Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3444393 Português

As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.

O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.

A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.

E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.



(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)

Observe o seguinte fragmento: “Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. ” O termo em destaque pode ser substituído sem modificar o sentido, em:
Alternativas
Q3444392 Português

As alterações climáticas estão aos poucos tornando inabitáveis diversas zonas do planeta. No nordeste da Franga as enchentes têm sido tão frequentes que muitas pessoas estão abandonando a regido. A cidade de Atenas pode vir a se tornar inabitável por causa do calor, que no verão pode chegar a 50 graus. Os furacões no Caribe estão cada vez mais frequentes e mais violentos. Os pequenos países insulares correm o risco de serem submersos pelas águas dos oceanos. O rio Indo, dos maiores do mundo, pode ter seu volume de água reduzido em 50 por cento nos próximos anos.

O sul do Brasil, especialmente o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, vai sofrer com desastres climáticos mais e mais frequentes e mais e mais devastadores. A tragédia de agora, tudo leva a crer, é o prelúdio de coisa ainda pior por vir nos próximos anos (sendo nos próximos meses). Já faz tempo que se emprega a expressão “refugiados do clima” para designar as pessoas que são obrigadas a deixar sua terra de origem por efeito das secas prolongadas, das inundações, dos deslizamentos de terreno etc.

A brutal mudança que ocorre no clima do mundo é consequência direta da ação humana, mas não de todos os seres humanos e sim daqueles que controlam a economia mundial, radicalizam o inerente fascismo que é o capitalismo neoliberal, chantageiam os governos, corrompem a política, desprezam o resto da humanidade, produzem bilhões de toneladas de lixo sem que nada lhes oponha uma barreira mínima. Temos exemplo disso agora, na tragédia do Rio Grande do Sul: autoridades coniventes com a especulação imobiliária que invade áreas de proteção ambiental, incentivadoras do agronegócio que infesta a terra de veneno para obter mais lucro dela, desmanteladoras de todas as medidas de prevenção etc. etc. etc.

E para remate dos males, autoridades eleitas que trabalham para entidades de extrema-direita que propagandeiam aos sete ventos o negacionismo climático mais imbecil e canhestro. Neste exato instante, no Congresso brasileiro, escorrem feito lama fétida diversos projetos de lei que preveem a destruição total da legislação de proteção ambiental. Os cientistas alertam para um possível ponto de não-retorno, quando nada mais será possível fazer para defender a vida no planeta. Desconfio que eles não querem alarmar a gente, porque cada vez mais fica 6bvio que esse não-retorno já foi ultrapassado faz tempo - não só o não-retorno climático, mas também o não-retorno da estupidez mais criminosa.



(Autor desconhecido, texto de opinião veiculado nas plataformas digitais. 09 de Maio, 14:00)

Uma leitura global do texto nos permite afirmar que:
Alternativas
Q3443796 Português
Qual das alternativas abaixo foi construída de forma literal?
Alternativas
Q3443793 Português
Observe os sinônimos destacados a seguir. Assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q3443790 Português
Assinale a alternativa na qual a expressão sublinhada não condiz com a destacada entre parênteses.
Alternativas
Q3443786 Português

        O ciclo de vida de um produto é uma diligência de se reconhecer os estágios no seu histórico de vendas. Correlatos a esses estágios, existem perspectivas e reveses díspares com relação à estratégia de marketing e ao potencial de lucro pela identificação do estágio em que o produto se encontra, ou para o qual pode estar se encaminhando.



        A introdução é o período de crescimento moroso à medida que o produto é introduzido no mercado. Os lucros são praticamente quiméricos nesse estágio devido às colossais despesas com a sua introdução no mercado, no intuito de conquistar o consumidor. O crescimento é um período de vertiginosa aceitação por parte do mercado e de melhoria substancial no lucro. 



        A ponte é um ponto de interseção entre o segundo e o terceiro estágio. Não é nada representativa, porém necessária. A maturidade é um período de ínfimo ritmo de crescimento das vendas porque o produto alcançou a dileção da maioria dos compradores em potencial. Os lucros atingem o pico nesse período e começam a declinar por causa das crescentes despesas de marketing para manter a posição do produto contra a concorrência. Conquanto haja estratégias implementadas, o declínio aduz um período em que as vendas continuam numa forte inclinação decrescente e os lucros sofrem rápida erosão em direção ao ponto zero. 


Fonte: Mattos, M. et al. Marketing estratégico para organizações e empreendedores. São Paulo: Atlas, 2019.

De acordo com a literatura, as figuras de linguagem são formas de expressão que destoam da linguagem comum ou denotativa. Elas dão ao texto um significado que vai além do sentido literal, portanto permitem uma plurissignificação do enunciado. Releia a segunda frase do terceiro parágrafo e destaque a seguir o tipo de figura de linguagem que aparece no referido trecho do texto.
Alternativas
Q3443785 Português

        O ciclo de vida de um produto é uma diligência de se reconhecer os estágios no seu histórico de vendas. Correlatos a esses estágios, existem perspectivas e reveses díspares com relação à estratégia de marketing e ao potencial de lucro pela identificação do estágio em que o produto se encontra, ou para o qual pode estar se encaminhando.



        A introdução é o período de crescimento moroso à medida que o produto é introduzido no mercado. Os lucros são praticamente quiméricos nesse estágio devido às colossais despesas com a sua introdução no mercado, no intuito de conquistar o consumidor. O crescimento é um período de vertiginosa aceitação por parte do mercado e de melhoria substancial no lucro. 



        A ponte é um ponto de interseção entre o segundo e o terceiro estágio. Não é nada representativa, porém necessária. A maturidade é um período de ínfimo ritmo de crescimento das vendas porque o produto alcançou a dileção da maioria dos compradores em potencial. Os lucros atingem o pico nesse período e começam a declinar por causa das crescentes despesas de marketing para manter a posição do produto contra a concorrência. Conquanto haja estratégias implementadas, o declínio aduz um período em que as vendas continuam numa forte inclinação decrescente e os lucros sofrem rápida erosão em direção ao ponto zero. 


Fonte: Mattos, M. et al. Marketing estratégico para organizações e empreendedores. São Paulo: Atlas, 2019.

No primeiro estágio, qual dos predicativos abaixo conceitua assertivamente os lucros?
Alternativas
Q3443784 Português

        O ciclo de vida de um produto é uma diligência de se reconhecer os estágios no seu histórico de vendas. Correlatos a esses estágios, existem perspectivas e reveses díspares com relação à estratégia de marketing e ao potencial de lucro pela identificação do estágio em que o produto se encontra, ou para o qual pode estar se encaminhando.



        A introdução é o período de crescimento moroso à medida que o produto é introduzido no mercado. Os lucros são praticamente quiméricos nesse estágio devido às colossais despesas com a sua introdução no mercado, no intuito de conquistar o consumidor. O crescimento é um período de vertiginosa aceitação por parte do mercado e de melhoria substancial no lucro. 



        A ponte é um ponto de interseção entre o segundo e o terceiro estágio. Não é nada representativa, porém necessária. A maturidade é um período de ínfimo ritmo de crescimento das vendas porque o produto alcançou a dileção da maioria dos compradores em potencial. Os lucros atingem o pico nesse período e começam a declinar por causa das crescentes despesas de marketing para manter a posição do produto contra a concorrência. Conquanto haja estratégias implementadas, o declínio aduz um período em que as vendas continuam numa forte inclinação decrescente e os lucros sofrem rápida erosão em direção ao ponto zero. 


Fonte: Mattos, M. et al. Marketing estratégico para organizações e empreendedores. São Paulo: Atlas, 2019.

Quais são os dois pontos diferenciais descritos de forma explícita no texto?
Alternativas
Q3443782 Português

        O ciclo de vida de um produto é uma diligência de se reconhecer os estágios no seu histórico de vendas. Correlatos a esses estágios, existem perspectivas e reveses díspares com relação à estratégia de marketing e ao potencial de lucro pela identificação do estágio em que o produto se encontra, ou para o qual pode estar se encaminhando.



        A introdução é o período de crescimento moroso à medida que o produto é introduzido no mercado. Os lucros são praticamente quiméricos nesse estágio devido às colossais despesas com a sua introdução no mercado, no intuito de conquistar o consumidor. O crescimento é um período de vertiginosa aceitação por parte do mercado e de melhoria substancial no lucro. 



        A ponte é um ponto de interseção entre o segundo e o terceiro estágio. Não é nada representativa, porém necessária. A maturidade é um período de ínfimo ritmo de crescimento das vendas porque o produto alcançou a dileção da maioria dos compradores em potencial. Os lucros atingem o pico nesse período e começam a declinar por causa das crescentes despesas de marketing para manter a posição do produto contra a concorrência. Conquanto haja estratégias implementadas, o declínio aduz um período em que as vendas continuam numa forte inclinação decrescente e os lucros sofrem rápida erosão em direção ao ponto zero. 


Fonte: Mattos, M. et al. Marketing estratégico para organizações e empreendedores. São Paulo: Atlas, 2019.

Ao analisar o ciclo de vida de um produto em relação ao reconhecimento da fase em que se encontra, é pertinente afirmar:
Alternativas
Q3443595 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão. 



O facão do seu Manuel



        Seu Manuel era português e tinha um açougue. Acordava cedo e trabalhava duro e foi assim que educou os filhos e conseguiu até que Joaquim, o Joca, se formasse em economia na PUC e fizesse mestrado em Harvard. Nem no dia da chegada do Joca dos Estados Unidos, onde ganhara nota altíssima com sua dissertação de mestrado Viés restritivo diagonal e viés distensivo horizontal nas economias emergentes, o seu Manuel deixou de trabalhar. Tanto que, depois da recepção no aeroporto, o Joca foi direto para o açougue abraçar o pai, nem se importando com o avental sujo de sangue contra o seu Armani.



        Ficou contando do sucesso da sua dissertação para o seu Manuel enquanto este continuava a servir a freguesia, pois era um dia movimentado no açougue. Foi quando Joca viu, horrorizado, que toda vez que colocava a carne na balança, seu Manuel fingia distração e pressionava o prato da balança com seu facão, aumentando o peso. Não quis fazer uma cena na frente dos fregueses mas, assim que pôde, protestou. Que imoralidade era aquela? O pai não via que aquilo era desonesto? E, mesmo, o aumento no peso era tão pequeno que não compensava o risco de um freguês descobrir e fazer um escândalo. O pai não tinha vergonha?



        Ó desgraçado, estás a cagare no prato em que comes — ponderou seu Manuel. E explicou que eram aquela pequena pressão do facão e aquele pequeno aumento no peso, repetidos várias vezes ao dia, durante anos, que tinham pago os estudos do Joca, inclusive o mestrado em Harvard e o Armani. Ou, continuou seu Manuel (em outras palavras, é claro), ele acreditava que cobrando preços justos, contentando-se com lucros honestos e, acima de tudo, tendo vergonha, o Brasil teria produzido a elite que produzira, inclusive economistas tão bons e tão elegantes para lhe dizer o que fazer? O Joca podia escolher entre trabalhar no açougue ou no governo. Seria rico e feliz, desde que nunca mais questionasse o facão.



        Joca, apesar de fictício, hoje é funcionário do Banco Central, onde sempre justifica algum episódio de cegueira conveniente ou moral relativa lembrando a pressão do facão do seu Manuel no prato da balança. Que ele chama de viés conjuntural perpendicular.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

Os excertos a seguir, retirados do texto, narram acontecimentos de diferentes formas. Analise-os e assinale a alternativa em que a narração ocorre em discurso indireto livre.
Alternativas
Q3443592 Português

Leia o texto a seguir para responder a questão. 



O facão do seu Manuel



        Seu Manuel era português e tinha um açougue. Acordava cedo e trabalhava duro e foi assim que educou os filhos e conseguiu até que Joaquim, o Joca, se formasse em economia na PUC e fizesse mestrado em Harvard. Nem no dia da chegada do Joca dos Estados Unidos, onde ganhara nota altíssima com sua dissertação de mestrado Viés restritivo diagonal e viés distensivo horizontal nas economias emergentes, o seu Manuel deixou de trabalhar. Tanto que, depois da recepção no aeroporto, o Joca foi direto para o açougue abraçar o pai, nem se importando com o avental sujo de sangue contra o seu Armani.



        Ficou contando do sucesso da sua dissertação para o seu Manuel enquanto este continuava a servir a freguesia, pois era um dia movimentado no açougue. Foi quando Joca viu, horrorizado, que toda vez que colocava a carne na balança, seu Manuel fingia distração e pressionava o prato da balança com seu facão, aumentando o peso. Não quis fazer uma cena na frente dos fregueses mas, assim que pôde, protestou. Que imoralidade era aquela? O pai não via que aquilo era desonesto? E, mesmo, o aumento no peso era tão pequeno que não compensava o risco de um freguês descobrir e fazer um escândalo. O pai não tinha vergonha?



        Ó desgraçado, estás a cagare no prato em que comes — ponderou seu Manuel. E explicou que eram aquela pequena pressão do facão e aquele pequeno aumento no peso, repetidos várias vezes ao dia, durante anos, que tinham pago os estudos do Joca, inclusive o mestrado em Harvard e o Armani. Ou, continuou seu Manuel (em outras palavras, é claro), ele acreditava que cobrando preços justos, contentando-se com lucros honestos e, acima de tudo, tendo vergonha, o Brasil teria produzido a elite que produzira, inclusive economistas tão bons e tão elegantes para lhe dizer o que fazer? O Joca podia escolher entre trabalhar no açougue ou no governo. Seria rico e feliz, desde que nunca mais questionasse o facão.



        Joca, apesar de fictício, hoje é funcionário do Banco Central, onde sempre justifica algum episódio de cegueira conveniente ou moral relativa lembrando a pressão do facão do seu Manuel no prato da balança. Que ele chama de viés conjuntural perpendicular.


VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

O último parágrafo do texto permite concluir que:
Alternativas
Q3443567 Português

Leia atentamente a tirinha a seguir da Turma da Mônica, de Maurício de Sousa.



Em relação à compreensão e interpretação do texto, é correto afirmar que
Alternativas
Q3443564 Português
A palavra “abandonar” tem o mesmo sentido de 
Alternativas
Q3443562 Português
Manteria o sentido do trecho “e se perceber na realidade do outro” a seguinte reescritura
Alternativas
Q3443561 Português
Em relação à compreensão e interpretação do texto, depreende-se do trecho “até ser capaz de sentir o que o outro sente” a necessidade de
Alternativas
Q3443560 Português

Leia atentamente a tirinha a seguir do personagem Armandinho, de Alexandre Beck.




Imagem associada para resolução da questão



No último quadrinho, ao mencionar a palavra “empatia” o personagem está

Alternativas
Q3443559 Português
Assinale a alternativa que apresenta a reescritura do trecho “Mas dá pra ressaltar que a alimentação é um exercício diário, e que a prática constante é que pode levar àquilo que se considera o ideal.” (linhas 53-56) sem prejuízo da correção gramatical e do sentido do texto.
Alternativas
Q3443556 Português
No texto, a palavra “encarava” (linha 7) foi utilizada no sentido de 
Alternativas
Q3443555 Português
No trecho “É evidente que você sabe a resposta, como também sabem os estudos sobre o tema” (linhas 15 e 16), o termo “evidente” poderia ser substituído sem prejuízo da correção gramatical e do sentido do texto por
Alternativas
Q3443554 Português
Em relação ao texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
26181: C
26182: B
26183: E
26184: A
26185: A
26186: A
26187: B
26188: B
26189: B
26190: B
26191: E
26192: D
26193: D
26194: A
26195: B
26196: D
26197: C
26198: A
26199: A
26200: D