Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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. Fica claro, após a leitura do texto, que, inicialmente, o termo “competência” significa faculdade, aptidão para exercer, manter ou proteger um direito ou poder de exercer atribuição legal a respeito de certos atos jurídicos.
II. O texto defende a ideia de que a competência sobre a gestão da segurança pública cabe aos agentes públicos concursados e designados para tais funções, independentemente do cargo que ocupam ou da instituição a que estão vinculados.
III. A partir do texto, pode-se afirmar que, no Brasil, a área de segurança pública é administrada prioritariamente por órgãos federais, como a Polícia Federal e o Ministério Público.
Marque a alternativa CORRETA:
I. Após ler atentamente ao texto, pode-se inferir que a participação dos governos municipais em ações de segurança pública é determinada pela Constituição Federal e fiscalizada pelos Tribunais de Contas estaduais.
II. O texto permite inferir que o termo “competência” também é entendido como o poder que é conferido à pessoa, à instituição ou à autoridade jurisdicional para deliberação e decisão acerca de assuntos determinados, de acordo com as regras que a conferem este mesmo poder.
III. O texto defende a ideia de que a competência administrativa se fundamenta na Constituição Federal. Cada esfera de governo tem, assim, a sua própria competência.
Marque a alternativa CORRETA:
Efeitos da poluição sonora sobre a saúde
Publicado em 08/20/2019 (disponível em https://bit.ly/3pd6Sx5). Adaptado.
A audição é um sentido evolutivo fundamental, em que a percepção de sons e ruídos nos ajuda na comunicação e identificação de fontes de perigo. Atualmente, a audição tem sofrido cada dia mais com um efeito capaz de prejudicar a saúde e diminuir a capacidade auditiva, a poluição sonora.
A poluição sonora é um dos maiores problemas ambientais dos grandes centros urbanos, sendo menos frequente em regiões mais afastadas. Ela representa todo e qualquer ruído que possa causar danos à saúde e inclui situações que provocam desconforto acústico, desde uma pessoa falando alto, até o ruído de um avião decolando.
A poluição sonora acontece quando o som altera a condição normal da audição em um espaço. Diferente de outros tipos de poluição, não se acumula no meio ambiente, entretanto, ocasiona diversos dados à saúde, à qualidade de vida e à fauna, sendo considerada um problema de saúde pública em todo o mundo.
A poluição sonora foi reconhecida como um problema de saúde pública pela Organização Mundial da Saúde por seus efeitos sobre crianças e adolescentes. Nessas fases da vida, os ruídos aumentam os efeitos da irritabilidade, causam dificuldade de concentração e frustração, prejudicando diretamente o desempenho escolar e cognitivo.
A poluição sonora pode causar a perda auditiva, provocar alterações no sono, irritação, depressão, zumbido, agressividade, perda de desempenho cognitivo e outras doenças.
A poluição sonora é a causa mais comum de perda auditiva. A surdez causada pelos danos por meio da poluição sonora pode acontecer a longo prazo, como em exposição prolongada a um ambiente de nível de ruído médio, como indústrias e trânsito, ou imediato, como um tiro de revólver próximo ao ouvido.
A irritação aparece quando o ruído interfere nas atividades diárias, no convívio social sono e momentos de descanso, provocando reações negativas como raiva, cansaço, e outros sintomas de estresse.
A poluição sonora também pode ser relacionada com doenças, como infarto, hipertensão arterial e acidente vascular encefálico. Devido à exposição constante, ocorre maior estímulo no sistema nervoso autônomo, elevando a pressão, e contribuindo para processos como a aterosclerose.
A qualidade do sono interfere de forma direta na saúde.
Mesmo enquanto dormimos, percebemos e reagimos aos
ruídos, que impedem o efeito restaurador de diversas
funções, mantendo o nível de estresse elevado de forma
inconsciente
I. Após a leitura atenta do texto, é possível inferir que, quando o ruído interfere nas atividades diárias, no convívio social, no sono e nos momentos de descanso, a irritação aparece para o indivíduo, provocando reações negativas, como a raiva, o cansaço, e outros sintomas de estresse.
II. As informações presentes no texto deixam claro que a poluição sonora também pode ser relacionada com doenças como o infarto, a hipertensão arterial e o acidente vascular encefálico. Devido à exposição constante, ocorre maior estímulo no sistema nervoso autônomo, elevando a pressão, e contribuindo para processos como a aterosclerose, afirma o texto.
III. De acordo com o texto, a poluição sonora acontece quando o som altera a condição normal da audição em um espaço, por se acumular no meio ambiente, ocasionando diversos dados à saúde e sendo considerada um problema de saúde pública.
Marque a alternativa CORRETA
Efeitos da poluição sonora sobre a saúde
Publicado em 08/20/2019 (disponível em https://bit.ly/3pd6Sx5). Adaptado.
A audição é um sentido evolutivo fundamental, em que a percepção de sons e ruídos nos ajuda na comunicação e identificação de fontes de perigo. Atualmente, a audição tem sofrido cada dia mais com um efeito capaz de prejudicar a saúde e diminuir a capacidade auditiva, a poluição sonora.
A poluição sonora é um dos maiores problemas ambientais dos grandes centros urbanos, sendo menos frequente em regiões mais afastadas. Ela representa todo e qualquer ruído que possa causar danos à saúde e inclui situações que provocam desconforto acústico, desde uma pessoa falando alto, até o ruído de um avião decolando.
A poluição sonora acontece quando o som altera a condição normal da audição em um espaço. Diferente de outros tipos de poluição, não se acumula no meio ambiente, entretanto, ocasiona diversos dados à saúde, à qualidade de vida e à fauna, sendo considerada um problema de saúde pública em todo o mundo.
A poluição sonora foi reconhecida como um problema de saúde pública pela Organização Mundial da Saúde por seus efeitos sobre crianças e adolescentes. Nessas fases da vida, os ruídos aumentam os efeitos da irritabilidade, causam dificuldade de concentração e frustração, prejudicando diretamente o desempenho escolar e cognitivo.
A poluição sonora pode causar a perda auditiva, provocar alterações no sono, irritação, depressão, zumbido, agressividade, perda de desempenho cognitivo e outras doenças.
A poluição sonora é a causa mais comum de perda auditiva. A surdez causada pelos danos por meio da poluição sonora pode acontecer a longo prazo, como em exposição prolongada a um ambiente de nível de ruído médio, como indústrias e trânsito, ou imediato, como um tiro de revólver próximo ao ouvido.
A irritação aparece quando o ruído interfere nas atividades diárias, no convívio social sono e momentos de descanso, provocando reações negativas como raiva, cansaço, e outros sintomas de estresse.
A poluição sonora também pode ser relacionada com doenças, como infarto, hipertensão arterial e acidente vascular encefálico. Devido à exposição constante, ocorre maior estímulo no sistema nervoso autônomo, elevando a pressão, e contribuindo para processos como a aterosclerose.
A qualidade do sono interfere de forma direta na saúde.
Mesmo enquanto dormimos, percebemos e reagimos aos
ruídos, que impedem o efeito restaurador de diversas
funções, mantendo o nível de estresse elevado de forma
inconsciente
I. O texto deixa claro que a poluição sonora pode causar a perda auditiva, a alterações no sono, irritação, depressão, zumbido, agressividade, melhora do desempenho cognitivo e outras doenças.
II. É possível inferir a partir do texto que a surdez causada pelos danos por meio da poluição sonora pode acontecer de forma imediata, como em exposição prolongada a um ambiente de nível de ruído médio, como indústrias e trânsito, ou a longo prazo, como um tiro de revólver próximo ao ouvido.
III. O texto afirma que a poluição sonora foi reconhecida como um problema de saúde pública pela Organização Mundial da Saúde por seus efeitos sobre crianças e adultos. Nessa faixa etária, os ruídos amenizam os efeitos da irritabilidade, prejudicando diretamente o desempenho escolar e cognitivo.
Marque a alternativa CORRETA:
Muitos anos depois da publicação de Quarto de despejo, diário de uma favelada, novas escritoras negras brasileiras, inspiradas na obra de Carolina Maria de Jesus, formam o livro Carolinas: a nova geração de escritoras negras brasileiras, publicado em 2021, do qual se extrai o texto abaixo.
Entre a rua, este quarto e o ser
(Camila de Oliveira Silva)
Recebo a manhã de pé. Consciente da minha insone madrugada, eu estou à beira das 6h. Pressinto o dia longo, que vai arrastar esse corpo que sequer se esticou. Pronto o café, pronta uma manhã e nem importa que eu não esteja preparada para absolutamente nada hoje. Alguma vez já quis pedir ao dia que me levante. Não sei seguir por essa hora em chamas, nesse amarelo que cai sobre o dia, que não me socorre. Às vezes, antes de ir à rua, me pego querendo ir direto para a noite. Algo me vem em cheio nessas horas e não é a saudade que ontem, sem razão, me consumia de vida e morte.
E de repente já estou na rua, rumando, rearrumando e esfregando meus olhos secos. Esforçando em segurar lágrimas e sabendo que preciso, agora, despejar meu olhar sobre o mundo: o mais seco que eu quiser. Desejo despejar meu olhar dentro dos olhos de todo mundo. Ando, e sinto que os passos só escorrem para alcançar sentido. Quando estou aqui, parece que a rua é tudo o que tenho, sou e tudo o que sobrei. [...]
(LUDEMIR, Julio (org.). Carolinas: a nova geração
de escritoras negras brasileiras. Rio de Janeiro:
Bazar do Tempo: Flup, 2021)
Muitos anos depois da publicação de Quarto de despejo, diário de uma favelada, novas escritoras negras brasileiras, inspiradas na obra de Carolina Maria de Jesus, formam o livro Carolinas: a nova geração de escritoras negras brasileiras, publicado em 2021, do qual se extrai o texto abaixo.
Entre a rua, este quarto e o ser
(Camila de Oliveira Silva)
Recebo a manhã de pé. Consciente da minha insone madrugada, eu estou à beira das 6h. Pressinto o dia longo, que vai arrastar esse corpo que sequer se esticou. Pronto o café, pronta uma manhã e nem importa que eu não esteja preparada para absolutamente nada hoje. Alguma vez já quis pedir ao dia que me levante. Não sei seguir por essa hora em chamas, nesse amarelo que cai sobre o dia, que não me socorre. Às vezes, antes de ir à rua, me pego querendo ir direto para a noite. Algo me vem em cheio nessas horas e não é a saudade que ontem, sem razão, me consumia de vida e morte.
E de repente já estou na rua, rumando, rearrumando e esfregando meus olhos secos. Esforçando em segurar lágrimas e sabendo que preciso, agora, despejar meu olhar sobre o mundo: o mais seco que eu quiser. Desejo despejar meu olhar dentro dos olhos de todo mundo. Ando, e sinto que os passos só escorrem para alcançar sentido. Quando estou aqui, parece que a rua é tudo o que tenho, sou e tudo o que sobrei. [...]
(LUDEMIR, Julio (org.). Carolinas: a nova geração
de escritoras negras brasileiras. Rio de Janeiro:
Bazar do Tempo: Flup, 2021)
Muitos anos depois da publicação de Quarto de despejo, diário de uma favelada, novas escritoras negras brasileiras, inspiradas na obra de Carolina Maria de Jesus, formam o livro Carolinas: a nova geração de escritoras negras brasileiras, publicado em 2021, do qual se extrai o texto abaixo.
Entre a rua, este quarto e o ser
(Camila de Oliveira Silva)
Recebo a manhã de pé. Consciente da minha insone madrugada, eu estou à beira das 6h. Pressinto o dia longo, que vai arrastar esse corpo que sequer se esticou. Pronto o café, pronta uma manhã e nem importa que eu não esteja preparada para absolutamente nada hoje. Alguma vez já quis pedir ao dia que me levante. Não sei seguir por essa hora em chamas, nesse amarelo que cai sobre o dia, que não me socorre. Às vezes, antes de ir à rua, me pego querendo ir direto para a noite. Algo me vem em cheio nessas horas e não é a saudade que ontem, sem razão, me consumia de vida e morte.
E de repente já estou na rua, rumando, rearrumando e esfregando meus olhos secos. Esforçando em segurar lágrimas e sabendo que preciso, agora, despejar meu olhar sobre o mundo: o mais seco que eu quiser. Desejo despejar meu olhar dentro dos olhos de todo mundo. Ando, e sinto que os passos só escorrem para alcançar sentido. Quando estou aqui, parece que a rua é tudo o que tenho, sou e tudo o que sobrei. [...]
(LUDEMIR, Julio (org.). Carolinas: a nova geração
de escritoras negras brasileiras. Rio de Janeiro:
Bazar do Tempo: Flup, 2021)
Muitos anos depois da publicação de Quarto de despejo, diário de uma favelada, novas escritoras negras brasileiras, inspiradas na obra de Carolina Maria de Jesus, formam o livro Carolinas: a nova geração de escritoras negras brasileiras, publicado em 2021, do qual se extrai o texto abaixo.
Entre a rua, este quarto e o ser
(Camila de Oliveira Silva)
Recebo a manhã de pé. Consciente da minha insone madrugada, eu estou à beira das 6h. Pressinto o dia longo, que vai arrastar esse corpo que sequer se esticou. Pronto o café, pronta uma manhã e nem importa que eu não esteja preparada para absolutamente nada hoje. Alguma vez já quis pedir ao dia que me levante. Não sei seguir por essa hora em chamas, nesse amarelo que cai sobre o dia, que não me socorre. Às vezes, antes de ir à rua, me pego querendo ir direto para a noite. Algo me vem em cheio nessas horas e não é a saudade que ontem, sem razão, me consumia de vida e morte.
E de repente já estou na rua, rumando, rearrumando e esfregando meus olhos secos. Esforçando em segurar lágrimas e sabendo que preciso, agora, despejar meu olhar sobre o mundo: o mais seco que eu quiser. Desejo despejar meu olhar dentro dos olhos de todo mundo. Ando, e sinto que os passos só escorrem para alcançar sentido. Quando estou aqui, parece que a rua é tudo o que tenho, sou e tudo o que sobrei. [...]
(LUDEMIR, Julio (org.). Carolinas: a nova geração
de escritoras negras brasileiras. Rio de Janeiro:
Bazar do Tempo: Flup, 2021)

“A Instituição Policial brasileira, segundo documentação existente no Museu Nacional do Rio de Janeiro, data de 1530, quando da chegada de Martim Afonso de Sousa enviado ao Brasil-Colônia por D. João III. A pesquisa histórica revela que, no dia 20 de novembro de 1530, a Polícia brasileira iniciava as suas ações, promovendo justiça e organizando os serviços de ordem pública, como melhor entendesse, nas terras conquistadas do Brasil. A partir de então a Instituição Policial brasileira passou por seguidas reformulações nos anos de 1534, 1538, 1557, 1565, 1566, 1603, e, assim, sucessivamente. Somente em 1808, com a chegada do príncipe Dom João ao Brasil, a polícia começou a ser estruturada, comandada por um delegado e composta por escrivães e agentes.
Na época, uma das principais funções desta organização era se prevenir de espiões europeus e fiscalizar embarcações. A polícia, então, também começou a ser chamada de Civil, como uma forma de diferenciá-la de outras formas de policiamento, por seu caráter investigativo.”
O texto acima mostra seguidamente a preocupação com a precisão informativa; a marca destacada que corresponde a uma outra preocupação, que não a de precisão, é: