Questões de Concurso
Sobre interpretação de textos em português
Foram encontradas 127.817 questões
I. O artigo de opinião é um gênero que visa argumentar a favor ou contra uma determinada perspectiva.
II. As receitas culinárias são um exemplo de texto injuntivo, pois prescrevem ações a serem realizadas.
III. A crônica é um gênero literário que se restringe exclusivamente a fatos históricos, não abordando temas do cotidiano.
Assinale a alternativa correta.
I. O cabeçalho deve conter a identificação da entidade remetente e a data.
II. O corpo do ofício deve ser sempre redigido em linguagem coloquial, independentemente do destinatário.
III. O fechamento deve incluir uma despedida formal adequada ao tipo de comunicação.
Assinale a alternativa correta.
I. O principal motivo para a alcachofra ser bastante consumida por brasileiros é o fato de ser utilizada na gastronomia mais requintada.
II. O cultivo da alcachofra não é oportuno em regiões onde tem clima ameno.
III. A alcachofra só começou a ser mais consumida em virtude de a população interessar-se em gastronomia.
Está CORRETO o que se afirma:
( ) Há sentido conotativo em “Aquele jornalista é uma cobra”.
( ) Há sentido conotativo em “A tampa da panela encaixa”.
( ) Há sentido denotativo em “Ela tem um coração de pedra”.
( ) Há sentido denotativo em “Fomos ao museu semana passada”.
( ) O autor desaprova a perspectiva que associa civilizações antigas apenas às estruturas remanescentes, argumentando que a ausência dessas estruturas na Amazônia contribui para a concepção errônea de que os povos que ali viveram possuiriam valor inferior.
( ) Ao afirmar “somos feitos dessas coisas”, o autor refere-se à familiaridade da sociedade moderna com símbolos das civilizações antigas que moldaram sua identidade, o que resultou no reconhecimento e na valorização dessas marcas ao longo dos séculos.
( ) O autor sugere que, caso estruturas como pirâmides estivessem presentes na Amazônia, a população moderna agregaria menor valor ao desenvolvimento cultural dessas civilizações, permitindo comparações com aquelas amplamente reconhecidas.
Qual alternativa apresenta o sinônimo da palavra sublinhada abaixo?
O protótipo ainda é muito quebradiço, precisamos melhorá-lo.
Analisar a tira abaixo.

A graça da tira se apresenta:
I. Tanto o teatro quanto a dança fazem parte das 7 artes clássicas.
II. Os que defendem a ideia mais conservadora dizem que todas as formas de arte são misturas, sem distinção.
III. O texto de Ricciotto Canudo foi importante para o meio artístico chegar ao consenso sobre as 7 artes clássicas.
Está CORRETO o que se afirma:
( ) Essa discussão entre filósofos sobre as 7 artes foi breve.
( ) O teatro é a junção de somente duas artes: literatura e música.
( ) As manifestações culturais são um meio de conhecer um país, sua história e suas tradições.
Nesta frase, o pronome destacado substitui o vocábulo:
PL 2.630/2020: em direção a um ambiente online mais seguro
O avanço tecnológico trouxe consigo um desafio crescente: a disseminação desenfreada de fake news. Diante desse cenário, o Projeto de Lei 2.630/2020 surge como uma iniciativa promissora para lidar com essa questão premente. Ao propor medidas para identificar, controlar e punir a propagação deliberada de informações falsas, o PL representa um passo significativo na proteção da integridade da informação e na salvaguarda da sociedade contra os males da desinformação.
Entretanto, a implementação de uma legislação sobre fake news deve ser conduzida com cautela. É fundamental encontrar um equilíbrio delicado entre combater a desinformação e preservar a liberdade de expressão e a privacidade dos cidadãos. Qualquer medida adotada deve evitar o risco de se tornar uma forma de censura ou vigilância excessiva, garantindo que os direitos individuais sejam protegidos.
Nesse sentido, o debate em torno do PL 2.630/2020 deve ser pautado pela busca por esse equilíbrio, considerando, desse modo, não apenas a eficácia das medidas propostas, mas também seu impacto nas liberdades democráticas e nos direitos dos cidadãos. Somente com um diálogo aberto e inclusivo será possível construir uma legislação sólida e eficiente para lidar com as fake news.
Portanto, o PL 2.630/2020 representa um passo na direção certa, mas ainda há um longo caminho a percorrer, de modo que é necessário continuar trabalhando para aprimorar e implementar políticas que protejam a integridade da informação online, ao mesmo tempo em que preservam os valores democráticos e os direitos individuais. Somente assim poderemos construir um ambiente online mais seguro e confiável para todos os cidadãos.
(Editorial sobre o PL 2.630/2020)
Trecho destacado: “Portanto, o PL 2.630/2020 representa um passo na direção certa, mas ainda há um longo caminho a percorrer, de modo que é necessário continuar trabalhando para aprimorar e implementar políticas que protejam a integridade da informação online, ao mesmo tempo em que preservam os valores democráticos e os direitos individuais.”
Big Techs e Educação: o fim do professor?
O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente. Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.
Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e universalizáveis da educação digital.
Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação às plataformas digitais.
A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.
É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos
valores democráticos e da justiça social na educação.
(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em: https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/. Acesso em: 30 abr. 2024.)
Big Techs e Educação: o fim do professor?
O avanço das corporações de tecnologia na educação está moldando a profissão docente. Essa mudança reflete a influência do mercado e da ideologia neoliberal no campo da pedagogia, promovendo a personalização da aprendizagem por meio de plataformas digitais.
Essas ferramentas são impulsionadas por algoritmos e inteligência artificial, buscando oferecer uma experiência adaptativa aos alunos. A entrada dessas tecnologias nas escolas é acompanhada por uma agressiva estratégia de marketing, que retrata imagens positivas e universalizáveis da educação digital.
Empresas como Byju's e Khan Academy lideram esse movimento, oferecendo uma gama de recursos educacionais e personalização da aprendizagem. No entanto, essa mudança está reconfigurando o papel dos professores, que agora assumem um papel secundário em relação às plataformas digitais.
A introdução dessas tecnologias aumenta a carga de trabalho dos professores e os submete a novos mecanismos de controle. Enquanto isso, a privatização da educação digital fortalece a desprofissionalização dos docentes e compromete a qualidade educacional.
É essencial proteger o papel do professor como mediador do conhecimento e defensor dos
valores democráticos e da justiça social na educação.
(Texto adaptado de “Big Techs e Educação: o fim do professor? ”. Disponível em: https://outraspalavras.net/mercadovsdemocracia/bigtechs-e-educacao-o-fim-do-professor/. Acesso em: 30 abr. 2024.)