Questões de Concurso Comentadas sobre fonologia em português

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Q3609014 Português
Considere as afirmativas relacionadas a classificação dos fonemas, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
(__)O "K" é um fonema surdo, enquanto o "C" é seu par sonoro.
(__)O "F" é um fonema surdo, enquanto o "V" é seu par sonoro.
(__)O "S" é um fonema surdo, enquanto o "Ç" é seu par sonoro.
Assinale a alternativa com a sequência correta: 
Alternativas
Q3608863 Português
No contexto de "consciência fonológica e fonêmica", qual das alternativas abaixo representa a definição correta? 
Alternativas
Q3608857 Português
No contexto de princípio alfabético, qual das alternativas abaixo está correta?
Alternativas
Q3606225 Português

Considere as afirmativas relacionadas ao processo de alfabetização, apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:


( )As relações entre a variedade de língua oral falada e a língua escrita (perspectiva sociolinguística) ocorre quando a criança relaciona as letras não com os fonemas, mas com os fones e alofones de sua variedade linguística (entidades concretas da fala.


( )As relações fono-ortográficas do português do Brasil são complexas, haja vista que nem sempre existe regularidade entre a representação do fonema e do grafema. Grande parte da evolução da ortografia brasileira é definida por aspectos históricos, e apenas a memória assegura seu uso correto.


( )A relação que trata da estrutura da sílaba no Brasil (perspectiva fonológica) indica que as sílabas não deveriam ser apresentadas como grupos de fonemas pronunciados em uma só emissão de voz.


Assinale a alternativa com a sequência correta: 

Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605911 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa na qual as duas palavras sejam paroxítonas:
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605910 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa cuja palavra apresente mais de cinco sílabas: 
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605909 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa cuja letra g da palavra não represente o mesmo fonema representado pela letra g na palavra digital
Alternativas
Ano: 2023 Banca: FAU Órgão: Prefeitura de Dois Vizinhos - PR Provas: FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Analista de Sistemas | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Assistente Social | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Auditor Fiscal | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Bibliotecário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Cirurgião Dentista - Endodontia | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Educador Artístico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Enfermeiro | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Agrônomo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Engenheiro Ambiental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Farmacêutico | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Cirurgião Geral | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Clínico Geral Generalista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Dermatologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Endocrinologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Geriatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ginecologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Neurologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Ortopedista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Pediatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Psiquiatra | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Urologista | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Médico Veterinário | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Nutricionista 20h/40h | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Educação Física | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Ensino Fundamental | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Professor de Língua Inglesa | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Psicólogo | FAU - 2023 - Prefeitura de Dois Vizinhos - PR - Terapeuta Ocupacional |
Q3605908 Português
Felino selvagem raro é visto em reserva da Mata Atlântica no Paraná


   Um felino selvagem, negro e raro é registrado em reserva protegida na Mata Atlântica por meio de câmeras, realizado em espaço conservado no Paraná, que captou em vídeo a imagem da mãe, com coloração inteiramente negra, e seu filhote com a coloração comum da espécie – o gato-do-mato-pequeno (Leopardus guttulus) – considerada em risco de extinção.

   A peculiaridade do registro se dá pela coloração da fêmea. Embora o melanismo – que é uma condição genética em que um indivíduo produz quantidade excessiva de melanina, resultando em uma coloração escura da pele – seja relativamente comum na natureza, o fenômeno é pouco observado entre a espécie. Estudos sugerem que a característica pode oferecer vantagens para felinos selvagens, como camuflagem e regulação da temperatura corporal.

   O flagrante foi feito na Reserva Natural Salto Morato, área de Mata Atlântica em Guaraqueçaba (PR) mantida pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, por pesquisadores do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, também apoiado pela mesma fundação em parceria com o WWF-Brasil.

   A espécie gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de extinção do Ministério do Meio Ambiente e da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), classificado como vulnerável.

   A captura das imagens foi feita no ano passado, por meio de armadilhas fotográficas, equipamentos que possuem câmera digital embutida com sensores de temperatura e movimento, permitindo o registro sem que haja contato com o animal. Como as câmeras são instaladas em mata fechada, o processo para conseguir verificar e analisar todas as imagens é demorado, por isso só foram divulgadas hoje (29).

  O gato-do-mato-pequeno é um dos menores gatos selvagens das Américas e o menor felídeo (mamífero carnívoro) do Brasil, com aparência similar aos gatos domésticos. Pesa entre 1,8 e 3,5 kg, e seu corpo mede de 36 a 54 cm, com cauda entre 22 e 35 cm. A cor da sua pele varia de amarelo-claro ao castanho, com manchas escuras. A espécie se alimenta principalmente de mamíferos pequenos, como roedores, além de aves, lagartos, répteis, anfíbios e insetos. O felino tem hábitos diurnos e noturnos e costuma ser solitária. O gato-do-mato-pequeno está nas listas oficiais de espécies ameaçadas de  extinção do Ministério do Meio Ambiente, classificado como vulnerável.

   “Para proteger a espécie é preciso um trabalho forte de criação de unidade de conservação, principalmente em áreas do interior e em paisagem fragmentada. A recuperação e a manutenção de APPs e reserva legal são importantes também, além de impedir que esses animais sejam atropelados, com mecanismos para redução desses atropelamentos nas estradas”, ressalta o coordenador do Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, Roberto Fusco, também membro da Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN). Outras ações, ele completa, é trabalhar com a coexistência humano-fauna, em conjunto com propriedades rurais. “Para tentar manejar os animais domésticos, que são predados por esses felinos, e impedir que o próprio proprietário faça a retaliação. Outra questão também é impedir que esses animais domésticos, principalmente cães e gatos, adentrem nesses fragmentos de floresta que ainda existem.”

   A destruição das florestas e a fragmentação de seu habitat são as principais ameaças, e ele também pode ser afetado pelo contato com outras espécies que transmitem doenças. “Através contato com animais exóticos, ou cães e gatos domésticos. Há também alto índice de mortalidade por atropelamento e também por caça ou abate por esses animais invadirem propriedades rurais para atacar animais domésticos, como galinhas, por exemplo”, explica Fusco.

   Encontrada no Cerrado e, principalmente na Mata Atlântica, a estimativa é de que essa espécie, ainda pouco estudada, tenha uma densidade que varia de um a cinco indivíduos a cada cem quilômetros quadrados. É encontrado nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil, além do Paraguai e no nordeste da Argentina. “O que sabemos é que é uma espécie com uma densidade relativamente baixa, e existe existem muito pouca informação sobre estimativa populacional dessas séries”, informa Fusco.

  A Reserva Natural Salto Morato faz parte da Rede de Monitoramento, iniciativa coordenada pelo Programa Grandes Mamíferos da Serra do Mar, como uma proposta de ação multiinstitucional e colaborativa que permite a realização do maior monitoramento de grandes mamíferos em larga escala na Mata Atlântica.

   As ações da Rede de Monitoramento abrangem uma área de mais de 17 mil quilômetros quadrados de floresta contínua que engloba um mosaico e um grande corredor de áreas protegidas na Serra do Mar/Lagamar no Paraná e no sul de São Paulo, e conta com mais de 20 membros ativos, entre instituições públicas, privadas, moradores locais e gestores de Unidades de Conservação.


Fonte: https://www.bemparana.com.br/noticias/parana/felinoselvagem-raro-e-visto-em-reserva-da-mata-atlantica-no-parana/
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO possua dígrafo: 
Alternativas
Q3602009 Português

Antecedentes da Guerra do Contestado


No final do século XIX, as ferrovias começaram a se espalhar pelo território nacional, possibilitando a melhor comunicação entre os estados brasileiros e o escoamento da produção agrária para a exportação. A construção dessas estradas de ferro atraía um grande contingente de pessoas, que saíam dos lugares empobrecidos onde moravam em busca de melhores condições de vida para si e suas famílias.


As disputas por terras eram comuns no Brasil do começo do século XX. Além da economia, outros fatores colaboraram para os conflitos, como as questões sociais, religiosas e políticas.


Nesse contexto, a Guerra do Contestado foi um conflito ocorrido na fronteira dos estados do Paraná e Santa Catarina, entre os anos de 1912 e 1916, envolvendo a disputa de terras nessa região rica em erva- -mate e por onde seria construída a estrada de ferro ligando São Paulo ao Rio Grande do Sul.


Logo após a inauguração da estrada de ferro, os trabalhadores foram dispensados das obras e perderam suas terras, que foram doadas para a empresa Brazil Railway Company. Isso revoltou os trabalhadores, que, orientados por José Maria, iniciaram um levante armado para contestar (por isso o nome da guerra) a decisão tomada. José Maria declarou a comunidade em que ele e seus seguidores moravam como “governo independente” e se declarou antirrepublicano. 


O governo federal enviou tropas para dispersar as comunidades, dando origem à Guerra do Contestado. Após várias derrotas, as tropas federais conseguiram vencer os sertanejos, em 1916.


Disponível em: < https://brasilescola.uol.com.br/historiab/guerra- -contestado.htm>. Acesso em: 05 de dez. 2022. Adaptado.

Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam igual número de sílabas.
Alternativas
Q3600095 Português
Assinalar a alternativa em que a classificação das palavras corresponde à sequência abaixo:

Oxítona - proparoxítona - paroxítona
Alternativas
Q3597598 Português
Analise o texto abaixo para responder a próxima questão

Ovelha Negra

Levava uma vida sossegada
Gostava de sombra e água fresca
Meu Deus, quanto tempo eu passei
Sem saber

Foi quando meu pai me disse: Filha
Você é a ovelha negra da família
Agora é hora de você assumir
E sumir

Baby, baby
Não adianta chamar
Quando alguém está perdido
Procurando se encontrar

Baby, baby
Não vale a pena esperar, oh, não
Tire isso da cabeça
E ponha o resto no lugar

Rita Lee
No trecho “Agora é hora de você assumir / E sumir” a autora utilizou um recurso linguístico sonoro para criar um tom humorístico. Este recurso é conhecido como:
Alternativas
Q3597039 Português
Referindo-se à correta classificação das palavras, quanto ao número de sílabas, marque a alternativa indevida.
Alternativas
Q3596964 Português
Assinale a alternativa, onde não temos encontro consonantal.
Alternativas
Q3596924 Português
Em se tratando da correta separação de sílabas, marque a alternativa, onde as palavras estão separadas corretamente.
Alternativas
Q3596447 Português
A separação de sílabas é feita principalmente por soletração, mas existem diversas regras para divisão correta das sílabas das palavras. É preciso conhecê-las e compreender quando alguns grupos consonantais e vocálicos se separam e quando ficam na mesma sílaba.
Com relação a esse assunto, relacione as colunas abaixo:

Coluna 1:
1. Não se separam, permanecendo na mesma sílaba
2. Separam-se, ficando em sílabas diferentes

Coluna 2:
( ) Ditongos
( ) Hiatos
( ) Vogais idênticas
( ) Tritongos

Assinale a alternativa com a sequência CORRETA:
Alternativas
Q3595077 Português
Férias e viagens exigem cuidados com os pets 

        Essa época do ano é sinônimo de férias em família e os pets, claro, estão incluídos. Se o destino for a região litorânea, hospedagem em hotéis, pousadas ou mesmo ao exterior, os tutores precisam ficar atentos às exigências obrigatórias e aos cuidados de prevenção para evitar doenças oportunistas.

        O médico-veterinário Leonan Filipe de Oliveira, clínico geral e gastroenterologista do Hospital Veterinário Batel, alerta para as diversas situações nas viagens de férias junto com os animais de estimação.

        Um deles é sobre a hospedagem de tutores em hotéis pet friendly, que aceitam hospedar cães e gatos. Ele alerta que, nesses casos, é obrigatório apresentar o atestado de saúde emitido pelo médico-veterinário, no qual irá constar quais vacinas foram aplicadas no animal. “Cada hotel tem seu protocolo de exigências. Por isso, recomenda-se entrar em contato com o hotel com antecedência”, avisa.

        Em viagens internacionais, por sua vez, além do atestado médico de saúde, é obrigatória a apresentação do documento de sorologia de raiva e a carteirinha de vacinação. “Cada país tem seu protocolo, mas a vacina contra raiva é exigida por todos. É importante pesquisar sempre com antecedência os protocolos do país para o qual irá viajar”, assinala o médico-veterinário do HVB.

        A diretora do HVB, a médica-veterinária Raquel Sillas, reforça a importância de manter o esquema de vacinas sempre em dia. Como muitos tutores acabam esquecendo o mês de retorno para a vacinação anual, foi criado um planejamento anual onde os tutores são avisados sobre o vencimento de todas as vacinas, inclusive com a possibilidade do médico-veterinário ir até a domicílio realizar a aplicação. “Vacinação é um assunto sério e que precisa de regularidade para evitar doenças e outros gastos com medicação e internamentos. Prevenção é sempre melhor do que remediar”, assinala.

        Outro cuidado importante nas viagens de carro com os animais diz respeito ao seu correto transporte. Nada de carregar o animal no colo ou deixá-lo solto, porque, além de ser infração de trânsito, ele pode se deslocar em curvas mais acentuadas ou freadas bruscas, além de causar distração no condutor. “Procure sempre transportar o animal no banco traseiro e com cinto de segurança apropriado. Atualmente, existem diversas opções no mercado”, orienta. Leonan aponta que não há necessidade de sedar o animal, mas aconselha realizar paradas a cada duas horas para as necessidades e para manter seu pet hidratado.

        Se a viagem for para regiões litorâneas, é importante dar vermífugo com antecedência. Além disso, no litoral ocorre a maior incidência de uma doença conhecida como “verme do coração”, a dirofilariose. Considerada uma doença parasitária cardiopulmonar, a transmissão ocorre por meio da picada de mosquitos, como o Aedes Aegypti, Anopheles e Culex, que tenham picado outro hospedeiro infectado previamente.

        Assim como outras doenças transmitidas por mosquitos, a melhor solução é prevenir por meio do uso de coleiras repelentes e aplicação de vacinas. Além disso, existem medicamentos orais, tópicos ou injetáveis que podem proteger o pet. Prevenir é sempre a melhor solução por meio de exames preventivos, check-up uma vez ao ano ou sempre que surgirem sintomas no animal, bem como comportamentos atípicos. Tudo isso pode evitar complicações.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/blogs/amigo-fiel/ferias-e viagens-exigem-cuidados-com-os-pets/ Acesso em 27 de janeiro de 2023.  
Assinale a alternativa cuja divisão silábica da palavra esteja INCORRETA:
Alternativas
Q3595008 Português
A revolução dos emojis na comunicação moderna

        Na era digital, os emojis estão transformando a maneira como nos comunicamos. Esses pequenos ícones tornaram-se uma parte fundamental de nossa linguagem cotidiana, proporcionando uma forma rápida e universal de expressar emoções, pensamentos e histórias.

        Os emojis têm raízes antigas, remontando aos hieróglifos egípcios, que também usavam símbolos visuais para comunicação. Hoje, eles oferecem uma linguagem condensada que transcende as barreiras linguísticas e culturais.

        A atração dos emojis reside em sua capacidade de adicionar uma dimensão emocional à comunicação digital. Um simples emoji de risada pode transformar uma mensagem comum em uma conversa alegre, enquanto um coração vermelho pode expressar amor instantaneamente. Eles são mestres em evocar sentimentos.

        Além disso, os emojis são universais. Não importa a língua que você fala, os emojis são entendidos globalmente. Eles quebram barreiras e conectam pessoas de diferentes origens.

        Em um mundo acelerado, os emojis oferecem eficiência. Em poucos caracteres, podem transmitir emoções e pensamentos. No entanto, é importante lembrar que os emojis não devem substituir completamente as palavras. Eles são um complemento valioso, mas não podem transmitir informações detalhadas ou intrincadas.

        Em resumo, os emojis são uma revolução silenciosa na comunicação moderna. Eles trazem emoção, universalidade e eficiência à nossa linguagem digital. Como parte integrante de nossa comunicação, continuam a evoluir e enriquecer nossa expressão online. São um testemunho do poder da linguagem visual e sua capacidade de unir pessoas em todo o mundo.

(Fonte: internet — adaptado.)
Sobre letras e fonemas, analisar os itens abaixo:
I. A palavra “olhos” apresenta 5 letras e 4 fonemas.
II. A palavra “humano” apresenta 6 letras e 6 fonemas.
III. A palavra “boca” apresenta 4 letras e 4 fonemas.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q3592603 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país.

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.

A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.

Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.

A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.

Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.

O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.

Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.

A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

OMISSÃO E DESUMANIDADE

A desnutrição dos ianomâmis envergonha o país. 

A TRAGÉDIA que ora acomete o povo ianomâmi, em Roraima, resulta de uma perversa mistura recorrente na história do Brasil: omissão e incompetência. É um vexame internacional que se soma a outros, quando se trata de questões envolvendo a Amazônia.
A mesma combinação de omissão e incompetência que acabou explodindo no delírio das invasões nos palácios dos três poderes, em 8 de janeiro, se revela agora no descaso com os ianomâmis. Nesse último caso, acrescenta-se um grau inimaginável de desprezo ao ser humano, à cultura e aos povos que habitavam o Brasil antes da colonização.
Elegantes e engajados do Brasil procuram causas humanitárias e alguns se voltam até para meritórias iniciativas no exterior, mas nós, como tomadores de decisão e formadores de opinião, não estamos sintonizados com a questão dos povos indígenas brasileiros, não sabemos como lidar adequadamente com a situação. Uma barreira de descaso e preconceito nos afasta do Brasil profundo e original.
A imprensa, tão vigilante para criticar, tampouco esteve devidamente atenta à tragédia que vem acontecendo há muito tempo no território que habita os ianomâmis. O pouco-caso com os povos indígenas é histórico em nosso país, incluindo a falta de proteção a seu hábitat e seus costumes. Tratar do tema oscilou entre a alegoria, o paternalismo e o descaso.
Por outro lado, busca-se ampliar as áreas de reservas indígenas, que já somam mais de 13% do território nacional. Antes de simplesmente ampliar áreas, que se definam determinadas políticas públicas e não somente para os povos originários. Que elas abranjam também caiçaras e quilombolas, por exemplo. Devemos saber o que eles querem de suas vidas, quais as suas necessidades e aspirações. E qual o grau de comprometimento que a nação tem com os compromissos constitucionais em direção a eles.
O país, enquanto sociedade e governo, deve dar prioridade à questão. Mas ela precisa envolver todo o assunto, especialmente aspectos básicos da vida, como saúde, segurança, educação, atividade econômica, preservação do meio ambiente e da cultura. Os povos indígenas devem ser cuidados e protegidos em seus direitos. Assim como suas terras. Protegê-los é inseri-los verdadeiramente na agenda nacional.
Também se deve considerar a monetização, desde que de forma sustentável, de seus recursos naturais. Muitas tribos querem explorar seus recursos naturais e terminam seduzidas pelo lucro fácil da derrubada indiscriminada de árvores ou pelo garimpo ilegal. Essa é uma realidade que deve ser combatida - ao passo que o desenvolvimento sustentável deve ser estimulado.
A busca pela solução à questão indígena deve ser imediata não apenas a trágica situação dos ianomâmis. E toda a nossa elite, distante desses povos, precisa se engajar nessa tarefa, bem como as Forças Armadas, a Defesa Civil, as organizações não governamentais, os empresários e a sociedade civil. Urge acabar com essa crise humanitária e inserir a questão de forma definitiva na agenda nacional.

Fonte: ARAGÃO, Murilo. Veja. Abril, 01/02/2023.

Assinale a alternativa em que há, sequenciadas, palavras com dígrafo, encontro consonantal e encontro vocálico.
Alternativas
Q3592583 Português

Leia o poema e responda a questão.


Sobrou pra mim

Ruth Rocha


    Quando eu tinha uns 8 anos, mais ou menos, eu morava com minha avó e com a irmã dela, tia Emília. Nossa rua era sossegada, quase não passava carro nem caminhão.

      Eu ia à escola de manhã e de tarde eu fazia minhas lições e ia pra rua brincar com meus amigos.

      Às cinco e meia em ponto minha avó me chamava para tomar banho e rezar, minha avó e minha tia rezavam todas as tardes às seis horas.

      Depois do jantar ficávamos na sala, eu, lendo, minha avó e minha tia bordando ou costurando.

    Televisão a gente só via uma vez ou outra. Minha avó me deixava ver jogos de futebol ou basquete, mas tinha horror a novelas e a programas de auditório. Era chato de matar!

A divisão silábica das palavras “basquete” e “auditório” está correta em:
Alternativas
Q3592576 Português
Leia o poema e responda a questão.

A chácara do Chico Bolacha
Cecília Meireles


Na chácara do Chico Bolacha,
o que se procura
nunca se acha!

Quando chove muito,
o Chico brinca de barco,
porque a chácara vira charco.

Quando não chove nada,
Chico trabalha com a enxada
e logo se machuca
e fica de mão inchada.

Por isso, com o Chico Bolacha
o que se procura
nunca se acha!

Dizem que a chácara do Chico
só tem mesmo chuchu
e um cachorro coxo
que se chama Caxambu.

Outras coisas ninguém procura,
porque não acha,
coitado do Chico Bolacha!
Quais palavras retiradas do texto possuem dígrafos? 
Alternativas
Respostas
2041: C
2042: C
2043: B
2044: D
2045: B
2046: D
2047: E
2048: C
2049: E
2050: A
2051: E
2052: B
2053: C
2054: B
2055: D
2056: B
2057: C
2058: C
2059: C
2060: B