Questões de Concurso Sobre fonemas e letras em português

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Q2062007 Português

A QUESTÃO ESTÁ RELACIONADA AO TEXTO ABAIXO


TEXTO




Revista Veja. (Adaptado.)

Sobre o elementos linguísticos presentes no texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2046436 Português
Sobre a relação entre fonemas e grafias, analise as afirmações que seguem a respeito de palavras retiradas do texto:

  I. Na palavra ‘produção’ evidencia-se a representação do fonema ‘s’ pela letra ‘ç’.  II. O fonema ‘s’, em ‘máxima’, é representado pela letra ‘x’. III. Em ‘gasoso’, o sufixo é escrito com ‘s’, mas tem som de ‘z’.

Quais estão corretas? 
Alternativas
Q2045856 Português
No que tange ao número de fonemas e à grafia de palavras do texto, analise as assertivas que seguem:

  I. Em ‘ambiente’, há seis fonemas e oito letras.  II. Em ‘associado’, o número de fonemas é menor que o número de letras. III. Em ‘mantenha’, há menos letras que fonemas.

Quais estão corretas?
Alternativas
Q2000129 Português
 Indique qual a consoante de ligação da palavra “cafeteira”.
Alternativas
Q1773588 Português

Observe: “ Agora é a hora.”

A palavra HORA apresenta quantos fonemas:

Alternativas
Q1773452 Português
Na frase “ Ele era um completo palhaço.” , a última palavra contém, respectivamente, quantos fonemas e letras:
Alternativas
Q1726773 Português
No que diz respeito às letras e aos fonemas, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q1722915 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com 7 letras e 6 fonemas:
Alternativas
Q1632175 Português
O número de letras e o de fonemas das palavras a seguir, está corretamente apresentado entre os parênteses em uma das alternativas apenas. Aponte-a.

Alternativas
Q1390848 Português

UM EXEMPLO 

Sírio Possenti 

Publicado em 25 de novembro de 2016

Ref.: https://blogdosirioblog.wordpress.com/ [adaptado] 


    Uma amiga mexicana me mandou uma imagem: dois homens de terno (o terno indica uma classe social que não é a popular) conversam. Um diz: – Me corrigieran “Ler”. O outro responde: – No lo puedo “Crer”. 
    Não me dei conta, imediatamente, do que estava em jogo (tratando-se de outra língua, a presteza nunca é muito grande). Perguntei detalhes (não vou me imolar aqui…). Ela me deu o contexto, que é o seguinte: 
    Um Secretário de Instrución Pública falava a um grupo de alunos em uma escola e os incentivava a “ler” (ele disse “ler” mais de uma vez). Ao final, uma menina o chamou de lado e lhe informou que não se diz “ler”, “pero ‘leer’”. Ele achou graça, elogiou a aluna etc.
    Depois disso é que surgiu a piada narrada no primeiro parágrafo, uma montagem. A graça está no fato de que, na resposta (no lo puedo “crer”), ocorre o mesmo fenômeno que ocorre em “ler”. 
    Que é o seguinte: em espanhol “culto”, as formas do infinitivo destes dois verbos são “leer” e “creer”. O fato de o Secretário dizer “ler” indica, evidentemente, que esta pronúncia está desaparecendo: “ler” e “crer”.
    Observe-se que o fenômeno ocorre nos dois casos, o que favorece a tese dos sociolinguistas que defendem que, nos mesmos contextos, ocorrem as mesmas variações (ou mudanças).
    Observe-se, também, que esta mudança em curso no espanhol (do México, pelo menos), como o indica a fala do secretário, e depois, a montagem com “crer”, já ocorreu no português.
    Mesmo quem não conhece linguística histórica ou não tem um manual que descreva as mudanças ocorridas pode ver o registro em dicionários como o Houaiss, que fornece uma etimologia mínima (eu grifo leer e creer): 
    ler: cf. esp. leer, it. lèggere, fr. lire; ver le- e leg- e as remissivas aí citadas; f.hist. 1258-1261 leer, sXIII liia, sXIII leer, sXIV leendo, sXIV lyi, sXV le, sXV leese, sXV lia
    crer: pelo lat. vulg. *credére > port. arc. creer; ver cred-; f.hist. sXIII creer, sXIII creo, sXIV creyo, sXV crer, sXV creio

    O fato histórico pode ser atestado. E a variação no espanhol deve ser bem óbvia, pelo menos para muitos falantes. Se não fosse, a piada não funcionaria (como não funcionou comigo). 
    Observe-se, também, por muito relevante, que uma aluna de uma escola modesta aprendeu que se deve dizer “leer”.
   É um fato conhecido que instituições diversas (a escola, a imprensa, a própria escrita) retardam mudanças linguísticas. Pode-se apostar que, se essas instituições não existissem, ou se sua política fosse outra, ninguém mais saberia que as formas verbais em questão são (?) “leer” e “creer”. Aliás, para os falantes menos letrados, e mesmo para letrados em situação informal, já não são essas. 
    A piada seria impossível.
    O que seria lamentável. 
A mudança ocorrida nas formas ler e crer do espanhol, que também ocorre na língua portuguesa, é devido à:
Alternativas
Q1333612 Português
Quantas letras e quantos fonemas tem o vocábulo CHOQUE?
Alternativas
Q1326466 Português

Coloque (V) para as afirmações Verdadeiras ou (F) para as Falsas e, em seguida, marque a sequência correta.


( ) Todo som é um fonema.

( ) Todo fonema é um som.

( ) Duas letras juntas podem representar um só fonema.

( ) A letra “h” é um fonema.

( ) Os fonemas são emitidos pelo aparelho fonador.

Alternativas
Q1303513 Português
Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q1300266 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

Fonte: https://www.midiamax.com.br/bichos-silvestres-em-areas-urbanas-sao-cada-vez-mais-frequentes/ (Texto adaptado especialmente para esta prova.)
A respeito das palavras bombeiro, choques e urbanas, retiradas do texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1299852 Português
Marque a alternativa em que o número de letras e de fonemas é coincidente:
Alternativas
Q1295972 Português
Assinale a alternativa INCORRETA acerca de fenômenos fonéticos de palavras retiradas do texto.
Alternativas
Q1295652 Português

A questão refere-se ao texto abaixo.

(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-maisconfiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)

Considerando a relação de letras e fonemas de palavras do texto, analise as seguintes assertivas, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas:


( ) ‘assemelhava’ tem dois dígrafos.

( ) ‘honestos’ tem mais letras do que fonemas.

( ) ‘quantia’ não apresenta nenhum dígrafo.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q1285683 Português
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão.

Trabalhar menos pode ser uma boa opção?

Adaptado de: https://g1.globo.com/natureza/blog/amelia-gonzalez/post/2018/08/22/trabalhar-menos-pode-seruma-boa-opcao.ghtml
A respeito da ortografia e de relações ortográficas de palavras do texto, analise as seguintes assertivas:
I. As palavras ‘excelente’ e ‘excesso’ apresentam dois dígrafos cada. II. O vocábulo ‘reciprocidade’ apresenta o mesmo número de letras e fonemas, um encontro consonantal e nenhum encontro vocálico. III. ‘bem estar’ está grafado incorretamente, visto que é necessário emprego do hífen entre as palavras ‘bem’ e ‘estar’, sendo um substantivo masculino composto hifenizado.
Quais estão corretas?
Alternativas
Q1275303 Português

Como nasce uma história

Fernando Sabino

Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar. Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.

— Sétimo — pedi.

Eu estava sendo aguardado no auditório, onde faria uma palestra. Eram as secretárias daquela companhia que celebravam o Dia da Secretária e que, desvanecedoramente para mim, haviam-me incluído entre as celebrações.

A porta se fechou e começamos a subir. Minha atenção se fixou num aviso que dizia:

É expressamente proibido os funcionários, no ato da subida, utilizarem os elevadores para descerem.


Desde o meu tempo de ginásio sei que se trata de problema complicado, este do infinitivo pessoal. Prevaleciam então duas regras mestras que deveriam ser rigorosamente obedecidas, quando se tratava do uso deste traiçoeiro tempo de verbo. O diabo é que as duas não se complementavam: ao contrário, em certos casos francamente se contradiziam. Uma afirmava que o sujeito, sendo o mesmo, impedia que o verbo se flexionasse. Da outra infelizmente já não me lembrava. Bastava a primeira para me assegurar de que, no caso, havia um clamoroso erro de concordância.

Mas não foi o emprego pouco castiço do infinito pessoal que me intrigou no tal aviso: foi estar ele concebido de maneira chocante aos delicados ouvidos de um escritor que se preza.

Ah, aquela cozinheira a que se refere García Márquez, que tinha redação própria! Quantas vezes clamei, como ele, por alguém que me pudesse valer nos momentos de aperto, qual seja o de redigir um telegrama de felicitações. Ou um simples aviso como este:

É expressamente proibido os funcionários…

Eu já começaria por tropeçar na regência, teria de consultar o dicionário de verbos e regimes: não seria aos funcionários? E nem chegaria a contestar a validade de uma proibição cujo aviso se localizava dentro do elevador e não do lado de fora: só seria lido pelos funcionários que já houvessem entrado e portanto incorrido na proibição de pretender descer quando o elevador estivesse subindo. Contestaria antes a maneira ambígua pela qual isto era expresso:

… no ato da subida, utilizarem os elevadores para descerem. 

Qualquer um, não sendo irremediavelmente burro, entenderia o que se pretende dizer neste aviso. Pois um tijolo de burrice me baixou na compreensão, fazendo com que eu ficasse revirando a frase na cabeça: descerem, no ato da subida? Que quer dizer isto? E buscava uma forma simples e correta de formular a proibição:

É proibido subir para depois descer.

É proibido subir no elevador com intenção de descer.

É proibido ficar no elevador com intenção de descer, quando ele estiver subindo.

Descer quando estiver subindo! Que coisa difícil, meu Deus. Quem quiser que experimente, para ver só. Tem de ser bem simples:

Se quiser descer, não tome o elevador que esteja subindo.

Mais simples ainda: 

Se quiser descer, só tome o elevador que estiver descendo.

De tanta simplicidade, atingi a síntese perfeita do que Nelson Rodrigues chamava de óbvio ululante, ou seja, a enunciação de algo que não quer dizer absolutamente nada: 

Se quiser descer, não suba.

Tinha de me reconhecer derrotado, o que era vergonhoso para um escritor. Foi quando me dei conta de que o elevador havia passado do sétimo andar, a que me destinava, já estávamos pelas alturas do décimo terceiro.


— Pedi o sétimo, o senhor não parou! — reclamei.

O ascensorista protestou:

— Fiquei parado um tempão, o senhor não desceu. Os outros passageiros riram:

— Ele parou sim. Você estava aí distraído.

— Falei três vezes, sétimo! sétimo! sétimo!, e o senhor nem se mexeu — reafirmou o ascensorista.

— Estava lendo isto aqui — respondi idiotamente, apontando o aviso. Ele abriu a porta do décimo quarto, os demais passageiros saíram.

passageiros saíram. — Convém o senhor sair também e descer noutro elevador. A não ser que queira ir até o último andar e na volta descer parando até o sétimo.

— Não é proibido descer no que está subindo? Ele riu:

— Então desce num que está descendo

— Este vai subir mais? — protestei: — Lá embaixo está escrito que este elevador vem só até o décimo quarto.

— Para subir. Para descer, sobe até o último.

— Para descer sobe?

Eu me sentia um completo mentecapto. Saltei ali mesmo, como ele sugeria. Seguindo seu conselho, pressionei o botão, passando a aguardar um elevador que estivesse descendo. Que tardou, e muito. Quando finalmente chegou, só reparei que era o mesmo pela cara do ascensorista, recebendo-me a rir:

— O senhor ainda está por aqui? E fomos descendo, com parada em andar por andar. Cheguei ao auditório com 15 minutos de atraso. Ao fim da palestra, as moças me fizeram perguntas, e uma delas quis saber como nascem as minhas histórias. Comecei a contar:

— Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar. Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.

Texto extraído de: SABINO, Fernando. A Volta Por Cima. Editora Record: Rio de Janeiro, 1990, p. 137



A respeito do número de letras e fonemas da palavra "vergonhoso", assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1244587 Português

Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão


Sinais de inclusão


Fonte: Adaptado de https://www.revistaplaneta.com.br/sinais-de-inclusao/

A respeito das relações entre letras e fonemas, analise as seguintes assertivas, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) A palavra ‘garantir’ apresenta o mesmo número de letras e fonemas. ( ) O vocábulo ‘Federal’ apresenta um encontro consonantal. ( ) A palavra ‘professores’ apresenta um dígrafo. ( ) O vocábulo ‘trabalho’ apresenta um encontro consonantal e um dígrafo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Respostas
781: C
782: E
783: C
784: A
785: B
786: C
787: B
788: A
789: C
790: C
791: E
792: D
793: C
794: C
795: B
796: D
797: A
798: E
799: B
800: C