Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

Foram encontradas 140.297 questões

Q3184200 Português
Veja o que acontece com seu cérebro quando você faz uma
pausa nas redes sociais


        Você acha que passa muito tempo navegando no seu celular? Você não está sozinho. O adulto norte-americano médio registra mais de duas horas por dia nas redes sociais, enquanto os adolescentes dobram esse tempo em plataformas como TikTok e Instagram.

        Como os especialistas alertam sobre os recursos viciantes das redes sociais, mais pessoas estão procurando maneiras de se libertar – o que é comprovado por um aumento de 60% nas pesquisas do Google por “desintoxicação de mídia social” nos últimos meses.

       Mas será que se afastar do seu feed realmente faz diferença? Os pesquisadores dizem que sim, e os benefícios para seu cérebro e bem-estar podem surpreendê-lo.

      Muitos de nós suspeitamos que passamos muito tempo rolando a tela dos nossos celulares – uma preocupação ressaltada pela Oxford University Press, que escolheu “brain rot” (“apodrecimento do cérebro”, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024.

      No entanto, encontrar a força de vontade para reduzir o tempo na Internet não é uma tarefa fácil, graças à forma como as redes sociais se ligam ao sistema de recompensa do nosso cérebro.

      Anna Lembke, especialista em medicina do vício e autora do livro “Dopamine Nation: Finding Balance in the Age of Indulgence”, explica que as pessoas podem ficar viciadas em mídia digital da mesma forma que podem ficar viciadas em drogas.

     Com base no que sabemos sobre como as drogas e o álcool afetam o cérebro, podemos inferir que um processo semelhante ocorre quando verificamos as redes sociais, sendo que cada curtida, comentário ou vídeo de gato fofo desencadeia uma onda de dopamina, a substância química do cérebro que faz o cérebro se sentir bem.

        Entretanto, nosso cérebro foi projetado para manter um equilíbrio geral de dopamina – o que Lembke descreve como um mecanismo de gangorra. A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio, levando o cérebro a compensar produzindo menos dopamina ou diminuindo sua transmissão. Com o tempo, isso pode nos levar a um estado de “déficit de dopamina”, em que precisamos de mais tempo online para voltar a nos sentir “normais”.

        Fazer uma “pausa” nesse ciclo de dopamina induzido pela mídia social pode permitir que o cérebro redefina as vias de recompensa, explica Lembke, permitindo que paremos o tipo de consumo excessivo compulsivo que leva ao “brain rot” (“podridão cerebral”, em português).

       Não existe uma solução única quando se trata de desintoxicação das redes sociais, afirma Paige Coyne, coautora de um estudo sobre os impactos na saúde de uma desintoxicação da mídia social de duas semanas em 31 jovens adultos.

      “O uso excessivo de redes sociais pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes”, diz ela, acrescentando que o essencial é estabelecer metas realistas para reduzir nosso consumo habitual das redes. “Algumas pessoas podem querer desistir totalmente, enquanto outras podem querer reduzir pela metade o tempo gasto nas redes sociais.”

       Para ajudar a reconectar as vias de recompensa do cérebro, Lembke recomenda que você se abstenha pelo maior tempo possível – de preferência, pelo menos quatro semanas. Mas até mesmo pequenas pausas se mostraram eficazes para melhorar a saúde mental. Um estudo com 65 meninas de 10 a 19 anos descobriu que fazer uma pausa de três dias nas redes sociais melhorou a autoestima e a autocompaixão, resultando em menos vergonha do corpo.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-oque-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redessociais(adaptado).

O texto menciona um estudo sobre os efeitos de pausas nas redes sociais em jovens adultos e adolescentes. De acordo com Paige Coyne, coautora de um desses estudos, o que deve ser levado em conta para o sucesso de uma "desintoxicação" digital?
Alternativas
Q3184199 Português
Veja o que acontece com seu cérebro quando você faz uma
pausa nas redes sociais


        Você acha que passa muito tempo navegando no seu celular? Você não está sozinho. O adulto norte-americano médio registra mais de duas horas por dia nas redes sociais, enquanto os adolescentes dobram esse tempo em plataformas como TikTok e Instagram.

        Como os especialistas alertam sobre os recursos viciantes das redes sociais, mais pessoas estão procurando maneiras de se libertar – o que é comprovado por um aumento de 60% nas pesquisas do Google por “desintoxicação de mídia social” nos últimos meses.

       Mas será que se afastar do seu feed realmente faz diferença? Os pesquisadores dizem que sim, e os benefícios para seu cérebro e bem-estar podem surpreendê-lo.

      Muitos de nós suspeitamos que passamos muito tempo rolando a tela dos nossos celulares – uma preocupação ressaltada pela Oxford University Press, que escolheu “brain rot” (“apodrecimento do cérebro”, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024.

      No entanto, encontrar a força de vontade para reduzir o tempo na Internet não é uma tarefa fácil, graças à forma como as redes sociais se ligam ao sistema de recompensa do nosso cérebro.

      Anna Lembke, especialista em medicina do vício e autora do livro “Dopamine Nation: Finding Balance in the Age of Indulgence”, explica que as pessoas podem ficar viciadas em mídia digital da mesma forma que podem ficar viciadas em drogas.

     Com base no que sabemos sobre como as drogas e o álcool afetam o cérebro, podemos inferir que um processo semelhante ocorre quando verificamos as redes sociais, sendo que cada curtida, comentário ou vídeo de gato fofo desencadeia uma onda de dopamina, a substância química do cérebro que faz o cérebro se sentir bem.

        Entretanto, nosso cérebro foi projetado para manter um equilíbrio geral de dopamina – o que Lembke descreve como um mecanismo de gangorra. A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio, levando o cérebro a compensar produzindo menos dopamina ou diminuindo sua transmissão. Com o tempo, isso pode nos levar a um estado de “déficit de dopamina”, em que precisamos de mais tempo online para voltar a nos sentir “normais”.

        Fazer uma “pausa” nesse ciclo de dopamina induzido pela mídia social pode permitir que o cérebro redefina as vias de recompensa, explica Lembke, permitindo que paremos o tipo de consumo excessivo compulsivo que leva ao “brain rot” (“podridão cerebral”, em português).

       Não existe uma solução única quando se trata de desintoxicação das redes sociais, afirma Paige Coyne, coautora de um estudo sobre os impactos na saúde de uma desintoxicação da mídia social de duas semanas em 31 jovens adultos.

      “O uso excessivo de redes sociais pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes”, diz ela, acrescentando que o essencial é estabelecer metas realistas para reduzir nosso consumo habitual das redes. “Algumas pessoas podem querer desistir totalmente, enquanto outras podem querer reduzir pela metade o tempo gasto nas redes sociais.”

       Para ajudar a reconectar as vias de recompensa do cérebro, Lembke recomenda que você se abstenha pelo maior tempo possível – de preferência, pelo menos quatro semanas. Mas até mesmo pequenas pausas se mostraram eficazes para melhorar a saúde mental. Um estudo com 65 meninas de 10 a 19 anos descobriu que fazer uma pausa de três dias nas redes sociais melhorou a autoestima e a autocompaixão, resultando em menos vergonha do corpo.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-oque-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redessociais(adaptado).

No texto, é discutido o impacto das redes sociais no cérebro humano e os benefícios de pausas no uso dessas plataformas. De acordo com Anna Lembke, qual é o principal mecanismo cerebral afetado pelo uso excessivo de redes sociais?
Alternativas
Q3184010 Português

Texto para o item.





   Internet: <www.gov.br> (com adaptações)

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

A correção gramatical e os sentidos do texto não seriam mantidos caso a forma verbal “causando” (linha 20) fosse substituída pela oração isso pode causar.
Alternativas
Q3184008 Português

Texto para o item.





   Internet: <www.gov.br> (com adaptações)

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

O emprego de vírgula logo após o adjetivo “transmissível” (linha 15) manteria a correção gramatical e a coerência do texto.
Alternativas
Q3184006 Português

Texto para o item.





   Internet: <www.gov.br> (com adaptações)

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

A omissão da expressão “É... que” (linha 7), concomitantemente com o emprego de vírgula após “alimentação”, manteria a correção gramatical e a coerência entre as ideias do texto.
Alternativas
Q3184005 Português

Texto para o item.





   Internet: <www.gov.br> (com adaptações)

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.

correção gramatical do texto seria mantida caso o verbo “estar” (linha 5) fosse substituído por ficarmos.
Alternativas
Q3184004 Português

Texto para o item.





   Internet: <www.gov.br> (com adaptações)

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.


A forma verbal “demanda” (linha 4) foi empregada no texto com o sentido de requer.

Alternativas
Q3184003 Português

Texto para o item.





   Internet: <www.gov.br> (com adaptações)

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item a seguir.


A oração “Esses são alguns cuidados já conhecidos para a manutenção da saúde bucal.” (linhas 2 e 3) poderia ser reescrita, sem alteração do sentido original nem prejuízo para a correção gramatical, da seguinte forma: Esses já são alguns cuidados conhecidos para que se mantenha a saúde bucal.

Alternativas
Q3184002 Português

Texto para o item.





   Internet: <www.gov.br> (com adaptações)

Com base nas ideias do texto, julgue o item seguinte.


Segundo o texto, o que diferencia os alimentos “amigos” dos “não amigos” dos dentes é a presença de certas substâncias, como a frutose e o glúten.

Alternativas
Q3184001 Português

Texto para o item.





   Internet: <www.gov.br> (com adaptações)

Com base nas ideias do texto, julgue o item seguinte.


Uma possível consequência grave de uma cárie não tratada é a perda do dente, ocasionada pela lesão na raiz dentária.

Alternativas
Q3184000 Português

Texto para o item.





   Internet: <www.gov.br> (com adaptações)

Com base nas ideias do texto, julgue o item seguinte.


Infere‑se do texto que pessoas com consumo exagerado de açúcares e alimentos ultraprocessados irão, em algum momento da vida, desenvolver cárie.

Alternativas
Q3183999 Português

Texto para o item.





   Internet: <www.gov.br> (com adaptações)

Com base nas ideias do texto, julgue o item seguinte.


De acordo com o texto, o cuidado com a alimentação é o mais importante entre os cuidados necessários para a manutenção da saúde bucal.

Alternativas
Q3183981 Português
Veja o que acontece com seu cérebro quando você faz uma
pausa nas redes sociais


        Você acha que passa muito tempo navegando no seu celular? Você não está sozinho. O adulto norte-americano médio registra mais de duas horas por dia nas redes sociais, enquanto os adolescentes dobram esse tempo em plataformas como TikTok e Instagram.

        Como os especialistas alertam sobre os recursos viciantes das redes sociais, mais pessoas estão procurando maneiras de se libertar – o que é comprovado por um aumento de 60% nas pesquisas do Google por “desintoxicação de mídia social” nos últimos meses.

       Mas será que se afastar do seu feed realmente faz diferença? Os pesquisadores dizem que sim, e os benefícios para seu cérebro e bem-estar podem surpreendê-lo.

      Muitos de nós suspeitamos que passamos muito tempo rolando a tela dos nossos celulares – uma preocupação ressaltada pela Oxford University Press, que escolheu “brain rot” (“apodrecimento do cérebro”, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024.

      No entanto, encontrar a força de vontade para reduzir o tempo na Internet não é uma tarefa fácil, graças à forma como as redes sociais se ligam ao sistema de recompensa do nosso cérebro.

      Anna Lembke, especialista em medicina do vício e autora do livro “Dopamine Nation: Finding Balance in the Age of Indulgence”, explica que as pessoas podem ficar viciadas em mídia digital da mesma forma que podem ficar viciadas em drogas.

     Com base no que sabemos sobre como as drogas e o álcool afetam o cérebro, podemos inferir que um processo semelhante ocorre quando verificamos as redes sociais, sendo que cada curtida, comentário ou vídeo de gato fofo desencadeia uma onda de dopamina, a substância química do cérebro que faz o cérebro se sentir bem.

        Entretanto, nosso cérebro foi projetado para manter um equilíbrio geral de dopamina – o que Lembke descreve como um mecanismo de gangorra. A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio, levando o cérebro a compensar produzindo menos dopamina ou diminuindo sua transmissão. Com o tempo, isso pode nos levar a um estado de “déficit de dopamina”, em que precisamos de mais tempo online para voltar a nos sentir “normais”.

        Fazer uma “pausa” nesse ciclo de dopamina induzido pela mídia social pode permitir que o cérebro redefina as vias de recompensa, explica Lembke, permitindo que paremos o tipo de consumo excessivo compulsivo que leva ao “brain rot” (“podridão cerebral”, em português).

       Não existe uma solução única quando se trata de desintoxicação das redes sociais, afirma Paige Coyne, coautora de um estudo sobre os impactos na saúde de uma desintoxicação da mídia social de duas semanas em 31 jovens adultos.

      “O uso excessivo de redes sociais pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes”, diz ela, acrescentando que o essencial é estabelecer metas realistas para reduzir nosso consumo habitual das redes. “Algumas pessoas podem querer desistir totalmente, enquanto outras podem querer reduzir pela metade o tempo gasto nas redes sociais.”

       Para ajudar a reconectar as vias de recompensa do cérebro, Lembke recomenda que você se abstenha pelo maior tempo possível – de preferência, pelo menos quatro semanas. Mas até mesmo pequenas pausas se mostraram eficazes para melhorar a saúde mental. Um estudo com 65 meninas de 10 a 19 anos descobriu que fazer uma pausa de três dias nas redes sociais melhorou a autoestima e a autocompaixão, resultando em menos vergonha do corpo.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-oque-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redessociais(adaptado).
O texto cita o termo “brain rot” (podridão cerebral) escolhido pela Oxford University Press como a palavra do ano de 2024. Esse termo está diretamente relacionado: 
Alternativas
Q3183670 Português

Internet:<www.unipacs.com.br>  (com adaptações).

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item que se segue.


A forma verbal “há” (linha 33) poderia ser substituída no texto, mantendo‑se sua correção gramatical e o sentido original do texto, por faz.

Alternativas
Q3183669 Português

Internet:<www.unipacs.com.br>  (com adaptações).

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item que se segue.


O período “Examinando mais de mil crânios dessa época, foi constatada pelo menos uma cárie em só 2% dos indivíduos.” (linhas de 24 a 26) poderia ser reescrito, mantendo‑se a correção gramatical e os sentidos originais, da seguinte forma: Examinando mais de mil crânios dessa época, foi constatado só uma cárie em pelo menos 2% dos indivíduos. 

Alternativas
Q3183668 Português

Internet:<www.unipacs.com.br>  (com adaptações).

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item que se segue.


A expressão “em que” (linha 15) seria adequadamente substituída no texto pelo pronome onde.

Alternativas
Q3183666 Português

Internet:<www.unipacs.com.br>  (com adaptações).

Com base na estrutura linguística e no vocabulário empregados no texto, julgue o item que se segue.


A palavra “ignorância” (linha 11) foi empregada no texto com o mesmo sentido de desconhecimento

Alternativas
Q3183663 Português

Internet:<www.unipacs.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias do texto, julgue o item seguinte.


Nos dois últimos parágrafos do texto, sugere‑se, implicitamente, que o aumento do número de cáries no período Neolítico estava relacionado ao consumo de carboidratos.

Alternativas
Q3183662 Português

Internet:<www.unipacs.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias do texto, julgue o item seguinte.


Uma conclusão plausível a partir da leitura do texto é a de que, se os seres humanos cuidassem de seus dentes ao longo da vida, como os macacos, dificilmente seriam acometidos por cáries.

Alternativas
Q3183661 Português

Internet:<www.unipacs.com.br>  (com adaptações).

Com base nas ideias do texto, julgue o item seguinte.


Defende‑se, no texto, a ideia de que os dentistas, de maneira geral, são mais afortunados que os médicos em suas carreiras. 

Alternativas
Respostas
23441: C
23442: B
23443: C
23444: C
23445: E
23446: E
23447: C
23448: E
23449: C
23450: E
23451: E
23452: E
23453: B
23454: C
23455: E
23456: E
23457: C
23458: C
23459: E
23460: E