Questões de Concurso Sobre fonologia em português

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Q3376541 Português
Texto 1

Ou grego?

Sérgio Rodrigues






RODRIGUES, Sérgio. Ou grego?: In:______. A vida futura. São Paulo: Companhia das Letras, 2022. p. 69. Fragmento.
Meu amigo Joca, de quem amargo doída saudade, um dia chamou-me grego. Eu acabara de abotoar o derradeiro paletó, e ele não gostou de ver um dos necrológios, aliás escrito por outro amigo, me dizer mulato. Mulato, não, reagiu de pronto: “Grego!”. (Linhas 1-3) 

É correto afirmar que, nesse trecho,
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Q3375358 Português

Internet: <www.institutodoceara.org.br> (com adaptações). 

Com relação aos aspectos linguísticos e gramaticais do texto, julgue o item seguinte.


No quarto parágrafo, a separação gráfica da palavra “aninham” pode ser feita da seguinte forma: a‑ni‑nham.

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Q3373128 Português
Soluções locais para um cultivo sustentável

         Embora a empresa Iyris esteja de olho no mercado global – tendo arrecadado US$ 16 milhões (aproximadamente R$ 91,1 milhões) em uma rodada de financiamento série A no início deste ano – a tecnologia SecondSky também está ajudando a redefinir o que é possível na agricultura dentro do próprio país.
         Na Arábia Saudita, a Iniciativa Nacional de Produção de Alimentos, uma parceria entre Iyris e a desenvolvedora de turismo regenerativo Red Sea Global, criou uma fazenda de 0,75 hectare em um terreno improdutivo em Bada, no noroeste do país. A região é um deserto subtropical, onde as temperaturas no verão chegam a quase 40°C.
         O projeto, anunciado em outubro, está integrando várias soluções agrícolas locais, incluindo o SecondSky, para cultivar tomates, pepinos, pimentões e ervas, que serão fornecidos aos resorts da Red Sea Global.
         “Estamos comprovando esses resultados incrivelmente inovadores no ambiente mais hostil do mundo”, disse John Keppler.
         A fazenda em Bada já despertou o interesse de uma cooperativa local, que está explorando a possibilidade de replicar o modelo, acrescentou ele.

Fonte: CNN. Adaptado.
Assinalar a alternativa que apresenta uma palavra dissílaba. 
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Ano: 2025 Banca: IESES Órgão: CRC-SC Prova: IESES - 2025 - CRC-SC - Fiscal |
Q3371702 Português
Responda à questão com base no seguinte texto:


Por que as palavras de origem árabe começam com “al”? 


Almanaque, alfândega, almofada, alface, algema, algodão, alfaiate. Enorme foi a contribuição dos árabes para o vocabulário português e espanhol durante sua permanência de sete séculos na Península Ibérica. O detalhe curioso é que esse “al” fixado no início das palavras era, na verdade, o artigo definido da língua árabe. “Alquimia”, por exemplo, quer dizer “a química”. Na língua de origem, o “al” acompanha todo e qualquer substantivo, não importa se masculino ou feminino, singular ou plural. Além disso, vem sempre colado à palavra a que se refere. Outro fato marcante é que esse artigo aparece também em palavras da língua portuguesa que não começam com al. Isso porque sua segunda letra, o “l”, pode ser alterada para que seu som se harmonize com a consoante a seguir. Tudo isso reforça, para quem ouve, a ideia de que o artigo faz parte da palavra. E nós acabamos assimilando isso e juntando com os nossos artigos. Por isso ninguém fala “o godão” ou “a zeitona”. Da mesma forma, por isso o livro sagrado do Islã pode ser chamado de “Alcorão” ou “Corão”. 


(Adaptado de: https://jornalnota.com.br/2024/10/08/por-que-aspalavras-de-origem-arabe-comecam-com-al/). 
De acordo com as informações do texto, por que o elemento “al” pode assumir formas diferentes antes de certas consoantes?  
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Q3369593 Português
Leia o texto a seguir e responda à questão.

Quem foi Frida Kahlo e __________ ela é tão famosa?

A artista mexicana começou a pintar após um acidente de ônibus e se tornou uma figura emblemática em todo o mundo.

Magdalena del Carmen Frida Kahlo Calderón nasceu na Cidade do México em 6 de julho de 1907 e se destacou na história por suas obras de arte e sua personalidade intransigente e cores vibrantes.

A vida da artista foi marcada pela dor física. Em 1913, ela contraiu poliomielite e, em 1925, sofre um acidente grave de ônibus. Esse acidente foi decisivo para sua carreira. Um bonde colidiu com o ônibus em que ela estava e, como resultado do impacto, ela teve a pelve perfurada e sofreu várias fraturas: coluna vertebral, clavícula, várias costelas e uma perna. Consequentemente ela ficou incapacitada de fazer muitos movimentos e teve que permanecer imóvel em sua cama para se recuperar. Esse período de repouso a inspirou a pintar: usando um espelho, ela começou a fazer autorretratos.

De acordo com a Secretaria de Educação Pública do México, Kahlo lutou, por meio de seu trabalho e vida cotidiana, para resgatar as raízes da arte popular mexicana. Ela faleceu em 13 de julho de 1954, aos 47 anos, e seu corpo foi velado no Palácio de Belas Artes mexicano.

De acordo com um artigo da Secretaria de Cultura do México, a artista “se tornou uma figura midiática e um emblema reivindicado por diversos movimentos sociais – como o da diversidade sexual, o feminismo e o das pessoas com deficiência – não apenas por seu trabalho artístico, mas também por sua vida intensa, obra e defesa de seus ideais”.

(Disponível em: https://www.nationalgeographicbrasil.com/historia/2023/05/quem-foi-frida-kahlo-e-por-que-ela-e-tao-famosa. Acesso em: 15 jan. 2025)
No texto, há um exemplo de encontro consonantal na palavra:
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Q3369556 Português
Assinale a alternativa que apresenta correta separação silábica:
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Q3369550 Português
Não nascemos sabendo


Mario Sergio Cortella


Nós, humanos e humanas, somos portadores de um “defeito” natural que acaba por se tornar nossa maior vantagem: não nascemos sabendo!

Por isso, do nascimento ao final da existência individual, aprendemos (e ensinamos) sem parar; o que caracteriza um ser humano é a capacidade de inventar, criar, inovar e isso é resultado do fato de não nascermos já prontos e acabados. Aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.

Aqueles entre nós que imaginarem que nada mais precisam aprender ou, pior ainda, não têm mais idade para aprender, estão-se enclausurando dentro de um limite que desumaniza e, ao mesmo tempo, torna frágil a principal habilidade humana: a audácia de escapar daquilo que parece não ter saída. 

A educação é vigorosa quando dá sentido grupal às ações individuais, isto é, quando se coloca a serviço das finalidades e intenções de um grupo ou uma sociedade; uma educação que sirva apenas ao âmbito individual perde impulso na estruturação da vida coletiva, pois, afinal de contas, ser humano é ser junto, e aquilo que aprendemos e ensinamos tem de ter como meta principal tornar a comunidade na qual vivemos mais apta e fortalecida. [...]

Quem não estiver aberto a mudanças e comprometido com questões de novos aprendizados estará fadado ao insucesso profissional e pessoal. Vale sempre lembrar a frase do fictício detetive chinês Charlie Chan: “Mente humana é como paraquedas; funciona melhor aberta”

[...].


Fonte: http://www.abrhba.com.br/artigos/naonascemossabendo.htm. 
Assinale a alternativa em que há um encontro consonantal:
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Q3369488 Português

Observe as palavras abaixo e, considerando os conceitos de fonema e letra na fonologia da Língua Portuguesa, assinale a alternativa correta sobre a relação entre eles:



I - "táxi"


II - "hoje"


III - "guerra"


IV - "fixo"

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Q3369246 Português
A raposa e a cegonha


        Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu sopa num prato raso. Claro que a raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre cegonha, com seu bico comprido, mal pôde tomar uma gota. O resultado foi que a cegonha voltou para casa morrendo de fome. A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava do gosto da cegonha, mas a cegonha não disse nada. Quando foi embora, agradeceu muito a gentileza da raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.


       Assim que chegou, a raposa como ganhar dinheiro extra se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a cegonha podia beber sem o menor problema. A raposa, amoladíssima, só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra. Ela aprendeu muito bem a lição. Enquanto ia andando para casa, faminta, pensava: “Não posso reclamar da cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro.”


MORAL DA HISTÓRIA: trate os outros tal como deseja ser tratado.


(https://www.revistaprosaversoearte.com/a-raposa-e-acegonha-uma-extraordinaria-fabula-de-esopo/)

Assinale a alternativa que apresenta a separação silábica correta da palavra em destaque:



“Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar.” 

Alternativas
Q3369244 Português
A raposa e a cegonha


        Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu sopa num prato raso. Claro que a raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre cegonha, com seu bico comprido, mal pôde tomar uma gota. O resultado foi que a cegonha voltou para casa morrendo de fome. A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava do gosto da cegonha, mas a cegonha não disse nada. Quando foi embora, agradeceu muito a gentileza da raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.


       Assim que chegou, a raposa como ganhar dinheiro extra se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a cegonha podia beber sem o menor problema. A raposa, amoladíssima, só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra. Ela aprendeu muito bem a lição. Enquanto ia andando para casa, faminta, pensava: “Não posso reclamar da cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro.”


MORAL DA HISTÓRIA: trate os outros tal como deseja ser tratado.


(https://www.revistaprosaversoearte.com/a-raposa-e-acegonha-uma-extraordinaria-fabula-de-esopo/)

Analise:


“Querendo pregar uma peça na outra, serviu sopa num prato raso.”



Na palavra destacada, há a presença de um: 

Alternativas
Q3369241 Português
A raposa e a cegonha


        Um dia a raposa convidou a cegonha para jantar. Querendo pregar uma peça na outra, serviu sopa num prato raso. Claro que a raposa tomou toda a sua sopa sem o menor problema, mas a pobre cegonha, com seu bico comprido, mal pôde tomar uma gota. O resultado foi que a cegonha voltou para casa morrendo de fome. A raposa fingiu que estava preocupada, perguntou se a sopa não estava do gosto da cegonha, mas a cegonha não disse nada. Quando foi embora, agradeceu muito a gentileza da raposa e disse que fazia questão de retribuir o jantar no dia seguinte.


       Assim que chegou, a raposa como ganhar dinheiro extra se sentou lambendo os beiços de fome, curiosa para ver as delícias que a outra ia servir. O jantar veio para a mesa numa jarra alta, de gargalo estreito, onde a cegonha podia beber sem o menor problema. A raposa, amoladíssima, só teve uma saída: lamber as gotinhas de sopa que escorriam pelo lado de fora da jarra. Ela aprendeu muito bem a lição. Enquanto ia andando para casa, faminta, pensava: “Não posso reclamar da cegonha. Ela me tratou mal, mas fui grosseira com ela primeiro.”


MORAL DA HISTÓRIA: trate os outros tal como deseja ser tratado.


(https://www.revistaprosaversoearte.com/a-raposa-e-acegonha-uma-extraordinaria-fabula-de-esopo/)

Analise a citação:


 “Ela aprendeu muito bem a lição.”

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Q3369075 Português
Assinale a palavra que contém um hiato. Marque a alternativa correta.
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Q3369071 Português
O texto a seguir deve ser utilizado para responder a questão.

    O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo. O que aqui está é, mal comparando, semelhante à pintura que se põe na barba e nos cabelos, e que apenas conserva o hábito externo, como se diz nas autópsias; o interno não aguenta tinta. Uma certidão que me desse vinte anos de idade poderia enganar os estranhos, como todos os documentos falsos, mas não a mim. Os amigos que me restam são de data recente; todos os antigos foram estudar a geologia dos campos-santos. Quanto às amigas, algumas datam de quinze anos, outras de menos, e quase todas crêem na mocidade. Duas ou três fariam crer nela aos outros, mas a língua que falam obriga muita vez a consultar os dicionários, e tal frequência é cansativa.
    Entretanto, vida diferente não quer dizer vida pior; é outra coisa. A certos respeitos, aquela vida antiga aparece-me despida de muitos encantos que lhe achei; mas é também exato que perdeu muito espinho que a fez molesta, e, de memória, conservo alguma recordação doce e feiticeira. Em verdade, pouco apareço e menos falo. Distrações raras. O mais do tempo é gasto em hortar, jardinar e ler; como bem e não durmo mal.
(Machado de Assis. Dom Casmurro, 1899.)
Assinale a alternativa em que há um dígrafo consonantal, presente também em uma palavra do trecho “...e que apenas conserva o hábito externo...” Assinale a alternativa com dígrafo da mesma natureza.
Alternativas
Q3366906 Português

Observe as palavras abaixo:


Chuva - Loucura - Coração - Primavera


Qual delas possui um dígrafo? 

Alternativas
Q3366755 Português

Leia o texto abaixo e responda à questão.


A lenda do Pirarucu, o peixe que um dia foi guerreiro Uiá


    Diz a lenda que Pirarucu era um jovem e bravo guerreiro da tribo dos Uiá que, mesmo sendo filho do chefe Pindarô, um homem bom e generoso, Pirarucu nasceu e se criou com um coração muito perverso.

    Segundo o que se conta, Pirarucu não tinha jeito: vivia criticando os deuses e, quando seu pai descuidava, executava seus próprios irmãos de aldeia por razão nenhuma.

    Cansado dos desatinos de Pirarucu, Tupã um dia convocou os poderes de Polo, o relâmpago, e de Iururaruaçu, a deusa das correntes, para puni-lo. Foi então que Pirarucu foi a maior de todas as tempestades, quando pescava às margens do Rio Tocantins.

    Pirarucu bem que tentou escapar, mas um relâmpago fulminante o atingido no peito, e seu corpo, ainda vivo, foi levado para as profundezas do rio, onde se transformou no peixe que conhecemos hoje. 


Marque uma alternativa cuja divisão silábica da palavra “relâmpago” está correta. 
Alternativas
Q3366550 Português
Qual das palavras a seguir apresenta um dígrafo consonantal? Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3364401 Português
          Foi por volta do ano de 355 que nasceu Hipátia, em Alexandria, no Egito. Filha de Theon, que era matemático, filósofo, astrônomo e um dos últimos diretores do Museu de Alexandria, ela decidiu seguir os caminhos do pai em busca do conhecimento. (1) Mas isso lhe custou a vida: foi assassinada por defender o racionalismo científico grego (a do raciocínio como lógica de pensamento). Hoje, Hipátia é considerada a primeira mulher matemática da qual a humanidade tem registros.
          Ela frequentou a Academia de Alexandria e, influenciada pelo pai, estudou astronomia, religião, poesia, artes (2) e ciências exatas. Mais tarde, foi aluna de uma escola neoplatônica em Atenas, na Grécia, na qual as doutrinas seguiam aspectos espirituais e cosmológicos do pensamento de Platão, um dos responsáveis pelo desenvolvimento da filosofia ocidental. Atuando na matemática, Hipátia desenvolveu estudos sobre a aritmética de Diofanto de Alexandria, considerado o pai da álgebra. Segundo estudiosos, Hipátia pretendia unificar as ideias de Diofanto com o neoplatonismo.
          Hipátia ainda desenvolveu trabalhos de ciências exatas e medicina. Quando retornou ao Egito, tornou-se professora de matemática e filosofia. Com seu pai, Theon, lançou comentários sobre os Elementos de Euclides – que são 13 livros sobre geometria, álgebra e aritmética, escritos pelo matemático grego Euclides. Por defender o racionalismo científico, a matemática foi acusada de blasfêmia e sentimentos anticristãos. Ela, (3) no entanto, nunca declarou ser contra o cristianismo. Na verdade, Hipátia dava aulas para pessoas de diversas crenças religiosas.
          Uma emboscada tirou a sua vida. Há diferentes versões que contam seu assassinato; a mais aceita é a do historiador inglês Edward Gibbon na obra O Declínio e a Queda do Império Romano (1776-1778). Ele narra que, em uma manhã da Quaresma em 415, Hipátia foi atacada na rua. Ela estava voltando para casa em uma carruagem e pessoas lhe arrancaram as roupas e a apedrejaram. Depois, o resto de seu corpo foi queimado.

Fonte: Revista Galileu. Adaptado. 
Considerar o número de fonemas das palavras abaixo e analisar os itens.

I. Chaveiro: 7 fonemas.
II. Carro: 3 fonemas.
III. Humor: 4 fonemas.

Está CORRETO o que se afirma: 
Alternativas
Q3361380 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres."
A palavra 'passarelas' foi grafada corretamente com o dígrafo 'ss'. Analise os vocábulos a seguir e identifique aquele em que o dígrafo foi empregado de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3361376 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar."
Em relação à divisão silábica das palavras retiradas do trecho, identifique a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q3361373 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Os bichos pedem passagem


Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias. Para ir à escola, à padaria, visitar a família, os amigos... E esse deslocamento não é algo específico dos humanos não! Outros animais também levam a vida indo e vindo. Alguns andam, saltam ou se arrastam pelo chão, enquanto outros, os chamados arborícolas, vivem praticamente no ponto mais alto da floresta e se deslocam pelas copas das árvores, seja para buscar abrigo, alimento ou companhia para namorar. Entre estes animais estão os macacos, as preguiças, os ouriços, as serpentes e as pererecas.

Agora, vamos pensar um pouco. Nós, humanos, para organizar o nosso deslocamento, precisamos de ruas, avenidas e estradas. Só que, quando construímos essas vias para carros, ônibus e outros meios de transporte, dividimos o ambiente em pedaços. E, para conseguirmos ir de uma parte a outra, precisamos de alguns elementos de conexão, como passarelas e faixas de pedestres. Mas... e os bichos, como ficam?

Quando estradas e avenidas cortam florestas, a fauna também fica isolada, sem ter como ir de uma parte para a outra. No caso específico dos animais arborícolas, que se deslocam de galho em galho, o que será que pode ser feito para que sigam trilhando seu caminho?

Passarela dos bichos

Engenheiros e pesquisadores resolveram se unir para enfrentar esse desafio. O propósito era criar estratégias que resultassem na travessia segura para os animais, mantendo a conexão das árvores da floresta entre os dois lados de uma estrada. Inspirados em passarelas para pedestres cruzarem grandes avenidas e rodovias, veio a ideia de construir algo similar para outros animais.

É claro que para atrair os bichos a utilizarem suas próprias passarelas foi preciso tentar imitar o local onde vivem, como os galhos das árvores. Daí surgiram estruturas atraentes, usando diferentes materiais, como cabos de aço, corda, troncos de madeira e metais, para construir desde pequenas pontes até grandes viadutos com vegetação para os bichos se deslocarem em segurança por cima das estradas.

Podemos chamar essas ideias de soluções baseadas na natureza, porque elas realmente tentam imitar os processos naturais e a forma como a natureza estava naquele lugar. Mas há um nome específico para essas estruturas que permitem aos animais essa travessia segura: passagens aéreas (ou superiores) de fauna − pelo fato de cruzarem por cima da estrada.

Mas também existem passagens de fauna para animais que não têm a habilidade de escalar e se pendurar nos galhos, como cachorros-do-mato, capivaras, antas e tatus. Nesse caso, chamamos de passagens de fauna subterrâneas (ou inferiores), porque estão localizadas embaixo da estrada.


(https://chc.org.br/artigo/os-bichos-pedem-passagem/)
"Todos nós precisamos nos movimentar todos os dias."
Em relação ao tipo de sílabas da palavra 'precisamos', é correto afirmar, EXCETO:
Alternativas
Respostas
1561: A
1562: C
1563: B
1564: D
1565: D
1566: A
1567: C
1568: C
1569: D
1570: A
1571: A
1572: C
1573: B
1574: D
1575: B
1576: B
1577: C
1578: D
1579: D
1580: C