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Questões de Concurso Sobre funções morfossintáticas da palavra se em português

Foram encontradas 1.645 questões

Q1633194 Português
A classe gramatical da palavra destacada está correta na opção:
Alternativas
Q1622209 Português
Participação: palavra de ordem

    Volta e meia, a sociedade chama seus membros para participar. Participar de uma missa, de um torneio esportivo, de uma campanha de aquisição de agasalhos, etc. Participação, essa é a palavra de ordem. Porém será que já paramos para pensar nessa tal participação?
    Interessante reparar, antes de mais nada, que o ato de participar nunca é feito sozinho; não é um ato isolado de alguém que não tem companhia, mas algo que fazemos com os outros.
    O solidário, que está sempre disposto a participar, porta-se desta maneira: está em comunhão; vive ansioso pelo encontro; faz questão de trocar suas experiências de vida com os outros. Sabe muito bem que viver é acima de tudo con-viver. O solidário é companheiro; você já pensou sobre o significado dessa palavra? Ela vem do latim, cum-panere, e significa algo mais ou menos como “aqueles que comem juntos o pão da vida”. Logo, o companheiro, o solidário, é aquele que divide sua vida com os outros, aquele para quem a vida não é apenas uma co-existência com os outros, mas uma verdadeira convivência, um viver com os outros. [...]

(GALLO, Sílvio (coord.) Grupo de Estudos sobre Ensino de Filosofia. Ética e cidadania – caminhos da filosofia. 3. Ed. São Paulo> Papirus, 1998, p. 26.) 
Em “Se os alunos quisessem, saberiam se as alternativas estavam falsas.”, os termos “se” são respectivamente
Alternativas
Q1621069 Português

Futuro a distância


    A aura de sacralidade que envolve o corpo humano e, por extensão, a prática médica enfrenta seguidos desafios postos por inovações técnicas, como a telemedicina, hoje, ou a reprodução assistida, no passado. A inquietação daí surgida justifica prolongar o debate, mas não afastar indefinidamente futuros aperfeiçoamentos.

    O Conselho Federal de Medicina (CFM) baixara resolução, para entrar em vigor em maio, regulamentando o atendimento a distância. Foram tantas as reações contrárias e de questionamento que a norma foi revogada, pois não haveria tempo hábil para processar todas as objeções e sugestões.

    Mas muito do que se regulamentava ali já existe como praxe de mercado, caso de consultas remotas.

     Embora exame físico e anamnese presencial constituam os fundamentos básicos da relação entre médico e paciente, existem casos em que são dispensáveis (como na entrega de resultados de testes laboratoriais) ou ficam impossibilitadas pela distância.

    A resolução do CFM estipulava regras para esse tipo de encontro, como ser necessariamente precedido por um contato pessoal, contar com autorização do paciente e ficar gravado em meio digital. Fixava, ainda, normas para outros procedimentos, como telecirurgias.

    Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.

    Por detrás da aparente preocupação com a qualidade do atendimento, está a suspeita, oculta-se o zelo corporativo que tantas vezes resiste ao aumento de produtividade. Não há mal algum em banalizar (no bom sentido da palavra) a telemedicina, se isso não acarretar prejuízo ao doente.

    Não são raras as consultas, hoje em dia, em que o médico dispensa uma conversa atenta e a interação física com pacientes em favor da realização de exames laboratoriais ou de imagem. Identifica-se algo de tecnocrático e desumanizador nesse tipo de relacionamento, com alguma dose de razão.

    Admitindo que seja necessário combater tal tendência, a melhor maneira de fazê-lo seria rever o tipo de formação oferecida nas faculdades de medicina, como já se faz em alguns estabelecimentos. Não será com obstáculos à tecnologia, quando ela se provar mais útil e barata, que se reduzirá o distanciamento entre médicos e pacientes.


Disponível em: : <www1.folha.uol.com.br>. Acesso em: 08 mar. 2019.

Algumas questões levantadas fazem sentido, como a obrigatoriedade de gravação da teleconsulta. Se não se exige tal coisa em encontros presenciais, por que fazê-lo quando se recorre a meios tecnológicos? Abre-se flanco considerável para deslizes de privacidade e se reforça o preconceito retrógrado contra a modalidade inovadora.


Sobre esse parágrafo, é correto afirmar:

Alternativas
Q1620821 Português
Assinale a alternativa CORRETA, tendo em vista a estrutura morfossintática do texto 02.
Alternativas
Q1611865 Português
        Antes de existir qualquer casa, cavou-se o cemitério ao sopé da colina, na margem esquerda do rio. As primeiras pedras serviram para marcar as covas rasas nas quais foram enterrados os cadáveres no fim da manhã, hora do meio-dia, quando finalmente o coronel Elias Daltro apareceu cavalgando à frente de alguns poucos capangas — quatro gatos pingados, os que haviam permanecido na fazenda — e se deu conta da extensão do desastre. Não ficara um cabra sequer para contar a história.
        O coronel contemplou os corpos ensanguentados. Berilo morrera com o revólver na mão, não tivera ensejo de atirar: a bala arrancara-lhe o tampo da cabeça, o coronel desviou a vista. Compreendeu que aquela carnificina significava o fim, já não tinha meios para prosseguir. Trancou a aflição dentro do peito, não deu mostras, não deixou que os demais percebessem. Elevou a voz de comando, ditou ordens.
        Apesar do temporal — chuva de açoite, nuvens negras, trovões espoucando na mata —, alguns urubus, atraídos pelo sangue e pelas vísceras expostas, sobrevoaram os homens ocupados no transporte dos corpos e na abertura das covas. Depressa, antes que a fedentina aumente.

(Trecho retirado de AMADO, Jorge. Tocaia Grande: A face obscura. Rio de Janeiro: Record, 1985)
Na oração “cavou-se o cemitério ao sopé da colina, na margem esquerda do rio”, qual é a função da partícula sublinhada?
Alternativas
Q1379940 Português

O texto abaixo faz considerações sobre a seleção feminina de futebol.


“Encerrada a participação da seleção brasileira na Copa do Mundo, eliminada apenas na prorrogação pela dona da casa, a França, duas constatações sobre o futebol feminino se impõem. Se olharmos para o que acabou de ocorrer, poderemos comemorar a mobilização popular em torno de um time de mulheres jogando um esporte historicamente tachado como masculino. (...) Mas, se vislumbrarmos o que está por vir, o cenário é alarmante: após o Mundial, as grandes protagonistas do time ficaram mais próximas da aposentadoria.”

(PELLEGRINO, A. Veja, 3/7/19, p.80)


O uso de SE e MAS, nesse texto, permite ao leitor compreender que:

Alternativas
Q1308227 Português

Leia-o texto e responda a questão.


“[...], mas seus pais terão que pagar multa de 500 euros se não tiverem tomado todas as vacinas obrigatórias.”. A partícula “se”, no contexto em que está inserida, exerce função morfológica de:
Alternativas
Q1304733 Português
Leia o texto abaixo para responder a questão.


(Adaptado de oglobo.globo.com/cultura, 08/03/2019)
Assinale a alternativa em que a partícula “se” exerce a mesma função morfológica que no trecho abaixo retirado do texto:

“... e garantir que os bilhões arrecadados em impostos efetivamente se empreguem naquilo que temos de mais precioso, que é a vida humana." (Linhas 13 a 17)
Alternativas
Q1295601 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 


A respeito da partícula ‘se’, analise as seguintes assertivas:
I. Na linha 10, a partícula ‘se’ classifica-se como um pronome oblíquo, parte integrante do verbo. II. A ocorrência de ‘se’ na linha 43 estabelece um sentido de condição à frase. III. Na linha 44, o ‘se’ classifica-se como um índice de indeterminação do sujeito.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1278571 Português

    O casamento, para ela, era isso: quarenta e oito anos de opressão, de humilhações, de vexames. Um verdadeiro tirano, o marido dela, um homem autoritário que lhe dava ordens sem cessar e que a ridicularizava na frente de todo o mundo: minha mulher é um desastre, proclamava, não faz nada direito.

    E ela? Ela calava. Jamais protestara. Até os filhos se indignavam com aquela passividade: você não pode se deixar dominar dessa maneira, diziam, você tem de fazer alguma coisa. Ela suspirava, resignada, não dizia nada.

    Mas estava, sim, resolvida a se vingar. Sua vingança seria cruel e requintada, uma vingança capaz de indenizá-la por uma vida de sofrimentos. Só faltava descobrir a maneira de fazê-lo.

    A ideia lhe ocorreu quando, uma manhã, o marido perguntou se ela não vira seu cachimbo. Entre parênteses, gostava muito disso, de fumar cachimbo. Verdade que a ela o cheiro deixava tonta; mas ele pouco estava ligando. Entre a mulher e o cachimbo prefiro o cachimbo, costumava dizer, entre gargalhadas. Mas então ele tinha esquecido onde deixara o cachimbo − sinal de que a memória lhe falhava. E ela resolveu tirar proveito disso. Para quê? Para enlouquecer o marido. Exatamente: enlouquecê-lo. Era o mínimo a que podia almejar.

    E aí começou o jogo. Onde está o cachimbo, perguntava ele. Ali onde você o colocou, dizia ela, em cima do televisor.

    Ele ficava perplexo: eu coloquei o cachimbo em cima do televisor? E por que teria feito isso, se ali não é lugar de cachimbo? Quanto mais perturbado ele ficava, mais ela se entusiasmava. Era como uma gata brincando com um camundongo, um camundongo triste e desamparado. Você não viu o meu cachimbo? Está ali na prateleira, onde você o deixou. Eu? Eu deixei o cachimbo na prateleira? A coisa ia num crescendo, a angústia dele aumentando sempre. Ela já tinha o final planejado: um dia o cachimbo sumiria para sempre. E quando ele perguntasse ela responderia: você o jogou fora. O que seria um golpe... mortal? Mortal.

    Só que ele morreu antes disso. Um ataque do coração, provavelmente. Ela chorou muito: em parte porque tinha pena dele, em parte porque não pudera consumar sua vingança. Mas aí teve uma ideia: colocar o cachimbo no caixão. Para atormentá-lo pela eternidade afora. Procurou o cachimbo, mas não o achou. Simplesmente não conseguia lembrar de onde o colocara. Ali, em alguma parte da casa, estava o maldito objeto. Só que ela não o encontrava. E isto significava que jamais teria paz. Que aquela lembrança a torturaria até a morte.

(SCLIAR, Moacir. O imaginário cotidiano. São Paulo: Global, 2002, p. 113-114)

O segmento sublinhado em o marido perguntou se ela não vira seu cachimbo (4º parágrafo) exerce a mesma função sintática do termo sublinhado em:
Alternativas
Q1270626 Português

(Fonte adaptada: https://g1.globo.com>acesso em 15 de janeiro de 2019)

“[...], uma das doenças virais transmitidas por mosquitos que se espalham mais rápido.” (linhas 3 a 5). É correto afirmar que a partícula “se” exerce função morfológica de: 
Alternativas
Q1258554 Português
Considere o seguinte trecho:
Donos de sites podem ganhar dinheiro se o que eles publicam é muito lido, comentado ou compartilhado, e isso estimula a multiplicação de páginas com conteúdo sensacionalista, ou até falso, mas que atraem o público.
No trecho sublinhado, estabelece-se uma relação de:
Alternativas
Q1257203 Português

Internet: <emais.estadao.com.br> (com adaptações).

A respeito do texto e de seus aspectos linguísticos, julgue o item.


O vocábulo “se” (linha 5) introduz oração que expressa, em relação à anterior, circunstância de condição.

Alternativas
Q1251576 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/10/27/ciencia/1540643073_895649.html (Adaptado para esta prova)

Analise as seguintes ocorrências da partícula ‘se’ presentes no texto, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Na linha 02, a partícula ‘se’ é classificada da mesma forma que a segunda ocorrência da linha 35. ( ) A partícula ‘se’ da linha 12 é classificada como índice de indeterminação do sujeito. ( ) A partícula ‘se’ da linha 13 é uma conjunção, ligando a oração subordinada à principal.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1245651 Português
Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.

    Se eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo afora.
    Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável. Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a ação. E, quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.

Mahatma Gandhi
No trecho “SE eu pudesse deixar algum presente a você, deixaria aceso o sentimento de amar...”, o termo destacado indica uma relação de:
Alternativas
Q1241486 Português
A respeito das construções com a partícula ‘se’ no texto, analise as seguintes assertivas, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Na linha 01, a construção “Faça-se” está no modo indicativo.
( ) A partícula ‘se’ na linha 06 introduz uma condição, sendo classificada, portanto, como uma conjunção.
( ) A ocorrência da partícula ‘se’ na linha 08 indica indeterminação de sujeito.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q1240408 Português
TEXTO

Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/440297301040114870/?lp=true>. Acesso em: 04 jul. 2019.
Em Língua Portuguesa, a palavra SE pode assumir funções morfológicas distintas, a depender do contexto em que é empregada. Pode funcionar, por exemplo, como substantivo, conjunção, pronome, entre outros. Considerando essa informação, assinale a alternativa que apresenta a função correta da palavra SE nesse anúncio.
Alternativas
Q1240005 Português
A cidade caminhava devagar
Henrique Fendrich

    Então você que é o Henrique? Ah, mas é uma criança ainda. Meu filho fala muito de você, ele lê o que você escreve. Mas sente-se! Você gosta de ouvir sobre essas coisas de antigamente, não é? Caso raro, menino. A gente já não tem mais com quem falar, a não ser com os outros velhos. Só que os velhos vão morrendo, e com eles vão morrendo as histórias que eles tinham para contar. Olha, do meu tempo já são poucos por aqui. Da minha família mesmo, eu sou o último, não tenho mais irmão, cunhado, nada. Só na semana passada eu fui a dois enterros. Um foi o do velho Bubi. Esse você não deve ter conhecido. Era alfaiate, foi casado com uma prima minha. E a gente vai a esses enterros e fica pensando que dali a pouco pode ser a nossa vez. Mas faz parte, não é? É assim que a vida funciona e a gente só pode aceitar. 
    Agora, muita coisa mudou também. A cidade já é outra, nem se compara com a da minha época. As coisas caminhavam mais devagar naquele tempo. Hoje é essa correria toda, ninguém mais consegue sossegar. Mudou muita coisa, muitos costumes que a gente tinha foram ficando para trás. Olha, é preciso que se diga também que havia mais respeito. Eu vejo pelos meus próprios netos, quanta diferença no jeito que eles tratam os pais deles! Se deixar, são eles que governam a casa. Consegue ver aquele quadro ali na parede? Papai e mamãe… Eu ainda tinha que pedir bênção a eles. A gente fazia as refeições juntos todos os dias, e sempre no mesmo horário. Hoje é cada um para um lado, uma coisa estranha, sabe? Parece que as coisas mudam e a gente não se adapta. E vai a gente tentar falar algo… Ninguém ouve, olham para você como se tivessem muita pena da sua velhice.
    Aqui para cima tem um colégio. Cinco horas da tarde, eles saem em bando. A gente até evita estar na rua nesse horário. Por que você pensa que eles se preocupam com a gente? Só falta eles nos derrubarem, de tão rápido que eles andam. As calçadas são estreitas e, se a gente encontrar uma turma caminhando na nossa direção, quem você acha que precisa descer, eles ou nós, os velhos? É a gente… Nem parece que um dia eles também vão ficar velhos como a gente. A verdade é que as pessoas estão se afastando, não estão se importando mais umas com as outras. Nem os vizinhos a gente conhece mais. Faz mais de um mês que chegou vizinho novo na casa que era do Seu Erico e até agora a gente não sabe quem é que foi morar lá. A Isolda veio com umas histórias de a gente ir lá fazer amizade, mas eu falei para ela que essa gente vive em outro mundo, outros valores, e é capaz até de pensarem mal da gente se a gente for lá.
    Mas você deve achar que eu só sei reclamar, não é? Tem coisa boa também, claro que tem. Hoje as pessoas já não sofrem como na nossa época. Ali faltava tudo, a gente não tinha nem igreja para ir no domingo, imagine só. O padre aparecia uma vez a cada dois meses e olhe lá. E viajar para o centro? Só de carroça, e não tinha asfalto, não tinha nada. Se chovia, a estrada virava um lamaçal e a gente tinha que voltar. Isso mudou, hoje está melhor. Hoje tem todas essas tecnologias aí, é mais fácil tratar doença também. Olha, se eu vivesse no tempo do meu pai, acho que não teria chegado tão longe assim, porque ali não tinha os remédios que eles precisavam, né? Só que também tem essa questão da segurança, que hoje a gente não tem quase nenhuma. A gente tem até medo que alguém entre aqui em casa. São dois velhos, o que a gente vai poder fazer contra o ladrão?
    Mas vamos sentar e tomar um café, a Isolda já preparou. Tem cuque, lá da festa da igreja. Se você viesse ontem, teria encontrado meu filho, ele quem trouxe. Depois quero te mostrar o álbum de fotos do papai. Está meio gasto, as fotos estão amarelas… Mas é normal, né? São coisas de outro tempo. Do tempo em que a cidade caminhava mais devagar.

Adaptado de: <http://www.aescotilha.com.br/cronicas/henrique-fendrich/a-cidade-caminhava-devagar>  . Acesso em: 28 jun. 2019.

No contexto da oração “Mas sente-se!”, o “se” é classificado como
Alternativas
Q1219315 Português

A questão diz respeito ao Texto. Leia-o atentamente antes de respondê-la.

(Texto)


Sobre a partícula “se” empregada na linha 17, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1218739 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

O treinamento mental serve para combater o declínio intelectual relacionado à idade?


Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2018/12/13/actualidad/1544694043_361581.html
(Texto adaptado para esta prova)

Associe a Coluna 1 à Coluna 2, relacionando o tipo de ocorrência do ‘se’ em diferentes trechos do texto.
Coluna 1 1. Partícula apassivadora. 2. Índice de indeterminação do sujeito. 3. Conjunção condicional.
Coluna 2 ( ) Nos últimos anos, popularizou-se a ideia de que o cérebro é como um músculo (l. 01). ( ) se não for exercitado, ele atrofia. (l. 01-02). ( ) Apesar disso, trata-se de um estudo de observação (l. 43).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
961: A
962: E
963: A
964: C
965: B
966: C
967: D
968: C
969: A
970: A
971: D
972: E
973: E
974: A
975: B
976: B
977: D
978: C
979: B
980: D