Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3443553 Português
O texto manterá o sentido original e a correção gramatical, caso se substitua
Alternativas
Q3443552 Português
De acordo com o texto, tradicionalmente, o conceito associado a “comer bem” era consumir
Alternativas
Q3443540 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 03 


Disponível em: https://br.pinterest.com/. Acesso em: 31 mar 2024.  

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 03.
I- A felicidade é encontrada quando se evita o sofrimento.
II- A vida não é bem aproveitada quando não se doa amor.
III- Os riscos devem ser evitados, para se preservar a vida.
IV- A felicidade não é encontrada quando se evita sofrimento.
V- Os riscos fazem parte da vida quando se quer aproveitá-la.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3443510 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 03 


Disponível em: https://br.pinterest.com/. Acesso em: 31 mar 2024

Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir do texto 03.
I- A felicidade é encontrada quando se evita o sofrimento.
II- A vida não é bem aproveitada quando não se doa amor.
III- Os riscos devem ser evitados, para se preservar a vida.
IV- A felicidade não é encontrada quando se evita sofrimento.
V- Os riscos fazem parte da vida quando se quer aproveitá-la.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3443507 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão que a ele se refere.


Texto 02 


Disponível em: http://bichinhosdejardim.com. Acesso em: 31 mar. 2024.

I- Os elogios feitos pela personagem Joana ao personagem Caramelo deixam-no sensibilizado.
II- Caramelo chora porque percebe que Joana não é capaz de fazer-lhe elogios, mas somente críticas.
III- Caramelo não compreende que Joana, em suas falas, faz críticas e não elogios a ele.
IV- Caramelo mostra-se muito compreensivo, pois continua tratando Joana gentilmente, mesmo percebendo que ela faz críticas a ele.
V- As críticas feitas por Joana a Caramelo demonstram que ela respondeu negativamente à pergunta que ele fez a ela.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3443484 Português

Leia o trecho a seguir para responder a esta questão.


Forças especiais do Equador invadiram, nessa sexta [5/4/2024], a embaixada do México no país, em Quito, e prenderam o ex-vice-presidente Jorge Glas, que havia se refugiado no local. A ação ocorre após Glas ter recebido asilo político do governo mexicano.


Disponível em: https://www.correiodopovo.com.br/not%C3%ADcias/mundo/for%C3%A7as-equatorianas-invadem-embaixada-mexicana-eprendem-ex-vice-do-equador-1.1481726. Acesso em: 7 abr. 2024. Adaptado. 


Assinale a alternativa que implicitamente apresenta a causa desse conflito. 

Alternativas
Q3443471 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 04 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 04 


Disponível em: https://bichinhosdejardim.com. Acesso em: 31 mar. 2024

A personagem Joana, com a sua fala “Acho que sou assintomática!”, quis dizer que ela 
Alternativas
Q3443469 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 03 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 03 


Disponível em: https://otimistaoficial.@com. Acesso em: 31 mar. 2024.  

A ideia defendida no texto é: 
Alternativas
Q3443467 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 02 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.


Texto 02 


Disponível em: https://-tiras-de-armandinho. Acesso em: 31 mar. 2024. 

Sobre a linguagem usada no texto, é CORRETO afirmar: 
Alternativas
Q3443464 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
Considere a passagem:
“E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!”
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que se podem inferir dessa passagem.
I- As fases da maturidade e da vida adulta trazem perdas e percalços os quais o afeto tem o poder de amenizar.
II- O prazer de comer aquilo de que se gosta traz alento ante os sofrimentos que são impostos pela vida.
III- Os sofrimentos impostos pela vida fazem com que as pessoas se sintam merecedoras das boas sensações causadas pela comida saborosa e pelo afeto.
IV- Algumas pessoas, erroneamente, querem compensar os sofrimentos da vida pelo consumo desmedido de comida.
V- A comida não tem o poder de aliviar os sofrimentos da vida, por isso deve ser consumida com parcimônia.
Estão CORRETAS as afirmativas 
Alternativas
Q3443463 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
Considere a passagem:
“Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.”
De acordo com o texto, misturar doce com salgado é “inusitado” porque é 
Alternativas
Q3443462 Português
INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda à questão, que a ele se refere.

Texto 01

Corpo, comida e afeto: uma reflexão sobre culpa e aceitação

    Eu amo comer coisas diferentes, ando pela cidade à procura de pratos que eu não sei o nome, mas que meu coração (que fica ao lado do estômago) com certeza sabe bem.
    Comer, para mim, se tornou uma experiência afetiva, dessas que nos teletransporta, que traz contentamento e satisfação, não só pela comida, mas por tudo que ela envolve.
    Tem cheiro, textura, nomes dos mais variados, tem ingredientes que a gente nem imagina de onde saiu, tem o exótico, o trivial e tem o simples. Tem o inusitado, o que mistura doce com salgado e, na minha opinião, foi um acaso divino de alguém que decidiu juntar duas coisas muito boas para ver no que dá.
    Especialmente se tem queijo coalho com mel ou goiabada, aquele gosto agridoce difícil de explicar, mas que dispensa qualquer explicação, um sabor que me faz lembrar as viagens que fiz para Minas Gerais.
     Me lembra também a saudosa avó Maria, a mineira que nunca economizou nem no afeto, muito menos na comida. Ela sabia bem como preencher vazios de todos os tipos com o seu talento inegável na cozinha, comer sua comida era como receber carinho na alma e eu sei que você já deve ter sentido isso alguma vez na vida. Mudam-se os nomes, mudam-se as cidades, mas sabor de Minas é sempre de Minas.
    Viajei por treze países e provei pratos das mais variadas cores, sabores e lugares. Conhecer uma parte do mundo me fez comer de tudo, porque isso também é cultura, então minhas melhores memórias, adivinhem, também tem comida! Mas, nada supera Minas.
    Falo de Minas porque é, para mim, uma referência mundial na arte da culinária. Também, se há alguém mais afetivo que o povo mineiro, desconheço.
    A gente sente afeto na comida, na fala, no abraço gordinho de vó, que encosta barriga de avental no forno a lenha e coloca parte de todo o seu amor na panela. Essa é a forma mais perfeita de demonstrar amor.
    Mas, em tempos de redes sociais e padrões corporais, o afeto anda perdendo seu brilho. Afinal, comer também engorda, dá barriga, causa culpa e, nessa cultura da dieta excessiva, também virou pecado — mas não em Minas.
    Concordo que a gula faz mal, é verdade, mas será que a culpa também não faz? E se meu corpo, que é abençoado e não culpado, também for visto como um veículo e um instrumento para me fazer feliz?
    Pouco importa aquela barriguinha que está ali para me lembrar de parte das minhas histórias. Por isso, não posso cortá-la, criticá-la ou fazer uma lipo em tudo de bom que já vivi, não seria justo nem comigo, nem com Minas, e muito menos com a Dona Maria.
    E já que a maturidade e a vida adulta são um prato cheio de perdas e percalços, resolvi aceitar os meus bocados, as porções e os meus pedaços, aceito também os meus inteiros. Inclusive, mais uma fatia de queijo, com mel e afeto, por favor!

Disponível em: https://vidasimples.co/voce-simples/. Acesso em: 31 mar. 2024. Adaptado.
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias que são defendidas no texto.
I- O conhecimento da comida de uma região representa o conhecimento de um componente que faz parte da cultura dessa região.
II- A comida em excesso não faz bem, mas a culpa que se sente por comer, por sua vez, também não é benéfica.
III- O afeto dos mineiros pode ser sentido não só nos gestos de carinho, na fala, mas também na sua comida.
IV- A excessiva preocupação com os padrões estéticos impede que as pessoas desfrutem do prazer de comer aquilo de que se gosta.
V- O ato de cozinhar para aqueles de quem se gosta constitui uma demonstração de verdadeiro afeto.
Estão CORRETAS as afirmativas
Alternativas
Q3443413 Português

Leia atentamente a tirinha a seguir da personagem Mafalda, de Quino.



O antônimo do termo “mandando” é
Alternativas
Q3443412 Português

Leia atentamente a tirinha a seguir da personagem Mafalda, de Quino.



Os termos "MÃE!!", “FILHA!” e “NÃO FOI?” estão em caixa alta para
Alternativas
Q3443411 Português

Leia atentamente a tirinha a seguir da personagem Mafalda, de Quino.



O termo “mandando” poderia ser substituído, sem a perda de sentido, por
Alternativas
Q3443409 Português

Leia atentamente a tirinha a seguir da personagem Mafalda, de Quino.



O principal ponto de vista expresso no diálogo é de 
Alternativas
Q3443407 Português

Leia atentamente a tirinha a seguir da personagem Mafalda, de Quino.



Depreende-se do trecho “Porque eu estou mandando, e eu sou sua mãe” que a mãe de Mafalda está
Alternativas
Q3443406 Português

Leia atentamente a tirinha a seguir da personagem Mafalda, de Quino.



Depreende-se do trecho “Mas por que eu tenho que fazer isso?” que Mafalda está com 
Alternativas
Q3443402 Português
No trecho “Mesmo a tristeza da gente era mais bela” (linha 5), o sentido do texto seria mantido se o substantivo “tristeza” (linha 9) fosse substituído por
Alternativas
Q3443401 Português
No trecho "Lembra que tempo feliz, ai, que saudade!” (linha 1),
Alternativas
Respostas
26201: B
26202: C
26203: X
26204: A
26205: D
26206: C
26207: B
26208: C
26209: B
26210: A
26211: C
26212: E
26213: A
26214: X
26215: A
26216: C
26217: C
26218: D
26219: B
26220: B