Questões de Concurso Sobre formas nominais do verbo (particípio, gerúndio, infinitivo) em português

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Q4123730 Português

A PRISÃO INVISÍVEL: QUANDO O JOGO DEIXA DE SER DIVERSÃO 

Durante muito tempo, os jogos eletrônicos foram vistos apenas como uma forma de entretenimento. De fato, para milhões de pessoas, eles continuam sendo uma atividade saudável, capaz de estimular o raciocínio, a criatividade e até mesmo a interação social. Entretanto, quando o tempo dedicado aos jogos passa a ocupar um espaço excessivo na rotina, surgem riscos que nem sempre são percebidos imediatamente. 

O problema não está no jogo em si, mas na relação que algumas pessoas desenvolvem com ele. Muitos jogadores passam a utilizar o ambiente virtual como uma forma de escapar de dificuldades emocionais, conflitos familiares ou frustrações do cotidiano. Aos poucos, aquilo que começou como lazer transforma-se em uma necessidade constante. 

Um dos aspectos mais preocupantes desse processo é a sensação de recompensa permanente. A cada fase concluída, objetivo alcançado ou desafio superado, o cérebro recebe estímulos que produzem satisfação imediata. Embora essa experiência seja agradável, ela pode levar o indivíduo a buscar cada vez mais tempo diante das telas, reduzindo o interesse por outras atividades importantes. 

Não raramente, o excesso de jogos afeta o rendimento escolar, prejudica relacionamentos e interfere até mesmo na qualidade do sono. Em situações mais graves, a pessoa passa a negligenciar responsabilidades básicas, convencendo-se de que poderá resolver tudo mais tarde. O problema é que esse “mais tarde” quase nunca chega.

Há, ainda, um aspecto silencioso desse fenômeno. Enquanto muitos vícios apresentam sinais facilmente identificáveis, a dependência de jogos costuma crescer de forma discreta. Quem observa de fora pode enxergar apenas alguém se divertindo; quem vive o problema, por sua vez, frequentemente demora a reconhecer a própria dificuldade. 

Por essa razão, especialistas defendem que o equilíbrio seja o principal critério para o uso dos jogos eletrônicos. Jogar pode ser uma atividade positiva, desde que não substitua experiências fundamentais da vida real. Afinal, nenhuma conquista virtual é capaz de compensar, por si só, a perda de vínculos afetivos, oportunidades profissionais ou momentos significativos ao lado das pessoas que amamos.

No trecho “Quem observa de fora pode enxergar apenas alguém se divertindo”, a forma verbal destacada encontrase na forma nominal denominada:
Alternativas
Q4118203 Português

O texto a seguir refere-se à questão.



Texto 1


ENTENDA POR QUE SER MULTITAREFA É UM MITO QUE FAZ MAL AO CÉREBRO


    Participar de uma reunião, checar mensagens e adiantar um relatório ao mesmo tempo. Quem nunca sentiu um certo orgulho por conseguir fazer várias coisas simultaneamente? Mas, a longo prazo, a vida multitarefas, ou multitasking, cobra seu preço. Chegar ao fim do dia com a cabeça a mil e não conseguir dormir é um clássico. Viver com a sensação de cansaço também. Por essas e outras, seria sensato parar de glorificar esse comportamento e, sempre que possível, fazer uma coisa de cada vez.



Ninguém ganha com o multitasking 


    Multitarefa não é só realizar duas ou mais tarefas ao mesmo tempo. Alternar entre uma ação e outra ou executar várias atividades seguidas, sem pausas, são variações sobre o mesmo tema: uma tentativa de dar conta das mil e uma demandas do dia a dia. Com a divisão desproporcional das funções domésticas e do cuidado, as mulheres tendem a desenvolver ainda mais essa “capacidade”. 


    Pesquisadores que estudam o impacto do multitasking nos processos mentais garantem que a nossa mente não foi projetada para lidar com várias tarefas ao mesmo tempo. Por exemplo, o renomado neurocientista Earl Miller, do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, acredita que só podemos ter um ou dois pensamentos de cada vez.


    Até a produtividade pode ser prejudicada. Ao contrário do que parece, alternar entre tarefas pode tornar tudo mais lento. Um estudo publicado no Journal of Experimental Psychology mostra que, ao mudar de atividade, o cérebro precisa se reajustar, retomar o raciocínio e lembrar as “regras” de cada função. O multitasking também nos impede de executar algumas ações no “piloto automático”, o que nos poupa alguns recursos mentais.



Pane no sistema cerebral


     Um estudo da Cardiff University, do Reino Unido, indica que o multitasking tende a reconfigurar nossas conexões cerebrais, reduzindo a capacidade de manter o foco e de prestar atenção. Isso pode resultar em vários problemas, como um aumento na quantidade de erros e acidentes. Uma pesquisa de 2018, por exemplo, descobriu que adultos são mais propensos a cometer deslizes ao dirigir se estiverem realizando outras tarefas ao mesmo tempo, como ajustar o Waze ou checar o WhatsApp.


    A falta de atenção também prejudica a memória, já que é preciso estar presente para que as experiências se fixem. Além disso, ao pular de uma tarefa para outra sem pausa, nosso cérebro não tem tempo de consolidar o que aprendeu ou de alcançar pensamentos mais profundos.


    O multitasking também reduz a criatividade, que é estimulada quando a mente está livre de exigências complexas. “Muitas vezes, não estamos conseguindo memorizar as coisas porque não estamos presente de verdade, mas divididos em multitarefas no presencial e no online. Existe uma ilusão de que a atenção pode ser dividida, o que não é verdade”, explica Natália Mota, neurocientista e psiquiatra computacional.


    Lidar com tarefas simultâneas também pode sobrecarregar o sistema nervoso e gerar sensação de urgência constante, o que contribui para o aumento da ansiedade. Tudo isso, a médio prazo, abre caminho ao esgotamento mental e ao burnout. 



Monotasking e seus benefícios 


    Em um mundo que valoriza o multitasking como uma habilidade desejável, focar uma atividade por vez (monotasking) é cada vez mais difícil. Na correria, também parece que não temos outra opção. Mas poderíamos, pelo menos, parar de romantizar esse processo, reconhecer as suas consequências e evitar essa prática quando possível.


    Um bom primeiro passo para quem deseja adotar o monotasking é limitar as distrações, começando pelos momentos de lazer — por exemplo, deixar o celular de lado enquanto assiste a séries. Já no trabalho, isso pode significar tanto procurar um local mais silencioso ou desligar notificações. Vale também agendar horários específicos para checar emails, mensagens e outras atividades que costumam nos distrair.


    Mas esse talvez seja um preço necessário para perceber o que está em excesso ou o que consome mais tempo do que deveria. Essa mudança pode levar a transformações mais profundas. E o cérebro agradece.



Disponível em:

https://www1.folha.uol.com.br/equilibrio/2025/11/entenda-por-queser-multitarefa-e-um-mito-que-faz-mal-ao-cerebro.shtml. Acesso em: 10 dez. de 2025.


Assinale a alternativa que analisa corretamente o emprego das classes de palavras presentes no excerto “Participar de uma reunião, checar mensagens e adiantar um relatório ao mesmo tempo. Quem nunca sentiu um certo orgulho por conseguir fazer várias coisas simultaneamente?”. 
Alternativas
Q4113868 Português
Na frase, ‘‘Varrendo a sala, não encontrou nada’’, a forma nominal no gerúndio exprime valor semântico de: 
Alternativas
Q4077452 Português
Sobre as orações reduzidas, à luz do que preconiza Bechara (2019), é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FEPESE Órgão: Prefeitura de Florianópolis - SC Provas: FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Administrador - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Eletricista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Sanitarista e Ambiental - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Farmacêutico - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Economista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Fisioterapeuta - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Ambiental - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Fonoaudiólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Pneumo Pediátrico - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Assistente Jurídico - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Psiquiatria - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Nutricionista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Odontólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro Civil - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro de Mobilidade - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Odontólogo Bucomaxilofacial - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Engenheiro de Segurança no Trabalho - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Geógrafo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Assistente Social - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Profissional de Educação Física - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Bibliotecário - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Psicólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Arquiteto - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Biólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Contador - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Geólogo - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Endocrinologista - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Infectologia - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Analista de Sistemas - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Neuropediatra - Edital nº 25 | FEPESE - 2026 - Prefeitura de Florianópolis - SC - Médico - Endócrino Pediátrico - Edital nº 25 |
Q4060171 Português
Leia o poema abaixo de Fernando Pessoa.


Para ser grande, sê inteiro: nada

Teu exagera ou exclui.


Sê todo em cada coisa. Põe quanto és

No mínimo que fazes.


Assim em cada lago a lua toda

Brilha, porque alta vive.
Assinale a alternativa correta no que diz respeito à flexão verbal do poema.
Alternativas
Q4054092 Português
Leia o texto seguinte e responda a questão: 

“Em uma panela média, misture a aveia e o leite. Leve ao fogo médio e deixe ferver. Mexa ocasionalmente. Reduza o fogo para baixo e continue cozinhando por cerca de 5 minutos ou até que a aveia esteja macia e o mingau tenha engrossado na consistência desejada. Mexa frequentemente para evitar que grude no fundo da panela. Retire do fogo e adicione o mel a gosto para adoçar. Mexa até que o mel esteja incorporado. Transfira o mingau para pratos fundos individuais. Polvilhe a canela por cima de cada porção de mingau. Sirva quente e aproveite!” 
Considerando o texto-base em referência, assinale a alternativa que indica corretamente a quantidade de verbos que, morfologicamente, se apresentam em formas nominais (infinitivo, gerúndio e particípio): 
Alternativas
Q4042394 Português
Assinale a alternativa que indica a combinação da forma verbal no infinitivo seguida de pronome obliquo enclítico que NÃO deva ser acentuada.
Alternativas
Q4019369 Português
        No âmbito do Conselho Regional dos Técnicos em Radiologia da 12ª Região (CRTR‑12), a atuação administrativa transcende a mera execução de rotinas burocráticas, pois se vincula diretamente à concretização do interesse público e à observância dos princípios constitucionais que regem a Administração Pública. A legalidade impõe que todo ato administrativo encontre fundamento normativo; a impessoalidade, por sua vez, veda favorecimentos indevidos; a moralidade exige conformidade ética; a publicidade assegura transparência; e a eficiência orienta a obtenção de resultados com economicidade.

         Ao receber requerimentos, o setor competente deve verificar se os documentos apresentados atendem às exigências regulamentares; não os atendendo, impõe‑se a intimação do interessado para saneamento das irregularidades, sob pena de arquivamento do processo. Tal procedimento, além de garantir segurança jurídica, previne nulidades decorrentes de vícios formais.

        A redação oficial, nesse contexto, demanda precisão vocabular e rigor sintático, evitando construções ambíguas que possam comprometer a interpretação dos atos administrativos. Não raro, impropriedades linguísticas ainda que sutis – produzem efeitos jurídicos indesejáveis, sobretudo quando alteram o alcance semântico de determinações normativas.

        Assim, o desempenho das atribuições administrativas pressupõe domínio da norma‑padrão, compreensão dos mecanismos de coesão e coerência textual e atenção às regras de concordância, regência e pontuação, cuja inobservância pode acarretar prejuízos institucionais.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil de 1988,
art. 37 (com adaptações).

Considerando os sentidos do texto, a sua tipologia e os seus mecanismos de construção de significado, julgue o item a seguir.


No trecho “não os atendendo, impõe‑se a intimação do interessado”, a forma verbal “atendendo” estabelece valor condicional.

Alternativas
Q3955445 Português

O mistério assustador 

    Numa pequena cidade do interior havia um mistério nunca revelado. Todos os moradores tinham medo e andavam apavorados. Tratava-se de uma pequena casa abandonada, onde morou um antigo prefeito da cidadezinha. Após sua morte, os moradores passaram a ouvir estranhos barulhos de sua casa. Gritos, portas que batiam, eram alguns sons que todos ouviam ao se aproximar da casa.
   Certo dia, dois compadres resolveram entrar na casa que intrigava todos os moradores da pacata cidade. Logo que se aproximaram da casa começaram a ouvir barulhos de portas batendo.
    Os dois ficaram muito assustados, mas não desistiram e entraram na casa. Perceberam que o barulho vinha do quarto, então subiram as escadas em direção a ele, respiraram fundo, criaram coragem e abriram a porta, mas não havia nada lá dentro. Os dois compadres resolveram andar por toda a casa. Os barulhos continuavam cada vez mais altos. Eles entraram na biblioteca, a porta se fechou e eles ficaram paralisados com aquilo que viram. Eles soltaram um grito de horror que foi ouvido por todos da rua. Desde esse dia nunca mais se viram esses dois compadres.
    E a cidade, que tinha um grande mistério, passou a ter dois, para o terror de todos os moradores.

PONTE PRETA, Stanislaw. O mistério assustador. Editora Papirus. Disponível em .

“Logo que se aproximaram da casa começaram a ouvir barulhos de portas batendo.”



A expressão verbal destacada no período acima indica: 

Alternativas
Q3878632 Português
No segmento do texto:

“- O primeiro ato termina com Alexandre VI coroando Lucrécia rainha da Itália.”

A forma verbal de gerúndio “coroando” está empregada de forma correta.
Dentre as frases retiradas do romance O Cortiço, de Aluísio Azevedo, assinale a única incorreta no uso do gerúndio. 
Alternativas
Q4053390 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.

O que são "pessoas cortisol" e como se proteger delas? 


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticja/2025/05/08i/o-que-sao-pessoas-corlisol-e-como-se-proteger-delas.ghtml (adaptado).
Com base nas Formas verbais destacadas analise as assertivas:

l. A forma verbal convivido (l.58) e um particípio, utilizado para indicar ação concluída ou como parte de locuções verbais na voz passiva ou composta.
ll. A forma acontecendo (l.70) corresponde a um gerúndio, indicando ação em processo ou continuidade no tempo.

III. O verbo citar (l.18) está no infinitivo impessoal, funcionando como substantivo ou complemento verbal em construções infinitivas.

Está(ão) CORRETA(S)
Alternativas
Q3788908 Português
ISOLAR CRIANÇAS EM ESCOLAS ESPECIAIS É RETROCESSO HUMANO E SOCIAL

Jairo Marques

        Ressurgem no Congresso Nacional e no âmbito do governo federal discussões para que o Brasil volte a adotar o modelo de escolas especiais exclusivas para crianças com deficiência, sobretudo para aquelas com comprometimentos cognitivos severos ou com comportamento que foge muito ao que se tem de padrão: um aluno calado, sentado na carteira escolar e que não dá trabalho.

        Depois de décadas de discussão, o país passou a adotar a escola do “todos juntos”, em que, independentemente das características físicas, sensoriais ou intelectuais de um pequeno, ele estará na sala de aula ao lado das demais crianças, aprendendo a seu modo, com apoio dos instrumentos pedagógicos e da tecnologia possível para lhe dar o suporte necessário a compreender conteúdos.

        Neste modelo, que é moderno e que conversa com a realidade das nações com os melhores desempenhos educacionais do planeta, a preocupação maior recai sobre a criança e a construção de suas experiências humanas, de relacionamento, de criação de estratégias para o convívio social e todos os seus desafios, majorados obviamente pela deficiência.

        Na escola inclusiva, a menina down tem visibilidade em seu modo de atuar, o menino com autismo mostra que há outras maneiras de interação e o garoto surdo pode expandir a cultura de usar os sinais durante a comunicação. Criança não precisa de gueto, criança precisa mergulhar por mares de pluralidades para encontrar-se como indivíduo. Porém, aspectos que guardam relação com a proteção, com o conteudismo educacional, com um suposto abandono da criança com deficiência na escola têm apelo fortíssimo em corações que, até hoje, veem a diferença com piedade, com assistencialismo, não como característica humana.

        Um pequeno com nanismo precisa de uma escola só de anões para não sofrer bullying. Mas, a lógica não seria ensinar aos alunos sem nanismo o respeito ao próximo, os valores do diverso, os efeitos da violência emocional tanto para o agressor como para o agredido?

         Outro argumento flácido e repetitivo contra o todos juntos na educação é que aquela menina com paralisia cerebral não entende matemática, é mais lenta para escrever e não acompanha a turma.

        Por trás desse raciocínio, está a punição pelo não enquadramento em modelos, o desrespeito à capacidade de cada um de absorver conhecimento de maneira distinta e a necessidade de uniformizar o que é potencialmente mais vantajoso para todos sendo multiforme.

        O que vejo como mais brutal nesse pensamento de apartamento escolar é não enxergar os ranços, o atraso e os prejuízos que a escola especial trouxe para diversas gerações de pessoas com deficiência – guardados os devidos méritos pela assistência oferecida no passado.

        O isolamento faz perpetuar o pensamento da inviabilidade da vida em sociedade, cria estigmas, cria medos, cria asco de reações desconhecidas, cria subumanos.

        Legitimar que a diversidade tenha o direito à educação exercido em campos de exclusividade às avessas –ou alguém vai colocar seu filho todo fofinho para estudar onde só há crianças tachadas de superagitadas? – é permitir que da infância sejam tragados seus poderes de adaptação, de germinar vínculos múltiplos, de fomento à criatividade.

        Na escola em que a invisibilidade dos alunos impera, é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção. É mais simples de apaziguar pais preocupados com a assistência a seus filhos, porque, em último grau, sempre poderá ser dito: ali é o lugar dele. Mas, o lugar da diversidade é onde ela bem entender. De preferência, em todos os lugares.

Disponível em: https://assimcomovoce.blogfolha.uol.com.br/
A análise do uso do tempo verbal no trecho “é mais simples controlar cobranças, de criar métricas qualitativas e de não chamar a atenção” revela que os verbos “controlar”, “criar” e “chamar” estão no infinitivo impessoal, funcionando como sujeito oracional da oração principal, o que comprova o uso normativo adequado da regência e da coesão verbal.
Alternativas
Q3753631 Português
Texto I

Vídeo mostra momento em que terremoto atinge cidade na Venezuela; impacto de tremores sucessivos foi sentido até na Colômbia

Abalos de magnitude 5,4 e 6 ocorreram com intervalo de menos de seis horas; não há registro de vítimas fatais

        O oeste da Venezuela foi atingido por uma sequência de terremotos na quarta-feira, todos associados ao sistema de falhas de Boconó, segundo a Fundação Venezuelana de Investigações Sismológicas (Funvisis). Ao longo do dia, mais de uma dezena de tremores foram registrados, dois deles de maior intensidade: um de magnitude 5,4 no início da noite e outro, mais forte, de magnitude 6, horas depois. Até o momento, não há registro de vítimas. 

        O primeiro tremor ocorreu às 18h21, com epicentro a 40 quilômetros ao nordeste de La Ceiba, no estado de Trujillo, e a 40 quilômetros ao sudeste de Bachaquero. O abalo, de profundidade de 26,5 quilômetros, foi sentido não apenas em Zulia, mas também em Táchira, Lara, Mérida, Barinas, Trujillo, Aragua e até em Caracas.

        Já o terremoto de magnitude 6 foi registrado às 23h51, com epicentro a 45 quilômetros a leste de Bachaquero, em Zulia, e profundidade de 16,4 quilômetros.

        O impacto alcançou estados como Falcón, Lara, Yaracuy, Portuguesa e Trujillo, além de cidades da Colômbia, entre elas Bucaramanga, Bogotá, Cartagena e Medellín.

        Em Zulia, há relatos de danos em estruturas públicas e religiosas.

      — Estamos avaliando os danos estruturais que até este momento foram reportados, entre eles, o Hospital Luis Razetti, na localidade de Pueblo Nuevo, no município Baralt; a ponte de San Pedro, também nesse município — indicou o governador nas imediações da Igreja Santa Bárbara, em Maracaibo, capital do estado, que sofreu danos em sua torre.

        Ainda segundo o governador, também foram constatados problemas no Hospital Geral do Sul, em Maracaibo, além de falhas em semáforos e suspensão do serviço elétrico em setores do município Jesús Enrique Lossada.

        Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos. O balanço detalhado dos prejuízos deve ser conhecido nas próximas horas.

Fonte: https://oglobo.globo.com/mundo/noticia/2025/09/25/vide o-mostra-momento-em-que-terremoto-atinge-cidadena-venezuela-tremores-sucessivos-foram-sentidos-atena-colombia.ghtml. Texto adaptado. Acesso em 25/09/2025
No trecho “Equipes de segurança do Estado, Defesa Civil, engenheiros e técnicos municipais seguem em campo para avaliar os estragos” (8º parágrafo), o verbo em destaque assume valor de:
Alternativas
Q3407045 Português
Bebê reborn, polêmica real: quando o afeto encena o inanimado

(Tauane Paula Gehm, doutora em psicologia)


Após um vídeo seu viralizar na internet, Yasmim Becker, de 17 anos, acabou no centro de uma onda de ataques virtuais. Nele, a jovem narra o que descreveu como “um dos dias mais corridos e assustadores” de sua vida, quando precisou levar seu filho, Bento, “às pressas” ao hospital porque ele não estava se sentindo bem. Acontece que Bento não era uma criança — nem um pet —, mas um boneco inanimado: um bebê reborn, modelo hiper-realista com aparência idêntica à de um recém-nascido. Tudo não passou de uma encenação. Yasmim é colecionadora desses bonecos e costuma gravar vídeos fictícios voltados ao público infantil.

Coleções exóticas não são novidade: há quem junte desde objetos banais até os mais extravagantes. Certa vez, soube de um rapaz que colecionava fotos 3×4 de desconhecidos. Curioso, no mínimo. O episódio de Yasmim serve como pano de fundo para casos ainda mais absurdos envolvendo os famigerados bebês reborn. A advogada Suzana Ferreira contou ter sido procurada para defender o “direito à guarda” de um desses bonecos após o fim de um relacionamento. “A mãe ficou muito nervosa e me acusou de ‘intolerância materna’ por eu ter recusado o caso”, relatou. Esse é apenas um dos muitos relatos que circulam pela internet, fundindo invenção com realidade e despertando indignação e incredulidade.

O que ninguém parece conseguir explicar é o nível de insensatez que tudo isso alcançou — tanto por parte daqueles que tratam um objeto inanimado como um ser humano, quanto daqueles que reagem a isso com ódio. A fronteira entre fantasia e realidade está cada vez mais diluída. Criamos versões editadas de nós mesmos nas redes, montamos cenários para exibir afetos, performamos relações.

O bebê reborn surge como símbolo extremo de um fenômeno bastante familiar: um afeto cuidadosamente encenado para parecer real, que só se sustenta porque pode ser controlado e exibido. Um afeto esteticamente agradável, limpo, sereno — e, ao mesmo tempo, sem risco, sem contradição, sem frustração. O quanto temos investido emocionalmente em simulacros? E o quanto, nesse desejo por relações absolutamente controláveis, revelamos uma carência profunda numa sociedade perdida em seus vínculos reais?

O bebê reborn está ali. Parado. Imóvel. E ainda assim é cuidado como se fosse real. Não responde. Não sente. Não cresce. E talvez seja justamente por isso que tanta gente o escolhe. Não por loucura, mas por uma tentativa de encenar o cuidado em um tempo em que as relações reais parecem, para muitos, assustadoras ou distantes demais. Ou talvez como forma de produzir o olhar e o interesse do outro — ainda que digital —, aquele que carrega, mesmo que ilusoriamente, a promessa de uma relação verdadeira.


(in: https://saude.abril.com.br/, com adaptações)
Tendo por base o trecho “Criamos versões editadas de nós mesmos nas redes, montamos cenários para exibir afetos, performamos relações” (3º parágrafo), julgue as substituições propostas:

I- Criamos versões editadas = Criamos-la
II- montamos cenários = montamos-los
III- para exibir afetos = para exibi-los
IV- performamos relações = performamos-las

Assinale a alternativa com os itens corretos:
Alternativas
Q3407044 Português
Bebê reborn, polêmica real: quando o afeto encena o inanimado

(Tauane Paula Gehm, doutora em psicologia)


Após um vídeo seu viralizar na internet, Yasmim Becker, de 17 anos, acabou no centro de uma onda de ataques virtuais. Nele, a jovem narra o que descreveu como “um dos dias mais corridos e assustadores” de sua vida, quando precisou levar seu filho, Bento, “às pressas” ao hospital porque ele não estava se sentindo bem. Acontece que Bento não era uma criança — nem um pet —, mas um boneco inanimado: um bebê reborn, modelo hiper-realista com aparência idêntica à de um recém-nascido. Tudo não passou de uma encenação. Yasmim é colecionadora desses bonecos e costuma gravar vídeos fictícios voltados ao público infantil.

Coleções exóticas não são novidade: há quem junte desde objetos banais até os mais extravagantes. Certa vez, soube de um rapaz que colecionava fotos 3×4 de desconhecidos. Curioso, no mínimo. O episódio de Yasmim serve como pano de fundo para casos ainda mais absurdos envolvendo os famigerados bebês reborn. A advogada Suzana Ferreira contou ter sido procurada para defender o “direito à guarda” de um desses bonecos após o fim de um relacionamento. “A mãe ficou muito nervosa e me acusou de ‘intolerância materna’ por eu ter recusado o caso”, relatou. Esse é apenas um dos muitos relatos que circulam pela internet, fundindo invenção com realidade e despertando indignação e incredulidade.

O que ninguém parece conseguir explicar é o nível de insensatez que tudo isso alcançou — tanto por parte daqueles que tratam um objeto inanimado como um ser humano, quanto daqueles que reagem a isso com ódio. A fronteira entre fantasia e realidade está cada vez mais diluída. Criamos versões editadas de nós mesmos nas redes, montamos cenários para exibir afetos, performamos relações.

O bebê reborn surge como símbolo extremo de um fenômeno bastante familiar: um afeto cuidadosamente encenado para parecer real, que só se sustenta porque pode ser controlado e exibido. Um afeto esteticamente agradável, limpo, sereno — e, ao mesmo tempo, sem risco, sem contradição, sem frustração. O quanto temos investido emocionalmente em simulacros? E o quanto, nesse desejo por relações absolutamente controláveis, revelamos uma carência profunda numa sociedade perdida em seus vínculos reais?

O bebê reborn está ali. Parado. Imóvel. E ainda assim é cuidado como se fosse real. Não responde. Não sente. Não cresce. E talvez seja justamente por isso que tanta gente o escolhe. Não por loucura, mas por uma tentativa de encenar o cuidado em um tempo em que as relações reais parecem, para muitos, assustadoras ou distantes demais. Ou talvez como forma de produzir o olhar e o interesse do outro — ainda que digital —, aquele que carrega, mesmo que ilusoriamente, a promessa de uma relação verdadeira.


(in: https://saude.abril.com.br/, com adaptações)

“A mãe ficou muito nervosa e me acusou de ‘intolerância materna’ por eu ter recusado o caso

A transformação da oração reduzida em oração desenvolvida resulta em:

Alternativas
Q3325372 Português
Coisas que a ciência 'descobriu' séculos depois dos povos indígenas


Ao longo da história, os povos indígenas contribuíram significativamente para as ciências aplicadas modernas, como a medicina, a biologia, a matemática, a engenharia e a agricultura. Muitas dessas contribuições, no entanto, são desconhecidas. Uma série de medicamentos, instrumentos médicos, alimentos e técnicas de cultivo que são usadas diariamente no mundo ocidental hoje tem suas raízes no conhecimento dos povos originários.


Para sobreviver e se adaptar a diversos ambientes, os povos indígenas fabricaram produtos e aplicaram técnicas sofisticadas — e algumas delas os cientistas e especialistas só começaram a valorizar agora. Muitos povos indígenas desenvolveram uma cultura de medicina baseada na natureza, cujas descobertas serviram de base para tratamentos atuais. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 40% dos produtos farmacêuticos utilizados hoje são baseados no conhecimento tradicional.


Um dos mais emblemáticos é a aspirina, cuja substância base é o ácido salicílico, proveniente do salgueiro — árvore também conhecida como chorão. Os indígenas norte-americanos conseguiram extrair o ácido da casca dessa árvore há centenas de anos e usavam para tratar quem sofria de dores musculares ou ósseas.


Outro exemplo é o que aconteceu durante a pandemia de covid-19, quando os cientistas por trás das vacinas descobriram na quilaia, uma árvore endêmica do Chile, um ingrediente fundamental para combater o coronavírus. A quilaia é conhecida como a "árvore de casca de sabão" devido às suas saponinas vegetais, moléculas que espumam quando entram em contato com a água e que se tornaram um catalisador cobiçado para a resposta imunológica. Mas suas propriedades curativas já haviam sido descobertas muito tempo antes pelos indígenas mapuche, que a utilizavam para curar todo tipo de enfermidade, desde doenças estomacais e respiratórias até problemas de pele e reumatismo.


Atualmente, alguns alimentos estão tendo um "boom" de consumo graças às suas impressionantes propriedades nutricionais, segundo especialistas. Um deles é a spirulina, que hoje aparece nos cardápios na forma de smoothies (ou shakes) e até mesmo em omeletes, saladas e biscoitos. Mas séculos antes de ser considerado um "superalimento", esse tipo de microalga, que cresce sobretudo em lagos alcalinos quentes e rios, era um alimento básico na era pré-colombiana. Os mexicas, descendentes dos astecas, colhiam o alimento rico em proteínas da superfície do Lago Texcoco. Acredita-se que consumiam a spirulina com milho, tortilha, feijão e pimenta como "combustível" para viagens longas. Assim, mesmo sem a ciência moderna, os indígenas mexicanos eram capazes de reconhecer a densidade nutricional da spirulina.


(Fernanda Paúl, https://www.bbc.com/, com adaptações)
[Questão Inédita] “Para sobreviver e se adaptar a diversos ambientes, os povos indígenas fabricaram produtos e aplicaram técnicas sofisticadas.”
Assinale a alternativa que apresenta falha gramatical na reescrita.
Alternativas
Q3284464 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.

A eterna imprecisão da linguagem

    — Que pão!
    Doce? de mel? de açúcar? de ló? de ló de mico? de trigo? de milho? de mistura? de rapa? de saruga? de soborralho? do céu? dos anjos? brasileiro? francês? italiano? alemão? do chile? de forma? de bugio? de porco? de galinha? de pássaros? de minuto? ázimo? bento? branco? dormido? duro? sabido? saloio? seco? segundo? nosso de cada dia? ganho com o suor do rosto? que o diabo amassou?
   — Uma uva!
   Branca? preta? tinta? moscatel? isabel? maçã? japonesa? ursina? brava? bastarda? rara? de galo? de cão? de cão menor? do monte? da serra? do mato? de mato grosso? de facho? de gentio? de João Pais? do nascimento? do inverno? do inferno? de praia? de rei? de obó? da promissão? da promissão roxa? verde da fábula de La Fontaine? espim? do diabo?
    — O diabo!
   Lúcifer? Belzebu? Azazel? Exu? marinho? alma? azul? coxo? canhoto? beiçudo? rabudo? careca? tinhoso? pé de pato? pé de cabra? capa verde? romãozinho? bute? cafute? Pedro Botelho? temba? mafarrico? dubá? louro? a quatro?
    — É uma flor.
    Da noite? de um dia? do ar? da paixão? do besouro? da quaresma? das almas? de abril? de maio? do imperador? da imperatriz? de cera? de coral? de enxofre? de lã? de lis? de pau? de natal? de São Miguel? de São Benedito? da santa cruz? de sapo? do cardeal? do general? de noiva? de viúva? da cachoeira? de baile? de vaca? de chagas? de sangue? de Jesus? do espírito santo? dos formigueiros? dos amores? dos macaquinhos? dos rapazinhos? de pelicano? de papagaio? de mel? de merenda? de 11 horas? de trombeta? de mariposa? de veludo? do norte? do paraíso? de retórica? neutra? macha? estrelada? radiada? santa? que não se cheira?
    — É uma bomba. 
   De sucção? de roda? de parede? premente? aspirante-premente? de incêndio? real? transvaliana? vulcânica? atômica? de hidrogênio? de chocolate? suja? de vestibular de medicina? de anarquista? de São João e São Pedro? de fabricação caseira? de aumento do preço do dólar? enfeitada? de zoncho? de efeito psicológico?
     — É um amor.
    Perfeito? perfeito da China? perfeito do mato? perfeito azul? perfeito bravo? próprio? materno? filial? incestuoso? livre? platônico? socrático? de vaqueiro? de carnaval? de cigano de perdição? de hortelão? de deus? do próximo? sem olho? à pátria? bruxo? que não ousa dizer seu nome?
    — Vá em paz.
    Armada? otaviana? romana? podre? dos pântanos? de Varsóvia? de requiescat? e terra?
    — Vá com Deus.
    Qual? 

ANDRADE, C. D. A eterna imprecisão da linguagem.
Correio da Manhã. Rio de Janeiro, 1968. Disponível em
<https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/17404/a-eternaimprecisao-de-linguagem>. (Adaptado).
Na expressão “pão ganho com o suor do rosto”, apontada pelo narrador do texto, o verbo “ganhar” se apresenta no:
Alternativas
Q3275675 Português
As frases a seguir apresentam, corretamente, o emprego do gerúndio, à exceção de uma. Assinale-a.  
Alternativas
Q3265186 Português
Assinale a frase em que a forma verbal sublinhada tem seu infinitivo indicado incorretamente.
Alternativas
Q3263632 Português

Motoristas porto-alegrenses


Por Fabrício Carpinejar




(Disponível em: gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2025/02/parece-que-todos-osmotoristas-porto-alegrenses-nao-sabem-bem-o-que-fazer-cm72dvtfp003a01arz6bw58y5.html – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as assertivas a seguir a respeito da palavra en__ergando (l. 19):
I. A lacuna tracejada deve ser preenchida com as letras “ch”. II. Trata-se de uma forma verbal no gerúndio. III. Um sinônimo possível para tal palavra seria “vendo”.
Quais estão corretas?
Alternativas
Respostas
21: C
22: B
23: A
24: C
25: A
26: C
27: A
28: C
29: E
30: D
31: A
32: C
33: D
34: D
35: E
36: C
37: E
38: A
39: E
40: E