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Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 93.662 questões

Q2685630 Português

Leia o Texto 03 e responda as questões de 12 a 14.


Texto 03 - Confidencial


  1. Quando a gente fala de saudade ocorrem logo os amores antigos, a lembrança de uma pessoa que suavizou um pouco a nossa vida,
  2. gente que passou como um sol em nossas manhãs, foi estrela em nossas noites, sonho em nosso dormir, sorriso em nossa vontade de
  3. sorrir, alegria em nossa alma jardineira de emoções.
  4. E sempre gente que foi e que volta, como um raio de luz, instante fugaz, entre nuvens caminhantes de céu enevoado.
  5. E as coisas, os fatos, não têm vez na gostosura ou na lágrima de uma saudade? Por não serem gente, não ferem e não acariciam? As
  6. coisas, nós podemos fechar em uma gaveta, para de quando em vez, dar uma olhada acariciante. E as pessoas? Vão embora, como as
  7. flores que eclodem, sorriem de lábios multicores um recado de perfume, e tomba e o vento leva e permanece, apenas, o fruto, uma
  8. lembrança de flor que não é mais flor. [...]


Fonte: MARACAJÁ, R. In: Cerca de Varas. Campina Grande: Latus. 2014, p.103.

Ao se avaliarem as explicações fornecidas sobre o emprego dos elementos linguísticos no enunciado “Quando a gente fala de saudade [...]” (linha 1), deduz-se que


I- o modo de ordenar o tempo vem explícito pelo termo “Quando”.

II- a expressão “a gente” tem equivalência a “nós” e generaliza a referência na organização textual.

III- o constituinte “de saudade” funciona sintaticamente como complemento nominal.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q2685628 Português

Leia o Texto 03 e responda as questões de 12 a 14.


Texto 03 - Confidencial


  1. Quando a gente fala de saudade ocorrem logo os amores antigos, a lembrança de uma pessoa que suavizou um pouco a nossa vida,
  2. gente que passou como um sol em nossas manhãs, foi estrela em nossas noites, sonho em nosso dormir, sorriso em nossa vontade de
  3. sorrir, alegria em nossa alma jardineira de emoções.
  4. E sempre gente que foi e que volta, como um raio de luz, instante fugaz, entre nuvens caminhantes de céu enevoado.
  5. E as coisas, os fatos, não têm vez na gostosura ou na lágrima de uma saudade? Por não serem gente, não ferem e não acariciam? As
  6. coisas, nós podemos fechar em uma gaveta, para de quando em vez, dar uma olhada acariciante. E as pessoas? Vão embora, como as
  7. flores que eclodem, sorriem de lábios multicores um recado de perfume, e tomba e o vento leva e permanece, apenas, o fruto, uma
  8. lembrança de flor que não é mais flor. [...]


Fonte: MARACAJÁ, R. In: Cerca de Varas. Campina Grande: Latus. 2014, p.103.

O autor do texto revela


I- subjetividade perceptiva, aproximando-se de um lirismo norteador em todo seu processo de criação literária.

II- efetiva configuração de um olhar nostálgico sobre suas vivências e seu modo poético de ver as coisas.

III- uma forma peculiar de usar a linguagem em seu nível erudito e de interpretação confusa.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q2685626 Português

Leia a piada a seguir, com atenção para as escolhas estruturais e lexicais e, em seguida, avalie como verdadeiro (V) ou falso (F) as proposições explicativas dos efeitos produzidos pela escolhas realizadas.


O homem foi ao consultório médico e, ao chegar em casa, a mulher pergunta:

- Como foi lá?

- Vamos ter que sair do estado de São Paulo.

- Mas, por quê?

- O médico disse que no estado em que estou, eu não posso beber mais.


( ) o tom humorístico se deve à ambiguidade de sentido provocada pelo emprego do termo “estado”.

( ) a interpretação equivocada se estabelece em razão do jogo discursivo que indica sentido duplo.

( ) o efeito de sentido da piada predomina em função da linguagem vulgar utilizada pelos personagens.


A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é

Alternativas
Q2685625 Português

Leia o Texto a seguir, de modo a responder às questões de 6 a 9.


Texto 02 - O efeito e o defeito


  1. Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda.
  2. Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas
  3. na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos
  4. plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua
  5. “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
  6. A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia
  7. popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos
  8. arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]


Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.

Em “Ó seu moço cantador/ com a sua 'sabilidade'/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade” (linhas 4 e 5), observa-se


I- intencionalidade discursiva, realçada pelo uso do termo "sabilidade" por meio da versatilidade que se instaura no processo de interação social.

II- produção metafórica, no termo "sabilidade", colocado para rimar com "qualidade".

III- construção ambígua, com a finalidade de provocar um efeito de sentido ao poema popular.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q2685624 Português

Leia o Texto a seguir, de modo a responder às questões de 6 a 9.


Texto 02 - O efeito e o defeito


  1. Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda.
  2. Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas
  3. na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos
  4. plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua
  5. “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
  6. A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia
  7. popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos
  8. arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]


Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.

No enunciado “Existe, de fato, uma poesia popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió” (linha 6 e 7), a sequência de constituintes revela

Alternativas
Q2685623 Português

Leia o Texto a seguir, de modo a responder às questões de 6 a 9.


Texto 02 - O efeito e o defeito


  1. Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda.
  2. Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas
  3. na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos
  4. plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua
  5. “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
  6. A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia
  7. popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos
  8. arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]


Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.

No enunciado “É um linguajar engraçado, cheio de termos arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola” (linhas 7 e 8), a expressão "termos arrevesados" faz referência

Alternativas
Q2685622 Português

Leia o Texto a seguir, de modo a responder às questões de 6 a 9.


Texto 02 - O efeito e o defeito


  1. Um amigo me convidou para apresentarmos juntos algo da cultura nordestina na escola israelita onde a filha dele estuda.
  2. Falamos sobre cordel, culinária, artesanato. Recitei, cantei e acompanhei ao violão, com certa surpresa, umas 50 crianças cariocas
  3. na faixa dos 6 anos cantando, bem ensaiadinhas, “Último pau de Arara” e “Lamento Sertanejo”. Na saída, eu e ele recebemos
  4. plaquetas com versinhos carinhosos feitos pelas crianças agradecendo nossa presença: “Ó seu moço cantador/ com a sua
  5. “sabilidade”/ veio aqui cantar pra gente/ e mostrar suas qualidade”.
  6. A maioria das pessoas pensa que poesia popular tem que ser cheia de “erros de português”. Existe, de fato, uma poesia
  7. popular dedicada a explorar o linguajar do matuto, do beradeiro, do brocoió. É um linguajar engraçado, cheio de termos
  8. arrevesados, e que mantém com a gramática a mesma relação que a maioria dos zagueiros brasileiros mantém com a bola. [...]


Fonte: TAVARES, B. In: A Nuvem de Hoje. Campina Grande: EDUEPB, 2011, p. 47.

A temática do texto versa sobre a


I- cultura nordestina realçada na poesia popular.

II- forma como os poetas populares usam a linguagem para criar um efeito literário.

III- criação distorcida do poeta para evidenciar sua produção literária.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q2685621 Português

Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.


Texto 01 - O nosso e o deles


  1. As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
  2. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
  3. menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
  4. nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
  5. placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
  6. No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
  7. registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
  8. juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
  9. alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]


Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.

No enunciado “As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das ‘janelas da alma’ do que expressão de nostalgia”, o uso da linguagem figurada evidencia-se na expressão “as janelas da alma” (linha 8 e 9), observa-se o uso de uma linguagem figurada identificada como:

Alternativas
Q2685620 Português

Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.


Texto 01 - O nosso e o deles


  1. As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
  2. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
  3. menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
  4. nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
  5. placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
  6. No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
  7. registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
  8. juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
  9. alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]


Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.

Sobre o emprego dos elementos em destaque no enunciado, analise as proposições, abaixo, e coloque (V) para verdadeiro e (F) para falso.


Do enunciado "Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em nome da paz [...]." (linha 3), é CORRETO afirmar que


( ) “Até mesmo” é um elemento sequencial que assume no encadeamento discursivo forte teor argumentativo.

( ) “que” substitui o termo antecedente e introduz uma oração adjetiva na qual assume a função sintática de sujeito.

( ) nas duas ocorrências, a partícula “se” exerce funções morfossintáticas distintas.


A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é

Alternativas
Q2685619 Português

Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.


Texto 01 - O nosso e o deles


  1. As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
  2. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
  3. menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
  4. nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
  5. placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
  6. No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
  7. registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
  8. juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
  9. alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]


Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.

Dada a leitura do fragmento textual “As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, ‘viva’ e ‘salve'. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade.” (linhas 1 e 2), analise as proposições com relação à sua estruturação.


I- A forma verbal “Traduzem” tem um vínculo sintático com o constituinte “as expressões”; e semântico, com os constituintes “Viva” e “Salve”.

II- O constituinte “as”, em “quem as pronuncia”, é usado para indicar, de modo particular, as aspirações do leitor.

III- A expressão “os desejos de perenidade” completa o sentido da forma verbal “Traduzem”.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q2685600 Português

Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.


Texto 01 - O nosso e o deles


  1. As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
  2. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
  3. menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
  4. nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
  5. placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
  6. No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
  7. registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
  8. juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
  9. alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]


Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.

O marco temporal das ações indicadas ao longo do texto pode ser observado pela


I- inscrição de diversos termos que fazem referência a esse tempo.

II- colocação do enunciado "o desejo de transpor as eras" (linha 4), que se refere à noite do ano novo.

III- indeterminação relacionada ao momento de festividade instaurada no texto.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q2685590 Português

Leia atentamente a canção Coração selvagem, de Antônio Carlos Belchior, cantor e compositor brasileiro, para responder às questões de 1 a 3.


Coração Selvagem


Meu bem, guarde uma frase pra mim dentro da sua canção

Esconda um beijo pra mim sob as dobras do blusão

Eu quero um gole de cerveja no seu copo, no seu colo e nesse bar


Meu bem, o meu lugar é onde você quer que ele seja

Não quero o que a cabeça pensa eu quero o que a alma deseja

Arco-íris, anjo rebelde, eu quero o corpo, tenho pressa de viver


Mas quando você me amar me abrace e me beije bem devagar

Que é para eu ter tempo,

Tempo de me apaixonar

Tempo para ouvir o rádio no carro

Tempo para a turma do outro bairro ver e saber que eu te amo


Meu bem, o mundo inteiro está naquela estrada ali em frente

Tome um refrigerante, coma um cachorro-quente

Sim, já é outra viagem e o meu coração selvagem

Tem essa pressa de viver


Meu bem, mas quando a vida nos violentar

Pediremos ao bom Deus que nos ajude

Falaremos para a vida

Vida, pisa devagar, meu coração, cuidado é frágil

Meu coração é como vidro, como um beijo de novela


Meu bem, talvez você possa compreender a minha solidão

O meu som, e a minha fúria e essa pressa de viver

E esse jeito de deixar sempre de lado a certeza

E arriscar tudo de novo com paixão

Andar caminho errado pela simples alegria de ser


Meu bem, vem viver comigo, vem correr perigo

Vem morrer comigo, meu bem, meu bem, meu bem

Talvez eu morra jovem

Alguma curva no caminho, algum punhal de amor traído

Completará o meu destino


Meu bem, vem viver comigo, vem correr perigo

Vem morrer comigo, meu bem, meu bem, meu bem

Meu bem, meu bem, meu bem

Que outros cantores chamam baby

Que outros cantores chamam baby

Que outros cantores chamam baby, meu bem

Todas as estrofes da canção, com exceção da terceira, começam com o vocativo “Meu bem”. A figura de linguagem presente nessa repetição é:

Alternativas
Q2685587 Português

Após a leitura do Texto abaixo, responda às questões de 1 a 5.


Texto 01 - O nosso e o deles


  1. As expressões da língua portuguesa mais invocadas em uma abertura de ano novo são, sem dúvida, “viva” e “salve”.
  2. Traduzem os desejos de perenidade de quem as pronuncia, em tom exclamativo de felicidade. As amarguras e outros sentimentos de
  3. menor valor são esquecidos ou pelo menos arquivados. Até mesmo as pessoas que se esquivam das festividades, se recolhem em
  4. nome da paz, uma bela sensação. A fuga para o “vou passar dormindo” nada mais significa do que o desejo de transpor as eras na
  5. placidez do sono. Em resumo, uns e outros inauguram o tempo em harmonia, interior ou exterior.
  6. No réveillon, como é cediço aos janeiros, engordam os cordões da alegria, na junção das famílias, quase sempre com o
  7. registro pontual de algumas ausências impossíveis de receber contorno. Música, afagos, brindes, espocar de champanhes e de fogos,
  8. juras de fazer e outras de não repetir equívocos. As lágrimas derramam muito mais felicidades que transbordam das “janelas da
  9. alma” do que expressão de nostalgia. Quando muito um chamado de ausência, sem muita carga de sofrimento. [...]


Fonte: CARVALHO, I. L. de. In: . Brevidades Natal: Caule de Papiro, 2019, p. 78.

Analise as proposições a seguir, com relação ao tema do texto – festividades de final de ano –, e assinale (V) para verdadeiro e (F) para as falso.


( ) O tema pode ser evidenciado pela articulação de palavras específicas que evocam determinadas emoções e sensações em relação à festividade.

( ) O texto cria imagens que externam sentimentos exagerados de tristeza e melancolia.

( ) A linguagem utilizada no texto é objetiva, pois o narrador expõe uma informação com a intenção de interagir com o leitor.


A alternativa que apresenta a sequência CORRETA é

Alternativas
Q2685301 Português

Leia o trecho da música abaixo e responda a questão 07.


Aluga-se

Raul Seixas


A solução pro nosso povo eu vou dar

Negócio bom assim ninguém nunca viu

Tá tudo pronto aqui é só vir pegar

A solução é alugar o Brasil [...]

A figura de linguagem predominante no trecho da música é:

Alternativas
Q2685297 Português

Leia o texto abaixo e responda as questões de 01 a 06.


O medo, a ansiedade e as suas perturbações

Américo Baptista

Marina Carvalho

Fátima Lory


Diversos rótulos verbais são utilizados para descrever um estado emocional desagradável de apreensão ou tensão, acompanhado por sintomas de ativação fisiológica, como, por exemplo, palpitações, dificuldades em respirar, tonturas, suores, sensação de calor e frio ou tremores, desencadeados por uma ameaça real ou antecipada (Baptista, 1988). Medo e ansiedade são os descritores mais utilizados, tanto na linguagem do dia-a-dia como na literatura psicológica. O termo angústia é cada vez menos utilizado, enquanto que, principalmente após a publicação da 3.ª edição do manual de classificação e diagnóstico da Associação Psiquiátrica Americana (APA, 1980), o termo pânico tem vindo a ser utilizado cada vez mais frequentemente. Apesar de medo e ansiedade serem muitas vezes considerados sinônimos, a presença ou ausência de estímulos desencadeadores externos e o comportamento de evitação costumam ser as características que se utilizam para diferenciar os dois estados. Considera-se medo quando existe um estímulo desencadeador externo óbvio que provoca comportamento de fuga ou evitação, enquanto que ansiedade é o estado emocional aversivo sem desencadeadores claros que, obviamente, não podem ser evitados.

Do ponto de vista das teorias das emoções, o medo é considerado como uma emoção básica, fundamental, discreta, presente em todas as idades, culturas, raças ou espécies, enquanto que a ansiedade é uma mistura de emoções, na qual predomina o medo (Barlow, 2002; Ekman& Davidson, 1994; Lewis & Haviland Jones, 2000; Plutchik, 2003).

Como mistura de emoções, a fenomenologia da ansiedade é mais variável que a do medo. Pode variar ao longo do tempo ou de acordo com as situações desencadeadoras, sendo, assim, mais vaga, imprecisa e difícil de definir. [...]

No último parágrafo, os elementos coesivos como e “assim”, podem ser substituídos respectivamente, sem perda de sentido, por:

Alternativas
Q2685295 Português

Leia o texto abaixo e responda as questões de 01 a 06.


O medo, a ansiedade e as suas perturbações

Américo Baptista

Marina Carvalho

Fátima Lory


Diversos rótulos verbais são utilizados para descrever um estado emocional desagradável de apreensão ou tensão, acompanhado por sintomas de ativação fisiológica, como, por exemplo, palpitações, dificuldades em respirar, tonturas, suores, sensação de calor e frio ou tremores, desencadeados por uma ameaça real ou antecipada (Baptista, 1988). Medo e ansiedade são os descritores mais utilizados, tanto na linguagem do dia-a-dia como na literatura psicológica. O termo angústia é cada vez menos utilizado, enquanto que, principalmente após a publicação da 3.ª edição do manual de classificação e diagnóstico da Associação Psiquiátrica Americana (APA, 1980), o termo pânico tem vindo a ser utilizado cada vez mais frequentemente. Apesar de medo e ansiedade serem muitas vezes considerados sinônimos, a presença ou ausência de estímulos desencadeadores externos e o comportamento de evitação costumam ser as características que se utilizam para diferenciar os dois estados. Considera-se medo quando existe um estímulo desencadeador externo óbvio que provoca comportamento de fuga ou evitação, enquanto que ansiedade é o estado emocional aversivo sem desencadeadores claros que, obviamente, não podem ser evitados.

Do ponto de vista das teorias das emoções, o medo é considerado como uma emoção básica, fundamental, discreta, presente em todas as idades, culturas, raças ou espécies, enquanto que a ansiedade é uma mistura de emoções, na qual predomina o medo (Barlow, 2002; Ekman& Davidson, 1994; Lewis & Haviland Jones, 2000; Plutchik, 2003).

Como mistura de emoções, a fenomenologia da ansiedade é mais variável que a do medo. Pode variar ao longo do tempo ou de acordo com as situações desencadeadoras, sendo, assim, mais vaga, imprecisa e difícil de definir. [...]

De acordo com o texto, marque a alternativa correta.

Alternativas
Q2425311 Português

No século XX, mais precisamente a partir de 1930, a biblioterapia começou a ser compreendida e valorizada como ciência e não apenas como arte. Assim, a biblioterapia foi ganhando mais credibilidade, sendo considerada campo de pesquisa e de atuação profissional, no âmbito clínico, Biblioterapia clínica, e educacional, Biblioteconomia.

Muitos conceitos têm sido propostos por pesquisadores da temática e abrangem os seguintes aspectos: escolha de narrativas conforme as necessidades dos pacientes/leitores, administração da terapia com base em comentários de leituras e compreensão da obra e avaliação dos resultados. De acordo com Angela Ratton, a utilização desta terapia com base na leitura dirigida, “ é considerada atualmente na profilaxia, educação, reabilitação e na terapia propriamente dita, em indivíduos nas diversas faixas etárias, com doenças físicas ou mentais”. A autora também esclarece que “aceitam-se como terapêuticas todas as influências benéficas da leitura espontânea, feita na vida diária com propósitos recreativos, assim como na educação sistemática”.

(CRISTÓFANO, Sirlene1. Faculdade de Letras da Universidade do Porto.

A literatura infantil e juvenil: a formação do leitor contra a

marginalização.)


Considerando aspectos de comprovação científica de seus benefícios, o papel da escola no desenvolvimento do gosto pela leitura é de fundamental importância. A sistematização de tal hábito pela escola deve passar pela observação de alguns aspectos, dentre eles:


I. A escolha certa para as primeiras leituras é fator de influência para leituras posteriores; assim o conhecimento – por parte do professor – do gosto da maioria de seus alunos – facilitará o sucesso da formação pretendida.

II. Mesmo nos anos iniciais, a qualidade de um livro não deve ser avaliada pela capa, mas sim pelo seu conteúdo. Portanto, o aspecto visual não pode ser visto com destaque para a formação de leitores.

III. A manutenção de uma biblioteca, mesmo que pequena, na escola é um fator de extrema importância para o desenvolvimento do hábito de leitura, ferramenta por meio da qual o acesso à leitura pode ser feito independente do contexto vivido por cada um.


Completa(m) corretamente o enunciado

Alternativas
Q2425308 Português

A Língua Japonesa é formada por três sistemas de escrita: o hiragana, o katakana e o kanji. Os kanji ou ideogramas são originários da China, e foram introduzidos e adotados no Japão no século VI. Porém, devido às diferenças existentes entre as Línguas Chinesa e a Japonesa, surgiu a necessidade de criar outros sistemas de escrita para palavras que não poderiam ser escritas somente com o kanji. Assim surgiram o hiragana e o katakana, silabários japoneses formados por 46 letras cada. [...]


(Disponível em: https://www.sp.br.emb-japan.go.jp/itpr_pt/lingua.html.)


O termo destacado no fragmento anterior foi empregado com o objetivo de:

Alternativas
Q2425307 Português

Texto para responder às questões de 41 a 43.


[...] Os brasileiros vão estudar inglês e aprendem que nessa língua a morfologia verbal é simplíssima. No presente, a única forma diferente das outras é a da 3ª pessoa do singular, que ganha um –s (he lives), enquanto as outras permanecem idênticas (I, you, we, they live). No passado, tudo fica exatamente igual (I, you, he, she, it, we, you, they lived). Ninguém se assusta com isso, ninguém ri disso, e muitos até acham bom que seja assim, porque é mais fácil de aprender do que nas línguas (como o português, o alemão, etc.) que têm uma morfologia verbal bem mais diversificada.

Qual é a reação, porém, desses mesmos brasileiros quando topam com algo do tipo eu morava, tu morava, ele morava, nós morava, vocês morava, eles morava? O riso, o deboche ou, no melhor dos casos, a compaixão pelos “infelizes caipiras” que “não sabem falar direito”, como se fossem menos inteligentes ou até menos humanos que os demais falantes. Ora, do ponto de vista exclusivamente estrutural, não há nada de melhor em I / you / he / she / it / we / you / they lived nem nada de pior em eu / tu / você / ele / ela / nós / a gente / vocês / eles / elas morava... O fenômeno linguístico é o mesmo, a recepção sociocultural do fenômeno – e só ela – é que é diferente. E é aí que a porca torce o rabo!



BAGNO,Marcos.QuemridoquêFragmento.Disponívelem:http://www.marcosbagno.com.br/conteudo/textos-carosamigos.htm.)

Imagem associada para resolução da questão



Após ler o texto de Marcos Bagno, um professor de Português do 6º ano do ensino fundamental elaborou uma proposta de atividade para a sua turma em que apresentou a tirinha anterior e, com o objetivo de promover o estudo das variedades linguísticas, deu o seguinte comando: “Após a leitura da tirinha, vocês deverão corrigir as falas dos personagens”. Diante de tal ação, selecione o comentário correto de acordo com os parâmetros atuais para o ensino da língua.

Alternativas
Q2425306 Português

Texto para responder às questões de 41 a 43.


[...] Os brasileiros vão estudar inglês e aprendem que nessa língua a morfologia verbal é simplíssima. No presente, a única forma diferente das outras é a da 3ª pessoa do singular, que ganha um –s (he lives), enquanto as outras permanecem idênticas (I, you, we, they live). No passado, tudo fica exatamente igual (I, you, he, she, it, we, you, they lived). Ninguém se assusta com isso, ninguém ri disso, e muitos até acham bom que seja assim, porque é mais fácil de aprender do que nas línguas (como o português, o alemão, etc.) que têm uma morfologia verbal bem mais diversificada.

Qual é a reação, porém, desses mesmos brasileiros quando topam com algo do tipo eu morava, tu morava, ele morava, nós morava, vocês morava, eles morava? O riso, o deboche ou, no melhor dos casos, a compaixão pelos “infelizes caipiras” que “não sabem falar direito”, como se fossem menos inteligentes ou até menos humanos que os demais falantes. Ora, do ponto de vista exclusivamente estrutural, não há nada de melhor em I / you / he / she / it / we / you / they lived nem nada de pior em eu / tu / você / ele / ela / nós / a gente / vocês / eles / elas morava... O fenômeno linguístico é o mesmo, a recepção sociocultural do fenômeno – e só ela – é que é diferente. E é aí que a porca torce o rabo!



BAGNO,Marcos.QuemridoquêFragmento.Disponívelem:http://www.marcosbagno.com.br/conteudo/textos-carosamigos.htm.)

Considerando-se o estudo sobre a variedade linguística e tendo em vista as ponderações feitas pelo autor, é correto afirmar que as expressões que aparecem entre aspas no segundo parágrafo denotam, no contexto:

Alternativas
Respostas
47101: B
47102: C
47103: E
47104: C
47105: C
47106: E
47107: E
47108: A
47109: D
47110: B
47111: D
47112: C
47113: A
47114: A
47115: A
47116: D
47117: D
47118: B
47119: B
47120: B