Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Texto I
O Gato no Telhado
Era uma tarde ensolarada. João estava sentado no quintal quando ouviu um miado. Olhou para cima e viu um gato no telhado da casa.
— Oi, gatinho! — disse João.
O gato parecia assustado e não sabia como descer. João chamou seu pai, que trouxe uma escada e ajudou o gato a descer com cuidado.
Depois, João deu água e comida para o gato, que ficou feliz e ronronou.
Texto I
O Gato no Telhado
Era uma tarde ensolarada. João estava sentado no quintal quando ouviu um miado. Olhou para cima e viu um gato no telhado da casa.
— Oi, gatinho! — disse João.
O gato parecia assustado e não sabia como descer. João chamou seu pai, que trouxe uma escada e ajudou o gato a descer com cuidado.
Depois, João deu água e comida para o gato, que ficou feliz e ronronou.
Texto I
O Gato no Telhado
Era uma tarde ensolarada. João estava sentado no quintal quando ouviu um miado. Olhou para cima e viu um gato no telhado da casa.
— Oi, gatinho! — disse João.
O gato parecia assustado e não sabia como descer. João chamou seu pai, que trouxe uma escada e ajudou o gato a descer com cuidado.
Depois, João deu água e comida para o gato, que ficou feliz e ronronou.
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Buscas de sentido
Se há algo que nos define como espécie é a busca de sentido da nossa própria vida. O poeta Carlos Drummond de Andrade imaginou um marciano que visitasse a Terra, desse conosco e voltasse para seu planeta intrigado com essa gente que existe para interrogar ou mesmo negar o sentido de sua existência. "Existirmos, a que será que se destina?" -interrogou Caetano Veloso numа canção sua.
Podemos especular que seriam três os principais caminhos tomados pelo homem na busca de resposta para essa pergunta fundamental: o do pensamento racional, o da crença religiosa e o da representação artística. No primeiro entroncam-se a ciência ea filosofia, como modos de investigar e agir sobre a realidade cognoscível; no segundo, a fé propõe bases e dogmas para se crer que o sentido de tudo opera num plano divino, a ser cultuado; no terceiro, o homem se faz ele mesmo criador de sentidos, que figura por meios simbólicos.
Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. Ninguém duvida de que somos criaturas complexas. Nenhum desses recursos em que investimos para explicar o sentido da nossa vida tem uma resposta cabal. A ciência sabe que sua objetividade tem limites, além dos quais não pode se arriscar para perder o que já ganhou. Se a religião se dá como verdade atingida e completa, a teologia e os místicos não desprezam o valor da dúvida humana, que ajuda na sedimentação da perfeição divina. E a arte, tantas vezes, encontra um prazer maior em figurar o sentido por meio de instrumentos negativos, como a ironia, o humor, a reflexão desencantada.
Machado de Assis se diverte com o plano raso das criaturas que vivem de "achar o achado", de se contentar com o lugarcomum. Mas o irónico humor machadiano tem um fundo sério, talvez trágico: o grande escritor se reconhece ele mesmo longe de qualquerverdade absoluta, e relativiza os valores humanos, mostrando sua falibilidade essencial.
"A que será que se destina?" Na canção popular, na tragédia clássica, nos laboratórios da ciência, nos templos, nos teatros, nos romances e nas telas, essa pergunta se impõe, mesmo quando simula alguma resposta. A cada passo que damos na chamada progressão civilizatória, a busca de sentido se refaz no subterrâneo do espaço avançado.
(Cláudio Thales de Araújo, a editar)
Ainda que diferentes, tais caminhos não precisam ser antagônicos. Há em cada um de nós mudanças de rotas, mistura de passos, misto de linguagens diversas. (3° parágrafo)
Analisando-se a relação de sentido estabelecida entre esses dois períodos, é correto afirmar que
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós
Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.
Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.
Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.
Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"
(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós
Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.
Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.
Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.
Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"
(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós
Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.
Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.
Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.
Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"
(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo.
Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós
Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligéncia artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem quea IA reflete, como o de Narciso em seu lago.
Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.
Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.
Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", pregaa autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"
(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)
O mistério do canto das baleias
Cientistas descobriram como algumas das maiores baleias do oceano produzem cantos assustadores e complexos.
As baleias jubarte e outras baleias com barbatanas desenvolveram uma caixa vocal especializada, que permite cantar debaixo d'água.
A descoberta, publicada na revista Nature, também revelou porque os ruídos que navios e embarcações fazem são tão perturbadores para estes gigantes oceânicos.
O canto das baleias está restrito a uma frequência específica, que se sobrepõe ao ruído produzido pelos navios.
"O som é absolutamente crucial para a sobrevivência delas, porque é a única forma de elas se encontrarem para acasalar no oceano", explica o professor Coen Elemans, da Universidade do Sul da Dinamarca, que liderou o estudo.
"Estes são alguns dos animais mais enigmáticos que já viveram no planeta. Eles estão entre os maiores e mais inteligentes, e são altamente sociáveis."
As baleias de barbatanas são um grupo de quatorze espécies, incluindo a baleia azul, a jubarte, a franca, a baleia-de-minke e a baleia-cinzenta.
Em vez de dentes, esses animais têm placas chamadas barbatanas ou cerdas, através das quais peneiram enormes quantidades de criaturas minúsculas que vivem na água.
A forma exata como eles produzem sons complexos foi um mistério até agora.
Junto de colegas, Elemans realizou experimentos usando laringes, ou caixas vocais, que foram cuidadosamente removidas de três carcaças de baleias que encalharam em praias.
Após a retirada, eles sopraram ar através das estruturas maciças, com o objetivo de produzir um som.
Em seres humanos, a voz vem de vibrações que acontecem quando o ar passa por estruturas chamadas pregas vocais, que ficam na garganta.
As baleias de barbatanas, por outro lado, possuem uma grande estrutura em forma de U, com uma almofada de gordura, no topo da laringe.
Essa anatomia vocal permite que os animais cantem ao reciclarem o ar. Isso evita que a água seja inalada.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ckrddp57r77o.adaptado
O texto explora aspectos anatômicos e fisiológicos das baleias de barbatanas, destacando as diferenças entre seus mecanismos vocais e os dos seres humanos, com base em pesquisa experimental.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
Corpus Christi: feriado ou ponto facultativo
Muitos brasileiros usam a data de Corpus Christi, celebrada na quinta-feira, como um dia para viajar ou descansar.
O que poucos sabem é que não se trata de um feriado nacional, mas sim, de ponto facultativo. Ou seja, na maioria das cidades, os empregadores não têm obrigação de liberar os funcionários. Cada empresa decide se vai ou não paralisar os serviços por um dia.
A regra é outra em cidades que aprovaram leis, tornando Corpus Christi um feriado municipal. Para a alegria de quem se programa todo ano para tirar o dia de folga, muitos municípios optaram por isso. No Distrito Federal, por outro lado, esta comemoração é ponto facultativo.
Corpus Christi significa, em latim, corpo de Cristo. É uma data móvel celebrada pela Igreja Católica sessenta dias após o domingo de Páscoa ou na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade. Na tradição católica, esta quinta-feira é considerada o dia no qual Jesus Cristo instituiu o sacramento da eucaristia.
De acordo com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), no Corpus Christi se celebra a presença real de Jesus Cristo no pão e no vinho.
A festa foi instituída pelo papa Urbano 4º, no dia oito de setembro de 1264 − ele publicou uma bula papal sobre o tema, instituindo a data e concedendo indulgências às pessoas que fossem à missa neste dia.
Segundo biógrafos, o papa medieval incumbiu o filósofo e teólogo italiano São Tomás de Aquino de redigir um rito para a celebração da data.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/ce371zx2gzqo.adaptado.
O texto apresenta informações religiosas, históricas e administrativas sobre a celebração de Corpus Christi no Brasil e no contexto da Igreja Católica.
De acordo com o texto base, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
GRIPE AVIÁRIA
O Instituto Butantan desenvolveu a primeira vacina brasileira contra a gripe aviária em seres humanos e está aguardando a autorização da Anvisa para começar os testes em voluntários. Esses testes, chamados de ensaios clínicos, serão realizados pelo Plátano Centro de Pesquisas Clínicas e vão envolver 700 pessoas nos estados de Pernambuco, Minas Gerais e São Paulo, com idades a partir de 18 anos.
O objetivo é verificar se a vacina é segura e se realmente estimula a proteção do organismo contra o vírus. Os voluntários receberão duas doses — da vacina ou de um placebo (substância sem efeito) — com 21 dias de intervalo entre elas. Depois disso, serão acompanhados por sete meses, com exames e visitas médicas regulares.
Antes de participar, todos passarão por uma triagem com exames no Real Hospital Português. Já a análise da resposta do sistema imunológico à vacina será feita na Fiocruz, em Pernambuco.
Essa vacina é chamada de "monovalente" porque é direcionada especificamente à cepa H5N8 do vírus da gripe aviária. A ideia é que ela ajude o Brasil a se preparar para possíveis surtos no futuro e contribua para a prevenção de novas pandemias.
Fonte: https://agenciagov.ebc.com.br/ (texto adaptado)
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
SATÉLITE
O Brasil e a China estão avançando em sua cooperação espacial, com foco no desenvolvimento do satélite CBERS-5, projetado para melhorar o monitoramento terrestre no Brasil. Em 29 de abril de 2025, representantes dos dois países se reuniram no Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para discutir o andamento e as próximas etapas do projeto.
O CBERS-5 será a evolução da série de satélites CBERS, operando em órbita geoestacionária para monitoramento contínuo do território brasileiro. Sua missão será o acompanhamento de fenômenos climáticos extremos e a coleta de dados sobre desmatamento e preservação ambiental.
O lançamento do satélite está previsto para 2030 e contará com tecnologias avançadas, ampliando a capacidade de observação e auxiliando na previsão de desastres naturais e gestão de recursos hídricos. A ministra Luciana Santos destacou o projeto como um marco na cooperação entre os dois países, com foco em inovações sustentáveis que beneficiem o meio ambiente e a sociedade.
A cooperação é parte de um esforço maior para estreitar os laços entre o Brasil e a China em alta tecnologia e inovação, alinhando-se aos princípios de desenvolvimento sustentável.
Fonte: https://agenciagov.ebc.com.br/ (texto adaptado)
Texto I
"A Felicidade"
A felicidade está onde menos se espera.
Às vezes, achamos que ela está nas grandes conquistas, no dinheiro, na fama ou no sucesso. Mas, frequentemente, ela se esconde nos pequenos gestos: no sorriso de um amigo, no abraço sincero, na paz de um momento simples.
Ser feliz talvez não seja ter tudo, mas saber apreciar o pouco que se tem.
A felicidade, por fim, não é um lugar aonde se chega, mas um jeito de caminhar.
(Autor: Fernando Pessoa - adaptado)
Texto I
"A Felicidade"
A felicidade está onde menos se espera.
Às vezes, achamos que ela está nas grandes conquistas, no dinheiro, na fama ou no sucesso. Mas, frequentemente, ela se esconde nos pequenos gestos: no sorriso de um amigo, no abraço sincero, na paz de um momento simples.
Ser feliz talvez não seja ter tudo, mas saber apreciar o pouco que se tem.
A felicidade, por fim, não é um lugar aonde se chega, mas um jeito de caminhar.
(Autor: Fernando Pessoa - adaptado)
Texto I
"A Felicidade"
A felicidade está onde menos se espera.
Às vezes, achamos que ela está nas grandes conquistas, no dinheiro, na fama ou no sucesso. Mas, frequentemente, ela se esconde nos pequenos gestos: no sorriso de um amigo, no abraço sincero, na paz de um momento simples.
Ser feliz talvez não seja ter tudo, mas saber apreciar o pouco que se tem.
A felicidade, por fim, não é um lugar aonde se chega, mas um jeito de caminhar.
(Autor: Fernando Pessoa - adaptado)