Delors (1997) propõe ser preciso superar tensões que marcam...
“[...] a mundialização da cultura vai-se realizando progressiva, mas ainda parcialmente. É, de fato, [uma tensão] inevitável, com as suas promessas e os seus riscos, dos quais o menor não é o esquecimento do caráter único de cada pessoa, de sua vocação para escolher o seu destino e realizar todas as suas potencialidades, mantendo a riqueza das suas tradições e da sua própria cultura ameaçada, se não tivermos cuidado, pelas evoluções em curso”.
Trata-se da tensão entre