Questões de Concurso Sobre formação das palavras: composição, derivação, hibridismo, onomatopeia e abreviação em português

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Q1866347 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.



Analise as assertivas a seguir, a respeito da palavra “indigentes” (l. 25):

I. Trata-se de palavra oxítona, com acentuação tônica na sílaba –tes.
II. É um substantivo concreto e comum de dois gêneros.
III. A palavra foi formada por composição.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1865057 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão. 



(Disponível em: https://grupoelfa.com.br/impactos-pandemia-gestao-saude/#gestao-saude-publica – texto adaptado especialmente para esta prova).
Analise as assertivas a seguir acerca da palavra “sobrecarregando”:

I. Trata-se de palavra formada por derivação prefixal.
II. A palavra apresenta apenas um dígrafo.
III. A correta divisão silábica da palavra é dada por: so-bre-car-re-gan-do.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q1861931 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


Salvar a Amazônia está ao alcance de todos


    Todos os anos a Organização das Nações Unidas (ONU) elege um problema ambiental com o qual o planeta precisa lidar para ser o tema do Mês do Meio Ambiente. É uma forma de chamar a atenção para questões essenciais que nem sempre recebem a atenção devida. Em 2021, é a restauração de ecossistemas.

    Para um país como o Brasil, que tem 60% da maior floresta tropical do mundo, esse é um assunto que não deveria sair nunca da pauta. Mas sabemos que, na prática, apesar das questões ambientais estarem ganhando cada vez mais visibilidade e relevância, especialmente com os pilares ESG, ainda está muito longe do ideal e do necessário. A começar pelo pouco conhecimento que temos sobre a Amazônia e, principalmente, a respeito do que cada um pode fazer para preservá-la. Vale lembrar que em torno de 50% das emissões de Gases de Efeito Estufa no Brasil são provenientes do desmatamento da Amazônia.

    Sim, a preservação da Amazônia está ao alcance de todos nós, especialmente das empresas. Não dá mais para esperar que políticos façam o que deveriam fazer. Temos, claro, que votar com consciência e cobrar que façam o que é preciso, mas passou da hora de envolver o mercado nesse propósito de forma prática e intensiva. Só assim conseguiremos dar o salto necessário para interromper o processo de destruição da floresta. Ela é muito mais que um conjunto esplêndido de árvores milenares. É a maior biodiversidade do globo terrestre, com cerca de 60 mil espécies de plantas e animais — um ecossistema riquíssimo que está clamando por socorro.

    E é possível que pessoas físicas e jurídicas ajudem a reverter a situação dramática de destruição que temos acompanhado nos últimos anos. O caminho é investir em projetos de REDD+ (Redução de Emissões Provenientes de Desmatamento e Degradação Florestal — com o objetivo de preservar áreas imensas na Amazônia Legal que sofrem grandes pressões de desmatamento) para que avancem além dos 2 milhões de hectares atuais para a meta necessária de 50 milhões em toda a Floresta Amazônica até 2030.

    Para isso, basta que cada companhia e todos os cidadãos que puderem adicionar mais uma conta de consumo a seu rol de boletos mensais decidam compensar suas emissões de CO², por meio de projetos de geração de crédito de carbono na Amazônia. Sim, é simples desse jeito, mas depende da vontade e do comprometimento de cada um. Afinal, o mercado de crédito de carbono no Brasil ainda é voluntário. Isso quer dizer que o governo não estabelece um teto de emissão de CO², não taxa as indústrias que ultrapassarem a cota, nem controla quanto cada companhia deveria compensar. Tampouco regula esse mercado, a fim de garantir que tenha condições de se desenvolver e gerar riquezas para o país, como já fizeram Chile, Colômbia e Canadá para citar apenas três exemplos.

    Portanto, temos que nos mobilizar para cada um fazer a sua parte, mas, também, para exigir que o governo federal faça a dele, que é proteger a floresta e regulamentar o mercado de créditos de carbono para aumentar os projetos de REED+. É preciso preservar a natureza e integrar as comunidades locais; e, ao mesmo tempo, promover o desenvolvimento sustentável da região. A compensação de emissões de carbono com a política de créditos é apenas o início de um ciclo de projetos. Com a mata em pé, é possível explorar, de forma responsável, toda a potencialidade de suas riquezas naturais e culturais para diversos mercados, como saúde, cosmética e alimentação, integrando as comunidades e floresta à sociedade moderna. Os projetos de REDD+ são essenciais para conservarmos a biodiversidade, estabilidade climática e assim chegarmos a uma economia de baixo carbono.

    Proteger a floresta, apesar de parecer algo distante, é muito mais barato e eficiente que qualquer projeto de reflorestamento adotado por tantas empresas. Com R$ 100 é possível preservar um hectare da Amazônia por meio de projetos de créditos de carbono voluntários. Enquanto recuperar um hectare de área desmatada custa cerca de R$ 10 mil a R$ 25 mil, dependendo da técnica utilizada. O cálculo considera apenas árvores e não contabiliza todo o ecossistema que é preservado e que, infelizmente, não se recupera com a velocidade de um replantio.

    Há muitas empresas bem intencionadas que colocam grande volume de recursos em projetos sustentáveis, mas com baixo retorno para o meio ambiente. É possível aumentar exponencialmente a taxa de retorno e salvar a Amazônia. Por isso, proponho que usemos a provocação da ONU para assumir a parte que nos cabe na preservação de um dos ecossistemas mais importantes do mundo.


*Janaína Dallan
Engenheira florestal, membro do time de especialistas da ONU para Mudanças Climáticas (RIT) e CEO da Carbonext
https://www.correiobraziliense.com.br
Entre os vocábulos abaixo, extraídos do texto, um apresenta o processo de formação por derivação sufixal, formando um adjetivo com ideia de relação. Assinale-o.
Alternativas
Q1859767 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.


No que se refere à estrutura e aos processos de formação de palavras retiradas do texto, avalie as afirmações que seguem:
I. Os vocábulos ‘profundamente’ e ‘resolvermos’ são formados por sufixação.
II. Em ‘ilimitado’ ocorrem prefixo e sufixo.
III. A palavra ‘automóveis’ é exemplo de hibridismo, nome dado à formação de palavras com elementos de idiomas diferentes.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q4372628 Português
A alternativa em que não varia no plural é: 
Alternativas
Q4355198 Português
Nas palavras “economia”, “expressividade” e “correspondentes”, quanto ao processo de formação, há, respectivamente: 
Alternativas
Q4354170 Português

Leia o texto a seguir e responda



A faxina corporal e a morangoterapia


    [...] A mulher contemporânea faz terapia para tudo. [...] E existe todo tipo de terapia. Mas a gente ainda se surpreende nesta vida. Por isso, demos boas gargalhadas quando recebemos um release (o material de divulgação usado pelas assessorias de imprensa) com o seguinte título: “Morangoterapia destaca benefícios do morango”.


    Na hora, nos imaginamos sentadas em um divã conversando com um morango gigante. Mas não é nada disso. Segundo a tal assessoria, “o morango é doce e suculento e uma das frutas mais apreciadas pelos brasileiros”. E o que isso tem a ver com terapia?


    Bem, o morango também é rico em vários nutrientes, por isso, a tal clínica desenvolveu todo um tratamento à base de morangos. Segundo eles, tomar uns banhos de morango e passar uns cremes feitos com a fruta no rosto promove “uma verdadeira faxina corporal”. [...]


    Bem, a pessoa deve sair da tal morangoterapia se sentindo um morango ambulante. E, nos perguntamos, sinceramente, quem tem tempo (e dinheiro) para essas coisas? Quando estamos estressadas, além das nossas terapias normais, preferimos fazer:


● Unhaterapia – Fazer a unha, simples assim. Dá uma sensação de ordem na vida.


● Fofocaterapia – Você se esquece de coisas importantes, como “quem sou eu, para onde vou” e se foca em coisas mundanas. [...]



LEMOS, Nina. TPM, n. 98, 4 maio 2010.


Disponível em: <http://revistatpm.uol.com.br/revista/98/badulaque/a-faxinacorporal-e-a-morangoterapia.html>. Acesso em: 12 nov 2012. (fragmento)



A palavra morangoterapia resulta de um processo de combinação de dois radicais, assim, dizemos que ela é formada pelo processo de:

Alternativas
Q4325738 Português
Qual das alternativas está escrita de forma incorreta?
Alternativas
Q4325707 Português
Emprega-se a letra s:
I- nos sufixos -ês, -esa e –isa, usados na formação de palavras que indicam nacionalidade, profissão, estado social, títulos honoríficos.
II- nos sufixos –oso e –osa (qua significa “cheio de”), usados na formação de adjetivos.
III- depois de ditongos.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4325663 Português
Qual a alternativa cuja palavra tenha sido formada pelo processo de derivação parassintética:
Alternativas
Q4325661 Português
Qual a alternativa cujas palavras tenham sido formadas a partir do processo de derivação prefixal: 
Alternativas
Q4325658 Português
Consideramos a palavra formada pelo acréscimo de um sufixo?
Alternativas
Q4325582 Português
Qual das palavras são formadas por derivação parassintética? 
Alternativas
Q4325580 Português
Não consideramos vocabulário parassintético:
Alternativas
Q4325579 Português
Analise as afirmativas:
I- Derivação regressiva – ocorre quando há eliminação de morfemas (desinências, sufixos, etc.) no final da palavra.
II- Derivação imprópria – ocorre quando há mudança no sentido e na classe gramatical da palavra.
III- Composição- Este processo consiste em formar palavras por meio da união de dois ou mais radicais.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4325081 Português
Analise as afirmativas:
I- Escreveremos com -ção, se apenas retirarmos a desinência de infinitivo -r, dos verbos terminados em -tir.
II- Escreveremos com -são, quando, ao retirarmos toda a terminação -tir, a última letra for consoante.
III- Escreveremos com -ssão, quando, ao retirarmos toda a terminação -tir, a última letra for vogal.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4325080 Português
Analise as afirmativas:
I- Escreveremos com -s- as palavras derivadas de verbos terminados em -nder e –ndir
II- Escreveremos com -s- as palavras derivadas de verbos terminados em -erter, -ertir e -ergir.
III- Escreveremos -puls- nas palavras derivadas de verbos terminados em -pelir e -curs-, nas palavras derivadas de verbos terminados em -correr.
Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4325079 Português
Analise as afirmativas:
I- Escreveremos com -ção as palavras derivadas de vocábulos terminados em -to, -tor, -tivo e os substantivos formados pela posposição do -ção ao tema de um verbo (Tema é o que sobra, quando se retira a desinência de infinitivo - r - do verbo).
II- Escreveremos com -tenção os substantivos correspondentes aos verbos derivados do verbo ter.
III- Escreveremos com -çar os verbos derivados de substantivos terminados em -ce.
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q4325037 Português
Substantivo é uma classe gramatical cuja função é nomear os seres em geral. Apesar de essa conceituação estar presente em vários locais, há que se destacar a sua incompletude, já que o substantivo pode também ser responsável por denominar:
I- ações (abraço, chute);
II- postulados físicos (inércia);
III- aspectos emocionais e psicológicos (covardia, esquizofrenia, ansiedade, amor, ódio).
Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Respostas
1241: B
1242: C
1243: C
1244: E
1245: D
1246: E
1247: D
1248: A
1249: D
1250: B
1251: B
1252: B
1253: D
1254: C
1255: B
1256: D
1257: D
1258: D
1259: D
1260: D