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Questões de Concurso Sobre funções da linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética. em português

Questões Discursivas

Foram encontradas 1.346 questões

Q2377076 Português
INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.


Seca na Amazônia pode bater recorde e se
estender até janeiro; situação de rios
estratégicos é crítica



A seca severa que atinge a Amazônia neste ano pode bater recorde e se estender até o mês de janeiro, segundo previsão do Centro de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), ligado ao governo federal. A situação de diversos rios estratégicos para a região é crítica, com vazões (volumes) abaixo da média histórica.


Diante desse cenário, o número de municípios afetados pela estiagem deve aumentar até o final do ano, impactando a navegação e o acesso à água, intensificando as queimadas e contribuindo com perdas na produção agrícola familiar.


Só no Amazonas, o governo local estima que a população atingida chegue a 500 mil pessoas em outubro. Manaus e Rio Branco decretaram estado de emergência. 



GARCIA, Mariana; CALGARO, Fernanda. Seca na Amazônia pode bater recorde e se estender até janeiro;  situação de rios estratégicos é crítica. Portal G1. Disponível em: https://acesse. one/vS8cN. Acesso em: 30
set. 2023. [Fragmento] 
Considerando a linguagem empregada no texto e seu objetivo, é correto afirmar:
Alternativas
Q2377045 Português

INSTRUÇÃO: Analise a charge a seguir para responder à questão.







Disponível em: http://www.juniao.com.br/chargecartum/.

                                                  Acesso em: 25 set. 2023.

Considerando as características do texto, a função da linguagem predominante nele é a
Alternativas
Q2374644 Português

Leia o texto da imagem a seguir para responder a questão






(Disponível em: https://www.segurancadotrabalho.ufv.br/sinalizacao-de-alerta/)

Qual é o objetivo desse texto?
Alternativas
Q2373454 Português

Textos para a questão.


A última crônica

Fernando Sabino

A caminho de casa, entro num botequim da Gávea para tomar um café junto ao balcão. Na realidade estou adiando o momento de escrever. A perspectiva me assusta. Gostaria de estar inspirado, de coroar com êxito mais um ano nesta busca do pitoresco ou do irrisório no cotidiano de cada um. Eu pretendia apenas recolher da vida diária algo de seu disperso conteúdo humano, fruto da convivência, que a faz mais digna de ser vivida. Visava ao circunstancial, ao episódico. Nesta perseguição do acidental, quer num flagrante de esquina, quer nas palavras de uma criança ou num acidente doméstico, torno-me simples espectador e perco a noção do essencial. Sem mais nada para contar, curvo a cabeça e tomo meu café, enquanto o verso do poeta se repete na lembrança: “assim eu quereria o meu último poema”. Não sou poeta e estou sem assunto. Lanço então um último olhar fora de mim, onde vivem os assuntos que merecem uma crônica. 

[...]

[Trecho inicial do texto A última crônica, de Fernando Sabino]. Disponível em:
https://contobrasileiro.com.br/a-ultima-cronica-fernando-sabino/. Acesso em: 03 jan.
2024


Meu último poema 

Manuel Bandeira 

Assim eu quereria o meu último poema

Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos intencionais 

Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas 

Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume

A pureza da chama em que se consomem os diamantes mais límpidos

A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.

Disponível em: https://www.escritas.org/pt/t/1711/o-ultimo-poema. Acesso em: 04 jan. 2024.  


São funções da linguagem comuns aos dois textos: 
Alternativas
Q2372423 Português
Texto para a questão:


Qualidade de vida é destaque da maior feira de tecnologia do mundo


Valéria França


Anteriormente, a Consumer Eletronic Show (CES) era conhecida pela grande quantidade de produtos direcionados ao consumidor, com lançamentos de aparelhos celulares, televisores e carros. No ano passado, a apresentação de robôs domésticos e corporativos transformaram-se em vitrines do evento. Havia um modelo, por exemplo, que ajudava a recolher flores e outro a limpar a neve do solo. Além de funcionais, eram bem bonitinhos. Mas ao longo dos anos, a feira ampliou gradativamente o enfoque e passou a olhar também para a saúde digital. Assim, “segurança humana” será o tema da edição de 2024, que promete inovações para ajudar a resolver os maiores desafios mundiais, como acesso aos cuidados da saúde e despoluição do meio ambiente.


Com 3.200 empresas participantes, a feira acontece de 9 a 12 de janeiro, em Las Vegas, e como tem o privilégio de abrir o calendário de eventos do setor, costuma ditar tendências para o mercado. Steve Koening, vice-presidente da Associação de Tecnologia do Consumidor (CTA), grupo que organiza a CES, fala sobre o objetivo de apresentar “tecnologia com propósito” de tornar a vida melhor.


2 jan 2024, 14h27
Disponível em: https://veja.abril.com.br/tecnologia/qualidade-de-vida-e-destaque-da-maior-feira-de-
tecnologia-do-mundo/. Acesso em: 3 jan. 2024.
A função da linguagem predominante no texto é: 
Alternativas
Q2370343 Português
As frases a seguir são inseridas entre exemplos de texto injuntivo, que indicam ordem, conselho, advertência, instrução ou desejo. Assinale a frase que denota ordem. 
Alternativas
Q2370166 Português
Leia o texto abaixo para responder à questão:


Receita para um dálmata

(ou: Soneto branco com bolinhas pretas)


Pegue um papel, ou uma parede, ou algo

que seja quase branco e bem vazio.

Amasse-o até que tome forma

de um animal: focinho, corpo, patas.


Em cada pata ponha muitas unhas

e em sua boca muitos dentes. (Caso

queira, pinte o focinho de qualquer

cor que pareça rosa). Atrás, na bunda,


ponha um fiapo nervoso: será seu

rabo. Pronto. Ou quase: deixe-o lá

fora e espere chover nanquim. Agora


dê grama ao bicho. Se ele rejeitar,

é dálmata. Se comer (e mugir),

é uma vaca que tens. Tente outra vez.


Gregório Duvivier
Entre as funções de linguagem, normalmente em textos poéticos como o exemplo acima, há o predomínio da função poética, porém Gregório Duvivier subverte essa expectativa ao dar caráter de uma receita aos moldes de receita culinária ao seu poema. Por essa razão, no poema em estudo há o predomínio da função:
Alternativas
Q2364039 Português

Figura 42A1-II 



Internet: <www.instagram.com/mineducacao/>.  

No segundo período do texto da figura 42A1-II, a função de linguagem que predomina é a 
Alternativas
Q2356752 Português
O principal objetivo da linguagem, a comunicação, possui diversas funções com características específicas. Assinale a alternativa com a informação CORRETA.
Alternativas
Q2352407 Português
Texto 1

Docentes e a síndrome de Burnout 


        Burnout é um fenômeno complexo e multifatorial resultante da interação entre aspectos individuais e o ambiente de trabalho. Observa-se que esse fenômeno que assola o professor pode advir de fatores também de natureza político, econômica e social, ou até mesmo de natureza estritamente escolar e/ou pessoal. No sistema público de educação, o esgotamento físico e psíquico do professor torna-se mais evidente. Grandes jornadas de trabalho, diferentes escolas para lecionar, falta de infraestrutura e salário baixo, soma-se ainda ao problema com alunos, que de maneira geral, não estão dispostos a aprender e aos pais que estão dispostos a cobrar da escola e professores educação para os filhos. Diante de tal quadro, a cobrança e o desempenho ficam claramente comprometidos, uma vez que o professor acaba cobrando de si próprio o que já não consegue exercer de maneira satisfatória. 
        Ansiedade, irritação, dores difusas e uma grande frustração, estão sempre presentes, pois a dificuldade de lidar com a situação são enormes, na grande maioria das vezes o profissional não está preparado, pois não tem sequer conhecimento da síndrome. Com o passar do tempo, as crises tendem a ser mais proeminentes, e a perspectiva de melhora fica longe do alcance. Isso faz com que grande parte destes profissionais procurem ajuda, às vezes tardia, quando a síndrome está instalada há muito tempo, e causando sintomas físicos e psíquicos seríssimos, levando a afastamento e aposentadoria precoce.


PEREIRA, Liliane G. Figueiredo; GAIARDO, Viviane Almeida. Docentes e a síndrome de burnout. Revista Científica Semana Acadêmica, v. 1, n. 85, 2016. Disponível em: https://semanaacademica.org.br/system/files/artigos/doce ntes_e_a_sindrome_de_burnout_pdf.pdf. Acesso em: 29 de nov. 2023. (adaptado)
Com base no texto “Docentes e a síndrome de Burnout”, analise as afirmativas a seguir:

I. Um dos objetivos do texto é conscientizar os docentes a respeito da existência do Burnout.  
II. O texto tem caráter injuntivo, uma vez que ajuda o docente a identificar as características do Burnout. 
III. O texto em análise contém marcas de opinião do autor, uma vez que um dos objetivos dele é mostrar o quanto o Burnout é prejudicial para os professores. 

Marque a alternativa correta: 
Alternativas
Q2351030 Português


FONTE: https://www.institutoclaro.org.br/educacao/nossasnovidades/reportagens/tirinhas-de-mafalda-podem-ser-usadas-em-aulasde-historia-geografia-e-sociologia/.


A tirinha de Mafalda oferece um excelente exemplo de uso do dicionário de língua materna como fonte de consultas, pesquisas e ampliação dos conhecimentos. A esse respeito, uma discussão profícua (útil, vantajosa) em sala de aula sobre o que é a linguagem pode surgir do seguinte verbete, extraído do Dicionário on-line Michaelis https://michaelis.uol.com.br/modernoportugues/busca/portugues-brasileiro/l%C3%Adngua/.

“Para Ferdinand de Saussure (1857-1913), linguista suíço, sistema abstrato de signos, subjacente à fala e à escrita, usado por uma comunidade e que se opõe à sua realização individual; langue.”

Ao explorar esse recurso em sala de aula, que consiste em utilizar a linguagem para explicar ela mesma ou um elemento seu, o professor/educador estará fazendo uso da:

Alternativas
Q2348692 Português
Assinale a frase publicitária abaixo em que o enunciador apela para a intimidação do leitor.
Alternativas
Q2345955 Português
Os amantes 

    Nos dois primeiros dias, sempre que o telefone tocava, um de nós esboçava um movimento, um gesto de quem vai atender. Mas o movimento era cortado no ar. Ficávamos imóveis, ouvindo a campainha bater, silenciar, bater outra vez. Havia um certo susto, como se aquele trinado repetido fosse uma acusação, um gesto agudo nos apontando.
    Era preciso que ficássemos imóveis, talvez respirando com mais cuidado, até que o aparelho silenciasse. Então tínhamos um suspiro de alívio. Havíamos vencido mais uma vez os nossos inimigos. Nossos inimigos eram toda a população da cidade imensa, que transitava lá fora nos veículos dos quais nos chegava apenas um ruído distante de motores, a sinfonia abafada das buzinas, às vezes o ruído do elevador.
    Sabíamos quando alguém parava o elevador em nosso andar; tínhamos o ouvido apurado, pressentíamos os passos na escada antes que eles se aproximassem. A sala da frente estava sempre de luz apagada. Sentíamos, lá fora, o emissário do inimigo. Esperávamos quietos. Um segundo, dois – e a campainha da porta batia, alto, rascante. Ali, a dois metros, atrás da porta escura, estava respirando e esperando um inimigo. Se abríssemos, ele – fosse quem fosse – nos lançaria um olhar, diria alguma coisa – e então o nosso mundo seria invadido.
    No segundo dia ainda hesitamos; mas resolvemos deixar que o pão e o leite ficassem lá fora; o jornal era remetido por baixo da porta, mas nenhum de nós o recolhia. Nossas provisões eram pequenas; no terceiro dia já tomávamos café sem açúcar, no quarto a despensa estava praticamente vazia. No apartamento mal iluminado íamos emagrecendo de felicidade. Devíamos estar ficando pálidos, e às vezes, unidos, olhos nos olhos, nos perguntávamos se tudo não era um sonho.
   O relógio parara, havia apenas aquela tênue claridade que vinha das janelas sempre fechadas. Mais tarde essa luz do dia distante, do dia dos outros, ia se perdendo, e então era apenas uma pequena lâmpada no chão que projetava nossas sombras nas paredes do quarto e vagamente escoava pelo corredor, lançava ainda uma penumbra confusa na sala, onde não íamos mais. Pouco falávamos: se o inimigo estivesse escutando às nossas portas, mal ouviria vagos murmúrios; e a nossa felicidade imensa era ponteada de alegrias menores e inocentes, a água forte e grossa do chuveiro, a fartura festiva de toalhas limpas, de lençóis de linho.
    O mundo ia pouco a pouco desistindo de nós; o telefone batia menos e a campainha da porta quase nunca. Ah, nós tínhamos vindo de muito e muito amargor, muita hesitação, longa tortura e remorso; agora a vida era nós dois apenas. Sabíamos estar condenados; os inimigos, os outros, o resto da população do mundo nos esperava para lançar olhares, dizer coisas, ferir com maldade ou tristeza o nosso mundo, nosso pequeno mundo que ainda podíamos defender um dia ou dois, nosso mundo trêmulo de felicidade, sonâmbulo, irreal, fechado, e tão louco e tão bobo e tão bom como nunca mais haverá.
    No sexto dia sentimos que tudo conspirava contra nós. Que importa a uma grande cidade que haja um apartamento fechado em alguns de seus milhares edifícios – que importa que lá dentro não haja ninguém, ou que um homem e uma mulher ali estejam, pálidos, se movendo na penumbra como dentro de um sonho? Entretanto, a cidade, que durante uns dois ou três dias parecia nos haver esquecido, voltava subitamente a atacar.
    O telefone tocava, batia dez, quinze vezes, calava-se alguns minutos, voltava a chamar: e assim três, quatro vezes sucessivas. Alguém vinha e apertava a campainha; esperava; apertava outra vez; experimentava a maçaneta da porta; batia com os nós dos dedos, cada vez mais forte, como se tivesse certeza de que havia alguém lá dentro.
    Ficávamos quietos, abraçados, até que o desconhecido se afastasse, voltasse para a rua, para a sua vida, nos deixasse em nossa felicidade que fluía num encantamento constante. Eu sentia dentro de mim, doce, essa espécie de saturação boa, como um veneno que tonteia, como se os meus cabelos já tivessem o cheiro de seus cabelos, como se o cheiro de sua pele tivesse entrado na minha.
    Nossos corpos tinham chegado a um entendimento que era além do amor, eles tendiam a se parecer no mesmo repetido jogo lânguido, e uma vez que, sentado de frente para a janela, por onde filtrava um eco pálido de luz, eu a contemplava tão pura e nua, ela disse: “Meu Deus, seus olhos estão esverdeando”. Nossas palavras baixas eram murmuradas pela mesma voz, nossos gestos eram parecidos e integrados, como se o amor fosse um longo ensaio para que um movimento chamasse outro; inconscientemente compúnhamos esse jogo de um ritmo imperceptível como um lento bailado.
    Mas naquela manhã ela se sentiu tonta, e senti também minha fraqueza; resolvi sair, era preciso dar uma escapada para obter víveres; vesti-me, lentamente, calcei os sapatos como quem faz algo de estranho; que horas seriam? Quando cheguei à rua e olhei, com um vago temor, um sol extraordinariamente claro me bateu nos olhos, na cara, desceu pela minha roupa, senti vagamente que aquecia meus sapatos.
    Fiquei um instante parado, encostado à parede, olhando aquele movimento sem sentido, aquelas pessoas e veículos irreais que se cruzavam; tive uma tonteira, e uma sensação dolorosa no estômago. Havia um grande caminhão vendendo uvas, pequenas uvas escuras; comprei cinco quilos, o homem fez um grande embrulho; voltei, carregando aquele embrulho de encontro ao peito, como se fosse a minha salvação. 
    E levei dois, três minutos, na sala de janelas absurdamente abertas, diante de um desconhecido, para compreender que o milagre se acabara; alguém viera e batera à porta e ela abrira pensando que fosse eu, e então já havia também o carteiro querendo recibo de uma carta registrada e, quando o telefone bateu, foi preciso atender, e nosso mundo foi invadido, atravessado, desfeito, perdido para sempre – senti que ela me disse isto num instante, num olhar entretanto lento (achei seus olhos muito claros, há muito tempo que não os via assim, em plena luz) um olhar de apelo e de tristeza, onde, entretanto, ainda havia uma inútil, resignada esperança.

(Disponível em: 200 crônicas escolhidas: as melhores de Rubem Braga. Record. 1977.) 
Os recursos coesivos são um conjunto amplo de mecanismos linguísticos usados para o estabelecimento de relações de sentido entre as partes de um texto verbal, tanto na modalidade oral quanto na escrita. O texto lido é formado por ideias bem articuladas, ligadas umas às outras. Para isso, alguns recursos como o uso de expressões que remetem a outras apresentadas anteriormente foram utilizados. Dentre as expressões textuais destacadas, assinale aquela cuja palavra sublinhada não se trata de uma expressão referencial. 
Alternativas
Q4243441 Português
Brinquedo Sério
Alice Ruiz


Eu só brinco quando é muito sério
Pode haver um dia em que a poesia
mude de endereço deixe apenas tédio


mas enquanto isso vem brincar comigo
vamos até onde possa ser só riso
possa ir tão longe possa ser tão lindo
pode ser brinquedo pode ser tão sério

    Disponível em: https://www.letras.mus.br/alice-ruiz/272577/.
    Acesso em: 24 out. 2023.

De acordo com a linguagem no poema de Alice Ruiz, julgue (C ou E) o item a seguir.
Nos últimos versos, a anáfora corrobora o sentido da brincadeira do fazer poético para o eu lírico.
Alternativas
Q4243439 Português
Brinquedo Sério
Alice Ruiz


Eu só brinco quando é muito sério
Pode haver um dia em que a poesia
mude de endereço deixe apenas tédio


mas enquanto isso vem brincar comigo
vamos até onde possa ser só riso
possa ir tão longe possa ser tão lindo
pode ser brinquedo pode ser tão sério

    Disponível em: https://www.letras.mus.br/alice-ruiz/272577/.
    Acesso em: 24 out. 2023.

De acordo com a linguagem no poema de Alice Ruiz, julgue (C ou E) o item a seguir.
O primeiro verso apresenta um paradoxo para retratar a relação do eu lírico com o que considera brincadeira.
Alternativas
Q4243404 Português

Nuvens no jardim


Ellen Olérea



Nuvens a vagar


Sobre o meu jardim


Quando o sol brilhar


Há de reflorir


A fim de acertar


Eu sei que errei


Sofro por te amar


O sonho se desfez



 Disponível em: . <https://www.youtube.com/watch?v=aYkSv8r9Ut4>Acesso: 24 out. 2023.



Acerca da canção Nuvens no jardim, da brasiliense Ellen Olérea, jugue (C ou E) o item seguir.

As imagens do poema remetem à dualidade entre sofrimento por amor e esperança de um recomeço.
Alternativas
Q4243402 Português

Nuvens no jardim


Ellen Olérea



Nuvens a vagar


Sobre o meu jardim


Quando o sol brilhar


Há de reflorir


A fim de acertar


Eu sei que errei


Sofro por te amar


O sonho se desfez



 Disponível em: . <https://www.youtube.com/watch?v=aYkSv8r9Ut4>Acesso: 24 out. 2023.



Acerca da canção Nuvens no jardim, da brasiliense Ellen Olérea, jugue (C ou E) o item seguir.

No uso da primeira pessoa e na alusão aos sentimentos, observa-se a presença da função emotiva da linguagem.
Alternativas
Q4243400 Português

Nuvens no jardim


Ellen Olérea



Nuvens a vagar


Sobre o meu jardim


Quando o sol brilhar


Há de reflorir


A fim de acertar


Eu sei que errei


Sofro por te amar


O sonho se desfez



 Disponível em: . <https://www.youtube.com/watch?v=aYkSv8r9Ut4>Acesso: 24 out. 2023.



Acerca da canção Nuvens no jardim, da brasiliense Ellen Olérea, jugue (C ou E) o item seguir.

O primeiro e o último versos são exemplos de personificação, que expressam o estado de espírito do eu lírico em uma tarde de sol.
Alternativas
Q4226775 Português

Leia a tira para responder à questão.




Rojo (em Rojo e Moura, 2012) explica que gêneros como as tiras correspondem a “textos compostos de muitas linguagens (ou modos, ou semioses) e que exigem capacidades e práticas de compreensão e produção de cada uma delas (multiletramentos) para fazer significar”. Na tira apresentada, quanto ao plano do letramento verbal, o efeito de sentido decorre da
Alternativas
Q4212110 Português

TEXTO I


Infância

Carlos Drummond de Andrade


Meu pai montava a cavalo, ia para o campo.

Minha mãe ficava sentada cosendo.

Meu irmão pequeno dormia.

Eu sozinho menino entre mangueiras.

Lia a história de Robinson Crusoé,

Comprida história que não acaba mais. 


No meio-dia branco de luz uma voz que aprendeu

A ninar nos longes da senzala -- e nunca se esqueceu

Chamava para o café.

Café preto que nem a preta velha

Café gostoso

Café bom. 


Minha mãe ficava sentada cosendo

Olhando pra mim:

-- Psiu... Não acorde o menino.

Para o berço onde pousou um mosquito.

E dava um suspiro... que fundo! 


Lá longe meu pai campeava

No mato sem fim da fazenda.


E eu não sabia que minha história

Era mais bonita que a de Robinson Crusoé. 

Além de contar sua história, ocorre a confissão de um estado de espírito atual do poeta, podendo ser caracterizada, até certo ponto:
Alternativas
Respostas
381: C
382: A
383: B
384: D
385: C
386: B
387: B
388: E
389: A
390: D
391: D
392: C
393: B
394: C
395: C
396: C
397: C
398: E
399: C
400: A