Questões de Concurso Sobre grafia e emprego de iniciais maiúsculas em português

Foram encontradas 3.373 questões

Q3319679 Português

Texto:

Óbito do Autor – Capítulo 1 (Memórias Póstumas de Brás Cubas).


Algum tempo hesitei em se desviar destas memórias pelo princípio ou pelo fim, isto é, se poria em primeiro lugar o meu nascimento ou a minha morte. Suposto o uso vulgar seja começar pelo nascimento, duas considerações que me levaram a adotar um método diferente: a eu primeiro não sou propriamente um autor defunto, mas um autor defunto, para quem a campanha foi outro berço; a segunda é que o escrito ficaria assim mais galante e mais novo. Moisés, que também contornou a sua morte, não a pôs no introito, mas no cabo; diferença radical entre este livro e o Pentateuco. Dito isto, expirei às duas horas da tarde de uma sexta-feira do mês de agosto de 1869, na minha bela chácara de Catumbi. Tinha uns sessenta e quatro anos, ricos e prósperos, era solteiro, possuía cerca de trezentos contos e fui acompanhado ao cemitério por onze amigos. Onze amigos! A verdade é que não houve cartas nem anúncios. Acresce que chovia - peneirava - uma chuvinha miúda, triste e constante, tão constante e tão triste, que levou um daqueles fiéis da última hora a intercalar esta engenhosa idéia no discurso que proferiu à beira de minha cova: -- "Vós, que o conhecestes, meus senhores, vocês podem dizer comigo que a natureza parece estar chorando a perda irreparável de um dos mais belos personagens que tem honrado a humanidade. Este ar sombrio, essas gotas do céu, aquelas nuvens escuras que cobrem o azul como um crepe funéreo, tudo isso é a dor crua e má que lhe rói à natureza as mais íntimas entranhas; tudo isso é um sublime louvor ao nosso ilustre finalizado.”




Fonte: Assis, Machado de. Obra Completa. vol. I.Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994


De acordo com o texto, identifique o termo que teve alteração em sua grafia, após a Nova Reforma Orográfica. Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q3319404 Português
Leia o Texto II e responda à questão:


Texto II


Placa com erro ortográfico em obra pública chama atenção de internauta


Uma placa afixada na entrada da Academia Integrada de Formação e Aperfeiçoamento (AIFA), em Macapá, tem chamado a atenção por um erro ortográfico [...]. O erro está na placa que indica os serviços de reforma e ampliação no bloco administrativo do local, que fica às margens da Rodovia Duca Serra, no bairro Marabaixo, Zona Oeste da capital. A AIFA é administrada pela Secretaria de Justiça e Segurança Pública (SEJUSP) e a obra é executada com recursos federais.


Analise as assertivas abaixo a respeito do Texto II:

I- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “aperfeisoamento”, escrita com “s” em vez de “aperfeiçoamento”, grafado com “cêcedilha”.
II- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “aperfeisoamento”, escrita com “s” em vez de “aperfeissoamento”, grafado com “ss”.
III- Há um desvio ortográfico na grafia do termo “empresa”, escrita com “s” em vez de “empreza”, grafado com “z”.
IV- O termo “administrativo” deveria ter recebido acentuação gráfica.
V- O termo “municipio” deveria ter recebido acentuação gráfica.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3316839 Português
Preencha as lacunas e marque a única alternativa correta.

Calças ___ / significado de supérfluo ___ / precisamos ___ o exercício dos nossos direitos / Olá, seja ___ a minha casa / Por favor! Não revele minha ___ a ninguém. 
Alternativas
Q3315813 Português
Assinale a alternativa em que a palavra esteja escrita de forma CORRETA:
Alternativas
Q3314918 Português

Analise os pares de palavras em letras maiúsculas no trecho abaixo. Em seguida, assinale a alternativa que apresenta tais vocábulos corretamente escritos, segundo a ortografia oficial da língua portuguesa.



    “Amei muito essa moça, chamava-se Ângela. Quando eu estava decidido a casar-me com ela, quando após das longas noites perdidas ao relento a EXPREITAR/ESPREITAR-lhe da sombra um ASCENO/ACENO, um adeus, uma flor, quando após tanto desejo e tanta esperança eu sorvi-lhe o primeiro beijo, tive de partir da Espanha para Dinamarca onde me chamava meu pai.


    Foi uma noite de soluços e lágrimas, de choros e de esperanças, de beijos e promessas, de amor, de voluptuosidade no presente e de sonhos no futuro... Parti. Dois anos depois foi que voltei. Quando entrei na casa de meu pai, ele estava MORIBUNDO/MORIMUNDO; ajoelhou-se no seu leito e agradeceu a Deus ainda ver-me, pôs as mãos na minha cabeça, banhou-me a fronte de lágrimas — eram as últimas — depois deixou-se cair, pôs as mãos no peito, e com os olhos em mim MURMUROU/MUMUROU: Deus!

 

   A voz sufocou-se-lhe na garganta: todos choravam.

 

   Eu também chorava, mas era de saudades de Ângela...



[...]” AZEVEDO, Álvares de. Noite na taverna. Disponível em: https://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/noite nataverna.pdf. Acesso em: 14 mai. 2024. 

Alternativas
Q3313092 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
A palavra “espixando”, sublinhada no segundo parágrafo do texto, está escrita:
Alternativas
Q3313087 Português
Dor não tem idade


    Nem manha nem frescura. Dores nos ossos, nos músculos e nas juntas podem surgir em qualquer fase da vida, inclusive na infância e na adolescência. Segundo um estudo com mais de 2,6 mil jovens brasileiros, 27% sentem desconfortos musculoesqueléticos incapacitantes e sem causa determinada. “São queixas que os impedem de ir à escola, praticar atividade física ou aproveitar momentos de lazer”, expõe Tiê Yamato, fisioterapeuta e líder do estudo. As regiões do corpo mais afetadas são as costas, as pernas e o pescoço. Ao investigar também a __________ dos pais sobre esses inconvenientes, descobriu-se que um em cada seis responsáveis subestima a dor de seus filhos. “Isso atrasa o tratamento e compromete a qualidade de vida do jovem”, adverte. 

    A ideia de que os pequenos sentem dor por estarem espixando data do século 19, mas não tem base científica. Isso mesmo: não há evidências de que o crescimento em si desperte desconfortos. Não à toa, especialistas orientam que o uso do termo “dor do crescimento” seja abandonado e que as queixas relatadas no início da vida sejam devidamente investigadas. E como lidar com dores de crianças e adolescentes? Não há um protocolo-padrão. Cada caso deve ser investigado e cuidado individualmente. Às vezes o problema desaparece sozinho. 

    Abalos psicológicos estão _____________ ao desenvolvimento e à piora das dores. Via de regra, as dores musculoesqueléticas são idiopáticas, ou seja, não têm uma causa definida. Queixas na juventude aumentam o risco de dores crônicas na vida adulta. Por isso, investigar os incômodos desde a infância pode ajudar também a tratar e lidar com condições futuras, levando em consideração o histórico do paciente. É necessário levar as queixas a sério e procurar formas de manter o bem-estar dos pequenos.

Larissa Beani – Veja Saúde. Adaptado.
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3312438 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

O que explica a fumaça que tomou o país

Karla Longo, pesquisadora do Inpe, observa que as queimadas no Brasil acontecem sistematicamente todos os anos durante o inverno, com maior concentração nos meses de agosto e setembro.

"As queimadas que aconteceram em São Paulo nos últimos dias foram extraordinárias, algo que não acontece com frequência", diz Longo.

"Mas as queimadas de desmatamento da Amazônia e do Cerrado, para manejo da terra − tanto terras de pastagem, quanto terra agrícola −, é um comportamento muito bem estabelecido no Brasil. Bolívia e Paraguai têm comportamento muito parecido. Então isso acontece todos os anos, infelizmente", diz a pesquisadora.

A extensão dos incêndios, explica a especialista, depende de fatores como: o quanto está efetiva a política de combate ao desmatamento; o preço da terra na região desmatada no ano anterior; e o quanto o clima está seco, pois em anos de secas intensas os incêndios tendem a ser piores.

Desta forma, todos os anos o país costuma ser coberto por uma "pluma" de fumaça nesta época, principalmente em cidades da região Norte e do Centro-Oeste do país.

"O formato que essa pluma vai ter depende da posição da frente fria e dos sistemas meteorológicos que atuam na região", diz Longo. 

Esses sistemas são a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), a Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) e os Jatos de Baixos Níveis da América do Sul (JBNAS), além das já mencionadas frentes frias (FF) e dos ventos alísios de Sudeste (ASE), que sopram do oceano para o continente.

A pesquisadora explica que, nesta época do ano, Nordeste e Sudeste também têm queimadas, mas nessas regiões não costuma se formar uma pluma densa de fumaça como aquela que cobre as regiões Norte e Centro-Oeste — principalmente devido aos ventos alísios, que tipicamente sopram de sudeste ou de leste e dispersam muito rapidamente essa fumaça.

O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico, passando sobre os Estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Além disso, houve uma quantidade muito atípica de focos de incêndio no Estado de São Paulo entre os dias 22 e 23 de agosto.

Esses dois fatores somados contribuiram para a formação de fumaça que tomou Brasília e o interior de São Paulo no fim de semana. 


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4glr02z29dofragmento adaptado) 
"O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico". Identifique a alternativa que completa corretamente as palavras com as mesmas letras das destacadas no trecho, respectivamente:
Alternativas
Q3311207 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que explica a fumaça que tomou o país


Karla Longo, pesquisadora do Inpe, observa que as queimadas no Brasil acontecem sistematicamente todos os anos durante o inverno, com maior concentração nos meses de agosto e setembro.


"As queimadas que aconteceram em São Paulo nos últimos dias foram extraordinárias, algo que não acontece com frequência", diz Longo.


"Mas as queimadas de desmatamento da Amazônia e do Cerrado, para manejo da terra − tanto terras de pastagem, quanto terra agrícola −, é um comportamento muito bem estabelecido no Brasil. Bolívia e Paraguai têm comportamento muito parecido. Então isso acontece todos os anos, infelizmente", diz a pesquisadora.


A extensão dos incêndios, explica a especialista, depende de fatores como: o quanto está efetiva a política de combate ao desmatamento; o preço da terra na região desmatada no ano anterior; e o quanto o clima está seco, pois em anos de secas intensas os incêndios tendem a ser piores.


Desta forma, todos os anos o país costuma ser coberto por uma "pluma" de fumaça nesta época, principalmente em cidades da região Norte e do Centro-Oeste do país.


"O formato que essa pluma vai ter depende da posição da frente fria e dos sistemas meteorológicos que atuam na região", diz Longo.


Esses sistemas são a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), a Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) e os Jatos de Baixos Níveis da América do Sul (JBNAS), além das já mencionadas frentes frias (FF) e dos ventos alísios de Sudeste (ASE), que sopram do oceano para o continente.


A pesquisadora explica que, nesta época do ano, Nordeste e Sudeste também têm queimadas, mas nessas regiões não costuma se formar uma pluma densa de fumaça como aquela que cobre as regiões Norte e Centro-Oeste — principalmente devido aos ventos alísios, que tipicamente sopram de sudeste ou de leste e dispersam muito rapidamente essa fumaça.


O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico, passando sobre os Estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.


Além disso, houve uma quantidade muito atípica de focos de incêndio no Estado de São Paulo entre os dias 22 e 23 de agosto.


Esses dois fatores somados contribuiram para a formação de fumaça que tomou Brasília e o interior de São Paulo no fim de semana.



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4glr02z29dofragmento adaptado)

"O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico". Identifique a alternativa que completa corretamente as palavras com as mesmas letras das destacadas no trecho, respectivamente:
Alternativas
Q3310357 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que explica a fumaça que tomou o país


Karla Longo, pesquisadora do Inpe, observa que as queimadas no Brasil acontecem sistematicamente todos os anos durante o inverno, com maior concentração nos meses de agosto e setembro.


"As queimadas que aconteceram em São Paulo nos últimos dias foram extraordinárias, algo que não acontece com frequência", diz Longo.


"Mas as queimadas de desmatamento da Amazônia e do Cerrado, para manejo da terra − tanto terras de pastagem, quanto terra agrícola −, é um comportamento muito bem estabelecido no Brasil. Bolívia e Paraguai têm comportamento muito parecido. Então isso acontece todos os anos, infelizmente", diz a pesquisadora.


A extensão dos incêndios, explica a especialista, depende de fatores como: o quanto está efetiva a política de combate ao desmatamento; o preço da terra na região desmatada no ano anterior; e o quanto o clima está seco, pois em anos de secas intensas os incêndios tendem a ser piores.


Desta forma, todos os anos o país costuma ser coberto por uma "pluma" de fumaça nesta época, principalmente em cidades da região Norte e do Centro-Oeste do país.


"O formato que essa pluma vai ter depende da posição da frente fria e dos sistemas meteorológicos que atuam na região", diz Longo.


Esses sistemas são a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), a Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) e os Jatos de Baixos Níveis da América do Sul (JBNAS), além das já mencionadas frentes frias (FF) e dos ventos alísios de Sudeste (ASE), que sopram do oceano para o continente.


A pesquisadora explica que, nesta época do ano, Nordeste e Sudeste também têm queimadas, mas nessas regiões não costuma se formar uma pluma densa de fumaça como aquela que cobre as regiões Norte e Centro-Oeste — principalmente devido aos ventos alísios, que tipicamente sopram de sudeste ou de leste e dispersam muito rapidamente essa fumaça.


O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico, passando sobre os Estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.


Além disso, houve uma quantidade muito atípica de focos de incêndio no Estado de São Paulo entre os dias 22 e 23 de agosto.


Esses dois fatores somados contribuiram para a formação de fumaça que tomou Brasília e o interior de São Paulo no fim de semana. 



https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4glr02z29dofragmento adaptado) 

"O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico". Identifique a alternativa que completa corretamente as palavras com as mesmas letras das destacadas no trecho, respectivamente:
Alternativas
Q3308859 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


O que explica a fumaça que tomou o país


Karla Longo, pesquisadora do Inpe, observa que as queimadas no Brasil acontecem sistematicamente todos os anos durante o inverno, com maior concentração nos meses de agosto e setembro.


"As queimadas que aconteceram em São Paulo nos últimos dias foram extraordinárias, algo que não acontece com frequência", diz Longo.


"Mas as queimadas de desmatamento da Amazônia e do Cerrado, para manejo da terra − tanto terras de pastagem, quanto terra agrícola −, é um comportamento muito bem estabelecido no Brasil. Bolívia e Paraguai têm comportamento muito parecido. Então isso acontece todos os anos, infelizmente", diz a pesquisadora.


A extensão dos incêndios, explica a especialista, depende de fatores como: o quanto está efetiva a política de combate ao desmatamento; o preço da terra na região desmatada no ano anterior; e o quanto o clima está seco, pois em anos de secas intensas os incêndios tendem a ser piores.


Desta forma, todos os anos o país costuma ser coberto por uma "pluma" de fumaça nesta época, principalmente em cidades da região Norte e do Centro-Oeste do país.


"O formato que essa pluma vai ter depende da posição da frente fria e dos sistemas meteorológicos que atuam na região", diz Longo.


Esses sistemas são a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT), a Alta Subtropical do Atlântico Sul (ASAS) e os Jatos de Baixos Níveis da América do Sul (JBNAS), além das já mencionadas frentes frias (FF) e dos ventos alísios de Sudeste (ASE), que sopram do oceano para o continente.


A pesquisadora explica que, nesta época do ano, Nordeste e Sudeste também têm queimadas, mas nessas regiões não costuma se formar uma pluma densa de fumaça como aquela que cobre as regiões Norte e Centro-Oeste — principalmente devido aos ventos alísios, que tipicamente sopram de sudeste ou de leste e dispersam muito rapidamente essa fumaça.


O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico, passando sobre os Estados de São Paulo, Goiás, Minas Gerais e Rio de Janeiro.


Além disso, houve uma quantidade muito atípica de focos de incêndio no Estado de São Paulo entre os dias 22 e 23 de agosto.


Esses dois fatores somados contribuiram para a formação de fumaça que tomou Brasília e o interior de São Paulo no fim de semana.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4glr02z29dofragmento adaptado)

"O que aconteceu nos últimos dias, diz Longo, é que uma frente fria estacionária no Sudeste desviou a pluma de fumaça produzida na Amazônia e Mato Grosso na direção do Atlântico". Identifique a alternativa que completa corretamente as palavras com as mesmas letras das destacadas no trecho, respectivamente:
Alternativas
Q3296914 Português
"Policiais federais cumpriram um......de prisão preventiva e dois de busca e apreensão expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF)."
"Nenhum médico, de qualquer especialidade, pode......dietas."
"O ex-policial permanece em......isolada depois de transferência para presídio de Tremembé."
"Uma empresa invisível na internet foi a primeira a ser multada no país por......a Lei Geral de Proteção de Dados."

A alternativa que apresenta os vocábulos que preenchem corretamente os espaços é:
Alternativas
Q3285252 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Humanizar a escrita: a nova tarefa dos robôs



Depois da chegada de nossos robôs auxiliares de escrita, que são capazes de resumir, de parafrasear e até mesmo de escrever por conta própria, vieram os programas de "humanização da escrita", também disponíveis na internet. Essas novas ferramentas, segundo seus fabricantes, servem para tornar indetectável o uso de inteligência artificial na produção de um texto, tornando-o mais semelhante a um texto escrito por um ser humano.



Dado que a inteligência artificial aprendeu com o material produzido por seres humanos, qual seria o elemento humano faltante aos textos escritos por ela? Em outras palavras, como fazer para que humanos não percebam que um texto foi produzido por uma máquina? Por curiosidade, fiz alguns testes, sem a menor pretensão de avaliar essas poderosas inteligências e seus criadores, e não cheguei a uma conclusão sobre o que seria a linguagem humanizada dos robôs.



Em um caso, o robô humanizado substituiu "pedido" por "request" num texto que, aliás, tinha sido escrito por um humano de carne e osso. Em outro, houve substituição de frases mais curtas e econômicas por períodos mais longos e redundantes; em outro, houve troca de "entre" por "dentre" (naturalmente, sem critério gramatical). Enfim, os seres humanos que criam esse tipo de ferramenta têm algum critério, seja ele qual for, para definir o que seria um estilo mais "humano". Qual será?



Em todo o caso, o termo "humanizado" vem aparecendo em muitos contextos, o que nos pode dar uma pista do que nós, afinal humanos, cremos ser "humano". Dia desses, uma discussão entre leitores de uma crônica na internet trouxe, talvez sem querer, uma questão curiosa. Um deles achou que o autor do texto tivesse cometido um erro de português (especificamente o uso de "câmara" no lugar de "câmera"). Outro explicou que as duas formas são corretas etc. etc., o que é verdade e qualquer bom dicionário pode atestar. Outros ainda consideraram inoportuno levantar esse tipo de questão, pois o texto era tão interessante e divertido etc. − tanta coisa a que prestar atenção e o sujeito vai logo reparar na grafia da palavra!



Até que outro acrescentou que qualquer um, autor ou revisor, pode errar (ora bolas!), a que se seguiu um comentário de assentimento: "Exatamente, compreensível. Essa é a forma humanizada da ortografia". Note-se que, a essa altura, o problema não era saber se as duas grafias eram corretas, muito menos se cogitava aproveitar o ensejo para discutir a variação ortográfica ou as acepções da palavra. Não. O problema mesmo foi o fato de alguém ter levantado a questão de supostamente haver um erro de grafia no texto do escritor.



A "forma humanizada da ortografia", ao que tudo indica, pressupõe um nível importante de tolerância. Sendo a ideia compreensível, para que essa "obsessão" pelo "correto"? Existe "o correto"? O curioso é que a ortografia, por ser convencionalmente estabelecida, é (ou era) a parte da gramática menos sujeita aos debates sobre variação da língua.



A humanização a que alude o comentário, porém, parece mais ligada a uma atitude ou posicionamento moral, que prescreve tolerância com a "diversidade ortográfica" como reflexo da tolerância com a pessoa que escreveu o texto. Corrigir ou assumir "tom professoral" é uma espécie de afronta à expressão alheia, uma atitude em si "intolerante". É preciso, afinal, respeitar o "diverso". O problema é que a língua precisa de elementos comuns para que seja eficaz em sua principal função, a da comunicação ("comunicar", na origem, é "pôr em comum").



Talvez essa postura humanizada explique o fato de hoje ser frequente encontrarmos erros gramaticais em livros caros, ilustrados, produzidos em ótimo papel, com capa dura etc. Afinal, como diziam nossas avós, errar é humano e, como já disse José Saramago, na sua "História do Cerco de Lisboa", ao explicar que o revisor nem sempre corrige, "primeiro mandamento do decálogo do revisor que aspire à santidade, aos autores deve-se evitar sempre o peso das vexações".



Não faz assim tanto tempo que o nosso querido Paulo Coelho, um dos mais bem-sucedidos escritores brasileiros, era alvo de críticas na imprensa por causa das gralhas que se avolumavam nos seus livros, as quais, diga-se, nunca atrapalharam seus negócios. Certa vez, um tanto irritado pela cobrança de jornalistas, ele se saiu com um chiste, que acabou sendo levado a sério: disse que a magia de seus livros (responsável pelo milagre das vendas) poderia estar justamente nos erros gramaticais, de modo que não providenciaria revisão nas edições seguintes. E assim provavelmente foi. Mal sabia ele que antecipava uma tendência.



A tolerância às  falhas às − falhas, que, mágicas ou não, afinal, nos lembram que somos humanos parece ser − um valor nos dias de hoje. Talvez essa seja a dica de ouro para os humanizadores de texto. Vamos ensinar os robôs a errar.


Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br

Não faz assim tanto tempo que o nosso querido Paulo Coelho, um dos mais bem-sucedidos escritores brasileiros, era alvo de críticas na imprensa por causa das gralhas que se avolumavam nos seus livros, as quais, diga-se, nunca atrapalharam seus negócios.

No período acima, grafou-se corretamente a palavra destacada. Em relação ao seu antônimo, assinale a alternativa em que ele esteja corretamente grafado.
Alternativas
Q3279556 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentadas estão escritas corretamente, de acordo com a ortografia oficial da Língua Portuguesa. 
Alternativas
Q3274721 Português
Sobre as regras definidas pelo Novo Acordo Ortográficos, em relação ao emprego da letra maiúscula inicial, são usos obrigatórios os exemplos a seguir. No entanto, uma alternativa o uso é facultativo, destaque-a: 
Alternativas
Q3272923 Português
Quanto à ortografia, qual das frases está escrita corretamente?
Alternativas
Q3272541 Português
Qual das alternativas abaixo apresenta algumas palavras retiradas da tirinha em correta ordem alfabética? 
Alternativas
Q3272433 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Cientistas afirmam ter encontrado os fósseis mais antigos da história


"Antes dessa descoberta, os fósseis mais antigos...... sido...... na Austrália Ocidental, datados de 3,46 bilhões de anos atrás. Os novos microfósseis, que são 300 milhões de anos mais velhos, agora representam o que são provavelmente o mais antigo sinal de vida a aparecer em nosso planeta."(1ºfragmento)


"Os tubos e filamentos, feitos de hematita pelas bactérias, se ...... com estruturas semelhantes ...... em outros ambientes hidrotermais do fundo do mar. É importante notar que esses restos foram descobertos juntos com outros minerais, como a apatita e o carbonato, frequentemente ...... com fósseis. Os fósseis mineralizados também ...... com estruturas esferoidais que normalmente ...... fósseis em rochas mais novas. Juntas, essas observações sugerem que a rocha hematita mais provavelmente se formou conforme as bactérias devoraram ferro em busca de energia, posteriormente se tornando fossilisadas."(2º fragmento) 


"https://gizmodo.uol.com.br/cientistas-fosseis-mais-antigos-historia/ adaptado)

De acordo com o novo acordo ortográfico, a alternativa que apresenta vocábulo grafado INCORRETAMENTE é: 
Alternativas
Q3268349 Português
Em qual das palavras abaixo a letra “m” deve ser inserida para que ela fique correta? 
Alternativas
Q3268248 Português
Amenhotep III


      Embora seja difícil definir qual o faraó mais rico do Antigo Egito, por ser necessário avaliar fatores como expansão de território, número de exércitos e comércio, é possível apontar um líder como aquele que governou o período mais próspero, quando o país era uma superpotência militar e comercial: esse é Amenhotep III.

     Também conhecido como Rei Sol, esse líder da 18ª dinastia se tornou faraó em 1390 a.C., reinando até 1352 a.C. Chegando ao trono com apenas 12 anos e se casando com Tiye, plebeia que se tornaria a Grande Esposa Real, ele herdou de seu pai Tutmés IV um país com fronteiras amplas e uma riqueza estimada em 5 trilhões de dólares. Essa ______ de fatores, ligados ao controle das minas de ouro da Núbia, lhe rendeu uma grande fama.

     A riqueza egípcia era invejada por países como Babilônia e Assíria, que ______ como potências econômicas. E, ao invés de guerrear para ______ o Egito, o faraó se utilizou de uma estratégia mais sensata: a conversa. Se tornando um ótimo diplomata, Amenhotep III passou a enviar ouro para essas nações, o que fez com que elas se curvassem ao grande faraó. Templos foram construídos para ele e Tiye, e ambos eram adorados como deuses.

    Amenhotep III teve como sucessores seu filho Akhenaton e seu neto Tutancâmon. Embora sejam mais conhecidos que ele, nenhum dos dois atingiu os níveis de riqueza alcançados pelo faraó diplomata. Akhenaton negligenciou os assuntos políticos para instaurar uma nova prática religiosa e Tutancâmon faleceu aos 18 anos, antes de cumprir o objetivo de restaurar as riquezas do avô.


Joseane Pereira – Aventuras na História. Adaptado.
Em qual das palavras abaixo a letra “m” deve ser inserida para que ela fique correta?
Alternativas
Respostas
661: B
662: C
663: B
664: C
665: A
666: C
667: A
668: X
669: A
670: A
671: A
672: D
673: B
674: B
675: E
676: D
677: B
678: A
679: C
680: C