Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2306067 Português
TEXTO 


      Tô Pedindo Trabalho   


        Eu tinha de cuidar da mamãe. Zelar da Divina. E expulsar o Bené do barraco. Faz dois dias que tô rondando o armazém do Seu Sebastião. Tô com fome. Eu olhava de cá, ele despistava de lá. (...) Um dia, trinquei a coragem nos dentes, saltei pra dentro do armazém e botei olho no olho dele: — Seu Sebastião, tô falando de verdade, me dá serviço! Eu sou esteio de casa. — Seu malandro, você pode ser é rato de lixo, isto sim. Esteio de casa... ora essa!... tá até de bumbum de fora. Rapa daqui.
        — Se o Senhor me botar pra trabalhar, posso comprar um calção e uma camiseta. Ali de frente tem na liquidação... — Você é renitente, hem? Já disse: não emprego menino. Inda mais de favela. É capaz que me leve o armazém. Fora daqui! E, se trouxer turma, chamo a patrulha. Sabe de uma coisa? Vou chamar o guarda.
        Saí chutando lixo. Andei. Andeiandeiandeiandei, andei. Voltei.
     Peguei assento em frente da porta do armazém. O sol já tava morrendo lá no finzinho do céu com cor de sangue pisado. Tive uma gastura nas tripas porque fiquei lembrando da perna da Binha saindo da salmoura, sem sentença de cura. Nem demorou muito, o céu coalhou de estrelas, e a diacha da fome atazanou minha barriga. Fiquei juntando cuspe na boca. Um cara jogou um toco de cigarro aceso no meu pé. Ai, que alívio! Dei uma chupada bem pra dentro, a fome calou um tico.
      Embolei papel do lixo pra fazer cama. Já tavaesquentando. Mas a ronqueira da barriga virou uma danação, quando um rato saiu debaixo da porta, atrás de mim com um pedaço de carne seca. Outro veio atrás e trancafiaram na luta.Enquanto um chiava com as mordidas do outro, num bote só, tomei a carne. Tive medo dos ratos. Tive medo da fome que barulhava minha ideia. Tive medo até do medo. Dormi na porta do armazém do Seu Sebastião.


(ALVARENGA TEREZINHA. Tô pedindo trabalho.
 Editora Miguilim. pp. 10/11. Texto adaptado).
No texto, Seu Sebastião diz “ “Você pode ser é rato de lixo, isto sim.” Com esta frase ele demonstra
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Q2306066 Português
TEXTO 


      Tô Pedindo Trabalho   


        Eu tinha de cuidar da mamãe. Zelar da Divina. E expulsar o Bené do barraco. Faz dois dias que tô rondando o armazém do Seu Sebastião. Tô com fome. Eu olhava de cá, ele despistava de lá. (...) Um dia, trinquei a coragem nos dentes, saltei pra dentro do armazém e botei olho no olho dele: — Seu Sebastião, tô falando de verdade, me dá serviço! Eu sou esteio de casa. — Seu malandro, você pode ser é rato de lixo, isto sim. Esteio de casa... ora essa!... tá até de bumbum de fora. Rapa daqui.
        — Se o Senhor me botar pra trabalhar, posso comprar um calção e uma camiseta. Ali de frente tem na liquidação... — Você é renitente, hem? Já disse: não emprego menino. Inda mais de favela. É capaz que me leve o armazém. Fora daqui! E, se trouxer turma, chamo a patrulha. Sabe de uma coisa? Vou chamar o guarda.
        Saí chutando lixo. Andei. Andeiandeiandeiandei, andei. Voltei.
     Peguei assento em frente da porta do armazém. O sol já tava morrendo lá no finzinho do céu com cor de sangue pisado. Tive uma gastura nas tripas porque fiquei lembrando da perna da Binha saindo da salmoura, sem sentença de cura. Nem demorou muito, o céu coalhou de estrelas, e a diacha da fome atazanou minha barriga. Fiquei juntando cuspe na boca. Um cara jogou um toco de cigarro aceso no meu pé. Ai, que alívio! Dei uma chupada bem pra dentro, a fome calou um tico.
      Embolei papel do lixo pra fazer cama. Já tavaesquentando. Mas a ronqueira da barriga virou uma danação, quando um rato saiu debaixo da porta, atrás de mim com um pedaço de carne seca. Outro veio atrás e trancafiaram na luta.Enquanto um chiava com as mordidas do outro, num bote só, tomei a carne. Tive medo dos ratos. Tive medo da fome que barulhava minha ideia. Tive medo até do medo. Dormi na porta do armazém do Seu Sebastião.


(ALVARENGA TEREZINHA. Tô pedindo trabalho.
 Editora Miguilim. pp. 10/11. Texto adaptado).
Em “senti uma gastura nas tripas”, a palavra “gastura” pode ser substituída, sem prejuízo de significado por:
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Q2305997 Português

TEXTO II


MUDANÇA


       Na planície avermelhada os juazeiros alargavam duas manchas verdes. Os infelizes tinham caminhado o dia inteiro, estavam cansados e famintos. Ordinariamente andavam pouco, mas como haviam repousado bastante na areia do rio seco, a viagem progredira bem três léguas. Fazia horas que procuravam uma sombra. A folhagem dos juazeiros apareceu longe, através dos galhos pelados da catinga rala.

       Arrastaram-se para lá, devagar, sinhá Vitória com o filho mais novo escanchado no quarto e o baú de folha na cabeça, Fabiano sombrio, cambaio, o aió a tiracolo, a cuia pendurada numa correia presa ao cinturão, a espingarda de pederneira no ombro. O menino mais velho e a cachorra Baleia iam atrás.

      Os juazeiros aproximaram-se, recuaram, sumiram-se, [...] A catinga estendia-se, de um vermelho indeciso salpicado de manchas brancas que eram ossadas. O voo negro dos urubus fazia círculos altos em redor de bichos moribundos.


(RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. 71. ed.

Rio de Janeiro: Record, 1996. P. 9-10. Fragmento.)


Do ponto de vista de gênero textual, o texto é um fragmento de um romance. Considere esse fragmento e marque a alternativa que apresenta as tipologias de base desse fragmento:
Alternativas
Q2305995 Português
TEXTO I


MOTIVO


Eu canto porque o instante existe
E a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
Sou poeta.


Irmão das coisas fugidias,
Não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
No vento.


Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico ou passo.


Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.


(MEIRELES, Cecília. Viagem. In: Obra Poética.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1991. p.228.)

Considere o poema e marque a alternativa que apresenta as funções de linguagem predominantes nele:
Alternativas
Q2305993 Português
TEXTO I


MOTIVO


Eu canto porque o instante existe
E a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
Sou poeta.


Irmão das coisas fugidias,
Não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
No vento.


Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico ou passo.


Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.


(MEIRELES, Cecília. Viagem. In: Obra Poética.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1991. p.228.)

Na terceira estrofe, o eu lírico apresenta uma figura de linguagem como recurso estilístico na construção da mensagem:
Alternativas
Q2305992 Português
TEXTO I


MOTIVO


Eu canto porque o instante existe
E a minha vida está completa.
Não sou alegre nem sou triste:
Sou poeta.


Irmão das coisas fugidias,
Não sinto gozo nem tormento.
Atravesso noites e dias
No vento.


Se desmorono ou se edifico,
se permaneço ou me desfaço,
— não sei, não sei. Não sei se fico ou passo.


Sei que canto. E a canção é tudo.
Tem sangue eterno a asa ritmada.
E um dia sei que estarei mudo:
— mais nada.


(MEIRELES, Cecília. Viagem. In: Obra Poética.
Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1991. p.228.)

Considere o verso: “Eu canto porque o instante existe”. O vocábulo “instante” está relacionado
Alternativas
Q2305956 Português
“Se os macacos chegassem a sentir tédio, poderiam tornar-se gente.” (Goethe). Isso significa que:
Alternativas
Q2305758 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.

Texto 01


A teoria do flow: foco total no fluxo  

Ana Paula Puga 


            Quando estamos em flow, segundo Mihaly Csikszentmihalyi, desenvolvemos atividades que nos trazem prazer e chegamos mais perto da satisfação plena. Já observou uma criança brincando? Se sim, você deve ter notado como ela parece 100% envolvida no seu mundo imaginário, na fantasia que criou naquele momento do brincar. Ela nem vê o tempo passar. Parece nem escutar se alguém chamar. Ela cria personagens, histórias, cria saídas ultra mega fantásticas para as situações mais inimagináveis de sua história. 

            E você, já se pegou tão envolvido em uma atividade que nem percebeu o tempo passar? Nem ouvia as pessoas à sua volta e parecia que nada existia além de você e daquilo que estava fazendo? E era tão bom que, quando terminou, se pegou sorrindo, suspirando, olhando para si e para seu feito com aquele orgulho do bem! Tem pessoas que se percebem assim quando cozinham, quando escrevem, quando desenham, quando estão montando um quebra-cabeças, pintando, restaurando um móvel, fazendo uma planilha...

            Pois é, este é o estado de flow. Flow – que poderia ser definido como um estado subjetivo em que o sujeito experimenta uma entrega total na atividade desempenhada. No estado de flow (ou fluxo), há um envolvimento tão intenso com a tarefa que a sua realização promove grande satisfação.

            Se o desafio é grande e me percebo com pouca habilidade para resolvê-lo, sinto ansiedade. Se tenho pouca habilidade para lidar com certa situação, mas não me sinto desafiado, surge uma sensação de apatia. Ou ainda se me percebo hábil, mas sem desafios, relaxo, permaneço ali na zona de conforto. Mas não é nem ansiedade, nem apatia, muito menos a estagnação que nos leva a experimentar felicidade e satisfação, seja no trabalho, seja em relacionamentos, seja na vida como um todo.

            Então, como experimentar mais felicidade e satisfação no meu dia a dia, em casa ou no trabalho? A resposta é: desenvolva novas habilidades ou crie oportunidades novas e desafiadoras. Sim, é o que você leu. A escolha é minha, é sua, é nossa, de criar esses momentos. De sair da posição de vítima para protagonistas do que queremos.

            É isso o que há em comum entre as pessoas que vivem momentos de flow e, por consequência, se dizem felizes e satisfeitas com suas vidas. Elas sabem aproveitar cada situação como uma oportunidade de colocar suas habilidades em prática ou adquirirem novas, e desafiarem-se.

            Sim, é o que afirma Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo húngaro, doutor pela Universidade de Chicago e reconhecido no meio como uma das maiores autoridades em pesquisa no campo da Psicologia Positiva. “É por estar totalmente envolvido com cada detalhe de nossas vidas, seja bom ou ruim, que nós encontramos a felicidade, não tentando procurá-la diretamente.” Diz ele, sobre esse estado chamado flow. [...]

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 28 set. 2023. Adaptado. 
Entre os recursos usados para a construção do texto, estão a
I - citação direta.
II - exemplificação.
III - função fática.
IV - interrogação.
V - citação indireta.
Estão CORRETAS as alternativas 
Alternativas
Q2305757 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.

Texto 01


A teoria do flow: foco total no fluxo  

Ana Paula Puga 


            Quando estamos em flow, segundo Mihaly Csikszentmihalyi, desenvolvemos atividades que nos trazem prazer e chegamos mais perto da satisfação plena. Já observou uma criança brincando? Se sim, você deve ter notado como ela parece 100% envolvida no seu mundo imaginário, na fantasia que criou naquele momento do brincar. Ela nem vê o tempo passar. Parece nem escutar se alguém chamar. Ela cria personagens, histórias, cria saídas ultra mega fantásticas para as situações mais inimagináveis de sua história. 

            E você, já se pegou tão envolvido em uma atividade que nem percebeu o tempo passar? Nem ouvia as pessoas à sua volta e parecia que nada existia além de você e daquilo que estava fazendo? E era tão bom que, quando terminou, se pegou sorrindo, suspirando, olhando para si e para seu feito com aquele orgulho do bem! Tem pessoas que se percebem assim quando cozinham, quando escrevem, quando desenham, quando estão montando um quebra-cabeças, pintando, restaurando um móvel, fazendo uma planilha...

            Pois é, este é o estado de flow. Flow – que poderia ser definido como um estado subjetivo em que o sujeito experimenta uma entrega total na atividade desempenhada. No estado de flow (ou fluxo), há um envolvimento tão intenso com a tarefa que a sua realização promove grande satisfação.

            Se o desafio é grande e me percebo com pouca habilidade para resolvê-lo, sinto ansiedade. Se tenho pouca habilidade para lidar com certa situação, mas não me sinto desafiado, surge uma sensação de apatia. Ou ainda se me percebo hábil, mas sem desafios, relaxo, permaneço ali na zona de conforto. Mas não é nem ansiedade, nem apatia, muito menos a estagnação que nos leva a experimentar felicidade e satisfação, seja no trabalho, seja em relacionamentos, seja na vida como um todo.

            Então, como experimentar mais felicidade e satisfação no meu dia a dia, em casa ou no trabalho? A resposta é: desenvolva novas habilidades ou crie oportunidades novas e desafiadoras. Sim, é o que você leu. A escolha é minha, é sua, é nossa, de criar esses momentos. De sair da posição de vítima para protagonistas do que queremos.

            É isso o que há em comum entre as pessoas que vivem momentos de flow e, por consequência, se dizem felizes e satisfeitas com suas vidas. Elas sabem aproveitar cada situação como uma oportunidade de colocar suas habilidades em prática ou adquirirem novas, e desafiarem-se.

            Sim, é o que afirma Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo húngaro, doutor pela Universidade de Chicago e reconhecido no meio como uma das maiores autoridades em pesquisa no campo da Psicologia Positiva. “É por estar totalmente envolvido com cada detalhe de nossas vidas, seja bom ou ruim, que nós encontramos a felicidade, não tentando procurá-la diretamente.” Diz ele, sobre esse estado chamado flow. [...]

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 28 set. 2023. Adaptado. 
Um dos fatores que impedem o estado flow é o(a)  
Alternativas
Q2305756 Português

INSTRUÇÃO: Leia, com atenção, o texto 01 e, a seguir, responda às questões que a ele se referem.

Texto 01


A teoria do flow: foco total no fluxo  

Ana Paula Puga 


            Quando estamos em flow, segundo Mihaly Csikszentmihalyi, desenvolvemos atividades que nos trazem prazer e chegamos mais perto da satisfação plena. Já observou uma criança brincando? Se sim, você deve ter notado como ela parece 100% envolvida no seu mundo imaginário, na fantasia que criou naquele momento do brincar. Ela nem vê o tempo passar. Parece nem escutar se alguém chamar. Ela cria personagens, histórias, cria saídas ultra mega fantásticas para as situações mais inimagináveis de sua história. 

            E você, já se pegou tão envolvido em uma atividade que nem percebeu o tempo passar? Nem ouvia as pessoas à sua volta e parecia que nada existia além de você e daquilo que estava fazendo? E era tão bom que, quando terminou, se pegou sorrindo, suspirando, olhando para si e para seu feito com aquele orgulho do bem! Tem pessoas que se percebem assim quando cozinham, quando escrevem, quando desenham, quando estão montando um quebra-cabeças, pintando, restaurando um móvel, fazendo uma planilha...

            Pois é, este é o estado de flow. Flow – que poderia ser definido como um estado subjetivo em que o sujeito experimenta uma entrega total na atividade desempenhada. No estado de flow (ou fluxo), há um envolvimento tão intenso com a tarefa que a sua realização promove grande satisfação.

            Se o desafio é grande e me percebo com pouca habilidade para resolvê-lo, sinto ansiedade. Se tenho pouca habilidade para lidar com certa situação, mas não me sinto desafiado, surge uma sensação de apatia. Ou ainda se me percebo hábil, mas sem desafios, relaxo, permaneço ali na zona de conforto. Mas não é nem ansiedade, nem apatia, muito menos a estagnação que nos leva a experimentar felicidade e satisfação, seja no trabalho, seja em relacionamentos, seja na vida como um todo.

            Então, como experimentar mais felicidade e satisfação no meu dia a dia, em casa ou no trabalho? A resposta é: desenvolva novas habilidades ou crie oportunidades novas e desafiadoras. Sim, é o que você leu. A escolha é minha, é sua, é nossa, de criar esses momentos. De sair da posição de vítima para protagonistas do que queremos.

            É isso o que há em comum entre as pessoas que vivem momentos de flow e, por consequência, se dizem felizes e satisfeitas com suas vidas. Elas sabem aproveitar cada situação como uma oportunidade de colocar suas habilidades em prática ou adquirirem novas, e desafiarem-se.

            Sim, é o que afirma Mihaly Csikszentmihalyi, psicólogo húngaro, doutor pela Universidade de Chicago e reconhecido no meio como uma das maiores autoridades em pesquisa no campo da Psicologia Positiva. “É por estar totalmente envolvido com cada detalhe de nossas vidas, seja bom ou ruim, que nós encontramos a felicidade, não tentando procurá-la diretamente.” Diz ele, sobre esse estado chamado flow. [...]

Disponível em: https://vidasimples.com/. Acesso em: 28 set. 2023. Adaptado. 
Analise as afirmativas a seguir, tendo em vista as ideias veiculadas no texto 01.
I - O estado flow permite que se atinja um alto nível de criatividade.
II - O estado flow pode ser atingido por meio de diferentes atividades.
III - O estado flow é alcançado por meio das atividades mais complexas.
IV - O máximo envolvimento do estado flow gera uma grande satisfação. V - O comodismo é um fator que impede que se chegue ao estado flow.
Estão CORRETAS as alternativas 
Alternativas
Q2305605 Português
Leia o texto a seguir.
A voz foi infiel trocando de traqueia E o dono foi perdendo a voz E o dono foi perdendo a linha – que tinha E foi perdendo a luz e além E disse: Minha voz, se vós não sereis minha Vós não sereis de mais ninguém
BUARQUE, Chico. A voz do dono e o dono da voz. Almanaque. Rio de Janeiro: Marola Edições Musicais, 1981. 

Nesse trecho, destaca-se o trabalho com a polissemia a fim de se obterem efeitos semânticos e discursivos. O trecho emprega como elemento de progressão
Alternativas
Q2305406 Português
Texto CB1A1

        Muitas regiões do mundo, inclusive o Brasil, estão vivendo o chamado “paradoxo verde”, expressão cunhada pelo economista alemão Hans-Werner Sinn (2008) para se referir a como políticas climáticas mais restritivas podem exercer pressão crescente sobre os preços de energia e ter efeitos indesejáveis, como incentivar a antecipação da extração e produção de combustíveis fósseis, acelerando, portanto, as mudanças climáticas. Um aspecto crucial é a necessidade de acordos internacionais que mantenham de maneira eficaz e justa grandes quantidades remanescentes de combustíveis fósseis no solo. O estudo recente de Welsby, publicado na revista Nature em 2021, mostra que a produção existente de carvão, petróleo e gás deve ser descontinuada. Mesmo quando governos não controlam diretamente a produção, suas leis, políticas e acordos podem definir, em grande medida, quanto é extraído e produzido. O BOGA (Beyond Oil and Gas Alliance) é um exemplo recente de acordo internacional que pode redefinir o futuro do setor de petróleo e gás (O&G – oil and gas).
         Emissões evitadas hoje tornam menos arriscada a necessidade de medidas drásticas, ainda não suficientemente desenvolvidas, como projetos de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS) e de tecnologias de emissões negativas (NET), comumente citados em anúncios de empresas do setor de O&G. Ademais, quanto mais cedo sofrermos os impactos das mudanças climáticas, mais cedo e por mais tempo teremos impactos físicos que levam a danos sociais e econômicos. Nesse sentido, emissões evitadas hoje valem mais do que emissões evitadas no futuro; mais do que metas de emissão zero em 2050, são necessárias ações imediatas nos próximos anos, para reduzir rapidamente as emissões de gases do efeito estufa. No futuro, grandes nomes da indústria de O&G podem ser conhecidos como aqueles que negligenciaram a ciência e não enfrentaram o desafio da emergência climática quando ainda tinham tempo. Por outro lado, podem aproveitar a já estreita janela de oportunidade para liderar uma nova economia cada vez mais eficiente, interconectada e limpa.        

B. S. L. Cunha et al. O passado, o presente e o futuro da indústria de O&G frente à crise climática. In: Ensaio Energético, nov. 2021 (com adaptações)

Em relação ao emprego dos elementos de coesão no texto CB1A1, julgue o próximo item.


No texto, a expressão “Por outro lado” (último período do último parágrafo) introduz uma ideia que contrasta com a ideia expressa no período anterior.

Alternativas
Q2305402 Português
Texto CB1A1

        Muitas regiões do mundo, inclusive o Brasil, estão vivendo o chamado “paradoxo verde”, expressão cunhada pelo economista alemão Hans-Werner Sinn (2008) para se referir a como políticas climáticas mais restritivas podem exercer pressão crescente sobre os preços de energia e ter efeitos indesejáveis, como incentivar a antecipação da extração e produção de combustíveis fósseis, acelerando, portanto, as mudanças climáticas. Um aspecto crucial é a necessidade de acordos internacionais que mantenham de maneira eficaz e justa grandes quantidades remanescentes de combustíveis fósseis no solo. O estudo recente de Welsby, publicado na revista Nature em 2021, mostra que a produção existente de carvão, petróleo e gás deve ser descontinuada. Mesmo quando governos não controlam diretamente a produção, suas leis, políticas e acordos podem definir, em grande medida, quanto é extraído e produzido. O BOGA (Beyond Oil and Gas Alliance) é um exemplo recente de acordo internacional que pode redefinir o futuro do setor de petróleo e gás (O&G – oil and gas).
         Emissões evitadas hoje tornam menos arriscada a necessidade de medidas drásticas, ainda não suficientemente desenvolvidas, como projetos de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS) e de tecnologias de emissões negativas (NET), comumente citados em anúncios de empresas do setor de O&G. Ademais, quanto mais cedo sofrermos os impactos das mudanças climáticas, mais cedo e por mais tempo teremos impactos físicos que levam a danos sociais e econômicos. Nesse sentido, emissões evitadas hoje valem mais do que emissões evitadas no futuro; mais do que metas de emissão zero em 2050, são necessárias ações imediatas nos próximos anos, para reduzir rapidamente as emissões de gases do efeito estufa. No futuro, grandes nomes da indústria de O&G podem ser conhecidos como aqueles que negligenciaram a ciência e não enfrentaram o desafio da emergência climática quando ainda tinham tempo. Por outro lado, podem aproveitar a já estreita janela de oportunidade para liderar uma nova economia cada vez mais eficiente, interconectada e limpa.        

B. S. L. Cunha et al. O passado, o presente e o futuro da indústria de O&G frente à crise climática. In: Ensaio Energético, nov. 2021 (com adaptações)

No que se refere à significação de palavras empregadas no texto CB1A1, julgue o item subsequente.


No penúltimo período do último parágrafo, “negligenciaram” é sinônimo de refutaram.

Alternativas
Q2305399 Português
Texto CB1A1

        Muitas regiões do mundo, inclusive o Brasil, estão vivendo o chamado “paradoxo verde”, expressão cunhada pelo economista alemão Hans-Werner Sinn (2008) para se referir a como políticas climáticas mais restritivas podem exercer pressão crescente sobre os preços de energia e ter efeitos indesejáveis, como incentivar a antecipação da extração e produção de combustíveis fósseis, acelerando, portanto, as mudanças climáticas. Um aspecto crucial é a necessidade de acordos internacionais que mantenham de maneira eficaz e justa grandes quantidades remanescentes de combustíveis fósseis no solo. O estudo recente de Welsby, publicado na revista Nature em 2021, mostra que a produção existente de carvão, petróleo e gás deve ser descontinuada. Mesmo quando governos não controlam diretamente a produção, suas leis, políticas e acordos podem definir, em grande medida, quanto é extraído e produzido. O BOGA (Beyond Oil and Gas Alliance) é um exemplo recente de acordo internacional que pode redefinir o futuro do setor de petróleo e gás (O&G – oil and gas).
         Emissões evitadas hoje tornam menos arriscada a necessidade de medidas drásticas, ainda não suficientemente desenvolvidas, como projetos de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS) e de tecnologias de emissões negativas (NET), comumente citados em anúncios de empresas do setor de O&G. Ademais, quanto mais cedo sofrermos os impactos das mudanças climáticas, mais cedo e por mais tempo teremos impactos físicos que levam a danos sociais e econômicos. Nesse sentido, emissões evitadas hoje valem mais do que emissões evitadas no futuro; mais do que metas de emissão zero em 2050, são necessárias ações imediatas nos próximos anos, para reduzir rapidamente as emissões de gases do efeito estufa. No futuro, grandes nomes da indústria de O&G podem ser conhecidos como aqueles que negligenciaram a ciência e não enfrentaram o desafio da emergência climática quando ainda tinham tempo. Por outro lado, podem aproveitar a já estreita janela de oportunidade para liderar uma nova economia cada vez mais eficiente, interconectada e limpa.        

B. S. L. Cunha et al. O passado, o presente e o futuro da indústria de O&G frente à crise climática. In: Ensaio Energético, nov. 2021 (com adaptações)

Acerca do emprego dos tempos e modos verbais no texto CB1A1, julgue o item seguinte.


No penúltimo período do último parágrafo, a referência temporal da forma verbal “tinham” coincide com o momento em que o texto foi escrito.

Alternativas
Q2305392 Português
Texto CB1A1

        Muitas regiões do mundo, inclusive o Brasil, estão vivendo o chamado “paradoxo verde”, expressão cunhada pelo economista alemão Hans-Werner Sinn (2008) para se referir a como políticas climáticas mais restritivas podem exercer pressão crescente sobre os preços de energia e ter efeitos indesejáveis, como incentivar a antecipação da extração e produção de combustíveis fósseis, acelerando, portanto, as mudanças climáticas. Um aspecto crucial é a necessidade de acordos internacionais que mantenham de maneira eficaz e justa grandes quantidades remanescentes de combustíveis fósseis no solo. O estudo recente de Welsby, publicado na revista Nature em 2021, mostra que a produção existente de carvão, petróleo e gás deve ser descontinuada. Mesmo quando governos não controlam diretamente a produção, suas leis, políticas e acordos podem definir, em grande medida, quanto é extraído e produzido. O BOGA (Beyond Oil and Gas Alliance) é um exemplo recente de acordo internacional que pode redefinir o futuro do setor de petróleo e gás (O&G – oil and gas).
         Emissões evitadas hoje tornam menos arriscada a necessidade de medidas drásticas, ainda não suficientemente desenvolvidas, como projetos de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS) e de tecnologias de emissões negativas (NET), comumente citados em anúncios de empresas do setor de O&G. Ademais, quanto mais cedo sofrermos os impactos das mudanças climáticas, mais cedo e por mais tempo teremos impactos físicos que levam a danos sociais e econômicos. Nesse sentido, emissões evitadas hoje valem mais do que emissões evitadas no futuro; mais do que metas de emissão zero em 2050, são necessárias ações imediatas nos próximos anos, para reduzir rapidamente as emissões de gases do efeito estufa. No futuro, grandes nomes da indústria de O&G podem ser conhecidos como aqueles que negligenciaram a ciência e não enfrentaram o desafio da emergência climática quando ainda tinham tempo. Por outro lado, podem aproveitar a já estreita janela de oportunidade para liderar uma nova economia cada vez mais eficiente, interconectada e limpa.        

B. S. L. Cunha et al. O passado, o presente e o futuro da indústria de O&G frente à crise climática. In: Ensaio Energético, nov. 2021 (com adaptações)

Considerando as ideias veiculadas pelo texto CB1A1, julgue o item a seguir.


Infere-se do texto que o economista Hans-Werner Sinn assume uma postura contrária às medidas de contenção de emissão de gases.

Alternativas
Q2305391 Português
Texto CB1A1

        Muitas regiões do mundo, inclusive o Brasil, estão vivendo o chamado “paradoxo verde”, expressão cunhada pelo economista alemão Hans-Werner Sinn (2008) para se referir a como políticas climáticas mais restritivas podem exercer pressão crescente sobre os preços de energia e ter efeitos indesejáveis, como incentivar a antecipação da extração e produção de combustíveis fósseis, acelerando, portanto, as mudanças climáticas. Um aspecto crucial é a necessidade de acordos internacionais que mantenham de maneira eficaz e justa grandes quantidades remanescentes de combustíveis fósseis no solo. O estudo recente de Welsby, publicado na revista Nature em 2021, mostra que a produção existente de carvão, petróleo e gás deve ser descontinuada. Mesmo quando governos não controlam diretamente a produção, suas leis, políticas e acordos podem definir, em grande medida, quanto é extraído e produzido. O BOGA (Beyond Oil and Gas Alliance) é um exemplo recente de acordo internacional que pode redefinir o futuro do setor de petróleo e gás (O&G – oil and gas).
         Emissões evitadas hoje tornam menos arriscada a necessidade de medidas drásticas, ainda não suficientemente desenvolvidas, como projetos de captura, utilização e armazenamento de carbono (CCUS) e de tecnologias de emissões negativas (NET), comumente citados em anúncios de empresas do setor de O&G. Ademais, quanto mais cedo sofrermos os impactos das mudanças climáticas, mais cedo e por mais tempo teremos impactos físicos que levam a danos sociais e econômicos. Nesse sentido, emissões evitadas hoje valem mais do que emissões evitadas no futuro; mais do que metas de emissão zero em 2050, são necessárias ações imediatas nos próximos anos, para reduzir rapidamente as emissões de gases do efeito estufa. No futuro, grandes nomes da indústria de O&G podem ser conhecidos como aqueles que negligenciaram a ciência e não enfrentaram o desafio da emergência climática quando ainda tinham tempo. Por outro lado, podem aproveitar a já estreita janela de oportunidade para liderar uma nova economia cada vez mais eficiente, interconectada e limpa.        

B. S. L. Cunha et al. O passado, o presente e o futuro da indústria de O&G frente à crise climática. In: Ensaio Energético, nov. 2021 (com adaptações)

Considerando as ideias veiculadas pelo texto CB1A1, julgue o item a seguir.


No início do texto, a expressão “paradoxo verde” refere-se a ações ecológicas cujos efeitos são contrários aos propósitos que as motivaram.

Alternativas
Q2305364 Português
Vendedor de picolé de SC vira o “Rei do Ovo” e constrói um império no Brasil

Empreendedor desde criança, quando, aos oito anos decidiu vender picolé na praia do Rincão, sul de Santa Catarina, o empresário Ricardo Faria, 48 anos, hoje é acionista principal de negócios bilionários no agro brasileiro. É fundador e presidente do conselho da Granja Faria, que tem sede em Lauro Müller, SC, e atuação nacional, com produção de 16 milhões de ovos por dia.

O número significa a liderança nacional no setor e rendeu a Ricardo Faria o título informal de “Rei do Ovo” do Brasil, que ele não simpatiza. [...] Ricardo Faria é um dos migrantes que vieram quando criança para Santa Catarina. [...]. Nasceu em Niterói, Rio de Janeiro e mudou com a família para Criciúma aos três anos de idade.

Um dos orgulhos de Ricardo Faria é nunca ter tido uma carteira de trabalho. Sentiu o gosto da liberdade de ser empreendedor ainda criança, quando decidiu pilotar o carrinho de picolé sem pedir autorização aos pais, na praia, durante as férias escolares. “[...] ganhava cerca de um salário mínimo por final de semana. Aí pensei: não preciso trabalhar para ninguém. Vou trabalhar para mim. Não tenho carteira de trabalho até hoje”.

[...] em busca de novas ideias em curso na Universidade de Harvard, nos EUA, [...] concluiu que poderia seguir no agronegócio e investir em um setor de “cauda longa” (que significa venda de várias coisas com baixa procura, ao invés de poucas coisas com alta procura).

[...] Estrategista e centrado no trabalho, ele disse que acorda às 4h da madrugada para fazer academia e depois vai trabalhar cedo. Vai até perto das 20 horas e, depois, costuma dormir cedo [...] Vale destacar que horário de trabalho na empresa tem recebido atenção. “A gente respeita os horários de trabalho. Tínhamos uma equipe que trabalhava das 8h da manhã até as 4h da tarde. Aí, a gente inverteu esses números. Passou a ser das 4h (da madrugada) às 8h da noite”, disse ele, observando que era brincadeira.

(Diário Catarinense -13/09/2023. Texto adaptado especialmente para essa prova).
Leia as informações sobre Ricardo Faria.
I. Nasceu em Santa Catarina e se mudou para o Rio de Janeiro. II. Começou como vendedor de picolé e hoje atua só no ramo do agro brasileiro. III. Respeita e tem cuidado com os horários dos funcionários.
Está(ao) correta(s): 
Alternativas
Q2305363 Português
Vendedor de picolé de SC vira o “Rei do Ovo” e constrói um império no Brasil

Empreendedor desde criança, quando, aos oito anos decidiu vender picolé na praia do Rincão, sul de Santa Catarina, o empresário Ricardo Faria, 48 anos, hoje é acionista principal de negócios bilionários no agro brasileiro. É fundador e presidente do conselho da Granja Faria, que tem sede em Lauro Müller, SC, e atuação nacional, com produção de 16 milhões de ovos por dia.

O número significa a liderança nacional no setor e rendeu a Ricardo Faria o título informal de “Rei do Ovo” do Brasil, que ele não simpatiza. [...] Ricardo Faria é um dos migrantes que vieram quando criança para Santa Catarina. [...]. Nasceu em Niterói, Rio de Janeiro e mudou com a família para Criciúma aos três anos de idade.

Um dos orgulhos de Ricardo Faria é nunca ter tido uma carteira de trabalho. Sentiu o gosto da liberdade de ser empreendedor ainda criança, quando decidiu pilotar o carrinho de picolé sem pedir autorização aos pais, na praia, durante as férias escolares. “[...] ganhava cerca de um salário mínimo por final de semana. Aí pensei: não preciso trabalhar para ninguém. Vou trabalhar para mim. Não tenho carteira de trabalho até hoje”.

[...] em busca de novas ideias em curso na Universidade de Harvard, nos EUA, [...] concluiu que poderia seguir no agronegócio e investir em um setor de “cauda longa” (que significa venda de várias coisas com baixa procura, ao invés de poucas coisas com alta procura).

[...] Estrategista e centrado no trabalho, ele disse que acorda às 4h da madrugada para fazer academia e depois vai trabalhar cedo. Vai até perto das 20 horas e, depois, costuma dormir cedo [...] Vale destacar que horário de trabalho na empresa tem recebido atenção. “A gente respeita os horários de trabalho. Tínhamos uma equipe que trabalhava das 8h da manhã até as 4h da tarde. Aí, a gente inverteu esses números. Passou a ser das 4h (da madrugada) às 8h da noite”, disse ele, observando que era brincadeira.

(Diário Catarinense -13/09/2023. Texto adaptado especialmente para essa prova).
Ricardo Faria não tem carteira assinada por que:
I. Não precisa de carteira assinada porque é empresário. II. Desde criança gostou da liberdade de ser empreendedor, trabalhando para si mesmo. III. Investe em um setor de “cauda longa”.
Está(ao) correta(s):
Alternativas
Q2305362 Português
Vendedor de picolé de SC vira o “Rei do Ovo” e constrói um império no Brasil

Empreendedor desde criança, quando, aos oito anos decidiu vender picolé na praia do Rincão, sul de Santa Catarina, o empresário Ricardo Faria, 48 anos, hoje é acionista principal de negócios bilionários no agro brasileiro. É fundador e presidente do conselho da Granja Faria, que tem sede em Lauro Müller, SC, e atuação nacional, com produção de 16 milhões de ovos por dia.

O número significa a liderança nacional no setor e rendeu a Ricardo Faria o título informal de “Rei do Ovo” do Brasil, que ele não simpatiza. [...] Ricardo Faria é um dos migrantes que vieram quando criança para Santa Catarina. [...]. Nasceu em Niterói, Rio de Janeiro e mudou com a família para Criciúma aos três anos de idade.

Um dos orgulhos de Ricardo Faria é nunca ter tido uma carteira de trabalho. Sentiu o gosto da liberdade de ser empreendedor ainda criança, quando decidiu pilotar o carrinho de picolé sem pedir autorização aos pais, na praia, durante as férias escolares. “[...] ganhava cerca de um salário mínimo por final de semana. Aí pensei: não preciso trabalhar para ninguém. Vou trabalhar para mim. Não tenho carteira de trabalho até hoje”.

[...] em busca de novas ideias em curso na Universidade de Harvard, nos EUA, [...] concluiu que poderia seguir no agronegócio e investir em um setor de “cauda longa” (que significa venda de várias coisas com baixa procura, ao invés de poucas coisas com alta procura).

[...] Estrategista e centrado no trabalho, ele disse que acorda às 4h da madrugada para fazer academia e depois vai trabalhar cedo. Vai até perto das 20 horas e, depois, costuma dormir cedo [...] Vale destacar que horário de trabalho na empresa tem recebido atenção. “A gente respeita os horários de trabalho. Tínhamos uma equipe que trabalhava das 8h da manhã até as 4h da tarde. Aí, a gente inverteu esses números. Passou a ser das 4h (da madrugada) às 8h da noite”, disse ele, observando que era brincadeira.

(Diário Catarinense -13/09/2023. Texto adaptado especialmente para essa prova).
[...] título informal. Informal significa:
Alternativas
Q2305361 Português
Vendedor de picolé de SC vira o “Rei do Ovo” e constrói um império no Brasil

Empreendedor desde criança, quando, aos oito anos decidiu vender picolé na praia do Rincão, sul de Santa Catarina, o empresário Ricardo Faria, 48 anos, hoje é acionista principal de negócios bilionários no agro brasileiro. É fundador e presidente do conselho da Granja Faria, que tem sede em Lauro Müller, SC, e atuação nacional, com produção de 16 milhões de ovos por dia.

O número significa a liderança nacional no setor e rendeu a Ricardo Faria o título informal de “Rei do Ovo” do Brasil, que ele não simpatiza. [...] Ricardo Faria é um dos migrantes que vieram quando criança para Santa Catarina. [...]. Nasceu em Niterói, Rio de Janeiro e mudou com a família para Criciúma aos três anos de idade.

Um dos orgulhos de Ricardo Faria é nunca ter tido uma carteira de trabalho. Sentiu o gosto da liberdade de ser empreendedor ainda criança, quando decidiu pilotar o carrinho de picolé sem pedir autorização aos pais, na praia, durante as férias escolares. “[...] ganhava cerca de um salário mínimo por final de semana. Aí pensei: não preciso trabalhar para ninguém. Vou trabalhar para mim. Não tenho carteira de trabalho até hoje”.

[...] em busca de novas ideias em curso na Universidade de Harvard, nos EUA, [...] concluiu que poderia seguir no agronegócio e investir em um setor de “cauda longa” (que significa venda de várias coisas com baixa procura, ao invés de poucas coisas com alta procura).

[...] Estrategista e centrado no trabalho, ele disse que acorda às 4h da madrugada para fazer academia e depois vai trabalhar cedo. Vai até perto das 20 horas e, depois, costuma dormir cedo [...] Vale destacar que horário de trabalho na empresa tem recebido atenção. “A gente respeita os horários de trabalho. Tínhamos uma equipe que trabalhava das 8h da manhã até as 4h da tarde. Aí, a gente inverteu esses números. Passou a ser das 4h (da madrugada) às 8h da noite”, disse ele, observando que era brincadeira.

(Diário Catarinense -13/09/2023. Texto adaptado especialmente para essa prova).
“Rei do Ovo” é um título que ele não simpatiza. Isso quer dizer que: 
Alternativas
Respostas
30601: B
30602: A
30603: D
30604: B
30605: C
30606: B
30607: C
30608: E
30609: D
30610: B
30611: B
30612: C
30613: E
30614: C
30615: E
30616: C
30617: A
30618: C
30619: A
30620: B