Questões de Concurso
Comentadas sobre interpretação de textos em português
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“a patinha dela” (2º parágrafo)
“uma de suas filhinhas” (3º parágrafo)
“olhinhos cor de mel” (4º parágrafo)
“quietinha” (5º parágrafo)
Nos trechos retirados do texto, o grau diminutivo dos substantivos e adjetivo acrescenta uma ideia de:
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Calor extremo aumentou em 85% as mortes de idosos desde 1990, diz estudo
A exposição ao calor excessivo pode prejudicar a saúde das pessoas e causar até morte. Segundo relatório publicado na revista científica The Lancet, nesta terça-feira (14), as mortes relacionadas ao calor de idosos de 65 anos aumentaram 85% em 2020 em comparação com as registradas no período de 1990 e 2000.
O estudo foi feito por uma colaboração internacional de mais de 114 cientistas e pesquisadores de 52 instituições do mundo e de agências da Organização das Nações Unidas (ONU) ao redor do mundo.
Segundo o estudo, o aumento é substancialmente maior do que o crescimento projetado de 38%.
Ao analisar os modelos que incorporam alterações demográficas e de temperatura, os pesquisadores conseguiram mapear as mortes de idosos causadas ou relacionadas a aumento de temperatura. Para chegar ao dado, os cientistas então simulam como seriam essas mortes se as temperaturas mantivessem os mesmos níveis. Seria, então, um crescimento de 38% em comparação com o período de 1990 a 2020.
O que gerou o aumento? De acordo com os pesquisadores, a causa é o aquecimento global, que, no caso, é gerada pelas mudanças climáticas que são potencializadas por atividades humanas.
Ainda segundo o estudo, a população nesta faixa etária e os bebês, são vulneráveis a riscos para a saúde, quando expostos ao calor.
A publicação alerta que as ondas de calor serão mais frequentes nos próximos anos e farão com que quase 525 milhões de pessoas sofram de insegurança alimentar entre 2041 e 2060, agravando o risco global de desnutrição. "O mundo está avançando na direção errada", afirmam os autores na publicação.
Com as mudanças climáticas, a população fica exposta a contrair doenças infecciosas e fatais, como a dengue, a malária e outras viroses.
O estudo também levanta que a área afetada por seca extrema aumentou de 18% em 1951 para 47% em entre 2013 e 2022.
No Brasil, as altas temperaturas aumentaram 642% nos últimos 60 anos, conforme uma pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que busca entender como as mudanças climáticas impactam o país.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/calor-extremo-aumentou -em-85-as-mortes-de-idosos-desde-1990-diz-estudo/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Calor extremo aumentou em 85% as mortes de idosos desde 1990, diz estudo
A exposição ao calor excessivo pode prejudicar a saúde das pessoas e causar até morte. Segundo relatório publicado na revista científica The Lancet, nesta terça-feira (14), as mortes relacionadas ao calor de idosos de 65 anos aumentaram 85% em 2020 em comparação com as registradas no período de 1990 e 2000.
O estudo foi feito por uma colaboração internacional de mais de 114 cientistas e pesquisadores de 52 instituições do mundo e de agências da Organização das Nações Unidas (ONU) ao redor do mundo.
Segundo o estudo, o aumento é substancialmente maior do que o crescimento projetado de 38%.
Ao analisar os modelos que incorporam alterações demográficas e de temperatura, os pesquisadores conseguiram mapear as mortes de idosos causadas ou relacionadas a aumento de temperatura. Para chegar ao dado, os cientistas então simulam como seriam essas mortes se as temperaturas mantivessem os mesmos níveis. Seria, então, um crescimento de 38% em comparação com o período de 1990 a 2020.
O que gerou o aumento? De acordo com os pesquisadores, a causa é o aquecimento global, que, no caso, é gerada pelas mudanças climáticas que são potencializadas por atividades humanas.
Ainda segundo o estudo, a população nesta faixa etária e os bebês, são vulneráveis a riscos para a saúde, quando expostos ao calor.
A publicação alerta que as ondas de calor serão mais frequentes nos próximos anos e farão com que quase 525 milhões de pessoas sofram de insegurança alimentar entre 2041 e 2060, agravando o risco global de desnutrição. "O mundo está avançando na direção errada", afirmam os autores na publicação.
Com as mudanças climáticas, a população fica exposta a contrair doenças infecciosas e fatais, como a dengue, a malária e outras viroses.
O estudo também levanta que a área afetada por seca extrema aumentou de 18% em 1951 para 47% em entre 2013 e 2022.
No Brasil, as altas temperaturas aumentaram 642% nos últimos 60 anos, conforme uma pesquisa do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) que busca entender como as mudanças climáticas impactam o país.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/calor-extremo-aumentou -em-85-as-mortes-de-idosos-desde-1990-diz-estudo/
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Dor de cabeça com vinho tinto? Cientistas encontram substância suspeita
Pesquisadores dos Estados Unidos afirmam que podem ter descoberto por que algumas pessoas têm dor de cabeça após apenas uma pequena taça de vinho tinto, mesmo que não sintam o mesmo efeito ao tomarem outros tipos de bebidas alcoólicas.
A equipe da Universidade da Califórnia afirma, em um estudo, que isso se deve a um composto nas uvas vermelhas que interfere na forma como o corpo metaboliza o álcool.
O composto é um antioxidante ou flavonol chamado quercetina.
Eles afirmam que uvas do tipo cabernet, comuns no Vale de Napa, na Califórnia, contêm altos níveis da substância.
As uvas vermelhas produzem mais quercetina quando são expostas ao sol.
Isso significava que vinhos tintos mais caros, em vez de vinhos tintos baratos, seriam piores para pessoas propensas a dores de cabeça, disse o pesquisador professor Andrew Waterhouse à BBC News.
"As variedades de uvas mais baratas são cultivadas em videiras com copas muito grandes e muitas folhas, então elas não recebem tanto sol", disse ele.
"Enquanto as uvas de alta qualidade vêm de colheitas menores com menos folhas.
"A quantidade de sol é cuidadosamente gerenciada para melhorar a qualidade do vinho."
Mas há céticos que duvidam dessas conclusões.
O professor Roger Corder, especialista em terapêutica experimental da Universidade Queen Mary de Londres, disse à BBC News que evidências anedóticas sugerem que vinhos mais baratos são piores para dores de cabeça. Ele defende que seria mais importante pesquisar os aditivos usados na produção de vinhos tintos de mercado de massa de baixa qualidade.
Várias teorias foram propostas para explicar as dores de cabeça causadas pelo vinho tinto, que podem ocorrer dentro de 30 minutos de beber mesmo pequenas quantidades.
Alguns sugeriram que o culpado poderia ser sulfitos — conservantes para prolongar a vida útil e manter o vinho fresco.
No entanto, geralmente, o teor de sulfito é maior em vinhos brancos doces do que em tintos.
E embora algumas pessoas possam ser alérgicas a sulfitos e devam evitá-los, há poucas evidências de que sejam responsáveis por dores de cabeça.
Outro possível culpado é a histamina — um ingrediente mais comum no vinho tinto do que no branco ou rosé.
A histamina pode dilatar os vasos sanguíneos no corpo, o que pode desencadear a dor de cabeça. No entanto, novamente, falta uma prova absoluta.
Os especialistas sabem que mais de um em cada três pessoas de origem asiática oriental é intolerante a qualquer tipo de álcool - cerveja, vinho e destilados - e terá rubor facial, dor de cabeça e náusea ao beber.
Isso ocorre devido a um gene que afeta a eficácia de uma enzima de metabolização de álcool chamada ALDH2 ou aldeído desidrogenase.
O álcool é decomposto no corpo em duas etapas - é convertido em um composto tóxico chamado acetaldeído, que a ALDH2 então transforma em acetato inofensivo, basicamente vinagre.
Se isso não puder acontecer, o acetaldeído prejudicial se acumula, causando os sintomas.
E os pesquisadores dizem que uma via semelhante está envolvida na dor de cabeça causada pelo vinho tinto.
Eles mostraram em laboratório que a quercetina pode bloquear indiretamente a ação da ALDH2, por meio de um de seus próprios metabólitos.
A quercetina só se torna problemática quando misturada com álcool, segundo os pesquisadores, que financiaram seu trabalho por meio de crowdfunding e agora publicaram os resultados na revista Scientific Reports.
A quercetina também é encontrada em muitas outras frutas e vegetais - e até está disponível como suplemento de saúde devido às suas benéficas propriedades anti-inflamatórias - e não parece causar dores de cabeça por si só.
Os pesquisadores ainda precisam comprovar sua teoria em pessoas e dizem que um experimento simples poderia ser dar um suplemento de quercetina ou uma pílula placebo a voluntários propensos a dores de cabeça causadas por vinho tinto, juntamente com uma dose padrão de vodka.
O professor Morris Levin, coautor e especialista em neurologia e diretor do Centro de Dor de Cabeça da Universidade da Califórnia, São Francisco, disse:
"Finalmente estamos no caminho certo para explicar esse mistério milenar. O próximo passo é testá-lo cientificamente em pessoas que desenvolvem essas dores de cabeça, então fiquem ligados."
Eles esperam começar esses estudos em alguns meses.
Mas o professor Corder, que estudou os possíveis benefícios à saúde do vinho, suspeita que outros ingredientes valem a pena explorar como desencadeadores de dores de cabeça:
As pectinases aceleram a liberação de antocianinas, o que acelera a produção de vinho liberando a cor, sem os processos lentos de maceração da produção tradicional de vinho, mas são metil-hidrolases e um subproduto de sua atividade é a produção de metanol.
O dicarbonato de dimetilo é usado como conservante para vinhos mais baratos, especialmente aqueles enviados em grandes recipientes para engarrafamento no Reino Unido, mas também se decompõe para criar metanol.
Beber muito, rápido, ou beber para ficar bêbado pode ter sérias consequências para a saúde a curto e longo prazo.
Beber regularmente mais de 14 unidades por semana - cerca de seis copos (pints) de cerveja de teor médio ou 10 pequenos copos de vinho de baixo teor alcoólico, o tipo de álcool não importa - pode danificar o fígado e causar outros problemas de saúde, incluindo derrames e doenças cardíacas.
O consumo de álcool também está ligado a diferentes tipos de câncer.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2j2pjgxk87o
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Dor de cabeça com vinho tinto? Cientistas encontram substância suspeita
Pesquisadores dos Estados Unidos afirmam que podem ter descoberto por que algumas pessoas têm dor de cabeça após apenas uma pequena taça de vinho tinto, mesmo que não sintam o mesmo efeito ao tomarem outros tipos de bebidas alcoólicas.
A equipe da Universidade da Califórnia afirma, em um estudo, que isso se deve a um composto nas uvas vermelhas que interfere na forma como o corpo metaboliza o álcool.
O composto é um antioxidante ou flavonol chamado quercetina.
Eles afirmam que uvas do tipo cabernet, comuns no Vale de Napa, na Califórnia, contêm altos níveis da substância.
As uvas vermelhas produzem mais quercetina quando são expostas ao sol.
Isso significava que vinhos tintos mais caros, em vez de vinhos tintos baratos, seriam piores para pessoas propensas a dores de cabeça, disse o pesquisador professor Andrew Waterhouse à BBC News.
"As variedades de uvas mais baratas são cultivadas em videiras com copas muito grandes e muitas folhas, então elas não recebem tanto sol", disse ele.
"Enquanto as uvas de alta qualidade vêm de colheitas menores com menos folhas.
"A quantidade de sol é cuidadosamente gerenciada para melhorar a qualidade do vinho."
Mas há céticos que duvidam dessas conclusões.
O professor Roger Corder, especialista em terapêutica experimental da Universidade Queen Mary de Londres, disse à BBC News que evidências anedóticas sugerem que vinhos mais baratos são piores para dores de cabeça. Ele defende que seria mais importante pesquisar os aditivos usados na produção de vinhos tintos de mercado de massa de baixa qualidade.
Várias teorias foram propostas para explicar as dores de cabeça causadas pelo vinho tinto, que podem ocorrer dentro de 30 minutos de beber mesmo pequenas quantidades.
Alguns sugeriram que o culpado poderia ser sulfitos — conservantes para prolongar a vida útil e manter o vinho fresco.
No entanto, geralmente, o teor de sulfito é maior em vinhos brancos doces do que em tintos.
E embora algumas pessoas possam ser alérgicas a sulfitos e devam evitá-los, há poucas evidências de que sejam responsáveis por dores de cabeça.
Outro possível culpado é a histamina — um ingrediente mais comum no vinho tinto do que no branco ou rosé.
A histamina pode dilatar os vasos sanguíneos no corpo, o que pode desencadear a dor de cabeça. No entanto, novamente, falta uma prova absoluta.
Os especialistas sabem que mais de um em cada três pessoas de origem asiática oriental é intolerante a qualquer tipo de álcool - cerveja, vinho e destilados - e terá rubor facial, dor de cabeça e náusea ao beber.
Isso ocorre devido a um gene que afeta a eficácia de uma enzima de metabolização de álcool chamada ALDH2 ou aldeído desidrogenase.
O álcool é decomposto no corpo em duas etapas - é convertido em um composto tóxico chamado acetaldeído, que a ALDH2 então transforma em acetato inofensivo, basicamente vinagre.
Se isso não puder acontecer, o acetaldeído prejudicial se acumula, causando os sintomas.
E os pesquisadores dizem que uma via semelhante está envolvida na dor de cabeça causada pelo vinho tinto.
Eles mostraram em laboratório que a quercetina pode bloquear indiretamente a ação da ALDH2, por meio de um de seus próprios metabólitos.
A quercetina só se torna problemática quando misturada com álcool, segundo os pesquisadores, que financiaram seu trabalho por meio de crowdfunding e agora publicaram os resultados na revista Scientific Reports.
A quercetina também é encontrada em muitas outras frutas e vegetais - e até está disponível como suplemento de saúde devido às suas benéficas propriedades anti-inflamatórias - e não parece causar dores de cabeça por si só.
Os pesquisadores ainda precisam comprovar sua teoria em pessoas e dizem que um experimento simples poderia ser dar um suplemento de quercetina ou uma pílula placebo a voluntários propensos a dores de cabeça causadas por vinho tinto, juntamente com uma dose padrão de vodka.
O professor Morris Levin, coautor e especialista em neurologia e diretor do Centro de Dor de Cabeça da Universidade da Califórnia, São Francisco, disse:
"Finalmente estamos no caminho certo para explicar esse mistério milenar. O próximo passo é testá-lo cientificamente em pessoas que desenvolvem essas dores de cabeça, então fiquem ligados."
Eles esperam começar esses estudos em alguns meses.
Mas o professor Corder, que estudou os possíveis benefícios à saúde do vinho, suspeita que outros ingredientes valem a pena explorar como desencadeadores de dores de cabeça:
As pectinases aceleram a liberação de antocianinas, o que acelera a produção de vinho liberando a cor, sem os processos lentos de maceração da produção tradicional de vinho, mas são metil-hidrolases e um subproduto de sua atividade é a produção de metanol.
O dicarbonato de dimetilo é usado como conservante para vinhos mais baratos, especialmente aqueles enviados em grandes recipientes para engarrafamento no Reino Unido, mas também se decompõe para criar metanol.
Beber muito, rápido, ou beber para ficar bêbado pode ter sérias consequências para a saúde a curto e longo prazo.
Beber regularmente mais de 14 unidades por semana - cerca de seis copos (pints) de cerveja de teor médio ou 10 pequenos copos de vinho de baixo teor alcoólico, o tipo de álcool não importa - pode danificar o fígado e causar outros problemas de saúde, incluindo derrames e doenças cardíacas.
O consumo de álcool também está ligado a diferentes tipos de câncer.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/c2j2pjgxk87o
Por que os vinhos tintos mais caros podem ser piores para pessoas propensas a dores de cabeça?
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Inteligência Artificial: a inesperada demissão de Sam Altman, criador do ChatGPT
O mundo da tecnologia está em choque.
Nesta sexta-feira (17/11), Sam Altman — uma das mentes mais brilhantes da emergente indústria da Inteligência Artificial e um homem que para muitos se tornou o porta-voz da AI — foi demitido sem cerimônia da empresa que cofundou.
A AI está em nossas vidas há muito tempo — organizando nossos feeds de redes sociais, recomendando filmes em plataformas de streaming de vídeo e ajudando no cálculo de nossos prêmios de seguro.
Mas foi a partir do lançamento do ChatGPT por Altman que a maioria das pessoas passou a falar sobre AI.
A Inteligência Artificial é uma tecnologia incrivelmente poderosa e divide opiniões: alguns dizem que ela poderia salvar o mundo ou destruí-lo.
Sua demissão da OpenAI, empresa por trás do bot ChatGPT, foi tão repentina quanto dramática.
É justo dizer que meu telefone explodiu quando a notícia foi divulgada, enquanto a comunidade de tecnologia e os jornalistas se esforçavam para entender o que estava acontecendo.
Num comunicado, o Conselho de Administração da empresa disse acreditar que Altman não tinha sido "consistentemente sincero nas comunicações" com eles e, como resultado, tinha "perdido a confiança" na sua liderança.
Nas entrelinhas, pode-se supor que havia algo que Altman lhes contou ou não — e de alguma forma ele foi pego de surpresa por isso. O texto do comunicado é tão poderoso que quase parece pessoal.
Existem rumores, mas, até agora, nada mais veio à tona.
Não é incomum nas empresas de tecnologia que uma cultura de trabalho tóxica leve à queda do CEO — mas até agora nenhum caso do tipo apareceu envolvendo a OpenAI.
Em outubro, a empresa estava avaliada em US$ 80 bilhões (cerca de R$ 400 bilhões) — ou seja, também não parece ter havido nenhum problema financeiro.
Será que o problema é com a própria tecnologia?
Há alguns dias, Altman escreveu sobre o ChatGPT tendo dificuldades para atender a um "aumento na demanda', o que fez com que as inscrições para seu serviço de assinatura paga fossem pausadas.
Mas isso é suficiente para uma demissão?
Seu cofundador, Greg Brockman, que foi demitido do conselho poucos minutos depois de Altman, disse que os dois homens ficaram chocados com a rapidez com que tudo aconteceu.
Havia apenas seis pessoas nesse conselho, incluindo Brockman e Altman. Se eles foram realmente pegos de surpresa, isso significa que essa decisão foi tomada por apenas quatro membros.
O que aconteceu para que este pequeno grupo agisse de forma tão decisiva e rápida?
Altman, agora ex-CEO da OpenAI, dirigiu-se a líderes mundiais em discussões sobre os riscos e benefícios representados pela poderosa tecnologia em que foi pioneiro.
Ele disse, de forma memorável, que a AI era "uma ferramenta e não uma criatura" e parecia honesto sobre seus temores de que um dia ela pudesse sair de controle.
Há apenas duas semanas, Altman esteve no Reino Unido, na primeira cúpula mundial de segurança de AI, como um dos cerca de 100 delegados globais. Ele fez um discurso na semana passada sobre o futuro de sua empresa e sua tecnologia.
Como repórter de tecnologia, considero seguro presumir que ele realmente não tinha ideia do que estava por vir.
Até agora, os grandes nomes do Vale do Silício ofereceram apoio a Altman, incluindo o cofundador do Google, Eric Schmidt, que o descreveu como "meu herói"
O CEO da Microsoft, Satya Nadella, disse ter "confiança" na empresa. Não surpreende, uma vez que a Microsoft investiu bilhões na OpenAI, e a tecnologia por trás do ChatGPT agora está incorporada nos aplicativos do Office da Microsoft.
Um personagem que tem estado estranhamente quieto até agora é Elon Musk.
Ele e Altman criaram a OpenAI juntos, em parceria com outras pessoas, mas teriam se desentendido sobre a decisão dela deixar de ser uma organização sem fins lucrativos.
Há rumores de que é exatamente essa questão que mais uma vez dividiu opiniões dentro da empresa.
O X (anteriormente conhecido como Twitter) de Musk, por sua vez, lançou um novo chatbot chamado Grok.
Talvez Musk não esteja chateado com o fato de a OpenAI estar um pouco distraída por um drama que não é de hoje.
Enquanto isso, cabe à diretora de tecnologia da ChatGPT, Mira Murati, assumir interinamente o cargo de CEO.
O mundo da tecnologia é pequeno — coincidentemente, ela já trabalhou na Tesla, empresa automobilística de Musk.
A grande pergunta é: Murat poderá conter tamanha instabilidade?
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cd1p37k7ddjo
ILARI, Rodolfo.; BASSO, Renato. O Português da gente: a língua que estudamos a língua que falamos. 2ed. São Paulo: Contexto, 2014. [Fragmento]
De acordo com o fragmento transcrito acima, sobre a expressão “português com açúcar” aplicada ao português brasileiro, é INCORRETO afirmar que

Disponível em: https://escolaeducacao.com.br/calvin-e-haroldo/. Acesso em: 16 set 2023
Marque a opção que apresenta um pressuposto contido no enunciado de Haroldo.
A queda de Minoru Yanagida, ministro da Justiça do Japão, em 22 de novembro de 2011, e o carnaval provocado pela campanha eleitoral do palhaço Tiririca no Brasil trouxeram sugestivas indicações sobre a linguagem. Yanagida não caiu por corrupção, escândalos, medidas impopulares ou erros técnicos, mas por sua sinceridade (“Trop honnête pour être ministre”, foi a manchete do Le Monde) ao declarar como lidava com os parlamentares: “Meu trabalho é fácil. Basta lembrar apenas de dizer duas frases durante as sessões do Parlamento: ‘Não vou comentar casos específicos’ e ‘Estamos analisando o assunto de acordo com a lei e as evidências’”.
Os deputados, furiosos, exigiram sua cabeça e ele, no ritual nipônico de desculpas, alegou que tinha falado “meio de brincadeira”. De qualquer modo, ato imperdoável: não por se valer de técnicas de linguagem comuns a todos os políticos, mas por entregar publicamente o código da classe.
O código, no caso, é o recurso ao genérico, ao neutro. Método sutil de se resguardar e com a vantagem adicional de não precisar mentir descaradamente.
LAUAND, Jean. A Linguagem da enrolação. In: _______. Revelando a linguagem. São Paulo: Factash Editora, 2016. [Fragmento]
Com base no texto, é INCORRETO afirmar que a expressão “técnicas de linguagem comuns a todos os políticos” refere-se ao uso
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,
diz cientista Rafael Yuste
Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.
"Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.
Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.
A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.
Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.
Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.
Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".
Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.
Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.
O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".
Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.
O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.
(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)
...como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. (L.12-14)
O segmento acima, em relação ao trecho imediatamente anterior, apresenta relação de
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,
diz cientista Rafael Yuste
Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.
"Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.
Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.
A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.
Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.
Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.
Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".
Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.
Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.
O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".
Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.
O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.
(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)
O pronome sublinhado no período acima desempenha papel
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,
diz cientista Rafael Yuste
Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.
"Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.
Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.
A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.
Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.
Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.
Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".
Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.
Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.
O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".
Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.
O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.
(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)
Leia atentamente o texto a seguir e responda à questão.
Cérebro sozinho é mais potente que toda a internet,
diz cientista Rafael Yuste
Um único cérebro humano, formado por bilhões de neurônios, tem mais potência do que toda a internet no mundo. É com essa premissa que Rafael Yuste, nomeado um dos cientistas mais influentes do mundo pela revista Nature, iniciou sua reflexão no ciclo do Fronteiras do Pensamento, em São Paulo, nesta segunda-feira.
"Todas as atividades cognitivas são definidas pelo cérebro", lembrou o cientista, que defendeu os estudos do órgão, cujo funcionamento segue misterioso para a ciência, como imprescindível para o avanço no tratamento de doenças neurológicas, psiquiátricas e até motoras – como Alzheimer, depressão, esquizofrenia e esclerose lateral múltipla. "Hoje os médicos podem fazer pouco pelos pacientes porque não entendem o cérebro", defendeu.
Os avanços no conhecimento do órgão estão, segundo ele, em estudar a atividade coordenada dos neurônios, e não molécula por molécula – desafio grande até hoje, devido à falta de tecnologia.
A neurotecnologia, explica Yuste, é formada por dispositivos eletrônicos, óticos, moleculares e magnéticos. "Eles servem para registrar a atividade neuronal e alterá-la", diz.
Muitas dessas tecnologias já estão sendo usadas em testes com ratos e conseguiram introduzir, no cérebro dos bichos, imagens que não estavam vendo ou memórias de fatos que não viveram.
Em humanos, o avanço dessas técnicas poderia permitir que pessoas com paralisia mexam membros robóticos por meio de um implante cerebral, por exemplo, ou possibilitar a comunicação com uma pessoa com Alzheimer que não consegue mais falar, decodificando seus pensamentos.
Mas a neurotecnologia, que passa por uma "revolução", segundo Yuste, não servirá apenas para tratar doenças. Em breve os humanos estarão usando esse tipo de tecnologia também para se comunicar, como que por telepatia, e para usar equipamentos – tornando-se, então, "humanos maiores".
Yuste admitiu que há muitos problemas éticos e sociais com a implementação dessas tecnologias, motivo pelo qual diversos cientistas envolvidos no projeto se reuniram na Universidade Columbia, nos Estados Unidos, chegando a uma defesa da reformulação da Declaração Universal dos Direitos Humanos para incluir normas de proteção ao cérebro humano do uso indevido da neurotecnologia.
Quase como um filme de ficção científica, Yuste afirmou que o direito à privacidade mental, para que o conteúdo da mente não seja decodificado sem consentimento, estaria em risco sem a atualização do código internacional. O mesmo acontece com o direito à "identidade mental" e ao livre arbítrio.
O cientista citou também o direito ao acesso equitativo às tecnologias de aumento cognitivo, "para evitar que tenham humanos melhorados e humanos que sem acesso a isso".
Para pôr em prática a proteção desses direitos, seria necessária também a investigação de empresas privadas de neurotecnologia. "Empresas já estão agindo como donas dos dados cerebrais coletados", alertou.
O Chile já elaborou uma emenda à Constituição para proteger dados cerebrais e no Brasil poderá acontecer o mesmo. Yuste disse que a possibilidade está sendo discutida com o senador Randolfe Rodrigues. "Precisamos nos assegurar que essas técnicas tão potentes sejam usadas em benefício da humanidade", concluiu Yuste.
(Alessandra Monterastelli. https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2023/07/novos-direitos-humanossao-urgentes-para-proteger-o-cerebro-humano-afirma-rafael-yuste.shtml. 4.jul.2023)
Em relação à leitura do texto e suas corretas inferências, analise as afirmativas a seguir:
I. Um maior e melhor conhecimento do cérebro levaria à possível solução de problemas com enfermidades que afetam o ser humano e limitam sua vida.
II. Um dos riscos do acesso a dados cerebrais se dá pela possível perda de controle das informações, o que poderia levar à quebra do direito à privacidade da memória e do conhecimento.
III. Uma vez conhecido o cérebro por meio da neurotecnologia, a comunicação entre os seres humanos será aperfeiçoada e inequívoca, minimizando problemas da convivência.
Assinale
O texto seguinte servirá de base para responder à questão abaixo.
"IARA, UM MITO BEM ENCANTADOR"
(1º§) A Iara é um dos mitos mais conhecidos, também dos mais confundidos da região amazônica, o que naturalmente inclui o Pará. Geralmente, as pessoas acham que a Iara é uma mulher loura, de olhos azuis e a parte inferior do corpo em forma de peixe. Esta descrição, na verdade é da sereia europeia e não da Iara amazônica, idolatrada na região.
(2º§) A Iara, além de ser confundida com a sereia europeia, é também confundida com a Iemanjá africana e, na verdade, nada tem a ver nem com uma nem com outra. Em certos locais dizem-na boto-fêmea, também a encantar os homens e levá-los para o fundo, e em outros dizem ser a própria Boiúna (cobra preta), que traduzem erroneamente por cobra grande.
(3º§) Na verdade, a Iara é uma linda mulher morena, de cabelos negros e olhos castanhos. De beleza ímpar, os que a vêem nua a banhar-se nos rios não conseguem dominar seus desejos e atiram-se nas águas. Nem sempre voltam ao mundo dos vivos... Os que o fazem, voltam assombrados, falando em castelos, séqüitos e cortes de encantados... e é preciso muita reza e pajelança - e de um pajé com muita força - para tirá-lo do estado de torpor. Um pajé tão bom de reza para representação de sua tribo.
(4º§) Alguns a descrevem como tendo uma cintilante estrela na testa, que funciona como chamariz para atrair o olhar e assim ser facilmente hipnotizado.. Quanto à possível forma de peixe da parte inferior da Iara, isto é apenas um vestido, ou melhor, uma espécie de saia, que ela veste por vaidade e para dar a ilusão de ser metade mulher, metade peixe; não é parte do corpo de Iara, razão por que os peixes vão se afastando dela.
(5º§) Confundida ou não com crenças de outras plagas, a Iara até hoje exerce um grande fascínio e maior encantamento nos homens da região. Você gostou das informações sobre Iara? Viva a Iara com sua beleza!
*Glossário: "Plagas" − quer dizer: Região ou país; local habitado.Extensão de terra; espaço de um território; terreno.
Fonte:(http://www.f9.felipex.com.br/f9/le_iara.htm) −
(Acesso em 20.11.2023) − (Adaptado)
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