Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Na sequência, os autores trazem o texto de Jacques Delors, no qual ele argumenta: “num momento em que a dúvida quanto às possibilidades oferecidas pela educação se apodera de alguns espíritos, a Comissão Internacional sobre Educação para o Século XXI faz questão de sublinhar bem esse ponto”: “na perspectiva do parto doloroso de uma sociedade à escala mundial, ela (a educação) surge, mais do que nunca,
Considerando esses documentos, assim como o contexto internacional do século XXI, com a revolução tecnológica da microeletrônica, Costa e Vieira (2006) refletem sobre a educação coerente com a construção de uma sociedade democrática e, nesse sentido, apontam, presentes nestes dois documentos, princípios e ideais que devem orientá-la, tais como:
“A linguagem, seja qual for a sua modalidade de comunicação, é, por natureza, _____________, incorporando o diálogo com vozes outras que as __________”.
“[...] a mundialização da cultura vai-se realizando progressiva, mas ainda parcialmente. É, de fato, [uma tensão] inevitável, com as suas promessas e os seus riscos, dos quais o menor não é o esquecimento do caráter único de cada pessoa, de sua vocação para escolher o seu destino e realizar todas as suas potencialidades, mantendo a riqueza das suas tradições e da sua própria cultura ameaçada, se não tivermos cuidado, pelas evoluções em curso”.
Trata-se da tensão entre
Considere a situação a seguir para responder à questão:
Ao apresentar seu “batismo de fogo”, Weisz (2000) narra algumas situações que afirma terem revelado para ela o abismo que existia entre o desempenho de alguns meninos na escola e o que a vida lá fora exigia deles. Um dos casos é sobre um menino de 12 anos que ganhava a vida fabricando pipas, retido numa classe que só fazia coordenação motora. Diziam que ele não aprendia a ler porque não tinha coordenação motora. Como pode alguém que vive de fabricar pipas não ter coordenação motora? A sensação de que a escola parecia uma armadilha montada para que esses meninos não pudessem se sair bem e a convicção de que esse tipo de situação tinha um papel político muito importante perseguiram a autora durante toda a sua vida profissional.
Leia o excerto a seguir:
_________________, é meu interesse fundamental. Daí advém o rastro do labor infantil. Aí pude encontrar a alma da criança. Em sua materialidade, há um aspecto imaterial que, na verdade, é o cerne – ou melhor dizendo, a carne – desta investigação. Toda gestualidade, todo dizer, toda pausa para um devaneio, é também matéria natural e orgânica dos brinquedos do chão. Há um vasto espectro de gestos e dizeres, de desejos e sonoridades onomatopaicas, de silêncios e modos de estar que aqui são considerados matérias do brincar, constituem patrimônio, elementos que encarnam as vontades do livre sonhar.
(Gandhy Piorski, Brinquedos do chão:
a natureza, o imaginário e o brincar, 2016. Adaptado)
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Leia o excerto a seguir:
Uma reportagem do Correio Braziliense, de 22 de maio de 1988, tem como título “Brasiliense não sabe usar a língua nacional” e, como subtítulo, “Placas comerciais retratam ignorância generalizada sobre regras ortográficas primárias”.
(Magalhães, em Kleiman, 1995)
De acordo com a autora, em sua discussão sobre práticas discursivas de letramento, tais enunciados evidenciam
Leia o excerto a seguir:
Experiência vivida no quotidiano, e assinalada por momentos de intenso esforço de compreensão de dados e de fatos complexos, a educação ao longo de toda a vida é o produto de uma __________________. Se, por um lado, implica a repetição ou imitação de gestos e de práticas, por outro é, também, um processo de apropriação singular e de criação pessoal. Junta o conhecimento não formal ao conhecimento formal, o desenvolvimento de aptidões inatas à aquisição de novas competências. Implica esforço, mas traz também a alegria da descoberta.
(Delors, Educação: um tesouro a descobrir, 1997)
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna, conforme o texto.
O estado do Pará se prepara para receber a 30ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP30), a ser realizada em Belém (PA), em novembro de 2025. De acordo com estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), é esperado um fluxo de mais de 40 mil visitantes durante os principais dias da Conferência. Deste total, aproximadamente 7 mil compõem a chamada "família COP", formada pelas equipes da ONU e delegações de países membros.
Disponível em: www.gov.br. Acesso em: 18 maio, 2025.
A função prioritária do referido evento a ser realizado no Pará é:
Os núcleos religiosos que se fixaram no correr dos anos, Carmelitas, Mercedários, Jesuítas, Capuchos de Santo Antônio influíram decisivamente no agrupamento da gente e na irradiação urbana, funcionando tais núcleos, como centros gravitacionais da futura malha urbana da cidade [de Belém], obedecida a sua natural formação do primitivo bairro (Cidade Velha) e no segundo (Campina), conforme Belém se expandiria do rio para o sertão.
CHAVES, M.A.R.; COELHO, I.M.; SILVEIRA NETO, J.R.; Revista de Cultura do Pará. Belém: Conselho Estadual de Cultura. Ano 5 – nº 20 e nº 21 – Jul-Dez, 1975.
A região denominada de “sertão”, apresentada no texto, pode ser definida como uma região
Menos água e contaminação: estudos mostram impactos no rio Araguaia nos últimos 40 anos
Eunice Pinto Gomes mora na margem do Rio Araguaia desde que nasceu. Pelo menos uma vez por semana ela pega o barco e sai à procura de peixes para se alimentar e para vender. Mas ela está preocupada, já que percebeu que o entorno do rio está passando por mudanças. O nível e a qualidade da água já não são mais os mesmos, segundo estudos feitos por duas universidades do Brasil. “O homem desmatou, né. Tirou a chuva, porque você sabe que se a árvore acabar, a chuva também vai diminuindo, né? O interesse da gente é que venha reflorestar porque através do reflorestamento aí vem a chuva e esse rio não vai faltar água”.
Texto de Ana Paula Rehbein. Disponível em: globo.com/to. Acesso em: 18 maio, 2025.
O que a moradora da região revela é que sua comunidade vem sendo afetada por conta
Quem decide por mim?
Um colunista conta uma estória em que acompanhava um amigo a uma banca de jornais.
O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
– Ele sempre te trata com tanta grosseria?
– Sim, infelizmente foi sempre assim…
– E você é sempre tão polido e amigável com ele?
– Sim, procuro ser.
– Por que você é tão educado, já que ele é tão grosseiro com você?
– Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
Nós é que decidimos como devemos agir e reagir – não os outros!
Portanto, seja sempre educado!
(refletirpararefletir.com.br/textos-para-leitura – adaptação Márcia Rebêlo)
Quem decide por mim?
Um colunista conta uma estória em que acompanhava um amigo a uma banca de jornais.
O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
– Ele sempre te trata com tanta grosseria?
– Sim, infelizmente foi sempre assim…
– E você é sempre tão polido e amigável com ele?
– Sim, procuro ser.
– Por que você é tão educado, já que ele é tão grosseiro com você?
– Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
Nós é que decidimos como devemos agir e reagir – não os outros!
Portanto, seja sempre educado!
(refletirpararefletir.com.br/textos-para-leitura – adaptação Márcia Rebêlo)
Quem decide por mim?
Um colunista conta uma estória em que acompanhava um amigo a uma banca de jornais.
O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
– Ele sempre te trata com tanta grosseria?
– Sim, infelizmente foi sempre assim…
– E você é sempre tão polido e amigável com ele?
– Sim, procuro ser.
– Por que você é tão educado, já que ele é tão grosseiro com você?
– Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
Nós é que decidimos como devemos agir e reagir – não os outros!
Portanto, seja sempre educado!
(refletirpararefletir.com.br/textos-para-leitura – adaptação Márcia Rebêlo)
Quem decide por mim?
Um colunista conta uma estória em que acompanhava um amigo a uma banca de jornais.
O amigo cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro.
Pegando o jornal que foi atirado em sua direção, o amigo do colunista sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.
Quando os dois amigos desciam pela rua, o colunista perguntou:
– Ele sempre te trata com tanta grosseria?
– Sim, infelizmente foi sempre assim…
– E você é sempre tão polido e amigável com ele?
– Sim, procuro ser.
– Por que você é tão educado, já que ele é tão grosseiro com você?
– Porque não quero que ele decida como eu devo agir.
Nós é que decidimos como devemos agir e reagir – não os outros!
Portanto, seja sempre educado!
(refletirpararefletir.com.br/textos-para-leitura – adaptação Márcia Rebêlo)