Brasil, um país de desigualdades presentes, tem no acesso a serviços de saúde de qualidade uma imensa barreira ao avanço rumo a uma sociedade mais justa. Convivemos com carências seculares, como falta de infraestrutura (hospitais, laboratórios, postos de saúde) — mesmo infraestrutura sanitária (esgoto, água encanada).

Não significa que não tenha havido avanços e conquistas. O SUS (Sistema Único de Saúde) é um avanço civilizacional, reconhecido por sua abrangência. O desenvolvimento da tecnologia digital, cuja presença ganhou força ao longo da pandemia e ainda hoje, é uma via para que se leve serviços de saúde a todo o território brasileiro. O Hospital Albert Einstein, por exemplo, tem estabelecido, desde 2001, parcerias com o setor público na cidade de São Paulo, no acompanhamento do trabalho de equipes médicas, em c?apacitação, aprimoramento e gestão.

Aos jovens se atribui o narcisismo, por vezes desmedido, provocado pela disseminação incontida das redes sociais. Mas como em tudo que diz respeito ao ser humano, este não é, óbvio, o único quadro que se pode formar da juventude. A "rebeldia", a irreverência, mesmo um certo desrespeito, podem gerar legados positivos, deixar boas obras pelo caminho, construir a ponte entre divisões sociais que, se não podem ser eliminadas, de modo algum deveriam ser tão grandes. Tudo é questão de saber que vêm aí novas gerações, que necessidades terão de ser atendidas ainda por um bom tempo, que melhorias são possíveis, seja qual for a noção de "melhor" que se considere.

Deixamos a eles um legado, que eles − como os jardineiros de Ray Bradbury − vão adaptar e transformar em novos legados, sempre com um mundo cada vez melhor em vista, para estarem aí pela vida inteira.

Acesso em: https://tinyurl.com/ypas2n3u
De acordo com o texto, o Sistema Único de Saúde (SUS) é considerado um avanço importante para a sociedade brasileira. 
Alternativas
Q3041700 Português
Quantos continentes existem na Terra?

A porção terrestre da Terra é geralmente dividida em várias massas continentais, tanto grandes como também menores, chamadas continentes, explica o The World Factbook, um site da Central Intelligence Agency (CIA) do governo dos Estados Unidos.

O World Factbook e a Encyclopaedia Britannica (plataforma de conhecimento da Inglaterra) reconhecem e listam sete continentes: Ásia, África, América do Norte, América do Sul, Antártida, Europa e Oceania.

A Oceania, como explica Education National Geographic, é um continente localizado no Centro e Sul do oceano Pacífico, formado em sua maior parte terrestre pela Austrália e também pelas ilhas da Nova Zelândia e os países insulares das regiões de ilhas do Pacífico: Melanésia, Micronésia e Polinésia.

Entretanto, muitas vezes a Europa e a Ásia são consideradas como um único continente por comporem uma única grande massa terrestre, chamado Eurásia, acrescenta a Britannica.

Além disso, as Américas do Norte, América Central (e as ilhas do Caribe) e América do Sul às vezes são agrupadas como um só continente: Américas, resultando em um total de seis continentes (ou cinco, se a designação Eurásia for usada), explica a fonte norte-americana da CIA.

Juntos, todos os continentes mencionados acima totalizam aproximadamente 148 milhões de quilômetros quadrados de terra, detalha a Education National Geographic.

Acesso em: https://tinyurl.com/2h2hsmfb
É possível afirmar que a Oceania é composta apenas pela Austrália e Nova Zelândia, conforme descrito no texto.
Alternativas
Q3041699 Português
Quantos continentes existem na Terra?

A porção terrestre da Terra é geralmente dividida em várias massas continentais, tanto grandes como também menores, chamadas continentes, explica o The World Factbook, um site da Central Intelligence Agency (CIA) do governo dos Estados Unidos.

O World Factbook e a Encyclopaedia Britannica (plataforma de conhecimento da Inglaterra) reconhecem e listam sete continentes: Ásia, África, América do Norte, América do Sul, Antártida, Europa e Oceania.

A Oceania, como explica Education National Geographic, é um continente localizado no Centro e Sul do oceano Pacífico, formado em sua maior parte terrestre pela Austrália e também pelas ilhas da Nova Zelândia e os países insulares das regiões de ilhas do Pacífico: Melanésia, Micronésia e Polinésia.

Entretanto, muitas vezes a Europa e a Ásia são consideradas como um único continente por comporem uma única grande massa terrestre, chamado Eurásia, acrescenta a Britannica.

Além disso, as Américas do Norte, América Central (e as ilhas do Caribe) e América do Sul às vezes são agrupadas como um só continente: Américas, resultando em um total de seis continentes (ou cinco, se a designação Eurásia for usada), explica a fonte norte-americana da CIA.

Juntos, todos os continentes mencionados acima totalizam aproximadamente 148 milhões de quilômetros quadrados de terra, detalha a Education National Geographic.

Acesso em: https://tinyurl.com/2h2hsmfb
Infere-se do texto que, embora a Europa e a Ásia sejam frequentemente consideradas como continentes distintos, há uma visão alternativa que os agrupa em um único continente chamado Eurásia.
Alternativas
Q3041698 Português
Quantos continentes existem na Terra?

A porção terrestre da Terra é geralmente dividida em várias massas continentais, tanto grandes como também menores, chamadas continentes, explica o The World Factbook, um site da Central Intelligence Agency (CIA) do governo dos Estados Unidos.

O World Factbook e a Encyclopaedia Britannica (plataforma de conhecimento da Inglaterra) reconhecem e listam sete continentes: Ásia, África, América do Norte, América do Sul, Antártida, Europa e Oceania.

A Oceania, como explica Education National Geographic, é um continente localizado no Centro e Sul do oceano Pacífico, formado em sua maior parte terrestre pela Austrália e também pelas ilhas da Nova Zelândia e os países insulares das regiões de ilhas do Pacífico: Melanésia, Micronésia e Polinésia.

Entretanto, muitas vezes a Europa e a Ásia são consideradas como um único continente por comporem uma única grande massa terrestre, chamado Eurásia, acrescenta a Britannica.

Além disso, as Américas do Norte, América Central (e as ilhas do Caribe) e América do Sul às vezes são agrupadas como um só continente: Américas, resultando em um total de seis continentes (ou cinco, se a designação Eurásia for usada), explica a fonte norte-americana da CIA.

Juntos, todos os continentes mencionados acima totalizam aproximadamente 148 milhões de quilômetros quadrados de terra, detalha a Education National Geographic.

Acesso em: https://tinyurl.com/2h2hsmfb
De acordo com o texto, a Encyclopaedia Britannica e o World Factbook reconhecem oficialmente a existência de seis continentes.
Alternativas
Respostas
27081: E
27082: E
27083: C
27084: C
27085: C
27086: C
27087: C
27088: C
27089: E
27090: D
27091: C
27092: B
27093: E
27094: E
27095: A
27096: C
27097: C
27098: E
27099: C
27100: E