Questões de Concurso
Sobre interjeições em português
Foram encontradas 272 questões
Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

Disponível em: https://www.google.com.br/ Acesso em: 28 jan. 2023.
I - Na fala do primeiro quadro, a vírgula usada depois do termo “série” é obrigatória e separa o vocativo “vó”. II - No terceiro e quarto quadro, as aspas foram usadas para destacar a diferença entre dois significados. III - Na fala do terceiro quadro, a expressão “em que” poderia ser substituída por “no qual” com igual correção, sem alteração do sentido do termo. IV - No segundo quadro, o uso da interjeição “Hunf!” indica que a personagem comunga com o entusiasmo observado na fala da personagem do primeiro quadro. V - No quarto quadro, no trecho “vendo TV”, se a personagem optasse pelo uso do verbo “assistir”, de acordo com a norma, resultaria em “assistindo à TV”.
Estão CORRETAS as afirmativas

Leia, com atenção, o texto 02 a seguir para responder à questão que a ele se refere.

I - Na fala do primeiro quadro, a vírgula usada depois do termo “série” é obrigatória e separa o vocativo “vó”. II - No terceiro e quarto quadro, as aspas foram usadas para destacar a diferença entre dois significados. III - Na fala do terceiro quadro, a expressão “em que” poderia ser substituída por “no qual” com igual correção, sem alteração do sentido do termo. IV - No segundo quadro, o uso da interjeição “Hunf!” indica que a personagem comunga com o entusiasmo observado na fala da personagem do primeiro quadro. V - No quarto quadro, no trecho “vendo TV”, se a personagem optasse pelo uso do verbo “assistir”, de acordo com a norma, resultaria em “assistindo à TV”.
Estão CORRETAS as afirmativas


Julgue o item a seguir.
No Brasil, o H é utilizado no final de algumas interjeições: Ah!, Oh!, Uh!.
Atenção: Considere o poema de Fernando Pessoa para responder à questão.
Às vezes, em sonho triste
Nos meus desejos existe
Longinquamente um país
Onde ser feliz consiste
Apenas em ser feliz.
Vive-se como se nasce
Sem o querer nem saber.
Nessa ilusão de viver
O tempo morre e renasce
Sem que o sintamos correr.
O sentir e o desejar
São banidos dessa terra.
O amor não é amor
Nesse país por onde erra
Meu longínquo divagar.
Nem se sonha nem se vive:
É uma infância sem fim.
Parece que se revive
Tão suave é viver assim
Nesse impossível jardim.
(PESSOA, Fernando. Obra poética. Rio de Rio de Janeiro: Editora Nova Aguilar, 1997)

Nos balões que indicam a fala de alguém, temos palavras que pertencem a qual classe?
Leia a tirinha e responda a questão.

I – A revisão do automóvel deve ser feita a cada 10.000 km.
II – Mas que susto!
III – Por que estamos sem internet?
As frases I, II e III podem ser classificadas como, respectivamente:
Ensine seu filho a se valorizar pelo que ele é
Rosely Sayão
Os filhos são um poço sem fim de demandas: eles querem ter coisas, eles querem fazer coisas, eles querem, eles querem e eles pedem tudo o que querem sem o menor constrangimento. Alguns são bastante enfáticos nos pedidos que fazem, outros são sedutores, e outros, por puro aprendizado, fruto da observação da atitude dos adultos, são capazes de fazer chantagens que pegam fundo na alma da maioria dos pais. Mas o resultado é quase sempre o mesmo: os pais acham difícil resistir ao pedido que o filho faz. Afinal, quem é que não quer ver o filho satisfeito e feliz?
O problema é que nem sempre é possível atender a todos os pedidos, principalmente quando eles se referem – e quase sempre se referem – ao consumo.
Quem não conhece pais que já fizeram um esforço imenso – muito maior do que poderiam ou deveriam – para comprar um determinado brinquedo para o filho, para dar a ele uma roupa ou um calçado de grife, para possibilitar uma viagem especial ou coisa que o valha? É sobre essa situação que vamos falar aqui. Ou seja, quando o pedido do filho se transforma em prioridade ou em meta financeira para os pais, ainda que o estilo de vida deles não combine com esse pedido.
A criança não vem ao mundo com qualquer noção da realidade de vida que a espera. Ela deve ser introduzida por meio da ação dos pais, aos poucos, à realidade, ao mundo que tem limites e regras, que exige espera para a satisfação dos impulsos, que provoca frustrações e que nem sempre permite que as pessoas tenham boa parte daquilo que está disponível para o consumo.
Pois bem: se não se defrontar com esses limites desde cedo, com essas impossibilidades que terá necessariamente de enfrentar no futuro, a criança vai construir uma imagem bastante deturpada de si mesma, de sua relação com os pais e, consequentemente, da vida. Ela vai achar que os pais têm a obrigação de fazer tudo, de passar por qualquer sacrifício, para atender suas demandas. Pode parecer que essa situação tem relação direta apenas com tudo o que se relaciona ao consumo, porém o alcance dessa história é muito maior.
Em geral, os pais querem oferecer ao filho tudo do bom e do melhor – e com razão. Essa expectativa é muito positiva, pois expressa a importância que os pais dão ao filho que tiveram. Mas acontece que oferecer à criança ou ao adolescente tudo do bom e do melhor não deve se restringir a objetos, coisas, produtos, consumo de qualquer tipo. Isso se refere também – e principalmente – aos cuidados com saúde e a educação do filho. E é bom marcar que educação não se restringe, por sua vez, à escolarização.
É preciso bastante cuidado para que o filho tenha condições de aprender a se perceber e a se valorizar pelo que ele é, pelo que pensa, pela maneira como se relaciona com os outros e com a vida, e não pelo que tem. E isso não é nada fácil de conseguir com o estilo de vida que adotamos atualmente. Mas, mesmo com dificuldade, os pais têm muitas chances de ajudar o filho a crescer valorizando o que há de humano na vida.
Querer ter coisas é salutar, desde que isso tenha uma medida – a da realidade da pessoa e de suas possibilidades, por exemplo – e desde que não se transforme no aspecto mais importante da vida da pessoa. As crianças e os adolescentes são bombardeados diariamente pelo mercado de consumo. Cabe aos pais a formação para que o filho não sucumba sem crítica a tais apelos.
Leia a tirinha a seguir e responda as questões de 1 a 4.
Analise morfologicamente o trecho a seguir e classifique as palavras destacadas, respectivamente: "EEEEI! O QUE ELES PENSAM QUE NÓS SOMOS?"
Texto para as questões 26 a 30
(Rodrigo Zoom. https:/Aww. flickr com/photos/rodrigozoom/37090095381)
A forma “Ah vá” tem valor
Analise as afirmativas a seguir:
I. Os adjetivos são palavras que caracterizam um substantivo. Por exemplo, para descrever um local iluminado pelo sol, pode-se utilizar um adjetivo que possui a seguinte grafia: “Hoje a cidade de Cachoeirinha está emçolarada”.
II. Na oração “Joana é insegura, pois não faz nada sem consultar os pais”, o vocábulo “insegura” é classificado como interjeição, pois delimita o verbo “consultar”.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. Um pronome é uma classe gramatical ativa, pois possui sentido completo em si própria. Essa classe compreende toda palavra que caracteriza o substantivo, indicando-lhe qualidade, aspecto, gênero, estado ou condição no período.
II. No período “Ele faria um almoço especial para nós se estivesse aqui”, o vocábulo “faria” é classificado como interjeição, pois indica o tempo em que ocorre a ação do sujeito omisso.
Marque a alternativa CORRETA:
Analise as afirmativas a seguir:
I. O modo indicativo indica um fato certo, ou seja, expressa um certeza, apresentando o fato de uma maneira real, como se pode observar em: “Ele canta música sertaneja” ou “Ela come frutas”.
II. Na oração “Toda a cultura de Cachoeirinha era valorizada pelo povo”, o vocábulo “era” é classificado como interjeição, pois antecede um adjetivo.
Marque a alternativa CORRETA: