Questões de Concurso
Sobre formas nominais do verbo (particípio, gerúndio, infinitivo) em português
Foram encontradas 638 questões
A questão se refere ao trecho da notícia abaixo:
Foi divulgado pelo Procon de Timbó o levantamento dos preços de combustíveis no município. A pesquisa foi realizada nos 10 estabelecimentos que oferecem esse serviço, tendo como objetivo confirmar se houve reajustes [...] As tabelas informam os valores para pagamento ____ vista e, também, parcelado, apresentando _____ margens de variação em cada posto. ____ pesquisa compõe um banco de dados que estará disponível nas redes sociais [...]
Disponível em: https://www.timbo.sc.gov.br/procon/2020/20135/
Acesso em: 06 mar. 2020. [modificado]
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir.
Em “ligar-se” (l.7), “magoá-la” (l.7) e “arrancar-lhe” (l.8), as
formas verbais estão no modo infinitivo.
Proibir para mudar
Ao ser questionado sobre o uso de produtos descartáveis, talvez você não se lembre que provavelmente utilizou vários deles na última semana. Grande parte das atividades humanas modernas utiliza produtos descartáveis feitos de material plástico e, quando paramos para observar o comércio de alimentos e bebidas, vemos que o uso desses materiais é significativamente mais expressivo.
Anualmente, são geradas cerca de 300 milhões de toneladas de lixo plástico no mundo, sendo 14% desse resíduo encaminhado para reciclagem e apenas 9% efetivamente reciclado. Algumas pessoas têm a falsa impressão de que todos os resíduos plásticos são recicláveis, mas produtos químicos acrescentados aos polímeros plásticos e embalagens de alimentos contaminadas com restos orgânicos podem inviabilizar o processo de reciclagem.
Desta forma, fica clara a necessidade de reduzir a geração desse resíduo por meio da redução do consumo de materiais plásticos. Vários países já estão adotando medidas que proíbem a utilização de produtos plásticos descartáveis. O Canadá, a Indonésia e a União Europeia, por exemplo, já definiram uma data para a proibição; o Brasil, sendo o quarto país que mais gera resíduos plásticos no mundo, precisa acompanhar esse movimento.
Sob o mesmo ponto de vista, temos na utilização de produtos descartáveis em bares e restaurantes uma grande oportunidade de redução de consumo, visto que o volume de itens plásticos utilizados pela maioria desses estabelecimentos é bastante expressivo. Copos, canudos, pratos e talheres descartáveis são utilizados cotidianamente em muitos estabelecimentos e o consumidor, tão acostumado com esse padrão de consumo, não tem por hábito questionar a real necessidade de utilização desses materiais.
É necessário que proprietários de bares e restaurantes comecem a buscar produtos que possam substituir o plástico, exercendo a mesma função, porém formados de material biodegradável. Em contrapartida, a indústria responsável pela produção desses produtos precisa aumentar o investimento em pesquisa e desenvolvimento de materiais com baixo impacto ambiental, promovendo a inovação nos seus produtos para a garantia da manutenção dos seus negócios.
Ademais, é importante destacar que nós, como consumidores, podemos adotar uma postura consciente e proativa que não dependa da existência de políticas públicas. O consumidor final é o agente de transformação com maior poder nesta cadeia e podemos incentivar as marcas que consumimos, os fornecedores que contratamos e os estabelecimentos comerciais que frequentamos a realizar iniciativas de substituição do plástico.
Por fim, partindo do princípio de que nenhuma mudança é fácil, devemos reconhecer, por meio da preferência, aquelas empresas que tenham um posicionamento ativo e comprometido no que diz respeito a iniciativas de baixo impacto ambiental, contribuindo para viabilizar essa mudança de comportamento tão urgente e fundamental para a sustentabilidade do nosso futuro.
(ARANTES, Andréa Luiza Santos. Proibir para mudar. Disponível em:
https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/artigos/proibir-para-mudar/. Acesso em: 21/01/2020.)
Leia o texto para responder a questão
Slow fashion, uma tendência de moda sustentável – e
de empreendedorismo
A indústria fashion é a segunda que mais polui o meio ambiente.
Por isso, surge um movimento que prega o consumo
consciente de roupas e acessórios
Por Fernanda Colavitti
Quando criaram a marca Coletivo de Dois, em 2014, os estilistas Hugo Mor, de 33 anos, de Goiás, e o paulistano Daniel Barranco, de 42, queriam fazer roupas diferentes das que existiam no mercado. A ideia da dupla era criar usando materiais baratos, como sobras e tiras de tecido.
Com isso na cabeça, eles juntaram 500 reais em retalhos e uma máquina de costura e criaram a primeira coleção, com 127 peças. “Enchemos uma mala e nos mudamos de Goiânia para São Paulo para participar de feiras e eventos”, afirma Hugo
Na época, ambos sequer tinham ouvido falar na expressão slow fashion — tendência que aplica os conceitos de sustentabilidade e reutilização de materiais no mundo da moda. “Foi apenas quando aparecemos em uma reportagem sobre o movimento que percebemos que a marca se encaixava”, afirma Daniel.
De lá para cá, o Coletivo de Dois abriu uma loja no centro de São Paulo e já produziu mais de 3.000 peças, reaproveitando, por ano, 150 quilos de tecido. Segundo os empresários, quase 1 tonelada de sobras deixou de ser descartada.
O slow fashion (ou “moda lenta”, numa tradução literal) não é uma tendência exatamente nova. A expressão surgiu ainda na década de 1990, na Itália, e deriva de outro movimento, o slow food, que propõe uma forma mais consciente de se alimentar. Assim como o irmão da culinária, o slow fashion está atrelado a hábitos de consumo responsáveis, valorização de produtores locais e produção de itens com mais qualidade e durabilidade. “A tendência é um contraponto ao conceito de fast fashion, que dominou as décadas anteriores e consiste em grandes lojas de departamento produzindo coleções novas a cada semana”, diz José Luís de Andrade, professor de moda no Centro Universitário Senac, em São Paulo.
[...]
Disponível em https://vocesa.abril.com.br/empreendedorismo/slow-fashion-uma-tendencia-de-moda-sustentavel-e-de-empreendedorismo/
I- O verbo “IR” está conjugado na terceira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo: “foi”. II- São exemplos de verbos irregulares utilizados na notícia: “ESTAR”, “SER”, “TER”. III- “Aberta”, um exemplo de verbo abundante, é o particípio passado regular do verbo “ABRIR”.
É correto o que se afirma em:
A questão se refere ao trecho da notícia abaixo:
Sai Associação dos Municípios do Médio Vale do Itajaí, entra Associação dos Municípios do Vale Europeu. A mudança de nome, que já vinha sendo especulada nos bastidores, foi aprovada em assembleia da entidade na última semana. Uma campanha explicando o novo posicionamento institucional deve ser lançada em breve.
A alteração ocorre por dois motivos principais: primeiro, o termo Vale Europeu está mais alinhado a estratégias conjuntas de promoção do turismo regional. Segundo porque a nomenclatura anterior citava Itajaí, município que pertence a outra associação, o que provocava alguma confusão.
A ainda Ammvi engloba 14 municípios: Apiúna, Ascurra, Benedito Novo, Blumenau, Botuverá, Brusque, Doutor Pedrinho, Gaspar, Guabiruba, Indaial, Pomerode, Rio dos Cedros, Rodeio e Timbó. [...]
Disponível em: https://www.nsctotal.com.br/colunistas/pedro-machado/associacao-dos-municipios-do-medio-vale-vai-mudar-de-nome. Acesso em: 18 fev. 2020. [adaptado]
I. Os dois verbos estão conjugados em tempos que remetem ao passado. II. A mensagem, no momento em que foi escrita, faz referência a duas ações que ainda irão acontecer. III. A mensagem, no momento em que foi escrita, faz referência a fatos que já se haviam sido concretizados. IV. O primeiro verbo está no infinitivo e o segundo verbo está no futuro do pretérito do modo indicativo. V. O primeiro verbo está no futuro do modo subjuntivo e o segundo verbo está no futuro do presente do modo indicativo.
É correto o que se afirma
Memórias de um aprendiz de escritor

“Não, respondia o escritor, descansando.” (L. 54)
No fragmento acima, o verbo em destaque está no
Sustentabilidade na construção civil
Com intuito de preservação ambiental e interação harmônica com a sociedade, a construção civil deve buscar a execução de suas obras com a utilização de materiais e processos construtivos que observam características de sustentabilidade. Os materiais que apresentam baixo consumo energético para sua obtenção, que geram o mínimo de resíduos em seu processamento, bem como os de procedência renovável ou reciclável, são considerados sustentáveis.
Diversos estudos têm sido realizados com o objetivo de adquirir um olhar crítico sobre os parâmetros que envolvem de fato a sustentabilidade nesses materiais da construção civil. Dentre eles está o bambu que, além de apresentar essas condições, possui potencial de reduzir custos, oferece nível de qualidade compatível ao das tecnologias convencionais e pode, inclusive, vir a colaborar na construção de habitações de interesse social. Assim, os estudos estão objetivados em difundir suas possibilidades de utilização, bem como suas potencialidades e particularidades.
O bambu é uma gramínea pertencente à subfamília Bambusoideae e, em todo o mundo, existem aproximadamente 1641 espécies e 120 gêneros descritos, mas a cada ano novas espécies vêm surgindo e este número tende a aumentar. No Brasil, encontram-se cerca de 256 espécies nativas, sendo a maioria nas regiões Sudeste e Norte, devido ao favorecimento do clima e áreas para o seu cultivo. Uma das vantagens da plantação do bambu é o rápido crescimento dessa espécie e o fato de não haver necessidade de replantio. Se for feito o corte adequado, ele cresce novamente, convivendo com matas nativas e auxiliando na sua regeneração.
Países como Colômbia, Peru, Equador, Indonésia e Índia possuem estruturas centenárias projetadas e executadas utilizando o bambu, que ainda são habitadas e não apresentam patologias estruturais consideráveis. O arquiteto colombiano Simón Vélez, na década de 1980, criou uma técnica de uso do bambu como elemento estrutural difundindo a técnica em seu país; várias são as obras apresentadas por ele, reconhecidas internacionalmente como o imponente pavilhão do Hotel do Frade, em Angra dos Reis (RJ).
Contudo, apesar de ser um material que possibilita o uso de diferentes formas e em conjunto com variados materiais, como concreto, tijolo, vidro, aço e biomateriais, o bambu também apresenta suas limitações.
A vantagem do bambu em relação às suas características físicas é a leveza, apresentando ótima relação entre resistência à tração na direção de suas fibras e sua massa específica; comparando com o aço, por exemplo, possui resistência similar, mas sua densidade é 90% menor. Já em relação à resistência à compressão, apesar de ser menor, seu valor é satisfatório. Sendo muito versátil e podendo ser utilizado em várias formas na construção civil, destaca-se a baixa energia consumida em sua produção, estabilidade, resistência e versatilidade.
Por outro lado, analisando a estrutura do bambu, vê-se que colmos de um mesmo feixe de bambu podem apresentar propriedades mecânicas diferentes, o que traz dificuldades no uso pela falta de padronização, assim como seu diâmetro e espessura. O teor de umidade e de temperatura do meio ambiente onde se encontra o material pode causar mudanças em sua estrutura, como rachaduras que abrem espaço para o ataque de fungos. Por esse fato, faz-se necessário o uso de tratamentos preservativos para sua utilização.
Sendo elemento proveniente da natureza, o bambu pode ser influenciado por ações climáticas e patológicas, vindas de organismos vegetais ou animais. Sua durabilidade está em torno de 15 anos dependendo do seu modo de armazenamento, espécie, plantio e outras condições, mas com devidos tratamentos sua durabilidade pode ser aumentada.
O desconhecimento geral sobre essa matéria
prima faz com que o maior entrave para sua
utilização, apesar dos requisitos
apresentados, seja o preconceito associado
às características de fraqueza e de baixo
custo, fazendo com que ele seja muitas
vezes escolhido apenas para construções de
veraneio e detalhes arquitetônicos.
Quanto às possibilidades de aplicação, inúmeras se encaixam na utilização do bambu na construção civil, elementos estruturais como pilares e vigas, elementos de cobertura, fechamento de paredes e painéis de vedação, além de acabamentos de pisos, forros, portas e janelas. Quando o bambu é combinado com o concreto, o material em alguns casos é considerado até mais resistente que o próprio aço, devido à sua grande resistência à tração. O bambu consegue erguer de dois até sete pavimentos quando unido com outros materiais e pode trazer redução de custos de até 50% em obras estruturais.
(Fonte: MAGALHÃES, L. N. de. Disponível em https://domtotal.com/noticia/1403533/2019/11/sustent
abilidade-na-construcao-civil-o-bambu-comomaterial-construtivo/. Acesso em 1 dez 2019.)

Mas, então o que está por detrás dessa insatisfação? Se levarmos em conta o nosso cotidiano está marcado por ações como , acompanhar, ouvir, interpretar e repassar informações sobre a Covid 19, em muitos casos com o intuito de compreendermos o fenômeno e manter a saúde pessoal e coletiva, o que perpassa na compreensão geral da quantidade de infectados, casos subnotificados, isolamento social e a letalidade da doença.
De todo modo, informações não faltam e se formos separar em grupos as explicações tanto a favor e contra seriam assim divididas: A favor – respeito as normas sanitárias, ficar em casa preservando a vida, colaborando para a diminuição da infecção (pensar no próximo) principalmente nos idosos e nas pessoas do grupo de risco. Contra – não respeitam as normas sanitárias, descrentes das políticas de controle da Covid 19, acreditam no isolamento vertical isolamento somente para os idosos e pessoas do grupo de risco, ou seja, não refletem sobre a transmissão das crianças e dos jovens aos idosos.[...]
Disponível;/meuartigo.brasilescola.uol.com.br/atualidades
A questão refere-se ao texto abaixo.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

