De acordo com o texto I "A Felicidade", o que o autor quer ...
Texto I
"A Felicidade"
A felicidade está onde menos se espera.
Às vezes, achamos que ela está nas grandes conquistas, no dinheiro, na fama ou no sucesso. Mas, frequentemente, ela se esconde nos pequenos gestos: no sorriso de um amigo, no abraço sincero, na paz de um momento simples.
Ser feliz talvez não seja ter tudo, mas saber apreciar o pouco que se tem.
A felicidade, por fim, não é um lugar aonde se chega, mas um jeito de caminhar.
(Autor: Fernando Pessoa - adaptado)
Gabarito comentado
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Gabarito: B — “Valorizar o que temos, mesmo que pareça pouco.”
Tema da questão: Interpretação de texto (semântica e coesão). O foco é compreender o sentido de uma frase-chave dentro do contexto do texto motivador.
Como interpretar corretamente: No texto, há oposição entre grandes conquistas e pequenos gestos, marcada por conectivos como “mas” (valor adversativo, segundo a gramática normativa, v. Bechara; Cunha & Cintra). O autor afirma que a felicidade “não é ter tudo”, mas apreciar o pouco que se tem. Logo, a ideia central é a valorização do presente e do simples, não o conformismo.
Palavras-chave e marcadores que orientam a leitura: “Às vezes” (introduz possibilidade), “mas” (contraposição), “por fim” (conclusão). Esses elementos de coesão conduzem à ideia de que a felicidade está mais no modo de ver e viver (“um jeito de caminhar”) do que na quantidade de posses.
Por que a alternativa B está correta: “Saber apreciar o pouco que se tem” significa reconhecer e valorizar aquilo que já está ao nosso alcance — relações, momentos simples, gestos cotidianos — mesmo que pareça pouco quando comparado a “grandes conquistas”. O texto contrapõe “ter tudo” a “apreciar o pouco”, reforçando a mudança de perspectiva, não de ambição.
Análise das alternativas incorretas:
A) “Ser conformista e não lutar por nada.” — Incorreta. O texto não desestimula sonhos ou esforços; apenas afirma que a felicidade não depende exclusivamente de “grandes conquistas”. Valorizar o presente não implica abrir mão do futuro.
C) “Não vale a pena sonhar com melhorias.” — Incorreta. Trata-se de um falso dilema. O texto não condena sonhar; apenas mostra que a felicidade também pode residir no simples. Não há proibição de melhorias.
D) “O pouco é sempre melhor que o muito.” — Incorreta. Generalização indevida (“sempre”). O autor não hierarquiza “pouco” e “muito”; ele enfatiza a atitude de apreciação, independentemente da quantidade.
E) “A pobreza é preferível à riqueza.” — Incorreta. Troca o foco: o texto não discute condição socioeconômica, mas postura subjetiva frente ao que se tem. Falar em “pobreza” vs. “riqueza” distorce o sentido proposto.
Estratégia para futuras questões: Procure a paráfrase fiel no enunciado e verifique os marcadores de oposição (como “mas”) e de conclusão (“por fim”). Alternativas que trazem extremismos (“sempre”, “nunca”, “absolutamente nada”) costumam ser pegadinhas, pois radicalizam o que o texto não radicaliza.
Observação linguística (norma): O uso de “mas” como conjunção adversativa marca contraposição semântica (cf. Evanildo Bechara, “Moderna Gramática Portuguesa”; Celso Cunha & Lindley Cintra, “Nova Gramática do Português Contemporâneo”). Essa coesão reforça a leitura correta da alternativa B.
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Comentários
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GABARITO: B
PPMG!! A vitória com DEUS está chegando!!!
GABARITO:B
- "A felicidade está onde menos se espera."
- "achamos que ela está nas grandes conquistas"
- "ela se esconde nos pequenos gestos"
AVANTE GUERREIROS E GUERREIRAS DA PC-ES!
Bizu é largar as carreiras policiais e fazer concurso pra essa prefeitura aí
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