Questões de Concurso Sobre grafia e emprego de iniciais maiúsculas em português

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Q3268243 Português
Amenhotep III


      Embora seja difícil definir qual o faraó mais rico do Antigo Egito, por ser necessário avaliar fatores como expansão de território, número de exércitos e comércio, é possível apontar um líder como aquele que governou o período mais próspero, quando o país era uma superpotência militar e comercial: esse é Amenhotep III.

     Também conhecido como Rei Sol, esse líder da 18ª dinastia se tornou faraó em 1390 a.C., reinando até 1352 a.C. Chegando ao trono com apenas 12 anos e se casando com Tiye, plebeia que se tornaria a Grande Esposa Real, ele herdou de seu pai Tutmés IV um país com fronteiras amplas e uma riqueza estimada em 5 trilhões de dólares. Essa ______ de fatores, ligados ao controle das minas de ouro da Núbia, lhe rendeu uma grande fama.

     A riqueza egípcia era invejada por países como Babilônia e Assíria, que ______ como potências econômicas. E, ao invés de guerrear para ______ o Egito, o faraó se utilizou de uma estratégia mais sensata: a conversa. Se tornando um ótimo diplomata, Amenhotep III passou a enviar ouro para essas nações, o que fez com que elas se curvassem ao grande faraó. Templos foram construídos para ele e Tiye, e ambos eram adorados como deuses.

    Amenhotep III teve como sucessores seu filho Akhenaton e seu neto Tutancâmon. Embora sejam mais conhecidos que ele, nenhum dos dois atingiu os níveis de riqueza alcançados pelo faraó diplomata. Akhenaton negligenciou os assuntos políticos para instaurar uma nova prática religiosa e Tutancâmon faleceu aos 18 anos, antes de cumprir o objetivo de restaurar as riquezas do avô.


Joseane Pereira – Aventuras na História. Adaptado.
Qual alternativa preenche CORRETAMENTE as lacunas no texto, respectivamente?
Alternativas
Q3268122 Português
Leia com atenção as afirmativas abaixo e assinale aquela que possui um termo com erro de ortografia:
Alternativas
Q3267957 Português


(Disponível em: www.investnews.com.br/off-work/brasil-tera-pela-primeira-vez-mais-atletas-mulheres-do-quehomens-nas-olimpiadas – texto adaptado especialmente para esta prova).
Qual das seguintes palavras está escrita corretamente?
Alternativas
Q3267952 Português


(Disponível em: www.investnews.com.br/off-work/brasil-tera-pela-primeira-vez-mais-atletas-mulheres-do-quehomens-nas-olimpiadas – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “presença” é escrita com Ç. Qual das seguintes palavras também se escreve com Ç?
Alternativas
Q3267756 Português


(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/07/qual-e-a-origem-das-olimpiadas-o-maiorevento-esportivo-do-mundo – texto adaptado especialmente para esta prova).
A palavra “Olimpíadas” é escrita com M. Qual das seguintes palavras também se escreve com M?
Alternativas
Q3267749 Português


(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/07/qual-e-a-origem-das-olimpiadas-o-maiorevento-esportivo-do-mundo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra escrita com “RR”, assim como “corrida”.
Alternativas
Q3267748 Português


(Disponível em: www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2024/07/qual-e-a-origem-das-olimpiadas-o-maiorevento-esportivo-do-mundo – texto adaptado especialmente para esta prova).
Assinale a alternativa em que as palavras estão em correta ordem alfabética.
Alternativas
Q3267445 Português
Leia com atenção a afirmativa abaixo:

Concerteza não foram os portugueses quem descobriu a baía brasileira.

Assinale a alternativa que indica qual termo está com a ortografia incorreta os termos da Norma Culta da Língua Portuguesa:
Alternativas
Q3258910 Português
Analise os enunciados abaixo e marque a alternativa em que se observa o uso INCORRETO de CH ou X. 
Alternativas
Q3258909 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente de acordo as regras ortográficas da Língua Portuguesa.
Alternativas
Q3252854 Português
A bênção infindável

Os mineiros têm um cuidado especial com seus pais. Nunca os deixam a sós com suas lembranças. Levam-nos para jantar, festas e praças, com orgulho do carinho público no braço dado e no beijo na cabeça grisalha. Aqui, não há idade para sair. Os idosos seguem frequentando bares e shows, enquanto há vida e esperança.

Ser adulto em Minas não significa deixar de ser filho. Os mineiros cedem espaço ao passado, envaidecidos por ajudar. Estão presentes até o último suspiro dos pais, traduzindo suas últimas palavras como tradutores da transcendência. E, mesmo após a partida, os filhos mineiros não se despedem de imediato; choram ao longo dos anos, com lágrimas que saciam a saudade.

As casas mineiras guardam relíquias familiares − móveis, quadros, livros − como um museu de amor. Mais que decoração, esses objetos carregam a alma da família. Nada é descartado: um radinho, um relógio parado, pratos de porcelana, ou uma cadeira de varanda. Tudo mantém viva a memória.

Para os mineiros, o passado é uma bênção. A cidade natal não é só onde nasceram, mas onde repousam os mortos. É comum desejar ser enterrado junto aos pais, sangue do mesmo sangue, no interior, perpetuando o laço familiar.

Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado

https://www.otempo.com.br/opiniao/fabricio-carpinejar/a-bencao-infinda vel-1.2229260
As frases a seguir foram escritas baseadas no texto. Assinale a alternativa em que todas as palavras estão escritas corretamente.
Alternativas
Q3234522 Português
Assinale a alternativa em que se constate erro na grafia: 
Alternativas
Q3233616 Português
Viva o Povo Brasileiro


      Eu nasci em Garanhuns. Quando criança, tinha uma boneca de louça francesa, mas ela era muito frágil e eu preferia brincar com as bruxas de pano: esse foi meu primeiro contato com o artesanato do meu povo.
        Para se compreender a obra de arte é preciso primeiro vivenciá-la e, depois, permitir-se a necessária distância crítica. Vivi em meio aos objetos da criatividade popular; sonhava em trocar a ______ (muringa/moringa) por uma geladeira. Mas o tempo foi me mostrando a beleza da sua forma singela e, através da elaboração intelectual deixei de ser apenas consumidora para transformar-me em observadora cultural, não apenas catalogando o universo popular mas buscando, também, valorizar e respeitar os criadores coerentes com o seu mundo e o seu cotidiano.
       O que define o artista é a capacidade de atrelar seu capital cultural ao seu universo social. Os artistas populares são aqueles que ______ (tem / têm) a necessidade de criar e abrir novos caminhos à produção artesanal mais comprometida com as tradições, condição que acaba por definir seu principal caráter. Por isso, se não devemos interferir na produção do artista, podemos definir alguns pontos de ação e de orientação na produção artesanal, visando, inclusive, preservar ______ (a/à) sua qualidade e colaborando na formação de um público consumidor mais sensível, disposto a compreender toda a complexa engrenagem sociocultural que qualquer obra artesanal carrega. (Este texto foi adaptado especificamente para este concurso.


O texto original é de Costa, Janete F. in Arte Popular, Mostra do Redescobrimento – Brasil 500 é Mais – Fundação Bienal de São Paulo, Ano 2000, p.172)
Analise as lacunas no texto e assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q3233494 Português

A onça e o gato



A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta auspiciosa para ver quem pulava mais.


Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato:


— "Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango."


— "Vamos", disse o gato. "Só você pulando adiante", disse a onça. 


O gato, de forma rápida, pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou.


A onça desapontada e disse: "Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou, mas não acabou..."


O gato sorrindo respondeu: "Nem tudo os grandes mestres ensinam aos seus aprendizes".



Autor desconhecido.


Texto Adaptado. https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/ 

As palavras da frase "Então, o gato pulou de banda e se escapou" estão CORRETAMENTE escritas, assim como na alternativa:
Alternativas
Q3233493 Português

A onça e o gato



A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta auspiciosa para ver quem pulava mais.


Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato:


— "Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango."


— "Vamos", disse o gato. "Só você pulando adiante", disse a onça. 


O gato, de forma rápida, pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou.


A onça desapontada e disse: "Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou, mas não acabou..."


O gato sorrindo respondeu: "Nem tudo os grandes mestres ensinam aos seus aprendizes".



Autor desconhecido.


Texto Adaptado. https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/ 

O texto cita uma fonte de água de uso coletivo, supondo que para a preservação do ambiente alguns avisos foram colocados para orientar os animais.

Nesse contexto, assinale a alternativa cujo aviso foi corretamente escrito: 

Alternativas
Q3233489 Português

A onça e o gato



A onça pediu ao gato para lhe ensinar a pular, e o gato prontamente lhe ensinou. Depois, indo juntos para a fonte beber água, fizeram uma aposta auspiciosa para ver quem pulava mais.


Chegando à fonte encontraram lá o calango, e então disse a onça para o gato:


— "Compadre, vamos ver quem de um só pulo pula o camarada calango."


— "Vamos", disse o gato. "Só você pulando adiante", disse a onça. 


O gato, de forma rápida, pulou em cima do calango, a onça pulou em cima do gato. Então, o gato pulou de banda e se escapou.


A onça desapontada e disse: "Assim, compadre gato, é que você me ensinou?! Principiou, mas não acabou..."


O gato sorrindo respondeu: "Nem tudo os grandes mestres ensinam aos seus aprendizes".



Autor desconhecido.


Texto Adaptado. https://www.culturagenial.com/contos-populares-comentados/ 

As frases a seguir foram escritas baseadas no texto e contém palavras que foram alteradas pela nova ortografia. Assinale a alternativa cuja palavra em destaque está CORRETAMENTE escrita.
Alternativas
Q3232643 Português
Leia o Texto III e responda à questão:

Texto III

Captura_de tela 2025-03-10 094139.png (365×329)

Disponível em: https://www.instagram.com Acesso em: 19 set. 2024.
Observe o emprego de letras maiúsculas e minúsculas nos termos “Pratica”, “Sim” e “Às”, extraídos do Texto III, e assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3232111 Português

O papel fundamental da compreensão na

efetividade das políticas de assistência social




Internet:<www.familiaacolhedora.org.br>  (com adaptações).

O substantivo “compreensão”, que aparece no título do texto, está grafado corretamente com S em ‑ensão. Esse uso se justifica
Alternativas
Q3231990 Português
UM ESPINHO DE MARFIM 


    Amanhecia o sol e lá estava o unicórnio pastando no jardim da Princesa. Por entre flores olhava a janela do quarto onde ele vinha cumprimentar o dia. Depois esperava vê-la no balcão, e, quando o pezinho pequeno pisava no primeiro degrau da escadaria descendo ao jardim, fugia o unicórnio para o escuro da floresta.

    Um dia, indo o Rei de manhã cedo visitar a filha em seus aposentos, viu o unicórnio na moita de lírios.

    Quero esse animal para mim. E imediatamente ordenou a caçada. 

    Durante dias o Rei e seus cavaleiros caçaram o unicórnio nas florestas e nas campinas. Galopavam os cavalos, corriam os cães e, quando todos estavam certos de tê-lo encurralado, perdiam sua pista, confundindo-se no rastro.

    Durante noites o rei e seus cavaleiros acamparam ao redor de fogueiras, ouvindo no escuro o relincho cristalino do unicórnio.

    Um dia, mais nada. Nenhuma pegada, nenhum sinal de sua presença. E silêncio nas noites.

    Desapontado, o rei ordenou a volta ao castelo. E logo ao chegar foi ao quarto da filha contar o acontecido. A princesa penalizada com a derrota do pai, prometeu que dentro de três luas lhe daria o unicórnio de presente.

    Durante três noites trançou com fios de seus cabelos uma rede de ouro. De manhã vigiava a moita de lírios do jardim. E no nascer do quarto dia, quando o sol encheu com a primeira luz os cálices brancos, ela lançou a rede aprisionando o unicórnio.

    Preso nas malhas de ouro, olhava o unicórnio aquela que mais amava, agora sua dona, e que dele nada sabia. 

    A princesa aproximou-se. Que animal era aquele de olhos tão mansos retido pela artimanha de suas tranças? Veludo do pelo, lacre dos cascos, e desabrochando no meio da testa, espinho de marfim, o chifre único que apontava ao céu.

     Doce língua de unicórnio lambeu a mão que o retinha. A princesa estremeceu, afrouxou os laços da rede, o unicórnio ergueu-se nas patas finas.

    Quanto tempo demorou a princesa para conhecer o unicórnio? Quantos dias foram precisos para amá-lo?  

    Na maré das horas banhavam-se de orvalho, corriam com as borboletas, cavalgavam abraçados. Ou apenas conversavam em silêncio de amor, ela na grama, ele deitado aos seus pés, esquecidos do prazo.

    As três luas porém já se esgotavam. Na noite antes da data marcada o rei foi ao quarto da filha lembrar-lhe a promessa. Desconfiado, olhou nos cantos, farejou o ar. Mas o unicórnio comia lírios tinha cheiro de flor, e escondido entre os vestidos da princesa confundia-se com os veludos, confundia-se com os perfumes.

    Amanhã é o dia. Quero sua palavra cumprida, disse o rei - virei buscar o unicórnio ao cair do sol.

    Saído o rei, as lágrimas da princesa deslizaram no pelo do unicórnio. Era preciso obedecer ao pai, era preciso manter a promessa. Salvar o amor era preciso. 

    Sem saber o que fazer, a princesa pegou o alaúde, e a noite inteira cantou sua tristeza. A lua apagou-se. O sol mais uma vez encheu de luz as corolas. E como no primeiro dia em que haviam se encontrado a princesa aproximou-se do unicórnio. E como no segundo dia olhou-o procurando o fundo de seus olhos. E como no terceiro dia aproximou a cabeça do seu peito, com suave força, com força de amor empurrando, cravando o espinho de marfim no coração, enfim florido.

    Quando o rei veio em cobrança da promessa, foi isso que o sol morrente lhe entregou, a rosa de sangue e um feixe de lírios.

COLASANTI, Marina.”Um espinho de marfim”. IN: Um Espinho de Marfim e outras histórias. Porto Alegre: L&PM. p. 39,1999.  
No 7º parágrafo, o vocábulo “penalizada” está grafado corretamente com “z”, pois remonta ao verbo “penalizar” também grafado com “z”. Assinale a opção em que o verbo deve ser igualmente grafado com “z”, de acordo com as regras de ortografia vigentes: 
Alternativas
Q3230901 Português


Internet:<www.stj.jus.br> (com adaptações).

Com relação à pontuação, a correção gramatical do terceiro parágrafo do texto seria mantida caso 
Alternativas
Respostas
681: A
682: A
683: A
684: A
685: C
686: A
687: D
688: A
689: B
690: C
691: C
692: B
693: C
694: D
695: D
696: D
697: D
698: E
699: C
700: C