Questões de Concurso Sobre interpretação de textos em português

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Q3285448 Português
A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro









SOUZA, Ronaldo. A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro. Disponível em: https://www.gov.br/ investidor/pt-br/penso-logo-invisto/. Acesso em: 7 jan. 2025. Adaptado.
Nesse texto, o trecho que evidencia um fato, NÃO apresentando, portanto, marca de avaliação subjetiva do autor, é:
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Q3285447 Português
A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro









SOUZA, Ronaldo. A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro. Disponível em: https://www.gov.br/ investidor/pt-br/penso-logo-invisto/. Acesso em: 7 jan. 2025. Adaptado.
Em “as decisões são tomadas com base em processos complexos que são frequentemente opacos para os humanos” (parágrafo 3), a palavra que pode substituir opacos, sem alterar o sentido do trecho, é  
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Q3285445 Português
A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro









SOUZA, Ronaldo. A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro. Disponível em: https://www.gov.br/ investidor/pt-br/penso-logo-invisto/. Acesso em: 7 jan. 2025. Adaptado.
No texto, para convencer o leitor de que a IA é mais eficiente do que o ser humano na tomada de decisões, além de um argumento de autoridade, o autor utilizou um argumento por
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Q3285444 Português
A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro









SOUZA, Ronaldo. A psicologia da inteligência artificial no mercado financeiro. Disponível em: https://www.gov.br/ investidor/pt-br/penso-logo-invisto/. Acesso em: 7 jan. 2025. Adaptado.
Ao abordar questões referentes à presença da IA no mercado financeiro, o autor desse texto tem por objetivo
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Q3285365 Português

Leia a tirinha a seguir para responder a questão.


No primeiro quadrinho, Calvin diz: “Mãe, consegui um papel na peça da escola!”. As palavras destacadas podem ser corretamente substituídas, sem comprometer o sentido da frase, respectivamente por: 
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Q3285364 Português

Leia a tirinha a seguir para responder a questão.


Na tira, Calvin entra animado em casa e conta à sua mãe que vai participar de uma peça de teatro na escola. Por que ele afirma que seu personagem vai levar todo mundo às lágrimas? 
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Q3284938 Português

Q10.png (336×202)


Charge de Jean Galvão, publicada em 15 de setembro de 2024 e coletada de https://cartum.folha.uol.com.br/charges/, acesso em 15 de outubro de 2024.



A charge é um gênero textual que tem por objetivo fazer uma crítica a fatos do contexto atual. Analisando a charge e o contexto a que ela se refere, está correto o que se afirma em:

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Q3284933 Português
O Brasil virou um país de influenciadores


    Tenho vivido entre duas cidades. Quando cheguei à segunda, precisei pegar todos aqueles contatos que tornam a vida de um ser humano possível. Eu já me sentia em casa, mas minha pele não, tomada por uma alergia incômoda.

    Entrei no grupo de WhatsApp dos meus amigos locais e pedi indicação de dermatologista. Me surpreendi ao receber, no lugar de um contato com número de telefone, um link para o Instagram. Cliquei. Quase saí, achando ter caído na página errada. Nas fotos, uma mulher sorria no sofá com as pernas cruzadas. Segurava o maxilar insinuando os lábios carnudos. Olhava melancólica por uma janela. Logo entendi que mirava aquelas persianas para mostrar sua papada atlética e ofertar botox. Da mesma forma que as outras fotos vendiam outros tratamentos.

    Primeiro toquei a minha papada: será que aquilo era uma indireta? Sentindo que minha pele ainda segue aderida ao meu gogó, concluí que não, meu amigo tinha apenas passado a indicação de uma dermatologista com um leque vasto de serviços, que ela explicava em dezenas de vídeos e lives com convidados, em ritmo de talk show.

    Por um segundo, me encantei com a sua desenvoltura, mas então me ocorreu: com essa rotina de show woman, será que consegue frequentar congressos? Fazer especializações? Tratar com cuidado uma insignificante alergia? Minha pele não queria a Marília Gabriela nem a Oprah Winfrey.

    Quando pedi aos meus amigos indicação de arquiteta, o alívio: não me mandaram perfil de redes sociais, apenas nome e telefone. Convidei-a para visitar o meu apartamento, era naquela sala que ela precisaria dar um tapa. A arquiteta entrou e já começou a fazer diversas fotos e vídeos. Tá registrando pra usar no projeto?, perguntei. Pra isso e pra fazer um Antes & Depois, que postaremos quando a reforma estiver pronta, disse. E isso antes de ser contratada. Ou melhor, dispensada.

    O problema é essa demanda repentina e opressora para todo profissional ser produtor de conteúdo, angariar milhares de seguidores, conquistar uma média de sei lá quantos views. De onde sai o tempo extra para fazer isso? Uns vão sacrificar as horas que dedicariam ao ofício. Outros vão pagar alguém para produzir o conteúdo. Outros, provavelmente a maioria, vão encarar uma jornada dupla.

    Será que o esforço vale a pena? Será que esse tempo sempre se reverte em clientes, pacientes, leitores? Ou o maior interessado nessa exposição ainda é o ego? Cada caso é um caso não existe uma resposta absoluta. Só sei que: 1. O capitalismo é mesmo um bicho danado, sempre aparecendo com um jeito novo de tirar o nosso sangue sem a gente perceber. 2. Minha pele não virou stories e passa bem.


Por Giovana Madaloso. Texto coletado de https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovanamaladosso/2024/09/o-brasil-virou-um-pais-deinfluenciadores.shtml, acesso em 15 de setembro de 2024.
O estilo verbal empregado no texto remete a um nível de maior informalidade, em virtude do gênero textual escolhido. Constitui um nível de registro informal da língua o excerto destacado em: 
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Q3284932 Português
O Brasil virou um país de influenciadores


    Tenho vivido entre duas cidades. Quando cheguei à segunda, precisei pegar todos aqueles contatos que tornam a vida de um ser humano possível. Eu já me sentia em casa, mas minha pele não, tomada por uma alergia incômoda.

    Entrei no grupo de WhatsApp dos meus amigos locais e pedi indicação de dermatologista. Me surpreendi ao receber, no lugar de um contato com número de telefone, um link para o Instagram. Cliquei. Quase saí, achando ter caído na página errada. Nas fotos, uma mulher sorria no sofá com as pernas cruzadas. Segurava o maxilar insinuando os lábios carnudos. Olhava melancólica por uma janela. Logo entendi que mirava aquelas persianas para mostrar sua papada atlética e ofertar botox. Da mesma forma que as outras fotos vendiam outros tratamentos.

    Primeiro toquei a minha papada: será que aquilo era uma indireta? Sentindo que minha pele ainda segue aderida ao meu gogó, concluí que não, meu amigo tinha apenas passado a indicação de uma dermatologista com um leque vasto de serviços, que ela explicava em dezenas de vídeos e lives com convidados, em ritmo de talk show.

    Por um segundo, me encantei com a sua desenvoltura, mas então me ocorreu: com essa rotina de show woman, será que consegue frequentar congressos? Fazer especializações? Tratar com cuidado uma insignificante alergia? Minha pele não queria a Marília Gabriela nem a Oprah Winfrey.

    Quando pedi aos meus amigos indicação de arquiteta, o alívio: não me mandaram perfil de redes sociais, apenas nome e telefone. Convidei-a para visitar o meu apartamento, era naquela sala que ela precisaria dar um tapa. A arquiteta entrou e já começou a fazer diversas fotos e vídeos. Tá registrando pra usar no projeto?, perguntei. Pra isso e pra fazer um Antes & Depois, que postaremos quando a reforma estiver pronta, disse. E isso antes de ser contratada. Ou melhor, dispensada.

    O problema é essa demanda repentina e opressora para todo profissional ser produtor de conteúdo, angariar milhares de seguidores, conquistar uma média de sei lá quantos views. De onde sai o tempo extra para fazer isso? Uns vão sacrificar as horas que dedicariam ao ofício. Outros vão pagar alguém para produzir o conteúdo. Outros, provavelmente a maioria, vão encarar uma jornada dupla.

    Será que o esforço vale a pena? Será que esse tempo sempre se reverte em clientes, pacientes, leitores? Ou o maior interessado nessa exposição ainda é o ego? Cada caso é um caso não existe uma resposta absoluta. Só sei que: 1. O capitalismo é mesmo um bicho danado, sempre aparecendo com um jeito novo de tirar o nosso sangue sem a gente perceber. 2. Minha pele não virou stories e passa bem.


Por Giovana Madaloso. Texto coletado de https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovanamaladosso/2024/09/o-brasil-virou-um-pais-deinfluenciadores.shtml, acesso em 15 de setembro de 2024.
Percebe-se que essa recente modalidade de se transformar em influencer, conforme as ideias do texto, em determinados momentos é uma forma perturbadora de viver, porque constitui um(a)
Alternativas
Q3284931 Português
O Brasil virou um país de influenciadores


    Tenho vivido entre duas cidades. Quando cheguei à segunda, precisei pegar todos aqueles contatos que tornam a vida de um ser humano possível. Eu já me sentia em casa, mas minha pele não, tomada por uma alergia incômoda.

    Entrei no grupo de WhatsApp dos meus amigos locais e pedi indicação de dermatologista. Me surpreendi ao receber, no lugar de um contato com número de telefone, um link para o Instagram. Cliquei. Quase saí, achando ter caído na página errada. Nas fotos, uma mulher sorria no sofá com as pernas cruzadas. Segurava o maxilar insinuando os lábios carnudos. Olhava melancólica por uma janela. Logo entendi que mirava aquelas persianas para mostrar sua papada atlética e ofertar botox. Da mesma forma que as outras fotos vendiam outros tratamentos.

    Primeiro toquei a minha papada: será que aquilo era uma indireta? Sentindo que minha pele ainda segue aderida ao meu gogó, concluí que não, meu amigo tinha apenas passado a indicação de uma dermatologista com um leque vasto de serviços, que ela explicava em dezenas de vídeos e lives com convidados, em ritmo de talk show.

    Por um segundo, me encantei com a sua desenvoltura, mas então me ocorreu: com essa rotina de show woman, será que consegue frequentar congressos? Fazer especializações? Tratar com cuidado uma insignificante alergia? Minha pele não queria a Marília Gabriela nem a Oprah Winfrey.

    Quando pedi aos meus amigos indicação de arquiteta, o alívio: não me mandaram perfil de redes sociais, apenas nome e telefone. Convidei-a para visitar o meu apartamento, era naquela sala que ela precisaria dar um tapa. A arquiteta entrou e já começou a fazer diversas fotos e vídeos. Tá registrando pra usar no projeto?, perguntei. Pra isso e pra fazer um Antes & Depois, que postaremos quando a reforma estiver pronta, disse. E isso antes de ser contratada. Ou melhor, dispensada.

    O problema é essa demanda repentina e opressora para todo profissional ser produtor de conteúdo, angariar milhares de seguidores, conquistar uma média de sei lá quantos views. De onde sai o tempo extra para fazer isso? Uns vão sacrificar as horas que dedicariam ao ofício. Outros vão pagar alguém para produzir o conteúdo. Outros, provavelmente a maioria, vão encarar uma jornada dupla.

    Será que o esforço vale a pena? Será que esse tempo sempre se reverte em clientes, pacientes, leitores? Ou o maior interessado nessa exposição ainda é o ego? Cada caso é um caso não existe uma resposta absoluta. Só sei que: 1. O capitalismo é mesmo um bicho danado, sempre aparecendo com um jeito novo de tirar o nosso sangue sem a gente perceber. 2. Minha pele não virou stories e passa bem.


Por Giovana Madaloso. Texto coletado de https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovanamaladosso/2024/09/o-brasil-virou-um-pais-deinfluenciadores.shtml, acesso em 15 de setembro de 2024.
A autora do texto, por meio de sua visão acerca da temática, permite o leitor concluir que
Alternativas
Q3284930 Português
O Brasil virou um país de influenciadores


    Tenho vivido entre duas cidades. Quando cheguei à segunda, precisei pegar todos aqueles contatos que tornam a vida de um ser humano possível. Eu já me sentia em casa, mas minha pele não, tomada por uma alergia incômoda.

    Entrei no grupo de WhatsApp dos meus amigos locais e pedi indicação de dermatologista. Me surpreendi ao receber, no lugar de um contato com número de telefone, um link para o Instagram. Cliquei. Quase saí, achando ter caído na página errada. Nas fotos, uma mulher sorria no sofá com as pernas cruzadas. Segurava o maxilar insinuando os lábios carnudos. Olhava melancólica por uma janela. Logo entendi que mirava aquelas persianas para mostrar sua papada atlética e ofertar botox. Da mesma forma que as outras fotos vendiam outros tratamentos.

    Primeiro toquei a minha papada: será que aquilo era uma indireta? Sentindo que minha pele ainda segue aderida ao meu gogó, concluí que não, meu amigo tinha apenas passado a indicação de uma dermatologista com um leque vasto de serviços, que ela explicava em dezenas de vídeos e lives com convidados, em ritmo de talk show.

    Por um segundo, me encantei com a sua desenvoltura, mas então me ocorreu: com essa rotina de show woman, será que consegue frequentar congressos? Fazer especializações? Tratar com cuidado uma insignificante alergia? Minha pele não queria a Marília Gabriela nem a Oprah Winfrey.

    Quando pedi aos meus amigos indicação de arquiteta, o alívio: não me mandaram perfil de redes sociais, apenas nome e telefone. Convidei-a para visitar o meu apartamento, era naquela sala que ela precisaria dar um tapa. A arquiteta entrou e já começou a fazer diversas fotos e vídeos. Tá registrando pra usar no projeto?, perguntei. Pra isso e pra fazer um Antes & Depois, que postaremos quando a reforma estiver pronta, disse. E isso antes de ser contratada. Ou melhor, dispensada.

    O problema é essa demanda repentina e opressora para todo profissional ser produtor de conteúdo, angariar milhares de seguidores, conquistar uma média de sei lá quantos views. De onde sai o tempo extra para fazer isso? Uns vão sacrificar as horas que dedicariam ao ofício. Outros vão pagar alguém para produzir o conteúdo. Outros, provavelmente a maioria, vão encarar uma jornada dupla.

    Será que o esforço vale a pena? Será que esse tempo sempre se reverte em clientes, pacientes, leitores? Ou o maior interessado nessa exposição ainda é o ego? Cada caso é um caso não existe uma resposta absoluta. Só sei que: 1. O capitalismo é mesmo um bicho danado, sempre aparecendo com um jeito novo de tirar o nosso sangue sem a gente perceber. 2. Minha pele não virou stories e passa bem.


Por Giovana Madaloso. Texto coletado de https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovanamaladosso/2024/09/o-brasil-virou-um-pais-deinfluenciadores.shtml, acesso em 15 de setembro de 2024.
O texto trata de uma temática bastante atual. Conforme a leitura global do texto, infere-se que
Alternativas
Q3284929 Português
O Brasil virou um país de influenciadores


    Tenho vivido entre duas cidades. Quando cheguei à segunda, precisei pegar todos aqueles contatos que tornam a vida de um ser humano possível. Eu já me sentia em casa, mas minha pele não, tomada por uma alergia incômoda.

    Entrei no grupo de WhatsApp dos meus amigos locais e pedi indicação de dermatologista. Me surpreendi ao receber, no lugar de um contato com número de telefone, um link para o Instagram. Cliquei. Quase saí, achando ter caído na página errada. Nas fotos, uma mulher sorria no sofá com as pernas cruzadas. Segurava o maxilar insinuando os lábios carnudos. Olhava melancólica por uma janela. Logo entendi que mirava aquelas persianas para mostrar sua papada atlética e ofertar botox. Da mesma forma que as outras fotos vendiam outros tratamentos.

    Primeiro toquei a minha papada: será que aquilo era uma indireta? Sentindo que minha pele ainda segue aderida ao meu gogó, concluí que não, meu amigo tinha apenas passado a indicação de uma dermatologista com um leque vasto de serviços, que ela explicava em dezenas de vídeos e lives com convidados, em ritmo de talk show.

    Por um segundo, me encantei com a sua desenvoltura, mas então me ocorreu: com essa rotina de show woman, será que consegue frequentar congressos? Fazer especializações? Tratar com cuidado uma insignificante alergia? Minha pele não queria a Marília Gabriela nem a Oprah Winfrey.

    Quando pedi aos meus amigos indicação de arquiteta, o alívio: não me mandaram perfil de redes sociais, apenas nome e telefone. Convidei-a para visitar o meu apartamento, era naquela sala que ela precisaria dar um tapa. A arquiteta entrou e já começou a fazer diversas fotos e vídeos. Tá registrando pra usar no projeto?, perguntei. Pra isso e pra fazer um Antes & Depois, que postaremos quando a reforma estiver pronta, disse. E isso antes de ser contratada. Ou melhor, dispensada.

    O problema é essa demanda repentina e opressora para todo profissional ser produtor de conteúdo, angariar milhares de seguidores, conquistar uma média de sei lá quantos views. De onde sai o tempo extra para fazer isso? Uns vão sacrificar as horas que dedicariam ao ofício. Outros vão pagar alguém para produzir o conteúdo. Outros, provavelmente a maioria, vão encarar uma jornada dupla.

    Será que o esforço vale a pena? Será que esse tempo sempre se reverte em clientes, pacientes, leitores? Ou o maior interessado nessa exposição ainda é o ego? Cada caso é um caso não existe uma resposta absoluta. Só sei que: 1. O capitalismo é mesmo um bicho danado, sempre aparecendo com um jeito novo de tirar o nosso sangue sem a gente perceber. 2. Minha pele não virou stories e passa bem.


Por Giovana Madaloso. Texto coletado de https://www1.folha.uol.com.br/colunas/giovanamaladosso/2024/09/o-brasil-virou-um-pais-deinfluenciadores.shtml, acesso em 15 de setembro de 2024.
O texto é um exemplar do gênero crônica argumentativa, cujo propósito comunicativo, nesse contexto, é
Alternativas
Q3284862 Português
Leia a tirinha e assinale qual figura de linguagem pode ser verificada no primeiro e no terceiro quadrinhos.
Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://www.dicio.com.br/figuras-de-linguagem/
Alternativas
Q3284860 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta termos antônimos.
Alternativas
Q3284826 Português

Leia o poema de Carlos Drummond de Andrade e responda a questão:


José


E agora, José?

A festa acabou,

a luz apagou,

o povo sumiu,

a noite esfriou,

e agora, José?

e agora, você?

você que é sem nome,

que zomba dos outros,

você que faz versos,

que ama, protesta?

e agora, José?


Está sem mulher,

está sem discurso,

está sem carinho,

já não pode beber,

já não pode fumar,

cuspir já não pode,

a noite esfriou,

o dia não veio,

o bonde não veio,

o riso não veio,

não veio a utopia

e tudo acabou

e tudo fugiu

e tudo mofou,

e agora, José? 


E agora, José?

Sua doce palavra,

seu instante de febre,

sua gula e jejum,

sua biblioteca,

sua lavra de ouro,

seu terno de vidro,

sua incoerência,

seu ódio — e agora? 


Com a chave na mão

quer abrir a porta,

não existe porta;

quer morrer no mar,

mas o mar secou;

quer ir para Minas,

Minas não há mais.

José, e agora? 


Se você gritasse,

se você gemesse,

se você tocasse

a valsa vienense,

se você dormisse,

se você cansasse,

se você morresse...

Mas você não morre,

você é duro, José! 


Sozinho no escuro

qual bicho-do-mato,

sem teogonia,

sem parede nua

para se encostar,

sem cavalo preto

que fuja a galope,

você marcha,

José! José, para onde? 


(https://www.culturagenial.com/poema-e-agora-jose-carlos-drummond-de-andrade/) 

Analise:


“Li o Drummond ontem.”


Assinale a opção que apresenta a figura de linguagem presente na citação acima:

Alternativas
Q3284819 Português

Leia o texto e responda a questão:


Oscar 2025: 'Ainda estou aqui' faz história e 'Anora' é grande vencedor da noite


'Ainda estou aqui' ganhou primeiro Oscar do Brasil, na categoria de melhor filme internacional. Veja lista completa de ganhadores.



    "Ainda estou aqui" fez história ao ganhar o primeiro Oscar da história do Brasil, na categoria de melhor filme internacional, neste domingo (2).


    Já na premiação geral, o grande vencedor foi "Anora", que venceu como melhor filme, melhor atriz (Mikey Madison) e em outras três categorias. Só seu diretor, Sean Baker, se tornou a primeira pessoa a ganhar quatro estatuetas pela mesma produção.


    "O brutalista" conseguiu três prêmios no total. Entre eles, o de melhor ator, para Adrien Brody. "Emilia Pérez", "Wicked" e "Duna: Parte 2" levaram dois cada.


    "Ainda estou aqui" ganhou o primeiro Oscar do Brasil. A produção original Globoplay venceu na categoria de melhor filme internacional e fez história.


    "Em nome do cinema brasileiro, é uma honra tão grande receber isso de um grupo tão extraordinário. Isso vai para uma mulher que, depois de uma perda tão grande em um regime tão autoritário, decidiu não se dobrar e resistir", afirmou o diretor Walter Salles em seu discurso de agradecimento.


    "Esse prêmio vai para ela: o nome dela é Eunice Paiva. E também vai para as mulheres extraordinárias que deram vida a ela. Fernanda Torres e Fernanda Montenegro." O filme também estava indicado a melhor atriz, com Fernanda Torres, e melhor filme. Ambas as categorias ficaram com o grande vencedor da noite.


    "Anora" ganhou cinco prêmios no total. Com tamanho domínio, Sean Baker também fez história. O cineasta se tornou a primeira pessoa na história a ganhar quatro Oscars pelo mesmo filme.


    Além da estatueta de melhor filme como produtor da história sobre a relação entre uma stripper e o herdeiro de um oligarca russo, o americano venceu como diretor, como montador e como roteirista (na categoria de roteiro original).


    Fechando a conta, Mikey Madison superou o favoritismo de Demi Moore (e a torcida brasileira por Fernanda Torres) ao levar a estatueta de melhor atriz.


    O filme passou por altos e baixos na temporada. Após iniciar como favorito ao vencer a Palma de Ouro no Festival de Cannes, em maio de 2024, perdeu um pouco de fôlego com os meses e ao passar em branco no Globo de Ouro, em janeiro.


    No entanto, chegou como favorito às principais categorias da edição ao ganhar prêmios importantes, como os dos sindicatos dos diretores e dos produtores de Hollywood.


(https://g1.globo.com/pop-arte/cinema/noticia/2025/03/03/oscar-2025-ainda-estou-aqui-faz-historia-e-anora-e-grandevencedor-da-noite.ghtml)

Assinale a alternativa incorreta, de acordo com o texto:
Alternativas
Q3284769 Português
Na tirinha de Garfield abaixo, há uma figura de linguagem no último quadrinho, em “Sniff”. Assinale a  alternativa que indica corretamente qual é essa figura de linguagem.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://www.lpm-blog.com.br/?p=25127
Alternativas
Q3284759 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.




Fonte: https://novaescola.org.br/conteudo/3621/calvin-e-seus-amigos

Na tira, Calvin entra animado em casa e conta à sua mãe que vai participar de uma peça de teatro na escola. Por que ele afirma que seu personagem vai levar todo mundo às lágrimas?
Alternativas
Q3284601 Português

Texto CG2AI


        Presumivelmente, o processo de criatividade, seja ele qual for, é essencialmente o mesmo em todos os seus ramos, de modo que a evolução de uma nova forma artística, um novo mecanismo ou um novo princípio científico envolve fatores comuns. 


        Uma maneira de investigar o problema é considerar as grandes ideias do passado e ver como elas foram geradas. Infelizmente, o método de geração não é claro nem mesmo para os próprios “geradores”.


        Mas e se a mesma ideia revolucionária ocorrer a dois homens, simultânea e independentemente? Talvez os fatores comuns envolvidos sejam esclarecedores. Considere a teoria da evolução pela seleção natural, criada independentemente tanto por Charles Darwin quanto por Alfred Wallace.


        Nesse caso, existem muitos pontos em comum. Ambos viajaram para lugares distantes, tendo observado espécies estranhas de animais e plantas e a maneira como variavam de lugar para lugar. Ambos estavam profundamente interessados em encontrar uma explicação para isso e falharam até cada um deles ler o Ensaio sobre o princípio da população, de Malthus.


        Ambos, então, viram como a noção de superpopulação e esgotamento (que Malthus havia aplicado aos seres humanos) se encaixaria na doutrina da evolução pela seleção natural (se aplicada às espécies em geral).


        Obviamente, portanto, o que é necessário não são apenas pessoas com uma boa formação em uma área específica, mas também pessoas capazes de estabelecer uma conexão entre itens que podem não parecer usualmente conectados.


Sem dúvida, na primeira metade do século XIX, muitos naturalistas estudaram a maneira pela qual as espécies se diferenciavam entre si. Muitas pessoas leram Malthus. Talvez algumas tenham estudado as espécies e lido Malthus. Mas o que era preciso era alguém que estudasse espécies, lesse Malthus e tivesse a capacidade de fazer uma conexão cruzada.


        O ponto crucial é a rara característica que deve ser encontrada. Uma vez que a conexão cruzada é feita, ela se torna óbvia. Thomas H. Huxley teria exclamado depois de ler A Origem das Espécies: “Que estúpido da minha parte não ter pensado nisso!”.

Mas por que ele não pensou nisso? A história do pensamento humano poderia fazer parecer que há dificuldade em pensar em uma ideia, mesmo quando todos os fatos estão sobre a mesa. Fazer a conexão cruzada requer certa ousadia — porque qualquer conexão cruzada realizada de uma só vez por muitos se desenvolve não como uma nova ideia, mas como um mero corolário de uma velha ideia.


        É somente mais tarde que uma nova ideia parece razoável. De início, ela normalmente parece sem sentido. Parecia a máxima insensatez supor que a Terra se movia em vez do Sol, ou que os objetos exigiam uma força para detê-los quando em movimento, em vez de uma força para mantê-los em movimento, e assim por diante.


        Uma pessoa disposta a seguir em frente enfrentando a razão, a autoridade e o bom senso deve ser uma pessoa de considerável autoconfiança. Como ela aparece apenas raramente, deve parecer excêntrica (pelo menos nesse aspecto) para o resto de nós. Uma pessoa excêntrica em um aspecto frequentemente o é em outros. Consequentemente, a pessoa com maior probabilidade de obter novas ideias é uma pessoa de boa formação na área de interesse e alguém que não é convencional em seus hábitos. 


Isaac Asimov. Sobre criatividade: como as pessoas têm novas ideias? In: MIT Technology Review, jul./2020 [originalmente escrito em 1959]. Internet: <mittechreview.com.br> (com adaptações).

No que se refere ao texto CG2A1 e às ideias nele veiculadas, julgue o item que se segue.


O texto é constituído de diferentes tipos textuais, havendo trecho injuntivo no terceiro parágrafo e predomínio da tipologia narrativa no quarto e no quinto parágrafos. 

Alternativas
Respostas
21661: D
21662: E
21663: A
21664: B
21665: A
21666: D
21667: A
21668: D
21669: B
21670: E
21671: C
21672: B
21673: B
21674: D
21675: A
21676: D
21677: A
21678: E
21679: D
21680: C