Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q1916052 Português

TEXTO 2

Onde podemos encontrar inteligência artificial?


        A IA está por todos os lugares, no carro autônomo, no chão de fábrica e no sistema de atendimento dos hospitais. Mas também está na rede social, no seu celular, no antivírus, no buscador de internet. O Google, por exemplo, é um exemplo de empresa AI-first. Ou seja, todos os seus produtos têm processos de machine learning.

        No Google Fotos, é possível procurar por objetos e situações específicos, de “abraços” a “cachorros” e “cores”. Além disso, o Assistente está sempre sugerindo criar um GIF, montagem ou efeito.

        No Gmail, o e-mail da gigante de buscas, o machine learning ajudou a aprimorar o filtro de spam e, no Google Tradutor, a mudança para o sistema de tradução com máquinas neurais melhorou a qualidade do que era traduzido de forma significativa. Na busca, está o RankBrain, algoritmo que usa deep learning para melhorar o ranqueamento dos links. O reconhecimento de voz no Android também é “aprendizado de máquina”.

        No Facebook, a tecnologia ajuda a remover conteúdo impróprio antes mesmo de um post ser denunciado por um usuário. Um mix de inteligência artificial, machine learning e visão computacional permite remover conteúdos impróprios com mais rapidez, rastrear mais conteúdo e aumentar a capacidade da equipe de revisão formada por revisores humanos.

        Mas, nem tudo são flores: você deve estar se perguntando por que, no caso da rede social, isso “não funciona”. O Facebook aponta que a IA é muito promissora, mas ainda está longe de ser eficaz para todos os tipos de conteúdos impróprios, dado que o contexto é algo muito importante. Por isso, ainda temos pessoas revisando denúncias. Nesse caso, a tecnologia é usada para expandir a capacidade e acelerar o processo, mas ainda não substitui pessoas.

https://tecnoblog.net/263808/o-que-e-inteligencia-artificial/

Na expressão “Mas, nem tudo são flores”, onde começa o último parágrafo do texto 2, pode-se inferir que essa frase tem o mesmo sentido que:
Alternativas
Q1916051 Português

TEXTO 2

Onde podemos encontrar inteligência artificial?


        A IA está por todos os lugares, no carro autônomo, no chão de fábrica e no sistema de atendimento dos hospitais. Mas também está na rede social, no seu celular, no antivírus, no buscador de internet. O Google, por exemplo, é um exemplo de empresa AI-first. Ou seja, todos os seus produtos têm processos de machine learning.

        No Google Fotos, é possível procurar por objetos e situações específicos, de “abraços” a “cachorros” e “cores”. Além disso, o Assistente está sempre sugerindo criar um GIF, montagem ou efeito.

        No Gmail, o e-mail da gigante de buscas, o machine learning ajudou a aprimorar o filtro de spam e, no Google Tradutor, a mudança para o sistema de tradução com máquinas neurais melhorou a qualidade do que era traduzido de forma significativa. Na busca, está o RankBrain, algoritmo que usa deep learning para melhorar o ranqueamento dos links. O reconhecimento de voz no Android também é “aprendizado de máquina”.

        No Facebook, a tecnologia ajuda a remover conteúdo impróprio antes mesmo de um post ser denunciado por um usuário. Um mix de inteligência artificial, machine learning e visão computacional permite remover conteúdos impróprios com mais rapidez, rastrear mais conteúdo e aumentar a capacidade da equipe de revisão formada por revisores humanos.

        Mas, nem tudo são flores: você deve estar se perguntando por que, no caso da rede social, isso “não funciona”. O Facebook aponta que a IA é muito promissora, mas ainda está longe de ser eficaz para todos os tipos de conteúdos impróprios, dado que o contexto é algo muito importante. Por isso, ainda temos pessoas revisando denúncias. Nesse caso, a tecnologia é usada para expandir a capacidade e acelerar o processo, mas ainda não substitui pessoas.

https://tecnoblog.net/263808/o-que-e-inteligencia-artificial/

Analise as frases acerca do TEXTO 2 e complete com V(verdadeiro) e F (falso)


( ) O algoritmo é usado para melhorar o ranqueamento dos links e o reconhecimento de voz.

( ) É a ciência da instituição responsável pelo sistema de efeitos e montagens como GIF.

( ) A inteligência artificial melhorou de forma significativa o sistema de tradução com máquinas neurais.

( ) Inteligência artificial é o sistema baseado em processo computacional que permite a simulação do cérebro humano.

( ) O marco legal para o uso da inteligência artificial começou a ser discutido no Brasil, desde 1956.

( ) A inteligência artificial está presente em todos os lugares, embora ainda não substitua pessoas.


A sequência que responde corretamente o que diz o texto 2 é: 

Alternativas
Q1916050 Português

TEXTO 1

O que é inteligência artificial?

Saiba o que é inteligência artificial e como ela se manifesta

na nossa rotina e qual é o futuro dessa tecnologia


            A Inteligência Artificial, que você vai ver por aí sendo citada apenas como IA (ou AI, de artificial intelligence) é um avanço tecnológico que permite que sistemas simulem uma inteligência similar à humana — indo além da programação de ordens específicas para tomar decisões de forma autônoma, baseadas em padrões de enormes bancos de dados.

        Algo tão complicado é também um campo de estudo acadêmico — que não começou ontem. Há algumas décadas, se estuda o que se chamou de “agentes inteligentes”, que percebem seu ambiente, entendem como podem operar e qual a melhor forma. Credita-se ao professor John McCarthy o uso do termo pela primeira vez em 1956, em uma conferência de especialistas em Darmouth Colege, chamada “O Eros Eletrónico”, que definiu como “a ciência e a engenharia de produzir máquinas inteligentes”.


Leia as assertivas em relação ao TEXTO 1. Em seguida marque a alternativa que


I – É definida como inteligência artificial as representações tecnológicas provenientes do campo da informática e da ciência da computação.

II – Inteligência artificial “é a ciência e a engenharia de produzir máquinas inteligentes”.

III – É por meio da inteligência artificial que se remove conteúdo impróprio antes mesmo de um post ser denunciado por um usuário.

IV – Há algumas décadas a inteligência artificial como hoje é conhecida era chamada de “agentes inteligentes”.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q1915992 Português
Por que a Lua é importante para a Terra?   

           Durante séculos, o homem vem estudando a Lua e tentando descobrir como ela se formou e como passou a orbitar a Terra. O que se sabe, no entanto, é que nosso satélite natural é essencial para que haja vida por aqui. 
           A força da gravidade que a Lua exerce sobre a Terra e que a Terra exerce sobre a Lua causa uma espécie de cabo de guerra – chamado de puxão ___________. Isso faz com que grandes massas de água, como os oceanos, se movam dependendo da posição da Lua em relação à Terra. 
            Essa movimentação também acontece no material que existe no interior da Terra. Ao se mover, ele se torna muito aquecido, derretendo o silicato presente ali e formando o manto e o magma. Isso faz com que o planeta se mantenha vivo, em constante movimento. 
            A gravidade também estabiliza o movimento de rotação do nosso planeta, evitando mudanças em seu eixo. E é graças a esse eixo de rotação que, durante o ano, há uma alternância dos ____________ que se voltam para o Sol. É também por isso que existem as quatro estações do ano, que mantêm as zonas climáticas em equilíbrio. Tudo isso é essencial para que os seres vivos tenham condições de se desenvolver. 
            A  Lua também funciona como um escudo para a Terra, protegendo nosso planeta de grandes asteroides ou cometas.
(Fonte: Recreio - adaptado.)
Na frase “Tudo isso é essencial [...]”, a palavra sublinhada pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
Alternativas
Q1915991 Português
Por que a Lua é importante para a Terra?   

           Durante séculos, o homem vem estudando a Lua e tentando descobrir como ela se formou e como passou a orbitar a Terra. O que se sabe, no entanto, é que nosso satélite natural é essencial para que haja vida por aqui. 
           A força da gravidade que a Lua exerce sobre a Terra e que a Terra exerce sobre a Lua causa uma espécie de cabo de guerra – chamado de puxão ___________. Isso faz com que grandes massas de água, como os oceanos, se movam dependendo da posição da Lua em relação à Terra. 
            Essa movimentação também acontece no material que existe no interior da Terra. Ao se mover, ele se torna muito aquecido, derretendo o silicato presente ali e formando o manto e o magma. Isso faz com que o planeta se mantenha vivo, em constante movimento. 
            A gravidade também estabiliza o movimento de rotação do nosso planeta, evitando mudanças em seu eixo. E é graças a esse eixo de rotação que, durante o ano, há uma alternância dos ____________ que se voltam para o Sol. É também por isso que existem as quatro estações do ano, que mantêm as zonas climáticas em equilíbrio. Tudo isso é essencial para que os seres vivos tenham condições de se desenvolver. 
            A  Lua também funciona como um escudo para a Terra, protegendo nosso planeta de grandes asteroides ou cometas.
(Fonte: Recreio - adaptado.)
Em conformidade com o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1915842 Português
EZRA POUND (1885 – 1972)

Em 1945, depois de quatro décadas como um incansável polemista, mesmo sem conquistar a influência pública que desejava, Ezra Pound viu sua vida atropelada pela polêmica pública. Quando o esforço de guerra italiano fracassou, Pound foi trancafiado em uma gaiola ao ar livre em uma base militar americana nos arredores de Pisa e acusado de traição pelas transmissões de rádio pró-fascistas e antissemitas feitas em Roma, atacando abertamente a participação dos Estados Unidos na guerra. Julgado em Washington D.C., Pound escapou da pena de morte apenas por ter impetrado um recurso alegando insanidade. Foi mantido no Saint Elizabeth’s Hospital, manicômio judiciário, pelos 12 anos seguintes. Apesar de tudo, Pound conseguiu criar alguns de seus melhores poemas nesse período. The Pisan Cantos, publicado em 1948, foi saudado por muitos como sua melhor obra até então e laureado com o prestigioso Prêmio Bollingen, apesar de protestos públicos contra a escolha.
Pound trabalhava em Os Cantos, épico modernista, pelo menos desde 1917 e continuaria o esforço pelo resto da vida. Definia a obra épica como um “poema que inclui história”. Em Os Cantos, Pound faz uma tentativa de reorganizar a história humana de acordo com sua galeria pessoal de heróis exemplares e teorias econômicas.
O poema inclui, entre outras coisas, perfis de Odisseu, Confúcio, do presidente americano John Adams e do mercenário italiano Sigismondo Malatesta, entre a condenação da usura e a remessa dos politicamente perversos para um inferno digno de Dante. Depois de 800 páginas, a maratona sucumbe ao peso de sua vasta ambição: “Não sou um semideus / Não consigo fazer sentido”, admite Poud. O que permanece tem a grandeza de um palácio arruinado, com detalhes luminosos sobre as trevas.

(501Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 297). 
Na última parte do texto, o autor utiliza a palavra “mercenário”. Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para tal palavra: 
Alternativas
Q1915841 Português
EZRA POUND (1885 – 1972)

Em 1945, depois de quatro décadas como um incansável polemista, mesmo sem conquistar a influência pública que desejava, Ezra Pound viu sua vida atropelada pela polêmica pública. Quando o esforço de guerra italiano fracassou, Pound foi trancafiado em uma gaiola ao ar livre em uma base militar americana nos arredores de Pisa e acusado de traição pelas transmissões de rádio pró-fascistas e antissemitas feitas em Roma, atacando abertamente a participação dos Estados Unidos na guerra. Julgado em Washington D.C., Pound escapou da pena de morte apenas por ter impetrado um recurso alegando insanidade. Foi mantido no Saint Elizabeth’s Hospital, manicômio judiciário, pelos 12 anos seguintes. Apesar de tudo, Pound conseguiu criar alguns de seus melhores poemas nesse período. The Pisan Cantos, publicado em 1948, foi saudado por muitos como sua melhor obra até então e laureado com o prestigioso Prêmio Bollingen, apesar de protestos públicos contra a escolha.
Pound trabalhava em Os Cantos, épico modernista, pelo menos desde 1917 e continuaria o esforço pelo resto da vida. Definia a obra épica como um “poema que inclui história”. Em Os Cantos, Pound faz uma tentativa de reorganizar a história humana de acordo com sua galeria pessoal de heróis exemplares e teorias econômicas.
O poema inclui, entre outras coisas, perfis de Odisseu, Confúcio, do presidente americano John Adams e do mercenário italiano Sigismondo Malatesta, entre a condenação da usura e a remessa dos politicamente perversos para um inferno digno de Dante. Depois de 800 páginas, a maratona sucumbe ao peso de sua vasta ambição: “Não sou um semideus / Não consigo fazer sentido”, admite Poud. O que permanece tem a grandeza de um palácio arruinado, com detalhes luminosos sobre as trevas.

(501Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 297). 
Ainda de acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Pound concluiu todos os seus trabalhos.
II – Pound escreveu inúmeras peças de teatro.
III – Pound era o principal radialista da cidade de Roma na década de 1950. 
Alternativas
Q1915840 Português
EZRA POUND (1885 – 1972)

Em 1945, depois de quatro décadas como um incansável polemista, mesmo sem conquistar a influência pública que desejava, Ezra Pound viu sua vida atropelada pela polêmica pública. Quando o esforço de guerra italiano fracassou, Pound foi trancafiado em uma gaiola ao ar livre em uma base militar americana nos arredores de Pisa e acusado de traição pelas transmissões de rádio pró-fascistas e antissemitas feitas em Roma, atacando abertamente a participação dos Estados Unidos na guerra. Julgado em Washington D.C., Pound escapou da pena de morte apenas por ter impetrado um recurso alegando insanidade. Foi mantido no Saint Elizabeth’s Hospital, manicômio judiciário, pelos 12 anos seguintes. Apesar de tudo, Pound conseguiu criar alguns de seus melhores poemas nesse período. The Pisan Cantos, publicado em 1948, foi saudado por muitos como sua melhor obra até então e laureado com o prestigioso Prêmio Bollingen, apesar de protestos públicos contra a escolha.
Pound trabalhava em Os Cantos, épico modernista, pelo menos desde 1917 e continuaria o esforço pelo resto da vida. Definia a obra épica como um “poema que inclui história”. Em Os Cantos, Pound faz uma tentativa de reorganizar a história humana de acordo com sua galeria pessoal de heróis exemplares e teorias econômicas.
O poema inclui, entre outras coisas, perfis de Odisseu, Confúcio, do presidente americano John Adams e do mercenário italiano Sigismondo Malatesta, entre a condenação da usura e a remessa dos politicamente perversos para um inferno digno de Dante. Depois de 800 páginas, a maratona sucumbe ao peso de sua vasta ambição: “Não sou um semideus / Não consigo fazer sentido”, admite Poud. O que permanece tem a grandeza de um palácio arruinado, com detalhes luminosos sobre as trevas.

(501Grandes Escritores. São Paulo: Sextante, 2009, p. 297). 
De acordo com o autor do texto, julgue os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Pound viveu a maior parte de sua vida no século XX.
II – Pound era comprovadamente insano mental.
III – Pound apoiou Adolph Hitler. 
Alternativas
Q1915749 Português


Texto II 

Imagem associada para resolução da questão


Disponível em: https://www.maisbolsas.com.br/enem/lingua-portuguesa/estrangeirismo-e-emprestimo-linguistico



No último quadrinho do texto II, Mafalda lança uma pergunta, a qual garante a produção de humor na tira. Essa construção humorística está no fato de Mafalda:

Alternativas
Q1915704 Português

Texto 01 - Amor, estranho amor


    Saí atrasado do apartamento e, como na maioria das vezes¸ o elevador estava preso no 5º andar. Ainda dava para ouvir a ______ (I-discussãodiscursão) entre Sr. João e D. Marta: 
    D. Marta- “Vai embora, já vai tarde!!!”
    Sr. João- “Vou, e vou levar a televisão!”
   Desta vez a briga era por causa da televisão, ‘novela x futebol’; ontem foi por causa do freezer, ‘comida x cerveja’; e o casamento se arrastando por décadas.
    Por fim, o elevador chegou. Sr. João estava irritado e nem me (II- ______ cumprimentou/ comprimentou)!       
    Fiquei calado. O elevador foi tomado por um silêncio oprimindo os espelhos... e o térreo que não chegava!!! 
    Por fim, descemos, entrei no carro e fui trabalhar. 
    Mais à noite, parei no saguão para tomar um café, esquentar aquele frio de agosto. Já no elevador, encontrei com o Sr. João, voltando, sorridente e meio sem graça. Não compreendi nada, eis que vi, em uma das redes sociais, a foto do casal. Era a marca congelada a ______ (III-selar/celar) aquele amor invisível, amor estranho que se esvai na memória do tempo. 
    O casal completava bodas de ouro naquele dia.

(Texto produzido especificamente para este concurso)
Observe esse fragmento do texto: “amor estranho que se ‘esvai’ na memória do tempo.” A palavra em destaque pode ser substituída, sem perder o sentido, por: 
Alternativas
Q1915701 Português

Texto 01 - Amor, estranho amor


    Saí atrasado do apartamento e, como na maioria das vezes¸ o elevador estava preso no 5º andar. Ainda dava para ouvir a ______ (I-discussãodiscursão) entre Sr. João e D. Marta: 
    D. Marta- “Vai embora, já vai tarde!!!”
    Sr. João- “Vou, e vou levar a televisão!”
   Desta vez a briga era por causa da televisão, ‘novela x futebol’; ontem foi por causa do freezer, ‘comida x cerveja’; e o casamento se arrastando por décadas.
    Por fim, o elevador chegou. Sr. João estava irritado e nem me (II- ______ cumprimentou/ comprimentou)!       
    Fiquei calado. O elevador foi tomado por um silêncio oprimindo os espelhos... e o térreo que não chegava!!! 
    Por fim, descemos, entrei no carro e fui trabalhar. 
    Mais à noite, parei no saguão para tomar um café, esquentar aquele frio de agosto. Já no elevador, encontrei com o Sr. João, voltando, sorridente e meio sem graça. Não compreendi nada, eis que vi, em uma das redes sociais, a foto do casal. Era a marca congelada a ______ (III-selar/celar) aquele amor invisível, amor estranho que se esvai na memória do tempo. 
    O casal completava bodas de ouro naquele dia.

(Texto produzido especificamente para este concurso)
Sobre o texto 01, assinale a alternativa correta em relação à sua compreensão e interpretação.
Alternativas
Q1915525 Português

Perguntas de criança…


        Há muita sabedoria pedagógica nos ditos populares. Como naquele que diz: “É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencer ela a beber a água…” De fato: se a égua não estiver com sede ela não beberá água por mais que o seu dono a surre... Mas, se estiver com sede, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão. Aplicado à educação: “É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender…”

       Às vezes eu penso que o que as escolas fazem com as crianças é tentar forçá-las a beber a água que elas não querem beber. Brunno Bettelheim, um dos maiores educadores do século passado, dizia que na escola os professores tentaram ensinar-lhe coisas que eles queriam ensinar, mas que ele não queria aprender. Não aprendeu e, ainda por cima, ficou com raiva. Que as crianças querem aprender, disso não tenho a menor dúvida. Vocês devem ser lembrar do que escrevi, corrigindo a afirmação com que Aristóteles começa a sua “Metafísica”: “Todos os homens, enquanto crianças, têm, por natureza, desejo de conhecer…”

       Mas, o que é que as crianças querem aprender? Pois, faz uns dias, recebi de uma professora, Edith Chacon Theodoro, uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas anexada a ela, que seus alunos haviam feito, espontaneamente. “Por que o mundo gira em torno dele e do sol? Por que a vida é justa com poucos e tão injusta com muitos? Por que o céu é azul? Quem foi que inventou o Português? Como foi que os homens e as mulheres chegaram a descobrir as letras e as sílabas? Como a explosão do Big Bang foi originada? Será que existe inferno? Como pode ter alguém que não goste de planta? Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um cego sabe o que é uma cor? Se na Arca de Noé havia muitos animais selvagens, por que um não comeu o outro? Para onde vou depois de morrer? Por que eu adoro música e instrumentos musicais se ninguém na minha família toca nada? Por que sou nervoso? Por que há vento? Por que as pessoas boas morrem mais cedo? Por que a chuva cai em gotas e não tudo de uma vez?”

        José Pacheco é um educador português. Ele é o diretor (embora não aceite ser chamado de diretor, por razões que um dia vou explicar…) da Escola da Ponte, localizada na pequena cidade de Vila das Aves, ao norte de Portugal. É uma das escolas mais inteligentes que já visitei. Ela é inteligente porque leva muito mais a sério as perguntas que as crianças fazem do que as respostas que os programas querem fazê-las aprender. Pois ele me contou que, em tempos idos, quando ainda trabalhava numa outra escola, provocou os alunos a que escrevessem numa folha de papel as perguntas que provocavam a sua curiosidade e ficavam rolando dentro das suas cabeças, sem resposta. O resultado foi parecido com o que transcrevi acima. Entusiasmado com a inteligência das crianças – pois é nas perguntas que a inteligência se revela – resolveu fazer experiência parecida com os professores. Pediu-lhes que colocassem numa folha de papel as perguntas que gostariam de fazer. O resultado foi surpreendente: os professores só fizeram perguntas relativas aos conteúdos dos seus programas. Os professores de geografia fizeram perguntas sobre acidentes geográficos, os professores de português fizeram perguntas sobre gramática, os professores de história fizeram perguntas sobre fatos históricos, os professores de matemática propuseram problemas de matemática a serem resolvidos, e assim por diante.

        O filósofo Ludwig Wittgenstein afirmou: “os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. Minha versão popular: “as perguntas que fazemos revelam o ribeirão onde quero beber…” Leia de novo e vagarosamente as perguntas feitas pelos alunos. Você verá que elas revelam uma sede imensa de conhecimento! Os mundos das crianças são imensos! Sua sede não se mata bebendo a água de um mesmo ribeirão! Querem águas de rios, de lagos, de lagoas, de fontes, de minas, de chuva, de poças d’água… Já as perguntas dos professores revelam (Perdão pela palavra que vou usar! É só uma metáfora, para fazer ligação com o ditado popular!) éguas que perderam a curiosidade, felizes com as águas do ribeirão conhecido… Ribeirões diferentes as assustam, por medo de se afogarem… Perguntas falsas: os professores sabiam as respostas… Assim, elas nada revelavam do espanto que se tem quando se olha para o mundo com atenção. Eram apenas a repetição da mesma trilha batida que leva ao mesmo ribeirão…

        Eu sempre me preocupei muito com aquilo que as escolas fazem com as crianças. Agora estou me preocupando com aquilo que as escolas fazem com os professores. Os professores que fizeram as perguntas já foram crianças; quando crianças, suas perguntas eram outras, seu mundo era outro…Foi a instituição “escola” que lhes ensinou a maneira certa de beber água: cada um no seu ribeirão… Mas as instituições são criações humanas. Podem ser mudadas. E, se forem mudadas, os professores aprenderão o prazer de beber de águas de outros ribeirões e voltarão a fazer as perguntas que faziam quando eram crianças.

(Adaptado do texto “Perguntas de criança…” de Rubem Alves, Folha (sinapse) – terça-feira, 24 de setembro de 2002, p.29) 

Leia essa passagem do texto: ‘uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas “anexada a ela”, que seus alunos haviam feito’, pode-se substituir a expressão entre aspas duplas por uma das alternativas, assinale-a.
Alternativas
Q1915522 Português

Perguntas de criança…


        Há muita sabedoria pedagógica nos ditos populares. Como naquele que diz: “É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencer ela a beber a água…” De fato: se a égua não estiver com sede ela não beberá água por mais que o seu dono a surre... Mas, se estiver com sede, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão. Aplicado à educação: “É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender…”

       Às vezes eu penso que o que as escolas fazem com as crianças é tentar forçá-las a beber a água que elas não querem beber. Brunno Bettelheim, um dos maiores educadores do século passado, dizia que na escola os professores tentaram ensinar-lhe coisas que eles queriam ensinar, mas que ele não queria aprender. Não aprendeu e, ainda por cima, ficou com raiva. Que as crianças querem aprender, disso não tenho a menor dúvida. Vocês devem ser lembrar do que escrevi, corrigindo a afirmação com que Aristóteles começa a sua “Metafísica”: “Todos os homens, enquanto crianças, têm, por natureza, desejo de conhecer…”

       Mas, o que é que as crianças querem aprender? Pois, faz uns dias, recebi de uma professora, Edith Chacon Theodoro, uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas anexada a ela, que seus alunos haviam feito, espontaneamente. “Por que o mundo gira em torno dele e do sol? Por que a vida é justa com poucos e tão injusta com muitos? Por que o céu é azul? Quem foi que inventou o Português? Como foi que os homens e as mulheres chegaram a descobrir as letras e as sílabas? Como a explosão do Big Bang foi originada? Será que existe inferno? Como pode ter alguém que não goste de planta? Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um cego sabe o que é uma cor? Se na Arca de Noé havia muitos animais selvagens, por que um não comeu o outro? Para onde vou depois de morrer? Por que eu adoro música e instrumentos musicais se ninguém na minha família toca nada? Por que sou nervoso? Por que há vento? Por que as pessoas boas morrem mais cedo? Por que a chuva cai em gotas e não tudo de uma vez?”

        José Pacheco é um educador português. Ele é o diretor (embora não aceite ser chamado de diretor, por razões que um dia vou explicar…) da Escola da Ponte, localizada na pequena cidade de Vila das Aves, ao norte de Portugal. É uma das escolas mais inteligentes que já visitei. Ela é inteligente porque leva muito mais a sério as perguntas que as crianças fazem do que as respostas que os programas querem fazê-las aprender. Pois ele me contou que, em tempos idos, quando ainda trabalhava numa outra escola, provocou os alunos a que escrevessem numa folha de papel as perguntas que provocavam a sua curiosidade e ficavam rolando dentro das suas cabeças, sem resposta. O resultado foi parecido com o que transcrevi acima. Entusiasmado com a inteligência das crianças – pois é nas perguntas que a inteligência se revela – resolveu fazer experiência parecida com os professores. Pediu-lhes que colocassem numa folha de papel as perguntas que gostariam de fazer. O resultado foi surpreendente: os professores só fizeram perguntas relativas aos conteúdos dos seus programas. Os professores de geografia fizeram perguntas sobre acidentes geográficos, os professores de português fizeram perguntas sobre gramática, os professores de história fizeram perguntas sobre fatos históricos, os professores de matemática propuseram problemas de matemática a serem resolvidos, e assim por diante.

        O filósofo Ludwig Wittgenstein afirmou: “os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. Minha versão popular: “as perguntas que fazemos revelam o ribeirão onde quero beber…” Leia de novo e vagarosamente as perguntas feitas pelos alunos. Você verá que elas revelam uma sede imensa de conhecimento! Os mundos das crianças são imensos! Sua sede não se mata bebendo a água de um mesmo ribeirão! Querem águas de rios, de lagos, de lagoas, de fontes, de minas, de chuva, de poças d’água… Já as perguntas dos professores revelam (Perdão pela palavra que vou usar! É só uma metáfora, para fazer ligação com o ditado popular!) éguas que perderam a curiosidade, felizes com as águas do ribeirão conhecido… Ribeirões diferentes as assustam, por medo de se afogarem… Perguntas falsas: os professores sabiam as respostas… Assim, elas nada revelavam do espanto que se tem quando se olha para o mundo com atenção. Eram apenas a repetição da mesma trilha batida que leva ao mesmo ribeirão…

        Eu sempre me preocupei muito com aquilo que as escolas fazem com as crianças. Agora estou me preocupando com aquilo que as escolas fazem com os professores. Os professores que fizeram as perguntas já foram crianças; quando crianças, suas perguntas eram outras, seu mundo era outro…Foi a instituição “escola” que lhes ensinou a maneira certa de beber água: cada um no seu ribeirão… Mas as instituições são criações humanas. Podem ser mudadas. E, se forem mudadas, os professores aprenderão o prazer de beber de águas de outros ribeirões e voltarão a fazer as perguntas que faziam quando eram crianças.

(Adaptado do texto “Perguntas de criança…” de Rubem Alves, Folha (sinapse) – terça-feira, 24 de setembro de 2002, p.29) 

Em princípio, a "interpretação de texto consiste em saber o que se infere (conclui-se) do que está escrito", assim sendo, analise as afirmativas que estejam congruentes com a interpretação do texto.


I. O texto informa que todos os homens, desde a infância, têm, por natureza, a curiosidade e o desejo de aprender.

II. O autor afirma que a carta da professora Edith Chacon Theodoro faz jus à carta de uma verdadeira educadora.

III. O autor expõe que a Escola da Ponte é inteligente, à medida que faz um paralelo entre as perguntas que as crianças elaboram e o conteúdo que elas têm que contemplar.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q1915521 Português

Perguntas de criança…


        Há muita sabedoria pedagógica nos ditos populares. Como naquele que diz: “É fácil levar a égua até o meio do ribeirão. O difícil é convencer ela a beber a água…” De fato: se a égua não estiver com sede ela não beberá água por mais que o seu dono a surre... Mas, se estiver com sede, ela, por vontade própria, tomará a iniciativa de ir até o ribeirão. Aplicado à educação: “É fácil obrigar o aluno a ir à escola. O difícil é convencê-lo a aprender aquilo que ele não quer aprender…”

       Às vezes eu penso que o que as escolas fazem com as crianças é tentar forçá-las a beber a água que elas não querem beber. Brunno Bettelheim, um dos maiores educadores do século passado, dizia que na escola os professores tentaram ensinar-lhe coisas que eles queriam ensinar, mas que ele não queria aprender. Não aprendeu e, ainda por cima, ficou com raiva. Que as crianças querem aprender, disso não tenho a menor dúvida. Vocês devem ser lembrar do que escrevi, corrigindo a afirmação com que Aristóteles começa a sua “Metafísica”: “Todos os homens, enquanto crianças, têm, por natureza, desejo de conhecer…”

       Mas, o que é que as crianças querem aprender? Pois, faz uns dias, recebi de uma professora, Edith Chacon Theodoro, uma carta digna de uma educadora e uma lista de perguntas anexada a ela, que seus alunos haviam feito, espontaneamente. “Por que o mundo gira em torno dele e do sol? Por que a vida é justa com poucos e tão injusta com muitos? Por que o céu é azul? Quem foi que inventou o Português? Como foi que os homens e as mulheres chegaram a descobrir as letras e as sílabas? Como a explosão do Big Bang foi originada? Será que existe inferno? Como pode ter alguém que não goste de planta? Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha? Um cego sabe o que é uma cor? Se na Arca de Noé havia muitos animais selvagens, por que um não comeu o outro? Para onde vou depois de morrer? Por que eu adoro música e instrumentos musicais se ninguém na minha família toca nada? Por que sou nervoso? Por que há vento? Por que as pessoas boas morrem mais cedo? Por que a chuva cai em gotas e não tudo de uma vez?”

        José Pacheco é um educador português. Ele é o diretor (embora não aceite ser chamado de diretor, por razões que um dia vou explicar…) da Escola da Ponte, localizada na pequena cidade de Vila das Aves, ao norte de Portugal. É uma das escolas mais inteligentes que já visitei. Ela é inteligente porque leva muito mais a sério as perguntas que as crianças fazem do que as respostas que os programas querem fazê-las aprender. Pois ele me contou que, em tempos idos, quando ainda trabalhava numa outra escola, provocou os alunos a que escrevessem numa folha de papel as perguntas que provocavam a sua curiosidade e ficavam rolando dentro das suas cabeças, sem resposta. O resultado foi parecido com o que transcrevi acima. Entusiasmado com a inteligência das crianças – pois é nas perguntas que a inteligência se revela – resolveu fazer experiência parecida com os professores. Pediu-lhes que colocassem numa folha de papel as perguntas que gostariam de fazer. O resultado foi surpreendente: os professores só fizeram perguntas relativas aos conteúdos dos seus programas. Os professores de geografia fizeram perguntas sobre acidentes geográficos, os professores de português fizeram perguntas sobre gramática, os professores de história fizeram perguntas sobre fatos históricos, os professores de matemática propuseram problemas de matemática a serem resolvidos, e assim por diante.

        O filósofo Ludwig Wittgenstein afirmou: “os limites da minha linguagem denotam os limites do meu mundo”. Minha versão popular: “as perguntas que fazemos revelam o ribeirão onde quero beber…” Leia de novo e vagarosamente as perguntas feitas pelos alunos. Você verá que elas revelam uma sede imensa de conhecimento! Os mundos das crianças são imensos! Sua sede não se mata bebendo a água de um mesmo ribeirão! Querem águas de rios, de lagos, de lagoas, de fontes, de minas, de chuva, de poças d’água… Já as perguntas dos professores revelam (Perdão pela palavra que vou usar! É só uma metáfora, para fazer ligação com o ditado popular!) éguas que perderam a curiosidade, felizes com as águas do ribeirão conhecido… Ribeirões diferentes as assustam, por medo de se afogarem… Perguntas falsas: os professores sabiam as respostas… Assim, elas nada revelavam do espanto que se tem quando se olha para o mundo com atenção. Eram apenas a repetição da mesma trilha batida que leva ao mesmo ribeirão…

        Eu sempre me preocupei muito com aquilo que as escolas fazem com as crianças. Agora estou me preocupando com aquilo que as escolas fazem com os professores. Os professores que fizeram as perguntas já foram crianças; quando crianças, suas perguntas eram outras, seu mundo era outro…Foi a instituição “escola” que lhes ensinou a maneira certa de beber água: cada um no seu ribeirão… Mas as instituições são criações humanas. Podem ser mudadas. E, se forem mudadas, os professores aprenderão o prazer de beber de águas de outros ribeirões e voltarão a fazer as perguntas que faziam quando eram crianças.

(Adaptado do texto “Perguntas de criança…” de Rubem Alves, Folha (sinapse) – terça-feira, 24 de setembro de 2002, p.29) 

No fragmento do texto “os professores só fizeram perguntas relativas aos conteúdos dos seus programas”, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q1915377 Português

No que se refere à correção gramatical e à coerência da proposta de reescrita para cada um dos trechos destacados do texto, julgue o item.


“só depois do resultado de avaliação física e exames radiológicos é que o médico terá condições de indicar um tratamento adequado para o caso” (linhas de 47 a 49): somente após o resultado de avaliação física e exames radiológicos, o médico terá condições de indicar tratamento adequado ao caso

Alternativas
Q1915375 Português

Considerando a correção gramatical e a coerência das ideias do texto, julgue o item , que consistem em propostas de substituição para vocábulos e trechos destacados do texto.


“ocasionando a” (linha 43) por como consequência da

Alternativas
Q1915374 Português

Considerando a correção gramatical e a coerência das ideias do texto, julgue o item , que consistem em propostas de substituição para vocábulos e trechos destacados do texto.


“no decorrer do tempo” (linha 42) por decorrido no tempo

Alternativas
Q1915373 Português

Considerando a correção gramatical e a coerência das ideias do texto, julgue o item , que consistem em propostas de substituição para vocábulos e trechos destacados do texto.


“à dieta e aos exercícios físicos” (linhas 27 e 28) por a dieta e a exercícios físicos

Alternativas
Q1915371 Português

Considerando a correção gramatical e a coerência das ideias do texto, julgue o item , que consistem em propostas de substituição para vocábulos e trechos destacados do texto.


“desencadeiam” (linha 9) por desencadeiem

Alternativas
Q1915370 Português

Considerando a correção gramatical e a coerência das ideias do texto, julgue o item , que consistem em propostas de substituição para vocábulos e trechos destacados do texto.


“endossados” (linha 5) por ratificados

Alternativas
Respostas
43981: B
43982: B
43983: C
43984: E
43985: A
43986: C
43987: E
43988: A
43989: C
43990: C
43991: D
43992: C
43993: C
43994: B
43995: C
43996: E
43997: E
43998: C
43999: C
44000: C