Questões de Concurso Comentadas sobre fonemas e letras em português

Foram encontradas 541 questões

Ano: 2026 Banca: Instituto Fênix Órgão: Prefeitura de Campo Alegre - SC Provas: Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Advogado | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Agente Administrativo III | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Analista de Administração e Tecnologia da Informação | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Analista de Suporte e Infraestrutura de Tecnologia da Informação | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Arquiteto | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Engenheiro/Engenheiro Civil | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Engenheiro/Engenheiro Agrônomo | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Engenheiro Sanitarista | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Farmacêutico | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Fisioterapeuta | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Assistente Social | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Contador | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Educador Social | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Enfermeiro | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Engenheiro Ambiental | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Fonoaudiólogo | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Instrutor de Educação Física | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Médico II | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Médico Veterinário | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Nutricionista | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Psicólogo | Instituto Fênix - 2026 - Prefeitura de Campo Alegre - SC - Terapeuta Ocupacional |
Q4065736 Português
Farofa, a comida mestiça que está na mesa dos pobres e dos ricos



       Eu vou saudar a farofa! Ela nunca exige protagonismo. Está ali, na beirada do prato, como quem não quer chamar atenção, mas, silenciosamente, sustenta toda a estrutura da refeição. Tire a farofa da mesa e logo surge um desconforto, uma ausência que ninguém consegue nomear, mas todos sentem. Ela tem a estranha virtude dos coadjuvantes indispensáveis.
      As raízes da farofa estão na mandioca, planta domesticada pelos povos originários muito antes de qualquer europeu sonhar em atravessar oceanos. A farinha de mandioca, assim, se tornou não só base alimentar, mas também uma herança cultural. E sim, já existia ali uma espécie de farofa — farinha tostada na gordura da caça, enriquecida com pedaços de peixe, raízes, frutas ou ervas locais.
       Depois veio o choque da colonização. Junto dele, a presença forçada dos africanos, sequestrados de suas terras, que trouxeram para a cozinha brasileira um repertório de técnicas e sabores que mudou tudo. Na mistura ameríndia, entraram as gorduras generosas, os miúdos, as carnes defumadas, as cebolas dourando, o dendê, as especiarias. A cozinha virou espaço de resistência, de criação, de memória e de reinvenção.
     Sérgio Buarque fala que as famílias do interior colonial torravam todos os dias sua mandioca. Era uma “fineza da terra”, uma sofisticação em meio agreste e rude. Ela viaja no alforje bandeirante e acompanha a lida do gado. Sobrevive a viagens. Misturada ao charque, alimenta a colônia.
    Os portugueses, sempre pragmáticos, se adaptaram. Sem trigo para o pão, adotaram a farinha de mandioca como substituto. Trouxeram carnes curadas, embutidos, métodos de charcutaria, e acrescentaram novas camadas a esse prato que nunca se apresenta como prato.
      O curioso é que, apesar de carregar toda essa história, a farofa nunca pede palco. Está ali para servir, para acompanhar, para dar sentido ao conjunto. Ninguém recebe apenas com um prato de farofa, mas fica uma lacuna se ela desaparecer.
      E há, talvez, algo de profundamente brasileiro nisso. A farofa é, por definição, a comida mestiça, da adaptação, da criatividade. É improviso! É nacional e local. Sai do solo como mandioca/macaxeira/aipim. Torna-se uma “poupança enterrada” que pode ser sacada quando necessária. Diferente de uma fruta que amadurece e exige ser colhida imediatamente, a raiz da mandioca dorme, engrossa e anuncia que aguardará semanas, meses, anos até ser resgatada e saciar fome.
     Geógrafos deterministas dizem que milho e arroz geram Estado e burocracia. A mandioca é mais libertadora de estruturas políticas complexas.
       Ela está na mesa do pobre e do rico. No almoço apressado da obra, surge da farinha tostada com um pouco de sal e gordura. No restaurante estrelado, esconde-se sob a alcunha de “farofa de panko com manteiga trufada e castanhas”. Ela circula com a mesma desenvoltura no churrasco de esquina e no brunch gourmet. Pode ser feita com ovo (adoro!), banana, bacon, torresmo, cebola, carne-seca, cogumelo, amêndoas ou até daquela última bolacha esquecida no fundo do armário. O século dezenove adorava com banha de porco, mas incorpora bem a manteiga e o azeite de oliva. Metamorfose absoluta: aumenta o que é pouco, engrossa o que é ralo e esfria o que é quente. É um signo aberto em plena mesa.
       A farinha funciona com o luxo e com a escassez. A farofa não julga. Ela aceita o que há. Vive do que sobra. Sobrevive do que se oferece. E, ainda assim, nunca é menos. Ela contraria o zelo nutricional. Você pegou arroz e batatas? Nada como uma farofinha por cima para unir de forma harmoniosa a cota de carboidratos. Engordou? O culpado será o pudim e a batata frita. A farofa é inimputável. A barriga sempre será de “chope”, jamais de mandioca. A farofa é única e autoral. Ela nunca sai igual, porque nunca somos os mesmos.
     A farofa é Heráclito puro: tudo flui ou se esfarela... Cada farofa é uma fotografia daquele dia, uma digital irrepetível. É feita do que tinha, de quem estava, de como a vida se apresentou naquela hora. Talvez seja como o vinho. Cada safra carrega o clima, a terra, o tempo, a mão do produtor, o jeito da uva naquele ano. E é justamente isso que torna cada garrafa única. Assim também é a farofa. Nunca se repete. E, por isso, é tão especial.
     No fim, como a vida, farofa não tem receita. E talvez essa seja a beleza única da planta. No fundo, a vida é feita disso. De memória, de afeto e de esperança. Esperança de que, enquanto houver gente, haverá também farofa. E que, afinal, todos somos “farofeiros da vida” – improvisando, sobrevivendo, rindo e despejando colheradas da deliciosa farofa sobre o prato. Comida é afeto e cultura. Vai uma farofinha no seu domingo?


Autor: Leandro Karnal - Estadão (adaptado).
Considerando os vocábulos churrasco, desenvoltura e enterrada e a presença de dígrafos consonantais e vocálicos, além da diferença entre letras e fonemas, analise as assertivas:

I. Em churrasco, há dois dígrafos consonantais, e a palavra apresenta 7 fonemas.
II. Em desenvoltura, há um dígrafo vocálico e a palavra apresenta 11 fonemas.
III. Em enterrada, há dois dígrafos, um vocálico e um consonantal, e a palavra apresenta 7 fonemas.


Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q4064953 Português
Barco fica três horas à deriva e é resgatado no litoral do Paraná 

A Polícia Militar do Paraná (PMPR) resgatou um barco à deriva na tarde desta sexta-feira (20/02), próximo à Ilha da Galheta, em Pontal do Sul, Pontal do Paraná. O Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) foi acionado após uma ligação informando sobre um barco sem controle na região.

 A equipe policial localizou dois tripulantes a cerca de três milhas da costa. Os ocupantes relataram que a embarcação sofreu uma pane mecânica e estavam à deriva por aproximadamente três horas, tentando obter ajuda. O BPMA realizou o reboque do barco até o terminal de embarque de Pontal do Sul, garantindo a segurança dos navegadores

Após o resgate, uma equipe da Capitania dos Portos assumiu o atendimento para as providências finais. A ação resultou no atendimento seguro de dois tripulantes e no resgate da embarcação, evitando possíveis acidentes ou complicações no mar.


Fonte: https://www.tribunapr.com.br/noticias/curitiba-regiao/barco-fica-tres-horas-a-deriva-e-eresgatada-no-litoral-do-parana/
Assinale a alternativa cuja letra c da palavra NÃO represente o mesmo fonema representado pela letra c na palavra barco:
Alternativas
Q4060477 Português
Em apenas uma alternativa abaixo, o número de fonemas atribuído à palavra está incorreto. Indique a alternativa incorreta:  
Alternativas
Q4055197 Português
Assinale a alternativa que descreve corretamente a relação entre os fonemas e as grafias dos termos a seguir, retirados no texto.
Alternativas
Q4054131 Português
Constelação de pedras

    Às vezes a vida parece desenhar símbolos repetidos. Quem olha com atenção percebe que certas imagens atravessam a poesia, a música, os mitos e até os ditados populares. Uma dessas imagens é a pedra.


    Na canção Águas de março, de Tom Jobim, ela aparece quase casualmente: “é pau, é pedra, é o fim do caminho”. No meio de tantas coisas simples: tocos, restos, pedaços do cotidiano. A pedra está ali, como parte natural da paisagem da vida.


    Mas a pedra também ganhou lugar definitivo na poesia de Carlos Drummond de Andrade. No poema No meio do caminho, ela interrompe a passagem e insiste na memória. Drummond repete sua presença tantas vezes que aquela pedra deixa de ser apenas um objeto. Ela se transforma no próprio símbolo do obstáculo inevitável.


    Antes mesmo da poesia moderna, os mitos já falavam de pedras. A mais famosa talvez seja a de Sísifo, condenado a empurrar eternamente uma rocha montanha acima, apenas para vê-la rolar de volta. Uma imagem antiga que lembra o esforço humano de todos os dias: trabalhar, recomeçar, tentar outra vez.


    Mas há também outra pedra, menos pesada e mais sonhada: a lendária Pedra Filosofal, buscada pelos alquimistas como capaz de transformar metais comuns em ouro. Uma pedra que representa a esperança de transformação, a possibilidade de que aquilo que parece simples ou bruto esconda algo precioso.


    Entre tantas pedras, a do caminho, a do esforço, a da transformação, aparece ainda a sabedoria tranquila do povo: água mole em pedra dura tanto bate até que fura.


    Talvez seja essa a verdadeira constelação de pedras da existência. Algumas nos fazem tropeçar. Outras exigem esforço diário. Outras ainda prometem mudança.


    E então chegam as águas de março. Elas correm sobre todas as pedras. Passam por cima, contornam, insistem. Não derrubam tudo de uma vez, mas lembram que o tempo também trabalha devagar.


    Talvez viver seja isso: caminhar entre pedras e águas. E aprender, pouco a pouco, que até as pedras mais antigas acabam fazendo parte do caminho.


Autora: Helô Bacichette - GZH (adaptado).

A identificação de fonemas e dígrafos exige observar a relação entre letras e sons, pois nem sempre cada letra corresponde a um fonema. Considerando as palavras retiradas do texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4046792 Português
Governo do Estado apresenta balanço do turismo no Rio Grande do Sul e destaca crescimento acima do dobro da média nacional



    O governo do Estado, por meio da Secretaria de Turismo, apresentou as principais entregas e indicadores do setor consolidados desde 2021. Durante encontro no Parque Maurício Sirotsky Sobrinho, em Porto Alegre, com a presença de empresários, profissionais da área, autoridades públicas e representantes do terceiro setor, a Pasta fez uma retrospectiva de como o segmento reagiu a duas grandes crises recentes: a pandemia de Covid-19 e as enchentes de 2024.
     "Encerramos 2025 com resultados muito positivos, consolidando o Rio Grande do Sul como um dos destinos que mais cresceram no país, com desempenho acima da média nacional. Para 2026, avançaremos ainda mais na qualificação, promoção e inteligência do turismo, com foco em atrair mais visitantes, gerar oportunidades e fortalecer o setor em todas as regiões do estado", destacou o secretário.
      Durante a reunião, o secretário lembrou que o Rio Grande do Sul registrou crescimento de 11,4% na atividade turística no acumulado de 2025, um índice que representa mais do que o dobro da média nacional (4,6%), segundo o Índice de Atividades Turísticas (Iatur) do IBGE. O desempenho colocou o Estado como o segundo que mais cresceu no país no período, consolidando o turismo como um dos principais vetores de desenvolvimento econômico local.
      O resultado é atribuído a uma estratégia estruturada de promoção e posicionamento de mercado. Ao longo de 2025, a Secretaria de Turismo (Setur) realizou 190 ações promocionais, com um investimento superior a R$ 60 milhões. O montante englobou campanhas nacionais, ativações regionais e a presença gaúcha em feiras e eventos estratégicos. Iniciativas como o "Viva o Verão Gaúcho" e "Viva o Inverno Gaúcho" integraram o esforço contínuo de reposicionamento mercadológico do destino no cenário nacional.
      Outro indicador de evolução evidenciado no balanço foi a expansão da conectividade do Estado com o Brasil e o mundo. A malha aérea gaúcha contará com quatro frequências semanais para Lisboa, em Portugal, a partir de julho deste ano. Além da rota europeia, também foram destacados os recentes reforços nas operações para destinos de grande emissão de turistas, como Buenos Aires, Belo Horizonte e Florianópolis.
       A interiorização do turismo e a criação de novas rotas no campo também pautaram as entregas da pasta. O Estado tornou-se pioneiro em uma política nacional de estímulo ao turismo rural a partir da assinatura da portaria que regulamentou a inclusão de agricultores familiares e produtores rurais no Cadastur. A medida representa um marco histórico e coloca o RS como projeto-piloto da iniciativa no Brasil.
    Ao projetar o futuro da atividade no Estado, o secretário reforçou a capilaridade das vocações turísticas gaúchas. Ele pontuou que o trabalho de fomento e estruturação tem muito espaço para avançar, ressaltando que todos os municípios do Rio Grande do Sul possuem atrativos turísticos com potencial para serem trabalhados. O objetivo central prossegue sendo transformar essas potencialidades locais em produtos consolidados, garantindo emprego e renda em todas as regiões.


Adaptado de: https://www.estado.rs.gov.br/governo-do-estadoapresenta-balanco-do-turismo-no-rio-grande-do-sul-e-destacacrescimento-acima-do-dobro-da-media-nacional.
Considere a frase extraída do texto e analise as assertivas a seguir, à luz dos conhecimentos de sintaxe e fonética da Língua Portuguesa:

A medida representa um marco histórico e coloca o RS como projeto-piloto da iniciativa no Brasil.

I. O vocábulo histórico apresenta correspondência exata entre o número de letras e o número de fonemas.
II. As formas verbais representa e coloca encontram-se conjugadas no presente do indicativo.
III. O segmento um marco histórico exerce a função de objeto indireto do verbo representa.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4039099 Português
Sobre o processo de apropriação do sistema de escrita alfabético-ortográfico pelos alunos nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental, a compreensão da natureza do nosso sistema de escrita exige que a criança:
Alternativas
Q4008839 Português
Relacione a coluna B de acordo com a coluna A.

COLUNA A

I. Aliteração.
II. Manipulação de fonemas.

COLUNA B

( ) “No trio ‘bola, boca, casa’, diga quais duas palavras começam com o mesmo som.”
( ) “Diga ‘pato’; agora troque o som /p/ por /g/ e fale a nova palavra.”
( ) “Diga ‘faca’; agora fale de novo sem o som /f/ do começo.”
( ) “Vou falar ‘fita, faca, mala’; diga quais duas começam com o mesmo som.”

Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3960466 Português

Considerando o desenvolvimento da linguagem, analisar os itens.


I. A fala pré-linguística é a produção de sons que não são palavras, como choro, balbucio e imitação acidental e deliberada de sons sem compreensão de seu significado.

II. Os bebês primeiro se familiarizam com os sons das palavras e locuções e, mais tarde, atribuem significados a elas.

III. Os bebês não conseguem reconhecer sons básicos (fonemas) de sua língua nativa aos 6 meses.


Está CORRETO o que se afirma: 

Alternativas
Q3896851 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



Estudantes que têm direito ao certificado de conclusão do ensino médio pelo Enem não conseguem emitir documento.



Em 2025, a prova voltou a valer como certificado de conclusão da educação básica para quem não terminou a escola.


Estudantes que fizeram o Enem estão com problema de atendimento.


Na vida universitária, o ano começa para valer em fevereiro. E é por isso que o Diogo Augusto de Souza Dias está ansioso. Ele é um dos 81 mil estudantes que prestaram o Enem para colocar em dia a vida escolar. Em 2025, a prova voltou a valer como certificado de conclusão da educação básica para quem não terminou a escola, como o Diogo. Mas o Inep, órgão do Ministério da Educação responsável pelo Enem, ainda não emitiu o documento que ele precisa para se matricular na faculdade de Psicologia. O medo é de perder a vaga.


Os estudantes estão angustiados porque na quinta-feira (29) sai o resultado do Sisu, o sistema do Ministério da Educação que usa as notas do Enem para selecionar alunos para instituições públicas de ensino superior. Muitas faculdades e universidades particulares já divulgaram o resultado do vestibular. As matrículas normalmente são em fevereiro, e um dos documentos exigidos é justamente o certificado do ensino médio − o diploma escolar.


Nesta terça-feira (27) de manhã, o Inep disse que lançaria um aplicativo digital para que os estudantes pudessem solicitar de forma online o certificado.


Mais tarde, o presidente do órgão, Manuel Palacios, corrigiu a informação:


"Na sexta-feira, nós vamos publicar na página do participante do Enem, para todos aqueles que solicitaram e que têm condições de se certificarem no ensino médio, uma declaração de que alcançaram a pontuação necessária e atenderam aos critérios necessários à certificação de conclusão do ensino médio. Ela poderá ser entregue para o processo de pré-matrícula e, oportunamente, em março, o documento oficial será entregue. Isso já está plenamente pacificado com as instituições participantes do Sisu".


https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2026/01/27/estudantes-que-tem-direito-ao-certificado-de-conclusao-do-ensino-medio-pelo-enem-nao-conseguem-emitir-documento.ghtml

"Em 2025, a prova voltou a valer como certificado de conclusão da educação básica para quem não terminou a escola, como o Diogo. Mas o Inep, órgão do Ministério da Educação responsável pelo Enem, ainda não emitiu o documento que ele precisa para se matricular na faculdade de Psicologia. O medo é de perder a vaga."

Com base na fonética e na fonologia, complete as lacunas dos enunciados a seguir:

I.O vocábulo___apresenta encontro consonantal, dígrafo vocálico e encontro vocálico.

II.O vocábulo ___ apresenta dígrafo consonantal, pois duas letras representam o som de uma única consoante.

III.O vocábulo___ apresenta o mesmo número de letras e fonemas, uma vez que todas as letras são pronunciadas.

IV.O vocábulo___apresenta mais letras do que fonemas.

A sequência que completa as lacunas correta e respectivamente         
Alternativas
Q3862129 Português

Leia para responder à questão.


A evolução da telefonia no mundo pode ser lida como uma história de redução de distâncias: do fio ao sinal, do aparelho fixo ao bolso, da voz ao ecossistema de dados. No fim do século XIX, com a consolidação do telefone como tecnologia comercial, a comunicação deixou de depender do transporte físico de mensagens e passou a acontecer em tempo real, ainda que limitada por infraestrutura cara, por centrais manuais e por redes locais. As primeiras décadas foram marcadas por expansão lenta e desigual, com a telefonia associada a centros urbanos e a instituições, enquanto áreas rurais e regiões periféricas permaneciam à margem.

Com o avanço das redes e a automação das centrais, a telefonia ganhou escala e confiabilidade. A migração gradual de sistemas eletromecânicos para digitais, sobretudo a partir da segunda metade do século XX, ampliou a capacidade de tráfego, melhorou a qualidade do áudio e abriu espaço para serviços complementares, como discagem direta, chamadas internacionais mais acessíveis e recursos de identificação e encaminhamento. Ao mesmo tempo, a telefonia se tornou um serviço essencial para atividades econômicas, emergências e organização social, criando uma expectativa de disponibilidade que passou a moldar rotinas e decisões.

A virada mais visível ocorreu com a telefonia móvel. O que começou como tecnologia restrita e de alto custo transformou-se, em poucas décadas, em base de conectividade para bilhões de pessoas. A passagem por diferentes “gerações” de redes — com maior cobertura, maior velocidade e menor latência — não significou apenas melhora técnica: mudou o significado do próprio telefone.

O aparelho deixou de ser um terminal de voz e tornou-se um dispositivo híbrido, que integra comunicação, registro, localização, autenticação e acesso permanente a serviços, redefinindo a noção de presença e urgência.

Hoje, a telefonia se confunde com a infraestrutura digital que sustenta aplicações, plataformas e serviços em nuvem, incluindo chamadas por internet e múltiplas formas de interação que extrapolam a voz. Essa integração trouxe ganhos evidentes, mas também novas tensões: dependência tecnológica, desafios de privacidade, golpes, exclusão digital e vulnerabilidades em redes críticas. Assim, a evolução da telefonia não é apenas uma linha de inovações: é um processo que reorganiza hábitos, relações de trabalho, formas de sociabilidade e modos de participação no mundo, revelando que cada avanço técnico vem acompanhado de mudanças culturais e éticas. 

Quanto à tonicidade, indique a alternativa que aponte uma palavra que se classifica de modo diferente da palavra “sociabilidade”:
Alternativas
Q3856136 Português

TEXTO PARA A QUESTÃO.



Resolver


    Gosto da presença sol dentro da palavra resolver, verbo regular, pronominal e transitivo. Re-sol-ver, e penso: voltar a ver o sol. 


    Manoel de Barros, poeta mato-grossense nos lembra a importância das coisas pequenas. Observar passarinhos. Olhar a lua. Respeitar o tempo de fala do outro. Desacelerar para não ter um infarto. Mas somos ou demasiados cheios de preocupações ou demasiadamente desconectados de tudo o que é belo. Vejamos. Na virada do ano, as notícias se repetiram mais uma vez, as praias acumularam toneladas de lixo. A areia, o mar, a beleza do encontro com a natureza completamente atravessada pela sujeira deixada ali. Como pode o ser humano ter chegado a este ponto? Como é possível que alguém vá até a praia, se vista de branco, brinde a chegada de um novo ano, pule sei lá quantas ondas desejando um ano bom, rico, cheio de saúde e amor e descarte sem o menor pudor o lixo que produziu? Pensemos juntos. O assunto tem várias implicações. Primeiro que estamos falando de pessoas que emporcalham o espaço da natureza; segundo estas mesmas pessoas sujam um local em que um outro, geralmente um trabalhador assalariado e mal remunerado, terá de limpar a sujeira deixada; terceiro, que o modo como vemos o mundo e nos relacionamos com ele é um reflexo do que carregamos por dentro. O fora será sempre o dentro.


    Que tipo de pessoas somos? Que tipo de mundo habita dentro de nós? Quanto lixo espalhamos por onde andamos? Tenho a impressão que duas frentes precisam ser (re)construídas. Uma que é da ordem do poder público e chama educação ambiental. Trabalho de formiga, bem sei, invisível e constante. Todo sujeito precisa compreender que ele não mora no planeta Terra, ele é o planeta em que habita. Assim, ele também é o lixo que larga por aí. A outra é um convite a implicar-se no processo. É dar-se conta de que o lixo não vai embora sozinho e que é uma falta de respeito imensa com todos que habitam este mesmo espaço não se responsabilizar pelo lixo produzido. 


    O ano está começando, outra vez, ainda bem. Temos a oportunidade de sermos mais gentis consigo, com o outro, com o mundo. Para ser gentil é preciso, primeiro, conseguir perceber o outro. Não é sobre se colocar no lugar do outro. É sobre abrir espaço para que o outro não sofra, principalmente por nossa causa. É agir com consideração e pode ser um gesto silencioso, como abrir uma porta, dar um bom dia na entrada do elevador, não jogar o lixo no chão. Ser gentil é cuidar sem aparecer. É uma escolha. É escolher ser suave. É o sol de resolver.


Autora: Adriana Antunes - GZH (adaptado).

Considerando a relação entre letras e fonemas de palavras do texto, é INCORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3845894 Português
A coruja e a águia


Coruja e águia, depois de muita briga, resolveram fazer as pazes.

- Basta de guerra - disse a coruja. - O mundo é grande, e tolice maior que o mundo é andarmos a comer os filhotes uma da outra.

- Perfeitamente - respondeu a águia. - Também eu não quero outra coisa.

- Nesse caso combinemos isto: de agora em diante não comerás nunca os meus filhotes.

- Muito bem. Mas como posso distinguir os teus filhotes?

- Coisa fácil. Sempre que encontrarem uns borrachos lindos, bem-feitinhos de corpo, alegres, cheios de uma graça especial que não existe em filhotes de nenhuma outra ave, já sabes, são os meus.

- Está feito! - concluiu a águia.

Dias depois, andando à caça, a águia encontrou um ninho com três mostrengos dentro, que piavam de bico muito aberto.

- Horríveis bichos! - disse ela. - Vê-se logo que não são os filhos da coruja.

E comeu-os.

Mas eram os filhos da coruja. Ao regressar à toca, a triste mãe chorou amargamente o desastre e foi ajustar contas com a rainha das aves.

- Quê? - disse esta, admirada. - eram teus aqueles mostrenguinhos? Pois, olha, não se pareciam nada com o retrato que deles me fizeste...


https://www.culturagenial.com/fabulas-monteiro-lobato/#goog_rewarded
"Sempre que encontrarem uns borrachos lindos, bem-feitinhos de corpo."
A palavra 'borrachos' está escrita com 'ch' corretamente. Identifique a alternativa que apresenta um vocábulo escrito com ch' de forma INCORRETA.
Alternativas
Q3824851 Português

O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 02


"(...) A vontade, tinha sim, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato (...)"


(Sténio Gardel)  

A palavra "encher" é grafado com "ch" o que só ocorre em:  
Alternativas
Q4175870 Português
A análise fonológica das palavras permite compreender a diferença entre letras, fonemas, dígrafos e marcas de nasalização. Nesse sentido, sobre esses elementos, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4100340 Português
TEXTO

BENEFÍCIOS DO ESPORTE PARA A SAÚDE MENTAL


     Pesquisas mostram que o exercício físico regular pode reduzir o risco de depressão e reduzir a perda cognitiva em pacientes com Alzheimer. Uma das descobertas de pesquisas mais recentes é que exercícios como caminhar, correr ou andar de bicicleta são essenciais para manter a função nervosa saudável, mesmo com a idade mais avançada. Diante do declínio do nível de atividade física da população mundial, a Organização Mundial da Saúde (OMS) assumiu que estamos vivenciando a prevalência de estilos de vida sedentários. Ou seja, a falta de exercícios não é mais apenas um problema estético, mas um grave problema de saúde pública, causando 2 milhões de mortes a cada ano.

     De modo geral, quando se trata dos riscos do sedentarismo para a saúde, na maioria das vezes se fala muito em hipertensão, diabetes, obesidade e doenças cardiovasculares. Mas os efeitos dos hábitos sedentários na saúde mental podem ser igualmente devastadores. Estudos da OMS indicam que pessoas moderadamente ativas têm menos probabilidade de serem afetadas por transtornos mentais do que pessoas que não praticam nenhuma atividade física. Isso mostra que a participação em um programa de exercícios físicos pode trazer benefícios físicos e psicológicos. Além de melhorar a aptidão física, o exercício físico regular também pode melhorar a capacidade cognitiva e reduzir os níveis de ansiedade e estresse em geral.

   Em contrapartida, pessoas sedentárias costumam ter problemas com a autoestima, autoimagem, depressão, ansiedade, aumento do estresse e maior risco de doenças como Alzheimer e Parkinson. É preciso ressaltar que os exercícios ajudam a melhorar a imagem corporal, a cognição e a função social de pacientes em risco de saúde mental. Nesse caso, atividade física se refere a qualquer movimento físico produzido pelo tecido muscular esquelético que faz com que o praticante consuma energia. Nessas atividades, há também componentes biológicos psicossociais, culturais e comportamentais, como jogos, lutas, dança, esportes, exercícios físicos, atividades laborais e deslocamento. Tudo isso faz da atividade física uma ferramenta imprescindível para a promoção da saúde mental, e seu custo é muito menor se comparado a outros tratamentos e medicamentos.

    A prática de exercício pode melhorar a circulação sanguínea no cérebro, alterando assim a síntese e a degradação dos neurotransmissores. Este é considerado o efeito direto da atividade física na melhoria da velocidade do processamento cognitivo. Além desse efeito direto, existem alguns mecanismos indiretos que podem promover a saúde mental, como redução da pressão arterial, redução dos níveis de triglicerídeos no sangue e inibição da agregação plaquetária. Acredita-se que o exercício físico pode aumentar o fluxo sanguíneo cerebral, aumentando assim o oxigênio e outros substratos de energia, melhorando assim a função cognitiva.

    Ademais, deve-se descartar que o exercício físico leva ao aumento da concentração de serotonina e Beta-endorfina, resultando em uma sensação de bem-estar.

    Portanto, é essencial que a sociedade reconheça e promova os benefícios da atividade física como parte integrante de uma abordagem holística para a saúde mental. Não se trata apenas de manter o corpo em forma, mas também de cuidar da mente.


Disponível em:
<https://www.desenvolvimentosocial.sp.gov.br/beneficios-doesporte-para-a-saude-mental/>. Adaptado. Acesso em: 24 de out. de 2025.
Assinale a alternativa CORRETA onde todos os vocábulos apresentam dígrafos consonantais. 
Alternativas
Q4100121 Português
TEXTO

CÉREBRO SARADO: OS EFEITOS DO EXERCÍCIO FÍSICO NA SAÚDE CEREBRAL
 
     “Malhar o cérebro” vai além de apenas realizar ações que enriquecem o intelecto. Fazer atividades físicas pode oferecer inúmeros benefícios para a mente. Isso vale não apenas para exercícios realizados na academia, parques e praias, mas até mesmo em aulas práticas on-line. Segundo a Dra. Andrea Deslandes, professora do Instituto de Psiquiatria e do Programa de Pós-Graduação em Psiquiatria e Saúde Mental (PROPSAM) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), essas ferramentas que demandam a execução de movimentos em conjunto com uma maior necessidade de raciocínio, ou seja, que exigem uma dupla tarefa, têm se mostrado especialmente boas para o funcionamento cerebral. Mas outros exercícios também são benéficos para o cérebro. É o caso de atividades aeróbicas que envolvem movimentos cíclicos e repetitivos, como caminhada, corrida e andar bicicleta, e atividades ao ar livre, práticas aquáticas e até treinamento de força.

     Cérebro e exercício estão associados. A atividade física faz os músculos se contraírem diversas vezes. Estudos indicam que essas contrações estimulam a produção de substâncias importantes para a saúde. “De alguma forma, o músculo produz substâncias chamadas de miocinas, que são citocinas, ou seja, proteínas excretadas por células. Elas favorecerão o funcionamento do cérebro, por exemplo, criando novos circuitos (neuroplasticidade) e novos vasos sanguíneos cerebrais”, explica a profissional. Entre as miocinas, há aquelas que estão associadas à formação de novos neurônios, que são as células que compõem o cérebro. Eles são formados principalmente no hipocampo, área cerebral que está associada a diferentes funções, entre elas, a memória e os sentimentos. Outra miocina produzida durante a prática de exercício físico é a irisina. Estudos em animais revelam que a irisina melhora a comunicação entre os neurônios, protege o cérebro contra a perda da capacidade de armazenar informações e também parece ajudar a restaurar a memória perdida.

    Ademais, o exercício físico atua ainda na modulação de neurotransmissores, substâncias que atuam como mensageiros químicos produzidos por neurônios. “Neurotransmissores como dopamina, noradrenalina e serotonina, que são aumentados durante o exercício físico, regulam sono, apetite, prazer, humor, o que pode justificar como a atividade física também é capaz de aumentar a motivação e a atenção”, explicou a Dra. Andrea, que é graduada em educação física, mestre e doutora em saúde mental.

     Os efeitos do exercício se estendem também às estruturas cerebrais. A Dra. Andrea explicou que, além do hipocampo, há impactos positivos no corpo estriado, importante área do circuito motor, e no córtex pré-frontal, região que está relacionada ao humor, ao afeto e também às funções executivas. “Entre as funções executivas, estão o controle inibitório, a memória operacional e a flexibilidade cognitiva, habilidades muito importantes para o convívio em sociedade. O exercício físico vai modular essa área e também vai beneficiar essas funções”, explicou a professora. Além disso, o córtex pré-frontal é uma das primeiras regiões a sofrer perda neuronal com o envelhecimento, mas o exercício consegue reduzir a velocidade desse declínio.

    Segundo a médica, o exercício físico, principalmente de intensidade moderada, melhora o desempenho, por exemplo, das funções cognitivas, ou seja, percepção, atenção, memória, linguagem, funções executivas e aprendizagem. Melhora ainda o humor, reduz a ansiedade e possui um papel protetor com relação aos transtornos mentais e ao declínio cognitivo. “Ele também pode servir como uma terapia adicional no tratamento de transtornos mentais, sendo que atualmente os estudos mostram a maior evidência na prevenção e no tratamento dos transtornos depressivos”, destacou, lembrando que a literatura também tem apontado benefício no tratamento de demências, como Alzheimer, nos transtornos de ansiedade, no transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) e no transtorno do espectro autista (TEA).

   Os benefícios da combinação cérebro e exercício atingem desde crianças até idosos. “Essa é uma questão que precisa ser trabalhada na sociedade desde a infância, desde a escola para que as atividades sejam inclusivas, prazerosas”, destacou a Dra. Andrea. 


Disponível em: <https://www.invivo.fiocruz.br/saude/cerebroe-exercicio/ >. Adaptado. Acesso em: 24 de out. de 2025.
Considerando a palavra “cérebro”, retirada do texto, analise as sentenças a seguir:

I- A palavra apresenta o mesmo número de fonemas e de letras.
II- Há nela a presença de um dígrafo.
III- Trata-se de palavra proparoxítona, cuja sílaba tônica é “ce”.

Está(ão) CORRETA(S): 
Alternativas
Q4092029 Português
Ao trocar as consoantes sonoras das palavras “bola” e “jaca” por surdas, NÃO obtém-se o par: 
Alternativas
Q4066063 Português
A deficiência intelectual (DI) é um transtorno do neurodesenvolvimento que, em geral, se manifesta antes da criança iniciar suas atividades escolares. A pessoa com DI apresenta déficits nas funções intelectuais e adaptativas, ou seja, enfrenta dificuldades no raciocínio, no pensamento abstrato, na aprendizagem acadêmica, na resolução de problemas, no julgamento, no planejamento, na aprendizagem por experiência e em relação à independência pessoal e à responsabilidade social. Esses déficits podem afetar, na maioria das vezes, a vida independente, a comunicação e a participação social. A DI é classificada quanto à gravidade em quatro níveis: leve, moderada, grave e profunda. Um dos métodos de alfabetização e prática da leitura e escrita é aquele que utiliza o (X), cujo objetivo principal é enfatizar a relação entre sons e letras. Nesse método, inicialmente, ensina-se a forma e o som das vogais e, posteriormente, das consoantes, seguindo um grau de dificuldade crescente. Dessa forma, o estudante é estimulado a combinar fonemas, compreendendo que, assim, é possível formar sílabas e palavras.

Fonte: MUNHOZ, Juliana de Souza Borges; DIAS, Carmen Lúcia; DOS SANTOS, Daniela Ferreira. A leitura e a escrita na deficiência intelectual: experiências que favoreceram o processo de alfabetização. In: Colloquium Humanarum. ISSN: 1809-8207. 2022. p. 66-85.

Assinale a alternativa que substitui corretamente o (X) do texto.
Alternativas
Respostas
41: A
42: C
43: A
44: E
45: C
46: A
47: A
48: C
49: C
50: D
51: D
52: A
53: A
54: B
55: C
56: B
57: A
58: C
59: B
60: C