Questões de Concurso Comentadas sobre interpretação de textos em português

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Q2397858 Português
    Ouvi chuva durante toda a noite. Acordei antes do despertador tocar às 5h15, tamanha minha expectativa para conferir um dos maiores espetáculos naturais do mundo. Falo de uma lacuna no meu currículo de viajante: as Cataratas do Iguaçu. Assim como Fernando de Noronha, as famosas quedas d'água são uma atração que eu ainda não havia visitado.

      Claro que a justificativa para isso nunca foi a falta de interesse, mas de oportunidade.

     Na última segunda-feira, porém, eu estava otimista. Tinha uma premiação que eu iria conduzir à noite no próprio hotel do parque. E eu tinha a manhã de terça livre para me encantar com a força daquelas águas.
 
      Infelizmente era justamente esse elemento que ameaçava atrapalhar meu programa. Mas lá pelas 7h, convencido de que O aguaceiro tinha se tornado apenas uma garoa, caminhei até a grande queda, o som estrondoso de milhões de metros cúbicos despencando por segundo silenciando as batidas ansiosas do meu coração e até mesmo os distantes trovões. Quando cheguei o mais próximo que podia, tive um baque. Sozinho na área, eu tinha toda a chance de me conectar com aquela maravilha, mas me perguntei: era isso mesmo que eu esperava encontrar?

       As Cataratas do Iguaçu, assim como vários outros pontos turísticos fortes pelo mundo, nos trazem um incômodo do qual só me dei conta então: estamos tão acostumados a ver imagens deslumbrantes deles que quando estamos lá, cara a cara com a atração, parece que ela não tem mais nenhum encanto a nos oferecer. Ou tem? Chamei esse fenômeno de “anestesia turística”.

      No scroll infinito de imagens hoje nas nossas telas. que impacto essas atrações ainda são capazes de nos provocar? Nenhum, pensei rápido. Pelo menos se seu único objetivo diante delas é tirar uma selfie.

        Ir pessoalmente a um lugar desses é muito mais do que fazer um registro para o Instagram. Fiz o meu, sim, não tenha dúvidas. Mas logo em seguida mergulhe: naquilo que meus alhos estavam devorando.

      Com eles eu não apenas enxergava, mas também ouvia, degustava e sentia quase o toque poderoso do fluido em movimento na minha pele. Quando fechei as pálpebras, todos esses sentidos, inclusive o da visão, ficaram mais fortes. Pronto: eu estava livre daquele estado anestésico. A chuva já havia voltado com força e eu nem tinha percebido. Olhei em volta e continuava sozinho. No entanto, estava pleno.



(Adaptado de: CAMARGO, Zeca. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
O estado anestésico mencionado pelo autor remete
Alternativas
Q2397857 Português
    Ouvi chuva durante toda a noite. Acordei antes do despertador tocar às 5h15, tamanha minha expectativa para conferir um dos maiores espetáculos naturais do mundo. Falo de uma lacuna no meu currículo de viajante: as Cataratas do Iguaçu. Assim como Fernando de Noronha, as famosas quedas d'água são uma atração que eu ainda não havia visitado.

      Claro que a justificativa para isso nunca foi a falta de interesse, mas de oportunidade.

     Na última segunda-feira, porém, eu estava otimista. Tinha uma premiação que eu iria conduzir à noite no próprio hotel do parque. E eu tinha a manhã de terça livre para me encantar com a força daquelas águas.
 
      Infelizmente era justamente esse elemento que ameaçava atrapalhar meu programa. Mas lá pelas 7h, convencido de que O aguaceiro tinha se tornado apenas uma garoa, caminhei até a grande queda, o som estrondoso de milhões de metros cúbicos despencando por segundo silenciando as batidas ansiosas do meu coração e até mesmo os distantes trovões. Quando cheguei o mais próximo que podia, tive um baque. Sozinho na área, eu tinha toda a chance de me conectar com aquela maravilha, mas me perguntei: era isso mesmo que eu esperava encontrar?

       As Cataratas do Iguaçu, assim como vários outros pontos turísticos fortes pelo mundo, nos trazem um incômodo do qual só me dei conta então: estamos tão acostumados a ver imagens deslumbrantes deles que quando estamos lá, cara a cara com a atração, parece que ela não tem mais nenhum encanto a nos oferecer. Ou tem? Chamei esse fenômeno de “anestesia turística”.

      No scroll infinito de imagens hoje nas nossas telas. que impacto essas atrações ainda são capazes de nos provocar? Nenhum, pensei rápido. Pelo menos se seu único objetivo diante delas é tirar uma selfie.

        Ir pessoalmente a um lugar desses é muito mais do que fazer um registro para o Instagram. Fiz o meu, sim, não tenha dúvidas. Mas logo em seguida mergulhe: naquilo que meus alhos estavam devorando.

      Com eles eu não apenas enxergava, mas também ouvia, degustava e sentia quase o toque poderoso do fluido em movimento na minha pele. Quando fechei as pálpebras, todos esses sentidos, inclusive o da visão, ficaram mais fortes. Pronto: eu estava livre daquele estado anestésico. A chuva já havia voltado com força e eu nem tinha percebido. Olhei em volta e continuava sozinho. No entanto, estava pleno.



(Adaptado de: CAMARGO, Zeca. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
Considerando o contexto e a correção gramatical, o termo sublinhado pode ser substituído pelo que se encontra entre parênteses em:
Alternativas
Q2397856 Português
    Ouvi chuva durante toda a noite. Acordei antes do despertador tocar às 5h15, tamanha minha expectativa para conferir um dos maiores espetáculos naturais do mundo. Falo de uma lacuna no meu currículo de viajante: as Cataratas do Iguaçu. Assim como Fernando de Noronha, as famosas quedas d'água são uma atração que eu ainda não havia visitado.

      Claro que a justificativa para isso nunca foi a falta de interesse, mas de oportunidade.

     Na última segunda-feira, porém, eu estava otimista. Tinha uma premiação que eu iria conduzir à noite no próprio hotel do parque. E eu tinha a manhã de terça livre para me encantar com a força daquelas águas.
 
      Infelizmente era justamente esse elemento que ameaçava atrapalhar meu programa. Mas lá pelas 7h, convencido de que O aguaceiro tinha se tornado apenas uma garoa, caminhei até a grande queda, o som estrondoso de milhões de metros cúbicos despencando por segundo silenciando as batidas ansiosas do meu coração e até mesmo os distantes trovões. Quando cheguei o mais próximo que podia, tive um baque. Sozinho na área, eu tinha toda a chance de me conectar com aquela maravilha, mas me perguntei: era isso mesmo que eu esperava encontrar?

       As Cataratas do Iguaçu, assim como vários outros pontos turísticos fortes pelo mundo, nos trazem um incômodo do qual só me dei conta então: estamos tão acostumados a ver imagens deslumbrantes deles que quando estamos lá, cara a cara com a atração, parece que ela não tem mais nenhum encanto a nos oferecer. Ou tem? Chamei esse fenômeno de “anestesia turística”.

      No scroll infinito de imagens hoje nas nossas telas. que impacto essas atrações ainda são capazes de nos provocar? Nenhum, pensei rápido. Pelo menos se seu único objetivo diante delas é tirar uma selfie.

        Ir pessoalmente a um lugar desses é muito mais do que fazer um registro para o Instagram. Fiz o meu, sim, não tenha dúvidas. Mas logo em seguida mergulhe: naquilo que meus alhos estavam devorando.

      Com eles eu não apenas enxergava, mas também ouvia, degustava e sentia quase o toque poderoso do fluido em movimento na minha pele. Quando fechei as pálpebras, todos esses sentidos, inclusive o da visão, ficaram mais fortes. Pronto: eu estava livre daquele estado anestésico. A chuva já havia voltado com força e eu nem tinha percebido. Olhei em volta e continuava sozinho. No entanto, estava pleno.



(Adaptado de: CAMARGO, Zeca. Disponível em: www1.folha.uol.com.br)
Observa-se o emprego da figura de linguagem conhecida como hipérbole no seguinte trecho:
Alternativas
Q2395188 Português
Leia trecho de música abaixo interpretada em português por Simone e originalmente musicada por John Lennon:

Então é Natal, e o que você fez? O ano termina, e nasce outra vez Então é Natal, a festa Cristã Do velho e do novo, do amor como um todo Então bom Natal, e um ano novo também Que seja feliz quem souber o que é o bem Então é Natal, pro enfermo e pro são Pro rico e pro pobre, num só coração Então bom Natal, pro branco e pro negro Amarelo e vermelho, pra paz afinal Então bom Natal, e um ano novo também Que seja feliz quem, souber o que é o bem Então é Natal, o que a gente fez? O ano termina, e começa outra vez Então é Natal, a festa Cristã Do velho e do novo, o amor como um todo Então bom Natal, e um ano novo também Que seja feliz quem, souber o que é o bem
(Então é Natal, Simone)

Em relação a esta música, julgue V para Verdadeiro e F para Falso:
( ) A música fala sobre amor e união das pessoas, propagando a paz.
( ) A música apesar de falar sobre a paz, dissemina a desigualdade entre ricos e pobres.
( ) A música é um deboche da festa Cristã, já que o autor original desta música é John Lennon, artista declaradamente ateu. 
Alternativas
Q2395172 Português
UNICEF dá apoio a famílias de bebês com
microcefalia em Campina Grande (PB)

          O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceiros anunciaram nesta quinta-feira (15) nova iniciativa para apoiar mulheres gestantes, famílias e cuidadores de crianças com síndrome congênita do zika, conhecida como microcefalia, em Campina Grande, na Paraíba.

        A Paraíba é o terceiro estado do país com o maior número de casos confirmados (163 crianças) de microcefalia, tendo outros 198 sob investigação e um total de 902 notificados. Foram registrados 26 óbitos, sendo 18 em consequência da microcefalia.

           Campina Grande responde pelo atendimento em saúde de 67% dos casos confirmados no estado, sendo 104 crianças de outros municípios e 14 crianças residentes.

          Com o objetivo de garantir o direito dessas crianças, o UNICEF criou o projeto Redes de Inclusão, coordenado com governos federal, estadual e municipal, assim como com organizações da sociedade civil, Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), ONU Mulheres e setor privado (Johnson & Johnson).

            O projeto dará apoio a gestantes, famílias e cuidadores, desenvolvendo nova metodologia de capacitação para o estímulo do desenvolvimento das crianças em suas residências. A metodologia será desenvolvida por Ministério de Saúde, UNICEF e parceiro do serviço especializado em reabilitação, a Fundação Altino Ventura.

             A iniciativa também prevê a capacitação de profissionais de saúde, educação e assistência social. O UNICEF, o Ministério da Saúde e a Opas/OMS também criarão uma metodologia de capacitação desses profissionais para o apoio psicossocial às gestantes, às famílias e aos cuidadores.

            Outra frente de atuação é a atenção integrada e em rede: o projeto incidirá no fortalecimento das redes de atendimento. Serão criadas linhas de cuidado para atuação conjunta entre instituições e serviços municipais e estaduais das áreas de saúde, educação e proteção social. 


            Avanço do vírus zika

            Até 3 de setembro, 9.289 casos foram notificados no Brasil, segundo definições do Protocolo de Vigilância do Ministério da Saúde. Desses, 1.888 confirmados para microcefalia e/ou alteração do Sistema Nervoso Central sugestivos de infecção congênita e 4.412 casos descartados. Continuam em investigação 2.989 (32,2%) do total de casos notificados.

          Os primeiros anos de vida são decisivos para o desenvolvimento. No caso de crianças com microcefalia, o atendimento adequado e a estimulação oportuna favorecem o desenvolvimento neuropsicomotor e promovem melhora na qualidade de vida das crianças e de suas famílias.


Fonte: Texto adaptado de matéria do site das Nações Unidas. Disponível em: https://nacoesunidas.org/unicefda-apoio-a-familias-de-bebes-com-microcefalia-emcampina-grande-pb
Algumas palavras podem ter diferentes significados de acordo com o contexto em que são usadas. No trecho “Com o objetivo de garantir o direito dessas crianças, o UNICEF criou o projeto Redes de Inclusão”, a palavra direito pode ser compreendida como:
Alternativas
Q2395171 Português
UNICEF dá apoio a famílias de bebês com
microcefalia em Campina Grande (PB)

          O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceiros anunciaram nesta quinta-feira (15) nova iniciativa para apoiar mulheres gestantes, famílias e cuidadores de crianças com síndrome congênita do zika, conhecida como microcefalia, em Campina Grande, na Paraíba.

        A Paraíba é o terceiro estado do país com o maior número de casos confirmados (163 crianças) de microcefalia, tendo outros 198 sob investigação e um total de 902 notificados. Foram registrados 26 óbitos, sendo 18 em consequência da microcefalia.

           Campina Grande responde pelo atendimento em saúde de 67% dos casos confirmados no estado, sendo 104 crianças de outros municípios e 14 crianças residentes.

          Com o objetivo de garantir o direito dessas crianças, o UNICEF criou o projeto Redes de Inclusão, coordenado com governos federal, estadual e municipal, assim como com organizações da sociedade civil, Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), ONU Mulheres e setor privado (Johnson & Johnson).

            O projeto dará apoio a gestantes, famílias e cuidadores, desenvolvendo nova metodologia de capacitação para o estímulo do desenvolvimento das crianças em suas residências. A metodologia será desenvolvida por Ministério de Saúde, UNICEF e parceiro do serviço especializado em reabilitação, a Fundação Altino Ventura.

             A iniciativa também prevê a capacitação de profissionais de saúde, educação e assistência social. O UNICEF, o Ministério da Saúde e a Opas/OMS também criarão uma metodologia de capacitação desses profissionais para o apoio psicossocial às gestantes, às famílias e aos cuidadores.

            Outra frente de atuação é a atenção integrada e em rede: o projeto incidirá no fortalecimento das redes de atendimento. Serão criadas linhas de cuidado para atuação conjunta entre instituições e serviços municipais e estaduais das áreas de saúde, educação e proteção social. 


            Avanço do vírus zika

            Até 3 de setembro, 9.289 casos foram notificados no Brasil, segundo definições do Protocolo de Vigilância do Ministério da Saúde. Desses, 1.888 confirmados para microcefalia e/ou alteração do Sistema Nervoso Central sugestivos de infecção congênita e 4.412 casos descartados. Continuam em investigação 2.989 (32,2%) do total de casos notificados.

          Os primeiros anos de vida são decisivos para o desenvolvimento. No caso de crianças com microcefalia, o atendimento adequado e a estimulação oportuna favorecem o desenvolvimento neuropsicomotor e promovem melhora na qualidade de vida das crianças e de suas famílias.


Fonte: Texto adaptado de matéria do site das Nações Unidas. Disponível em: https://nacoesunidas.org/unicefda-apoio-a-familias-de-bebes-com-microcefalia-emcampina-grande-pb
Podem ser considerados antônimos das palavras parceiro, mulheres, cuidado e fortalecimento, respectivamente:
Alternativas
Q2395170 Português
UNICEF dá apoio a famílias de bebês com
microcefalia em Campina Grande (PB)

          O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceiros anunciaram nesta quinta-feira (15) nova iniciativa para apoiar mulheres gestantes, famílias e cuidadores de crianças com síndrome congênita do zika, conhecida como microcefalia, em Campina Grande, na Paraíba.

        A Paraíba é o terceiro estado do país com o maior número de casos confirmados (163 crianças) de microcefalia, tendo outros 198 sob investigação e um total de 902 notificados. Foram registrados 26 óbitos, sendo 18 em consequência da microcefalia.

           Campina Grande responde pelo atendimento em saúde de 67% dos casos confirmados no estado, sendo 104 crianças de outros municípios e 14 crianças residentes.

          Com o objetivo de garantir o direito dessas crianças, o UNICEF criou o projeto Redes de Inclusão, coordenado com governos federal, estadual e municipal, assim como com organizações da sociedade civil, Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), ONU Mulheres e setor privado (Johnson & Johnson).

            O projeto dará apoio a gestantes, famílias e cuidadores, desenvolvendo nova metodologia de capacitação para o estímulo do desenvolvimento das crianças em suas residências. A metodologia será desenvolvida por Ministério de Saúde, UNICEF e parceiro do serviço especializado em reabilitação, a Fundação Altino Ventura.

             A iniciativa também prevê a capacitação de profissionais de saúde, educação e assistência social. O UNICEF, o Ministério da Saúde e a Opas/OMS também criarão uma metodologia de capacitação desses profissionais para o apoio psicossocial às gestantes, às famílias e aos cuidadores.

            Outra frente de atuação é a atenção integrada e em rede: o projeto incidirá no fortalecimento das redes de atendimento. Serão criadas linhas de cuidado para atuação conjunta entre instituições e serviços municipais e estaduais das áreas de saúde, educação e proteção social. 


            Avanço do vírus zika

            Até 3 de setembro, 9.289 casos foram notificados no Brasil, segundo definições do Protocolo de Vigilância do Ministério da Saúde. Desses, 1.888 confirmados para microcefalia e/ou alteração do Sistema Nervoso Central sugestivos de infecção congênita e 4.412 casos descartados. Continuam em investigação 2.989 (32,2%) do total de casos notificados.

          Os primeiros anos de vida são decisivos para o desenvolvimento. No caso de crianças com microcefalia, o atendimento adequado e a estimulação oportuna favorecem o desenvolvimento neuropsicomotor e promovem melhora na qualidade de vida das crianças e de suas famílias.


Fonte: Texto adaptado de matéria do site das Nações Unidas. Disponível em: https://nacoesunidas.org/unicefda-apoio-a-familias-de-bebes-com-microcefalia-emcampina-grande-pb
De acordo com o exposto na matéria, é importante estimular as crianças portadoras da microcefalia desde cedo pois:
Alternativas
Q2395169 Português
UNICEF dá apoio a famílias de bebês com
microcefalia em Campina Grande (PB)

          O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceiros anunciaram nesta quinta-feira (15) nova iniciativa para apoiar mulheres gestantes, famílias e cuidadores de crianças com síndrome congênita do zika, conhecida como microcefalia, em Campina Grande, na Paraíba.

        A Paraíba é o terceiro estado do país com o maior número de casos confirmados (163 crianças) de microcefalia, tendo outros 198 sob investigação e um total de 902 notificados. Foram registrados 26 óbitos, sendo 18 em consequência da microcefalia.

           Campina Grande responde pelo atendimento em saúde de 67% dos casos confirmados no estado, sendo 104 crianças de outros municípios e 14 crianças residentes.

          Com o objetivo de garantir o direito dessas crianças, o UNICEF criou o projeto Redes de Inclusão, coordenado com governos federal, estadual e municipal, assim como com organizações da sociedade civil, Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), ONU Mulheres e setor privado (Johnson & Johnson).

            O projeto dará apoio a gestantes, famílias e cuidadores, desenvolvendo nova metodologia de capacitação para o estímulo do desenvolvimento das crianças em suas residências. A metodologia será desenvolvida por Ministério de Saúde, UNICEF e parceiro do serviço especializado em reabilitação, a Fundação Altino Ventura.

             A iniciativa também prevê a capacitação de profissionais de saúde, educação e assistência social. O UNICEF, o Ministério da Saúde e a Opas/OMS também criarão uma metodologia de capacitação desses profissionais para o apoio psicossocial às gestantes, às famílias e aos cuidadores.

            Outra frente de atuação é a atenção integrada e em rede: o projeto incidirá no fortalecimento das redes de atendimento. Serão criadas linhas de cuidado para atuação conjunta entre instituições e serviços municipais e estaduais das áreas de saúde, educação e proteção social. 


            Avanço do vírus zika

            Até 3 de setembro, 9.289 casos foram notificados no Brasil, segundo definições do Protocolo de Vigilância do Ministério da Saúde. Desses, 1.888 confirmados para microcefalia e/ou alteração do Sistema Nervoso Central sugestivos de infecção congênita e 4.412 casos descartados. Continuam em investigação 2.989 (32,2%) do total de casos notificados.

          Os primeiros anos de vida são decisivos para o desenvolvimento. No caso de crianças com microcefalia, o atendimento adequado e a estimulação oportuna favorecem o desenvolvimento neuropsicomotor e promovem melhora na qualidade de vida das crianças e de suas famílias.


Fonte: Texto adaptado de matéria do site das Nações Unidas. Disponível em: https://nacoesunidas.org/unicefda-apoio-a-familias-de-bebes-com-microcefalia-emcampina-grande-pb
O projeto Redes de Inclusão tem como principal objetivo:
Alternativas
Q2395168 Português
UNICEF dá apoio a famílias de bebês com
microcefalia em Campina Grande (PB)

          O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceiros anunciaram nesta quinta-feira (15) nova iniciativa para apoiar mulheres gestantes, famílias e cuidadores de crianças com síndrome congênita do zika, conhecida como microcefalia, em Campina Grande, na Paraíba.

        A Paraíba é o terceiro estado do país com o maior número de casos confirmados (163 crianças) de microcefalia, tendo outros 198 sob investigação e um total de 902 notificados. Foram registrados 26 óbitos, sendo 18 em consequência da microcefalia.

           Campina Grande responde pelo atendimento em saúde de 67% dos casos confirmados no estado, sendo 104 crianças de outros municípios e 14 crianças residentes.

          Com o objetivo de garantir o direito dessas crianças, o UNICEF criou o projeto Redes de Inclusão, coordenado com governos federal, estadual e municipal, assim como com organizações da sociedade civil, Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), ONU Mulheres e setor privado (Johnson & Johnson).

            O projeto dará apoio a gestantes, famílias e cuidadores, desenvolvendo nova metodologia de capacitação para o estímulo do desenvolvimento das crianças em suas residências. A metodologia será desenvolvida por Ministério de Saúde, UNICEF e parceiro do serviço especializado em reabilitação, a Fundação Altino Ventura.

             A iniciativa também prevê a capacitação de profissionais de saúde, educação e assistência social. O UNICEF, o Ministério da Saúde e a Opas/OMS também criarão uma metodologia de capacitação desses profissionais para o apoio psicossocial às gestantes, às famílias e aos cuidadores.

            Outra frente de atuação é a atenção integrada e em rede: o projeto incidirá no fortalecimento das redes de atendimento. Serão criadas linhas de cuidado para atuação conjunta entre instituições e serviços municipais e estaduais das áreas de saúde, educação e proteção social. 


            Avanço do vírus zika

            Até 3 de setembro, 9.289 casos foram notificados no Brasil, segundo definições do Protocolo de Vigilância do Ministério da Saúde. Desses, 1.888 confirmados para microcefalia e/ou alteração do Sistema Nervoso Central sugestivos de infecção congênita e 4.412 casos descartados. Continuam em investigação 2.989 (32,2%) do total de casos notificados.

          Os primeiros anos de vida são decisivos para o desenvolvimento. No caso de crianças com microcefalia, o atendimento adequado e a estimulação oportuna favorecem o desenvolvimento neuropsicomotor e promovem melhora na qualidade de vida das crianças e de suas famílias.


Fonte: Texto adaptado de matéria do site das Nações Unidas. Disponível em: https://nacoesunidas.org/unicefda-apoio-a-familias-de-bebes-com-microcefalia-emcampina-grande-pb
De acordo com as informações encontradas no texto, são verdadeiras as sentenças:

I. A iniciativa privada não participa da ação liderada pela ONU.

II. Campina Grande foi escolhida por concentrar o atendimento a várias crianças de diversas outras cidades do interior do estado.

III. A Paraíba é o terceiro estado em números de caso de microcefalia relacionada à infecção pelo vírus da zika.
Alternativas
Q2395167 Português
UNICEF dá apoio a famílias de bebês com
microcefalia em Campina Grande (PB)

          O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e parceiros anunciaram nesta quinta-feira (15) nova iniciativa para apoiar mulheres gestantes, famílias e cuidadores de crianças com síndrome congênita do zika, conhecida como microcefalia, em Campina Grande, na Paraíba.

        A Paraíba é o terceiro estado do país com o maior número de casos confirmados (163 crianças) de microcefalia, tendo outros 198 sob investigação e um total de 902 notificados. Foram registrados 26 óbitos, sendo 18 em consequência da microcefalia.

           Campina Grande responde pelo atendimento em saúde de 67% dos casos confirmados no estado, sendo 104 crianças de outros municípios e 14 crianças residentes.

          Com o objetivo de garantir o direito dessas crianças, o UNICEF criou o projeto Redes de Inclusão, coordenado com governos federal, estadual e municipal, assim como com organizações da sociedade civil, Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), ONU Mulheres e setor privado (Johnson & Johnson).

            O projeto dará apoio a gestantes, famílias e cuidadores, desenvolvendo nova metodologia de capacitação para o estímulo do desenvolvimento das crianças em suas residências. A metodologia será desenvolvida por Ministério de Saúde, UNICEF e parceiro do serviço especializado em reabilitação, a Fundação Altino Ventura.

             A iniciativa também prevê a capacitação de profissionais de saúde, educação e assistência social. O UNICEF, o Ministério da Saúde e a Opas/OMS também criarão uma metodologia de capacitação desses profissionais para o apoio psicossocial às gestantes, às famílias e aos cuidadores.

            Outra frente de atuação é a atenção integrada e em rede: o projeto incidirá no fortalecimento das redes de atendimento. Serão criadas linhas de cuidado para atuação conjunta entre instituições e serviços municipais e estaduais das áreas de saúde, educação e proteção social. 


            Avanço do vírus zika

            Até 3 de setembro, 9.289 casos foram notificados no Brasil, segundo definições do Protocolo de Vigilância do Ministério da Saúde. Desses, 1.888 confirmados para microcefalia e/ou alteração do Sistema Nervoso Central sugestivos de infecção congênita e 4.412 casos descartados. Continuam em investigação 2.989 (32,2%) do total de casos notificados.

          Os primeiros anos de vida são decisivos para o desenvolvimento. No caso de crianças com microcefalia, o atendimento adequado e a estimulação oportuna favorecem o desenvolvimento neuropsicomotor e promovem melhora na qualidade de vida das crianças e de suas famílias.


Fonte: Texto adaptado de matéria do site das Nações Unidas. Disponível em: https://nacoesunidas.org/unicefda-apoio-a-familias-de-bebes-com-microcefalia-emcampina-grande-pb
A matéria do site das Nações Unidas:
Alternativas
Q2392161 Português

Julgue o item a seguir.


A sentença: “Ela deixou a plateia emocionada” tem uma ambiguidade, a qual pode ser desfeita com o deslocamento do predicativo para antes do sujeito, deixando apenas um sentido possível. 

Alternativas
Q2392160 Português

Julgue o item a seguir.


Em uma série de cartazes e outdoors, a empresa Hortifruti divulgou campanhas fazendo referência a filmes conhecidos, como “Thormate” e “A Incrível Rúcula”. A intertextualidade se deu com a exploração de termos com sonoridade semelhante à dos títulos originais, os quais precisam ser conhecidos pelo receptor para a compreensão adequada da intenção humorística.

Alternativas
Q2392120 Português

Julgue o item a seguir.


Em “Ferrari trabalha em carro que lê a mente do motorista”, pode-se inferir que o nome Ferrari na verdade se refere a funcionários da fabricante de automóveis, o que constitui um exemplo de metonímia.

Alternativas
Q2387053 Português
No trecho –“A desfaçatez é inerente ao ser humano”–, a palavra destacada pode ser substituída, sem alteração de sentido, por
Alternativas
Q2386668 Português

Uma advertência que vira virtude



Por Fabrício Carpinejar







(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2023/08/uma-advertencia-que-viravirtude-clljxsrco000101523sa0ujwx.html – texto adaptado especialmente para esta prova).


Analise o meme da Figura 1 a seguir e assinale a alternativa que indica com que finalidade a frase debatida no texto foi reempregada nesta nova forma comunicativa. 


Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2023 - PC-SP - Escrivão |
Q2386239 Português
Os gatos podem se manifestar?

      Um dia, aconteceu isto: um gatito apareceu no nosso quintal. De abuso, ninguém lhe tinha convidado. Pensei em ir atirá-lo no fundo da Ilha, onde há sempre restos dos restaurantes e suficientemente longe de casa para não aprender o caminho de volta. De fome não morreria, se evitasse outras mortes. Mas ele era engraçado, sem medo do cão nem das pessoas. E o cão adotou-o. Ficou, que remédio. Cresceu. Notamos logo a diminuição de ratos no quintal, tentando entrar em casa. Um dia o gato desapareceu, deixando um vazio. Mais tarde uma gata vadia pariu no quintal, entre as plantas. Os gatitos cresceram e deixamos, na esperança de domarmos algum. Até procurávamos seduzi-los com comida, pois eram muito esquivos, medrosos ou desconfiados. Tinham as suas razões para desconfiarem dos humanos. Desapareceram também. É lógico, na vizinhança há quem não goste de gatos, embora haja ratos que chegue. Havia também umas obras e parece que os trabalhadores gostam de atirar ferramentas aos bichos. Pode ser a causa.


(Pepetela. Crónicas Maldispostas, 2015. Adaptado)
Identifica-se coesão por catáfora em:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2023 - PC-SP - Escrivão |
Q2386238 Português
Os gatos podem se manifestar?

      Um dia, aconteceu isto: um gatito apareceu no nosso quintal. De abuso, ninguém lhe tinha convidado. Pensei em ir atirá-lo no fundo da Ilha, onde há sempre restos dos restaurantes e suficientemente longe de casa para não aprender o caminho de volta. De fome não morreria, se evitasse outras mortes. Mas ele era engraçado, sem medo do cão nem das pessoas. E o cão adotou-o. Ficou, que remédio. Cresceu. Notamos logo a diminuição de ratos no quintal, tentando entrar em casa. Um dia o gato desapareceu, deixando um vazio. Mais tarde uma gata vadia pariu no quintal, entre as plantas. Os gatitos cresceram e deixamos, na esperança de domarmos algum. Até procurávamos seduzi-los com comida, pois eram muito esquivos, medrosos ou desconfiados. Tinham as suas razões para desconfiarem dos humanos. Desapareceram também. É lógico, na vizinhança há quem não goste de gatos, embora haja ratos que chegue. Havia também umas obras e parece que os trabalhadores gostam de atirar ferramentas aos bichos. Pode ser a causa.


(Pepetela. Crónicas Maldispostas, 2015. Adaptado)

Considere as passagens:


•  Pensei em ir atirá-lo no fundo da Ilha…

•  Ficou, que remédio.

•  Os gatitos cresceram e deixamos, na esperança de domarmos algum.


As passagens permitem, correta e respectivamente, as seguintes interpretações:

Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2023 - PC-SP - Escrivão |
Q2386237 Português
Os gatos podem se manifestar?

      Um dia, aconteceu isto: um gatito apareceu no nosso quintal. De abuso, ninguém lhe tinha convidado. Pensei em ir atirá-lo no fundo da Ilha, onde há sempre restos dos restaurantes e suficientemente longe de casa para não aprender o caminho de volta. De fome não morreria, se evitasse outras mortes. Mas ele era engraçado, sem medo do cão nem das pessoas. E o cão adotou-o. Ficou, que remédio. Cresceu. Notamos logo a diminuição de ratos no quintal, tentando entrar em casa. Um dia o gato desapareceu, deixando um vazio. Mais tarde uma gata vadia pariu no quintal, entre as plantas. Os gatitos cresceram e deixamos, na esperança de domarmos algum. Até procurávamos seduzi-los com comida, pois eram muito esquivos, medrosos ou desconfiados. Tinham as suas razões para desconfiarem dos humanos. Desapareceram também. É lógico, na vizinhança há quem não goste de gatos, embora haja ratos que chegue. Havia também umas obras e parece que os trabalhadores gostam de atirar ferramentas aos bichos. Pode ser a causa.


(Pepetela. Crónicas Maldispostas, 2015. Adaptado)
De acordo com o narrador, os gatos provavelmente sumiam porque eram
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2023 - PC-SP - Escrivão |
Q2386234 Português
        Para que serve uma premiação científica? Há várias maneiras de responder a essa pergunta. Todo prêmio é, em primeiro lugar, um reconhecimento do trabalho realizado por um pesquisador, uma equipe ou instituição. Seu valor é imaterial. Premiar, nesse sentido, é prestigiar quem contribuiu de maneira significativa para o avanço de determinado campo do conhecimento.

     Essas honrarias costumam vir acompanhadas de alguma quantia em dinheiro. Logo, prêmios também ajudam a financiar a pesquisa científica e a dar incentivos concretos, materiais, para que os pesquisadores continuem seu trabalho, sobretudo num país como o Brasil, que remunera mal seus cientistas.

       Mas acreditamos que a função mais importante de um prêmio é a de destacar certas temáticas ou áreas do conhecimento. Um prêmio é um farol, que aponta direções nas quais a curiosidade humana deve continuar avançando, e também um holofote, capaz de jogar luz sobre assuntos até então pouco conhecidos do público geral.

      O Prêmio Nobel, o mais prestigioso do mundo, é o que melhor ilustra esse fenômeno. Quando a academia sueca anuncia os vencedores do Nobel de Física ou Química, telejornais do mundo inteiro dedicam preciosos minutos a temas herméticos como entrelaçamento quântico ou química bio-ortogonal. De que outra maneira isso ganharia espaço no horário nobre?

      Portanto, um prêmio, na medida em que chama a atenção da sociedade para esta ou aquela temática, é uma forma de valorizar e divulgar a própria ciência. É com base nisso que afirmamos que o Brasil precisa como nunca premiar o trabalho de seus cientistas.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 29.09.2023. Adaptado) 
Considere as passagens do 4o parágrafo:

•  … é o que melhor ilustra esse fenômeno.
•  … dedicam preciosos minutos a temas herméticos…
•  De que outra maneira isso ganharia espaço no horário nobre?

Os termos destacados significam, correta e respectivamente: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: VUNESP Órgão: PC-SP Prova: VUNESP - 2023 - PC-SP - Escrivão |
Q2386233 Português
        Para que serve uma premiação científica? Há várias maneiras de responder a essa pergunta. Todo prêmio é, em primeiro lugar, um reconhecimento do trabalho realizado por um pesquisador, uma equipe ou instituição. Seu valor é imaterial. Premiar, nesse sentido, é prestigiar quem contribuiu de maneira significativa para o avanço de determinado campo do conhecimento.

     Essas honrarias costumam vir acompanhadas de alguma quantia em dinheiro. Logo, prêmios também ajudam a financiar a pesquisa científica e a dar incentivos concretos, materiais, para que os pesquisadores continuem seu trabalho, sobretudo num país como o Brasil, que remunera mal seus cientistas.

       Mas acreditamos que a função mais importante de um prêmio é a de destacar certas temáticas ou áreas do conhecimento. Um prêmio é um farol, que aponta direções nas quais a curiosidade humana deve continuar avançando, e também um holofote, capaz de jogar luz sobre assuntos até então pouco conhecidos do público geral.

      O Prêmio Nobel, o mais prestigioso do mundo, é o que melhor ilustra esse fenômeno. Quando a academia sueca anuncia os vencedores do Nobel de Física ou Química, telejornais do mundo inteiro dedicam preciosos minutos a temas herméticos como entrelaçamento quântico ou química bio-ortogonal. De que outra maneira isso ganharia espaço no horário nobre?

      Portanto, um prêmio, na medida em que chama a atenção da sociedade para esta ou aquela temática, é uma forma de valorizar e divulgar a própria ciência. É com base nisso que afirmamos que o Brasil precisa como nunca premiar o trabalho de seus cientistas.

(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 29.09.2023. Adaptado) 
Assinale a alternativa em que a frase contém uma metáfora.
Alternativas
Respostas
29641: A
29642: A
29643: B
29644: C
29645: D
29646: C
29647: A
29648: E
29649: B
29650: E
29651: C
29652: C
29653: C
29654: A
29655: A
29656: E
29657: C
29658: A
29659: C
29660: A