Questões de Concurso
Sobre grafia e emprego de iniciais maiúsculas em português
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estão grafadas corretamente.
É
A gente quer calor no coração
A gente quer suar, mas de prazer
A gente quer é ter muita saúde
A gente quer viver a liberdade
A gente quer viver felicidade
É a gente não tem cara de panaca
A gente não tem jeito de babaca... (Trecho da canção de Luiz Gonzaga Jr.)
Em "felicidade" o "c" tem som de "s". Marque a palavra que foi escrita de forma errada:
A aternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas é
Assim como expectativas, temos como correta a palavra:

Considerando que a transcrição de trechos da resolução acima não foi fiel a alguns aspectos do texto original e com isso desrespeitou as normas de redação de documentos oficiais, assinale a opção correta.
Art. 192 - O funcionário deixará de cumprir ordem de autoridade superior quando:
Moraes. Sem dúvida. O poeta ia mais longe, entoando em rima
e em prosa que tristeza não tem fim. Já a felicidade, sim. Até
hoje, muita gente chora ao ouvir esses versos porque eles
tocam num ponto nevrálgico da vida humana: os sentimentos. E
quando tais sentimentos provocam algum tipo de dor, fica difícil
esquecer - e ainda mais suportar. A tristeza, uma das piores
sensações da nossa existência, funciona mais ou menos assim:
parece bonita apenas nas músicas. Na vida real, ninguém gosta
dela, ninguém a quer.
Tristeza é um sentimento que responde a estímulos
internos, como recordações, memórias, vivências; ou externos,
como a perda de um emprego ou de um amor. Não se trata de
uma emoção, que é uma resposta imediata a um estímulo. No
caso da tristeza, nosso organismo elabora e amadurece a
emoção, antes de manifestá-la. É uma resposta natural a
situações de perda ou de frustrações, em que são liberados
hormônios cerebrais responsáveis por angústia, melancolia ou
coração apertado.
"A tristeza é uma resposta que faz parte de nossa forma
de ser e de estar no mundo. Passamos o dia flutuando entre
pólos de alegria e infelicidade", afirma o médico psiquiatra
Ricardo Moreno. Se passamos o dia entre esses pólos de
flutuação, é bom não levar tão a sério os comerciais de
margarina em que a família é linda, perfeita, alegre e até os
cachorros parecem sorrir o tempo inteiro. Vivemos uma época
em que a felicidade constante é praticamente um dever de
todos. É fato: ser feliz o tempo todo está virando uma obrigação
a ponto de causar angústia.
Especialistas, no entanto, afirmam que estar infeliz é
mais do que natural, é necessário à condição humana. A
tristeza é um dos raros momentos que nos permite reflexão,
uma volta para nós mesmos, uma possibilidade de nos conhecermos
melhor. De saber o que queremos, do que gostamos. E
somente com essa clareza de dados é que podemos buscar
atividades que nos dão prazer, isto é, que nos fazem felizes.
Assim como a dor e o medo, a tristeza nos ajuda a sobreviver.
Sim, porque se não sentíssemos medo, poderíamos nos atirar
de um penhasco. E se não tivéssemos dor, como o organismo
poderia nos avisar de que algo não vai bem?
(Adaptado de Mariana Sgarioni, Emoção & Inteligência, Superinteressante,
p. 18-20)
I A primeira oração do texto representa a “conclusão” mencionada no segundo período.
II As palavras “estudo” (l.2), “trabalho” (R.3) e “pesquisa” (l.12) estão sendo usadas para se referir à mesma coisa.
III A frase “a necessidade de se entender a dimensão social da participação na América Latina” (l.3-5) expressa o motivo da realização “do estudo Índice de Participação cidadã” (l.2-3).
IV O emprego de letras maiúsculas no texto indica, além do início de períodos sintáticos, a singularização de pessoas, lugares e títulos de trabalhos.
A quantidade de itens certos é igual a
O que os pesquisadores querem conhecer agora é a influência que essas nuvens podem ter sobre o aquecimento global. Supoem-se que o fenômeno poderia atrazar a precipitação em algumas regiões, pois interferem no processo de formação de nuvens.
Trecho adaptado de Machado de Assis. A semana. In: Obra
Completa, v. III, Rio de Janeiro: Aguilar, 1973, p. 649.
Considerando que cada opção abaixo corresponda, no texto, à expressão ou palavra destacada em negrito que imediatamente antecede o símbolo Ⓐ, Ⓑ, Ⓒ, Ⓓ ou Ⓔ, assinale a opção que corresponde a erro gramatical.
Gosto da democracia em seu exercício cotidiano e concreto. Prezo a discussão numa associação de moradores de vila para discutir se é melhor pedir mais postes de luz ou asfalto na rua central. Aprecio uma reunião de condomínio em que uma senhora idosa e sozinha defende seu cachorrinho contra a mãe de uma criança asmática e alérgica aos pêlos de animais. Em ambos os casos, sinto carinho pelo esforço de inventar formas possíveis de convivência. Ultrapassamos o tamanho das comunas medievais, e hoje um governo democrático só pode ser representativo: as eleições são inevitáveis. Mas não me digam que elas são a melhor expressão da democracia. A retórica eleitoral parece implicar inelutavelmente duas formas de desrespeito, paradoxais por serem ambas inimigas da invenção democrática. Há o desrespeito aos eleitores, que é implícito na simplificação sistemática da realidade. Tanto as promessas quanto a crítica às promessas dos adversários se alimentam numa insultuosa infantilização dos votantes: “Nós temos razão, o outro está errado; solucionaremos tudo, não há dúvidas nem complexidade; entusiasmem-se”. E há o desrespeito recíproco entre os candidatos. As reuniões de moradores de vila ou de condomínio não poderiam funcionar se os participantes se tratassem como candidatos a um mesmo cargo eleitoral. Paradoxo: o processo eleitoral parece ser o contra-exemplo da humildade necessária para o exercício da democracia que importa e que deveria regrar as rela- ções básicas entre cidadãos – a democracia concreta. Em 1974, na França, Mitterrand, socialista, concorria à Presidência com Giscard d´Estaing, centrista. Num debate decisivo, Mitterrand falava como se ele fosse o único a enternecerse ante o destino dos pobres e deserdados. Giscard retrucou: “Se-nhor Mitterrand, o senhor não detém o monopólio do coração”. Cansado de simplificações, o eleitorado gostou, e Mitterrand perdeu. (Contardo Calligaris, Terra de ninguém)

(Adaptado de Contardo Calligaris)
A quantidade de palavras com erro de morfologia ou de grafia é
Excluindo-se o emprego das letras maiúsculas na composição da sigla DOPS e no início dos períodos, as demais letras maiúsculas usadas no texto atendem à regra de emprego de maiúsculas para designar substantivos próprios de qualquer espécie que nomeiem entes individuados, como regiões, estados, repartições, edifícios e logradouros públicos.
Na escrita de “anos 90” (l.2), seriam também respeitadas as convenções ortográficas da língua portuguesa ao se escrever anos noventa.
No intuito de apurar a qualidade dos serviços prestados aos cidadãos usuários dos serviços públicos estaduais, é necessário avaliar periodicamente o atendimento à coletividade.
O consumidor pode optar por comê-los fritos ou cozidos. Em ambos os casos, esses pescados são excelentes.


