Questões de Concurso
Sobre funções morfossintáticas da palavra que em português
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Assinale a alternativa que apresenta a indicação INCORRETA:
Leia o texto que segue e responda à questão

I. A troca do vocábulo „Se‟ por „Quando‟ não altera o sentido do enunciado;
II. A forma verbal „recomendam‟ deveria estar no singular, pois concorda com „Ministério da Saúde‟;
III.O vocábulo „que‟ pode ser trocado, sem prejuízo sintático-semântico, por „na qual‟.
Marque a opção CORRETA:
"Só quero que você seja feliz Com ou sem mim E quando der saudade e for dormir Com ou sem mim"
No trecho: "Só quero QUE você seja feliz" a palavra "QUE", no contexto em que foi empregada, é classificada como:
No entanto, como regra geral, ter em consideração o posicionamento e até mesmo o sentido de tais palavras nas frases, pode ser de grande ajuda.
Nesse contexto, assinale a alternativa cujo o "QUE" seja conjunção:
Analise a frase abaixo para responder à questão.
Certamente não suspeita “que” um desconhecido o vê e o admira porque ele está nadando em uma praia deserta.
Leia o texto que segue e responda à questão
Precisamos lavar verduras, legumes e frutas antes de comer?

I. A troca do vocábulo 'Se‘ por 'Quando‘ não altera o sentido do enunciado;
II. A forma verbal 'recomendam‘ deveria estar no singular, pois concorda com 'Ministério da Saúde‘;
III. O vocábulo 'que‘ pode ser trocado, sem prejuízo sintático-semântico, por 'na qual‘.
Marque a opção CORRETA:
Leia o Texto 1 para responder à questão.
Texto 1
(...) como é que, ao longo dos últimos 2 mil ou 3 mil anos, nós construímos a ideia de humanidade? Será que ela não está na base de muitas das escolhas erradas que fizemos, justificando o uso da violência? A ideia de que os brancos europeus podiam sair colonizando o resto do mundo estava sustentada na premissa de que havia uma humanidade esclarecida que precisava ir ao encontro da humanidade obscurecida, trazendo-a para essa luz incrível. Esse chamado para o seio da civilização sempre foi justificado pela noção de que existe um jeito de estar aqui na Terra, uma certa verdade, ou uma concepção de verdade, que guiou muitas das escolhas feitas em diferentes períodos da história. Agora, no começo do século XXI, algumas colaborações entre pensadores com visões distintas originadas em diferentes culturas possibilitam uma crítica dessa ideia. Somos mesmo uma humanidade?
Pensemos nas nossas instituições mais bem consolidadas, como universidades ou organismos multilaterais, que surgiram no século XX: Banco Mundial, Organização dos Estados Americanos (OEA), Organização das Nações Unidas (ONU), Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Quando a gente quis criar uma reserva da biosfera em uma região do Brasil, foi preciso justificar para a Unesco por que era importante que o planeta não fosse devorado pela mineração. Para essa instituição, é como se bastasse manter apenas alguns lugares como amostra grátis da Terra. Se sobrevivermos, vamos brigar pelos pedaços de planeta que a gente não comeu, e os nossos netos ou tataranetos — ou os netos de nossos tataranetos — vão poder passear para ver como era a Terra no passado.
Essas agências e instituições foram configuradas e mantidas como estruturas dessa humanidade. E nós legitimamos sua perpetuação, aceitamos suas decisões, que muitas vezes são ruins e nos causam perdas, porque estão a serviço da humanidade que pensamos ser. As andanças que fiz por diferentes culturas e lugares do mundo me permitiram avaliar as garantias dadas ao integrar esse clube da humanidade. E fiquei pensando: “Por que insistimos tanto e durante tanto tempo em participar desse clube, que na maioria das vezes só limita a nossa capacidade de invenção, criação, existência e liberdade?”. Será que não estamos sempre atualizando aquela nossa velha disposição para a servidão voluntária? Quando a gente vai entender que os Estados nacionais já se desmancharam, que a velha ideia dessas agências já estava falida na origem? Em vez disso, seguimos arrumando um jeito de projetar outras iguais a elas, que também poderiam manter a nossa coesão como humanidade. Como justificar que somos uma humanidade se mais de 70% estão totalmente alienados do mínimo exercício de ser?
KRENAK, Aílton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 10-14.

Instrução: A questão se refere ao texto abaixo.
Acolha seus medos, aprenda com seus fracassos.
Por Leandro Herrera


(__)No trecho, temos duas ocorrências do "que" como pronome relativo e uma como conjunção subordinativa integrante.
(__)O verbo auxiliar da locução: "consiga produzir" está conjugado no presente do modo subjuntivo.
(__)A palavra: "comunicação" é polissílaba oxítona sem acento gráfico que justifique a tonicidade, porque "TIL" serve apenas paras marcar a nasalização da vogal.
(__)O pronome "lhes" exerce função sintática de objeto indireto.
(__)No trecho, temos exemplos de ênclises.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
I.No trecho: "A voz do Grilo era a melhor e a mais bela de todas as vozes", o termo "bela" está no grau superlativo relativo de superioridade, conforme comprovado pelas regras da gramática normativa da língua portuguesa.
II.No trecho: "porque se empenhavam em fazê-lo (seu canto) com a garganta" - temos pronomes pessoais oblíquos átonos que exercem a mesma função sintática de objeto direto.
III.A expressão nominal: "Na sua experiência extraordinária" está escrita com contração prepositiva, pronome possessivo, substantivo abstrato e adjetivo biforme, todos concordando em gênero e em número.
IV.Dentre os termos do trecho: "Ao ouvir aquilo, o Diretor da Escola Maviosa, que era um Grilo muito sábio, assentiu várias vezes com a cabeça e retirou-se, satisfeito de que na Escola tudo continuasse como nos velhos tempos" - temos oração reduzida do infinitivo, uma oração subordinada adjetiva explicativa, um verbo no pretérito imperfeito do modo subjuntivo, seguido de elemento coesivo conjuntivo comparativo.
V.No trecho: "em que lhes explicava que a voz do Grilo" - temos duas ocorrências do uso de pronomes relativos.
VI.As palavras: "exposição", "fricção", "Órgão" se identificam por pertencerem à mesma classe morfológica, por terem iguais quantidades de sílabas e por usarem o til para manter a tonicidade da vogal.
Estão corretas, apenas: