Questões de Concurso Sobre fonologia em português

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Q3140188 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


De que são feitos os dias?


De que são feitos os dias?

− De pequenos desejos,

vagarosas saudades,

silenciosas lembranças.

Entre mágoas sombrias,

momentâneos lampejos:

vagas felicidades,

inactuais esperanças.

De loucuras, de crimes,

de pecados, de glórias

− do medo que encadeia

todas essas mudanças.

Dentro deles vivemos,

dentro deles choramos,

em duros desenlaces

e em sinistras alianças...


Cecilia Meireles, Canções

https://www.tudoepoema.com.br/cecilia-meireles-de-que-sao-feitos-osdias/#google_vignette

Com base no poema "De que são feitos os dias?" de Cecília Meireles, analise as palavras retiradas do texto e escolha a alternativa que apresenta a separação silábica correta das palavras destacadas.
Alternativas
Q3140185 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


De que são feitos os dias?


De que são feitos os dias?

− De pequenos desejos,

vagarosas saudades,

silenciosas lembranças.

Entre mágoas sombrias,

momentâneos lampejos:

vagas felicidades,

inactuais esperanças.

De loucuras, de crimes,

de pecados, de glórias

− do medo que encadeia

todas essas mudanças.

Dentro deles vivemos,

dentro deles choramos,

em duros desenlaces

e em sinistras alianças...


Cecilia Meireles, Canções

https://www.tudoepoema.com.br/cecilia-meireles-de-que-sao-feitos-osdias/#google_vignette

Assinale a alternativa cuja sequência de palavras estajem em ordem alfabética:
Alternativas
Q4367971 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Cientistas defendem livros didáticos em papel 

Dá para abrir mão de livros físicos e estudar só nas telas? Como isso afeta o desempenho dos alunos em idade escolar e a sua capacidade de leitura?

Essa discussão foi alimentada pelo anúncio da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, de que alunos da rede pública nos anos finais do ensino fundamental e no ensino médio contariam apenas com livros didáticos digitais, e não mais em papel.

O Ministério Público Estadual abriu uma apuração do caso e o governador Tarcísio de Freitas afirmou que tanto livros didáticos impressos quanto digitais serão ofertados.

Diferentes acadêmicos e entidades debatem o quanto do material didático deve ou não migrar ao ambiente digital, mas evidências científicas sugerem que o papel ainda é o meio mais eficiente para ensinar a habilidade de leitura aprofundada e crítica - particularmente em países com tantas desigualdades como o Brasil. 

Ao mesmo tempo, há pesquisadores que lamentam que questões igualmente importantes - como a qualidade dos livros - têm sido ofuscadas pela mera oposição entre papel e digital.

Alguns dados importantes nessa discussão vêm do Pisa, o principal exame internacional a comparar o aprendizado em vários países.

No ano passado, a entidade organizadora do exame, a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), identificou que estudantes de quinze anos que tinham o hábito de ler livros em papel fizeram, em média, quarenta e nove pontos a mais na prova de leitura do Pisa 2018, em comparação com os jovens que raramente ou nunca liam livros.

Além disso, estudantes com o hábito de ler em papel também costumavam demonstrar mais prazer com a leitura do que aqueles que liam textos digitais.

"Os resultados do Pisa confirmam que o acesso a capital cultural, como livros, é um forte preditor do desempenho dos estudantes", aponta a OCDE.

A leitura digital tem vantagens importantes, como rapidamente buscar fontes de informação e checar dados. Mas uma preocupação dos cientistas é de que, nas telas, nossa leitura seja mais superficial do que no papel, ou seja, de que "passamos os olhos", em vez de ler de verdade.

"As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso, especialmente para textos longos", diz à BBC Brasil a pesquisadora Naomi S. Baron, professora emérita de Linguística da American University em Washington (EUA).

O texto impresso convida a uma leitura mais lenta e concentrada do que o texto em tela, que geralmente é ditado pelo ritmo das redes sociais, agrega Baron. 

"Muito do que fazemos no mundo digital é veloz: olhar para um post no Facebook, uma foto no Instagram, os resultados de jogos de futebol, e daí seguir adiante. Com o texto impresso, presumindo que você não vai checar o seu telefone, você tende a focar mais." 

https://www.bbc.com/portuguese/articles/ cq52xyr0l92o. Adaptado. 
As pesquisas dos últimos dez anos mostram que, se você medir a compreensão - quantas pessoas se lembram do que leem -, ela é quase sempre melhor no texto impresso.
Assinale a opção correta de acordo com as regras de acentuação gráfica.
Alternativas
Q4356319 Português
Mesmo que você não beba café ou chá, provavelmente ainda consome cafeína regularmente, pois ela é encontrada em quase tudo, desde refrigerantes e remédios para resfriado até café descafeinado e chocolate.

(Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/ articles/cp07nyrl4vqo. Adaptado.)

De acordo com as regras de acentuação:
Alternativas
Q4353887 Português

Quanto ao número de sílabas, as palavras são classificadas em:


-Monossílabas: aquelas que apresentam apenas uma sílaba.


-Dissílabas: aquelas que apresentam duas sílabas.


-Trissílabas: aquelas que apresentam três sílabas.


- Polissílabas: aquelas que apresentam mais de três sílabas.


Assinale a alternativa que apresenta exemplo de cada uma dessas categorias, conforme a ordem apresentada anteriormente. 

Alternativas
Q4323237 Português
Leia o texto para responder a questão.

Feminicídio: 4 mulheres são mortas por dia no Brasil — por que isso ainda acontece com tanta frequência?

Por Simone Machado

Mariele Bueno Pires, de 20 anos, foi achada morta em casa, em Ponta Grossa, no Paraná, em 23 de agosto. Em seu corpo seminu, havia ao menos vinte perfurações feitas com uma faca. Inicialmente, a Polícia Civil acreditava se tratar de um latrocínio – roubo seguido de morte –, mas as investigações apontaram para um feminicídio. O principal suspeito do crime era seu companheiro, um rapaz de 26 anos.  

Imagens de câmeras de segurança de outras casas registraram que ele esteve no local e saiu pouco antes de o crime ser descoberto por vizinhos. Ele ainda teria colocado fogo em parte do imóvel na tentativa de esconder o crime. O rapaz foi preso no dia seguinte e confessou o assassinato. A crueldade com que Mariele foi morta choca, mas não é uma situação isolada no Brasil.  

Em 18 de agosto, a médica Thallita da Cruz Fernandes, de 28 anos, foi assassinada com ao menos 30 facadas no apartamento onde morava em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e colocada em uma mala. Também foram câmeras de segurança que mostraram à polícia que o namorado de Thallita foi a única pessoa que saiu do imóvel no dia do crime. O rapaz foi preso no dia seguinte e confessou que matou a namorada. Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu depois que a médica tentou romper seu relacionamento de três anos.

Mariele, Thallita e outras centenas de mulheres são mortas todos os anos no país em crimes de feminicídio. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública apontam que, em 2022, uma mulher foi morta a cada seis horas no país. No total, foram 1.437 vítimas de feminicídio no ano passado, um aumento de 6,5% em relação aos 1.347 registrados em 2021. 

Esse alto índice de mulheres vítimas de feminicídio está relacionado a fatores como a crença de que as mulheres são subalternas aos homens e que suas vontades são menos relevantes, dizem especialistas ouvidos pela BBC News Brasil. Uma visão que faz com que mulheres sejam vistas por muitos homens como objetos de sua propriedade.  

“Ainda há muitos crimes devido à cultura machista e sexista que existe no país, que coloca o sexo feminino como um ser inferior, que não tem direito a ter suas próprias vontades e que está submissa à vontade do homem, devendo sempre fazer o que ele quer”, explica Deíse Camargo Maito, professora de Direito da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) que pesquisou sobre violência contra a mulher. 

[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqqg2ezpk3po
Assinale a alternativa que apresenta um vocábulo separado por sílabas incorretamente. 
Alternativas
Q4323232 Português
Leia o texto para responder a questão.

Feminicídio: 4 mulheres são mortas por dia no Brasil — por que isso ainda acontece com tanta frequência?

Por Simone Machado

Mariele Bueno Pires, de 20 anos, foi achada morta em casa, em Ponta Grossa, no Paraná, em 23 de agosto. Em seu corpo seminu, havia ao menos vinte perfurações feitas com uma faca. Inicialmente, a Polícia Civil acreditava se tratar de um latrocínio – roubo seguido de morte –, mas as investigações apontaram para um feminicídio. O principal suspeito do crime era seu companheiro, um rapaz de 26 anos.  

Imagens de câmeras de segurança de outras casas registraram que ele esteve no local e saiu pouco antes de o crime ser descoberto por vizinhos. Ele ainda teria colocado fogo em parte do imóvel na tentativa de esconder o crime. O rapaz foi preso no dia seguinte e confessou o assassinato. A crueldade com que Mariele foi morta choca, mas não é uma situação isolada no Brasil.  

Em 18 de agosto, a médica Thallita da Cruz Fernandes, de 28 anos, foi assassinada com ao menos 30 facadas no apartamento onde morava em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e colocada em uma mala. Também foram câmeras de segurança que mostraram à polícia que o namorado de Thallita foi a única pessoa que saiu do imóvel no dia do crime. O rapaz foi preso no dia seguinte e confessou que matou a namorada. Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu depois que a médica tentou romper seu relacionamento de três anos.

Mariele, Thallita e outras centenas de mulheres são mortas todos os anos no país em crimes de feminicídio. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública apontam que, em 2022, uma mulher foi morta a cada seis horas no país. No total, foram 1.437 vítimas de feminicídio no ano passado, um aumento de 6,5% em relação aos 1.347 registrados em 2021. 

Esse alto índice de mulheres vítimas de feminicídio está relacionado a fatores como a crença de que as mulheres são subalternas aos homens e que suas vontades são menos relevantes, dizem especialistas ouvidos pela BBC News Brasil. Uma visão que faz com que mulheres sejam vistas por muitos homens como objetos de sua propriedade.  

“Ainda há muitos crimes devido à cultura machista e sexista que existe no país, que coloca o sexo feminino como um ser inferior, que não tem direito a ter suas próprias vontades e que está submissa à vontade do homem, devendo sempre fazer o que ele quer”, explica Deíse Camargo Maito, professora de Direito da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) que pesquisou sobre violência contra a mulher. 

[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqqg2ezpk3po
Assinale a alternativa que apresenta uma dissílaba. 
Alternativas
Q4323231 Português
Leia o texto para responder a questão.

Feminicídio: 4 mulheres são mortas por dia no Brasil — por que isso ainda acontece com tanta frequência?

Por Simone Machado

Mariele Bueno Pires, de 20 anos, foi achada morta em casa, em Ponta Grossa, no Paraná, em 23 de agosto. Em seu corpo seminu, havia ao menos vinte perfurações feitas com uma faca. Inicialmente, a Polícia Civil acreditava se tratar de um latrocínio – roubo seguido de morte –, mas as investigações apontaram para um feminicídio. O principal suspeito do crime era seu companheiro, um rapaz de 26 anos.  

Imagens de câmeras de segurança de outras casas registraram que ele esteve no local e saiu pouco antes de o crime ser descoberto por vizinhos. Ele ainda teria colocado fogo em parte do imóvel na tentativa de esconder o crime. O rapaz foi preso no dia seguinte e confessou o assassinato. A crueldade com que Mariele foi morta choca, mas não é uma situação isolada no Brasil.  

Em 18 de agosto, a médica Thallita da Cruz Fernandes, de 28 anos, foi assassinada com ao menos 30 facadas no apartamento onde morava em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e colocada em uma mala. Também foram câmeras de segurança que mostraram à polícia que o namorado de Thallita foi a única pessoa que saiu do imóvel no dia do crime. O rapaz foi preso no dia seguinte e confessou que matou a namorada. Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu depois que a médica tentou romper seu relacionamento de três anos.

Mariele, Thallita e outras centenas de mulheres são mortas todos os anos no país em crimes de feminicídio. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública apontam que, em 2022, uma mulher foi morta a cada seis horas no país. No total, foram 1.437 vítimas de feminicídio no ano passado, um aumento de 6,5% em relação aos 1.347 registrados em 2021. 

Esse alto índice de mulheres vítimas de feminicídio está relacionado a fatores como a crença de que as mulheres são subalternas aos homens e que suas vontades são menos relevantes, dizem especialistas ouvidos pela BBC News Brasil. Uma visão que faz com que mulheres sejam vistas por muitos homens como objetos de sua propriedade.  

“Ainda há muitos crimes devido à cultura machista e sexista que existe no país, que coloca o sexo feminino como um ser inferior, que não tem direito a ter suas próprias vontades e que está submissa à vontade do homem, devendo sempre fazer o que ele quer”, explica Deíse Camargo Maito, professora de Direito da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) que pesquisou sobre violência contra a mulher. 

[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqqg2ezpk3po
Assinale a alternativa que apresenta a divisão silábica correta de FEMINICÍDIO. 
Alternativas
Q4323230 Português
Leia o texto para responder a questão.

Feminicídio: 4 mulheres são mortas por dia no Brasil — por que isso ainda acontece com tanta frequência?

Por Simone Machado

Mariele Bueno Pires, de 20 anos, foi achada morta em casa, em Ponta Grossa, no Paraná, em 23 de agosto. Em seu corpo seminu, havia ao menos vinte perfurações feitas com uma faca. Inicialmente, a Polícia Civil acreditava se tratar de um latrocínio – roubo seguido de morte –, mas as investigações apontaram para um feminicídio. O principal suspeito do crime era seu companheiro, um rapaz de 26 anos.  

Imagens de câmeras de segurança de outras casas registraram que ele esteve no local e saiu pouco antes de o crime ser descoberto por vizinhos. Ele ainda teria colocado fogo em parte do imóvel na tentativa de esconder o crime. O rapaz foi preso no dia seguinte e confessou o assassinato. A crueldade com que Mariele foi morta choca, mas não é uma situação isolada no Brasil.  

Em 18 de agosto, a médica Thallita da Cruz Fernandes, de 28 anos, foi assassinada com ao menos 30 facadas no apartamento onde morava em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, e colocada em uma mala. Também foram câmeras de segurança que mostraram à polícia que o namorado de Thallita foi a única pessoa que saiu do imóvel no dia do crime. O rapaz foi preso no dia seguinte e confessou que matou a namorada. Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu depois que a médica tentou romper seu relacionamento de três anos.

Mariele, Thallita e outras centenas de mulheres são mortas todos os anos no país em crimes de feminicídio. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública apontam que, em 2022, uma mulher foi morta a cada seis horas no país. No total, foram 1.437 vítimas de feminicídio no ano passado, um aumento de 6,5% em relação aos 1.347 registrados em 2021. 

Esse alto índice de mulheres vítimas de feminicídio está relacionado a fatores como a crença de que as mulheres são subalternas aos homens e que suas vontades são menos relevantes, dizem especialistas ouvidos pela BBC News Brasil. Uma visão que faz com que mulheres sejam vistas por muitos homens como objetos de sua propriedade.  

“Ainda há muitos crimes devido à cultura machista e sexista que existe no país, que coloca o sexo feminino como um ser inferior, que não tem direito a ter suas próprias vontades e que está submissa à vontade do homem, devendo sempre fazer o que ele quer”, explica Deíse Camargo Maito, professora de Direito da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) que pesquisou sobre violência contra a mulher. 

[...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqqg2ezpk3po
MACHISTA é grafado com –ch, assim como
Alternativas
Q4322829 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma trissílaba.
Alternativas
Q4322827 Português
Assinale a alternativa que apresente COSTUREIRA separado por sílabas corretamente.
Alternativas
Q4322822 Português
Leia o texto para responder a questão.

De peças exclusivas caras a acusação de plágio: o ateliê de costura de Suzane von Richthofen
Acusada de ter mandado matar os pais, Manfred e Marísia, em 2002, Suzane von Richthofen voltou a ser notícia na mídia

Por Letícia Sena

    Acusada de ter mandado matar os pais, Manfred e Marísia, em 2002, Suzane von Richthofen, de 40 anos, tem voltado a ser notícia na mídia após a coluna True Crime, do jornalista e escritor Ullisses Campbell, no O Globo, trazer novas revelações sobre a vida pessoal dela.
    Segundo Campbell, Suzane está sendo acusada de enganar consumidores de sua loja, Su Entrelinhas. Isso porque, desde que engravidou do médico Felipe Zecchini Muniz, ela não confecciona mais os artesanatos da marca. O que antes era feito à mão por Suzane agora é confeccionado por uma equipe de três costureiras comandada por sua ex-cunhada, Josiely Olberg. A mudança, no entanto, não foi informada aos clientes, que compraram acreditando que as peças teriam sido manuseadas pela ex-detenta.
    “Me senti ludibriada duas vezes. Primeiro porque achava que a encomenda chegaria antes do Natal. Segundo porque ela não customizou a sandália, como havia dito. Mas resolvi apagar a queixa porque tenho medo da Suzane. Até porque ela tem o meu endereço, né?”, detalhou a consumidora, que fez uma reclamação nas redes sociais quando percebeu a enganação.
    [...]

Disponível em https://istoe.com.br/de-pecas-exclusivas-caras-a-acusacao-deplagio-o-atelie-de-costura-de-suzane-von-richthofen/  
Assinale a alternativa que apresenta um vocábulo separado por sílabas corretamente. 
Alternativas
Q4316360 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
No estudo de “Fonética” e “Fonologia”, temos características de ambas, estabelecendo as suas diferenças, entre elas, citamos o exemplo seguinte:

Letra e fonema são diferentes. Percebemos isso quando pensamos na letra x. Nas palavras seguintes, a letra x (escrita) tem diferentes fonemas (sons):

• em caixa, o x tem som de x /c/ /a/ /i/ /x/ /a/
• em texto, o x tem som de s /t/ /e/ /s/ /t/ /o/
• em fixo, o x tem som de cs /f/ /i/ /c/ /s/ /o/
(Fonética e Fonologia: o que elas estudam - Toda Matéria (todamateria.com.br))

Sobre “Fonética” e “Fonologia”, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – “Fonética” estuda os sons da fala em seus aspectos físicos, acústicos e fisiológicos, enquanto a fonologia estuda os padrões de som em linguagens específicas.
II – “Fonologia” interpreta e organiza os sons que podem diferenciar significados, chamados de fonemas.
III – Como exemplo, citamos: na pronúncia da palavra “dieta” a fonética irá analisar como as consoantes /d/ e /i/ são articuladas: /dj/. Já a fonologia irá analisar como esses sons se organizam em uma sílaba: /dɪtɐ/.
IV – Na escrita, as palavras são formadas por letras, enquanto na fala, as palavras são formadas por fonemas (unidades mínimas significativas de uma palavra numa língua).
Alternativas
Q4316358 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – Os termos trissílabos: “números”; “título”; “séculos” são proparoxítonos.
II – Todas as palavras: “e”; “que”; “mas” são invariáveis em gênero e em número.
III – O TIL das palavras: “realizações”; : “não” e : “manifestações” serve apenas para marcar a tonicidade, porque elas são oxítonas com ditongo decrescentes.
IV – Entre os termos do trecho: “. Pressuposição¹ segundo² a qual a escrita seria³ essencialmente um produto derivado da língua” – numeramos na ordem crescente (1; 2; 3), identificamos: um substantivo escrito com encontro consonantal, dígrafo e encontro vocálico; um termo trissílabo usado no sentido de conformidade; um verbo conjugado no futuro do pretérito do modo indicativo.
Alternativas
Q4316354 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Após análise, marque a alternativa com a série correta.

I – A expressão “tal como” do trecho: “O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo” – enuncia ideia de comparação.,
II – No trecho: “uma multiplicidade de episódios ou realizações” – temos, respectivamente: preposição essencial imposta pela regência nominal; conjunção coordenativa; termo polissílabo oxítono com ditongo nasal, sem acento gráfico que justifique a tonicidade, porque til não é acento.
III – No trecho: “No que diz respeito à escrita” – temos, respectivamente: um verbo irregular conjugado no presente do modo indicativo; uma palavra com ditongo e uma com encontro consonantal.
IV – No trecho: “nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato” – temos, respectivamente: um pronome em posição de próclise; uma conjunção subordinativa com ideia condicional; uma contração prepositiva imposta pela regência nominal.
Alternativas
Q4316351 Português
ESCREVER: AVENTURAS E DESVENTURAS


(1º§) O termo “aventuras”, no plural, tal como ele aparece no título deste artigo, evoca ao mesmo tempo uma multiplicidade de episódios ou realizações e seu caráter inesperado, surpreendente. No que diz respeito à escrita, a diversidade dos contextos de seu surgimento, como a de suas manifestações, legitima amplamente essa designação.

(2º§) Mas, além do número e da variedade dos sistemas de escrita conhecidos até agora, e tendo em vista o interesse fascinado das sociedades ocidentais pelos espetaculares avanços culturais que lhes são atribuídos (transmissão de conhecimentos, aceleração do progresso, dos conhecimentos, administração de grupos humanos, gestão econômica, etc.), o aparecimento da escrita, pela primeira vez no mundo, na Mesopotâmia, no final do quarto milênio a.C., foi e continua sendo percebido como uma verdadeira revolução.

(3º§) O que não deixou de ser entendido como um salto qualitativo da civilização, tanto mais espetacular quanto imprevisível. Tal é a nossa percepção ocidental, repetida e reforçada ao longo dos séculos, desde a antiguidade grega, mas que, contudo, não é universal. O Extremo Oriente, por exemplo, tem uma concepção completamente diferente de escrita.

(4º§) O exame cuidadoso dos fatos, assim como a abundante literatura que eles suscitaram, nos convidam a perguntar se a verdadeira aventura da escrita não foi, de fato, a desventura que constitui essa historiografia, agora milenar, que a assumiu e que até o momento não cessou de produzir uma sequência quase que ininterrupta de estudos, análises, discursos ou narrativas, mitos e histórias para descrever sua origem.

(5º§) Objetivo duplamente problemático: em si, – retornaremos a este ponto –, e em sua orientação em direção a um objeto que não pode ser descoberto, mas sim a um pressuposto que ela busca legitimar. Pressuposição segundo a qual a escrita seria essencialmente um produto derivado da língua.

(6º§) Após relembrar as linhas de força que estruturam essa abundante literatura, tentaremos empregar estratagemas que, apesar de tudo, permitem uma saída dessa desventura. Subterfúgios representados pelos trabalhos de Leroi-Gourhan, Derrida e A. M. Christin, bem como pelos recentes avanços da neurofisiologia, sobretudo aqueles apresentados por G. Rizzolatti. Mas, de início, é imperativo que façamos uma nota sobre as definições mais comuns de escrita e os muitos estudos especializados nos quais elas se apoiam.

(7º§) Desventuras assume sentido polissêmico, conotativo, com possibilidades de entender a constituição de “desventuras” quando se escreve algo desagradável e que, muitas vezes, pode ser comprometedor. Mas, como todos sabemos, o entendimento é contextual e individual, logo, polissêmico.

(8º§) Nessa dimensão discursiva, pense na importância do conteúdo ora em análise. Reflita sobre as aventuras e as desventuras proporcionadas pela ESCRITA. (...)

(Aventuras e desventuras da escrita. A propósito da interpretação do nascimento da escrita na Mesopotâmia | Cadernos do LEPAARQ (UFPEL)) – (Acesso em 10.11.2023) – (Adaptado)
Marque o que não se comprova na frase que dá título ao texto. 
Alternativas
Q4316276 Português
CONCERTO NA LAGOA

Dó, ré, mi, fá, sol, lá, si,
Solfeja o sapo na lagoa,
Corre, corre gente boa
Hoje tem concerto aqui.


Tem rã coaxando em fá bemol,
Crocodilo bramindo em ré, dó, mi,
Cobra sibilando em lá, mi, sol,
Gazeia a garça em fá, lá, si.


Vem que já começa o tié
A cantar num fôlego só
Canção de amor em dó, mi, ré,
Responde sua amada em mi, ré, dó.


Na lagoa deslizando
Grasna o pato em ré, mi, fá,
Embaixo d’água nadando
Ronca o peixe em sol, dó, lá.


Vem chegando o gafanhoto
A ziziar em ré, fá, mi,
Num balançado maroto
Desafia a cigarra em lá, sol, si.


Canta sabiá lá no seu canto
Uma canção em sol maior,
Enquanto uirapuru ensaia o canto
Na escala lá menor.


Canto vai, canto vem,
Passam as horas lentamente
E o concerto finalmente
Termina ao som dos grilos


Cantando uma canção de ninar
Para os que vivem na lagoa.
É verdade, meninada boa,
Todos vão dormir e sonhar.


(Maria Hilda de J. Alão. Escritora e Poetisa. Autora de Poesias infantis).

(https://www.recantodasletras.com.br/infantil/7842270)
Marque a alternativa com a série de palavras classificadas quanto à acentuação, respectivamente, assim: oxítona, paroxítona, proparoxítona.
Alternativas
Q4316275 Português
CONCERTO NA LAGOA

Dó, ré, mi, fá, sol, lá, si,
Solfeja o sapo na lagoa,
Corre, corre gente boa
Hoje tem concerto aqui.


Tem rã coaxando em fá bemol,
Crocodilo bramindo em ré, dó, mi,
Cobra sibilando em lá, mi, sol,
Gazeia a garça em fá, lá, si.


Vem que já começa o tié
A cantar num fôlego só
Canção de amor em dó, mi, ré,
Responde sua amada em mi, ré, dó.


Na lagoa deslizando
Grasna o pato em ré, mi, fá,
Embaixo d’água nadando
Ronca o peixe em sol, dó, lá.


Vem chegando o gafanhoto
A ziziar em ré, fá, mi,
Num balançado maroto
Desafia a cigarra em lá, sol, si.


Canta sabiá lá no seu canto
Uma canção em sol maior,
Enquanto uirapuru ensaia o canto
Na escala lá menor.


Canto vai, canto vem,
Passam as horas lentamente
E o concerto finalmente
Termina ao som dos grilos


Cantando uma canção de ninar
Para os que vivem na lagoa.
É verdade, meninada boa,
Todos vão dormir e sonhar.


(Maria Hilda de J. Alão. Escritora e Poetisa. Autora de Poesias infantis).

(https://www.recantodasletras.com.br/infantil/7842270)
Marque a alternativa com palavras escritas com ditongo. 
Alternativas
Q4316274 Português
CONCERTO NA LAGOA

Dó, ré, mi, fá, sol, lá, si,
Solfeja o sapo na lagoa,
Corre, corre gente boa
Hoje tem concerto aqui.


Tem rã coaxando em fá bemol,
Crocodilo bramindo em ré, dó, mi,
Cobra sibilando em lá, mi, sol,
Gazeia a garça em fá, lá, si.


Vem que já começa o tié
A cantar num fôlego só
Canção de amor em dó, mi, ré,
Responde sua amada em mi, ré, dó.


Na lagoa deslizando
Grasna o pato em ré, mi, fá,
Embaixo d’água nadando
Ronca o peixe em sol, dó, lá.


Vem chegando o gafanhoto
A ziziar em ré, fá, mi,
Num balançado maroto
Desafia a cigarra em lá, sol, si.


Canta sabiá lá no seu canto
Uma canção em sol maior,
Enquanto uirapuru ensaia o canto
Na escala lá menor.


Canto vai, canto vem,
Passam as horas lentamente
E o concerto finalmente
Termina ao som dos grilos


Cantando uma canção de ninar
Para os que vivem na lagoa.
É verdade, meninada boa,
Todos vão dormir e sonhar.


(Maria Hilda de J. Alão. Escritora e Poetisa. Autora de Poesias infantis).

(https://www.recantodasletras.com.br/infantil/7842270)
Marque a alternativa com palavras escritas com encontro consonantal.
Alternativas
Q4316273 Português
CONCERTO NA LAGOA

Dó, ré, mi, fá, sol, lá, si,
Solfeja o sapo na lagoa,
Corre, corre gente boa
Hoje tem concerto aqui.


Tem rã coaxando em fá bemol,
Crocodilo bramindo em ré, dó, mi,
Cobra sibilando em lá, mi, sol,
Gazeia a garça em fá, lá, si.


Vem que já começa o tié
A cantar num fôlego só
Canção de amor em dó, mi, ré,
Responde sua amada em mi, ré, dó.


Na lagoa deslizando
Grasna o pato em ré, mi, fá,
Embaixo d’água nadando
Ronca o peixe em sol, dó, lá.


Vem chegando o gafanhoto
A ziziar em ré, fá, mi,
Num balançado maroto
Desafia a cigarra em lá, sol, si.


Canta sabiá lá no seu canto
Uma canção em sol maior,
Enquanto uirapuru ensaia o canto
Na escala lá menor.


Canto vai, canto vem,
Passam as horas lentamente
E o concerto finalmente
Termina ao som dos grilos


Cantando uma canção de ninar
Para os que vivem na lagoa.
É verdade, meninada boa,
Todos vão dormir e sonhar.


(Maria Hilda de J. Alão. Escritora e Poetisa. Autora de Poesias infantis).

(https://www.recantodasletras.com.br/infantil/7842270)
Marque a alternativa com palavras escritas com dígrafo.
Alternativas
Respostas
1801: A
1802: A
1803: C
1804: D
1805: C
1806: A
1807: D
1808: A
1809: A
1810: B
1811: B
1812: A
1813: D
1814: B
1815: E
1816: D
1817: A
1818: C
1819: D
1820: B