Questões de Concurso
Sobre fonemas e letras em português
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TEXTO

Revista Veja. (Adaptado.)
I. Na palavra ‘produção’ evidencia-se a representação do fonema ‘s’ pela letra ‘ç’. II. O fonema ‘s’, em ‘máxima’, é representado pela letra ‘x’. III. Em ‘gasoso’, o sufixo é escrito com ‘s’, mas tem som de ‘z’.
Quais estão corretas?
I. Em ‘ambiente’, há seis fonemas e oito letras. II. Em ‘associado’, o número de fonemas é menor que o número de letras. III. Em ‘mantenha’, há menos letras que fonemas.
Quais estão corretas?
Observe: “ Agora é a hora.”
A palavra HORA apresenta quantos fonemas:
UM EXEMPLO
Sírio Possenti
Publicado em 25 de novembro de 2016
Ref.: https://blogdosirioblog.wordpress.com/ [adaptado]
Coloque (V) para as afirmações Verdadeiras ou (F) para as Falsas e, em seguida, marque a sequência correta.
( ) Todo som é um fonema.
( ) Todo fonema é um som.
( ) Duas letras juntas podem representar um só fonema.
( ) A letra “h” é um fonema.
( ) Os fonemas são emitidos pelo aparelho fonador.
A questão refere-se ao texto abaixo.
A questão refere-se ao texto abaixo.

(Fonte: https://super.abril.com.br/blog/como-pessoas-funcionam/por-que-alguns-desconhecidos-parecem-maisconfiaveis-que-outros/ - Texto adaptado)
Considerando a relação de letras e fonemas de palavras do texto, analise as seguintes assertivas, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas:
( ) ‘assemelhava’ tem dois dígrafos.
( ) ‘honestos’ tem mais letras do que fonemas.
( ) ‘quantia’ não apresenta nenhum dígrafo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

I. As palavras ‘excelente’ e ‘excesso’ apresentam dois dígrafos cada. II. O vocábulo ‘reciprocidade’ apresenta o mesmo número de letras e fonemas, um encontro consonantal e nenhum encontro vocálico. III. ‘bem estar’ está grafado incorretamente, visto que é necessário emprego do hífen entre as palavras ‘bem’ e ‘estar’, sendo um substantivo masculino composto hifenizado.
Quais estão corretas?
Como nasce uma história
Fernando Sabino
Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar. Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.
— Sétimo — pedi.
Eu estava sendo aguardado no auditório, onde faria uma palestra. Eram as secretárias daquela companhia que celebravam o Dia da Secretária e que, desvanecedoramente para mim, haviam-me incluído entre as celebrações.
A porta se fechou e começamos a subir. Minha atenção se fixou num aviso que dizia:
É expressamente proibido os funcionários, no ato da subida, utilizarem os elevadores para descerem.
Desde o meu tempo de ginásio sei que se trata de
problema complicado, este do infinitivo pessoal.
Prevaleciam então duas regras mestras que deveriam
ser rigorosamente obedecidas, quando se tratava do
uso deste traiçoeiro tempo de verbo. O diabo é que as
duas não se complementavam: ao contrário, em certos
casos francamente se contradiziam. Uma afirmava que
o sujeito, sendo o mesmo, impedia que o verbo se
flexionasse. Da outra infelizmente já não me lembrava.
Bastava a primeira para me assegurar de que, no caso,
havia um clamoroso erro de concordância.
Mas não foi o emprego pouco castiço do infinito pessoal que me intrigou no tal aviso: foi estar ele concebido de maneira chocante aos delicados ouvidos de um escritor que se preza.
Ah, aquela cozinheira a que se refere García Márquez, que tinha redação própria! Quantas vezes clamei, como ele, por alguém que me pudesse valer nos momentos de aperto, qual seja o de redigir um telegrama de felicitações. Ou um simples aviso como este:
É expressamente proibido os funcionários…
Eu já começaria por tropeçar na regência, teria de consultar o dicionário de verbos e regimes: não seria aos funcionários? E nem chegaria a contestar a validade de uma proibição cujo aviso se localizava dentro do elevador e não do lado de fora: só seria lido pelos funcionários que já houvessem entrado e portanto incorrido na proibição de pretender descer quando o elevador estivesse subindo. Contestaria antes a maneira ambígua pela qual isto era expresso:
… no ato da subida, utilizarem os elevadores para descerem.
Qualquer um, não sendo irremediavelmente burro,
entenderia o que se pretende dizer neste aviso. Pois
um tijolo de burrice me baixou na compreensão,
fazendo com que eu ficasse revirando a frase na
cabeça: descerem, no ato da subida? Que quer dizer
isto? E buscava uma forma simples e correta de
formular a proibição:
É proibido subir para depois descer.
É proibido subir no elevador com intenção de descer.
É proibido ficar no elevador com intenção de descer, quando ele estiver subindo.
Descer quando estiver subindo! Que coisa difícil, meu Deus. Quem quiser que experimente, para ver só. Tem de ser bem simples:
Se quiser descer, não tome o elevador que esteja subindo.
Mais simples ainda:
Se quiser descer, só tome o elevador que estiver descendo.
De tanta simplicidade, atingi a síntese perfeita do que Nelson Rodrigues chamava de óbvio ululante, ou seja, a enunciação de algo que não quer dizer absolutamente nada:
Se quiser descer, não suba.
Tinha de me reconhecer derrotado, o que era
vergonhoso para um escritor.
Foi quando me dei conta de que o elevador havia
passado do sétimo andar, a que me destinava, já
estávamos pelas alturas do décimo terceiro.
— Pedi o sétimo, o senhor não parou! — reclamei.
O ascensorista protestou:
— Fiquei parado um tempão, o senhor não desceu. Os outros passageiros riram:
— Ele parou sim. Você estava aí distraído.
— Falei três vezes, sétimo! sétimo! sétimo!, e o senhor nem se mexeu — reafirmou o ascensorista.
— Estava lendo isto aqui — respondi idiotamente, apontando o aviso. Ele abriu a porta do décimo quarto, os demais passageiros saíram.
passageiros saíram. — Convém o senhor sair também e descer noutro elevador. A não ser que queira ir até o último andar e na volta descer parando até o sétimo.
— Não é proibido descer no que está subindo? Ele riu:
— Então desce num que está descendo
— Este vai subir mais? — protestei: — Lá embaixo está escrito que este elevador vem só até o décimo quarto.
— Para subir. Para descer, sobe até o último.
— Para descer sobe?
Eu me sentia um completo mentecapto. Saltei ali mesmo, como ele sugeria. Seguindo seu conselho, pressionei o botão, passando a aguardar um elevador que estivesse descendo. Que tardou, e muito. Quando finalmente chegou, só reparei que era o mesmo pela cara do ascensorista, recebendo-me a rir:
— O senhor ainda está por aqui? E fomos descendo, com parada em andar por andar. Cheguei ao auditório com 15 minutos de atraso. Ao fim da palestra, as moças me fizeram perguntas, e uma delas quis saber como nascem as minhas histórias. Comecei a contar:
— Quando cheguei ao edifício, tomei o elevador que serve do primeiro ao décimo quarto andar. Era pelo menos o que dizia a tabuleta no alto da porta.
Texto extraído de: SABINO, Fernando. A Volta Por
Cima. Editora Record: Rio de Janeiro, 1990, p. 137
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados na questão
Sinais de inclusão

Fonte: Adaptado de https://www.revistaplaneta.com.br/sinais-de-inclusao/
( ) A palavra ‘garantir’ apresenta o mesmo número de letras e fonemas. ( ) O vocábulo ‘Federal’ apresenta um encontro consonantal. ( ) A palavra ‘professores’ apresenta um dígrafo. ( ) O vocábulo ‘trabalho’ apresenta um encontro consonantal e um dígrafo.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:



