Questões de Concurso
Sobre formação das palavras: composição, derivação, hibridismo, onomatopeia e abreviação em português
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Em relação ao Texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
As palavras “intolerante” e “infração” são
formadas por derivação prefixal, sendo que
o prefixo “in-” têm o mesmo sentido nos dois
casos.
Essencial à sobrevivência quando precisávamos acumular reservas para os longos períodos de jejum que se sucediam, essa estratégia se voltou contra nós. Ao mesmo tempo, vão distantes os dias em que gastávamos energia para alimentar a família. Pela primeira vez na história da humanidade, desfrutamos o privilégio de ganhar o sustento sentados em cadeiras confortáveis. A um toque de celular o disque-pizza nos entrega 5.000 calorias à porta, sem sairmos do sofá.
( ) O verbo desfrutar é formado pelo processo de prefixação. ( ) A expressão Ao mesmo tempo é equivalente semanticamente a “em contrapartida”. ( ) Uso da crase nesse parágrafo se justifica, nos dois casos, por serem as expressões locuções adverbais. ( ) A forma correta de grafar numerais é sempre por extenso.
Assinale a sequência correta.
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

A respeito da conjunção ‘embora’ (l.09), analise as seguintes assertivas:
I. A formação da palavra ‘embora’ se dá por composição por aglutinação.
II. A conjunção ‘embora’, no contexto de ocorrência, introduz uma oração subordinada adverbial concessiva.
III. A conjunção em questão poderia ser alterada por ‘apesar de’, sem acarretar problemas de semântica ou sintaxe.
Quais estão INCORRETAS?
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

A respeito da formação de palavras do texto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Derivação prefixal.
2. Derivação sufixal.
3. Derivação regressiva.
4. Composição por justaposição.
Coluna 2
( ) Experimentos.
( ) Espaçonave.
( ) Fraude.
( ) Farmacêuticos.
( ) Reconhecer.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao
longo do texto estão citados nas questões.

Em relação à formação de palavras do texto, analise as assertivas que seguem:
I. A palavra ‘inconsciente’ é formada por derivação prefixal.
II. A palavra ‘verdadeiramente’ é formada por derivação sufixal.
III. A palavra ‘aniquilação’ é formada por derivação prefixal e sufixal.
Quais estão INCORRETAS?

I. Tem 10 letras e 9 fonemas. II. Possui um dígrafo. III. Possui um encontro consonantal. IV. ‘dissimulado’ pertence à mesma família de palavras.
Quais estão corretas?

A violência contra a mulher
A violência contra a mulher no Brasil tem apresentado aumentos significativos nas últimas décadas. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, o número de mortes por essa causa aumentou em 230% no período de 1980 a 2010. Além da física, o balanço de 2014 relatou cerca de 48% de outros tipos de violência contra a mulher, dentre esses a psicológica. Nesse âmbito, pode-se analisar que essa problemática persiste por ter raízes históricas e ideológicas.
O Brasil ainda não conseguiu se desprender das amarras da sociedade patriarcal. Isso se dá porque, ainda no século XXI, existe uma espécie de determinismo biológico em relação às mulheres. Contrariando a célebre frase de Simone de Beavouir “Não se nasce mulher, torna-se mulher”, a cultura brasileira, em grande parte, prega que o sexo feminino tem a função social de se submeter ao masculino, independentemente de seu convívio social, capaz de construir um ser como mulher livre. Dessa forma, os comportamentos violentos contra as mulheres são naturalizados, pois estavam dentro da construção social advinda da ditadura do patriarcado. Consequentemente, a punição para este tipo de agressão é dificultada pelos traços culturais existentes, e, assim, a liberdade para o ato é aumentada.
Além disso, há o estigma do machismo na sociedade brasileira. Isso ocorre porque a ideologia da superioridade do gênero masculino em detrimento do feminino reflete no cotidiano dos brasileiros. Nesse viés, as mulheres são objetificadas e vistas apenas como fonte de prazer para o homem, e são ensinadas desde cedo a se submeterem aos mesmos e a serem recatadas. Dessa maneira, constrói-se uma cultura do medo, na qual o sexo feminino tem medo de se expressar por estar sob a constante ameaça de sofrer violência física ou psicológica de seu progenitor ou companheiro. Por conseguinte, o número de casos de violência contra a mulher reportados às autoridades é baixíssimo, inclusive, os de reincidência.
Pode-se perceber, portanto, que as raízes históricas e ideológicas brasileiras dificultam a erradicação da violência contra a mulher no país. Para que essa erradicação seja possível, é necessário que as mídias deixem de utilizar sua capacidade de propagação de informação para promover a objetificação da mulher e passe a usá-la para difundir campanhas governamentais para a denúncia de agressão contra o sexo feminino. Ademais, é preciso que o Poder Legislativo crie um projeto de lei para aumentar a punição de agressores, para que seja possível diminuir a reincidência. Quem sabe, assim, o fim da violência contra a mulher deixe de ser uma utopia para o Brasil.
(Anna Beatriz Alvares Simões Wreden. Adaptado).
Leia o texto a seguir e responda
Finalmente, meu caminho dependeria do meu esforço e dedicação, de decisões minhas e não de terceiros, e eu me sentia suficientemente capaz de solucionar todos os problemas que surgissem, de encontrar saídas para os apuros em que porventura me metesse.
Se estava com medo? Mais que a espuma das ondas, estava branco, completamente branco de medo. Mas, ao me encontrar afinal só, só e independente, senti uma súbita calma. Era preciso começar a trabalhar rápido, deixar a África para trás, e era exatamente o que eu estava fazendo. Era preciso vencer o medo; e o grande medo, meu maior medo na viagem, eu venci ali, naquele mesmo instante, em meio à desordem dos elementos e à bagunça daquela situação. Era o medo de nunca partir. Sem dúvida, este foi o maior risco que corri: não partir.
(KLINK, Amyr. Cem dias entre céu e mar. São Paulo:
Companhia de Bolso, 2014.)
Considerando os processos de formação de palavras em português relacionados ao texto, analise as afirmativas seguintes.
I. A forma “desache” foi formada por derivação prefixal, processo que possibilita a mudança de classe da palavra.
II. A forma “desache” foi criada porque houve exigência do sistema linguístico, uma vez que se necessitou empregar um item lexical de uma classe em outra.
III. A criação da nova forma “desache” se relaciona às rupturas de pensamento relacionadas às transformações do mundo, à função de rotulação, por sua vez, relacionada com o aspecto semântico.
IV. A criação de novas formas acontece relacionada às mais diversas modalidades: coloquial, culta, literária, técnica, científica, de propaganda, conforme se pode comprovar com a forma “desache”.
Estão corretas as afirmativas:
Assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas nas seguintes afirmativas sobre fenômenos do vocabulário do texto.
( ) Nas palavras barriga, depressão e tóxicas, há mais letras do que fonemas.
( ) Nos vocábulos qualquer, batatinha e alimento, ocorrem dígrafos.
( ) A palavra neurogastroenterologia é formada por composição; já micro-organismos é formada por derivação prefixal.
( ) Em diferentemente, venenoso e obesidade, aparecem sufixos formadores de advérbio, adjetivo e substantivo, respectivamente.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
I- Ao empregar a palavra “ruybarbosianamente” o autor emprega um neologismo, criado a partir do processo de composição com o substantivo próprio Rui com Barbosa e derivação sufixal, com o acréscimo de dois sufixos. II- A pergunta feita ao candidato “Esse ‘for’ aí, que verbo é esse?” induzia ao erro, pois seria mais claro perguntar: A forma verbal “for” a que verbo pertence? III- O candidato não só afirma a existência do verbo “for”, como o conjuga no presente do indicativo em todas as pessoas do discurso. IV-“For” é uma forma comum para primeira e terceira pessoas do presente do subjuntivo dos verbos “ser” e “ir”. V- No último parágrafo, o autor ironicamente faz uma crítica política sugerindo que algumas pessoas mal preparadas acabam ocupando cargos públicos.
É correto o que se afirma em:
TEXTO 2
[...] Mas é claro que o Sol
Vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei
Escuridão já vi pior
De endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem [...]
(Russo, Renato; Venturini, Flavio. Mais uma vez. Intérprete Renato Russo. In: Renato Russo presente. Rio de Janeiro, EMI, 2003. 1 CD. Faixa 1.)
Texto 02: Chris Evans chegou a recusar o papel de Capitão América
Por Da Redação
13 abr 2016, 09h04
Evans afirmou que estava aterrorizado com a ideia de atuar como o herói, principalmente devido ao contrato que lhe foi oferecido, o qual previa a atuação em vários filmes na pele do personagem. “Há partes de mim que têm um pouco de ansiedade social em relação a esta indústria. Quando você faz filmes um de cada vez, de repente você pode decidir que não quer mais fazer tantos e dar um passo para trás e ajustar suas energias. Mas, quando você tem um contrato gigantesco e não está se sentindo tão bem para atuar… Que pena, você tem que vestir o uniforme de novo. Isso é assustador”, disse.
Questionado sobre o motivo pelo qual acabou assinando o contrato, Evans disse que a Marvel voltou a oferecer o papel algumas vezes, as quais ele negou, até que percebeu que, na verdade, estava com medo. “Você não pode deixar de fazer coisas por medo. Isso acabou clareando na minha cabeça. O que quer que seja que você está com medo, se entregue a isso”, contou, antes de ouvir uma brincadeira do apresentador: “Então você é um herói na vida real também, é o que você está dizendo?”.
Vale lembrar que o Capitão América não é o primeiro personagem da Marvel vivido por Evans. O ator já havia atuado como o Tocha Humana nos filmes Quarteto Fantástico (2005) e Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado (2007).
Adaptado de http://veja.abril.com.br/entretenimento/chris-evans-chegou-arecusar-o-papel-de-capitao-america/, acesso em 26 de abril de 2017.
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ruycastro/2016/01/1725103-o-substituto-davida.shtml?cmpid=compfb. Acesso em: 07 jan. 2016
Léxico: “2001”: 2001- Uma odisseia no espaço, filme de Stanley Kübrick, lançado no Brasil em 1968. José Lino Grünewald: poeta, tradutor, crítico de cinema, música popular brasileira e literatura, e jornalista brasileiro.
O vocábulo que ilustra o processo de formação de palavras por meio de empréstimo é
A palavra “bourdiana” é formada por

