Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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Ansiedade nos dias de hoje
Até 31% da população sentirá um transtorno de ansiedade em algum momento das suas vidas, variando desde o transtorno de ansiedade generalizada até o transtorno do pânico e o transtorno de ansiedade social, que é um dos mais comuns.
Essa palavra saiu dos diagnósticos médicos e se infiltrou no nosso vocabulário comum. Ela substituiu o estresse como sinônimo de sensação desconfortável - ficamos ansiosos com uma apresentação, um encontro às escuras, o início de um novo trabalho.
A palavra "ansiedade", agora, é onipresente e absorve significados, englobando tudo, desde o pavor até uma antecipação agradável. Muitas vezes, seu simples uso coloca essas experiências em um foco negativo, transformando-as em ameaças com um toque de inquietação.
E existem os transtornos de ansiedade. Eles são os diagnósticos mais comuns de saúde mental - mais que a depressão e a dependência. Centenas de milhões de pessoas em todo o mundo serão diagnosticadas com algum transtorno de ansiedade.
As taxas de incidência desses transtornos, especialmente entre os jovens, continuam a aumentar há, pelo menos, duas décadas. Existem, ainda, dezenas de terapias validadas, trinta medicações diferentes de combate à ansiedade, centenas de excelentes livros de autoajuda e milhares de estudos científicos rigorosos.
É claro que essas soluções ajudarão as pessoas, mas, claramente, elas não conseguirão reduzir a escala do problema.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-63815685. Adaptado
Hoje, vivemos na era da ansiedade. A ferramenta Google Trends mostra que as buscas pela palavra aumentaram em mais de 300% desde 2004.
De acordo com o texto base:
Qual das seguintes alternativas aborda corretamente uma das implicações do intercâmbio cultural?
O FIM DO EMPREGO
O futuro do trabalho no mundo globalizado
Fui demitido. Perdi o emprego em que estava trabalhando há seis anos. Especialista numa área em que poucos profissionais possuem conhecimento e preparo para atuar, definitivamente não esperava que isso viesse a acontecer. Nem meus colegas de trabalho entenderam os motivos que levaram a instituição a tomar essa providência.
Por incrível que pareça, fiquei menos abalado do que todos os demais. Não que eu estivesse esperando, pois já estávamos fazendo planos com o departamento em que atuava para novas aulas e cursos no ano que iria começar... Mas, como sabemos o quanto o mundo é competitivo, e como a globalização tem redirecionado as energias e exigido custos mínimos e máxima produtividade, penso até que isso demorou a acontecer. Já havia ocorrido idêntica situação com outros profissionais de qualidade que, engajados em projetos da instituição, da noite para o dia foram simplesmente “desligados” de suas funções, demitidos sumariamente...
Não que isso seja uma particularidade dessa instituição onde estive trabalhando ao longo dos últimos anos. Tampouco é possível encarar os acontecimentos como derivados de alguma perseguição ou diferença pessoal. Tudo ocorre da forma mais impessoal possível. A despeito de todo o trabalho feito, do reconhecimento do público-alvo, o que é avaliado não é sua capacidade profissional, e sim o quanto você custa para a empresa. Num mercado altamente competitivo, no qual os custos com publicidade são cada vez mais exorbitantes, em que é necessário dispor de infraestrutura e recursos materiais de ponta, a mão de obra qualificada e de alto custo deixou de ser um diferencial no qual seja prioritário investir.
O fim do emprego, como era concebido nos últimos 50 ou 60 anos, é uma realidade. Poucos serão os que ficarão por mais de 5 ou 8 anos numa mesma empresa. Carreiras duradouras, em que o sujeito trabalhava ao longo de toda sua existência num mesmo emprego, serão raríssimas. A rotatividade profissional do trabalhador, até recentemente vista como um sinal de imaturidade ou falta de seriedade, passou a ser encarada como acúmulo de experiências e de diversidade de habilidades e possibilidades funcionais.
De acordo com o consultor Ricardo Neves, em seu livro O Novo Mundo Digital, adentramos um mundo em que o emprego, aquele vínculo entre empresa e empregado, que dá ao funcionário uma forte sensação de estabilidade associada a fatores, como os benefícios trabalhistas e, principalmente, o salário mensal, está dando lugar ao conceito de trabalho. E o que seria então trabalho? Seria, no caso, a vinculação a projetos e planos, ações e realizações de prazo variável (curto, médio ou longo), para os quais os profissionais seriam contratados como “terceiros”, enquanto durassem essas empreitadas. E as garantias trabalhistas? São suprimidas, pois representam custos altos que as empresas precisam cortar. E os salários? São substituídos por honorários pagos aos profissionais que atuam como empresas, ou seja, que são identificados como pessoas jurídicas. O que se estabelece, a partir de agora, passa a ser o vínculo profissional free-lance, bastante conhecido dos profissionais que atuam na imprensa.
Também é uma prerrogativa dos novos tempos que a tecnologia esteja cada vez mais incorporada ao cotidiano e que, em alguns casos, como já ocorreu em vários segmentos profissionais, máquinas, como computadores, robôs e sistemas sofisticados substituam trabalhadores.
Outra situação bastante comum, em vigor nos Estados Unidos e em outros países, é a transferência dos setores de produção mais pesada para onde a mão de obra e os custos governamentais sejam menores. Exemplos de onde isso já está efetivado são a Índia e a China, que absorveram grande parte dos investimentos deslocados do primeiro mundo em busca de custos mais baixos.
É por isso que, mesmo tendo perdido o emprego, não acreditei, em momento algum, que fosse vítima de alguma perseguição da instituição. Entendi que os custos que significava para a empresa eram um pouco mais altos do que a média local e que, em virtude disso, fui mais uma vítima da competição globalizada...
O que fazer? Se preparar para o futuro – que não será tenebroso e sim diferente – estudando, se preparando, buscando novos espaços, virando a página e dando a volta por cima...
I. Entende-se do texto que os países “Índia” e “China” têm direcionado novas perspectivas de empregabilidade, oportunizando que os trabalhadores possam ter acúmulo de experiências, o que possibilita diversas possibilidades de habilidades funcionais.
II. Depreende-se do texto que o narrador renuncia a sua demissão, mesmo sabendo que se trata da necessidade de reduzir os custos das empresas.
III. Em consonância com o texto, entende-se que o contexto socioeconômico, que é proveniente de um processo acelerado da globalização, favoreceu que os altos índices de empregabilidade fossem reduzidos.
Assinale:
Para algumas tribos, no começo dos tempos, a Lua vivia na Terra. Era uma moça branca, tão branca, que brilhava. Chamava-se Capei. Vivia nas matas e [...] acendia as luzes dos vaga-lumes. Conhecia todas as coisas e punha ordem em tudo o que existe, desde marés até nascimentos de crianças. Todos iam consultá-la antes de fazerem qualquer coisa, porque ela sabia de tudo. Certo dia, ela foi ofendida por um feiticeiro, então decidiu buscar outros caminhos. Resolveu ir para o céu e, para isso, construiu uma grande escada de cipós. Mas tinha de haver alguém para segurar a ponta lá de cima, e a coruja fez esse favor. Capei subiu, subiu, até chegar ao céu e lá ?cou, instruindo suas ?lhas estrelas sobre como brilhar para ensinar os caminhos aos homens. Capei continua brilhando no céu e mantendo a ordem de todas as coisas na Terra. Sua grande ajudante é a coruja, que enxerga à noite e tornou-se o símbolo da sabedoria, a ponto de conseguir aconselhar os homens.
PIAI, Arlete; PACCINI, M. Júlia. Viajando pelo folclore de norte a sul. São Paulo: Cortez, 2004.
TEXTO 2 -
[...] a teoria mais aceita atualmente é uma quarta teoria que propõe que a origem da Lua se deu por meio da colisão entre a Terra com um objeto tão grande quanto Marte há cerca de 4,5 bilhões de anos, que teria feito com que ambos se misturassem e, depois, parte do material resultante da colisão se desprendesse, originando a Lua. Seja qual for sua origem, a Lua possui forte influência sobre a Terra. Principalmente quando falamos de campo gravitacional.
A atração existente entre a Lua e a Terra provoca o efeito das marés. [...]
LUA. Disponível em: .<www.infoescola.com/lua/>. Acesso em: 9 mar. 2017.
Sobre a influência da Lua na Terra, assinale a alternativa que ocorre a intertextualidade entre o texto 1 e 2:
COBRA COME LESMA?
No Brasil, existem certas espécies de cobras que não são perigosas e cuja alimentação se baseia exclusivamente no consumo de lesmas e caracóis que vivem no solo e em árvores. Estamos falando das cobras malacófagas. Mala... O quê?! Não se assuste com o nome: malaco (vem do latim mollis) quer dizer molusco, e fagos significa comedora. Assim, cobras malacófagas são aquelas que se alimentam de moluscos. Simples assim!
No Brasil, são conhecidas 17 espécies de cobras com essas características. Elas são muito importantes na agricultura. Por quê? Bem, como são comedoras de moluscos, contribuem no controle das pragas que poderiam acabar com uma plantação. Interessante, não é mesmo? O problema é que algumas pessoas confundem as malacófagas com cobras venenosas e acabam matando esses animais − por puro desconhecimento
Revista Ciência Hoje das Crianças, junho de 2009, no 22. p. 15. Fragmento.
No trecho "... e acabam matando esses animais...", a expressão destacada refere-se a:
Conto de verão nº 2: "Bandeira branca"
Ele: tirolês. Ela: odalisca. Eram de culturas muito diferentes, não podia dar certo. Mas tinham só quatro anos e se entenderam. [...] ficaram sentados no chão, fazendo um montinho de confete, serpentina e poeira [...].
Encontraram-se de novo no baile infantil do clube, no ano seguinte. Ele com o mesmo tirolês, [...] ela de egípcia. [...] Passaram o tempo todo de mãos dadas. Só no terceiro Carnaval se falaram.
— Como é teu nome?
— Janice. E o teu?
— Píndaro.
[...]
— Que nome!
Ele de legionário romano, ela de índia americana.
Só no sétimo baile (pirata, chinesa) desvendaram o mistério de só se encontrarem no Carnaval [...]. Ela morava no interior, vinha visitar uma tia [...].
[...] quase no fim do baile, na hora do "Bandeira branca", ele veio e a puxou pelo braço, e os dois foram para o meio do salão, abraçados. E, quando se despediram, ela o beijou na face [...].No baile do ano em que fizeram 13 anos, pela primeira vez as fantasias dos dois combinaram. Toureiro e bailarina espanhola. Formavam um casal!
Beijaram-se muito [...]. Até na boca. [...]No ano seguinte, ela não apareceu no baile. Ele ficou o tempo tozo à procura, um havaiano desconsolado.
[...]Mas, no ano seguinte, [...] lá estava ela! Quinze anos. Uma moça. Peitos, tudo. Uma fantasia indefinida.
[...]Estava diferente. [...] Contou que faltara no ano anterior porque a avó morrera, logo no Carnaval.
[...] quando a banda começou a tocar "Bandeira branca" e ele se dirigiu para a saída, tonto e amargurado, sentiu que alguém o pegava pela mão, virou-se e era ela. Era ela, meu Deus, puxando-o para o salão. Ela enlaçando-o com os dois braços para dançarem assim [...]. Ela encostando a cabeça no seu ombro.Encontraram-se de novo 15 anos depois. Aliás, neste Carnaval. Por acaso, num aeroporto. Ela desembarcando [...] para visitar a mãe. Ele embarcando para encontrar os filhos no Rio.
[...]
[...] ele pensando: digo ou não digo que aquele foi o momento mais feliz da minha vida, "Bandeira branca", a cabeça dela no meu ombro [...]. E ela pensando: como é mesmo o nome dele? Péricles. Será Péricles? Ele: digo ou não digo [...]. Ela: Petrarco. Pôncio. Ptolomeu...
VERISSIMO, Luis Fernando. In: MORICONI, Ítalo (Org.). Os cem melhores contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
No que se refere a estrutura narrativa do conto, as afirmações sobre o texto estão corretas, EXCETO:
"Brasileiras que tiveram malas trocadas por bagagens com drogas deixam prisão na Alemanha, diz família."
Por Michael Gomes, G1 Goiás − 11/04/2023, 12h19.
"Você mexe comigo
Quando começo a mexer
Mexe, mexe, mainha
Quero sambar com você
Roda, roda, mainha
Quero quebrar com você".
https://www.letras.mus.br/e-o-tchan/281588/- Mexe, Mexe, Mainha - É o Tchan
Informe o tipo de variação linguística apresentada no trecho da música Mexe, mexe, mainha da banda É o Tchan:
Leia o texto abaixo:
Os debates em torno da identidade de gênero e diversidade têm se destacado cada vez mais nas discussões contemporâneas relacionadas à igualdade, direitos humanos e inclusão. A concepção tradicional e dicotômica de gênero, que categoriza indivíduos rigidamente como homens ou mulheres baseando-se em aspectos biológicos, está sendo questionada à medida que surgem e são reconhecidas diversas identidades de gênero. Nesse contexto, a compreensão da identidade de gênero vai além da mera correspondência entre o sexo biológico e a expressão de gênero. Inúmeras pessoas não se sentem representadas por essa divisão estrita, identificando-se transgêneros, como não binárias, de gênero fluido, entre outras identidades. A multiplicidade de experiências de gênero desafia normas e expectativas socioculturais, abrindo espaço para diálogos pertinentes. A discussão acerca da identidade de gênero e diversidade almeja estimular o reconhecimento e respeito pelas diversas formas de expressão de gênero, bem como o direito de cada indivíduo de viver de acordo com sua identidade autêntica. Adicionalmente, aborda tópicos como acesso a cuidados de saúde adequados, garantia de direitos legais, promoção de uma educação inclusiva e prevenção contra atos discriminatórios. O propósito dos debates é também desconstruir estereótipos e preconceitos relacionados à diversidade de gênero, contribuindo para uma sociedade mais inclusiva e igualitária. Entretanto, é comum que essas discussões encontrem resistência de setores que defendem visões mais convencionais sobre gênero, que consideram apenas a identidade de gênero alinhada ao sexo biológico. Em face dessas complexidades, as conversas sobre identidade de gênero e diversidade têm a finalidade de expandir a conscientização e compreensão, promovendo um ambiente mais respeitoso e abrangente para todas as pessoas, independentemente de sua identidade de gênero.
Qual das alternativas abaixo representa um reflexo dos debates contemporâneos sobre a identidade de gênero e diversidade?
Fonte: Leonardo Renner Koppe. Relações Humanas no Trabalho. Instituto Federal Sul-Rio-Grandense, 2012. Dentro do contexto do relacionamento interpessoal, de acordo com o exposto no texto acima, o trabalho representa a sua dimensão:
Marque a alternativa CORRETA:
Além de parecer não ter rotação, a Terra parece também estar imóvel no meio dos céus. Ptolomeu dá argumentos astronómicos para tentar mostrar isso. Para entender Reprodução/Museu de Arte Metropolitano, Nova York, EUA esses argumentos, é necessário lembrar que, na antiguidade, imaginava-se que todas as estrelas (mas não os planetas) estavam distribuídas sobre uma superfície esférica, cujo raio não parecia ser muito superior à distância da Terra aos planetas. Suponhamos agora que a Terra esteja no centro da esfera das estrelas. Neste caso, o céu visível à noite deve abranger, de cada vez, exatamente a metade da esfera das estrelas. E assim parece realmente ocorrer: em qualquer noite, de horizonte a horizonte, é possível contemplar, a cada instante, a metade do Zodíaco. Se, no entanto, a Terra estivesse longe do centro da esfera estrelar, então o campo de visão à noite não seria, em geral, a metade da esfera: algumas vezes poderíamos ver mais da metade, outras vezes poderíamos ver menos da metade do Zodíaco, de horizonte a horizonte. Portanto, a evidência astronómica parece indicar que a Terra está no centro da esfera de estrelas. E se ela está sempre nesse centro, ela não se move em relação às estrelas.
Fonte do texto: Roberto de A. Martins. Introdução geral ao Commentariolus de Nicola Copernico.https://www.ghtc. usp.br/ram-r37.htm
As expressões "tentar mostrar − suponhamos − parece realmente ocorrer" , retiradas do texto, apontam que:
"[...] voltadas para a educação dos negros devem oferecer garantias a essa população de ingresso, permanência e sucesso na educação escolar, de valorização do patrimônio histórico-cultural afro-brasileiro, de aquisição das competências e dos conhecimentos tidos como indispensáveis para continuidade nos estudos, de condições para alcançar todos os requisitos tendo em vista a conclusão de cada um dos níveis de ensino, bem como para atuar como cidadãos responsáveis e participantes, além de desempenharem com qualificação uma profissão."
(Fonte: BRASIL. Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana. DF, Brasília, 2004.)
Com base no texto, é correto afirmar que as políticas de reparação:
Leia abaixo:
Asserção: O desenvolvimento tecnológico e as mudanças nos padrões de consumo das sociedades modernas resultaram em uma intensa exploração dos recursos naturais do planeta.
Razão: A transição das sociedades predominantemente agrícolas para sociedades industriais e urbanas trouxe consigo um aumento na demanda por recursos naturais para alimentar o desenvolvimento tecnológico e os novos estilos de vida, o que levanta preocupações sobre a sustentabilidade desse padrão de consumo.
Assinale a alternativa correta.
Considere as seguintes orações:
I. A vida é um milagre que anda.
II. A loucura é uma ilha perdida no oceano da razão.
III. A vida é travessia em mar aberto.
IV. O desconforto é a alma em processo de mudança.
Nas orações acima encontramos a figura de linguagem denominada de:
Sobre o texto, considere as afirmações abaixo:
I. A denominação “os preconceitos nossos de cada dia” foi dada pelo historiador Jaime Pinsky para se referir a cartilha “Politicamente Correto e Direitos Humanos”.
II. Entende-se do texto que as formas condescendentes, para se referir às diferenças do outro, também se configuram ofensas, expressando os preconceitos nossos de cada dia.
III. Depreende-se do texto que o glossário, intitulado de politicamente correto, intenta suscitar debates e reflexões acerca da necessidade de respeitar a existência e interação de diferentes culturas.
Assinale:
Asserção: A higiene, a alimentação e a vacinação são os principais cuidados que garantem uma infância saudável para as crianças.
Razão: A higiene é essencial para evitar a propagação de agentes infecciosos, como bactérias e vírus, que podem causar inúmeras doenças. A alimentação balanceada desde a mais tenra idade ajuda a desenvolver o paladar e promove um crescimento saudável. A vacinação, iniciada no século XIX, é um método importante de prevenção contra diversas doenças contagiosas.
Assinale a alternativa correta: